Glomerulonefrite: Inflamação dos GLOMÉRULOS RENAIS que pode ser classificada pelo tipo de lesões glomerulares, incluindo deposição de anticorpos, ativação do complemento, proliferação celular e glomeruloesclerose. Estas anormalidades estruturais e funcionais geralmente levam à HEMATÚRIA, PROTEINÚRIA, HIPERTENSÃO e INSUFICIÊNCIA RENAL.Glomerulonefrite Membranoproliferativa: Glomerulonefrite crônica caracterizada histologicamente por proliferação das CÉLULAS MESANGIAIS, aumento na matriz mesangial extracelular e um espessamento das paredes dos capilares glomerulares. Isto pode parecer como um transtorno primário ou secundário a outras doenças, incluindo infecções e doença autoimune do LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO. Vários subtipos são classificados por suas ultraestruturas anormais e depósitos imunes. A hipocomplementemia é um sinal característico de todos os tipos de MPGN.Glomérulos Renais: Grupo de capilares enovelados (sustentados pelo tecido conjuntivo) que se iniciam em cada túbulo renal.Glomerulonefrite Membranosa: Tipo de glomerulonefrite caracterizada pelo acúmulo de depósitos imunes (COMPLEXO DE ATAQUE À MEMBRANA DE COMPLEMENTO) na aparência externa da MEMBRANA BASAL GLOMERULAR. Este tipo progride de depósitos subepiteliais densos a uma reação da membrana basal e o seu eventual espessamento.Glomerulonefrite por IGA: Forma crônica de glomerulonefrite caracterizada por depósitos predominantemente de IMUNOGLOBULINA A na área mesangial (MESÂNGIO GLOMERULAR). Os depósitos de COMPLEMENTO C3 e IMUNOGLOBULINA G também são frequentemente encontrados. As características clínicas podem progredir de uma HEMATÚRIA assintomática para uma NEFROPATIA TERMINAL.Doenças do Complexo Imune: Grupo de doenças mediadas pela deposição de grandes complexos solúveis de antígenos e anticorpos, resultando em danos ao tecido. Apesar da DOENÇA DO SORO e da REAÇÃO DE ARTHUS, as evidências demonstram um mecanismo patogênico para complexos imunes em várias outras DOENÇAS DO SISTEMA IMUNE, incluindo GLOMERULONEFRITE, LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO e POLIARTERITE NODOSA.Doença Antimembrana Basal Glomerular: Doença autoimune do RIM e PULMÃO. É caracterizada pela presença de autoanticorpos circulantes contra epítopos direcionados aos domínios não colagenosos do COLÁGENO TIPO IV na membrana basal do glomérulo renal (GLOMÉRULO RENAL) e nos ALVÉOLOS PULMONARES e a subsequente destruição destas membranas basais. Entre as características clínicas estão hemorragia pulmonar alveolar e glomerulonefrite.Proteinúria: Presença de proteínas na urina, um indicador de NEFROPATIAS.Anticorpos Anticitoplasma de Neutrófilos: Autoanticorpos dirigidos contra os constituintes citoplasmáticos de LEUCÓCITOS POLIMORFONUCLEARES e/ou MONÓCITOS. São usados como marcadores específicos para a GRANULOMATOSE COM POLIANGIÍTE e outras doenças, embora seu papel fisiopatológico ainda não esteja claro. Os ANCAs são rotineiramente detectados por imunofluorescência indireta com três padrões diferentes: c-ANCA (citoplásmico), p-ANCA (perinuclear) e ANCA atípico.Rim: Órgão do corpo que filtra o sangue, secreta URINA e regula a concentração dos íons.Nefrite Lúpica: Glomerulonefrite associada com doença autoimune, o LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO. A nefrite lúpica é classificada histologicamente em 6 classes: classe I - glomérulo normal; classe II - alterações mesangiais puras; classe III - glomerulonefrite segmentar focal; classe IV - glomerulonefrite difusa; classe V - glomerulonefrite membranosa difusa e classe VI - glomerulonefrite esclerosante avançada. (Tradução livre do original: The World Health Organization classification 1982)Mesângio Glomerular: Estrutura membranosa delgada que sustenta os capilares glomerulares adjacentes. Composto por CÉLULAS MESANGIAIS glomerulares e suas matrizes extracelulares.Síndrome Nefrótica: Afecção caracterizada por PROTEINÚRIA grave, maior que 3,5 g/dia em um adulto médio. A perda substancial de proteína na urina resulta em complicações como HIPOPROTEINEMIA, EDEMA generalizado, HIPERTENSÃO e HIPERLIPIDEMIAS. As doenças associadas com a síndrome nefrótica geralmente causam disfunção renal crônica.Membrana Basal: MATRIZ EXTRACELULAR (MEC), semelhante a um tapete (mat-like), de coloração escura, que separa camadas celulares (como EPITÉLIO) do ENDOTÉLIO ou de uma camada de TECIDO CONJUNTIVO. A camada de MEC (que sustenta o revestimento do EPITÉLIO ou do ENDOTÉLIO) é denominada lâmina basal (MB). Esta pode ser formada pela fusão de outras duas lâminas basais adjacentes ou por uma lâmina basal com uma lâmina reticular adjacente do tecido conjuntivo. A MB, composta principalmente por COLÁGENO TIPO IV, LAMININA (glicoproteína) e PROTEOGLICANAS, permite a formação de barreiras e canais entre camadas celulares interativas.Complexo Antígeno-Anticorpo: Complexo formado pela ligação das moléculas de antígeno e [seu] anticorpo. A deposição de grandes complexos antígeno-anticorpo, quando leva à lesão tissular, causa as DOENÇAS DO COMPLEXO IMUNE.Complemento C3: Glicoproteína central, tanto na via clássica como na alternativa da ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO. O C3 pode ser clivado espontaneamente em baixos níveis no COMPLEMENTO C3A e COMPLEMENTO C3B ou por C3 convertase em altos níveis. O menor fragmento C3a é uma ANAFILATOXINA e mediadora do processo inflamatório local. O maior fragmento C3b se liga à convertase C3 para formar a convertase C5.Biópsia: Remoção e avaliação patológica de amostras, na forma de pequenos fragmentos de tecido do corpo vivo.Vasculite: Inflamação de qualquer um dos vasos sanguíneos, inclusive ARTÉRIAS, VEIAS, e resto do sistema de vasculatura do corpo.Imunoglobulina G: Principal classe de isotipos da imunoglobulina no soro normal humano. Há várias subclasses de isotipos de IgG, por exemplo, IgG1, IgG2A e IgG2B.Autoanticorpos: Anticorpos que reagem com AUTOANTÍGENOS do organismo que os produziu.Nefrite: Inflamação de qualquer parte do RIM.Doença do Soro: Doença do complexo imune, causada pela administração de proteínas séricas ou soro de terceiros; caracterizada por febre, linfadenopatia, artralgia e urticária. Quando complexados com carreadores de proteínas, algumas drogas podem também causar doença do soro, quando agem como haptenos induzindo respostas de anticorpos.Glomerulosclerose Segmentar e Focal: Síndrome clinicopatológica ou termo diagnóstico para um tipo de lesão glomerular que apresenta múltiplas causas (primárias ou secundárias). Entre as características clínicas estão PROTEINÚRIA, TAXA DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR reduzida e EDEMA. A biópsia renal inicialmente indica consolidação glomerular segmentar e focal (hialinose) ou cicatrizes que podem progredir para glomérulo esclerótico global levando a eventual FALÊNCIA RENAL.Membrana Basal Glomerular: Camada de MATRIZ EXTRACELULAR localizada entre o ENDOTÉLIO dos capilares glomerulares e os PODÓCITOS da camada visceral interna da CÁPSULA GLOMERULAR. É o produto de dois tipos celulares. Age como uma barreira física e um filtro seletivo a íons.Fator Nefrítico do Complemento 3: Autoanticorpo IgG contra a C3 CONVERTASE DA VIA ALTERNATIVA DO COMPLEMENTO, encontrado no soro de pacientes com GLOMERULONEFRITE MESANGIOCAPILAR. A ligação deste autoanticorpo ao C3bBb estabiliza a enzima, reduzindo assim, as ações dos inativadores de C3b (FATOR H DO COMPLEMENTO, FATOR I DO COMPLEMENTO). Esta enzima anormalmente estabilizada induz uma ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO contínua e a geração de C3b, deste modo promovendo o agrupamento do COMPLEXO DE ATAQUE À MEMBRANA e a citólise subsequente.Hematúria: Presença de sangue na urina.Células Mesangiais: Células semelhantes às células musculares lisas, aderidas à parede de pequenos vasos sanguíneos (no glomérulo do RIM) e ao longo do polo vascular do glomérulo (no SISTEMA JUSTAGLOMERULAR). São miofibroblastos com propriedades contráteis e fagocíticas. Estas células e sua MATRIZ EXTRACELULAR MESANGIAL constituem o MESÂNGIO GLOMERULAR.Proteínas do Sistema Complemento: Glicoproteínas séricas que participam da ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO, mecanismo de defesa do hospedeiro que gera o COMPLEXO DE ATAQUE À MEMBRANA DO SISTEMA COMPLEMENTO. Estão incluídas as glicoproteínas das diversas vias de ativação do complemento (VIA CLÁSSICA DO COMPLEMENTO, VIA ALTERNATIVA DO COMPLEMENTO e via de complemento de lectina).Crioglobulinemia: Afecção caracterizada pela presença de quantidades anormais de CRIOGLOBULINAS no sangue. Quando expostas ao frio, estas proteínas anormais precipitam-se na microvasculatura, levando a uma diminuição do fluxo sanguíneo nas áreas expostas.Camundongos Endogâmicos MRL lpr: Subcepa de camundongo que é geneticamente predisposto a desenvolver síndrome semelhante ao lupus eritematoso sistêmico, que foi apontada como clinicamente similar à doença humana. Determinou-se que esta cepa de camundongo possui mutação no gene fas. Ainda, MRL/lpr é um modelo útil para estudar déficits comportamentais e cognitivos encontrados em doenças autoimunes e a eficácia de agentes imunossupressores.Lúpus Eritematoso Sistêmico: Transtorno multissistêmico, crônico, recidivante, inflamatório e geralmente febril do tecido conjuntivo, caracterizado principalmente pelo envolvimento da pele, articulações, rins e membranas serosas. É de etiologia desconhecida, mas acredita-se que represente uma insuficiência dos mecanismos regulatórios do sistema autoimune. A doença é caracterizada por uma ampla faixa de disfunções sistêmicas, uma taxa de sedimentação de eritrócitos elevada e a formação de células LE no sangue ou na medula óssea.Anticorpos Antinucleares: Autoanticorpos dirigidos contra vários antígenos nucleares, inclusive DNA, RNA, histonas, proteínas nucleares ácidas ou complexos desses elementos moleculares. Os anticorpos antinucleares são encontrados em doenças autoimunes sistêmicas, como o lúpus eritematoso sistêmico, a síndrome de Sjogren's, o escleroderma, a polimiosite, e a doença mista do tecido conjuntivo.Imunofluorescência: Teste para antígeno tecidual utilizando um método direto, por conjugação de anticorpo e pigmento fluorescente (TÉCNICA DIRETA DE FLUORESCÊNCIA PARA ANTICORPO) ou um método indireto, pela formação do complexo antígeno-anticorpo que é então ligado a uma fluoresceína conjugada a um anticorpo anti-imunoglobulina (TÉCNICA INDIRETA DE FLUORESCÊNCIA PARA ANTICORPO). O tecido é então examinado por microscopia de fluorescência.Antígenos Thy-1: Grupo de antígenos de superfície de diferenciação, entre os primeiros a serem descobertos em timócitos e linfócitos T. Originalmente identificados no camundongo, eles também são encontrados em outras espécies incluindo humanos, e são expressos em neurônios e outras células.Nefrite Intersticial: Inflamação do tecido intersticial do rim. Este termo geralmente é usado para a inflamação primária dos TÚBULOS RENAIS e/ou do interstício circunvizinho. Para a inflamação primária do interstício glomerular, ver GLOMERULONEFRITE. A infiltração de células inflamatórias no compartimento intersticial resulta em EDEMA, aumento do espaço entre os túbulos e disfunção renal tubular.Crioglobulinas: Imunoglobulinas anormais, em particular IGG ou IGM, que precipitam espontaneamente quando o SORO é esfriado abaixo de 37 graus C. É uma característica da CRIOGLOBULEMIA.Infecções Estreptocócicas: As infecções por bactérias do gênero STREPTOCOCCUS.Modelos Animais de Doenças: Doenças animais ocorrendo de maneira natural ou são induzidas experimentalmente com processos patológicos suficientemente semelhantes àqueles de doenças humanas. São utilizados como modelos para o estudo de doenças humanas.Doenças Autoimunes: Transtornos caracterizados pela produção de anticorpos que reagem com tecidos do hospedeiro ou com células efetoras imunes autorreativas aos peptídeos endógenos.Nefropatias: Processos patológicos do RIM ou de componentes de seus tecidos.Nefrose Lipoide: Doença renal sem qualquer alteração de glomerulopatia histológica mínima na microscopia de luz, e sem depósitos imunes. É caracterizada por acúmulo lipídico nas células epiteliais dos TÚBULOS RENAIS e na URINA. Os pacientes geralmente mostram uma SÍNDROME NEFRÓTICA indicando a presença de PROTEINÚRIA acompanhada de EDEMA.Lúpus Vulgar: Forma de tuberculose cutânea. É vista predominantemente em mulheres e tipicamente envolve MUCOSA NASAL, MUCOSA BUCAL e mucosa da conjuntiva.Camundongos Endogâmicos NZBRatos Endogâmicos WKY: Cepa de Rattus norvegicus utilizada como controle normotensivo para ratos espontaneamente hipertensivos (SHR).Túbulos Renais: Túbulos longos e contorcidos nos néfrons. Coletam o filtrado do sangue através dos GLOMÉRULOS RENAIS e processando-o para formar a URINA. Cada túbulo renal é formado por CÁPSULA GLOMERULAR, TÚBULO RENAL PROXIMAL, ALÇA NEFRÔNICA, TÚBULO RENAL DISTAL e DUCTO COLETOR RENAL que leva a uma cavidade central do rim (PÉLVIS RENAL) que se conecta ao URETER.Granulomatose de Wegener: Doença multissistêmica de base genética complexa. É caracterizada por inflamação dos vasos sanguíneos (VASCULITE) que leva a danos em diversos órgãos. Entre as características comuns estão inflamação granulomatosa do TRATO RESPIRATÓRIO e dos rins. A maioria dos pacientes possui autoanticorpos mensuráveis (ANTICORPOS ANTICITOPLASMA DE NEUTRÓFILOS) contra a proteinase 3 de neutrófilo (AUTOANTÍGENOS DE WEGENER).Púrpura de Schoenlein-Henoch: Púrpura não trombocitopênica sistêmica causada por VASCULITE DE HIPERSENSIBILIDADE e deposição de COMPLEXOS IMUNES contendo IGA dentro dos vasos sanguíneos ao longo do corpo, inclusive aqueles no rim (GLOMÉRULOS RENAIS). Entre os sintomas clínicos estão URTICÁRIA, ERITEMA, ARTRITE, HEMORRAGIA GASTROINTESTINAL e envolvimento renal. A maioria dos casos é visto em crianças após infecções respiratórias superiores agudas.Isoanticorpos: Anticorpos de um indivíduo, que reagem com ISOANTIGENOS de outro indivíduo da mesma espécie.Microscopia Eletrônica: Microscopia que utiliza um feixe de elétrons, em vez de luz, para visualizar a amostra, permitindo assim uma grande amplificação. As interações dos ELÉTRONS com as amostras são usadas para fornecer informação sobre a estrutura fina da amostra. Na MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO, as reações dos elétrons transmitidas através da amostra são transformadas em imagem. Na MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA, um feixe de elétrons incide em um ângulo não normal sobre a amostra e a imagem é formada a partir de reações que ocorrem acima do plano da amostra.Anticorpos: Moléculas de imunoglobulinas com uma dada sequência específica de aminoácidos a ponto de só ser possível sua interação com determinado antígeno (ver ANTÍGENOS), ou com molécula estruturalmente muito semelhante. A síntese de anticorpos ocorre nas PLASMÓCITOS da série linfoide como resposta à indução pelo antígeno.CreatininaColágeno Tipo IV: Colágeno não fibrilar encontrado na estrutura da MEMBRANA BASAL. As moléculas de colágeno tipo IV se agrupam para formar uma malha semelhante a uma lâmina para manter a integridade estrutural das membranas basais. A forma predominante da proteína é composta por duas subunidades alfa1 (IV) e uma subunidade alfa2 (IV), porém pelo menos seis diferentes subunidades alfa podem ser incorporadas no heterotrímero.Trimeresurus: Gênero de cobras da família VIPERIDAE. Por volta de 30 espécies são atualmente conhecidas, encontradas no sudeste asiático e arquipélagos adjacentes. A habu de Okinawa frequentemente entra em tocas na procura de ratos e camundongos; a habu chinesa é frequentemente encontrada em áreas suburbanas e agrícolas. São bastante irritáveis.Peroxidase: Hemeproteína dos leucócitos. Deficiência desta enzima leva a uma doença hereditária acoplada à monilíase disseminada. Catalisa a conversão de um doador e peróxido a um doador oxidado e água. EC 1.11.1.7.Imunoglobulina A: Representa de 15-20 por cento das imunoglobulinas séricas humanas. É um polímero formado por 4 cadeias em humanos ou dímeros nos demais mamíferos. A IMUNOGLOBULINA A SECRETORA (IgA) é a principal imunoglobulina presente nas secreções.Fibrina: Proteína derivada do FIBRINOGÊNIO na presença de TROMBINA, que forma parte do coágulo sanguíneo.Testes de Função Renal: Exames de laboratório usados para avaliar o quão bem os rins estão funcionando por meio de exames de sangue e urina.Nitrogênio da Ureia Sanguínea: Concentração de ureia do sangue expressa em termos de conteúdo de nitrogênio. A concentração de nitrogênio da ureia no soro (plasma) é aproximadamente 12 por cento mais alta que a concentração de nitrogênio da ureia sanguínea por causa do maior conteúdo de proteína das células vermelhas do sangue. Aumentos do nitrogênio da ureia sanguínea ou no soro são referidos como azotemia e podem ter causas pré-renais, renais ou pós-renais.Febre Reumática: Doença febril que ocorre como sequela tardia de infecções por STREPTOCOCCUS PYOGENES. É caracterizada por múltiplas lesões inflamatórias focais de estruturas do tecido conjuntivo, tais como as do coração, dos vasos sanguíneos e das articulações (POLIARTRITE) e do encéfalo, e pela presença de NÓDULOS DE ASCHOFF no miocárdio e na pele.Falência Renal Crônica: Estágio final da INSUFICIÊNCIA RENAL CRÔNICA. Caracterizada por danos renais graves e irreversíveis (segundo os dados de PROTEINURIA) e pela redução na TAXA DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR para menos que 15 ml por min (Kidney Foundation: Kidney Disease Outcome Quality Initiative, 2002). A condição destes pacientes geralmente exige HEMODIÁLISE ou TRANSPLANTE RENAL.Imunossupressores: Agentes que suprimem a função imunitária por um dos vários mecanismos de ação. Os imunossupressores citotóxicos clássicos agem inibindo a síntese de DNA. Outros podem agir através da ativação de CÉLULAS T ou inibindo a ativação de LINFOCITOS T AUXILIARES-INDUTORES. Enquanto no passado a imunossupressão foi conduzida basicamente para impedir a rejeição de órgãos transplantados, estão surgindo novas aplicações que envolvem a mediação do efeito das INTERLEUCINAS e outras CITOCINAS.Plasmaferese: Procedimento através do qual o plasma é separado e extraído do sangue total não coagulado e as células vermelhas são retransferidas ao doador. A plasmaferese é também empregada para uso terapêutico.Poliangiite Microscópica: Vasculite sistêmica primária de vasos de calibre pequeno e alguns de callibre médio. É caracterizada por um tropismo para os rins e pulmões, associação positiva com anticorpos anticitoplasma de neutrófilos (ANCA) e escassez de depósitos de imunoglobulinas nas paredes dos vasos.Prednisolona: Glucocorticoide com as propriedades gerais dos corticosteroides. É a droga de escolha para todas as afecções nas quais a terapia corticosteroide sistêmica é indicada, exceto nos estados de deficiência adrenal.Macrófagos: Células fagocíticas dos tecidos dos mamíferos, relativamente de vida longa e originadas dos MONÓCITOS. Os principais tipos são os MACRÓFAGOS PERITONEAIS, MACRÓFAGOS ALVEOLARES, HISTIÓCITOS, CÉLULAS DE KUPFFER do fígado e os OSTEOCLASTOS. Os macrófagos, dentro das lesões inflamatórias crônicas, se diferenciam em CÉLULAS EPITELIOIDES ou podem unir-se para formar CÉLULAS GIGANTES DE CORPO ESTRANHO ou CÉLULAS GIGANTES DE LANGHANS. (Tradução livre do original: The Dictionary of Cell Biology, Lackie and Dow, 3rd ed.)Camundongos Endogâmicos C57BLImuno-Histoquímica: Localização histoquímica de substâncias imunorreativas utilizando anticorpos marcados como reagentes.Apoferritinas: Componentes proteicos de ferritinas. Apoferritinas são estruturas em forma de concha, contendo nanocavidades e atividade ferroxidásica. As conchas das apoferritinas são compostas de 24 subunidades (heteropolímeros em vertebrados e homopolímeros em bactérias). Há dois tipos de subunidades em vertebrados, as cadeias leve e pesada, tendo a cadeia pesada atividade de ferroxidase.Autoantígenos: Constituintes de tecidos endógenos que possuem capacidade de interagir com AUTOANTICORPOS e causar uma resposta imune.Doença Aguda: Doença relativamente grave de curta duração.Progressão da Doença: Piora de uma doença ao longo do tempo. Este conceito é usado com mais frequência para doenças crônica e incuráveis, em que o estágio da doença é um determinante importante de terapia e prognóstico.Complexo de Ataque à Membrana do Sistema Complemento: Produto da cascata de ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO, independente da via, que forma canais que atravessam a membrana, causando ruptura da MEMBRANA CELULAR da célula-alvo e lise celular. É formado pelo agrupamento sequencial dos componentes terminais do complemento (COMPLEMENTO C5B, COMPLEMENTO C6, COMPLEMENTO C7, COMPLEMENTO C8 e COMPLEMENTO C9) na membrana alvo. O complexo resultante C5b-8poli-C9 é o "complexo de ataque à membrana" ou MAC.Imunoglobulinas: Proteínas com várias subunidades que atuam na IMUNIDADE. São produzidas a partir de GENES DE IMUNOGLOBULINAS dos LINFÓCITOS B. São compostas de duas CADEIAS PESADAS DE IMUNOGLOBULINAS e duas CADEIAS LEVES DE IMUNOGLOBULINAS com cadeias polipeptídicas secundárias adicionais, dependendo das isoformas. A variedade das isoformas inclui formas monoméricas ou poliméricas, e formas transmembrânicas (RECEPTORES DE ANTÍGENOS DE CÉLULAS B) ou secretadas (ANTICORPOS). São classificadas de acordo com a sequência de aminoácidos de suas cadeias pesadas em cinco classes (IMUNOGLOBULINA A, IMUNOGLOBULINA D, IMUNOGLOBULINA E, IMUNOGLOBULINA G e IMUNOGLOBULINA M) que incluem várias outras subclasses.beta-Globulinas: Proteínas séricas com mobilidade eletroforética que aparece entre ALFA-GLOBULINAS e GAMA-GLOBULINAS.Ativação do Complemento: Ativação sequencial de PROTEÍNAS DO COMPLEMENTO do soro para criar o COMPLEXO DE ATAQUE À MEMBRANA DE COMPLEMENTO. Entre os fatores que iniciam a ativação do complemento estão o COMPLEXO ANTÍGENO-ANTICORPO, ANTÍGENOS microbianos ou POLISSACARÍDEOS da superfície celular.Podócitos: Células epiteliais altamente diferenciadas na camada visceral da CÁPSULA GLOMERULAR no RIM. São formadas por um corpo celular, com EXTENSÕES DA SUPERFÍCIE CELULAR e extensões digitiformes secundárias (pedicelos). Com aquelas, envolvem os capilares do GLOMÉRULO RENAL, formando uma estrutura de filtração. Os pedicelos dos podócitos vizinhos interdigitam, deixando aberturas de filtração (ligadas a estruturas extracelulares, impermeáveis a grandes macromoléculas) denominadas diafragma de fenda (slit diaphragm), a última barreira no RIM contra perda de proteínas.Properdina: Proteína de 53 kDa que é um regulador positivo da VIA ALTERNATIVA DO COMPLEMENTO. Estabiliza a C3 CONVERTASE DA VIA ALTERNATIVA (C3bBb), protegendo-a da rápida inativação e facilitando, assim, a cascata da ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO e a formação do COMPLEXO DE ATAQUE À MEMBRANA. Os indivíduos com mutação no gene PFC apresentam deficiência de properdina e grande susceptibilidade a infecções.Ratos Endogâmicos LewReações Antígeno-Anticorpo: Processos desencadeados por interações de ANTICORPOS com seus ANTÍGENOS.Transplante de Rim: Transferência de um rim, de um ser humano ou animal a outro.Poliarterite Nodosa: Forma de inflamação necrosante não granulomatosa que ocorre principalmente em ARTÉRIAS de médio calibre, frequentemente com microaneurismas. Caracteriza-se por dor muscular, articular e abdominal resultante de infarto arterial e cicatrizes nos órgãos afetados. A poliarterite nodosa com envolvimento de pulmão é chamada de SÍNDROME DE CHURG-STRAUSS.Azatioprina: Agente imunossupressor usado em combinação com a ciclofosfamida e hidroxicloroquina no tratamento da artrite reumatoide. De acordo com o Quarto Relatório Anual sobre Carcinógenos (NTP 85-002, 1985), esta substância tem sido listada como um conhecido carcinógeno. (Tradução livre do original: Merck Index, 11th ed)Fator H do Complemento: Importante regulador solúvel da VIA ALTERNATIVA DO COMPLEMENTO. É uma glicoproteína de 139 kDa expressa no fígado e secretada no sangue. Liga-se ao COMPLEMENTO C3 e torna o iC3b (complemento 3b inativado) susceptível à clivagem pelo FATOR I DO COMPLEMENTO. O fator H do complemento também inibe a associação do C3B com o FATOR B DO COMPLEMENTO, formando a pró-enzima C3bB e promovendo a dissociação de Bb do complexo C3bBb (C3 CONVERTASE DA VIA ALTERNATIVA DO COMPLEMENTO).Vasculite Associada a Anticorpo Anticitoplasma de Neutrófilos: Grupo de vasculites sistêmicas com forte associação com ANCA. Os distúrbios são caracterizados por inflamação necrotizante de vasos de pequeno e médio calibres, com pouco ou nenhum depósito de imunocomplexos nas paredes do vaso.Troca Plasmática: Remoção de plasma e substituição por vários fluidos, por exemplo, plasma fresco congelado, frações de proteínas plasmáticas (FPP - PPF), preparações de albumina, soluções de dextran, salina. Utilizada no tratamento de doenças autoimunes, doenças do complexo imunológico, doenças de excesso de fatores plasmáticos e outras afecções.Complemento C4: Glicoproteína importante na ativação da VIA CLÁSSICA DO COMPLEMENTO. O C4 é clivado pelo COMPLEMENTO C1S ativado no COMPLEMENTO C4A e no COMPLEMENTO C4B.Streptococcus pyogenes: Espécie de bactéria cocoide, Gram-positiva, isolada de lesões cutâneas, sangue, exsudatos inflamatórios e do trato respiratório superior de humanos. É um Streptococcus hemolítico do grupo A, que pode causar a ESCARLATINA e FEBRE REUMÁTICA.Cápsula Glomerular: Cápsula epitelial (com dupla camada) que é a extremidade bulbosa e fechada do sistema de túbulos renais. Circunda um aglomerado de capilares enovelados do GLOMÉRULO RENAL, continuando-se no túbulo contorcido proximal (TÚBULO PROXIMAL RENAL).GlobulinasCamundongos Knockout: Linhagens de camundongos nos quais certos GENES dos GENOMAS foram desabilitados (knocked-out). Para produzir "knockouts", usando a tecnologia do DNA RECOMBINANTE, a sequência do DNA normal no gene em estudo é alterada para impedir a síntese de um produto gênico normal. Células clonadas, nas quais esta alteração no DNA foi bem sucedida, são então injetadas em embriões (EMBRIÃO) de camundongo, produzindo camundongos quiméricos. Em seguida, estes camundongos são criados para gerar uma linhagem em que todas as células do camundongo contêm o gene desabilitado. Camundongos knock-out são usados como modelos de animal experimental para [estudar] doenças (MODELOS ANIMAIS DE DOENÇAS) e para elucidar as funções dos genes.Receptores da Fosfolipase A2: Receptores da superfície celular que se ligam e internalizam FOSFOLIPASES A2 SECRETORAS. Embora atuem principalmente como receptores depuradores, estas proteínas também podem desempenhar um papel na sinalização intracelular. Formas solúveis de receptores da fosfolipase A2 ocorrem através da ação de proteases e podem desempenhar um papel na inibição de atividade extracelular da fosfolipase.RNA Mensageiro: Sequências de RNA que servem como modelo para a síntese proteica. RNAm bacterianos são geralmente transcritos primários pelo fato de não requererem processamento pós-transcricional. O RNAm eucariótico é sintetizado no núcleo e necessita ser transportado para o citoplasma para a tradução. A maior parte dos RNAm eucarióticos têm uma sequência de ácido poliadenílico na extremidade 3', denominada de cauda poli(A). Não se conhece com certeza a função dessa cauda, mas ela pode desempenhar um papel na exportação de RNAm maduro a partir do núcleo, tanto quanto em auxiliar na estabilização de algumas moléculas de RNAm retardando a sua degradação no citoplasma.Complemento C1q: Subcomponente do complemento C1 composto de seis cópias de três cadeias polipeptídicas (A, B e C), cada uma codificada por um gene distinto (C1QA, C1QB, C1QC). Este complexo é organizado em nove subunidades (seis dímeros de A e B ligados por pontes dissulfeto e três homodímeros de C ligados por pontes dissulfeto). C1q possui sítios de ligação para os anticorpos (a cadeia pesada da IMUNOGLOBULINA G ou IMUNOGLOBULINA M). A interação entre a C1q e a imunoglobulina, ativa as duas pró-enzimas do COMPLEMENTO C1R e do COMPLEMENTO C1S, iniciando assim a cascata da ATIVAÇÃO DO COMPLEMENTO pela VIA CLÁSSICA DO COMPLEMENTO.Via Alternativa do Complemento: Ativação do complemento iniciada pela interação de ANTÍGENOS microbianos com o COMPLEMENTO C3B. Quando o FATOR B DO COMPLEMENTO se liga ao C3b ligado à membrana, é clivado pelo FATOR D DO COMPLEMENTO, dando origem à C3 CONVERTASE alternativa (C3BBB) que, estabilizada pelo FATOR P DO COMPLEMENTO (PROPERDINA), é capaz de clivar várias moléculas de COMPLEMENTOS C3, formando a C5 CONVERTASE alternativa (C3BBB3B), levando à clivagem do COMPLEMENTO C5 e à montagem do COMPLEXO DE ATAQUE À MEMBRANA DE COMPLEMENTO.Ratos Wistar: Linhagem de ratos albinos desenvolvida no Instituto Wistar e que se espalhou amplamente para outras instituições. Este fato diluiu marcadamente a linhagem original.Quimiocina CCL2: Quimiocina quimioatraente para MONÓCITOS e também pode causar ativação celular de funções específicas relacionadas com a defesa do hospedeiro. É produzida por LEUCÓCITOS das linhagens tanto monócitos, como linfócitos e por FIBROBLASTOS durante a lesão de um tecido. Possui especificidade para RECEPTORES CCR2.Vasculite Leucocitoclástica Cutânea: Transtorno caracterizado por uma síndrome vasculítica associada com a exposição a um antígeno como uma droga, agente infeccioso ou outra substância exógena ou endógena. Sua patofisiologia inclui a deposição de imunocomplexos e uma ampla variedade de lesões na pele. Hipersensibilidade ou alergia está presente em alguns, mas não todos os casos.Fatores de Tempo: Elementos de intervalos de tempo limitados, contribuindo para resultados ou situações particulares.Complemento C3c: Fragmento de 206 aminoácidos da cadeia alfa (672-1663) do C3b. É gerado quando o C3b é inativado (iC3b) e sua cadeia alfa é clivada por FATOR DO COMPLEMENTO I em C3c (749-954) e C3dg (955-1303) na presença do FATOR DO COMPLEMENTO H.Albuminúria: Presença de albumina na urina, um indicador de NEFROPATIAS.Antígenos: Substâncias reconhecidas pelo sistema imunológico e induzem uma reação imunológica.Lesão Renal Aguda: Redução abrupta da função renal. A lesão renal aguda abrange o espectro inteiro da síndrome, incluindo a falência renal aguda, NECROSE TUBULAR AGUDA e outras afecções menos graves.Insuficiência Renal: Afecções nas quais os rins (RIM) apresentam atividade abaixo do nível normal em excretar resíduos, concentrar URINA e manter o EQUILÍBRIO HIDROELETROLÍTICO, PRESSÃO ARTERIAL e o metabolismo de CÁLCIO. A insuficiência renal pode ser classificada pelo grau de lesão ao rim (conforme medido pelo nível de PROTEINURIA) e redução na TAXA DE FILTRAÇÃO GLOMERULAR.Mieloblastina: Serina-protease polimorfonuclear derivada de leucócitos que degrada proteínas, como a ELASTINA, FIBRONECTINA, LAMININA, VITRONECTINA e COLÁGENO. É classificada por sua capacidade em controlar o crescimento e diferenciação das células mieloides.Nefrose: Processos patológicos do RIM sem os componentes inflamatórios ou neoplásicos. A nefrose pode ser um transtorno primário ou uma complicação secundária de outras doenças. É caracterizada pela SÍNDROME NEFRÓTICA indicando a presença de PROTEINÚRIA e HIPOALBUMINEMIA acompanhada de EDEMA.Doença Crônica: Doenças que têm uma ou mais das seguintes características: são permanentes, deixam incapacidade residual, são causadas por alteração patológica não reversível, requerem treinamento especial do paciente para reabilitação, pode-se esperar requerer um longo período de supervisão, observação ou cuidado.Ciclofosfamida: Precursor de uma mostarda nitrogenada alquilante antineoplásica (e agente imunossupressor) que deve ser ativado no FÍGADO para formar a aldofosfamida ativa. Usada no tratamento de LINFOMA e LEUCEMIA. Seu efeito colateral, ALOPECIA, tem sido usado na tosquia de ovelhas. Também pode causar esterilidade, defeitos congênitos, mutações e câncer.Imunoglobulina M: Classe de imunoglobulinas que possui CADEIAS MU DE IMUNOGLOBULINA. A IgM pode fixar o COMPLEMENTO. A designação IgM foi escolhida porque essa imunoglobulina possui alto peso molecular e foi originalmente chamada de macroglobulina.Metilprednisolona: Derivado da PREDNISOLONA com ação anti-inflamatória semelhante à prednisolona.Transtornos das Proteínas Sanguíneas

*  Pesquisa: Glomerulonefrite Mesangioproliferativa | MedicinaNET

Síndrome Nefrótica - Glomerulonefrite Membranosa ... universalmente aceita. A trombose crônica de veia renal pode ser ...
medicinanet.com.br/pesquisas/glomerulonefrite_mesangioproliferativa.htm

*  Pesquisa: Glomerulonefrite Rapidamente Progressiva ou Crescentica | MedicinaNET

Síndrome Nefrótica - Glomerulonefrite Membranosa ...Tabela 1: Nomenclatura das glomerulopatias Variável Denominação Etiologia ... "Glomerulonefrite Rapidamente Progressiva ou Crescentica". Sua busca por "Glomerulonefrite Rapidamente Progressiva ou ... Glomerulonefrite Difusa Aguda (GNDA) ...citos e polimorfonucleares). Raramente os doentes evoluem para formação de crescentes ( ... HAS pelo menos tão comum quanto em pacientes com glomerulonefrite membran...... ...
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*  aspectos socioambientais em: Topics by WorldWideScience.org

... glomerulonefrite membranosa. Glomeruloesclerose e, em dois casos, proliferação de células epiteliais intraglomerulares ( ... As lesões renais e extrarrenais foram caracterizadas predominantemente por atrofia do parênquima renal com glomerulonefrite ...
https://worldwidescience.org/topicpages/a/aspectos socioambientais em.html

*  ALRocha-antenacultural: 07/01/2017 - 08/01/2017

Glomerulonefrite por IGA;. *Glomerulonefrite Membranosa;. *Síndrome de Goodpasture;. *Doença de Graves;. *Oftalmopatia de ...
alrocha-antenacultural.blogspot.com/2017/07/

*  Nefropatia membranosa - Wikipedia

Nefropatia membranosa ou glomerulonefrite membranosa (GNM) é uma doença renal caracterizada pela inflamação e espessamento ... A nefropatia membranosa pode também ocorrer juntamente com outras doenças renais, tais como nefropatia diabética e ... Mapa de estudos da UFF sobre " Glomerulopatia membranosa" - MedMap Ronco P, Debiec H (2012) Pathogenesis of membranous ... Na maior parte das glomerulonefrites membranosa existe evidência de autoimunidade contra receptores próprios ou contra ...
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nefropatia_membranosa

*  Glomeruloesclerose segmentar e focal - Wikipedia

Glomerulonefrite membranosa Glomerulonefrite por lesões mínimas Glomerulonefrite membranoproliferativa Glomerulonefrite pós- ...
https://pt.wikipedia.org/wiki/Glomeruloesclerose_segmentar_e_focal

*  Glomerulonefrite - Wikipedia

Pós-estreptocócica Não pós-estreptocócica Glomerulonefrite membranosa (GNM) Glomerulonefrite por lesões mínimas (GNLM) ... Histologicamente, são classificadas em várias entidades, uma vez que a glomerulonefrite pode ter diversas apresentações ... e a glomerulonefrite proliferativa exsudativa difusa (34,2%). Dois terços necessitaram imunossupressores e quase um terço ... Glomerulonefrite lúpica Nefropatia diabética Amiloidose Síndrome de Goodpasture Poliarterite nodosa Granulomatose de Wegener ...
https://pt.wikipedia.org/wiki/Glomerulonefrite

*  CID-10 Capítulo XIV: Doenças do aparelho geniturinário - Wikipedia

2 Glomerulonefrite membranosa difusa .3 Glomerulonefrite proliferativa mesangial difusa .4 Glomerulonefrite proliferativa ... endocapilar difusa .5 Glomerulonefrite mesangiocapilar difusa .6 Doença de depósito denso .7 Glomerulonefrite difusa em ...
https://pt.wikipedia.org/wiki/CID-10_Capítulo_XIV:_Doenças_do_aparelho_geniturinário

*  AAAI

Palavras-chave: Glomerulonefrite membranosa, imunoglobulina G, ativa o do complemento, etiologia. Artigos Originais. 7 - S ... A hip tese mais aceita a de que a nefropatia membranosa idiop tica resulte do conjunto de tr s condi es: presen a de prote nas ... Nefropatia membranosa idiop tica uma causa de s ndrome nefr tica cuja etiopatogenia n o est completamente esclarecida. Trata-se ... 6 - O papel da IgG4 na fisiopatogenia da nefropatia membranosa idiop tica: estado da arte. The role of IgG4 in the ...
aaai-asbai.org.br

*  GEDR: Glomerulosclerose Segmentar e Focal

glomerulonefrite pós-estreptocócica. glomerulonefrite membranosa. outras doenças renais progressivas (3) com modificações.. ... A GESF primária, ou idiopática, aparentemente apresenta traços em comum com a glomerulonefrite de lesões mínimas porém com pior ... Biópsias sequenciais realizadas em pacientes com glomerulonefrite de lesões mínimas mostraram progressão para GESF. ...
estudandoraras.blogspot.com/2013/08/glomerulosclerose-segmentar-e-focal.html

*  Síndrome nefrótica - Wikipedia

... glomeruloesclerose segmentar e focal e nefropatia membranosa.Glomerulonefrite membranoproliferativa Elas são consideradas como ... Nefropatia membranosa Hepatite B Síndrome de Sjögren Lupus eritematoso sistêmico (LES) Diabetes mellitus Sarcoidose Sífilis ... glomerulonefrite), mas sim um importante comprometimento da permeabilidade glomerular, tornando os glomérulos incapazes de ...
https://pt.wikipedia.org/wiki/Síndrome_nefrótica

*  Pesquisa: Sindrome de Sjoegren | MedicinaNET

... glomerulonefrite membranosa idiopática e as doenças de depósito, como DM, amiloidose etc.) e as glomerulopatias ...
medicinanet.com.br/pesquisas/sindrome_de_sjoegren.htm

*  UNIVET Brasil e América Latina: DIROFILARIOSE CANINA

O que os autores relatam é a presença de glomerulonefrite membranosa por obstrução do capilar renal pelas microfilárias ou por ...
univetbrasil.blogspot.com/2010/11/dirofilariose-canina-m.html

*  Pesquisa: Manifestacoes Cutaneas Das Doencas Sistemicas Mark Lebwohl md | MedicinaNET

Glomerulonefrite Membranosa. *Dimenidrinato. *Estimativa de Taxa de Filtração Glomerular Pela Equação do Estudo de MDRD ...
medicinanet.com.br/pesquisas/manifestacoes_cutaneas_das_doencas_sistemicas__mark_lebwohl_md.htm

*  Pesquisa: Manejo do Paciente Com Primeira Crise Convulsiva | MedicinaNET

Síndrome Nefrótica - Glomerulonefrite Membranosa. *Pred Mild. *Aureciclina. *Cisto Renal. *Dalacin T. *Sulfasalazina ...
medicinanet.com.br/pesquisas/manejo_do_paciente_com_primeira_crise_convulsiva.htm

*  Protocolo de Tratamento de Influenza - 2013 | MedicinaNET

Síndrome Nefrótica - Glomerulonefrite Membranosa. *Metronidazol (oral; Injetável). *Sífilis Adquirida e Congênita. *Discinesias ...
medicinanet.com.br/conteudos/biblioteca/5434/protocolo_de_tratamento_de_influenza_–_2013.htm

*  Síndrome Antifosfolípide | dos Sintomas ao Diagnóstico e Tratamento | MedicinaNET

17/01/2011 - Síndrome Nefrótica - Glomerulonefrite Membranosa - Josélio Freire de Carvalho. *17/07/2009 - Monoartrites - ...
medicinanet.com.br/conteudos/revisoes/1254/sindrome_antifosfolipide.htm

*  Nutrição e Assuntos Diversos: LUPUS - doença autoimune e muito agresssiva

Nefrite lúpica classe IV - Glomerulonefrite proliferativa difusa. Nefrite lúpica classe V - Glomerulonefrite membranosa. *É ... Nefrite lúpica classe I - Glomerulonefrite mesangial mínima. Nefrite lúpica classe II - Glomerulonefrite proliferativa ... O acometimento renal mais comum é a glomerulonefrite (lesão do glomérulo renal- células do rins) causada pelos auto-anticorpos ... Existem basicamente cinco tipos de glomerulonefrite pelo lúpus, reunidas pelo termo nefrite lúpica. São elas:. ...
nutricaoeassuntosdiversos.blogspot.com/2015/12/lupus-doenca-autoimune-e-muito.html

*  Livro - Glomerulopatias - Manual Prático - Kirsztajn

Glomerulopatia Membranosa 12. Glomerulonefrite Membranoproloferativa 13. Nefropatia por IgA Parte IV - Doenças Glomerulares ... Glomerulonefrite Rapidamente Progressiva 8. Síndrome Nefrítica Crônica Parte III - Doenças Glomerulares Primárias 9. Doenças ...
livrariaflorence.com.br/livro-glomerulopatias-manual-pratico-kirsztajn

*  Atrofias Olivopontocerebelares - lookfordiagnosis.com

Glomerulonefrite Por Iga. * Glomerulonefrite Membranoproliferativa. * Glomerulonefrite Membranosa. * Glomerulosclerose ...
https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=2860

*  Reabsorção Da Raiz - lookfordiagnosis.com

Glomerulonefrite Por Iga. * Glomerulonefrite Membranoproliferativa. * Glomerulonefrite Membranosa. * Glomerulosclerose ...
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*  Reflexo De Babinski - lookfordiagnosis.com

Glomerulonefrite Por Iga. * Glomerulonefrite Membranoproliferativa. * Glomerulonefrite Membranosa. * Glomerulosclerose ...
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*  Infecções Por Adenophorea - lookfordiagnosis.com

Glomerulonefrite Por Iga. * Glomerulonefrite Membranoproliferativa. * Glomerulonefrite Membranosa. * Glomerulosclerose ...
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*  Transtornos Da Cefaléia Secundários - lookfordiagnosis.com

Glomerulonefrite Por Iga. * Glomerulonefrite Membranoproliferativa. * Glomerulonefrite Membranosa. * Glomerulosclerose ...
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*  Doenças Dos Animais - lookfordiagnosis.com

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GlomerulonefritePodócito: Podócitos são células do epitélio visceral dos rins que formam um importante componente da barreira de filtração glomerular, contribuindo para a seletividade de tamanho e mantendo uma superfície de filtração massiva.ProteinúriaRim: Rim (lat. ren, grc.Síndrome nefrótica: A síndrome nefrótica (ou simplesmente nefrose) é um conjunto de sinais, sintomas e achados laboratoriais que se desenvolvem quando ocorre uma elevação exagerada da permeabilidade dos glomérulos renais às proteínas, ocasionando em proteinúria (aumento da taxa de proteínas na urina).Membrana basal glomerular: A membrana basal glomerular (MBG) é a porção da lâmina basal do glomérulo que realiza a filtração através das fendas de filtração entre os podócitos, separando o sangue do interior do filtrado do exterior. É uma fusão da célula endotelial e das lâminas basais dos podócitos.Autoanticorpo: Um autoanticorpo é um anticorpo (um tipo de proteína) produzido pelo sistema imune que atua contra uma ou mais proteínas do próprio indivíduo que o produziu. Os autoanticorpos têm as mesmas propriedades bioquímicas e físico-químicas dos outros anticorpos.HematúriaCrioglobulinemiaBelimumabAnticorpo antinuclear: Os anticorpos antinucleares, também conhecidos como fator antinuclear (FAN), são anticorpos que estão presentes em número mais alto que o normal em doenças autoimunes. O teste de anticorpos antinucleares mede o padrão e quantidade de autoanticorpos que podem atacar os tecidos do corpo como se fossem um material estranho.Nefrotoxicidade: Nefrotoxicidade é o efeito venenoso de algumas substâncias, tanto químicos tóxicos como medicamentos, sobre os rins. Existem várias formas de toxicidade.Imunofluorescência: Imunofluorescência é uma técnica que permite a visualização de antígenos nos tecidos ou em suspensões celulares utilizando corantes fluorescentes, que absorvem luz e a emitem num determinado comprimento de onda (c. d.Microscópio eletrônico de baixa voltagem: Microscópio eletrônico de baixa voltagem (MEBV) ou microscópio eletrônico de baixa tensão (LVEM, do inglês low-voltage electron microscope) é um microscópio eletrônico que opera a voltagens de aceleração de poucos quiloelétron-volts ou menos. Embora a técnica de microscopia eletrônica de baixa tensão nunca irá substituir convencional microscópios eletrônicos de alta tensão, está se tornando rapidamente apreciada por muitas disciplinas diferentes.Anticorpo policlonal: Anticorpos policlonais são anticorpos que são derivados de diferentes linhagens de células B. Eles são uma mistura de moléculas de imunoglobulinas secretadas contra um antígeno específico, cada uma reconhecendo um epítopo diferente.Creatinina: A creatinina é um produto da degradação da fosfocreatina (creatina fosforilada) no músculo, e é geralmente produzida em uma taxa praticamente constante pelo corpo — taxa diretamente proporcional à massa muscular da pessoa: quanto maior a massa muscular, maior a taxa.Fibrina: A Fibrina (ou fator Ia) é uma proteína fibrosa envolvida na coagulação de sangramentos. Ela sofre polimerização de modo a, em ação conjunta à das plaquetas, formar uma camada que detém hemorragias.Função renal: A principal e mais conhecida função renal é a excreção de substâncias tóxicas, mas os rins também desempenham muitas outras funções. Abaixo estão listadas as principais funções renais:Streptococcus pyogenes: Streptococcus pyogenes é uma espécie de bactérias Gram-positivas com morfologia de coco, pertencentes ao género Streptococcus beta-hemolítico do grupo A de Lancefield. Elas causam uma variedade de doenças, desde uma faringite bacteriana comum até doenças mais graves como a escarlatina.Plasmaferese: Plasmaferese é um processo extracorporal, em que o sangue retirado do paciente é separado nos seus componentes plasma e elementos celulares. Constitui uma variedade da aferese, e o seu principal objetivo é remover elementos específicos do plasma, nomeadamente, os considerados mediadores de processos patológicos, como anticorpos e imunocomplexos autólogos.Prednisolona: Prednisolona é um fármaco pertencente ao grupo dos antiinflamatórios esteróides. A Prednisolona é um metabólito ativo da prednisona, logo, é um pró-fármaco que é metabolizado pelo fígado convertendo-se à forma esteroidal ativa.Complexo de ataque à membrana: O complexo de ataque à membrana (MAC) ou complexo terminal do complemento (TCC) é uma estrutura tipicamente formada na superfície de  células ptogênicas de bactérias como resultado da ativação das vias clássica, das lectinas ou alternativa do complemento pelo hospedeiro e é uma das proteínas efetoras do sistema imune. O complexo de ataque à membrana (MAC) forma canais transmembrana .Transplante renal: O transplante renal é uma das terapias de substituição renal em indivíduos portadores de doença renal crônica terminal por proporcionar melhor qualidade de vida aos pacientes, Suthanthiran M, Strom TB. Renal transplantation.Poliarterite nodosaAzatioprinaCrRNA de ativação em trans: Em biologia molecular, o crRNA de ativação em trans (tracrRNA) é um pequeno RNA codificado em trans. Ele foi decoberto primeiramente no patógeno humano Streptococcus pyogenes.Globulina: Globulina é o nome que se dà às proteínas insolúveis em água, solúveis em soluções salinas, ácidas ou básicas diluídas, e coaguláveis pelo calor. As proteínas presentes no plasma do sangue são albumina, fibrinogénio e globulinas.Componente 3 do complemento: O componente 3 do complemento, conhecido também simplesmente como C3, é uma proteína do  sistema imune. Ele possui um papel central no sistema complemento e contribui para a imunidade inata.Vasculite de hipersensibilidade: Vasculite de hipersensibilidade, também conhecida como vasculite cutânea de pequenos vasos, angiite de hipersensibilidade, angiite leucocitoclástica e vasculite leucocitoclástica, é uma inflamação dos pequenos vasos sanguíneos caracterizada clinicamente por púrpura palpável.Microalbuminúria renal: Microalbuminuria é a eliminação de proteína na urina em grande quantidade.


glomeruloesclerose segmentar e focal


  • Uma classificação ampla da síndrome nefrótica baseada na etiologia: A sindrome nefrótica é frequentemente classificada histologicamente: As causas primárias de síndrome nefrótica geralmente são as descritas pela histologia: Doença de lesão mínima, glomeruloesclerose segmentar e focal e nefropatia membranosa.Glomerulonefrite membranoproliferativa Elas são consideradas como diagnóstico de exclusão, já que são diagnosticadas somente após outras causas terem sido descartadas. (wikipedia.org)
  • Nefropatia membranosa Hepatite B Síndrome de Sjögren Lupus eritematoso sistêmico (LES) Diabetes mellitus Sarcoidose Sífilis Drogas Câncer Glomeruloesclerose segmentar e focal Nefroesclerose hipertensiva HIV Diabetes mellitus Obesidade Doença de lesão mínima Drogas Câncer, especialmente linfoma de Hodgkin Fogo AB, Bruijn JA. (wikipedia.org)

Rapidamente Progressiva


  • Sua busca por "Glomerulonefrite Rapidamente Progressiva ou Crescentica" obteve 15 resultados. (medicinanet.com.br)
  • A nefropatia membranosa pode também ocorrer juntamente com outras doenças renais, tais como nefropatia diabética e glomerulonefrite rapidamente progressiva (crescente). (wikipedia.org)
  • Sintomas de insuficiência renal incluem Falta de apetite Náuseas e vômitos Cansaço (fadiga) Dificuldade para dormir Pele seca e coceira Cãibras noturnas Em estudo brasileiro com biópsia renal de pacientes com glomerulopatias 41% apresentavam síndrome nefrótica e 35% apresentavam glomerulonefrite rapidamente progressiva. (wikipedia.org)
  • Glomerulonefrite Rapidamente Progressiva 8. (livrariaflorence.com.br)

membranoproliferativa


  • Glomerulonefrite membranosa Glomerulonefrite por lesões mínimas Glomerulonefrite membranoproliferativa Glomerulonefrite pós-estreptocócica https://medlineplus.gov/ency/article/000478.htm http://www.webmd.com/a-to-z-guides/glomerulosclerosis#1 US National Kidney foundation. (wikipedia.org)

renal


  • Nefropatia membranosa ou glomerulonefrite membranosa (GNM) é uma doença renal caracterizada pela inflamação e espessamento lento e gradual da membrana basal dos capilares sanguíneos dos glomerulos renais. (wikipedia.org)
  • O acometimento renal mais comum é a glomerulonefrite (lesão do glomérulo renal- células do rins) causada pelos auto-anticorpos. (blogspot.com)

pode


  • Histologicamente, são classificadas em várias entidades, uma vez que a glomerulonefrite pode ter diversas apresentações clínicas. (wikipedia.org)

GESF


  • A GESF primária, ou idiopática, aparentemente apresenta traços em comum com a glomerulonefrite de lesões mínimas porém com pior evolução. (blogspot.com)
  • Biópsias sequenciais realizadas em pacientes com glomerulonefrite de lesões mínimas mostraram progressão para GESF. (blogspot.com)

resultados


  • Sua busca por "Glomerulonefrite Mesangioproliferativa" obteve 1 resultados. (medicinanet.com.br)

glomerulonefrites


  • Na maior parte das glomerulonefrites membranosa existe evidência de autoimunidade contra receptores próprios ou contra proteínas bovinas no sangue (anticorpos anti-albumina bovina catiônica sérica), absorvidos após consumo de leite ou carne bovinos. (wikipedia.org)