Neurite Óptica: Inflamação do nervo óptico. Entre as afecções comumente associadas estão transtornos autoimunes como ESCLEROSE MÚLTIPLA, infecções e doenças granulomatosas. Os sinais clínicos incluem dor retro-orbital que é agravada por movimento dos olhos, perda da visão de cores e sensibilidade a contrastes podendo progredir para perda visual grave, um defeito pupilar aferente (pupila de Marcus-Gunn) e, em alguns casos, hiperemia do disco óptico e inchaço. A inflamação pode ocorrer na porção do nervo dentro do globo (neuropapilite ou neurite óptica anterior) ou na porção atrás do globo (neurite retrobulbar ou neurite óptica posterior).Neurite: Termo geral que indica inflamação de um nervo periférico ou craniano. As manifestações clínicas podem incluir DOR, PARESTESIA, PARESIA ou HIPESTESIA.Neurite Autoimune Experimental: Modelo animal experimental para doença desmielinizante da SÍNDROME DE GUILLAIN-BARRE. Nos protocolos mais frequentemente utilizados, os animais são injetados com um homogeneizado proteico de tecido nervoso periférico. Após aproximadamente 2 semanas, os animais desenvolvem uma neuropatia secundária a uma resposta autoimune mediada por células-T dirigida à PROTEÍNA P2 DE MIELINA nos nervos periféricos. Os achados patológicos incluem o acúmulo perivascular de macrófagos e linfócitos T no sistema nervoso periférico, semelhante àquele visto na síndrome de Guillaine-Barre. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p1314; J Neuroimmunol 1998 Apr 1;84(1): 40-52)Nervo Óptico: O segundo nervo craniano que transporta informação visual da RETINA para o cérebro. Este nervo leva os axônios das CÉLULAS GANGLIONARES DA RETINA, que se reorganizam no QUIASMA ÓPTICO e continuam através do TRATO ÓPTICO para o cérebro. A maior projeção é para os núcleos geniculados laterais; outros alvos importantes incluem os COLÍCULOS SUPERIORES e NÚCLEO SUPRAQUIASMÁTICO. Ainda que conhecido como o segundo nervo craniano, é considerado parte do SISTEMA NERVOSO CENTRAL.Neuromielite Óptica: Síndrome caracterizada por NEURITE ÓPTICA aguda, MIELITE TRANSVERSA, lesões desmielinizantes e/ou necrosantes no NERVO ÓPTICO e na MEDULA ESPINAL, e a presença de autoanticorpos específicos para AQUAPORINA 4.Esclerose Múltipla: Transtorno autoimune que afeta principalmente adultos jovens, caracterizado pela destruição de mielina no sistema nervoso central. Entre os achados patológicos estão múltiplas áreas bem demarcadas de desmielinização por toda substância branca do sistema nervoso central. Entre as manifestações clínicas estão perda visual, transtornos de movimentos extraoculares, parestesias, perda de sensação, fraqueza, disartria, espasticidade, ataxia e disfunção da bexiga. O padrão usual é de ataques recorrentes seguidos de recuperação parcial (v. ESCLEROSE MÚLTIPLA RECIDIVANTE-REMITENTE), porém, também ocorrem formas progressivas fulminantes e crônicas (v. ESCLEROSE MÚLTIPLA CRÔNICA PROGRESSIVA). (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p903)Disco Óptico: Porção do nervo óptico vista no fundo de olho com a utilização do oftalmoscópio. É formado pelo encontro de todos os axônios das células ganglionares da retina assim que penetram no nervo óptico.Potenciais Evocados Visuais: Resposta elétrica evocada no córtex cerebral por estimulação visual ou por estimulação das vias visuais.Acuidade Visual: Clareza ou nitidez da VISÃO OCULAR ou a habilidade dos olhos de enxergar detalhes finos. A acuidade visual depende das funções da RETINA, da transmissão nervosa e da habilidade interpretativa do encéfalo. A acuidade visual normal (humana) é expressa como 20/20, que indica que uma pessoa pode enxergar a 20 pés (aproximadamente 6,1 m) o que normalmente deve ser visto a esta distância. A acuidade visual também pode ser influenciada por brilho, cor e contraste.Neuronite Vestibular: Inflamação idiopática do NERVO VESTIBULAR, caracterizada clinicamente por início agudo ou subagudo de VERTIGEM, NÁUSEA e desequilíbrio. O NERVO COCLEAR é tipicamente poupado e a PERDA DE AUDIÇÃO e ZUMBIDO geralmente não acontecem. Os sintomas geralmente são solucionados num período acima de dias a semanas (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p304).Atrofia Óptica: Atrofia do disco óptico (congênita ou adquirida) que indica uma deficiência no número de fibras nervosas, que se iniciam na RETINA e convergem para formar o DISCO ÓPTICO, NERVO ÓPTICO, QUIASMA ÓPTICO e tratos ópticos. São causas comuns desta afecção GLAUCOMA, ISQUEMIA, inflamação, elevação crônica da pressão intracraniana, toxinas, compressão do nervo óptico e hereditariedade. (ver ATROFIAS ÓPTICAS HEREDITÁRIAS).Células Ganglionares da Retina: Neurônios da camada mais interna da retina, a camada plexiforme interna. Possuem tamanhos e formas variáveis, e seus axônios se projetam via NERVO ÓPTICO para o encéfalo. Um pequeno conjunto destas células age como fotorreceptores com projeções ao NÚCLEO SUPRAQUIASMÁTICO, o centro da regulação do RITMO CIRCADIANO.Escotoma: Defeito localizado no campo visual margeado por uma área de visão normal. Ocorre em uma variedade de OFTALMOPATIAS (ex., DOENÇAS RETINIANAS e GLAUCOMA), DOENÇAS DO NERVO ÓPTICO e outras afecções.Aquaporina 4: Aquaporina 4 é o maior canal seletivo aquoso no SISTEMA NERVOSO CENTRAL de mamíferos.Transtornos da Visão: Compromentimentos da visão que limitam uma ou mais funções básicas do olho: acuidade visual, adaptação ao escuro, visão de cores ou periférica. Podem resultar de OFTALMOPATIAS, DOENÇAS DO NERVO ÓPTICO, doenças das VIAS VISUAIS, doenças do LOBO OCCIPITAL, TRANSTORNOS DA MOTILIDADE OCULAR e outras afecções. (Tradução livre do original: Newell, Ophthalmology: Principles and Concepts, 7th ed, p132)Metilprednisolona: Derivado da PREDNISOLONA com ação anti-inflamatória semelhante à prednisolona.Quiasma Óptico: Estrutura em formato de X formada pelo encontro de dois nervos ópticos. No quiasma óptico as fibras da parte medial de cada retina cruzam para projetarem para o outro lado do cérebro, enquanto que as fibras da parte lateral da retina continuam no mesmo lado. Como resultado temos que cada hemisfério cerebral recebe informações sobre o campo visual contralateral de ambos os olhos.Neuropatia Óptica Isquêmica: Lesão isquêmica do NERVO ÓPTICO que normalmente afeta o DISCO ÓPTICO (neuropatia óptica isquêmica anterior) e, menos frequentemente, a porção retrobulbar do nervo (neuropatia óptica isquêmica posterior). A lesão resulta da oclusão do suprimento de sangue arterial, que pode resultar de ARTERITE TEMPORAL, ATEROSCLEROSE, DOENÇAS DO COLÁGENO, EMBOLISMO, DIABETES MELLITUS e outras afecções. A doença ocorre principalmente na sexta década ou mais tarde e se apresenta com início súbito de perda visual monocular, normalmente grave e sem dor. A neuropatia óptica isquêmica anterior também se caracteriza por edema do disco óptico com micro-hemorragias. O disco óptico se apresenta normal na neuropatia óptica isquêmica posterior (Tradução livre do original: Glaser, Neuro-Ophthalmology, 2nd ed, p135).Testes de Percepção de Cores: Tipo de teste de visão usado para determinar DEFEITOS DA VISÃO CROMÁTICA.Papiledema: Inchaço do DISCO ÓPTICO, normalmente associado com pressão intracraniana elevada, caracterizado por hiperemia, embaçamento das margens do disco, micro-hemorragias, ampliação da mancha cega e engrossamento das veias retinianas. O papiledema crônico pode causar ATROFIA ÓPTICA e perda visual. (Tradução livre do original: Miller et al., Clinical Neuro-Ophthalmology, 4th ed, p175)Campos Visuais: Área total ou espaço visível na visão periférica de uma pessoa com o olho direcionado para frente.Doenças Desmielinizantes: Doenças caracterizadas por perda ou disfunção de mielina no sistema nervoso central ou periférico.Neurite do Plexo Braquial: Síndrome associada com inflamação do PLEXO BRAQUIAL. Os sinais clínicos incluem dor severa na região dos ombros, podendo ser acompanhada de FRAQUEZA MUSCULAR e perda da sensação na extremidade superior. Esta afecção pode estar associada com DOENÇAS VIRAIS, IMUNIZAÇÃO, CIRURGIA, uso de heroína (ver DEPENDÊNCIA DE HEROÍNA) e outras circunstâncias. O termo neuralgia braquial geralmente se refere à dor associada com lesão do plexo braquial.Defeitos da Visão Cromática: Defeitos da visão cromática são principalmente traços hereditários, mas podem ser secundários a anomalias ontogênicas ou adquiridas nos CONES (RETINA). A gravidade dos defeitos hereditários da visão cromática depende do grau de mutação de genes que codificam as OPSINAS DOS BASTONETES (no CROMOSSOMO X e no CROMOSSOMO 3) que compõem os fotopigmentos sensíveis para vermelho, verde ou azul.Mielite Transversa: Inflamação de uma porção transversa da medula espinhal caracterizada por desmielinização ou necrose segmentar aguda ou subaguda. A situação pode ocorrer esporadicamente após uma infecção ou vacinação, ou se apresentar como uma síndrome paraneoplásica (ENCEFALOMIELITE AGUDA DISSEMINADA). As manifestações clínicas incluem fraqueza muscular, perda sensorial e incontinência. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, pp1242-6).Traumatismos do Nervo Óptico: Traumatismos do nervo óptico induzidos por um trauma da face ou cabeça. Podem ocorrer com lesões penetrantes ou fechadas. A compressão relativamente menor do aspecto superior da órbita pode também resultar em trauma do nervo óptico. As manifestações clínicas podem incluir perda visual, PAPILEDEMA e um defeito pupilar aferente.Fibras Nervosas: Prolongações delgadas dos NEURÔNIOS, incluindo AXÔNIOS e seus invólucros gliais (BAINHA DE MIELINA). As fibras nervosas conduzem os impulsos nervosos para e do SISTEMA NERVOSO CENTRAL.Tomografia de Coerência Óptica: Método de diagnóstico por imagem que utiliza LASERS empregado para mapear estruturas subsuperficiais. Quando um sítio refletor da amostra está na mesma longitude de trajetoria óptica (coerência) como espelho de referência, o detector observa o perímetro de interferência.Reflexo Pupilar: Contração da pupila em resposta à estimulação luminosa da retina. Refere-se também a qualquer reflexo envolvendo a íris, com resultante alteração do diâmetro da pupila.Encefalomielite Autoimune Experimental: Modelo animal experimental para doença desmielinizante do sistema nervoso central. A inoculação de uma emulsão de substância branca combinada com ADJUVANTE DE FREUND, proteína básica de mielina, ou mielina central purificada desencadeia uma resposta imune mediada por células T dirigida contra mielina central. As características clínicas são semelhantes às de ESCLEROSE MÚLTIPLA, incluindo focos perivasculares e periventriculares de inflamação e desmielinização. A desmielinização subpial subjacente às infiltrações meníngeas também ocorre, o que também é um sinal de ENCEFALOMIELITE AGUDA DISSEMINADA. A imunização passiva com células T provenientes de um animal afetado para um animal normal também induz esta afecção. (Tradução livre do original: Immunol Res 1998;17(1-2): 217-27; Raine CS, Textbook of Neuropathology, 2nd ed, p604-5)Imagem por Ressonância Magnética: Método não invasivo de demonstração da anatomia interna baseado no princípio de que os núcleos atômicos em um campo magnético forte absorvem pulsos de energia de radiofrequência e as emitem como ondas de rádio que podem ser reconstruídas nas imagens computadorizadas. O conceito inclui técnicas tomográficas do spin do próton.Retina: Membrana de tecido nervoso (composta por dez camadas e encontrada no olho) que se continua no NERVO ÓPTICO. Recebe imagens de objetos externos e transmite [essas informações] ao cérebro [em forma de] impulsos visuais [nervosos]. Sua superfície externa está em contato com a COROIDE e a interna, com o CORPO VÍTREO. A camada mais externa é pigmentada e as outras (9), transparentes.Testes de Campo Visual: Método para medição e mapeamento da amplitude da visão, do centro para a periferia de cada olho.Oftalmologia: Especialidade cirúrgica voltada para a estrutura e função dos olhos, e para os tratamentos médico e cirúrgico de seus defeitos e doenças.Doença Aguda: Doença relativamente grave de curta duração.Glicoproteína Mielina-Oligodendrócito: Proteína transmembrana presente na BAINHA DE MIELINA do SISTEMA NERVOSO CENTRAL. É um dos principais autoantígenos implicado na patogênese da ESCLEROSE MÚLTIPLA.Proteínas da Mielina: Proteínas específicas da MILEINA que desempenham papel estrutural ou regulador na gênese e manutenção da estrutura lamelar da BAINHA DE MIELINA.Oftalmoscopia: Avaliação do interior do olho com um oftalmoscópio.Mielite: Inflamação da medula espinal. Etiologias relativamente comuns incluem infecções, DOENÇAS AUTOIMUNES, MEDULA ESPINAL e isquemia (ver também DOENÇAS VASCULARES DA MEDULA ESPINAL). As características clínicas gerais incluem fraqueza, perda sensorial, dor localizada, incontinência e outros sinais de disfunção autônoma.Percepção de Cores: Processamento mental de sinais cromáticos (VISÃO DE CORES) vindos dos olhos pelo CÓRTEX VISUAL, onde eles são convertidos em representações simbólicas. A percepção de cores envolve numerosos neurônios e é influenciada não só pela distribuição dos comprimentos de onda do objeto observado, mas também por sua cor básica e pelo contraste do brilho nas suas bordas.Vias Visuais: Grupo de corpos celulares e fibras nervosas que conduzem impulsos dos olhos para o córtex cerebral. Compreendem a RETINA, NERVO ÓPTICO, trato óptico e o trato geniculocalcarino.Neurônios Retinianos: Células nervosas da RETINA na via de sinalização da transmissão luminosa para o SISTEMA NERVOSO CENTRAL. Incluem a camada externa das CÉLULAS FOTORRECEPTORAS, a camada intermediária das CÉLULAS BIPOLARES DA RETINA e das CÉLULAS AMÁCRINAS, e a camada interna das CÉLULAS GANGLIONARES DA RETINA.Lobo Óptico de Animais não Mamíferos: Em zoologia de invertebrados, um lobo lateral do PROSENCÉFALO em certos ARTRÓPODES. Em zoologia de vertebrados, cada um dos corpos bigêmeos (corpora bigemina) de VERTEBRADOS não mamíferos.Estilbamidinas: ESTILBENOS com AMIDINAS unidas.Visão de Cores: Função do olho humano que é realizada em iluminação clara ou à luz do dia (em intensidades fotópicas). A visão fotópica é feita pelos três tipos de CONES FOTORRECEPTORES DA RETINA com picos de absorção em comprimentos de onda variados no espectro luminoso (de violeta a vermelho, 400 a 700 nm).Testes Visuais: Série de testes usados para avaliar várias funções dos olhos.Axônios: Fibras nervosas capazes de conduzir impulsos rapidamente para fora do corpo da célula nervosa.Fluxo Óptico: Campo visual contínuo visualizado por um sujeito através do espaço e do tempo.Neurologia: Especialidade médica que se ocupa do estudo das estruturas, funções e doenças do sistema nervoso.Técnicas de Diagnóstico Oftalmológico: Métodos e procedimentos para o diagnóstico de doenças do olho ou distúrbios da visão.Bainha de Mielina: Bainha rica em lipídeos que circunda os AXÔNIOS, tanto no SISTEMA NERVOSO CENTRAL como no SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. A bainha de mielina é um isolante elétrico e permite a condução mais rápida e mais eficiente energeticamente dos impulsos nervosos. A camada é formada por membranas celulares de células da glia (CÉLULAS DE SCHWANN no sistema nervoso periférico e OLIGODENDROGLIA no sistema nervoso central). A deterioração desta bainha nas DOENÇAS DESMIELINIZANTES é um grave problema clínico.

*  Neurite óptica - Wikipedia

Neurite óptica ou neurite retrobulbar é a inflamação do nervo óptico que pode causar uma perda súbita da visão (geralmente ... Por último, ressalta-se que o tratamento da neurite óptica é, hoje, objeto controvérsia - ompreendendo-se que em grande parcela ... Sendo associada ou não a doenças sistêmicas, a Neurite óptica é desencadeada por uma reação auto -imune resultando em ... Em inúmeras circunstâncias, o aparecimento da neurite óptica, menos do que uma patologia em si, constitui uma primeira ...
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*  Mitch McConnell - Wikipedia

McConnell recebeu alta do excército por neurite óptica. Em 1967, ganhou experiência no Congresso quando passou a integrar a ...
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*  Revolução Cubana - Wikipedia

Entre eles estavam neuropatias, avitaminose como a neurite óptica.[carece de fontes?] Dos Estados Unidos previu o fim iminente ...
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*  Esclerose múltipla - Wikipedia

... a neurite óptica ou sintomas neurológicos no estágio inicial, um número reduzido de ataques nos primeiros anos e, sobretudo, o ... na sequência de uma neurite óptica. Fadiga, dor aguda ou crónica e dificuldades miccionais e do peristaltismo intestinal com ... Existem também variantes atípicas de EM, entre elas a neuromielite óptica, a esclerose concêntrica de Baló, a esclerose difusa ...
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*  Mielite transversa - Wikipedia

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*  Neve visual - Wikipedia

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*  Polineuropatia alcoólica - Wikipedia

Nos casos extremos, pode haver neurite óptica, paresia dos músculos oculares, faciais, palatais e faríngeos, e paralisia dos ...
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*  Ataxia espinocerebelar - Wikipedia

... neurite óptica). Os sintomas iniciais podem incluir alterações emocionais ou mentais. Essas indicações vagas de desmielinização ...
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*  Atrofia óptica - Wikipedia

... neurite óptica), pode ser um resultado de pressão contra o nervo óptico (como de um tumor), ou pode ser relacionado a doenças ... A neuropatia óptica hereditária de Leber, (LHON) ou atrofia óptica de Leber é hereditária, mas tipicamente tem seu início entre ... Algumas drogas tomadas durante gravidez também são associadas com atrofia óptica. O tipo adquirido de atrofia óptica pode estar ... Atrofia óptica é a perda de algumas ou da maioria das fibras do nervo óptico. Na medicina, atrofia significa normalmente " ...
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*  Doença desmielinizante - Wikipedia

Mielite transversa Doença de Devic Leucoencefalopatia multifocal progressiva Neurite óptica Leucodistrofias Síndrome de Van der ...
https://pt.wikipedia.org/wiki/Doença_desmielinizante

*  Cistite intersticial: alimentos a evitar | eHow Brasil

Cistite intersticial: alimentos a evitar. A cistite intersticial, também conhecida como síndrome da bexiga dolorosa, é uma condição na qual ocorrem dor e pressão na bexiga e maior frequência urinária. As paredes do órgão ficam inflamadas, criando cicatrizes e diminuindo a capacidade de segurar a urina. Esta doença afeta mais mulheres que homens e pode ter impacto adverso na vida ...
ehow.com.br/cistite-intersticial-alimentos-evitar-sobre_69208/

*  Acesse o Fale Conosco Transitions | Quem Somos e a Imprensa óptica

Por que acessar as notícias de lentes Transitions, Guia de notícias das lentes Transitions, Leia as notíciassobre Transitions
transitions.com/pt-br/quem-somos/news/

*  Pela dignidade da Cultura

O Ministério da Cultura reduzido a Secretaria de Estado; um corte de quase um terço no orçamento da Cultura; os organismos de produção artística do sector público amalgamados num monstro ingerível; os concursos para apoio à produção de Cinema suspensos; cortes unilaterais de 30% nos subsídios já contratualizados com os produtores artísticos; extinção dos cargos de Portugal junto da UNESCO e de pre...sidente da Comissão Nacional da UNESCO; e agora a agência noticiosa do Estado a suprimir a secção de Cultura. O que esta gente tem pela Cultura já não é só desprezo, é uma espécie de alergia militante que ora inspira alguma repulsa ou, noutra óptica, pode até despertar uma certa comiseração, porque revela sobretudo um primarismo e uma grosseria essencial confrangedores. Mais do que uma visão cultural de Direita, que em si mesma teria uma legitimidade própria, esta gente faz gala de ostentar uma rejeição liminar da dignidade da Cultura, a lembrar a frase célebre do ...
reporter--x.blogspot.com/2012/01/pela-dignidade-da-cultura.html

*  Equipe Carbono 14: Outros Métodos de Datação

Caso Interessante: Pesquisadores da USP e do Piauí dataram por ressonância pinturas rupestres neste estado encontrando 35.000 anos. Estrangeiros dataram por Carbono 14, encontrando 3.800 anos. As teorias atuais indicam que o continente Americano foi ocupado a cerca de 12.000 anos atrás.. - Aminoácidos. Serve para seres vivos. Utiliza a peculiaridades da Química: Isomeria óptica.. Novos métodos estão constantemente sendo desenvolvidos.. ...
equipecarbono14.blogspot.com/2010/05/outros-metodos-de-datacao.html

Neurite ópticaFoco: Foco em geral é tomado como o centro de e é nessa asserção que é tomada como o ponto onde se concentram os raios luminosos que passam por uma superfície transparente. Alternativamente é o ponto de convergência ou donde saem emanações.Neuromielite ópticaNatalizumab: Natalizumab é um fármaco utilizado no tratamento da esclerose múltipla.Escotoma: Escotoma (do grego scotoma, escuridão) é uma região do campo visual que apresenta perda total ou parcial da acuidade visual, rodeada de uma outra região em que a visão normal está preservada.Metilprednisolona: Metilprednisolona é um glucocorticoide (corticosteroide) sintético utilizados na medicina por sua atividade imunossupressora, antialérgica e antiinflamatória. Tem potência glucocorticoide 5 vezes maior que a hidrocortisona com metade do efeito mineralocorticoide, ou seja, retêm menos água e sódio, sendo uma melhor opção para pacientes hipertensos.Papiledema: Papiledema é o inchaço do disco óptico que é causado por uma pressão intracraniana aumentada. O inchaço é geralmente bilateral e pode ocorrer em um período de horas a semanas.Doença desmielinizanteMonocromacia: Monocromacia ocorre quando há apenas percepção de luminosidade na visão dos animais. São as células bastonetes as responsáveis por esta percepção, que permite variações diferentes da cor cinza.Teoria da coerência: Em física, teoria da coerência é o estudo dos efeitos ópticos parcialmente decorrentes de fontes de luz e rádio coerentes. Fontes parcialmente coerentes são fontes onde o tempo de coerência ou o comprimento de coerência são limitados pela largura de banda, por ruído térmico, ou por outro efeito.Reflexo pupilar: O reflexo pupilar à luz ou reflexo fotomotor é um reflexo que controla o diâmetro das pupilas em resposta à intensidade (luminância) da luz que incide sobre a retina dos olhos, auxiliando, desse modo, na adaptação a vários níveis de iluminação. Maior intensidade de luz leva à diminuição das pupilas (miose), permitindo menor penetração de luz, enquanto menores intensidades causam a ampliação das pupilas, permitindo a penetração de mais luz.OftalmologiaOftalmoscopia: Oftalmoscopia ou fundoscopia é uma técnica de observação do fundo do olho (retina e outras estruturas internas).Neurologia: Neurologia é a especialidade médica que trata dos distúrbios estruturais do sistema nervoso. Especificamente, ela lida com o diagnóstico e tratamento de todas as categorias de doenças que envolvem os sistemas nervoso central, periférico e autônomo, incluindo os seus revestimentos, vasos sanguíneos, e todos os tecidos efetores, como os músculos.Mielina: A mielina é uma substância lipídica, de cor verde reluzente e de caráter birrefringente, proveniente de algumas células do hipotálamo. A mielina está presente na chamada bainha de mielina (formada pelos oligodendrócitos no SNC e pelas células de Schwann no SNP), que rodeia algumas fibras nervosas, fazendo com que tenham uma condução de impulsos nervosos mais rápida (condução saltatória).


pode


  • Neurite óptica ou neurite retrobulbar é a inflamação do nervo óptico que pode causar uma perda súbita da visão (geralmente unilateral). (wikipedia.org)
  • Nos casos extremos, pode haver neurite óptica, paresia dos músculos oculares, faciais, palatais e faríngeos, e paralisia dos esfíncteres urinário e retal. (wikipedia.org)
  • Atrofia óptica pode ser congênita ou adquirida. (wikipedia.org)
  • Alternativamente, atrofia óptica congênita pode ser causada por uma falta de oxigênio durante gravidez, labute ou nos primeiros dias de vida de uma criança. (wikipedia.org)
  • Conseqüentemente, não há possibilidade de haver nenhuma recuperação da atrofia óptica e o termo pode se referir para sério ou moderado, mas sempre há perda visual irreversível devido à danos no nervo óptico. (wikipedia.org)
  • Neurite Óptica é uma inflamação do nervo óptico que pode alterar a visão do paciente causando embaçamento visual, alteração para cores e contraste. (abcesclerosemultipla.com.br)
  • A Neurite Óptica pode ser uma das formas de manifestação clínica (surtos) da Esclerose Múltipla. (abcesclerosemultipla.com.br)

nervo


  • Sendo associada ou não a doenças sistêmicas, a Neurite óptica é desencadeada por uma reação auto -imune resultando em desmielinização deste nervo, impedindo que a informação seja transmitida de maneira eficaz. (wikipedia.org)
  • Uma condiçāo que as vezes produz neve visual é a neurite óptica (inflamação do nervo óptico), causada por esclerose múltipla. (wikipedia.org)
  • Atrofia óptica é a perda de algumas ou da maioria das fibras do nervo óptico. (wikipedia.org)

paresia


  • Os sintomas mais comuns são neurite óptica, paresia ou parestesia de membros (sensações como formigamento, pressão, frio ou queimação), disfunções da coordenação e equilíbrio, mielites, disfunções esfincterianas e disfunções cognitivo-comportamentais, de forma isolada ou combinadas. (uniaoagora.com.br)

aguda


  • Outras doenças nesse conjunto incluem: encefalomielite disseminada Aguda (ADEM), neurite óptica, e neuromielite óptica (doença de Devic). (wikipedia.org)
  • As principais doenças que se manifestam como Neurite Óptica e podem se confundir com Esclerose Múltipla são a Neuromielite Óptica, ADEM (Encefalomielite Aguda Disseminada), Neurite Autoimune e Neurite Infecciosa. (abcesclerosemultipla.com.br)

oculares


  • Anomalias na córnea Degeneração Macular Descolamento de retina Distrofias de fuchs Episclerite Esclerite Estrabismo Glaucoma Hifema Hipermetropia Hordéolo Miopia Neurite óptica Oclusões vasculares retinianas Pinguécula Presbiopia Pterígio Retinopatia diabética Traumatismo ocular Tumores Oculares Uveíte «Ophthalmology» (em inglês). (wikipedia.org)