Nervo Óptico: O segundo nervo craniano que transporta informação visual da RETINA para o cérebro. Este nervo leva os axônios das CÉLULAS GANGLIONARES DA RETINA, que se reorganizam no QUIASMA ÓPTICO e continuam através do TRATO ÓPTICO para o cérebro. A maior projeção é para os núcleos geniculados laterais; outros alvos importantes incluem os COLÍCULOS SUPERIORES e NÚCLEO SUPRAQUIASMÁTICO. Ainda que conhecido como o segundo nervo craniano, é considerado parte do SISTEMA NERVOSO CENTRAL.Traumatismos do Nervo Óptico: Traumatismos do nervo óptico induzidos por um trauma da face ou cabeça. Podem ocorrer com lesões penetrantes ou fechadas. A compressão relativamente menor do aspecto superior da órbita pode também resultar em trauma do nervo óptico. As manifestações clínicas podem incluir perda visual, PAPILEDEMA e um defeito pupilar aferente.Disco Óptico: Porção do nervo óptico vista no fundo de olho com a utilização do oftalmoscópio. É formado pelo encontro de todos os axônios das células ganglionares da retina assim que penetram no nervo óptico.Doenças do Nervo Óptico: Doenças que produzem lesão ou disfunção do segundo nervo craniano ou nervo óptico, que geralmente é considerado um componente do sistema nervoso central. Danos às fibras do nervo óptico podem ocorrer na retina ou próximo a sua origem, no disco óptico ou no nervo, quiasma óptico, trato óptico ou núcleos geniculados laterais. As manifestações clínicas podem incluir diminuição da acuidade visual e sensibilidade a contraste, visão de cores prejudicada e defeito pupilar aferente.Neurite Óptica: Inflamação do nervo óptico. Entre as afecções comumente associadas estão transtornos autoimunes como ESCLEROSE MÚLTIPLA, infecções e doenças granulomatosas. Os sinais clínicos incluem dor retro-orbital que é agravada por movimento dos olhos, perda da visão de cores e sensibilidade a contrastes podendo progredir para perda visual grave, um defeito pupilar aferente (pupila de Marcus-Gunn) e, em alguns casos, hiperemia do disco óptico e inchaço. A inflamação pode ocorrer na porção do nervo dentro do globo (neuropapilite ou neurite óptica anterior) ou na porção atrás do globo (neurite retrobulbar ou neurite óptica posterior).Quiasma Óptico: Estrutura em formato de X formada pelo encontro de dois nervos ópticos. No quiasma óptico as fibras da parte medial de cada retina cruzam para projetarem para o outro lado do cérebro, enquanto que as fibras da parte lateral da retina continuam no mesmo lado. Como resultado temos que cada hemisfério cerebral recebe informações sobre o campo visual contralateral de ambos os olhos.Atrofia Óptica: Atrofia do disco óptico (congênita ou adquirida) que indica uma deficiência no número de fibras nervosas, que se iniciam na RETINA e convergem para formar o DISCO ÓPTICO, NERVO ÓPTICO, QUIASMA ÓPTICO e tratos ópticos. São causas comuns desta afecção GLAUCOMA, ISQUEMIA, inflamação, elevação crônica da pressão intracraniana, toxinas, compressão do nervo óptico e hereditariedade. (ver ATROFIAS ÓPTICAS HEREDITÁRIAS).Neoplasias do Nervo Óptico: Neoplasias benignas e malignas que surgem a partir do nervo óptico ou da sua bainha. O GLIOMA DO NERVO ÓPTICO é o tipo histológico mais comum. As neoplasias do nervo óptico tendem a causar perda visual unilateral e um defeito pupilar aferente e podem se disseminar por vias neurais para o cérebro.Células Ganglionares da Retina: Neurônios da camada mais interna da retina, a camada plexiforme interna. Possuem tamanhos e formas variáveis, e seus axônios se projetam via NERVO ÓPTICO para o encéfalo. Um pequeno conjunto destas células age como fotorreceptores com projeções ao NÚCLEO SUPRAQUIASMÁTICO, o centro da regulação do RITMO CIRCADIANO.Fibras Nervosas: Prolongações delgadas dos NEURÔNIOS, incluindo AXÔNIOS e seus invólucros gliais (BAINHA DE MIELINA). As fibras nervosas conduzem os impulsos nervosos para e do SISTEMA NERVOSO CENTRAL.Nervo Isquiático: Nervo que se origina nas regiões lombar e sacral da medula espinhal (entre L4 e S3) e fornece inervação motora e sensitiva para a extremidade inferior. O nervo ciático, que é a principal continuação do plexo sacral, é o maior nervo do corpo. Apresenta dois ramos principais, o NERVO TIBIAL e o NERVO PERONEAL.Compressão Nervosa: Tratamento de músculos e nervos sob pressão, como resultado de lesões por esmagamento.Regeneração Nervosa: Renovação ou reparo fisiológico de um tecido nervoso lesado.Glioma do Nervo Óptico: Tumores derivados de células da glia originando-se do nervo óptico, normalmente aparecendo na infância.Nervos Periféricos: Nervos localizados fora do cérebro e medula espinhal, incluindo os nervos autônomos, cranianos e espinhais. Os nervos periféricos contêm células não neuronais, tecido conjuntivo e axônios. As camadas de tecido conjuntivo incluem, da periferia para o interior, epineuro, perineuro e endoneuro.Neuropatia Óptica Isquêmica: Lesão isquêmica do NERVO ÓPTICO que normalmente afeta o DISCO ÓPTICO (neuropatia óptica isquêmica anterior) e, menos frequentemente, a porção retrobulbar do nervo (neuropatia óptica isquêmica posterior). A lesão resulta da oclusão do suprimento de sangue arterial, que pode resultar de ARTERITE TEMPORAL, ATEROSCLEROSE, DOENÇAS DO COLÁGENO, EMBOLISMO, DIABETES MELLITUS e outras afecções. A doença ocorre principalmente na sexta década ou mais tarde e se apresenta com início súbito de perda visual monocular, normalmente grave e sem dor. A neuropatia óptica isquêmica anterior também se caracteriza por edema do disco óptico com micro-hemorragias. O disco óptico se apresenta normal na neuropatia óptica isquêmica posterior (Tradução livre do original: Glaser, Neuro-Ophthalmology, 2nd ed, p135).Axônios: Fibras nervosas capazes de conduzir impulsos rapidamente para fora do corpo da célula nervosa.Retina: Membrana de tecido nervoso (composta por dez camadas e encontrada no olho) que se continua no NERVO ÓPTICO. Recebe imagens de objetos externos e transmite [essas informações] ao cérebro [em forma de] impulsos visuais [nervosos]. Sua superfície externa está em contato com a COROIDE e a interna, com o CORPO VÍTREO. A camada mais externa é pigmentada e as outras (9), transparentes.Pressão Intraocular: Pressão exercida pelos fluidos no olho.Glaucoma: Doença ocular, ocorrendo em várias formas, tendo como principais características um aumento prolongado ou instável da pressão intraocular, na qual o olho não pode permanecer sem danos à sua estrutura ou prejuízo de suas funções. As consequências da pressão elevada podem se manifestar com uma variedade de sintomas, dependendo do tipo e severidade, como escavação do disco óptico, endurecimento do globo ocular, anestesia corneana, acuidade visual reduzida, visão de halos coloridos ao redor da luz, adaptação ao escuro prejudicada, defeitos do campo visual e cefaleias.Papiledema: Inchaço do DISCO ÓPTICO, normalmente associado com pressão intracraniana elevada, caracterizado por hiperemia, embaçamento das margens do disco, micro-hemorragias, ampliação da mancha cega e engrossamento das veias retinianas. O papiledema crônico pode causar ATROFIA ÓPTICA e perda visual. (Tradução livre do original: Miller et al., Clinical Neuro-Ophthalmology, 4th ed, p175)Lobo Óptico de Animais não Mamíferos: Em zoologia de invertebrados, um lobo lateral do PROSENCÉFALO em certos ARTRÓPODES. Em zoologia de vertebrados, cada um dos corpos bigêmeos (corpora bigemina) de VERTEBRADOS não mamíferos.Atrofias Ópticas Hereditárias: Doenças hereditárias caracterizadas por perda visual progressiva em associação com atrofia óptica. As formas relativamente comuns incluem ATROFIA ÓPTICA AUTOSSÔMICA DOMINANTE e ATROFIA ÓPTICA HEREDITÁRIA DE LEBER.Fluxo Óptico: Campo visual contínuo visualizado por um sujeito através do espaço e do tempo.Bloqueio Nervoso: Interrupção da CONDUÇÃO NERVOSA pelos nervos periféricos ou pelos troncos nervosos por meio de injeção local de substâncias anestésicas (ex.: LIDOCAÍNA, FENOL, TOXINAS BOTULÍNICAS) para controlar ou tratar a dor.Olho: Órgão da visão consistindo de um par de órgãos globulares compostos por uma estrutura relativamente esférica de três camadas especializado em receber e responder à informação luminosa.Neoplasias dos Nervos Cranianos: Neoplasias malignas e benignas que surgem em um ou mais dos doze pares de nervos cranianos.Terminações Nervosas: Terminações especializadas das FIBRAS NERVOSAS, NEURÔNIOS sensoriais ou motores. As terminações dos neurônios sensoriais são o começo da via aferente para o SISTEMA NERVOSO CENTRAL. As terminações dos neurônios motores são as terminações dos axônios nas células musculares. As terminações nervosas que liberam neurotransmissores são chamadas TERMINAÇÕES PRÉ-SINÁPTICAS.Atrofia Óptica Hereditária de Leber: Desordem genética ligada à mãe que aparece na meia vida como uma perda central da visão, aguda ou subaguda levando a um escotoma central e cegueira. A doença foi associada com mutações de sentido incorreto no DNAmt, nos genes para os Complexos polipeptídicos I, III e IV que podem agir autonomamente ou em associação com cada um, causando a doença. (Tradução livre do original: Online Mendelian Inheritance in Man, http://www.ncbi.nlm.nih.gov/Omim/, MIM#535000 (April 17, 2001))Óptica e Fotônica: Campo especializado da física e da engenharia que estuda o comportamento e as propriedades da luz e a tecnologia de análise da geração, transmissão e manipulação da RADIAÇÃO ELETROMAGNÉTICA na escala visível, infravermelha e ultravioleta.Nervo Sural: Ramo do nervo tibial que fornece inervação sensitiva para partes da região inferior da perna e pé.Nervo Mediano: Importante nervo da extremidade superior. Em humanos, as fibras do nervo mediano se originam nas regiões cervical inferior e torácica superior da medula espinhal (geralmente entre C6 e T1), e percorrem seu trajeto via plexo braquial fornecendo a inervação sensitiva e motora do antebraço e mão.Glaucoma de Ângulo Aberto: Glaucoma no qual o ângulo da câmara anterior está aberto e a malha trabecular não encontra a base da íris.Nervo Facial: VII nervo craniano. O nervo facial é composto de duas partes, uma raiz motora maior que pode ser chamada de nervo facial propriamente dito, e uma raiz intermediária menor ou raiz sensitiva (nervo intermédio). Juntas, estas raizes fornecem a inervação eferente dos músculos da expressão facial e das glândulas lacrimais e salivares, e transportam informação aferente para a gustação nos 2/3 anteriores da língua e tato da orelha externa.Traumatismos dos Nervos Periféricos: Lesões nos NERVOS PERIFÉRICOS.Oftalmoscopia: Avaliação do interior do olho com um oftalmoscópio.Síndromes de Compressão Nervosa: Compressão mecânica de nervos ou raizes de nervos de causas internas ou externas. Podem resultar em um bloqueio na condução de impulsos nervosos (devido à disfunção da BAINHA DE MIELINA) ou perda axonal. As lesões do nervo e da bainha de mielina podem ser causadas por ISQUEMIA, INFLAMAÇÃO ou um efeito mecânico direto.Drusas do Disco Óptico: Corpos do disco óptico compostos principalmente por ácido polimucossacarídeo que pode produzir pseudopapiledema (elevação do disco óptico sem HIPERTENSÃO INTRACRANIANA associada) e deficiências do campo visual. As drusas também podem ocorrer na retina (v. DRUSAS RETINIANAS). (Tradução livre do original: Miller et al., Clinical Neuro-Ophthalmology, 4th ed, p355)Transporte Axonal: Transporte direcionado de ORGANELAS e moléculas ao longo dos AXÔNIOS da célula nervosa. O transporte pode ser anterógrado (a partir do corpo celular) ou retrógrado (em direção ao corpo celular). (Tradução livre do original: Alberts et al., Molecular Biology of the Cell, 3d ed, pG3)Bainha de Mielina: Bainha rica em lipídeos que circunda os AXÔNIOS, tanto no SISTEMA NERVOSO CENTRAL como no SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. A bainha de mielina é um isolante elétrico e permite a condução mais rápida e mais eficiente energeticamente dos impulsos nervosos. A camada é formada por membranas celulares de células da glia (CÉLULAS DE SCHWANN no sistema nervoso periférico e OLIGODENDROGLIA no sistema nervoso central). A deterioração desta bainha nas DOENÇAS DESMIELINIZANTES é um grave problema clínico.Nervo Tibial: Ramo terminal medial do nervo ciático. As fibras do nervo tibial se originam dos segmentos lombar e sacral da medula espinhal (entre L4 e S2). Fornecem a inervação sensitiva e motora para partes da panturrilha e pé.Degeneração Neural: Perda da atividade funcional e degeneração trófica de axônios nervosos e suas ramificações terminais, seguida à destruição de suas células de origem ou interrupção de sua continuidade com estas células. A patologia é característica de doenças neurodegenerativas. Geralmente, o processo de degeneração nervosa é estudado em pesquisas de localização neuroanatômica e correlação da neurofisiologia das vias neurais.Nervo Ulnar: Importante nervo da extremidade superior. Em humanos, as fibras do nervo ulnar se originam nas regiões cervical inferior e torácica superior da medula espinhal (geralmente entre C7 e T1), correm via fascículo medial do plexo braquial e fornecem inervação sensitiva e motora para partes da cabeça e antebraço.Órbita: Cavidade óssea que segura o globo ocular e seus tecidos associados e apêndices.Campos Visuais: Área total ou espaço visível na visão periférica de uma pessoa com o olho direcionado para frente.Fatores de Crescimento Neural: Fatores que aumentam a potencialidade de crescimento de neurônios sensitivos e simpáticos.Transtornos da Visão: Compromentimentos da visão que limitam uma ou mais funções básicas do olho: acuidade visual, adaptação ao escuro, visão de cores ou periférica. Podem resultar de OFTALMOPATIAS, DOENÇAS DO NERVO ÓPTICO, doenças das VIAS VISUAIS, doenças do LOBO OCCIPITAL, TRANSTORNOS DA MOTILIDADE OCULAR e outras afecções. (Tradução livre do original: Newell, Ophthalmology: Principles and Concepts, 7th ed, p132)Colículos Superiores: Par anterior dos corpos quadrigêmeos que coordenam o comportamento geral que orienta respostas a estímulos visuais, como virar-se e esticar-se.Atrofia Óptica Autossômica Dominante: Atrofia óptica dominante é uma neuropatia óptica hereditária que causa diminuição da acuidade visual, deficiência na visão colorida, escotoma centrocecal e palidez do nervo óptico. (Tradução livre do original: Hum. Genet. 1998; 102: 79-86). As mutações que levam à estas afecções foram mapeadas no gene OPA1 no cromossomo 3q28-q29. O OPA1 codifica a GTPase relacionada à dinamina localizada na mitocôndria.Hipertensão Ocular: Afecção em que a pressão intraocular está elevada acima do normal, podendo levar ao glaucoma.Nervo Femoral: Nervo que se origina na região lombar da medula espinhal (geralmente entre L2 e L4) e corre através do plexo lombar a fim de fornecer inervação motora para os extensores da coxa e inervação sensitiva para partes da coxa, região inferior da perna, pé e junturas do quadril e do joelho.Axotomia: Transecção ou rompimento de um axônio. Este tipo de denervação é utilizado com frequência em estudos experimentais de fisiologia neural e morte ou sobrevivência neural, em direção ao entendimento de doenças do sistema nervoso.Coloboma: Anomalia congênita em que algumas das estruturas estão ausentes devido à fusão incompleta da fissura intraocular fetal durante a gestação.Nervos Espinhais: Os 31 pares de nervos periféricos formados pela união das raizes espinhais dorsal e ventral de cada segmento da medula espinhal. Os plexos nervosos espinhais e as raizes espinhais também estão incluídos nesta definição.Nervos Cranianos: Doze pares de nervos que transportam fibras aferentes gerais, aferentes viscerais, aferentes especiais, eferentes somáticas e eferentes autônomas.Fator de Crescimento Neural: O FATOR DE CRESCIMENTO NEURAL é o primeiro de uma série de fatores neurotróficos que influenciam o crescimento e diferenciação de neurônios sensitivos simpáticos. Compreende as subunidades alfa, bta e gama. A subunidade beta é a responsável pela sua atividade estimuladora do crescimento.Carpa Dourada: Nome vulgar de Carassius auratus, um tipo de carpa (CARPAS).Potenciais Evocados Visuais: Resposta elétrica evocada no córtex cerebral por estimulação visual ou por estimulação das vias visuais.Acuidade Visual: Clareza ou nitidez da VISÃO OCULAR ou a habilidade dos olhos de enxergar detalhes finos. A acuidade visual depende das funções da RETINA, da transmissão nervosa e da habilidade interpretativa do encéfalo. A acuidade visual normal (humana) é expressa como 20/20, que indica que uma pessoa pode enxergar a 20 pés (aproximadamente 6,1 m) o que normalmente deve ser visto a esta distância. A acuidade visual também pode ser influenciada por brilho, cor e contraste.Esclera: A túnica, fibrosa, branca e opaca, mais externa do globo ocular, revestindo-o inteiramente com exceção do segmento revestido anteriormente pela córnea. É essencialmente avascular, porém contém aberturas para a passagem de vasos sanguíneos, linfáticos e nervos. Recebe os tendões de inserção dos músculos extraoculares e no nível da junção esclerocorneal contém o seio venoso da esclera [anteriormente chamado de canal de Schlemm]. (Tradução livre do original: Cline et al., Dictionary of Visual Science, 4th ed)Fibras Nervosas Mielinizadas: Classe de fibras nervosas definidas por sua estrutura, especificamente o arranjo da bainha nervosa. Os AXÔNIOS das fibras nervosas mielinizadas são completamente revestidos por uma BAINHA DE MIELINA. São fibras de diâmetros relativamente grandes e variados. Sua velocidade de CONDUÇÃO NERVOSA é maior que nas fibras nervosas não mielinizadas (FIBRAS NERVOSAS NÃO MIELINIZADAS). Fibras nervosas mielinizadas estão presentes nos nervos somáticos e autossômicos.Fotografia: Método de produzir imagens em uma superfície sensibilizada por exposição à luz ou outra fonte de energia luminosa.Nervo Trigêmeo: O quinto e maior nervo craniano. O nervo trigêmeo é um nervo misto, composto de uma parte motora e sensitiva. A parte sensitiva, maior, forma os nervos oftálmico, mandibular e maxilar que transportam fibras aferentes sensitivas de estímulos internos e externos provenientes da pele, músculos e junturas da face e boca, e dentes. A maioria destas fibras se originam de células do GÂNGLIO TRIGÊMEO e projetam para o NÚCLEO ESPINAL DO TRIGÊMEO no tronco encefálico. A menor parte motora nasce do núcleo motor do trigêmeo no tronco encefálico e inerva os músculos da mastigação.Vias Visuais: Grupo de corpos celulares e fibras nervosas que conduzem impulsos dos olhos para o córtex cerebral. Compreendem a RETINA, NERVO ÓPTICO, trato óptico e o trato geniculocalcarino.Técnicas de Diagnóstico Oftalmológico: Métodos e procedimentos para o diagnóstico de doenças do olho ou distúrbios da visão.Nervo Frênico: O nervo motor do diafragma. As fibras do nervo frênico se originam na medula espinhal cervical (a maioria na C4) e correm através do plexo cervical até o diafragma.Nervo Radial: Importante nervo da extremidade superior. Em humanos, as fibras do nervo radial se originam nas regiões cervical inferior e torácica superior da medula espinhal (geralmente entre C5 e T1), percorrem seu trajeto via fascículo posterior do plexo braquial, e fornecem inervação motora para os músculos extensores do braço e fibras sensitivas cutâneas para as regiões extensoras do braço e mão.Contagem de Células: Número de CÉLULAS de um tipo específico, geralmente medido por unidade de volume ou área da amostra.Doenças RetinianasAstrócitos: Classe de grandes células da neuroglia (macrogliais) no sistema nervoso central (as maiores e mais numerosas células da neuroglia localizadas no cérebro e na medula espinhal). Os astrócitos (células "estrela") têm forma irregular, com vários processos longos, incluindo aqueles com "pés terminais"; estes formam a membrana glial (limitante) e, direta ou indiretamente, contribuem para a BARREIRA HEMATO-ENCEFÁLICA. Regulam o meio extracelular químico e iônico e os "astrócitos reativos" (junto com a MICROGLIA) respondem a lesão.Raízes Nervosas Espinhais: Feixes pareados das FIBRAS NERVOSAS que penetram e partem de cada segmento da MEDULA ESPINAL. As raízes nervosas ventrais e dorsais unem-se para formar os nervos espinais mistos dos segmentos. As raízes dorsais são geralmente aferentes, formadas pelas projeções centrais das células sensitivas dos gânglios espinais (raiz dorsal), enquanto que as raízes ventrais são eferentes, compreendendo os axônios dos neurônios motores espinhais e FIBRAS AUTÔNOMAS PRÉ-GANGLIONARES.Tomografia de Coerência Óptica: Método de diagnóstico por imagem que utiliza LASERS empregado para mapear estruturas subsuperficiais. Quando um sítio refletor da amostra está na mesma longitude de trajetoria óptica (coerência) como espelho de referência, o detector observa o perímetro de interferência.Neuroglia: Células não neuronais do sistema nervoso. Não só fornecem suporte físico, mas respondem à lesão, regulam a composição iônica e química do meio extracelular, participam das BARREIRAS HEMATOENCEFÁLICA e HEMATORETINIANA, formam o isolamento de mielina das vias neuronais, guiam a migração neuronal durante o desenvolvimento e participam da troca de metabólitos com os neurônios. A neuroglia tem sistemas de alta afinidade para captar transmissores, canais iônicos dependentes de voltagem e controlados por transmissores, podendo liberar transmissores; entretanto, seu papel na sinalização (como em muitas outras funções) não está claro.Veia Retiniana: Veia central da retina juntamente com suas tributárias. Corre uma pequena extensão junto ao nervo óptico e então deixa a órbita drenando para a veia oftálmica superior ou seio cavernoso.Modelos Animais de Doenças: Doenças animais ocorrendo de maneira natural ou são induzidas experimentalmente com processos patológicos suficientemente semelhantes àqueles de doenças humanas. São utilizados como modelos para o estudo de doenças humanas.Vasos Retinianos: Vasos sanguíneos que nutrem e drenam a retina.Artéria Retiniana: Artéria central da retina juntamente com suas ramificações. Origina-se da artéria oftálmica, penetra no nervo óptico correndo através do seu centro, penetra no olho através do disco óptico e ramifica-se a fim de irrigar a retina.Condução Nervosa: Propagação do IMPULSO NERVOSO ao longo do nervo afastando-se do local do estímulo excitatório.Nervo Oftálmico: Ramo sensitivo do nervo trigêmeo (V nervo craniano). O nervo oftálmico transporta fibras aferentes gerais da divisão superficial da face, incluindo a órbita, conjuntiva, pálpebra superior, parte superior do nariz, mucosa nasal e escalpo.Proteínas do Tecido NervosoTecido Nervoso: Tecido diferenciado do sistema nervoso central composto por NEURÔNIOS, fibras, DENDRITOS e células de apoio especializadas.Tomografia: Método de avaliação por imagem que resulta em imagens nítidas de objetos localizados num plano escolhido e imagens desfocadas localizadas acima ou abaixo do plano.Nervo Mandibular: Ramo do nervo trigêmeo (V nervo craniano). O nervo mandibular transporta fibras motoras para os músculos da mastigação e fibras sensitivas para os dentes e gengiva, região mandibular da face e partes da dura-máter.Testes de Campo Visual: Método para medição e mapeamento da amplitude da visão, do centro para a periferia de cada olho.Proteína Glial Fibrilar Ácida: Proteína do filamento intermediário encontrada somente em células gliais ou células de origem glial. Peso molecular de 51.000 Daltons (51 kDa).Cegueira: Incapacidade de enxergar ou ausência da percepção visual. Esta afecção pode ser o resultado de DOENÇAS OCULARES, DOENÇAS DO NERVO ÓPTICO, doenças do QUIASMA ÓPTICO ou DOENÇAS CEREBRAIS que afetam as VIAS VISUAIS ou LOBO OCCIPITAL.Estilbamidinas: ESTILBENOS com AMIDINAS unidas.Hipertensão Intracraniana: Pressão elevada dentro da abóbada craniana. Pode resultar de várias afecções, incluindo HIDROCEFALIA, EDEMA CEREBRAL, massas intracranianas, HIPERTENSÃO sistêmica grave, PSEUDOTUMOR CEREBRAL e outros transtornos.Técnica Indireta de Fluorescência para Anticorpo: Técnica de fluorescência para anticorpo, geralmente utilizada para detectar anticorpos e complexos imunológicos em tecidos e micro-organismos em pacientes com doenças infecciosas. A técnica envolve a formação de um complexo antígeno-anticorpo que é ligado a uma fluoresceína conjugada a um anticorpo anti-imunoglobina.Artérias Ciliares: Três grupos de artérias encontradas no olho, que irrigam a íris, pupila, esclera, conjuntiva e os músculos da íris.Tonometria Ocular: Medida da tensão ocular (PRESSÃO INTRAOCULAR) com um tonômetro.Denervação: Ressecção ou remoção dos nervos para um órgão ou parte. (Dorland, 28a ed)Nervo Coclear: Parte coclear do VIII par de nervos cranianos (NERVO VESTIBULOCOCLEAR). As fibras do nervo coclear se originam de neurônios do GÂNGLIO ESPIRAL e se projetam perifericamente para as células ciliadas cocleares e centralmente para os núcleos cocleares (NÚCLEO COCLEAR) do TRONCO ENCEFÁLICO. Elas mediam o sentido da audição.Fundo de Olho: Região côncava interior do olho, consistindo da retina, da coroide, da esclera, do disco óptico e dos vasos sanguíneos, observada através do oftalmoscópio.Degeneração Walleriana: Degeneração de aspectos distais de um axônio nervoso seguido a uma lesão da porção proximal ou do corpo celular do axônio. O processo caracteriza-se por fragmentação do axônio e sua BAINHA DE MIELINA.Oligodendroglia: Classe de grandes células da neuroglia (macroglia), localizadas no sistema nervoso central. A oligodendroglia pode ser denominada interfascicular, perivascular ou perineuronal (não deve ser confundida com CÉLULAS SATÉLITES PERINEURONAIS dos GÂNGLIOS), conforme a localização. Forma a bainha isolante de mielina (BAINHA DE MIELINA) dos axônios no sistema nervoso central.Angiofluoresceinografia: Visualização do sistema vascular após injeção intravenosa de uma solução de fluoresceína. As imagens podem ser fotografas ou televisionadas em uma tela. É utilizada especialmente para estudar a vascularização retinal e uveal.Nervos Esplâncnicos: Os principais nervos que suprem a inervação simpática abdominal. Os nervos esplâncnicos maior, menor e imo são formados pelas fibras pré-ganglionares provenientes da medula espinhal que passam através dos gânglios paravertebrais e então chegam aos gânglios e plexos celíacos. Os nervos esplâncnicos lombares transportam fibras que passam através dos gânglios paravertebrais e chegam aos gânglios mesentérico e hipogástrico.Fluxometria por Laser-Doppler: Método não invasivo de medida contínua da MICROCIRCULAÇÃO. A técnica é baseada nos valores do EFEITO DOPPLER de luz laser de baixa energia, randomicamicamente distribuída pelas estruturas estáticas e partículas que se movem no tecido.Estimulação Elétrica: Uso de correntes ou potenciais elétricos para obter respostas biológicas.Anormalidades do Olho: Ausência congênita ou defeitos na estrutura do olho, podendo também ser hereditária.Enucleação Ocular: Remoção cirúrgica da pálpebra deixando os músculos do olho e o conteúdo orbital remanescente intactos.Nervo Glossofaríngeo: O IX nervo craniano. O nervo glossofaríngeo é um nervo misto - motor e sensorial. Transporta sinais eferentes somáticos e autônomos, e aferentes gerais, especiais e viscerais. Entre suas conexões encontram-se fibras motoras enviadas para o músculo estilofaríngeo, fibras parassimpáticas para as glândulas parótidas, aferentes gerais e relacionadas à gustação provenientes do terço posterior da língua, da nasofaringe e do palato, e fibras aferentes provenientes das células barorreceptores e das CÉLULAS QUIMIORRECEPTORAS do seio carotídeo.Lasers: Fonte óptica que emite fótons por um feixe coerente. A Amplificação da luz por Emissão de Radiação Estimulada (LASER) trouxe o uso de dispositivos que transformam a luz de várias frequências em uma única intensa, próxima do feixe não divergente de radiação monocromática. Os lasers operam nas regiões do espectro [dos comprimentos de onda] visível, infravermelho, ultravioleta ou de raios X.Ratos Endogâmicos BNCorioide: Membrana delgada e altamente vascularizada que reveste a maior parte da região posterior do olho localizada entre a RETINA e a ESCLERA.Teto do Mesencéfalo: Porção dorsal ou teto do mesencéfalo que é composto de dois pares de saliências, os COLÍCULOS INFERIORES e os COLÍCULOS SUPERIORES. Estes quatro colículos também são chamados de corpos quadrigêmeos (TETO DO MESENCÉFALO). São centros para a integração sensorimotora visual.Fenômenos Fisiológicos Oculares: Processos e propriedades do OLHO como um todo ou de qualquer de suas partes.Pseudotumor Cerebral: Doença caracterizada pela pressão intracraniana elevada e, clinicamente, por CEFALEIAS, NÁUSEA, PAPILEDEMA, constrição periférica dos campos visuais, obscurações visuais transitórias e ZUMBIDO pulsátil. Com frequência, a OBESIDADE está associada com esta condição, que afeta principalmente mulheres entre 20 e 44 anos de idade. O PAPILEDEMA crônico pode levar à lesão do nervo óptico (v. DOENÇAS DO NERVO ÓPTICO) e perda visual (v. CEGUEIRA).Gatos: Família carnívora FELIDAE (Felis catus, gato doméstico), composta por mais de 30 raças diferentes. O gato doméstico descende primariamente do gato selvagem da África e do extremo sudoeste da Ásia. Embora provavelmente estivessem presentes em cidades da Palestina há 7.000 anos, a domesticação em si ocorreu no Egito aproximadamente há 4.000 anos . (Tradução livre do original: Walker's Mammals of the World, 6th ed, p801)Eletrorretinografia: Registro de potenciais elétricos na retina após estimulação luminosa.Proteínas de Neurofilamentos: Proteínas de filamento intermediário do tipo III que forma neurofilamentos, o principal elemento do citoesqueleto de axônios e dendritos de células neuronais. Consistem em três polipeptídeos distintos, os três elementos que formam o neurofilamento. Os tipos I, II e IV de proteínas do filamento intermediário formam outros elementos do citoesqueleto, tais como as queratinas e laminas. Parece que o metabolismo de neurofilamentos encontra-se perturbado na doença de Alzheimer, devido à presença de epítopos de neurofilamento nos novelos neurofibrilares, bem como pela severa redução da expressão do gene da subunidade de neurofilamento do conjunto dos três elementos que formam o neurofilamento no cérebro de pacientes portadores da doença de Alzheimer.Imagem por Ressonância Magnética: Método não invasivo de demonstração da anatomia interna baseado no princípio de que os núcleos atômicos em um campo magnético forte absorvem pulsos de energia de radiofrequência e as emitem como ondas de rádio que podem ser reconstruídas nas imagens computadorizadas. O conceito inclui técnicas tomográficas do spin do próton.Fator de Transcrição PAX2: Fator de transcrição box pareado, essencial para a ORGANOGÊNESE do SISTEMA NERVOSO CENTRAL e RIM.Ratos Sprague-Dawley: Linhagem de ratos albinos amplamente utilizada para propósitos experimentais por sua tranquilidade e facilidade de manipulação. Foi desenvolvida pela Companhia de Animais Sprague-Dawley.Nervos Torácicos: Os doze nervos espinhais em cada lado do tórax. Inclui os onze NERVOS INTERCOSTAIS e um nervo subcostal. Estes nervos fornecem inervação sensitiva e motora para os músculos e pele das paredes abdominal e torácica.Nervo Oculomotor: O III nervo craniano. O nervo oculomotor envia fibras motoras para os músculos levantador da pálpebra, reto superior, reto inferior e oblíquo inferior do olho. Envia também fibras eferentes parassimpáticas (via gânglio ciliar) para os músculos controladores da constrição e acomodação da pupila. As fibras motoras se originam nos núcleos oculomotores do mesencéfalo.Nervo Acessório: Décimo primeiro nervo craniano que se origina dos NEURÔNIOS no BULBO e na MEDULA CERVICAL. Possui uma raiz craniana, que se une ao NERVO VAGO (X craniano) e envia fibras motoras para os músculos da LARINGE, e uma raiz espinhal, que envia fibras motoras para os músculos do TRAPÉZIO e os músculos esternocleidomastóideos.Microscopia Eletrônica: Microscopia que utiliza um feixe de elétrons, em vez de luz, para visualizar a amostra, permitindo assim uma grande amplificação. As interações dos ELÉTRONS com as amostras são usadas para fornecer informação sobre a estrutura fina da amostra. Na MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO, as reações dos elétrons transmitidas através da amostra são transformadas em imagem. Na MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA, um feixe de elétrons incide em um ângulo não normal sobre a amostra e a imagem é formada a partir de reações que ocorrem acima do plano da amostra.Peroxidase do Rábano Silvestre: Enzima isolada de rábano silvestre que é capaz de agir como antígeno. É usada frequentemente como marcador histoquímico em microscopia óptica e eletrônica. Sua antigenicidade tem permitido seu uso como um antígeno combinado e marcador em imunologia experimental.Imuno-Histoquímica: Localização histoquímica de substâncias imunorreativas utilizando anticorpos marcados como reagentes.Reflexo Pupilar: Contração da pupila em resposta à estimulação luminosa da retina. Refere-se também a qualquer reflexo envolvendo a íris, com resultante alteração do diâmetro da pupila.Tecnologia de Fibra Óptica: Tecnologia da transmissão da luz por longas distâncias através de fios de vidro ou outro material transparente.Traumatismos do Nervo Facial: Lesões traumáticas do nervo facial. Podem resultar em PARALISIA FACIAL, salivação e lacrimação diminuídas e perda da sensação de sabor na língua anterior. O nervo pode se regenerar e reformar seu padrão original de inervação, ou se regenerar aberrantemente resultando em lacrimação inapropriada a estímulos gustatórios (ex., "lágrimas de crocodilo") e outras síndromes.Molde por Corrosão: Preparação de um tecido que envolve a injeção de plástico (acrílico) nos vasos sanguíneos ou cavidade de uma víscera, e tratamento do tecido com uma substância corrosiva. Isto resulta em uma cópia negativa ou uma réplica sólida do espaço fechado do tecido que está pronto para ser visualizado em um microscópio eletrônico de varredura.Nervo Abducente: Sexto par de nervos cranianos que se origina no NÚCLEO DO NERVO ABDUCENTE da PONTE e envia fibras motoras para os músculos retos laterais do OLHO. Danos ao nervo ou ao seu núcleo prejudicam o controle do movimento horizontal do olho.Oftalmopatias: Doenças que afetam os olhos.Neoplasias da Retina: Tumores ou câncer da RETINA.Oftalmoscópios: Dispositivos para examinar o interior do olho, permitindo a visualização clara das estruturas do olho em qualquer profundidade.(Tradução livre do original: UMDNS, 1999)Macaca fascicularis: Espécie do gênero MACACA que vive tipicamente próximo à costa em riachos de maré e pântanos artificiais, primariamente nas ilhas da península Malaia.Sistema Nervoso Simpático: Divisão toracolombar do sistema nervoso autônomo. Fibras pré-ganglionares simpáticas se originam nos neurônios da coluna intermediolateral da medula espinhal e projetam para os gânglios paravertebrais e pré-vertebrais, que por sua vez projetam para os órgãos alvo. O sistema nervoso simpático medeia a resposta do corpo em situações estressantes, por exemplo, nas reações de luta e fuga. Frequentemente atua de forma recíproca ao sistema parassimpático.Doenças do Nervo Facial: Doenças dos núcleos ou nervos faciais. Os transtornos da ponte podem afetar os núcleos faciais ou fascículos dos nervos. O nervo pode estar envolvido intracranialmente, ao longo de seu curso através da porção petrosa do osso temporal ou ao longo de seu curso extracraniano. Entre as manifestações clínicas estão fraqueza muscular facial, perda de sabor na língua anterior, hiperacusia e lacrimação diminuída.Artéria Oftálmica: Artéria originada a partir da artéria carótida interna. Irriga o olho, a órbita e estruturas faciais adjacentes.Nervo Laríngeo Recorrente: Ramos do nervo vago (X par craniano). Os nervos laringeos recorrentes se originam mais caudalmente que os nervos laringeos superiores e seguem diferentes vias nos lados direito e esquerdo. Transportam fibras eferentes para todos os músculos da laringe, exceto o cricotireóideo e transportam fibras autônomas e sensitivas para as regiões laringea, faríngea, traqueal e cardíaca.Corpo Ciliar: Anel de tecido que se estende do esporão escleral à ora serrata da RETINA. Consiste de uma porção uveal e uma porção epitelial. O músculo ciliar localiza-se na porção uveal e os processos ciliares na porção epitelial.Degeneração Retrógrada: Alterações patológicas que ocorrem no axônio e corpo celular de um neurônio proximal a uma lesão axonal. O processo é caracterizado por cromatólise central que se caracteriza por achatamento e deslocamento do núcleo, perda de corpos de Nissl e edema celular. A cromatólise central ocorre principalmente em neurônios motores inferiores.Corpo Vítreo: Substância transparente, semigelatinosa, que preenche a cavidade existente atrás do CRISTALINO do OLHO e à frente da RETINA. Está contido em uma membrana hialoide fina, formando cerca de 4/5 do globo ocular.Nervo Lingual: Ramo sensitivo do NERVO MANDIBULAR, o qual é parte do nervo trigêmeo (V nervo craniano). O nervo lingual transporta fibras aferentes gerais provenientes do 2/3 anteriores da língua, do assoalho da boca e da gengiva da mandíbula.Neurônios Retinianos: Células nervosas da RETINA na via de sinalização da transmissão luminosa para o SISTEMA NERVOSO CENTRAL. Incluem a camada externa das CÉLULAS FOTORRECEPTORAS, a camada intermediária das CÉLULAS BIPOLARES DA RETINA e das CÉLULAS AMÁCRINAS, e a camada interna das CÉLULAS GANGLIONARES DA RETINA.Traumatismos Oculares: Dano ou trauma causado no olho por instrumentos externos. O conceito inclui ambas as lesões de superfície e lesões intraoculares.Nervo Olfatório: O primeiro nervo craniano. O nervo olfatório transporta a sensação olfatória. É formado pelos axônios dos NEURÔNIOS RECEPTORES OLFATÓRIOS que projetam do epitélio olfatório (no epitélio nasal) para o BULBO OLFATÓRIO.Degeneração Retiniana: Alteração patológica retrogressiva da retina, focal ou generalizada, causada por defeitos genéticos, inflamação, trauma, doença vascular ou avançar da idade. A degeneração que afeta predominantemente a mácula lútea da retina é a DEGENERAÇÃO MACULAR.Pressão Intracraniana: Pressão dentro da cavidade craniana. É influenciada pela massa cefálica, pelo sistema circulatório, pela dinâmica do LCR (CSF), e pela rigidez do crânio.Espaço Subaracnóideo: Espaço entre a membrana aracnóide e a PIA MATER, preenchido por LÍQUIDO CEFALORRAQUÍDEO. Contém vasos sanguíneos grandes que irrigam o ENCÉFALO e a MEDULA ESPINAL.Neurofibromatose 1: Transtorno hereditário, autossômico e dominante (com alta frequência de mutações espontâneas) que apresenta alterações de desenvolvimento no sistema nervoso, músculos, ossos e pele, mais notadamente em tecidos derivados da CRISTA NEURAL embrionária. Múltiplas lesões hiperpigmentadas da pele e tumores subcutâneos são a marca registrada desta doença. Neoplasias do sistema nervoso central e periférico ocorrem com frequência, especialmente, o GLIOMA DO NERVO ÓPTICO e o NEUROFIBROSSARCOMA. A NF1 é causada por mutações que inativam o gene NF1 (GENES DA NEUROFIBROMATOSE 1) no cromossomo 17q. A dificuldade no aprendizado também é elevada nessa afecção. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, pp1014-18). Há uma sobreposição das características clínicas com a SÍNDROME DE NOONAN em uma síndrome denominada síndrome da neurofibromatose-Noonan. Ambos os produtos gênicos PTPN11 e NF1 estão envolvidos na via TRANSDUÇÃO DE SINAL do Ras (PROTEÍNAS RAS).Macula Lutea: Área oval na retina (3 a 5 mm de diâmetro) que se localiza geralmente na zona temporal ao polo posterior do olho e levemente abaixo do nível do disco óptico. Caracteriza-se pela presença de pigmento amarelo que impregna, de maneira difusa, as camadas internas que contém a fóvea central em seu centro, e fornece a melhor acuidade visual fototrópica. É livre de vasos sanguíneos retinianos, exceto em sua periferia e recebe nutrientes através dos coriocapilares da coroide. (Tradução livre do original: Cline et al., Dictionary of Visual Science, 4th ed).Nervo Hipoglosso: O XII nervo craniano. O nervo hipoglosso se origina no núcleo do hipoglosso na medula oblonga e supre a inervação motora de todos os músculos da língua com exceção do palatoglosso (o qual é inervado pelo nervo vago). Este nervo também contém aferentes propioceptivas provenientes dos músculos da língua.Meningioma: Neoplasia relativamente comum do SISTEMA NERVOSO CENTRAL, que surge de células da aracnoide. A maioria é de tumores vasculares bem diferenciados, de crescimento lento e baixo potencial de invasão, embora ocorram subtipos malignos. Meningiomas surgem com maior frequência na região parassagital, convexidade cerebral, borda esfenoidal, sulco olfatório e CANAL VERTEBRAL (Tradução livre do original: DeVita et al., Cancer: Principles and Practice of Oncology, 5th ed, pp 2056-7).Escotoma: Defeito localizado no campo visual margeado por uma área de visão normal. Ocorre em uma variedade de OFTALMOPATIAS (ex., DOENÇAS RETINIANAS e GLAUCOMA), DOENÇAS DO NERVO ÓPTICO e outras afecções.Visão Ocular: Processo no qual sinais luminosos são transformados por CÉLULAS FOTORRECEPTORAS em sinais elétricos que podem, então, ser transmitidos ao encéfalo.Potenciais de Ação: Mudanças abruptas no potencial de membrana, que percorrem a MEMBRANA CELULAR de células excitáveis em resposta a estímulos excitatórios.Fibras Nervosas Amielínicas: Classe de fibras nervosas definidas pelo arranjo da bainha nervosa. Os AXÔNIOS das fibras nervosas não mielinizadas são pequenos em diâmetro e geralmente várias são circundados por uma única BAINHA DE MIELINA. Conduzem os impulsos nervosos de baixa velocidade e representam a maioria das fibras sensoriais periféricas e autônomas, mas também são encontradas no CÉREBRO e na MEDULA ESPINAL.Receptores de Fator de Crescimento Neural: Receptores de superfície celular que se ligam ao FATOR DE CRESCIMENTO NEURAL (FCN) e a uma família de fatores neurotróficos relacionada com o FCN que inclui as neurotrofinas, FATOR NEUROTRÓFICO DERIVADO DO ENCÉFALO e FATOR NEUROTRÓFICO CILIAR.Proteína GAP-43: Proteína específica do tecido nervoso que é altamente expressa em NEURÔNIOS durante o desenvolvimento e a REGENERAÇÃO NERVOSA. Tem sido envolvida no crescimento neural, potenciação de longo prazo, TRANSDUÇÃO DE SINAL, e liberação de neurotransmissor. Tradução livre do original: From Neurotoxicology 1994;15(1):41-7). Também é um substrato da PROTEÍNA QUINASE C.Sobrevivência Celular: Medida da viabilidade de uma célula caracterizada pela capacidade para realizar determinadas funções como metabolismo, crescimento, reprodução, alguma forma de responsividade e adaptabilidade.Doenças Orbitárias: Doenças da órbita óssea e seus conteúdos, exceto o globo ocular.Doenças do Nervo Abducente: Doenças do sexto nervo craniano (abducente) ou de seu núcleo nas pontes. O nervo pode ser lesado ao longo de seu curso nas pontes, intracranialmente, uma vez que migra ao longo da base do cérebro, do seio cavernoso ou no nível da fissura orbital superior ou órbita. A disfunção do nervo causa fraqueza do músculo reto lateral, resultando em diplogia horizontal, que se torna máxima quando o olho afetado é retirado e na ESOTROPIA. Afecções comumente associadas com lesão do nervo incluem HIPERTENSÃO INTRACRANIANA, TRAUMATISMOS CRANIOCEREBRAIS, ISQUEMIA e NEOPLASIAS INFRATENTORIAIS.Microftalmia: Anomalia congênita ou desenvolvida em que o globo ocular é anormalmente pequeno.Injeções: Introdução de uma substância no corpo usando-se uma agulha e uma seringa.Ratos Wistar: Linhagem de ratos albinos desenvolvida no Instituto Wistar e que se espalhou amplamente para outras instituições. Este fato diluiu marcadamente a linhagem original.Doenças do Sistema Nervoso Periférico: Doenças dos nervos periféricos externos ao cérebro e medula espinhal, incluindo doenças das raizes dos nervos, gânglios, plexos, nervos autônomos, nervos sensoriais e nervos motores.Proteínas do OlhoDoenças do Nervo Oculomotor: Doenças do núcleo oculomotor ou de seu núcleo, que resultam em fraqueza ou paralisia dos músculos elevador da pálpebra, oblíquo inferior, reto médio, reto inferior ou reto superior, ou ainda, prejuízo da inervação parassimpática da pupila. Com uma paralisia oculomotora completa, a pálpebra torna-se paralisada, o olho permanece em posição de abdução inferior, e a pupila se torna acentuadamente dilatada. As afecções comumente associadas incluem neoplasias, TRAUMA CRANIOCEREBRAL, isquemia (especialmente em associação com DIABETES MELLITUS) e compressão do aneurisma.Displasia Septo-Óptica: Afecção resultante de malformações genéticas que envolvem o cérebro. A síndrome da displasia septo-óptica combina hipoplasia ou agenesia do SEPTO PELÚCIDO e do NERVO ÓPTICO. A extensão das alterações pode variar. A displasia septo-óptica é associada frequentemente com alterações hipotalâmicas e outras estruturas diencefálicas, como HIPOPITUITARISMO.Nervo Maxilar: Divisão sensitiva intermediária do nervo trigêmeo (V nervo craniano). O nervo maxilar transporta fibras aferentes gerais provenientes da região intermediária da face, incluindo a pálpebra inferior, nariz e lábio superior, dentes maxilares, e partes da dura-máter.Osso Etmoide: Osso leve e esponjoso (pneumatizado) que fica entre a parte orbital do OSSO FRONTAL e a parte anterior do OSSO ESFENOIDE. O osso etmoide separa a ÓRBITA do SEIO ETMOIDAL. Consiste de uma placa horizontal, uma placa perpendicular e dois labirintos laterais.Gânglios: Grupamentos de neurônios multipolares envolvidos por uma cápsula de TECIDO CONJUNTIVO frouxamente organizados localizados fora do SISTEMA NERVOSO CENTRAL.Sistema Nervoso Central: Principais órgãos processadores de informação do sistema nervoso, compreendendo encéfalo, medula espinal e meninges.Macaca mulatta: Espécie do gênero MACACA que habita a Índia, China e outras partes da Ásia. A espécie é utilizada extensamente em pesquisa biomédica e se adapta bem a viver com humanos.Osso Esfenoide: Osso irregular ímpar situado na BASE DO CRÂNIO e encravado entre os ossos frontal, temporal e occipital (OSSO FRONTAL, OSSO TEMPORAL, OSSO OCCIPITAL). O osso esfenoide consiste de um corpo médio e três pares de processos que se assemelham a um morcego com asas abertas. O corpo é oco em sua parte inferior, formando duas grandes cavidades (SEIO ESFENOIDAL).Neoplasias da Coroide: Tumores da coroide; os tumores intraoculares mais comuns são melanomas da coroide. Esses normalmente ocorrem após a puberdade e aumentam de incidência com o avançar da idade. A maioria dos melanomas malignos do trato uveal desenvolvem-se a partir de melanomas benignos (nevo).Camundongos Endogâmicos C57BLAnimais Recém-Nascidos: Refere-se a animais no período logo após o nascimento.Neurônios Aferentes: Neurônios que transportam IMPULSOS NERVOSOS ao SISTEMA NERVOSO CENTRAL.Neoplasias da Bainha Neural: Neoplasias que surgem das bainhas dos nervos formados por CÉLULAS DE SCHWANN no SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO ou por OLIGODENDRÓCITOS no SISTEMA NERVOSO CENTRAL. Os tumores malignos e periféricos da bainha neural, NEUROFIBROMA e NEURILEMOMA são tumores relativamente comuns nessa categoria.Retinoblastoma: Tumor maligno que se origina da camada nuclear da retina, é o tumor primário mais comum no olho de crianças. O tumor tende a ocorrer no início da infância ou em lactentes e pode estar presente ao nascimento. A maioria é esporádica, mas pode ser transmitida como um traço autossômico dominante. Entre as características histológicas estão celularidade densa, células poligonais redondas e pequenas, áreas de calcificação e necrose. Reflexo pupilar anormal (leucocoria), NISTAGMO PATOLÓGICO, ESTRABISMO e perda visual representam as características clínicas comuns dessa doença. (Tradução livre do original: DeVita et al., Cancer: Principles and Practice of Oncology, 5th ed, p2104)Hemianopsia: Perda parcial ou completa da visão em uma das metades do campo visual de um ou ambos os olhos. Os subtipos incluem: hemianopsia altitudinal, caracterizada por um defeito visual acima ou abaixo do meridiano horizontal do campo visual; a hemianopsia homônima se refere a um defeito visual que afeta igualmente a ambos os olhos, e ocorre tanto à esquerda ou à direita da linha média do campo visual; a hemianopsia binasal consiste em perda de visão nos hemicampos nasais de ambos os olhos; a hemianopsia bitemporal é a perda bilateral de visão dos campos temporais; a quadrantanopsia refere-se à perda de visão em um quarto do campo visual em um ou ambos os olhos.Aquaporina 4: Aquaporina 4 é o maior canal seletivo aquoso no SISTEMA NERVOSO CENTRAL de mamíferos.Tecido Conjuntivo: Tecido que sustenta e conecta outros tecidos. Consiste de CÉLULAS DO TECIDO CONJUNTIVO inseridas em uma grande quantidade de MATRIZ EXTRACELULAR.Doenças Desmielinizantes: Doenças caracterizadas por perda ou disfunção de mielina no sistema nervoso central ou periférico.Corpos Geniculados: Parte do DIENCÉFALO localizado inferiormente à terminação caudal do TÁLAMO dorsal. Inclui o corpo geniculado lateral que funciona como um relé para os impulsos visuais que se direcionam ao córtex calcarino provenientes do TRATO ÓPTICO, e o corpo geniculado medial que funciona como um relé para os impulsos auditivos provenientes do lemnisco lateral e que se dirigem para o CÓRTEX AUDITIVO.Fármacos Neuroprotetores: Fármacos usados com a intenção de impedir lesões encefálicas ou medulares devidas a isquemia, acidente vascular cerebral, convulsões, ou traumatismos. Alguns devem ser administrados antes que o evento ocorra, mas outros podem ser eficazes durante algum tempo depois. Agindo por meio de diversos mecanismos, de modo direto ou indireto, eles frequentemente minimizam a lesão produzida pelos aminoácidos excitatórios endógenos.Proteínas da Mielina: Proteínas específicas da MILEINA que desempenham papel estrutural ou regulador na gênese e manutenção da estrutura lamelar da BAINHA DE MIELINA.Procedimentos Cirúrgicos Oftalmológicos: Cirurgia feita no olho ou qualquer de suas partes.Microscopia Confocal: Técnica microscópica de luz na qual somente um pequeno ponto é iluminado e observado por um tempo. Dessa forma, uma imagem é construída através de uma varredura ponto-a-ponto do campo. As fontes de luz podem ser convencionais ou por laser, e são possíveis fluorescência ou observações transmitidas.Baixa Visão: Visão considerada inferior à visão normal, representada por padrões aceitos de acuidade, campo visual ou motilidade. A baixa visão geralmente se refere a transtornos visuais causados por doenças que não podem ser corrigidas por refração (ex., DEGENERAÇÃO MACULAR, RETINITE PIGMENTOSA, RETINOPATIA DIABÉTICA, etc.).Fluxo Sanguíneo Regional: Fluxo de SANGUE através ou ao redor do órgão ou região do corpo.Malha Trabecular: Estrutura porosa, que se localiza ao redor de toda a circunferência da câmara anterior, através da qual o humor aquoso é drenado para o canal de Schlemm.

*  Nervo óptico - Wikipedia
... um cordão voluminoso arredondado chamado Nervo Óptico. O nervo óptico se desprende do globo ocular a 3 mm medialmente e 1 mm ... O nervo óptico é o segundo dos doze pares cranianos presentes no cérebro humano. De função sensitiva, este nervo capta as ... óptico. Na órbita, o nervo óptico ocupa o eixo do cone do músculo aponeurótico formado pelos músculos retos do olho e suas ... óptico. Existem cerca 1,2 milhões de axônios de células ganglionares formando o nervo óptico. Os axônios dos neurônios ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Nervo_%C3%B3ptico
*  Grupo Nervo Óptico - Wikipedia
O Grupo Nervo Óptico foi um grupo de artistas voltados à discussão e produção de arte contemporânea, atuando em Porto Alegre, ... A partir de abril de 1977 o grupo começa a editar os cartazetes Nervo Óptico, totalizando 13 números, de onde mais tarde o ... Carvalho, Ana Maria Albani de (org.) Espaço N.O. - Nervo Óptico. FUNARTE, 2004. Coleção Fala do Artista.. ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo_Nervo_%C3%93ptico
*  Cronologia de história da biologia - Wikipedia
Descobre o nervo óptico. 500 a.C. - Xenófanes examina registros fósseis e especula sobre a evolução da vida 350 a.C. - ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Cronologia_de_hist%C3%B3ria_da_biologia
*  Espaço N.O. - Wikipedia
FONS NERVO ÓPTICO I ESPAÇO N.O. Carvalho, Ana Maria Albani de (org.). Espaço N.O. - Nervo Óptico. Rio de Janeiro: FUNARTE, 2004 ... O nome do espaço é uma referência ao grupo Nervo Óptico, que havia atuado poucos anos antes. O Espaço N.O. também constituiu um ...
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*  Olho - Wikipedia
O ponto cego é o lugar de onde o nervo óptico sai do olho. É assim chamada porque não existem, no local, receptores sensoriais ... A retina é composta de células nervosas que leva a imagem através do nervo óptico para que o cérebro as interprete. Não importa ... Estes são transmitidos então ao cérebro através do nervo óptico. Tais olhos são tipicamente esféricos, preenchido com uma ...
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*  Metanol - Wikipedia
Tem efeito tóxico no sistema nervoso, particularmente no nervo óptico. Os sintomas da exposição incluem dor de cabeça, náusea, ...
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*  Involução (biologia) - Wikipedia
Isto é devido, por exemplo, a deterioração do nervo óptico. Isso ocorre porque as mutações que impedem a formação de olho têm ...
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*  Esclera - Wikipedia
Porção terminal do nervo óptico e sua entrada no olho, numa secção horizontal. Interior da metade posterior do olho esquerdo. ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Esclera
*  Artéria oftálmica - Wikipedia
Ela entra na órbita junto com o nervo óptico através do canal óptico.. ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Art%C3%A9ria_oft%C3%A1lmica
*  Degeneração macular relacionada à idade - Wikipedia
O nervo óptico é o responsável por conduzir os impulsos para o cérebro. A perda da visão central pela DMRI ocorre quando as ...
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*  Glaucoma - Wikipedia
Entretanto, outros fatores, como perturbações no fluxo sanguíneo no nervo óptico podem interagir com a PIO e afetar o nervo ... óptico em busca de lesões. Se houver qualquer suspeita de lesão no nervo óptico deve ser feita uma campimetria. A oftalmoscopia ... Devido ao fato de exames do nervo óptico nem sempre serem realizados juntamente com medidas de PIO em pacientes de risco, o ... O diagnóstico é feito pelo exame de fundo de olho, que mostra um aumento da escavação do disco ótico, indicando dano ao nervo ...
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*  Olho humano - Wikipedia
... anel do nervo óptico. A fita súpero-externa tem um orifício por onde passam o nervo nasal, nervo motoro ocular comum, nervo ... óptico), que constitui o ponto de convergência das fibras óticas da retina que se unem para formar o nervo óptico, constituindo ... O nervo óptico transmite o impulso nervoso provocado pelos raios luminosos ao cérebro, que o interpreta e nos permite ver os ... O ponto cego é o lugar de onde o nervo óptico sai do olho. É assim chamada porque não existem, no local, receptores sensoriais ...
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*  Omatídeo - Wikipedia
Cada omatídeo funciona como um olho individual e possui o seu nervo óptico individual. A dificuldade em matar certos insetos, ...
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*  Neuromielite óptica - Wikipedia
... ópticos e a espinal medula. Isto leva à inflamação do nervo óptico (neurite óptica) e da espinal medula (mielite). Embora a ... A neuromielite óptica, também conhecida como doença de Devic ou síndrome de Devic é uma doença inflamatória autoimune na qual o ... A neuromielite óptica é uma doença rara que se assemelha à esclerose múltipla sob vários aspectos, embora requeira tratamento ...
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*  Atrofia óptica - Wikipedia
... à uma inflamação ou inchaço dentro do nervo óptico (neurite óptica), pode ser um resultado de pressão contra o nervo óptico ( ... Atrofia óptica é a perda de algumas ou da maioria das fibras do nervo óptico. Na medicina, atrofia significa normalmente " ... O tipo adquirido de atrofia óptica pode estar devido à mudanças de irrigação de sangue no olho ou nervo óptico, pode ser ... O nervo óptico é parte do sistema nervoso e não tem nenhuma capacidade de regeneração. Conseqüentemente, não há possibilidade ...
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*  Pintura no Rio Grande do Sul - Wikipedia
"Nervo Óptico e Espaço N.O.: Artes Visuais em Porto Alegre durante os anos 1970". In Bulhões, Maria Amélia (org.). Artes ... o Grupo Nervo Óptico e ao Espaço N.O., no final dos anos 1970, que se aventuravam por caminhos de inovação radical. Mas apesar ... ligados ao Nervo Óptico e ao Espaço N.O., e também Alfredo Nicolaiewsky, elaborando elementos da arte conceitual em direção a ... a grupos como o Nervo Óptico e o Espaço N.O. - as novas gerações de artistas surgidas durante os anos 1980 e 90 são devedoras ...
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*  Óptica - Wikipedia
As células na retina alinhadas a parte posterior do olho, exceto as saídas do nervo óptico; resultam em um ponto cego. Existem ... Alguns fenômenos ópticos dependem da natureza da luz e, nesse caso, a óptica se relaciona com a mecânica quântica. Segundo o ... Óptica quântica ou óptica física: estudo quântico da interação entre as ondas eletromagnéticas e a matéria, no que a dualidade ... Luz Velocimetria laser Refraçao Reflexão Difração Óptica geométrica Óptica ondulatória «Verbete "ótica" - grafia alterada pelo ...
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*  Neurofibromatose - Wikipedia
... gliomas do nervo óptico ocorrem em 15%, sintomáticos em 5%. A NF2 resulta de mutações no cromossomo 22, levando à disfunção de ...
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*  Changaa - Wikipedia
Dez mililitros de metanol pode queimar o nervo óptico e trinta mililitros pode ser uma dose fatal. Além disto a revista The ...
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*  Sensação - Wikipedia
Esse forro chama-se retina, que registra a imagem e envia sinais ao cérebro via nervo óptico. Na retina há duas espécies de ...
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*  Nervo olfatório - Wikipedia
Juntamente com o nervo óptico não tem ligação com o tronco encefálico, e sim com o telencéfalo. É um nervo exclusivamente ... O nervo olfatório (português brasileiro) ou olfactivo (português europeu) constitui, com o homólogo contralateral, o primeiro ( ...
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*  Hipertensão intracraniana idiopática - Wikipedia
Existem dois procedimentos cirúrgicos principais no tratamento da HII: descompressão da bainha do nervo óptico e shunting. No ...
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*  Ocelo - Wikipedia
... conectadas ao nervo óptico. Os ocelos detectam a intensidade e direção da luz, mas não são capazes de formar imagens. Também ...
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*  Neuromorfologia - Wikipedia
A neuromorfologia tem sido utilizada para estudar o dano do nervo óptico, especificamente olhando lesões e atrofias. Os ... Os pesquisadores têm usado técnicas neuromorfológicas para não apenas estudar o dano, mas também formas de regenerar o nervo de ... Neuromorfologia (do grego νεῦρον, neurônio, "nervo"; μορφή, morphé, "forma"; -λογία, -logia, "estudo de") é o estudo da forma e ... ópticos em Drosophila melanogaster. Eles afirmam que a estrutura do neurônio é capaz de determinar sua função, ditando a ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Neuromorfologia
*  Christoph Scheiner - Wikipedia
Como Kepler antes dele, ele descobriu que a retina é o centro da visão e que o nervo óptico transmite as imagens da retina para ... Scheiner assumiu também, após observação, que o nervo óptico entra no olho no polo oposto da pupila; este erro foi corrigido ... Lecionou com métodos práticos como os relógios de sol, geometria prática, astronomia, óptica, e o telescópio. Dando início a ... óptica fisiológica encontrada em seus livros Oculus e Rosa Ursina. Scheiner percebeu que a esclera faz tem um raio de curvatura ...
  https://pt.wikipedia.org/wiki/Christoph_Scheiner

Foco: Foco em geral é tomado como o centro de e é nessa asserção que é tomada como o ponto onde se concentram os raios luminosos que passam por uma superfície transparente. Alternativamente é o ponto de convergência ou donde saem emanações.Neurite ópticaNervo ciático: O nervo ciático ou nervo isquiático é o principal nervo dos membros inferiores. Ele controla as articulações do quadril, joelho e tornozelo, e também os músculos posteriores da coxa e os músculos da perna e do pé.Pressão intraocular: Pressão Intraocular é a pressão dentro do olho. Tonometria é o método usado por profissionais de oftalmologia para determinar a pressão intraocular.Papiledema: Papiledema é o inchaço do disco óptico que é causado por uma pressão intracraniana aumentada. O inchaço é geralmente bilateral e pode ocorrer em um período de horas a semanas.Nervo mediano: O nervo mediano é uma ramificação do plexo braquial, mais especificamente dos fascículos lateral e medial. Inerva quase todos os músculos flexores do antebraço, exceto os que o nervo ulnar é responsável (m.Neurotmese: Neurotmese é um trauma físico envolvendo o sistema nervoso periférico, com ruptura parcial ou completa do axónio e das fibras nervosas e nervos vinculadas.Oftalmoscopia: Oftalmoscopia ou fundoscopia é uma técnica de observação do fundo do olho (retina e outras estruturas internas).Tetanospasmina: A tetanopasmina é uma potente neurotoxina produzida pela bactéria Clostridium tetani, causadora do tétano, sendo responsável pelos espasmos musculares que ocorrem com a pessoa ou animal acometido. Estruturalmente a toxina do tétano consiste de duas cadeias unidas por ponte de dissulfeto.Mielina: A mielina é uma substância lipídica, de cor verde reluzente e de caráter birrefringente, proveniente de algumas células do hipotálamo. A mielina está presente na chamada bainha de mielina (formada pelos oligodendrócitos no SNC e pelas células de Schwann no SNP), que rodeia algumas fibras nervosas, fazendo com que tenham uma condução de impulsos nervosos mais rápida (condução saltatória).ColobomaDigital Photography Review: Digital Photography Review é um site sobre fotografia e câmeras digitais.Intervalo triangular: O intervalo triangular é um espaço anatômico do membro superior humano.Astrócito: Os astrócitos são células da neuróglia, são as mais abundantes do sistema nervoso central e são as que possuem as maiores dimensões.Levam esse nome pelo seu formato (:astro= estrela, cito= célula).Teoria da coerência: Em física, teoria da coerência é o estudo dos efeitos ópticos parcialmente decorrentes de fontes de luz e rádio coerentes. Fontes parcialmente coerentes são fontes onde o tempo de coerência ou o comprimento de coerência são limitados pela largura de banda, por ruído térmico, ou por outro efeito.Samba MeuNervo alveolar inferior: O nervo alveolar inferior é um ramo do nervo mandibular, que é o terceiro ramo (V3) do quinto par craniano, o nervo trigêmio).Ensaio sobre a CegueiraDegeneração Walleriana: Degeneração Walleriana é um processo resultante do corte ou esmagamento de uma fibra nervosa, no qual a parte do axónio que é separada do corpo do neurónio degenera distalmente em relação à lesão.


  • neurite
  • Em inúmeras circunstâncias, o aparecimento da neurite óptica, menos do que uma patologia em si, constitui uma primeira manifestação de Esclerose Múltipla. (wikipedia.org)
  • Sendo associada ou não a doenças sistêmicas, a Neurite óptica é desencadeada por uma reação auto -imune resultando em desmielinização deste nervo, impedindo que a informação seja transmitida de maneira eficaz. (wikipedia.org)