Colelitíase: A presença ou formação de CÁLCULOS BILIARES no TRATO BILIAR, usualmente na vesícula biliar (COLECISTOLITÍASE) ou no ducto biliar comum (COLEDOCOLITÍASE).Colecistectomia: Remoção cirúrgica da VESÍCULA BILIAR.Colecistite: Inflamação da VESÍCULA BILIAR, geralmente causada por alteração do fluxo da BILE, CÁLCULOS BILIARES no TRATO BILIAR, infecções ou outras doenças.Vesícula Biliar: Reservatório para armazenar secreção da BILE. Através do DUCTO CÍSTICO, a vesícula libera para o DUODENO ácidos biliares em alta concentração (e de maneira controlada), que degradam os lipídeos da dieta.Colecistografia: Radiografia da vesícula biliar, após injeção de um meio de contraste.Cálculos Biliares: Precipitados cristalinos sólidos no TRATO BILIAR, geralmente formados na VESÍCULA BILIAR, que resultam em COLELITÍASE. Os cálculos biliares derivados da BILE consistem principalmente em cálcio, colesterol ou bilirrubina.Colecistectomia Laparoscópica: Excisão da vesícula biliar através de uma incisão utilizando um laparoscópio.Doenças da Vesícula Biliar: Doenças da VESÍCULA BILIAR. Geralmente envolvem diminuição do fluxo da BILE, CÁLCULOS BILIARES no TRATO BILIAR, infecções, neoplasias, ou outras doenças.Bile: Agente emulsificador produzido no FÍGADO e secretado para dentro do DUODENO. Sua composição é formada por s ÁCIDOS E SAIS BILIARES, COLESTEROL e ELETRÓLITOS. A bile auxilia a DIGESTÃO das gorduras no duodeno.Colecistolitíase: Presença ou formação de CÁLCULOS BILIARES na VESÍCULA BILIAR.Coledocolitíase: Presença ou formação de CÁLCULOS BILIARES no DUCTO BILIAR COMUM.Neoplasias da Vesícula Biliar: Tumores ou câncer da vesícula biliar.Ducto Cístico: Canal (ligado à VESICULA BILIAR) que permite a saída da bile para dentro do DUCTO BILIAR COMUM.Antracossilicose: Forma de pneumoconiose causada por inalação de poeira que contém CARBONO e DIÓXIDO DE SILÍCIO cristalino. Estes materiais estranhos induzem a formação de nódulos fibrosos no pulmão.Colangiografia: Exame de imagem do TRATO BILIAR em que um corante de contraste (MEIO RADIOPACO) é injetado no DUCTO COLÉDOCO e são tiradas radiografias por raios X.Ópio: Exudato seco no ar da cápsula da semente imatura da papoula do ópio "Papaver somniferum" ou sua variante "P. album". Contém vários alcaloides, mas apenas alguns (MORFINA, CODEÍNA e PAPAVERINA) têm importância clínica. Tem-se utilizado o ópio como analgésico, antitussígeno, antidiarreico e antiespasmódico.Fístula Biliar: Passagem anormal em qualquer órgão do trato biliar ou entre órgãos biliares e outros órgãos.Lidofenina Tecnécio Tc 99m: Radiofármaco atóxico utilizado em CINTILOGRAFIA para a avaliação clínica dos distúrbios hepatobiliares em humanos.Bilirrubina: Pigmento biliar, que é um produto de degradação da HEME.Situs Inversus: Anormalidade congênita em que órgãos no TÓRAX e ABDOME estão opostos a suas posições normais (situs solitus) devido a transposição lateral. Normalmente o ESTÔMAGO e BAÇO estão na esquerda, FÍGADO na direita, pulmão direito de três lobos está à direita, e pulmão esquerdo de dois lobos na esquerda. O situs inversus tem um padrão familiar e foi associado com vários genes relacionados com proteínas associadas à microtúbulos.Doença de Gilbert: Transtorno familiar benigno, transmitido como herança autossômica dominante. É caracterizado por hiperbilirrubinemia crônica de baixo grau, com flutuações diárias consideráveis dos níveis de bilirrubina.Pancreatocolangiografia Retrógrada Endoscópica: Endoscopia por fibra ótica projetada para observação duodenal e canulação da AMPOLA DE VATER, para visualizar o sistema de ductos pancreático e biliar por injeção de um meio de contraste retrógrado. A papilotomia endoscópica (Vater) (ESFINCTEROTOMIA ENDOSCÓPICA) pode ser realizada durante este procedimento.Doenças Biliares: Doenças de qualquer parte do TRATO BILIAR incluindo VIAS BILIARES e VESÍCULA BILIAR.Anemia Falciforme: Doença caracterizada por anemia hemolítica crônica, crises dolorosas episódicas e envolvimento patológico de vários órgãos. É a expressão clínica de homozigosidade do gene que codifica a hemoglobina S.Somatotipos: Categorias particulares da estrutura corporal, determinada em bases de certas características físicas. Os três tipos corporais básicos são ectomorfo (físico magro), endomorfo (físico arredondado) e mesomorfo (físico atlético).Ácidos e Sais Biliares: Ácidos e sais esteroides. Os ácidos biliares primários são derivados do colesterol no fígado e geralmente conjugados com glicina ou taurina. Os ácidos biliares secundários são mais tarde modificados por bactérias no intestino. Desempenham um papel importante na digestão e absorção de gordura. Também têm sido usados farmacologicamente, especialmente no tratamento de cálculos biliares.Colangite: Inflamação do sistema ductal biliar (VIAS BILIARES), intra-hepático, extra-hepático ou ambos.Sistema Biliar: Os DUCTOS BILIARES e a VESÍCULA BILIAR.Tchecoslováquia: Criada como uma república em 1918 por Tchecos e Eslovacos de territórios que antigamente eram parte do Império Austro-Húngaro. O país dividiu-se em República Tcheca e Eslováquia em 1 de janeiro de 1993.Colangiopancreatografia por Ressonância Magnética: Técnica diagnóstica não invasiva para visualizar os DUCTOS PANCREÁTICOS e os DUCTOS BILIARES sem o uso de MEIOS DE CONTRASTE injetados ou raios-X. As varreduras por IRM fornecem excelente sensibilidade para a dilatação dos ductos, estruturas biliares e anormalidades intraductais.Pancreatite: INFLAMAÇÃO do PÂNCREAS. A pancreatite é classificada como aguda, a menos que haja uma tomografia computadorizada ou achados de colangiopancreatografia endoscópica retrógrada que indiquem PANCREATITE CRÔNICA (Simpósio Internacional de Pancreatite Aguda, Atlanta, 1992). As duas formas mais comuns de pancreatite aguda são PANCREATITE ALCOÓLICA e pancreatite por cálculo biliar.Doenças dos Ductos Biliares: Doenças de qualquer parte do sistema ductal do TRATO BILIAR desde os menores CANALÍCULOS BILIARES até o maior DUCTO COLÉDOCO.Ducto Colédoco: O maior canal biliar, formado pela junção do DUCTO CÍSTICO com o DUCTO HEPÁTICO COMUM.Ductos Biliares Intra-Hepáticos: Passagem dentro do fígado que tem como função o transporte de bile. Inclui os ductos hepáticos direito e esquerdo que se unem exteriormente ao fígado para formar o ducto hepático comum.Fístula Intestinal: Passagem anatômica anormal entre o INTESTINO e qualquer segmento do intestino ou outro órgão. A fístula intestinal externa está conectada à PELE (fístula enterocutânea). A fístula intestinal interna pode estar conectada a vários órgãos, como ESTÔMAGO (fístula gastrocólica), TRATO BILIAR (fístula colecistoduodenal) ou BEXIGA URINÁRIA do TRATO URINÁRIO (fístula colovesical). Entre os fatores de risco estão os processos inflamatórios, câncer, tratamento por radiação e acidentes cirúrgicos (ERROS MÉDICOS).Estudos Retrospectivos: Estudos nos quais os dados coletados se referem a eventos do passado.Glucuronosiltransferase: Família de enzimas que aceitam uma ampla gama de substratos, incluindo fenóis, álcoois, aminas e ácidos graxos. Funcionam como enzimas metabolizadoras de drogas, que catalisam a conjugação de ácido UDP-glucurônico a uma variedade de compostos endógenos e exógenos. EC 2.4.1.17.Ácido Ursodesoxicólico: Epímero do ácido quenodesoxicólico. É um ácido biliar de mamífero encontrado primeiramente em ursos e, aparentemente, é um precursor ou um produto do quenodesoxicolato. Sua administração altera a composição da bile e pode dissolver pedras biliares. É usado como colagogo e colerético.Colestase Extra-Hepática: Alteração do fluxo biliar através dos grandes DUCTOS BILIARES por obstrução mecânica ou constrição devido a processos benignos ou malignos.Ultrassonografia: Visualização de estruturas profundas do corpo por meio do registro dos reflexos ou ecos dos pulsos das ondas ultrassônicas direcionadas ao interior dos tecidos. A utilização de ultrassom para imagens ou fins diagnósticos usa frequências que variam de 1,6 a 10 mega-hertz.República Tcheca: Criada em 1 de janeiro de 1993 como resultado da divisão da Tchecoslováquia em República Tcheca e Eslováquia.Colesterol: Principal esterol de todos os animais superiores, distribuído nos tecidos do corpo, especialmente no cérebro e na medula espinhal, e nas gorduras e óleos animais.Colestase: Diminuição do fluxo biliar devido a obstrução nos ductos biliares pequenos (COLESTASE INTRA-HEPÁTICA) ou obstrução nos ductos biliares grandes (COLESTASE EXTRA-HEPÁTICA).Esfinterotomia Endoscópica: Incisão do esfíncter de Oddi ou ampola de Vater feita por inserção de um esfincterótomo através de um endoscópio (DUODENOSCÓPIOS), frequentemente seguido por colangiografia retrógrada (PANCREATOCOLANGIOGRAFIA RETRÓGRADA ENDOSCÓPICA). O tratamento endoscópico por esfincterotomia é o método de tratamento preferido para pacientes com retenção ou recorrência de pedras no ducto biliar pós-colecistectomia e para pacientes com risco cirúrgico reduzido que ainda têm a vesícula biliar.Ductos Biliares: Canais que coletam e transportam a secreção biliar dos CANALÍCULOS BILIARES (o menor ramo do TRATO BILIAR no FÍGADO), através dos pequenos ductos biliares, ductos biliares (externos ao fígado) e para a VESÍCULA BILIAR (para armazenamento).Camundongos Endogâmicos AKRCirrose Hepática: A doença hepática na qual a microcirculação normal, a anatomia vascular no geral, e a arquitetura hepática têm sido destruídas e alteradas de modo variado por septos fibrosos ao redor de nódulos parenquimatosos regenerados ou em regeneração.Hiperparatireoidismo Primário: Afecção de liberação anormalmente elevada do HORMÔNIO PARATIREÓIDEO devido a uma HIPERPLASIA da paratireoide ou NEOPLASIAS DAS PARATIREOIDES. Caracteriza-se pela combinação de HIPERCALCEMIA, fosfatúria, maior síntese renal de 1,25-DIIDROXIVITAMINA D3 e maior REABSORÇÃO ÓSSEA.Helicobacter: Gênero de bactérias Gram-negativas, forma espiralada, patogênicas que têm sido isoladas do trato intestinal de mamíferos, incluindo os humanos. Tem sido associado com ÚLCERA PÉPTICA.Ácido Quenodesoxicólico: Ácido biliar, geralmente conjugado com glicina ou taurina. Age como detergente para solubilizar as gorduras para a absorção intestinal e é reabsorvido pelo intestino delgado. É usado como colagogo, laxante colerético e para prevenir ou dissolver pedras biliares.Talassemia beta: Transtorno caracterizado pela síntese reduzida das ramificações beta da hemoglobina. Há retardo da síntese de hemoglobina A na forma heterozigótica (talassemia menor), a qual é assintomática, enquanto na forma homozigótica (talassemia maior, anemia de Cooley, anemia do Mediterrâneo, anemia eritroblástica), a qual pode resultar em complicações severas e mesmo em morte, a síntese de hemoglobina A é ausente.Traqueostomia: Formação cirúrgica de um orifício na traqueia através do pescoço, ou do orifício criado.

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biliar

  • Colelitíase ou pedra na vesícula é a presença de cálculos na vesícula biliar. (wikipedia.org)
  • A colelitíase se trata especificamente da formação desses cristais na vesícula biliar. (wikipedia.org)
  • Eles estão associados com pedras na vesícula biliar (colelitíase). (wikipedia.org)
  • Outra possibilidade é a obstrução da via biliar ou colelitíase. (wikipedia.org)
  • Patologia da vesícula biliar aguda, como uma colelitíase, colangite e colecistite aguda. (wikipedia.org)
  • As doenças mais comuns da vesícula biliar são a colelitíase e a colecistite. (wikipedia.org)
  • Ver artigo principal: Colelitíase A colelitíase é uma doença na qual há acúmulo de pedras (cálculos) na vesícula biliar. (wikipedia.org)
  • Colelitíase Colecistectomia O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Vesícula biliar Ginsburg, Ph.D., J.N. (22 de agosto de 2005). (wikipedia.org)
  • Nota: Se procura colelitíase ou cálculo biliar (pedras na vesícula biliar), veja Colelitíase. (wikipedia.org)
  • Não é necessariamente ligada à colelitíase (cálculos biliares) ou à colecistite (inflamação da vesícula biliar). (wikipedia.org)
  • As pedras na vesícula, chamadas de colelitíase ou cálculo biliar, surgem quando ocorre um desequilíbrio entre a quantidade de água e as substâncias presentes na bile. (blogspot.com)
  • Colangiografia é um exame de diagnóstico por imagem da vesícula biliar e das vias biliares usando raios-X. Usado principalmente para detectar "pedras" (colelitíase) e neoplasias. (wikipedia.org)

colecistite

  • O carcinoma primária está relacionado à colecistite e colelitíase. (wikipedia.org)
  • Apesar do desenvolvimento de técnicas não-cirúrgicas, ela é o melhor e mais comum método de se tratar a colelitíase e colecistite, embora existam outras razões pela qual a cirurgia deva ser realizada. (wikipedia.org)

pedras

  • Quando as pedras são muito numerosas ou muito grandes os sintomas mais comuns de colelitíase são: Dor súbita e que se intensifica rapidamente na parte superior direita do abdômen (hipocôndrio direito), centro superior (epigástrio), dor nas costas e que pode irradiar para ombro direito. (wikipedia.org)
  • Colelitíase é o nome que damos à presença de pedras dentro da vesícula, uma condição que pode ser assintomática em alguns casos, mas pode também provocar intensa dor abdominal se houver inflamação da vesícula. (blogspot.com)
  • Como surgem as pedras na vesícula (colelitíase)? (blogspot.com)

biliares

  • É frequente nos casos de obstrução dos canalículos e canais biliares, como o canal coléduco, denominando-se a patologia de colelitíase e coleducolitíase, respectivamete. (wikipedia.org)
  • É frequente nos casos de obstrução dos canalículos e canais biliares, como o canal colédoco, denominando-se a patologia de colelitíase e coleducolitíase, respectivamente. (wikipedia.org)

risco

  • Idade: incomum em pessoas jovens, o risco de se desenvolver colelitíase (cálculo na vesícula) é 4x maior a partir dos 40 anos de idade. (blogspot.com)
  • O cálcio sai dos ossos aumentando o risco de fraturas ósseas e se acumula em outros lugares causando cálculos renais e na vesícula (colelitíase). (wikipedia.org)