Ducto Colédoco: O maior canal biliar, formado pela junção do DUCTO CÍSTICO com o DUCTO HEPÁTICO COMUM.Neoplasias do Ducto Colédoco: Tumores ou câncer do DUCTO COLÉDOCO incluindo a AMPOLA HEPATOPANCREÁTICA e o ESFÍNCTER DA AMPOLA HEPATOPANCREÁTICA.Doenças do Ducto Colédoco: Doenças do DUCTO COLÉDOCO, incluindo a AMPOLA HEPATOPANCREÁTICA e ESFÍNCTER DA AMPOLA HEPATOPANCREÁTICA.Ductos Biliares: Canais que coletam e transportam a secreção biliar dos CANALÍCULOS BILIARES (o menor ramo do TRATO BILIAR no FÍGADO), através dos pequenos ductos biliares, ductos biliares (externos ao fígado) e para a VESÍCULA BILIAR (para armazenamento).Neoplasias dos Ductos Biliares: Tumores ou câncer dos DUCTOS BILIARES.Cálculos Biliares: Precipitados cristalinos sólidos no TRATO BILIAR, geralmente formados na VESÍCULA BILIAR, que resultam em COLELITÍASE. Os cálculos biliares derivados da BILE consistem principalmente em cálcio, colesterol ou bilirrubina.Pancreatocolangiografia Retrógrada Endoscópica: Endoscopia por fibra ótica projetada para observação duodenal e canulação da AMPOLA DE VATER, para visualizar o sistema de ductos pancreático e biliar por injeção de um meio de contraste retrógrado. A papilotomia endoscópica (Vater) (ESFINCTEROTOMIA ENDOSCÓPICA) pode ser realizada durante este procedimento.Colangiografia: Exame de imagem do TRATO BILIAR em que um corante de contraste (MEIO RADIOPACO) é injetado no DUCTO COLÉDOCO e são tiradas radiografias por raios X.Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.Doenças dos Ductos Biliares: Doenças de qualquer parte do sistema ductal do TRATO BILIAR desde os menores CANALÍCULOS BILIARES até o maior DUCTO COLÉDOCO.Coledocolitíase: Presença ou formação de CÁLCULOS BILIARES no DUCTO BILIAR COMUM.Ductos Biliares Extra-Hepáticos: Passagem externa por onde a bile é transportada para o fígado. Inclui o DUCTO BILIAR COMUM e o DUCTO HEPÁTICO COMUM.Colestase: Diminuição do fluxo biliar devido a obstrução nos ductos biliares pequenos (COLESTASE INTRA-HEPÁTICA) ou obstrução nos ductos biliares grandes (COLESTASE EXTRA-HEPÁTICA).Colestase Extra-Hepática: Alteração do fluxo biliar através dos grandes DUCTOS BILIARES por obstrução mecânica ou constrição devido a processos benignos ou malignos.Colecistectomia Laparoscópica: Excisão da vesícula biliar através de uma incisão utilizando um laparoscópio.Colecistectomia: Remoção cirúrgica da VESÍCULA BILIAR.Esfinterotomia Endoscópica: Incisão do esfíncter de Oddi ou ampola de Vater feita por inserção de um esfincterótomo através de um endoscópio (DUODENOSCÓPIOS), frequentemente seguido por colangiografia retrógrada (PANCREATOCOLANGIOGRAFIA RETRÓGRADA ENDOSCÓPICA). O tratamento endoscópico por esfincterotomia é o método de tratamento preferido para pacientes com retenção ou recorrência de pedras no ducto biliar pós-colecistectomia e para pacientes com risco cirúrgico reduzido que ainda têm a vesícula biliar.Ácidos e Sais Biliares: Ácidos e sais esteroides. Os ácidos biliares primários são derivados do colesterol no fígado e geralmente conjugados com glicina ou taurina. Os ácidos biliares secundários são mais tarde modificados por bactérias no intestino. Desempenham um papel importante na digestão e absorção de gordura. Também têm sido usados farmacologicamente, especialmente no tratamento de cálculos biliares.Ductos Biliares Intra-Hepáticos: Passagem dentro do fígado que tem como função o transporte de bile. Inclui os ductos hepáticos direito e esquerdo que se unem exteriormente ao fígado para formar o ducto hepático comum.Icterícia Obstrutiva: Icterícia, afecção caracterizada por coloração amarelada da pele e das mucosas, que é devida ao fluxo irregular da BILE no TRATO BILIAR, como na COLESTASE INTRA-HEPÁTICA ou na COLESTASE EXTRA-HEPÁTICA.Colangiopancreatografia por Ressonância Magnética: Técnica diagnóstica não invasiva para visualizar os DUCTOS PANCREÁTICOS e os DUCTOS BILIARES sem o uso de MEIOS DE CONTRASTE injetados ou raios-X. As varreduras por IRM fornecem excelente sensibilidade para a dilatação dos ductos, estruturas biliares e anormalidades intraductais.Esfíncter da Ampola Hepatopancreática: Esfíncter da ampola hepatopancreática dentro da papila duodenal. O DUCTO COLÉDOCO e o ducto pancreático principal passam através deste esfíncter.Colangite: Inflamação do sistema ductal biliar (VIAS BILIARES), intra-hepático, extra-hepático ou ambos.Ducto Cístico: Canal (ligado à VESICULA BILIAR) que permite a saída da bile para dentro do DUCTO BILIAR COMUM.Colelitíase: A presença ou formação de CÁLCULOS BILIARES no TRATO BILIAR, usualmente na vesícula biliar (COLECISTOLITÍASE) ou no ducto biliar comum (COLEDOCOLITÍASE).Ampola Hepatopancreática: Dilatação da papila duodenal que é a abertura da junção do DUCTO BILIAR COMUM e o DUCTO PANCREÁTICO PRINCIPAL, também conhecida por ampola de Vater.Ductos Pancreáticos: Ductos que coletam SUCO PANCREÁTICO do PÂNCREAS e o fornecem ao DUODENO.Doenças Biliares: Doenças de qualquer parte do TRATO BILIAR incluindo VIAS BILIARES e VESÍCULA BILIAR.Ducto Hepático Comum: Ducto predominantemente extra-hepático, formado pela junção dos ductos hepáticos direito e esquerdo, que são predominantemente intra-hepáticos. Este ducto une-se então ao ducto cístico para formar o ducto colédoco.Sistema Biliar: Os DUCTOS BILIARES e a VESÍCULA BILIAR.Ligadura: Aplicação de uma ligadura para atar um vaso ou estrangular uma região.Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.Pancreatite: INFLAMAÇÃO do PÂNCREAS. A pancreatite é classificada como aguda, a menos que haja uma tomografia computadorizada ou achados de colangiopancreatografia endoscópica retrógrada que indiquem PANCREATITE CRÔNICA (Simpósio Internacional de Pancreatite Aguda, Atlanta, 1992). As duas formas mais comuns de pancreatite aguda são PANCREATITE ALCOÓLICA e pancreatite por cálculo biliar.Esfincterotomia Trans-Hepática: Cirurgia do músculo liso do esfíncter da ampola hepatopancreática para aliviar o bloqueio dos ductos biliares ou pancreáticos.Cisto do Colédoco: Malformação anatômica congênita de um ducto biliar, incluindo a dilatação cística do ducto biliar extra-hepático ou do grande ducto biliar intra-hepático. A classificação depende do local e do tipo de dilatação. O tipo I é o mais comum.Procedimentos Cirúrgicos do Sistema Biliar: Qualquer procedimento cirúrgico feito no sistema biliar.Fístula Biliar: Passagem anormal em qualquer órgão do trato biliar ou entre órgãos biliares e outros órgãos.Coledocostomia: Formação cirúrgica de um orifício (estoma) no DUCTO BILIAR COMUM para drenagem ou comunicação direta com um local do intestino delgado, principalmente o DUODENO ou JEJUNO.Adenoma de Ducto Biliar: Tumor benigno dos ductos biliares intra-hepáticos.Drenagem: Remoção de líquidos ou descarga do corpo, como de uma ferida, úlcera ou cavidade.Endoscópios: Instrumentos para o exame visual de estruturas no interior do corpo. Há endoscópios rígidos e flexíveis de fibra óptica para vários tipos de observação em ENDOSCOPIA.Duodenoscopia: Exame endoscópico, terapia ou cirurgia da superfície luminal do duodeno.Colecistite: Inflamação da VESÍCULA BILIAR, geralmente causada por alteração do fluxo da BILE, CÁLCULOS BILIARES no TRATO BILIAR, infecções ou outras doenças.IminoácidosDoenças da Vesícula Biliar: Doenças da VESÍCULA BILIAR. Geralmente envolvem diminuição do fluxo da BILE, CÁLCULOS BILIARES no TRATO BILIAR, infecções, neoplasias, ou outras doenças.Icterícia: Manifestação clínica de HIPERBILIRRUBINEMIA, caracterizada pela coloração amarelada da PELE, MEMBRANA MUCOSA e ESCLERA. Icterícia clínica geralmente é sinal de disfunção no FÍGADO.Litotripsia: Destruição de um cálculo nos rins, ureter, bexiga ou vesícula biliar por forças físicas, incluindo trituração com um litotriturador, através de um cateter. O ultrassom percutâneo focalizado e o choque de ondas hidráulicas focalizadas podem ser utilizados sem cirurgia. A litotripsia não inclui a dissolução de pedras por ácidos ou litólise. Para litotripsia com laser use LITOTRIPSIA A LASER.Adenomioma: Neoplasia benigna do músculo (geralmente músculo liso) com elementos glandulares; ocorre mais frequentemente no útero e nos ligamentos uterinos. (Stedman, 25a ed)Neoplasias da Vesícula Biliar: Tumores ou câncer da vesícula biliar.Disofenina Tecnécio Tc 99m: Radiofármaco utilizado extensivamente na colecintilografia para a avaliação dos distúrbios hepatobiliares.Endoscopia do Sistema Digestório: Exame endoscópico, terapia ou cirurgia do trato digestório.Endoscopia: Procedimentos em que se empregam ENDOSCÓPIOS para diagnóstico e tratamento de doenças. A endoscopia envolve a passagem de um instrumento óptico através de pequena incisão na pele, isto é, percutânea; ou através de orifícios naturais e ao longo de vias naturais do corpo, como o trato digestório; e/ou através de incisão na parede de órgão ou estrutura tubular, isto é, transluminal, para examinar ou realizar cirurgia em partes interiores do corpo.Dilatação Patológica: Afecção em que uma estrutura anatômica encontra-se dilatada além das dimensões normais.Pancreaticoduodenectomia: Excisão da cabeça do pâncreas e da alça envolvendo o duodeno, ao qual está conectado.Colestase Intra-Hepática: Transtorno no fluxo de bile devido a lesão nos HEPATÓCITOS, CANALÍCULOS BILIARES, ou DUCTOS BILIARES INTRA-HEPÁTICOS.Colecistite Aguda: Inflamação aguda da parede da VESÍCULA BILIAR. Caracteriza-se pela presença de DOR ABDOMINAL, FEBRE e LEUCOCITOSE. A obstrução por cálculo biliar do DUCTO CÍSTICO está presente em aproximadamente 90 por cento dos casos.Disfunção do Esfíncter da Ampola Hepatopancreática: Distúrbio orgânico ou funcional da motilidade que envolve o ESFÍNCTER DA AMPOLA HEPATOPANCREÁTICA e associado com CÓLICA biliar. As alterações patológicas geralmente são observadas no esfíncter do DUCTO BILIAR COMUM e mais raramente no esfíncter do DUCTO PANCREÁTICO.Jejunostomia: Formação cirúrgica de uma abertura através da PAREDE ABDOMINAL, no JEJUNO, geralmente para hiperalimentação enteral.Colecistolitíase: Presença ou formação de CÁLCULOS BILIARES na VESÍCULA BILIAR.Duodeno: É a menor porção (e a mais larga) do INTESTINO DELGADO, adjacente ao PILORO do ESTÔMAGO. Seu nome é devido ao fato de seu comprimento ser igual à largura aproximada de 12 dedos.Bilirrubina: Pigmento biliar, que é um produto de degradação da HEME.Neoplasias Pancreáticas: Tumores ou câncer do PÂNCREAS. Dependendo dos tipos de CÉLULAS das ILHOTAS PANCREÁTICAS presentes nos tumores, vários hormônios podem ser secretados: GLUCAGON das CÉLULAS PANCREÁTICAS ALFA, INSULINA das CÉLULAS PANCREÁTICAS BETA e SOMATOSTATINA das CÉLULAS SECRETORAS DE SOMATOSTATINA. A maioria é maligna, exceto os tumores produtores de insulina (INSULINOMA).Pancreatopatias: Processos patológicos do PÂNCREAS.Período Intraoperatório: Período durante uma operação cirúrgica.Endossonografia: Ultrassonografia dos órgãos internos utilizando um transdutor de ultrassom algumas vezes instalado em um endoscópio de fibra ótica. Na endossonografia o transdutor converte sinais eletrônicos em pulsos acústicos ou ondas contínuas e age também como um receptor que detecta pulsos refletidos de dentro do órgão. Uma interface audiovisual eletrônica converte o sinal detectado ou o eco processado, que passa através dos componentes eletrônicos do instrumento para uma forma que o tecnólogo possa avaliar. O procedimento não deve ser confundido com ENDOSCOPIA, que utiliza um equipamento especial chamado endoscópio.Fígado: Grande órgão glandular lobulado no abdomen de vertebrados responsável pela desintoxicação, metabolismo, síntese e armazenamento de várias substâncias.Neoplasias Duodenais: Tumores ou câncer do DUODENO.Complicações Pós-Operatórias: Processos patológicos que afetam pacientes após um procedimento cirúrgico. Podem ou não estar relacionados à doença pela qual a cirurgia foi realizada, podendo ser ou não resultado direto da cirurgia.Colecistostomia: Estabelecimento de um orifício na vesícula biliar para drenagem ou comunicação com outra parte do trato digestório, geralmente o duodeno ou jejuno.Refluxo Biliar: Fluxo biliar retrógrado. O refluxo de bile pode dar-se do duodeno para o estômago (REFLUXO DUODENOGÁSTRICO), para o esôfago (REFLUXO GASTROESOFÁGICO) ou para o PÂNCREAS.Cirrose Hepática Experimental: Transtornos crônicos induzidos experimentalmente nas células parenquimáticas do fígado para encontrar um modelo para CIRROSE HEPÁTICA.Litotripsia a Laser: Fragmentação de CÁLCULOS, notavelmente urinário ou biliar, a LASER.Constrição Patológica: Afecção em que uma estrutura anatômica é contraída além das dimensões normais.Cuidados Intraoperatórios: Procedimentos de cuidados ao paciente feitos durante a operação, que são auxiliares à cirurgia efetiva. Abrange monitorização, terapia líquida, medicação, transfusão, anestesia, radiografia e testes de laboratório.Colangiocarcinoma: Tumor maligno que surge no epitélio dos DUCTOS BILIARES.Cateterismo: Utilização ou inserção de um dispositivo tubular em um ducto, vaso sanguíneo, cavidade de um órgão ou cavidade corporal pela injeção ou retirada de fluidos para fins diagnósticos ou terapêuticos. Difere de ENTUBAÇÃO, em que um tubo é utilizado para restaurar ou manter a patência em obstruções.Testes de Função Hepática: Testes sanguíneos usados para avaliar o quão bem o fígado de um paciente está trabalhando e também para ajudar a diagnosticar doenças hepáticas.Duodenopatias: Afecções na região do DUODENO do INTESTINO DELGADO.Ducto Torácico: Vaso linfático muito grande que passa através do peito e drena na VEIA SUBCLÁVIA.Cálculos: Concreção anormal ocorrendo principalmente nos tratos urinário e biliar, geralmente composta de sais minerais. Também denominadas "pedras".Cirrose Hepática Biliar: FIBROSE do parênquima hepático devido à obstrução do fluxo da BILE (COLESTASE) nos DUCTOS BILIARES INTRA-HEPÁTICOS ou nos DUCTOS BILIARES EXTRA-HEPÁTICOS. A cirrose hepática primária envolve a destruição de pequenos ductos biliares intra-hepáticos e da secreção da bile. A cirrose biliar secundária é causada por obstrução prolongada de grandes ductos intra-hepáticos ou extra-hepáticos por várias causas.Resultado do Tratamento: Estudos conduzidos com o fito de avaliar as consequências da gestão e dos procedimentos utilizados no combate à doença de forma a determinar a eficácia, efetividade, segurança, exequibilidade dessas intervenções.Ascaridídios: Ordem de nematoides da subclasse SECERNENTEA. Seus organismos possuem dois ou três pares de papilas caudais dorsolaterais.Adenocarcinoma Papilar: Adenocarcinoma contendo prolongamentos digitiformes de tecido conjuntivo vascular coberto por epitélio neoplásico, projetando-se nos cistos ou na cavidade de glândulas ou folículos; ocorre mais frequentemente no ovário e na glândula tireoide. (Stedman, 25a ed)Estudos Retrospectivos: Estudos nos quais os dados coletados se referem a eventos do passado.Litíase: Afecção caracterizada pela formação de CÁLCULOS e concentrações nos órgãos de cavidades ou ductos do corpo. Pode ocorrer mais frequentemente no trato urinário inferior, rins e bexiga urinária.Tomografia Computadorizada por Raios X: Tomografia utilizando transmissão por raio x e um computador de algoritmo para reconstruir a imagem.Instrumentos Cirúrgicos: Ferramentas ou implementos manuais usados por profissionais de saúde para o desempenho de tarefas cirúrgicas.Síndrome Hepatopulmonar: Síndrome caracterizada pela tríade clínica de doença hepática crônica avançada, dilatação pulmonar vascular e oxigenação arterial reduzida (HIPOXEMIA) na ausência de doença cardiopulmonar intrínseca. Esta síndrome é comum em pacientes com CIRROSE HEPÁTICA ou HIPERTENSÃO PORTAL.Pâncreas: Órgão nodular no ABDOME que abriga uma mistura de GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e GLÂNDULAS EXÓCRINAS. A pequena porção endócrina consiste das ILHOTAS DE LANGERHANS que secretam vários hormônios na corrente sanguinea. A grande porção exócrina (PÂNCREAS EXÓCRINO) é uma glândula acinar composta que secreta várias enzimas digestivas no sistema de ductos que desemboca no DUODENO.Cólica: Síndrome clínica com dor abdominal intermitente caracterizada por início e fim repentinos comumente vista em crianças. Ocorre normalmente associada à obstrução dos INTESTINOS, do DUCTO CÍSTICO ou do TRATO URINÁRIO.Complicações Intraoperatórias: Complicações que afetam pacientes durante a cirurgia. Podem estar ou não associadas à doença para a qual a cirurgia é realizada ou, dentro do mesmo procedimento cirúrgico.Laparoscopia: Procedimento em que um laparoscópio (LAPAROSCÓPIOS) é inserido através de uma pequena incisão próxima ao umbigo para examinar os órgãos abdominais e pélvicos na CAVIDADE PERITONEAL Se necessário, pode ser realizado biópsia ou cirurgia durante a laparoscopia.Neoplasias Primárias Múltiplas: Dois ou mais crescimentos anormais de tecido que ocorrem simultaneamente e de origens supostamente separadas. As neoplasias podem ser histologicamente as mesmas ou diferentes e podem ser encontradas no mesmo local ou em locais diferentes.Pancreatite Crônica: INFLAMAÇÃO do PÂNCREAS, caracterizada por DOR ABDOMINAL recorrente ou persistente, com ou sem ESTEATORREIA ou DIABETES MELLITUS. É caracterizada por uma destruição irregular do parênquima pancreático que pode ser focal, segmental ou difusa.Ácido Ursodesoxicólico: Epímero do ácido quenodesoxicólico. É um ácido biliar de mamífero encontrado primeiramente em ursos e, aparentemente, é um precursor ou um produto do quenodesoxicolato. Sua administração altera a composição da bile e pode dissolver pedras biliares. É usado como colagogo e colerético.Divertículo: Bolsa ou sáculo desenvolvido a partir de uma estrutura tubular ou de um órgão sacular, como o TRATO GASTRINTESTINAL.Anastomose em-Y de Roux: Anastomose cirúrgica em forma de Y de qualquer parte do sistema digestório, que inclua o intestino delgado como um eventual local de drenagem.Adenoma Viloso: Adenoma papilar do intestino grosso. É, em geral, um tumor séssil solitário, frequentemente grande, de mucosa colônica e composto de epitélio mucinoso que cobre delicadas projeções vasculares. Costumam ocorrer hipersecreção e alterações malignas. (Stedman, 25a ed)Colecistografia: Radiografia da vesícula biliar, após injeção de um meio de contraste.Canalículos Biliares: Minusculos canais intercelulares que se localizam entre células hepáticas e transportam bile em direção aos ductos biliares interlobulares. Também chamados capilares biliares.Hepatopatias: Processos patológicos do FÍGADO.Anastomose Cirúrgica: União cirúrgica ou passagem entre ductos, tubos ou vasos. Pode ser extremidade com extremidade, extremidade com borda, borda com extremidade ou borda com borda.Colagogos e Coleréticos: Agentes gastrintestinais que estimulam o fluxo da bile para dentro do duodeno (colagogos) ou estimulam a produção de bile pelo fígado (colerético).Síndrome Pós-Colecistectomia: Sintomas abdominais após a remoção da VESÍCULA BILIAR. Os sintomas pós-operatórios mais comuns geralmente são os mesmos que estavam presentes antes da cirurgia, como CÓLICA, inchaço, NÁUSEA e VÔMITO. Há dor à palpação no quadrante superior direito e, às vezes, ICTERÍCIA. Com frequência o termo é utilizado de modo inadequado para descrever estes sintomas pós-operatórios, porém não devidos à remoção da vesícula biliar.Fasciolíase: Doença hepática causada por infecções com trematódeos parasitas do gênero FASCIOLA, como a FASCÍOLA HEPÁTICA.Cuidados Pré-Operatórios: Cuidados dispensados no período anterior à cirurgia, quando os preparativos psicológicos e físicos são feitos, de acordo com as necessidades especiais e individuais do paciente. Este período compreende o intervalo entre a admissão ao hospital e o início da cirurgia.Ductos Salivares: Qualquer dos dutos (parotídico, sublinguais maior e menor e submandibular) que transportam saliva.Tumor Carcinoide: Neoplasia geralmente pequena, de crescimento lento, composta de ilhas de células redondas, oxifílicas ou fusiformes de tamanho médio, com números vesiculares moderadamente pequenos, e recobertas por mucosa intacta com uma superfície de corte amarela; as células neoplásicas frequentemente apresentam-se em paliçada na periferia dos pequenos grupos, e estes últimos possuem uma tendência a infiltrar o tecido adjacente. Estas neoplasias ocorrem em qualquer parte do trajeto gastrointestinal (e nos pulmões e outros locais), com aproximadamente 90 por cento no apêndice e o restante principalmente no íleo, mas também no estômago, em outras partes do intestino delgado, colo e reto; as do apêndice e tumores pequenos raramente metastatizam, mas as incidências descritas de metástases de outros locais primários e de tumores com mais de 2,0 cm de diâmetro variam de 25 a 75 por cento; os linfonodos no abdome e no fígado podem apresentar grande envolvimento, mas as metástases acima do diafragma são raras. (Stedman, 25a ed)Colangite Esclerosante: Doença inflamatória crônica do TRATO BILIAR. Caracteriza-se por fibrose e endurecimento dos sistemas ductal biliar intra e extra-hepáticos, acarretando o estreitamento do ducto biliar, COLESTASIA e consequente cirrose biliar.Veia Porta: Veia curta e calibrosa formada pela união das veias mesentérica superior e esplênica.Lidofenina Tecnécio Tc 99m: Radiofármaco atóxico utilizado em CINTILOGRAFIA para a avaliação clínica dos distúrbios hepatobiliares em humanos.Doença Iatrogênica: Qualquer situação adversa que ocorra com um paciente como resultado de tratamento por um médico, cirurgião, ou outro profissional da área de saúde, especialmente infecções adquiridas pelo paciente no curso do tratamento.Pigmentos Biliares: TETRAPIRRÓIS lineares que dão uma cor característica a BILE incluindo: BILIRRUBINA, BILIVERDINA e bilicianina.Stents: Dispositivos que dão suporte a estruturas tubulares que estão sendo anastomosadas ou para cavidades do corpo durante enxerto de pele.Imuno-Histoquímica: Localização histoquímica de substâncias imunorreativas utilizando anticorpos marcados como reagentes.Cistos: Qualquer cavidade ou saco fechado preenchido por líquido, revestido por EPITÉLIO. Os cistos podem ser normais ou anormais com tecidos neoplásicos ou não neoplásicos.Estudos Prospectivos: Estudos planejados para a observação de eventos que ainda não ocorreram.Ultrassonografia: Visualização de estruturas profundas do corpo por meio do registro dos reflexos ou ecos dos pulsos das ondas ultrassônicas direcionadas ao interior dos tecidos. A utilização de ultrassom para imagens ou fins diagnósticos usa frequências que variam de 1,6 a 10 mega-hertz.Dilatação: O ato de dilatar.Cirurgia Vídeoassistida: Procedimentos cirúrgicos endoscópicos feitos com visualização através da transmissão por vídeo. Quando o vídeo em tempo real é combinado interativamente com uma varredura CT ou imagens MRI prévios, é chamada cirurgia guiada por imagem (v. CIRURGIA ASSISTIDA POR COMPUTADOR).Obstrução Duodenal: Obstrução da passagem dos conteúdos da luz do DUODENO. A obstrução duodenal pode ser parcial ou completa e ser causada por fatores intrínsecos ou extrínsecos. A obstrução simples está associada com a diminuição ou interrupção do fluxo do conteúdo luminal. A obstrução oclusiva está associada com a diminuição do fluxo sanguíneo no duodeno junto à obstrução do fluxo do conteúdo luminal.Achados Incidentais: Informação imprevista descoberta no decorrer de testes ou cuidados médicos. Usada em discussões de informação que podem ter consequências sociais ou psicológicas, por exemplo, quando se descobre que o pai biológico de uma criança é outro diferente de seu suposto pai, ou que uma pessoa testada para uma doença ou transtorno tem, ou está sob algum outro risco.Seguimentos: Estudos nos quais indivíduos ou populações são seguidos para avaliar o resultado de exposições, procedimentos ou efeitos de uma característica, por exemplo, ocorrência de doença.Hemobilia: Hemorragia dentro ou através do TRATO BILIAR devido a trauma, inflamação, COLELITÍASE, doença vascular ou neoplasias.Tumor Misto Maligno: Tipo de adenoma pleomórfico maligno que usualmente ocorre nas glândulas salivares de adultos mais velhos em uma de duas formas: na primeira tanto os componentes epiteliais quanto os mesenquimais são malignos e podem metastatizar-se (carcinossarcoma), e na segunda um aspecto histologicamente benigno persiste tanto no tumor primário quanto nos focos metastáticos. (Dorland, 28a ed)Neoplasias do Sistema Digestório: Tumores ou câncer do SISTEMA DIGESTÓRIO.Ductos Mesonéfricos: Par de ductos excretores dos rins 'mediais' (MESONEFROS) de um embrião, também chamados ductos de Wolff. Em vertebrados superiores, os ductos mesonéfricos persistem no macho, formando o DUCTO DEFERENTE, mas nas fêmeas atrofiam em estruturas vestigiais.Neoplasias Hepáticas: Tumores ou câncer do FÍGADO.Ácido Taurocólico: Produto da conjugação do ácido cólico com a taurina. Seu sal de sódio é o principal ingrediente da bile dos animais carnívoros. Atua como um detergente solubilizando gorduras para a absorção, além de ser também absorvido. É utilizado como colagogo e colerético.Pseudocisto Pancreático: Espaço semelhante a um cisto não revestido por EPITÉLIO e contido no pâncreas. Pseudocistos pancreáticos são responsáveis pela maioria das coleções de cistos no pâncreas e são frequentemente associados com PANCREATITE crônica.Amilases: Membro de um grupo de enzimas amilolíticas que clivam o amido, o glicogênio e alfa-1,4-glicanas afins. EC 3.2.1.-.Adenocarcinoma: Tumor epitelial maligno com organização glandular.Migração de Corpo Estranho: Migração de um corpo estranho de sua localização original para alguma outra localização no corpo.Artéria Hepática: Ramo da artéria celíaca que se distribui para o estômago, pâncreas, duodeno, fígado, vesícula biliar e omento maior.Manometria: A medição da pressão ou tensão de líquidos ou gases por meio de um manômetro.Fatores de Tempo: Elementos de intervalos de tempo limitados, contribuindo para resultados ou situações particulares.Doença Aguda: Doença relativamente grave de curta duração.Fístula do Sistema Digestório: Passagem anormal de comunicação entre qualquer componente do sistema digestório ou entre qualquer parte do sistema digestório e órgão(s) vizinho(s).Neoplasias: Crescimento novo anormal de tecido. As neoplasias malignas apresentam um maior grau de anaplasia e têm propriedades de invasão e de metástase quando comparadas às neoplasias benignas.Cirrose Hepática: A doença hepática na qual a microcirculação normal, a anatomia vascular no geral, e a arquitetura hepática têm sido destruídas e alteradas de modo variado por septos fibrosos ao redor de nódulos parenquimatosos regenerados ou em regeneração.Reoperação: Operação refeita para a mesma doença, no mesmo paciente, devido à evolução ou recidiva da doença, ou como acompanhamento de cirurgia anterior que não atingiu seu objetivo.Ductos Paramesonéfricos: Par de ductos próximo aos DUCTOS MESONÉFRICOS, em um embrião em desenvolvimento. Em embrião do sexo masculino, eles se degeneram com o aparecimento do HORMÔNIO ANTIMÜLLERIANO testicular. Na ausência do hormônio antimülleriano, os ductos paramesonéfricos dão origem ao trato reprodutor feminino, incluindo os OVIDUCTOS, ÚTERO, CÉRVIX e VAGINA.Fístula Pancreática: Via anormal comunicando com o PÂNCREAS.Ratos Sprague-Dawley: Linhagem de ratos albinos amplamente utilizada para propósitos experimentais por sua tranquilidade e facilidade de manipulação. Foi desenvolvida pela Companhia de Animais Sprague-Dawley.Translocação Bacteriana: Passagem de bactérias viáveis do TRATO GASTROINTESTINAL a regiões extraintestinais, como o complexo de linfonodos mesentéricos, fígado, baço, rins e sangue. Os fatores que promovem a translocação bacteriana incluem crescimento exagerado das populações de bacilos entéricos Gram-negativos, defesas imunológicas deficientes e lesões na MUCOSA INTESTINAL que resultam em permeabilidade intestinal aumentada. A translocação bacteriana dos pulmões para a circulação também é possível e algumas vezes acompanha a VENTILAÇÃO MECÂNICA.Pancreatectomia: Remoção cirúrgica do pâncreas. (Dorland, 28a ed)Atresia Biliar: Destruição progressiva ou ausência de parte ou total dos DUCTOS BILIARES extra-hepáticos, resultando na completa obstrução do fluxo da BILE. De modo geral, a atresia biliar é encontrada em recém-nascidos e responsável por um terço da ICTERÍCIA colestática neonatal.Métodos: Série de etapas a adotadas para realizar uma pesquisa.Hipertensão Portal: Aumento anormal de resistência ao fluxo sanguíneo dentro do SISTEMA PORTA hepático, frequentemente observado na CIRROSE HEPÁTICA e em situações com obstrução da VEIA PORTA.

*  Cancro do pâncreas - Wikipedia

Isto deve-se ao facto dos cancros na cabeça do pâncreas obstruírem o ducto colédoco na parte em que atravessa o pâncreas. Perda ... As neoplasias císticas mucinosas do pâncreas são um grupo alargado de tumores do pâncreas com diferente potencial de ... Os PanPET têm sido associados com neoplasia endócrina múltipla do tipo 1 e com a síndrome de Von Hippel-Lindau. O consumo de ... O tumor sólido pseudopapilar é uma neoplasia rara de baixo grau que afeta principalmente mulheres jovens e tem geralmente um ...
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cancro_do_pâncreas

*  MedSemio

As mais comuns são neoplasias primárias originadas nos ductos sendo os adenocarcinomas de células ductais responsáveis por 75% ... A obstrução do colédoco pode ser calculosa ou neoplásica. Entretanto, raramente a obstrução por cálculo causa distensão da ... Coledocolitíase: Os cálculos do ducto biliar comum podem descer da vesícula biliar ou subir novamente em um ducto biliar comum ... Neoplasias do Pâncreas: Podem ser benignas ou malignas, surgem tanto nos tecidos ductais quanto no parênquima propriamente dito ...
medsemiologia.blogspot.com.br

*  Radiologia nota 10 é aqui Desde 2010: Mediastino

Ducto torácico - É o maior ducto linfático, que conduz a maior parte da linfa do corpo para o sistema venoso. A este ducto, ... Teratoma - é uma neoplasia composta de múltiplos tecidos estranhos à região na qual ele se encontra. Os predominantemente ... exceto quando interposto pelo ducto torácico. Ducto torácico - Atravessa o mediastino superior atrás do esôfago deslocado para ... O ducto torácico segue para cima a partir da cisterna do quilo, através do hiato aórtico no diafragma e ao lado direito da ...
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*  PROGRAMAS DE RESIDÊNCIA MÉDICA DO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO - PDF

Neoplasias Gástricas. Pedro Vale Bedê Neoplasias Gástricas Pedro Vale Bedê Introdução 95% dos tumores gástricos são malignos 95 ... C) A dilatação do ducto Wirsing à Tomografia é altamente sugestiva de carcinoma ductal, mesmo sem a visualização específica ... C) Em casos de acentuada dilatação da via biliar comum, pode-se realizar colédoco-jejunostomia em Y de Roux, tendo-se o cuidado ... B) A incidência de neoplasia maligna colorretal sincrônica é, em média, de 4%, variando de 1% a 9%. (C) A ressecção local de ...
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Ducto colédoco: O ducto colédoco (antigamente chamado de ducto biliar comum) é um ducto que transporta a bilis.Ducto biliar: Um ducto biliar é qualquer uma das diversas estruturas tubulosas longas que carregam a bile.ColelitíaseBileÁcido biliar: Os ácidos biliares são ácidos esteroides encontrados predominantemente na bile dos mamíferos. Os ácidos biliares produzidos pelo fígado atuam diretamente sobre as gorduras como detergentes permitindo a ação das enzimas sobre as gorduras transformando-as em moléculas menores de ácidos graxos e colesterol.EsfíncterTríade de Charcot: Tríade de Charcot é o nome que se dá, em Medicina, ao conjunto dos três sinais e sintomas que levam à suspeição do diagnóstico de colangite, processo de infecção das vias biliares. É um epônimo em homenagem a Jean-Martin Charcot, médico francês que viveu de 1825 a 1893.Colecistectomia: Colecistectomia é a retirada cirúrgica da vesícula biliar. Apesar do desenvolvimento de técnicas não-cirúrgicas, ela é o melhor e mais comum método de se tratar a colelitíase e colecistite, embora existam outras razões pela qual a cirurgia deva ser realizada.Âmbula (Roma Antiga)Duto pancreático: O duto pancreático (ou duto de Wirsung) é um duto ligando o pâncreas ao duto biliar comum para fornecer sucos prancreáticos que auxiliam a digestão fornecida pelo "pâncreas exócrino". O duto pancreático se une ao trato biliar um pouco antes da ampola de Vater.Árvore biliarVesícula biliar de porcelanaPancreatiteRede de drenagem: Rede de drenagem ou rede hidrográfica designa os sistemas naturais ou artificiais capazes de drenar água superficial, em geral proveniente das chuvas; são compostos de canais conectados entre si, e a este conjunto de canais conectados dá-se o nome de rede de drenagem.Endoscopia: Endoscopia, significa olhar para dentro do paciente. Trata-se de uma especialidade médica que se ocupa de obter imagens médicas diagnósticas utilizando-se de um endoscópio.Sinal de Murphy: Na medicina, o de Murphy é um sinal médico presente no exame físico de um paciente. É indicativo de colecistite, quando o paciente suspende a inspiração por dor à compressão do rebordo costal direito(local onde se encontra a vesícula biliar)IcteríciaLitotriptor: #REDIRECIONAMENTO LitotripsiaDuodenopancreatectomia: Duodenopancreatectomia ou procedimento de Whipple é uma cirurgia que envolve o pâncreas, duodeno e estômago. É usada no tratamento de tumores na cabeça do pâncreas.ColestaseBilirrubinaPancreatoblastomaEspaço de Disse: thumbFreddy HeinekenColangiocarcinoma: Colangiocarcinoma é um câncer das vias biliares, estruturas que drenam a bile do fígado ao intestino delgado. Outros cânceres que acometem as vias biliares incluem o de pâncreas, de vesícula biliar e o câncer da ampola de Vater.Cálculo de processos: Em ciência da computação, cálculo de processos (process calculus) é uma família diversificada de abordagens para modelar formalmente sistemas concorrentes. O cálculo de processos provê uma ferramenta de descrição de alto nível de interações, comunicações e sincronizações entre uma coleção de agentes ou processos independentes.Ascaridida: A ordem Ascaridida inclui várias famílias de vermes parasitas com três "lábios" na extremidade anterior. Eles eram anteriormente classificados na subclasse Rhabditia por alguns especialistas, mas aspectos morfológicos e de sequenciamento de DNA mostraram de forma inequívoca que pertencem aos Spiruria.Corpo de psammoma: Corpo de psammoma ou corpo psammoma (do grego ψάμμος psámmos, areia) é um termo médico para calcificações microscópicas encontradas em alguns tumores benignos e malignos(câncer) e em alguns processos inflamatórios crônicos. http://www.Instrumento cirúrgicoPancreatite crônicaDivertículo: O divertículo é um termo utilizado na medicina para caracterizar uma evaginação, semelhante a uma bolsa, produzida em órgão tubular. A sua localização mais comum é o intestino grosso.Roux: Roux (do francês vermelho alaranjado ou ruivo ”). Significado de “roux, rousse” no Dicionário Michelis de Francês) é uma preparação originária da culinária da França utilizada como base para molhos, sopas ou guisados; consiste em cozinhar farinha de trigo em manteiga derretida, até formar um creme espesso e homogéneo.


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