Transformação Celular Neoplásica: Alterações celulares manifestadas pela evasão aos mecanismos de controle, aumento do potencial de crescimento populacional (proliferação), alterações na superfície celular, anormalidades cariotípicas, desvios bioquímicos e morfológicos da norma e outros atributos que conferem a habilidade de invadir, metastatizar e matar.Transformação Celular Viral: Transformação celular herdável, manifestada através de mudanças na divisão e no crescimento celular, e alterações nas propriedades da superfície celular. É induzida pela infecção por um vírus em transformação (transforming).Transformação Genética: Troca causada na composição genética do organismo, por meio de uma transferência unidirecional (TRANSFECÇÃO, TRADUÇÃO GENÉTICA, CONJUGAÇÃO GENÉTICA, etc.) e incorporação de DNA estranho dentro de células procarióticas ou eucarióticas por recombinação de parte ou de todo aquele DNA para dentro do genoma da célula.Transformação Bacteriana: Modificação hereditária das propriedades de uma bactéria competente a partir do DNA puro de outra fonte. A captação de DNA puro é um fenômeno que ocorre naturalmente em algumas bactérias. Frequentemente a transformação bacteriana é usada em TÉCNICAS DE TRANSFERÊNCIA DE GENES.Linhagem Celular Transformada: Linhagem de células eucarióticas obtidas de uma fase quiescente ou estacionária que passa por uma conversão para um estado de crescimento desregulado em cultura, assemelhando-se a um tumor in vitro. Esta linhagem ocorre espontaneamente ou através da interação com vírus, oncogenes, radiação ou drogas/produtos químicos.Proteína Oncogênica p65(gag-jun): Proteína transformadora codificada por oncogenes jun (GENES JUN). Esta é uma proteína de fusão gag-onc com cerca de 65kDa derivada do vírus sarcoma aviário. V-jun não possui um domínio regulador negativo que regula a transcrição em c-jun.Células 3T3: Linhagens de células cujo procedimento original de crescimento consistia em serem transferidas (T) a cada 3 dias e plaqueadas a 300.000 células por placa (de Petri). Linhagens foram desenvolvidas usando várias cepas diferentes de camundongos. Tecidos são normalmente fibroblastos derivados de embriões de camundongos, mas outros tipos e fontes também já foram desenvolvidos. As linhagens 3T3 são valiosos sistemas hospedeiros para estudos, in vitro, de transformação de vírus oncogênicos, uma vez que as células 3T3 possuem alta sensibilidade a INIBIÇÃO DE CONTATO.Linhagem Celular: Determinadas culturas de células que têm o potencial de se propagarem indefinidamente.Genes ras: Família de sequências de DNA (ras) associadas a retrovirus, originalmente isoladas a partir dos vírus do sarcoma murino de Harvey (H-ras, Ha-ras, rasH) e de Kirsten (K-ras, Ki-ras, rasK). Os genes Ras são amplamente conservados nas espécies animais, e sequências correspondentes aos genes H-ras e K-ras têm sido detectados nos genomas humano, murino, de aves e de invertebrados. O gene N-ras estreitamente relacionado tem sido detectado nas linhagens celulares humanas de neuroblastoma e de sarcoma. Todos os genes da família têm uma estrutura éxon-íntron semelhante, e cada um codifica uma proteína p21.Proteína Oncogênica pp60(v-src): Proteína quinase específica para tirosina, codificada pelo oncogene v-src do VÍRUS DO SARCOMA DE ROUS. A atividade transformadora de pp60(v-src) depende tanto da falta de um sítio crítico de fosforilação da tirosina carboxiterminal na posição 527 como da fixação de pp60(v-src) à membrana plasmática que é acompanhada por miristoilação da sua glicina N-terminal.Fibroblastos: Células do tecido conjuntivo que secretam uma matriz extracelular rica em colágeno e outras macromoléculas.Oncogenes: Genes cujas alterações para o ganho de função induzem a TRANSFORMAÇÃO CELULAR NEOPLÁSICA. Incluem, por exemplo, genes para ativadores ou estimuladores da PROLIFERAÇÃO CELULAR, como fatores de crescimento, receptores dos fatores de crescimento, proteínas quinases, transdutores de sinais, fosfoproteínas nucleares e fatores de transcrição. Um prefixo "v-" antes de símbolos de oncogenes indicam oncogenes capturados e transmitidos por RETROVÍRUS; o prefixo "c-" antes do símbolo do gene de um oncogene indica que este é um homólogo celular (PROTO-ONCOGENES) de um v-oncogene.Mutação: Qualquer mudança detectável e hereditária que ocorre no material genético causando uma alteração no GENÓTIPO e transmitida às células filhas e às gerações sucessivas.Transfecção: Captação de DNA simples ou purificado por CÉLULAS, geralmente representativo do processo da forma como ocorre nas células eucarióticas. É análogo à TRANSFORMAÇÃO BACTERIANA e ambos são rotineiramente usados em TÉCNICAS DE TRANSFERÊNCIA DE GENES.Proteínas Oncogênicas Virais: Produtos de oncogenes virais, mais comumente oncogenes retrovirais. Elas geralmente possuem atividades transformadora e frequentemente de proteína quinase.Dados de Sequência Molecular: Descrições de sequências específicas de aminoácidos, carboidratos ou nucleotídeos que apareceram na literatura publicada e/ou são depositadas e mantidas por bancos de dados como o GENBANK, European Molecular Biology Laboratory (EMBL), National Biomedical Research Foundation (NBRF) ou outros repositórios de sequências.Divisão Celular: Fissão de uma CÉLULA. Inclui a CITOCINESE quando se divide o CITOPLASMA de uma célula e a DIVISÃO DO NÚCLEO CELULAR.Células NIH 3T3: Linhagem celular contínua com alta inibição de contato estabelecida a partir de culturas de embriões de camundongo NIH Swiss. As células são úteis para estudos de transfecção e transformação de DNA.Transdução de Sinal: Transferência intracelular de informação (ativação/inibição biológica) através de uma via de sinalização. Em cada sistema de transdução de sinal, um sinal de ativação/inibição proveniente de uma molécula biologicamente ativa (hormônio, neurotransmissor) é mediado, via acoplamento de um receptor/enzima, a um sistema de segundo mensageiro ou a um canal iônico. A transdução de sinais desempenha um papel importante na ativação de funções celulares, bem como de diferenciação e proliferação das mesmas. São exemplos de sistemas de transdução de sinal: o sistema do receptor pós-sináptico do canal de cálcio ÁCIDO GAMA-AMINOBUTÍRICO, a via de ativação da célula T mediada pelo receptor e a ativação de fosfolipases mediada por receptor. Estes sistemas acoplados à despolarização da membrana ou liberação de cálcio intracelular incluem a ativação mediada pelo receptor das funções citotóxicas dos granulócitos e a potencialização sináptica da ativação da proteína quinase. Algumas vias de transdução de sinal podem ser parte de um sistema de transdução muito maior, como por exemplo, a ativação da proteína quinase faz parte da via de sinalização da ativação plaquetária.Células Cultivadas: Células propagadas in vitro em meio especial apropriado ao seu crescimento. Células cultivadas são utilizadas no estudo de processos de desenvolvimento, processos morfológicos, metabólicos, fisiológicos e genéticos, entre outros.Antígenos Transformantes de Poliomavirus: Antígenos poliomavírus que causam infecção e transformação celular. O antígeno T grande é necessário para a iniciação da síntese de DNA viral, repressão da transcrição de regiões precoces e é responsável em conjunção com o antígeno T médio pela transformação de células primárias. O antígeno T pequeno é necessário para a conclusão do ciclo de infecção produtiva.Fosforilação: Introdução de um grupo fosfato em um composto [respeitadas as valências de seus átomos] através da formação de uma ligação éster entre o composto e um grupo fosfato.Fator de Transcrição AP-1: Complexo multiproteico composto de produtos dos proto-oncogenes c-jun e c-fos. Essas proteínas devem ser dimerizadas para ligarem-se ao sítio de reconhecimento AP-1, também conhecido como elemento responsivo ao TA (TRE). O AP-1 controla a tanto transcrição de diversos genes basais quanto os que são induzidos.Carcinógenos: Substâncias que aumentam (em seres humanos e animais) o risco para [apresentar] NEOPLASIAS. Entre elas estão tanto as substâncias químicas genotóxicas (que afetam diretamente o DNA) como as substâncias químicas não genotóxicas (que induzem as neoplasias por outro mecanismo).Sequência de Bases: Sequência de PURINAS e PIRIMIDINAS em ácidos nucleicos e polinucleotídeos. É chamada também de sequência nucleotídica.Vírus do Sarcoma Aviário: Grupo de ALFARETROVIRUS, causador de sarcoma e outros tumores em galinhas e outras aves comestíveis, e também em pombos, patos e RATOS.Proteína Oncogênica p21(ras): Proteína transformante codificada por oncogenes ras. Mutações de ponto no gene ras celular (c-ras) também podem resultar em uma proteína p21 mutante que pode transformar células de mamíferos. A proteína oncogênica p21(ras) tem estado implicada diretamente em neoplasias humanas, talvez, responsável por pelo menos 15 a 20 por cento de todos os tumores humanos. Esta enzima foi classificada anteriormente como EC 3.6.1.47.Proteínas ras: Proteínas pequenas, monoméricas, codificadas pelos GENES RAS, e que se ligam a GTP. A proteína derivada de proto-oncogene, PROTEÍNA PROTO-ONCOGÊNICAS P21 RAS, desempenha um papel no crescimento, diferenciação e desenvolvimento celular normal. A proteína derivada do oncogene (PROTEÍNA ONCOGÊNICA P21 (RAS)) pode desempenhar um papel na regulação celular aberrante durante a TRANSFORMAÇÃO CELULAR NEOPLÁSICA. Esta enzima foi classificada anteriormente como EC 3.6.1.47.Embrião de Galinha: Entidade que se desenvolve de um ovo de galinha fertilizado (ZIGOTO). O processo de desenvolvimento começa cerca de 24 h antes de o ovo ser disposto no BLASTODISCO, uma mancha esbranquiçada, pequena na superfície da GEMA DO OVO. Após 21 dias de incubação, o embrião está completamente desenvolvido antes da eclosão.Células 3T3 BALB: Linhagens celulares desenvolvidas a partir de embriões desagregados de camundongo BALB/c. São extremamente sensíveis à INIBIÇÃO DE CONTATO e altamente susceptíveis à transformação pelo VIRUS SV40 e pelo VÍRUS DO SARCOMA MURINO.Genes src: Sequências de DNA (src) associadas a um retrovirus originalmente isolado a partir do vírus do sarcoma de Rous (RSV). O proto-oncogene src (c-src) codifica uma proteína que é membro da família da tirosina quinase, tendo sido o primeiro proto-oncogene identificado no genoma humano. O gene c-src humano está localizado no [locus] 20q12-13, no braço longo do cromossomo 20.Plasmídeos: Moléculas extracromossômicas, geralmente de DNA CIRCULAR, que são autorreplicantes e transferíveis de um organismo a outro. Encontram-se em uma variedade de bactérias, Archaea, fungos, algas e espécies de plantas. São usadas na ENGENHARIA GENÉTICA como VETORES DE CLONAGEM.Proteína Oncogênica p55(v-myc): Proteína transformadora codificada pelos oncogenes myc. A proteína v-myc foi encontrada em diversos retrovírus de aves com replicação defeituosa, os quais induzem um amplo espectro de doenças malignas.Fenótipo: Aparência externa do indivíduo. É o produto das interações entre genes e entre o GENÓTIPO e o meio ambiente.Proteínas Proto-Oncogênicas c-myc: Proteínas celulares ligadoras de DN encodificadas pelos genes c-myc. Estão normalmente envolvidas no metabolismo de ácidos nucleicos e na mediação de resposta celular a fatores de crescimento. A expressão elevada e desregulada (constitutiva) de proteínas c-myc pode causar tumorigênese.Sequência de Aminoácidos: Ordem dos aminoácidos conforme ocorrem na cadeia polipeptídica. Isto é chamado de estrutura primária das proteínas. É de importância fundamental para determinar a CONFORMAÇÃO DA PROTEÍNA.Células Epiteliais: Células que revestem as superfícies interna e externa do corpo, formando camadas celulares (EPITÉLIO) ou massas. As células epiteliais que revestem a PELE, a BOCA, o NARIZ e o CANAL ANAL derivam da ectoderme; as que revestem o APARELHO RESPIRATÓRIO e o APARELHO DIGESTIVO derivam da endoderme; outras (SISTEMA CARDIOVASCULAR e SISTEMA LINFÁTICO), da mesoderme. As células epiteliais podem ser classificadas principalmente pelo formato das células e pela função em escamosas, glandulares e de transição.Mesocricetus: Gênero da família Muridae que possui três espécies. As linhagens atualmente domesticadas foram desenvolvidas a partir de indivíduos trazidos da Síria. São amplamente utilizados em pesquisa biomédica.Papillomavirus Bovino 4: Tipo de XIPAPILLOMAVIRUS causador de carcinoma alimentar em bovinos. É citado em Papillomavirus Bovino 3.Antígenos Virais de Tumores: São as proteínas reconhecidas pelos anticorpos do soro de animais com tumores induzidos por vírus; estas proteínas provavelmente são codificadas pelos ácidos nucleicos dos mesmos vírus que causaram a transformação neoplásica.Proteínas Proto-Oncogênicas: Produtos dos proto-oncogenes. Normalmente eles não possuem propriedade oncogênicas ou transformadoras, mas estão envolvidas na regulação ou diferenciação do crescimento celular. Geralmente possuem atividade de proteína quinase.Regulação Neoplásica da Expressão Gênica: Qualquer dos processos pelos quais fatores nucleares, citoplasmáticos ou intercelulares influem no controle diferencial da ação gênica no tecido neoplásico.Camundongos Nus: Camundongos mutantes homozigotos para o gene recessivo de "nudez" que não desenvolvem um timo. São úteis em estudos de tumor e estudos sobre resposta imune.7,8-Di-Hidro-7,8-Di-Hidroxibenzo(a)pireno 9,10-óxido: 7,8,8a,9a-Tetra-Hidrobenzo(10,11)criseno(3,4-b)oxireno-7,8-diol. Derivado do benzopireno com atividade carcinogênica e mutagênica.Retrovirus Jaagsiekte de Ovinos: BETARETROVIRUS causador de adenomatose pulmonar em ovinos (ADENOMATOSE PULMONAR OVINA).Fator de Crescimento Epidérmico: Fator de crescimento polipeptídico de 6 kDa descoberto inicialmente nas glândulas submaxilares de camundongo. O fator de crescimento epidérmico humano foi isolado originalmente a partir da urina baseado na sua capacidade de inibir a secreção gástrica e foi denominado urogastrona. O fator de crescimento epidérmico exerce uma grande variedade de efeitos biológicos, incluindo a promoção da proliferação e diferenciação de células mesenquimais e CÉLULAS EPITELIAIS. É sintetizado como uma proteína transmembrana que pode ser clivada, liberando uma forma ativa solúvel.Polyomavirus: Gênero de vírus (família POLYOMAVIRIDAE) potencialmente oncogênicos. Estes vírus estão normalmente presentes nos hospedeiros naturais como infecção latente. O vírus é oncogênico em hospedeiros diferentes da espécie de origem.Proteínas Oncogênicas v-raf: Família de proteínas transformadoras isoladas de retrovírus, como VÍRUS SARCOMA DE CAMUNDONGO. São membros provenientes de vírus da família raf-quinase das serina-treonina quinases.Proteína Oncogênica v-maf: Proteína oncogênica que originalmente foi isolada de um FIBROSSARCOMA músculo-aponeurótico espontâneo em galinhas e mostra ser o gene transformador do retrovirus da aves AS42. É um FATOR DE TRANSCRIÇÃO de zíper de leucina e o membro principal dos FATORES DE TRANSCRIÇÃO MAF.Proteínas de Ligação a DNA: Proteínas que se ligam ao DNA. A família inclui proteínas que se ligam às fitas dupla e simples do DNA e também inclui proteínas de ligação específica ao DNA no soro, as quais podem ser utilizadas como marcadores de doenças malignas.Linhagem Celular Tumoral: Linhagem celular derivada de células tumorais cultivadas.Proteínas Oncogênicas de Retroviridae: Proteínas retrovirais que possuem a habilidade de transformar células. Elas podem induzir sarcomas, leucemias, linfomas e carcinomas mamários. Nem todas as proteínas retrovirais são oncogênicas.Proteínas Quinases S6 Ribossômicas 90-kDa: Família de proteínas quinases S6 ribossômicas estruturalmente diferentes das PROTEÍNAS QUINASES S6 RIBOSSÔMICAS de 70 kDa por causa do seu tamanho molecular aparente e por possuírem dois domínios quinases funcionais. Embora considerada uma PROTEÍNA QUINASE S6 RIBOSSÔMICA, os membros desta família são ativados pelo SISTEMA DE SINALIZAÇÃO DAS MAP QUINASES. Demonstrou-se ainda que agem em vários tipos de substratos envolvidos na regulação celular, como a PROTEÍNA S6 RIBOSSÔMICA e a proteína de ligação a elemento de resposta ao AMP cíclico.Quinase 3 Dependente de Ciclina: Quinase dependente de ciclina que forma um complexo com a CICLINA C e é ativa durante a FASE G1 do CICLO CELULAR. Desempenha papel na transição da fase G1 para a FASE S e na regulação da transcrição.Proteína Supressora de Tumor p53: Fosfoproteína nuclear codificada pelo gene p53 (GENES, P53) cuja função normal é controlar a PROLIFERAÇÃO CELULAR e a APOPTOSE. Uma proteína p53 mutante ou ausente tem sido encontrada na LEUCEMIA, OSTEOSARCOMA, CÂNCER DO PULMÃO e CÂNCER COLORRETAL.Vírus 40 dos Símios: Espécie de POLYOMAVIRUS, originalmente isolada no tecido renal do macaco Rhesus. Produz malignidade em cultura de células renais de humanos e de hamsters recém-nascidos.RNA Mensageiro: Sequências de RNA que servem como modelo para a síntese proteica. RNAm bacterianos são geralmente transcritos primários pelo fato de não requererem processamento pós-transcricional. O RNAm eucariótico é sintetizado no núcleo e necessita ser transportado para o citoplasma para a tradução. A maior parte dos RNAm eucarióticos têm uma sequência de ácido poliadenílico na extremidade 3', denominada de cauda poli(A). Não se conhece com certeza a função dessa cauda, mas ela pode desempenhar um papel na exportação de RNAm maduro a partir do núcleo, tanto quanto em auxiliar na estabilização de algumas moléculas de RNAm retardando a sua degradação no citoplasma.Fatores de Transcrição: Substâncias endógenas, usualmente proteínas, que são efetivas na iniciação, estimulação ou terminação do processo de transcrição genética.Inibição de Contato: Bloqueio (arrest) da locomoção ou da divisão celular quando duas células entram em contato.Genes myc: Família de sequências de DNA (myc) associadas a retrovirus, originalmente isoladas a partir de um vírus da mielocitomatose de aves. O proto-oncogene myc (c-myc) codifica uma proteína nuclear que está envolvida no metabolismo de ácidos nucleicos e na mediação da resposta celular a fatores de crescimento. O truncamento do primeiro éxon, que parece regular a expressão do c-myc, é crucial para a tumorigenicidade. O gene c-myc humano está localizado na região 8q24, no braço longo do cromossomo 8.Proteínas Tirosina Quinases: Proteínas quinases que catalisam a FOSFORILAÇÃO dos resíduos da TIROSINA nas proteínas com ATP ou outros nucleotídeos, como os doadores de fosfato.Acetato de Tetradecanoilforbol: Éster de forbol encontrado no ÓLEO DE CROTON com importante atividade promotora de tumor. Estimula a síntese tanto de DNA como de RNA.Proteínas E1A de Adenovirus: Proteínas transcritas da região do genoma E1A dos adenovírus envolvidas na regulação positiva da transcrição gênica precoce da infecção do hospedeiro.DNA: Polímero desoxirribonucleotídeo que é material genético primário de todas as células. Organismos eucariotos e procariotos normalmente contém DNA num estado de dupla fita, ainda que diversos processos biológicos importantes envolvam transitoriamente regiões de fita simples. O DNA, cuja espinha dorsal é constituída de fosfatos poliaçucarados possuindo projeções de purinas (adenina ou guanina) e pirimidinas (timina e citosina), forma uma dupla hélice que é mantida por pontes de hidrogênio entre as purinas e as pirimidinas (adenina com timina e guanina com citosina).Proteínas Proto-Oncogênicas c-jun: Proteínas celulares ligadoras de DNA encodificadas pelo gene c-jun (GENES, JUN). Estão envolvidos no controle transcripcional relacionado ao crescimento. Parecem possuir três distintas funções: dimerização (com a c-fos), ligação de DNA e ativação transcrpcional. A transformação oncogênica pode surgir devido à expressão constitutiva de c-jun.Proliferação de Células: Todos os processos envolvidos em aumentar o NÚMERO DE CÉLULAS. Estes processos incluem mais que a DIVISÃO CELULAR, parte do CICLO CELULAR.Ativação Transcricional: Processos que estimulam a TRANSCRIÇÃO GENÉTICA de um gene ou conjunto de genes.Papillomavirus Bovino 1: Espécie de DELTAPAPILLOMAVIRUS que infecta bovinos.Proteínas Serina-Treonina Quinases: Grupo de enzimas que catalisa a fosforilação de resíduos de serina ou treonina nas proteínas, com ATP ou outros nucleotídeos como doadores de fosfato.Proteínas Proto-Oncogênicas p21(ras): Proteínas celulares codificadas pelos genes H-ras, K-ras e N-ras. As proteínas têm atividade GTPase e estão envolvidas na transdução de sinal como proteínas monoméricas de ligação a GTP. Níveis elevados de p21 c-ras têm sido associados com neoplasias. Esta enzima foi classificada anteriormente como EC 3.6.1.47.Embrião de Mamíferos: Entidade de um mamífero (MAMÍFEROS) em desenvolvimento, geralmente que abrange da clivagem de um ZIGOTO até o término da diferenciação embrionária das estruturas básicas. Nos humanos, o embrião representa os dois primeiros meses do desenvolvimento intrauterino que antecedem os estágios do FETO.Transcrição Genética: Biossíntese de RNA realizada a partir de um molde de DNA. A biossíntese de DNA a partir de um molde de RNA é chamada de TRANSCRIÇÃO REVERSA.Proteínas Recombinantes de Fusão: Proteínas recombinantes produzidas pela TRADUÇÃO GENÉTICA de genes fundidos formados pela combinação de SEQUÊNCIAS REGULADORAS DE ÁCIDOS NUCLEICOS de um ou mais genes com as sequências codificadoras da proteína de um ou mais genes.Resinas de Troca de Cátion: Polímeros insolúveis de alto peso molecular, contendo grupos funcionais aniônicos capazes de sofrer reações de troca com cátions.FosfoproteínasCricetinae: Subfamília (família MURIDAE) que compreende os hamsters. Quatro gêneros mais comuns são: Cricetus, CRICETULUS, MESOCRICETUS e PHODOPUS.Proto-Oncogenes: Genes celulares normais homólogos aos oncogenes virais. Os produtos dos proto-oncogenes são reguladores importantes de processos biológicos, e parecem estar envolvidos nos eventos que servem para manter o progresso ordenado ao longo do ciclo celular. Os proto-oncogenes têm nomes com a forma c-onc.Retroviridae: Família de vírus RNA que infecta aves e mamíferos e codificam a enzima transcriptase reversa. A família contém sete gêneros: DELTARETROVIRUS, LENTIVIRUS, RETROVIRUS TIPO B DE MAMÍFEROS, ALPHARETROVIRUS, GAMMARETROVIRUS; RETROVIRUS TIPO D e SPUMAVIRUS. Uma característica marcante da biologia do retrovirus é a síntese de uma cópia do genoma em DNA, que é integrado ao DNA celular. Após a integração, o vírus, às vezes, não é expresso, mas mantido em estado latente (PROVIRUS).Proteínas: Polipeptídeos lineares sintetizados nos RIBISSOMOS e posteriormente podem ser modificados, entrecruzados, clivados ou agrupados em proteínas complexas com várias subunidades. A sequência específica de AMINOÁCIDOS determina a forma que tomará o polipeptídeo, durante o DOBRAMENTO DE PROTEÍNA e a função da proteína.Células Tumorais Cultivadas: Células provenientes de tecido neoplásico cultivadas in vitro. Se for possível estabelecer estas células como LINHAGEM CELULAR TUMORAL, elas podem se propagar indefinidamente em cultura de células.Metilnitronitrosoguanidina: Derivado nitrosoguanidina com propriedades potentes mutagênicas e carcinogênicas.Clonagem Molecular: Inserção de moléculas de DNA recombinante de origem procariótica e/ou eucariótica em um veículo replicante, tal como um plasmídeo ou vírus vetores, e a introdução das moléculas híbridas resultantes em células receptoras, sem alterar a viabilidade dessas células.Fatores de Tempo: Elementos de intervalos de tempo limitados, contribuindo para resultados ou situações particulares.Ligação Proteica: Processo pelo qual substâncias endógenas ou exógenas ligam-se a proteínas, peptídeos, enzimas, precursores proteicos ou compostos relacionados. Medidas específicas de ligantes de proteínas são usadas frequentemente como ensaios em avaliações diagnósticas.Fosfatidilinositol 3-Quinases: Fosfotransferases que catalisam a conversão de 1-fosfatidilinositol a 1-fosfatidilinositol 3-fosfato. Muitos membros desta classe de enzimas estão envolvidos na TRANSDUÇÃO DE SINAL MEDIADA POR RECEPTOR e na regulação do transporte de vesículas na célula. As fosfatidilinositol 3-quinases têm sido classificadas de acordo com a especificidade do substrato e com o modo de ação na célula.Expressão Gênica: Manifestação fenotípica de um gene (ou genes) pelos processos de TRANSCRIÇÃO GENÉTICA e TRADUÇÃO GENÉTICA.Proteínas dos Retroviridae: Proteínas da família Retroviridae. O membro mais frequentemente encontrado desta família é a proteína Rous do vírus sarcoma.Apoptose: Um dos mecanismos pelos quais ocorre a MORTE CELULAR (compare com NECROSE e AUTOFAGOCITOSE). A apoptose é o mecanismo responsável pela remoção fisiológica das células e parece ser intrinsecamente programada. É caracterizada por alterações morfológicas distintas no núcleo e no citoplasma, clivagem da cromatina em locais regularmente espaçados e clivagem endonucleolítica do DNA genômico (FRAGMENTAÇÃO DE DNA) em sítios internucleossômicos. Este modo de morte celular serve como um equilíbrio para a mitose no controle do tamanho dos tecidos animais e mediação nos processos patológicos associados com o crescimento tumoral.Ativação Enzimática: Conversão da forma inativa de uma enzima a uma que possui atividade metabólica. Este processo inclui 1) ativação por íons (ativadores), 2) ativação por cofatores (coenzimas) e 3) conversão de um precursor enzimático (pró-enzima ou zimógeno) a uma enzima ativa.Competência de Transformação por DNA: Habilidade das células bacterianas em captar DNA exógeno e serem transformadas geneticamente por ele.Regulação para Baixo: Efeito controlador negativo sobre os processos fisiológicos nos níveis molecular, celular ou sistêmico. No nível molecular, os principais sítios regulatórios incluem os receptores de membrana, genes (REGULAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA), RNAm (RNA MENSAGEIRO) e proteínas.Ciclo Celular: Série complexa de fenômenos que ocorre entre o fim de uma DIVISÃO CELULAR e o fim da divisão seguinte, através da qual o material celular é duplicado, e então, dividido entre as duas células filhas. O ciclo celular inclui a INTERFASE que inclui a FASE G0, FASE G1, FASE S e FASE G2 e a FASE DE DIVISÃO CELULAR.Glândulas Mamárias Humanas: O tecido glandular na MAMA humana que está sob a influência de hormônios tais como os ESTRÓGENOS, PROGESTINAS e PROLACTINA. Em MULHERES, depois do PARTO, as glândulas mamárias secretam leite (LEITE HUMANO) para alimentação do recém-nascido.Neoplasias Experimentais: Crescimento anormal de TECIDOS em animais, induzidos experimentalmente para estabelecer um modelo de estudo das neoplasias humanas.Adesão Celular: Aderência de células a superfícies ou a outras células.Proteínas Quinases Ativadas por Mitógeno: Superfamília das PROTEÍNAS SERINA-TREONINA QUINASES que são ativadas por vários estímulos via cascatas de proteína quinase. São componentes finais das cascatas, ativados pela fosforilação por PROTEÍNAS QUINASE QUINASES ATIVADAS POR MITÓGENO que, por sua vez, são ativadas pelas proteínas quinase quinase quinases ativadas por mitógeno (MAP QUINASE QUINASE QUINASES).Vetores Genéticos: Moléculas de DNA capazes de replicação autônoma dentro de uma célula hospedeira, na qual outras sequências de DNA podem ser inseridas e amplificadas. Muitos são provenientes de PLASMÍDEOS, BACTERIÓFAGOS ou VÍRUS. São usados para transportar genes estranhos às células receptoras. Os vetores genéticos possuem um local de replicação funcional e contêm MARCADORES GENÉTICOS para facilitar seu reconhecimento seletivo.Vírus do Sarcoma Murino: Grupo de vírus (gênero GAMARETROVIRUS) de replicação defeituosa capazes de transformar células, mas que se replicam e produzem tumores somente na presença do VÍRUS DA LEUCEMIA MURINA.Western Blotting: Identificação por transferência de mancha (em um gel) contendo proteínas ou peptídeos (separados eletroforeticamente) para tiras de uma membrana de nitrocelulose, seguida por marcação com sondas de anticorpos.Testes de Carcinogenicidade: Testes para medir experimentalmente a produção de tumor/câncer e o poder de produção celular de um agente pela administração do agente (por exemplo, benzantracenos) e observação da quantidade de tumores ou a transformação celular desenvolvida em um determinado período de tempo. O valor de carcinogenicidade é usualmente medido como miligramas do agente administrado por tumor desenvolvido. Ainda que este teste difira da substituição de DNA e TESTES DE MUTAGENICIDADE de microssomas bacterianos, pesquisadores tentam com frequência, correlacionar os achados de valores de carcinogenicidade e valores de mutagenicidade.Genes Virais: Unidades hereditárias funcionais dos VÍRUS.Proteínas E7 de Papillomavirus: PROTEÍNAS ONCOGÊNICAS do papillomavirus que descontrolam o CICLO CELULAR das células infectadas e leva à TRANSFORMAÇÃO CELULAR NEOPLÁSICA . As proteínas E7 de papillomavirus interagem com vários reguladores do ciclo celular incluindo a PROTEÍNA DO RETINOBLASTOMA e alguns inibidores de quinases dependentes de ciclina.Proteínas E1B de Adenovirus: Proteínas transcritas da região E1B do adenovírus que estão envolvidas na regulação dos níveis de expressão gênica viral precoce e tardia.Regulação da Expressão Gênica: Qualquer dos processos pelos quais os fatores nucleares, citoplasmáticos ou intercelulares influenciam o controle diferencial (indução ou repressão) da ação gênica ao nível da transcrição ou da tradução.Proteína HMGA1a: Proteína contendo motivo AT-hook (MOTIVOS AT-HOOK) de 11 kDa que se liga ao menor sulco das regiões de DNA ricas em AT. É o maior produto do processamento alternativo do gene HMGA1 e pode atuar como uma proteína de ligação à cromatina arquitetônica envolvida na regulação da transcrição.Modelos Biológicos: Representações teóricas que simulam o comportamento ou a actividade de processos biológicos ou doenças. Para modelos de doença em animais vivos, MODELOS ANIMAIS DE DOENÇAS está disponível. Modelos biológicos incluem o uso de equações matemáticas, computadores e outros equipamentos eletrônicos.Proteínas Proto-Oncogênicas c-fos: Proteínas celulares ligadoras de DNA encodificadas pelo gene c-fos (GENES, FOS). Estão envolvidas no controle transcripcional relacionado ao crescimento. A c-fos juntamente com a cjun (PROTEÍNAS PROTO-ONCOGÊNICAS C-JUN) forma um heterodímero c-fos/-jun (FATOR DE TRANSCRIÇÃO AP-1) que se liga ao TRE (elemento responsivo ao TPA) em promotores de certos genes.Neoplasias: Crescimento novo anormal de tecido. As neoplasias malignas apresentam um maior grau de anaplasia e têm propriedades de invasão e de metástase quando comparadas às neoplasias benignas.Arsenitos: Sais inorgânicos ou ésteres orgânicos de ácido arsenioso.Diferenciação Celular: Restrição progressiva do potencial para desenvolvimento e especialização crescente da função que leva à formação de células, tecidos e órgãos especializados.Adenovírus Humanos: Espécie de vírus (gênero MASTADENOVIRUS) causador de uma grande gama de doenças em humanos. As infecções geralmente são assintomáticas, mas podem estar associadas com doenças nos sistemas respiratório, ocular e gastrointestinal. Os sorotipos (designados com algarismos arábicos) foram agrupados dentro de espécies denominadas adenovírus humanos A-F.Proteínas Oncogênicas: Proteínas codificadas por oncogenes. Incluem-se proteínas resultantes da fusão de um oncogene com outro gene (PROTEÍNAS DE FUSÃO ONCOGÊNICA).Células Clonais: Grupo de células geneticamente idênticas em que todas são descendentes de uma única célula ancestral comum através de mitose em eucariotos ou fissão binária em procariotos. As células clonais também incluem populações de moléculas de DNA recombinante todas carregando a mesma sequência inserida. (King & Stansfield, Dictionary of Genetics, 4th ed)Vírus da Leucemia Murina de Abelson: Cepa de VÍRUS DA LEUCEMIA MURINA com defeito de replicação capaz de transformar células linfoides e produzir uma leucemia linfoide de rápida progressão após superinfecção com os VÍRUS DA LEUCEMIA MURINA DE FRIEND, ou VÍRUS DA LEUCEMIA MURINA DE MOLONEY, ou VÍRUS DE RAUSCHER.Proteínas Oncogênicas v-fos: Proteínas transformadoras codificadas por oncogenes fos. Estas proteínas têm sido encontradas nos vírus do sarcoma murino Finkel-Biskis-Jinkins (FBJ-MSV) e Finkel-Biskis-Reilly (FBR-MSV), os quais induzem sarcomas osteogênicos em camundongos. O gene FBJ-MSV v-fos codifica uma proteína p55-kDa e o gene FBR-MSV codifica uma proteína de fusão p75-kDa.Ciclina D1: Proteína codificada pelo gene bcl-1, o qual desempenha um papel crítico na regulação do ciclo celular. A superexpressão da ciclina D1 é o resultado do rearranjo do bcl-1, na translocação t(11;14), estando envolvida em várias neoplasias.Mutagênicos: Agentes químicos que aumentam a velocidade de mutação genética interferindo na função dos ácidos nucleicos. Um clastógeno é um mutágeno específico que causa quebras nos cromossomos.Proteína Oncogênica v-crk: Proteína adaptadora de transdução de sinal codificada pelo ONCOGENE crk a partir do RETROVIRUS TIPO C AVIÁRIO. Contém DOMÍNIOS DE HOMOLOGIA DE SRC e está estreitamente relacionada a sua homologia celular, as PROTEÍNAS PROTO-ONCOGÊNICAS C-CRK.Regiões Promotoras Genéticas: Sequências de DNA reconhecidas (direta ou indiretamente) e ligadas por uma RNA polimerase dependente de DNA durante a iniciação da transcrição. Sequências altamente conservadas dentro do promotor incluem a caixa de Pribnow nem bactérias e o TATA BOX em eucariotos.Proteínas Nucleares: Proteínas encontradas no núcleo de uma célula. Não se deve confundir com NUCLEOPROTEÍNAS, que são proteínas conjugadas com ácidos nucleicos, que não estão necessariamente no núcleo.Biflavonoides: Dímeros (homo e hetero) de FLAVONOIDES.Benzo(a)pireno: Potente mutagênico e carcinógeno. É de interesse para a saúde pública por causa dos seus possíveis efeitos em trabalhadores de indústrias, como poluente ambiental e como componente da fumaça do tabaco.Proteínas Oncogênicas v-rel: Proteínas transformadoras codificadas pelos oncogenes rel. A proteína v-rel compete com proteínas relacionadas à rel e provavelmente transformam células atuando como uma versão negativa dominante do c-rel. Isso resulta na indução de um amplo espectro de leucemias e linfomas.Herpesvirus Humano 4: Representante do LYMPHOCRYPTOVIRUS (subfamília GAMMAHERPESVIRINAE) que infecta as células B em humanos. Acredita-se que seja o agente causador da MONONUCLEOSE INFECCIOSA e está fortemente associado com LEUCOPLASIA PILOSA oral, LINFOMA DE BURKITT e outras doenças malignas.RNA Interferente Pequeno: RNAs pequenos, de cadeia dupla, de codificação não proteica (21-31 nucleotídeos) envolvidos nas funções de INATIVAÇÃO GÊNICA, especialmente o RNA DE INTERFERÊNCIA (RNAi). Os siRNAs são endogenamente gerados a partir de dsRNAs (RNA DE CADEIA DUPLA) pela mesma ribonuclease, Dicer, que gera miRNAs (MICRORNAS). O pareamento perfeito das cadeias de siRNAs' antissenso com seus RNAs alvos medeia a clivagem do RNAi guiado por siRNA. Os siRNAs caem em diferentes classes, inclusive siRNA de atuação trans (tasiRNA), RNA com repetições associadas (rasiRNA), RNA de varredura pequena (scnRNA), e RNA de interação com a proteína Piwi (piRNA) e têm funções diferentes de inativação gênica específica.Aurora Quinase A: Aurora quinase que se localiza no CENTROSSOMO durante a MITOSE e está envolvida na regulação do centrossomo e na formação do FUSO MITÓTICO. A superexpressão da aurora A em muitos tipos de tumores malignos sugere que ela possa estar diretamente envolvida na TRANSFORMAÇÃO CELULAR NEOPLÁSICA.Estrutura Terciária de Proteína: Nível de estrutura proteica em que estruturas das proteínas secundárias (alfa hélices, folhas beta, regiões de alça e motivos) se combinam dando origem a formas dobradas denominadas domínios. Pontes dissulfetos entre cisteínas em duas partes diferentes da cadeia polipeptídica juntamente com outras interações entre as cadeias desempenham um papel na formação e estabilização da estrutura terciária. As proteínas pequenas, geralmente são constituídas de um único domínio, porém as proteínas maiores podem conter vários domínios conectados por segmentos da cadeia polipeptídica que perdeu uma estrutura secundária regular.Proteínas de Neoplasias: Proteínas cuja expressão anormal (ganho ou perda) está associada com o desenvolvimento, crescimento ou progressão de NEOPLASIAS. Algumas proteínas de neoplasias são antígenos de tumores (ANTÍGENOS DE NEOPLASIAS), ou seja, induzem uma reação imunológica ao seu tumor. Muitas proteínas de neoplasia foram caracterizadas e são utilizadas como BIOMARCADORES TUMORAIS, quando são detectáveis nas células e nos líquidos do corpo como monitores da presença ou crescimento de tumores. A expressão anormal das PROTEÍNAS ONCOGÊNICAS está envolvida na transformação neoplásica, enquanto a perda de expressão das PROTEÍNAS SUPRESSORAS DE TUMOR está envolvida com a perda do controle do crescimento e progressão da neoplasia.Sistema de Sinalização das MAP Quinases: Sistema de sinalização intracelular que envolve as cascatas das MAP quinases (cascatas de três membros de proteína quinase). Vários ativadores de início de cadeia que atuam em resposta ao estímulo extracelular deflagrando a cascata através da ativação do primeiro membro da cascata, a MAP QUINASE QUINASE QUINASES (MAPKKKs). As MAPKKKs ativadas fosforilam as QUINASES DE PROTEÍNA QUINASE ATIVADAS POR MITÓGENO, que por sua vez, fosforilam as PROTEÍNAS QUINASES ATIVADAS POR MITÓGENO (MAPKs). As MAPKs atuam, então, em vários alvos situados em passos mais avançados da cascata que afetam, por sua vez, a expressão gênica. Em mamíferos, existem distintas vias de MAPs quinase, incluindo a via ERK (quinase controlada pela sinalização extracelular), a via SAPK/JNK (proteína quinase c-jun ativada pelo estresse) e a via quinase p38. Existem alguns componentes compartilhados por essas vias dependendo do tipo de estímulo que deu origem a ativação da cascata.Proteínas Proto-Oncogênicas c-raf: Subclasse de raf quinase ubiquamente expressa que desempenha um importante papel na TRANSDUÇÃO DE SINAL. As quinases c-raf são MAP quinase quinase quinases que têm especificidade pela MAP QUINASE QUINASE 1 e MAP QUINASE QUINASE 2.DNA Bacteriano: Ácido desoxirribonucléico que forma o material genético de bactérias.Agrobacterium: Gênero de bastonetes Gram-negativos aeróbicos encontrados no solo, nas plantas e no lodo marinho.Neoplasias Cutâneas: Tumores ou câncer da PELE.Genes jun: Sequências de DNA (jun) associadas ao retrovirus originalmente isolado a partir do vírus do sarcoma de aves 17 (ASV 17: abrev. de avian sarcoma virus 17). O proto-oncogene jun (c-jun) codifica uma proteina nuclear que está envolvida no controle transcricional relacionado com o crescimento. A inserção da c-jun na ASV-17 ou a expressão constitutiva da proteina c-jun produz tumorigenicidade. O gene c-jun humano está localizado na região 1p31-32, no braço curto do cromossomo 1.Transativadores: Produtos gênicos difusíveis que atuam em moléculas homólogas ou heterólogas de vírus ou DNA celular para regular a expressão de proteínas.Reação em Cadeia da Polimerase Via Transcriptase Reversa: Variação da técnica de PCR na qual o cDNA é construído do RNA através de uma transcrição reversa. O cDNA resultante é então amplificado utililizando protocolos padrões de PCR.Transplante de Neoplasias: Transplante experimental de neoplasias em animais de laboratório para fins de investigação.Cinética: Taxa dinâmica em sistemas químicos ou físicos.Sobrevivência Celular: Medida da viabilidade de uma célula caracterizada pela capacidade para realizar determinadas funções como metabolismo, crescimento, reprodução, alguma forma de responsividade e adaptabilidade.Ensaio Tumoral de Célula-Tronco: Técnica citológica para medida da capacidade funcional de células-tronco tumorais pela avaliação de sua atividade. É utilizada principalmente para testes in vitro de agentes antineoplásicos.Núcleo Celular: Corpo, limitado por uma membrana, localizado no interior das células eucarióticas. Contém cromossomos e um ou mais nucléolos (NUCLÉOLO CELULAR). A membrana nuclear consiste de uma membrana dupla que se apresenta perfurada por certo número de poros; e a membrana mais externa continua-se com o RETÍCULO ENDOPLÁSMICO. Uma célula pode conter mais que um núcleo.Rubiaceae: Família de plantas conhecidas como garança ou ruiva, da ordem Rubiales, subclasse Asteridae, classe Magnoliopsida, que inclui importantes plantas medicinais que fornecem QUININO, IPECA e CAFÉ. Possuem filotaxia oposta (folhas arranjadas em oposição uma à outra) e estípulas interpeciolares.Primers do DNA: Sequências curtas (geralmente em torno de 10 pares de bases) de DNA que são complementares à sequência do RNA mensageiro e permite a transcriptase reversa, copiando as sequências adjacentes de RNAm. Os primers são utilizados largamente em técnicas de biologia molecular e genética.Fosfotirosina: Aminoácido presente em proteínas endógenas. A fosforilação e desfosforilação da tirosina desempenham um papel na transdução de sinal celular e, possivelmente, no controle do crescimento celular e carcinogênese.Proteínas Quinases JNK Ativadas por Mitógeno: Sub grupo de proteínas quinases ativadas por mitógeno que ativam o FATOR DE TRANSCRIÇÃO AP-1 por meio da fosforilação das Proteínas c-jun. São componentes das vias de sinalização intracelular que regulam a PROLIFERAÇÃO CELULAR, APOPTOSE e DIFERENCIAÇÃO CELULAR.Proteínas Adaptadoras de Transdução de Sinal: Ampla categoria de proteínas transportadoras que desempenham um papel na TRANSDUÇÃO DE SINAL. De modo geral, possuem vários domínios modulares, cada um com seu próprio sítio ativo de ligação, e atuam formando complexos com outras moléculas de sinalização intracelular. As proteínas adaptadoras de transdução de sinal não possuem atividade enzimática, porém sua atividade pode ser modulada por outras enzimas de transdução de sinal.Tirosina: Aminoácido não essencial. Em animais, é sintetizada a partir da FENILALANINA. Também é o precursor da EPINEFRINA, HORMÔNIOS TIREÓIDEOS e melanina.Epiderme: Camada externa (não vascularizada) da pele. É composta (de dentro para fora) por cinco camadas de EPITÉLIO: camadas (estratos) basal, espinhosa, granulosa, lúcida e córnea (da epiderme).Anticarcinógenos: Agentes que reduzem a frequência ou a taxa de manifestação de tumores espontâneos ou induzidos independentemente do mecanismo envolvido.Quinases de Proteína Quinase Ativadas por Mitógeno: Família das proteínas serina-treonina quinases cujos membros são componentes das cascatas de proteína quinase ativadas por vários estímulos. Estas quinases MAPK fosforilam as PROTEÍNAS QUINASES ATIVADAS POR MITÓGENO e são elas mesmas fosforiladas pelas MAP QUINASE QUINASE QUINASES. As JNK quinases (também conhecidas como SAPK quinases) são uma subfamília.Proteínas de Fusão Oncogênicas: Produtos da tradução genética (ver BIOSSÍNTESE DE PROTEÍNAS) da fusão entre um oncogene (veja ONCOGENES) e um outro gene. O último pode ser de origem viral ou celular.Proteínas Proto-Oncogênicas c-akt: Proteína-serina-treonina quinase ativada por FOSFORILAÇÃO em resposta aos FATORES DE CRESCIMENTO ou INSULINA. Desempenha um importante papel no metabolismo celular, crescimento e sobrevivência como componente central da TRANSDUÇÃO DE SINAL. Foram descritas três isoformas em células de mamíferos.Proteínas Recombinantes: Proteínas preparadas através da tecnologia de DNA recombinante.Sítios de Ligação: Partes de uma macromolécula que participam diretamente em sua combinação específica com outra molécula.DNA Viral: Ácido desoxirribonucléico que forma o material genético dos vírus.Proteínas de Ciclo Celular: Proteínas que controlam o CICLO DE DIVISÃO CELULAR. Esta família de proteínas inclui uma ampla variedade de classes, entre elas as QUINASES CICLINA-DEPENDENTES, quinases ativadas por mitógenos, CICLINAS e FOSFOPROTEÍNAS FOSFATASES, bem como seus supostos substratos, como as proteínas associadas à cromatina, PROTEÍNAS DO CITOESQUELETO e FATORES DE TRANSCRIÇÃO.Temperatura Ambiente: Propriedade de objetos que determina a direção do fluxo de calor quando eles são posicionados em contato térmico direto. A temperatura é a energia dos movimentos microscópicos (translacionais e de vibração) das partículas dos átomos.Alpharetrovirus: Gênero da família RETROVIRIDAE que possui morfologia tipo C, que causa malignidade e outras doenças em aves selvagens e domésticas.Camundongos Endogâmicos BALB CImuno-Histoquímica: Localização histoquímica de substâncias imunorreativas utilizando anticorpos marcados como reagentes.Proteína do Retinoblastoma: Produto do gene supressor de tumor retinoblastoma. É uma fosfoproteína nuclear que se supõe atuar normalmente como um inibidor de proliferação celular. A proteína Rb encontra-se ausente em células de retinoblastoma. Também se demonstrou que forma complexos com a proteína E1A do adenovírus, o antígeno T SV40, e a proteína E7 do vírus papiloma humano.Proteínas Repressoras: Proteínas que mantêm a dormência transcricional de GENES ou ÓPERONS específicos. As proteínas repressoras clássicas são as proteínas ligantes de DNA que estão normalmente ligadas à REGIÃO OPERADORA de um óperon, ou os ELEMENTOS FACILITADORES de um gene até que ocorra algum sinal que ocasione seu desprendimento.Agrobacterium tumefaciens: Espécie de bactéria Gram-negativa, aeróbica isolada do solo, troncos, folhas e raizes de plantas. Alguns biótipos são patogênicos e causam a formação de TUMORES DE PLANTAS em uma grande variedade de plantas superiores. A espécie é uma das principais ferramentas usadas em biotecnologia.Herpesvirus Saimiriíneo 2: Representante do RHADINOVIRUS (subfamília GAMMAHERPESVIRINAE) isolada de macacos esquilos, causador de LINFOMA MALIGNO em saguis ou macacos-coruja inoculados.Epitélio: Uma ou mais camadas de CÉLULAS EPITELIAIS, sustentadas pela lâmina basal, que recobrem as superfícies internas e externas do corpo.Miristatos: Sais e ésteres do ácido mirístico, ácido monocarboxílico saturado de catorze carbonos.Proteínas Proto-Oncogênicas pp60(c-src): Quinases específicas para tirosinas associadas à membrana, codificadas por genes c-src. Têm papel importante no controle do crescimento celular. O truncamento dos resíduos carboxi-terminais na pp60(c-src) leva à PP60(V-SRC) que tem a capacidade de transformar células. Esta quinase pp60 c-src não deve ser confundida com a quinase csk, também conhecida como quinase c-src.Tamanho Celular: Quantidade de volume ou área superficial das CÉLULAS.Pele: Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.Envelhecimento Celular: Diminuição na capacidade da célula para proliferar com o passar do tempo. Cada célula é programada para um determinado número de divisões, e quando esse número é atingido a proliferação cessa. A célula entra num estado quiescente após o qual ela atinge a MORTE CELULAR via processo de APOPTOSE.Proteínas Precoces de Adenovirus: Proteínas encodificadas por adenovírus que são sintetizados antes ou na ausência de replicação de DNA viral. As proteínas encontram-se envolvidas tanto na regulação positiva quanto negativa da expressão em genes virais e celulares, e também afetam a estabilidade do RNAm viral. Algumas delas também encontram-se envolvidas na transformação oncogênica.beta-Aminoetil Isotioureia: Agente radioprotetor que pode inibir a lesão ao DNA ligando-se a ele. Aumenta também a suscetibilidade das células sanguíneas à lise mediada por complemento.Processos de Crescimento Celular: Processo necessário para o CRESCIMENTO CELULAR e PROLIFERAÇÃO CELULAR.Actinas: Proteínas filamentosas, principais constituintes dos delgados filamentos das fibras musculares. Os filamentos (também conhecidos como filamentos ou actina-F) podem ser dissociados em suas subunidades globulares. Cada subunidade é composta por um único polipeptídeo de 375 aminoácidos. Este é conhecido como actina-G ou globular. Em conjunção com a MIOSINA, a actina é responsável pela contração e relaxamento do músculo.Metilcolantreno: Carcinógeno que é frequentemente usado em estudos de câncer experimental.Células COS: Linhagens de células derivadas da linhagem CV-1 por transformação com um VÍRUS SV40 mutante de replicação incompleta que codifica vários antígenos T grandes (ANTÍGENOS TRANSFORMADORES DE POLIOMAVÍRUS) para o tipo selvagem. São usadas para transfecção e clonagem. (A linhagem CV-1 foi derivada do rim de um macaco verde africado macho adulto (CERCOPITHECUS AETHIOPS)).Relação Dose-Resposta a Droga: Relação entre a quantidade (dose) de uma droga administrada e a resposta do organismo à droga.Regulação para Cima: Efeito controlador positivo sobre os processos fisiológicos nos níveis molecular, celular ou sistêmico. No nível molecular, os principais sítios regulatórios incluem os receptores de membrana, genes (REGULAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA), RNAm (RNA MENSAGEIRO) e as proteínas.Proteína cdc42 de Ligação ao GTP: Membro da família RHo de PROTEÍNAS MONOMÉRICAS DE LIGAÇÃO AO GTP. Está associada com diversos arranjos das funções celulares, incluindo mudanças citoesqueléticas, formação dos filopódios e transporte através do APARELHO DE GOLGI. Esta enzima foi classificada anteriormente como EC 3.6.1.47.Northern Blotting: Detecção de RNA que é separado eletroforeticamente e imobilizado por "blotting" em papel de nitrocelulose ou outro tipo de papel ou membrana de nylon, seguido de hibridização com SONDAS DE ÁCIDO NUCLEICO marcado.Proteínas Quinases: Família de enzimas que catalisam a conversão de ATP e uma proteína a ADP e uma fosfoproteína.Serina: Aminoácido não essencial ocorrendo de forma natural como o L-isômero. É sintetizado a partir da GLICINA ou TREONINA. Está envolvida na biossíntese das PURINAS, PIRIMIDINAS e outros aminoácidos.Quempferóis: Grupo de FLAVONÓIS baseados em quempferol. São derivados da naringenina e podem hidroxilar-se para dar QUERCETINA, ou reduzir-se a leucopelargonidina.Relação Estrutura-Atividade: Relação entre a estrutura química de um composto e sua atividade biológica ou farmacológica. Os compostos são frequentemente classificados juntos por terem características estruturais em comum, incluindo forma, tamanho, arranjo estereoquímico e distribuição de grupos funcionais.Quinases da Família src: Família de PROTEÍNA-TIROSINA QUINASE que foi originalmente identificada por homologia com a PROTEÍNA ONCOGÊNICA PP60(V-SRC) do vírus do sarcoma de Rous. Interagem com uma variedade de receptores da superfície celular e participam de vias intracelulares de transdução de sinal. Formas oncogênicas das quinases da família src podem ocorrer por regulação ou expressão alteradas da proteína endógena, e por genes src (v-src) codificados viralmente.Proteínas Supressoras de Tumor: Proteínas que, de modo geral, mantêm sob controle o crescimento celular. As deficiências ou anormalidades nestas proteínas podem desregular o crescimento celular e levar ao desenvolvimento de tumores.Inibidores Enzimáticos: Compostos ou agentes que se combinam com uma enzima de tal maneira a evitar a combinação substrato-enzima normal e a reação catalítica.Fator de Transcrição STAT3: Transdutor de sinal e ativador da transcrição que medeia as respostas celulares aos membros da família da INTERLEUCINA-6. A STAT3 encontra-se ativada constitutivamente em vários TUMORES, sendo o principal agente que define o sentido espontâneo (downstream) na transdução do RECEPTOR GP130 DE CITOCINA.Raios X: Radiação eletromagnética penetrante emitida quando elétrons de orbitais internos de um átomo são excitados e liberam energia radiante. Os comprimentos de onda de raios X variam de 1 a 10 nm. Os raios X duros são de energia maior, de comprimentos de onda menores. Os raios X moles (ou raios de Grenz) são de menor energia, de comprimentos de onda maiores. O final do espectro de comprimento de onda curta dos raios X sobrepõe a faixa dos comprimentos de onda dos RAIOS GAMA. A diferença entre raios gama e raios X está na fonte de radiação.Genes p53: Genes supressores de tumores localizados no braço curto do cromossomo humano 17, e codificadores da fosfoproteína p53.Proteínas Virais: Proteínas encontradas em quaisquer espécies de vírus.Southern Blotting: Método (primeiro desenvolvido por E.M. Southern) para detecção de DNA que é separado eletroforeticamente e imobilizado por "blotting" em papel de nitrocelulose ou outro tipo de papel ou membrana de nylon, seguido de hibridização com SONDAS DE ÁCIDO NUCLEICO marcado.Immunoblotting: Método imunológico usado para detectar ou quantificar substâncias imunorreativas. Inicialmente a substância é identificada pela sua imobilização através de blotting em uma membrana, e então, rotulando-a com anticorpos marcados.Galinhas: Nome vulgar dado a espécie Gallus gallus "ave doméstica" (família Phasianidae, ordem GALIFORME). São descendentes das aves selvagens vermelha do SUDESTE DA ÁSIA.Linfócitos B: Células linfoides relacionadas à imunidade humoral. Estas células apresentam vida curta, e no que se refere à produção de imunoglobulinas após estimulação apropriada se assemelham aos linfócitos derivados da bursa de Fabricius em pássaros.Proteína Quinase 8 Ativada por Mitógeno: Quinase amino terminal c-jun que é ativada por estresse ambiental e citocinas pró-inflamatórias. Há várias isoformas de proteína com peso molecular de 43 e 48 kD, devido ao PROCESSAMENTO ALTERNATIVO múltiplo.Mutagênese Sítio-Dirigida: MUTAGÊNESE geneticamente construída em um ponto específico na molécula de DNA que introduz uma substituição, inserção ou deleção de uma base.Reação em Cadeia da Polimerase: Método in vitro para produção de grandes quantidades de DNA específico ou fragmentos de RNA de comprimento definido de pequenas quantidades de oligonucleotídeos curtos de sequências flanqueantes (iniciadores ou "primers"). O passo essencial inclui desnaturação térmica de moléculas alvo da dupla fita, reassociação dos primers a suas sequências complementares e extensão do iniciador reassociado pela síntese enzimática com DNA polimerase. A reação é eficiente, específica e extremamente sensível. A utilização da reação inclui diagnóstico de doenças, detecção de patógenos difíceis de se isolar, análise de mutações, teste genético, sequenciamento de DNA e análise das relações evolutivas.Testes de Precipitina: Testes sorológicos nos quais uma reação positiva manifestada por PRECIPITAÇÃO QUÍMICA visível ocorre quando um ANTÍGENO solúvel reage com suas precipitinas, isto é, ANTICORPOS que podem formar um precipitado.Cariotipagem: Mapeamento do CARIÓTIPO de uma célula.Proteínas da Matriz Viral: Proteínas associadas com a superfície interna da camada bilipídica do envelope viral. Essas proteínas têm sido implicadas no controle da transcrição viral e podem servir possivelmente como uma "cola" que liga a nucleocapsídeo ao sítio apropriado da membrana durante a eclosão viral da célula hospedeira.

*  Transtorno Por Uso De Tabaco - lookfordiagnosis.com
Transformação Celular Viral. * Celulite. * Cementoma. * Síndrome Medular Central. * Infecções Bacterianas Do Sistema Nervoso ...
  https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=3906
*  Ginecomastia - lookfordiagnosis.com
Transformação Celular Viral. * Celulite. * Cementoma. * Síndrome Medular Central. * Infecções Bacterianas Do Sistema Nervoso ...
  https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=1588
*  Malformações Arteriovenosas Intracranianas - lookfordiagnosis.com
Transformação Celular Viral. * Celulite. * Cementoma. * Síndrome Medular Central. * Infecções Bacterianas Do Sistema Nervoso ...
  https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=2030
*  Linfoma Folicular De Células Mistas - lookfordiagnosis.com
Transformação Celular Viral. * Celulite. * Cementoma. * Síndrome Medular Central. * Infecções Bacterianas Do Sistema Nervoso ...
  https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=2363
*  Doença De Bowen - lookfordiagnosis.com
Transformação Celular Viral. * Celulite. * Cementoma. * Síndrome Medular Central. * Infecções Bacterianas Do Sistema Nervoso ...
  https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=457
*  Diabetes Mellitus Lipoatrófica - lookfordiagnosis.com
Transformação Celular Viral. * Celulite. * Cementoma. * Síndrome Medular Central. * Infecções Bacterianas Do Sistema Nervoso ...
  https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=962
*  Síndrome De Melkersson-Rosenthal - lookfordiagnosis.com
Transformação Celular Viral. * Celulite. * Cementoma. * Síndrome Medular Central. * Infecções Bacterianas Do Sistema Nervoso ...
  https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=2459
*  Doença Granulomatosa Crônica - lookfordiagnosis.com
Transformação Celular Viral. * Celulite. * Cementoma. * Síndrome Medular Central. * Infecções Bacterianas Do Sistema Nervoso ...
  https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=1580
*  Condiloma acuminado oral - Wikipedia
Metilação do genoma viral aparece em correlação com a patogênese do HPV e uma eficiente de metilação do DNA do HPV pode ... Essa pagina virtual foi elaborada como parte avaliativa da disciplina de Biologia Celular e Molecular, do primeiro semestre do ... Nos condilomas orais o risco de transformação maligna ainda não foi relatado. Os Papilomavírus humanos pertencem a uma grande ... A expressão do gene viral e replicação procede de uma maneira bem controlada regulada por diferenciação de queratinócitos. ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Condiloma_acuminado_oral
*  Citocina - Wikipedia
Os RNSs virais induzem a libertação de interferons de tipo I que inibem a replicação viral e proliferação celular; incrementam ... e fator de transformação de crescimento (TGF b). Regular a duração e intensidade das respostas especificas; Recrutar células ... São produzida por quase todos os tipos celulares em resposta a sinais pro-inflamatórias (plaquetas...). Orientam os leucócitos ... Constituem um grupo de fatores extra-celulares que podem ser produzidos por diversas células, como Monócitos, macrófagos, ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Citocina
*  Biologia sintética - Wikipedia
A transformação celular é usada para criar circuitos biológicos, que podem ser manipulados para produzir as saídas desejadas. ... A partir do experimento, foi produzida uma vacina, cujo efeito em metade de 18 pacientes foi a redução da carga viral a quase ... Departamento de Biologia Celular e Molecular - Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (site) - Universidade de São Paulo (site ... Biologia Celular e Molecular». rbp.fmrp.usp.br. Consultado em 28 de outubro de 2016 Duc, Stéphane Le (1 de janeiro de 1910). ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Biologia_sint%C3%A9tica
*  CRISPR - Wikipedia
O complexo age de forma a impedir a proliferação viral em bactérias, devido a capacidade de clivagem do DNA invasor pela Cas9, ... Transformações genéticas em animais, simulando as mutações encontradas em humanos, permitem determinar a função de genes, ... Estes mercados incluem: terapia gênica, terapia celular e imunoterapia, o desenvolvimento rápido e eficiente de pesquisa de ... Danisco (DuPont) foi um dos pioneiros na utilização comercial da tecnologia CRISPR para aumentar a imunidade viral em bactérias ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/CRISPR
*  Lista de superpoderes na ficção - Wikipedia
Reversão viral Capacidade de ser imune, reverter e cancelar a habilidade de geração de veneno. Exemplos: Alejandro Herrera. ... Personagens que podem criar ilusões podem simular o transmorfismo (transformação em pessoas e/ou animais) penetrando na mente ... Vampira Absorção Cibernética Capacidade de absorver energia cibernética e dados de computadores, celulares e outros. Com isso é ... Fantástico, Homem-Borracha, Homem-Elástico, Morfo, Monkey D. Luffy, Jake, Ultra T. Transformação elemental Capacidade de se ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Lista_de_superpoderes_na_fic%C3%A7%C3%A3o
*  Web 2.0 - Wikipedia
A transformação ocorre em toda a linha, uma vez que todos os conteúdos podem ser partilhados, comentados, avaliados e, ... Conceitos como o de marketing viral são bastante antigos, sendo que seu vínculo com a Internet alvo de um livro (Idea Virus) de ... Isso não inclui somente computadores, mas também notebooks, celulares e até iPods. Já existem diversos serviços online que ... Os consumidores utilizam todas as ferramentas disponíveis (Messenger, sites, blogs, e-mails, mensagens, celulares, etc.) para ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Web_2.0
*  Vírus do papiloma humano - Wikipedia
E4: Alteração da matriz intracelular E5: Estímulo para proliferação E6 e E7: Transformação celular Pensa-se que o HPV infecta ... influência viral e tratamento cirúrgico» (PDF). Instituto Nacional do Câncer. Consultado em 24 de julho de 2009 !CS1 manut: ... A transformação em células malignas é um processo lento, e ocorre em pessoas que têm uma infecção persistente durante muitos ... Basicamente, os genes E6 e E7 induzem a divisão celular e evitam a apoptose. E1 e E2: têm a função de controlar a replicação e ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADrus_do_papiloma_humano
*  Ácido desoxirribonucleico - Wikipedia
A teoria celular estabelecia-se como um dos pilares da Biologia. Por tudo isso, as células atraíam a atenção de estudantes ... Incluem a transcriptase reversa, que é uma enzima viral implicada na infecção de células por retrovírus, e a telomerase, que é ... Dada suficiente informação sobre como as substâncias cósmicas poderiam haver-se depositado na Terra e sobre as transformações ... Antes da divisão celular os cromossomas são duplicados por meio de um processo chamado replicação. Eucariontes como animais, ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81cido_desoxirribonucleico
*  Vírus - Wikipedia
Envelope: membrana rica em lipídios que envolve a partícula viral externamente. Deriva de estruturas celulares, como membrana ... propagar o vírus da vaccínia num meio de cultura bacteriana observou que as colônias morriam e que o agente dessa transformação ... Ao processo de reprodução de um vírus dá-se o nome de replicação viral. O tempo de duração do ciclo de replicação viral varia ... levando-a morte celular. Porém, nem todo processo de liberação viral causa danos a célula hospedeira. O brotamento é um ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/V%C3%ADrus
*  Barbie: Life in the Dreamhouse - Wikipedia
... mas depois de uma transformação ela foi modernizada ficando com o mesmo visual de Barbie e suas amigas. Ela é calma e sensível ... há uma paródia ao vídeo viral Nyan Cat onde Raquelle é incorporada igual ao personagem do clipe. No episódio "Tem uma Garota ... é tanta que ela quase não larga seu celular da mão. Raquelle frequentemente a chama de "Barbie Júnior". Anastacia Tutti "Stacie ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Barbie:_Life_in_the_Dreamhouse
*  Lana Del Rey - Wikipedia
A canção se tornou uma viral na Internet e em pouco tempo, a tornou reconhecida mundialmente. Em 30 de janeiro de 2012, lançou ... Influenciada por amigos também cantores e compositores, deu início à sua transformação para Lizzy Grant. Del Rey mudou-se para ... que foi gravado completamente por celular e dirigido por Francesco Carrozzini, foi divulgado ao público. No clipe a cantora ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Lana_Del_Rey
*  Vida artificial - Wikipedia
Ou seja, não é necessário para as células, ou para o núcleo celular, fundir-se com outro indivíduo para a reprodução. As novas ... As regras de iterações utilizam strings, o que torna mais fácil a sua transformação para o genoma. Os agentes também podem ... Quando os programas infectados são executados, o código viral também é executado o que acaba por expandindo a infecção. Um ... Os cromossomos podem quebrar-se, durante a reprodução celular, e parte de seus genes são transferidos de um lugar para outro ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Vida_artificial
*  Poliomielite - Wikipedia
... na membrana celular. O vírus, então, aproveita recursos celulares do hospedeiro e começa a replicar-se. Os poliovírus dividem- ... A invasão viral causa inflamação das células nervosas, originando lesão ou destruição dos gânglios dos neurônios motores. ... e a transformação das fibras musculares do tipo II em fibras do tipo I. Além desses processos fisiológicos, o corpo desenvolve ... A poliomielite, também chamada de pólio ou paralisia infantil, é uma doença infecciosa viral aguda transmitida de pessoa a ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Poliomielite
*  Pânico na TV - Wikipedia
Consultado em 5 de Maio de 2010 «Estrelando - Pânico: Transformação de integrante leva à liderança». estrelando.r7.com. ... Os trotes seriam aplicados por Wellington Muniz, que tentaria contratar estes profissionais por telefone. Nesta lista, estavam ... ar após a revelação de que as garotas eram modelos contratadas pela cervejaria nordestina CBBP para uma ação de marketing viral ... personagem que se caracteriza por andar falando ao celular, de chinelos, com uma berinjela dentro da sunga, que estreou ao ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A2nico_na_TV

Transfecção: Transfecção é o processo de introdução intencional de ácido nucleicos nas células. O termo é usado sobretudo para métodos não-virais nas células eucarióticas.Carcinógeno: Carcinógeno, também chamado de cancerígeno ou é a qualidade daquilo capaz de provocar ou estimular o aparecimento de carcinomas ou câncer em um organismo.Dicionário UNESP do português contemporâneo.Long terminal repeat: Long Terminal Repeats (LTR) são grandes sequências repetitivas de nucleotídeos que medem centenas ou milhares de bases. As LTRs são encontradas nas extremidades de uma molécula de ácido nucléico, flanqueando genes funcionais, como em DNA retroviral e em retrotransposons.Conjugação triparental: A conjugação triparental é uma forma de conjugação bacteriana em que um plasmídeo conjugativo presente numa estirpe bacteriana ajuda a transferência de um plasmídeo mobilizável de uma segunda estripe bacteriana para uma terceira.Estrutura primária: A estrutura primária é dada pela sequência de aminoácidos ao longo da cadeia polipeptídica. É o nível estrutural mais simples e mais importante, pois dele deriva todo o arranjo espacial da molécula.Epitélio escamosoGlobo de Ouro de melhor banda sonora original: O Globo de Ouro para Melhor Banda sonora original (no original em inglês Golden Globe Award for Best Original Score) foi atribuído pela primeira vez em 1947 e tem sido entregue anualmente (excepto entre 1953 e 1958) pela Associação de Correspondentes Estrangeiros de Hollywood. O prémio é concedido aos compositores de uma banda sonora original escrita especificamente para um filme.P53: p53 é uma proteína citoplasmática, de massa molecular 53 kDa, sintetizada pela própria célula.ROBERTIS (Jr.Cinase: Em bioquímica, uma cinase ou quinase, é um tipo de enzima que transfere grupos fosfatos de moléculas doadoras de alta energia (como o ATP) para moléculas-alvo específicas (substratos). O processo tem o nome de fosforilação.Fase G1: O G1 é um período no ciclo celular durante a interfase, após citocinese e antes da fase S. Para muitas células, esta fase é o maior período de crescimento celular durante a sua vida útil.Diapedese: A diapedese é a passagem dos leucócitos do sangue para o tecido conjuntivo. Faz-se atravessando os vasos capilares.