Embolia e Trombose Intracraniana: Embolia ou trombose envolvendo vasos sanguíneos que nutrem as estruturas intracranianas. Os êmbolos podem se originar de fontes extra ou intracranianas. A trombose pode ocorrer em estruturas venosas ou arteriais.Embolia Intracraniana: Bloqueio de um vaso sanguíneo no CRÂNIO por um ÊMBOLO que pode ser um coágulo sanguíneo (TROMBO) ou outro material indissolúvel na corrente sanguínea. A maioria dos êmbolos é de origem cardíaca e está associada com CARDIOPATIAS. Geralmente outras fontes de êmbolos não cardíacos estão associadas com DOENÇAS VASCULARES.Embolia Pulmonar: Bloqueio da ARTÉRIA PULMONAR ou um de seus ramos por um ÊMBOLO.Trombose: Formação e desenvolvimento de um trombo ou coágulo no vaso sanguíneo.Trombose Venosa: Formação ou presença de um coágulo sanguíneo (TROMBO) dentro de uma veia.Embolia: Bloqueio de um vaso sanguíneo por um êmbolo que pode ser um coágulo de sangue ou outro material indissolúvel na corrente sanguínea.Embolia Gordurosa: Bloqueio de um vaso sanguíneo por depósitos de gorduras na circulação. É frequente observar após fraturas de ossos grandes ou após administração de CORTICOSTEROIDES.Embolia Paradoxal: Bloqueio de uma artéria devido à passagem de um coágulo (TROMBO) de uma veia sistêmica a uma artéria sistêmica, sem passar pelo pulmão, que age como um filtro para remover coágulos sanguíneos que entram na circulação arterial. A embolia paradoxal ocorre quando há defeitos que permitem um coágulo atravessar diretamente do lado direito para o esquerdo do coração, como nos casos de DEFEITOS DO SEPTO INTERATRIAL ou FORAME OVAL aberto. Uma vez na circulação arterial, um coágulo pode transitar pelo encéfalo, bloquear uma artéria, e causar um ACIDENTE CEREBRAL VASCULAR.Trombose Coronária: Coagulação de sangue em quaisquer dos VASOS CORONÁRIOS. A presença de um coágulo de sangue (TROMBO) frequentemente leva a INFARTO DO MIOCÁRDIO.Trombose dos Seios Intracranianos: Formação ou presença de um coágulo sanguíneo (TROMBO) nos SEIOS CRANIANOS, canais venosos revestidos por um grande endotélio, situados dentro do CRÂNIO. Os seios intracranianos, também chamados de seios venosos cranianos, incluem os seios sagital superior, cavernoso, lateral, petroso e muitos outros. A trombose do seio craniano pode levar a graves CEFALEIAS, CONVULSÕES e outras deficiências neurológicas.Trombose Intracraniana: Formação ou presença de um coágulo (TROMBO) em um vaso sanguíneo dentro do CRÂNIO. A trombose intracraniana pode levar a oclusões trombóticas e INFARTO ENCEFÁLICO. A maioria das oclusões trombóticas está associada com ATEROSCLEROSE.Anticoagulantes: Agentes que impedem a coagulação.Trombose das Artérias Carótidas: Formação de coágulo sanguíneo em qualquer parte das ARTÉRIAS CARÓTIDAS. Isto pode produzir ESTENOSE DAS CARÓTIDAS ou oclusão dos vasos, levando a ATAQUE ISQUÊMICO TRANSITÓRIO, INFARTO CEREBRAL, ou AMAUROSE FUGAZ.Embolia Amniótica: Bloqueio da circulação materna pelo LÍQUIDO AMNIÓTICO (próximo ao final da gravidez), que é forçado por forte CONTRAÇÃO UTERINA para o interior das VEIAS uterinas. Caracterizada pelo início súbito de desconforto respiratório grave e HIPOTENSÃO (que pode levar a MORTE materna).Flebografia: Visualização radiográfica ou por registro, de uma veia após a injeção de um meio de contraste.Embolia de Colesterol: Bloqueio de um vaso sanguíneo por depósitos ateromatosos ricos em COLESTEROL, que geralmente ocorre em um fluxo de uma artéria grande para ramificações arteriais pequenas. Também é chamada de embolização arterial-arterial ou ateroembolia que pode ser espontânea ou iatrogênica. Com frequência, pacientes com ateroembolia espontânea na fase aguda possuem dor e dedos cianóticos.Tromboembolia: Obstrução de um vaso sanguíneo (embolia) por um coágulo de sangue (TROMBO) na corrente sanguínea.Veia Femoral: Veia que acompanha a artéria femoral dividindo a mesma bainha. É continuação da veia poplítea e continua-se como veia ilíaca externa.Embolectomia: Remoção cirúrgica de um coágulo obstrutivo ou material estranho que foi transportado de um vaso distante pelo fluxo sanguíneo. A remoção de um coágulo no seu sítio original é chamada TROMBECTOMIA.Filtros de Veia Cava: Dispositivos mecânicos inseridos na veia cava inferior que previnem a migração de coágulos de sangue da trombose venosa profunda da perna.Trombose do Seio Sagital: Formação ou presença de um coágulo sanguíneo (TROMBO) no SEIO SAGITAL SUPERIOR ou seio sagital inferior. A trombose do seio sagital pode resultar de infecções, transtornos hematológicos, TRAUMA CRANIOCEREBRAL e PROCEDIMENTOS NEUROCIRÚRGICOS. Entre as características clínicas estão relacionadas principalmente ao aumento de pressão intracraniana, causando CEFALEIA, NÁUSEA, e VÔMITOS. Casos graves podem evoluir para CONVULSÕES ou COMA.Veia Ilíaca: Veia localizada em cada lado do corpo. Formada pela união das veias ilíacas externa e interna, corre ascendentemente para unir-se com seu par do lado oposto para formar a veia cava inferior.Heparina: Mucopolissacarídeo altamente ácido formado por partes iguais de D-glucosamina sulfatada e ácido D-glucurônico com pontes sulfamínicas. O peso molecular varia entre 6 a 20 mil. A heparina é encontrada e obtida do fígado, pulmões, mastócitos, etc., de vertebrados. Sua função é desconhecida, mas é utilizada para impedir a coagulação do sangue in vivo e in vitro sob a forma de muitos sais diferentes.Trombofilia: Transtorno de HEMOSTASIA em que há uma tendência à TROMBOSE.Fibrinolíticos: Fibrinolisina ou agentes que convertem o plasminogênio em FIBRINOLISINA.Relação Ventilação-Perfusão: A relação entre a ventilação alveolar e o fluxo sanguíneo capilar alveolar simultâneo em qualquer parte do pulmão. (Stedman, 25a ed)Trombose Venosa Profunda de Membros Superiores: Trombose de Veias Profundas de uma veia da extremidade superior (ex.: VEIA AXILAR, VEIA SUBCLÁVIA e VEIAS JUGULARES). Está associada com fatores mecânicos (trombose venosa profunda primária de membros superiores) secundários a outros fatores anatômicos (trombose venosa profunda secundária de membros superiores). Os sintomas podem incluir estabelecimento repentino de dor, calor, pele avermelhada ou azulada, e inchaço no braço.Heparina de Baixo Peso Molecular: Frações de heparina com baixo peso molecular, usualmente entre 4000 e 6000 kD. Essas frações de baixo peso molecular são efetivos agentes antitrombolíticos. Sua administração reduz o risco de hemorragia, possuindo meia-vida mais prolongada, e possuem reduzidas interações com plaquetas quando comparadas à heparina não fracionada. Também proporciona uma profilaxia efetiva contra embolia pulmonar pós-operatória.Tromboembolia Venosa: Obstrução de uma veia ou VEIAS (embolia) por um coágulo de sangue (TROMBO) na corrente sanguínea.Veia Cava Inferior: Tronco venoso que recebe sangue das extremidades inferiores dos órgãos abdominais e pélvicos.Trombectomia: Remoção cirúrgica de um coágulo obstrutivo ou material estranho de um vaso sanguíneo no ponto de sua formação. A remoção de um coágulo que chega de um sítio distante é chamada EMBOLECTOMIA.Tomografia Computadorizada por Raios X: Tomografia utilizando transmissão por raio x e um computador de algoritmo para reconstruir a imagem.Resultado do Tratamento: Estudos conduzidos com o fito de avaliar as consequências da gestão e dos procedimentos utilizados no combate à doença de forma a determinar a eficácia, efetividade, segurança, exequibilidade dessas intervenções.Varfarina: Anticoagulante que age inibindo a síntese de fatores de coagulação dependentes da vitamina K. Warfarina é indicado para a profilaxia e/ou tratamento da trombose venosa e sua extensão, da embolia pulmonar e da fibrilação atrial com embolia. Também é usado como adjunto na profilaxia da embolia sistêmica após infarto do miocárdio. Warfarina também é usado para matar roedores.Fatores de Risco: Aspecto do comportamento individual ou do estilo de vida, exposição ambiental ou características hereditárias ou congênitas que, segundo evidência epidemiológica, está sabidamente associado a uma condição relacionada com a saúde considerada importante de ser prevenida.Veia Poplítea: Veia formada pela união das veias tibial anterior e posterior. Corre através da fossa poplítea e continua-se como veia femoral.Hemorragia: Sangramento ou escape de sangue [a partir] de um vaso.Fator V: Glicoproteína plasmática termolábil e vulnerável ao armazenamento que acelera a conversão de protrombina em trombina na coagulação sanguínea. O fator V propicia isto através da formação de um complexo com o fator Xa, fosfolípide e cálcio (complexo protrombinase). A deficiência do fator V leva à doença de Owren.Angiografia: Radiografia dos vasos sanguíneos após injeção de um meio de contraste.Veias Cerebrais: Veias que drenam o cérebro.Terapia Trombolítica: Utilização de infusões de FIBRINOLÍTICOS para destruir ou dissolver trombos nos vasos sanguíneos, ou contornar enxertos.Doença Aguda: Doença relativamente grave de curta duração.Coagulação Sanguínea: Processo de interação dos FATORES DE COAGULAÇÃO SANGUÍNEA que resulta em um coágulo insolúvel da FIBRINA .Veia Porta: Veia curta e calibrosa formada pela união das veias mesentérica superior e esplênica.Síndrome Antifosfolipídica: Presença de anticorpos dirigidos contra fosfolipídeos (ANTICORPOS ANTIFOSFOLÍPIDES). A afecção está associada com uma variedade de doenças, lúpus eritematoso sistêmico notável e outras doenças de tecido conjuntivo, trombopenia e tromboses arteriais ou venosas. Na gravidez, pode causar aborto. Dos fosfolipídeos, as cardiolipinas demonstram níveis proeminentemente elevados de ANTICORPOS ANTICARDIOLIPINAS. Níveis altos de anticoagulante de lúpus também estão presentes (INIBIDOR DE COAGULAÇÃO DO LÚPUS).Tromboflebite: Inflamação de uma veia associada com um coágulo sanguíneo (TROMBO).Inibidores da Agregação de Plaquetas: Drogas ou agentes que antagonizam ou prejudicam qualquer mecanismo que conduz à agregação plaquetária, seja durante as fases de ativação e mudança de forma, seja seguindo a reação de liberação de grânulos densos e estimulação do sistema prostaglandina-tromboxana.Estudos Retrospectivos: Estudos nos quais os dados coletados se referem a eventos do passado.Ecocardiografia Transesofagiana: Registro ultrassônico do tamanho, movimentação e composição do coração e tecidos adjacentes utilizando um transdutor localizado no esôfago.Hemostasia: Processo que estanca espontaneamente o fluxo de SANGUE de vasos que conduzem sangue sob pressão. É realizado pela contração dos vasos, adesão e agregação dos elementos sanguíneos formados (p. ex., AGREGAÇÃO ERITROCÍTICA) e o processo de COAGULAÇÃO SANGUÍNEA.Seguimentos: Estudos nos quais indivíduos ou populações são seguidos para avaliar o resultado de exposições, procedimentos ou efeitos de uma característica, por exemplo, ocorrência de doença.Trombose do Corpo Cavernoso: Formação ou presença de um coágulo sanguíneo (TROMBO) no SEIO CAVERNOSO do encéfalo. Estão associadas com este estado as infecções dos seios paranasais e estruturas adjacentes, TRAUMA CRANIOCEREBRAL e TROMBOFILIA. Entre as manifestações clínicas estão disfunção dos nervos cranianos III, IV, V, e VI, inchaço periorbital acentuado, quemose, febre e perda visual (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p711).Estudos Prospectivos: Estudos planejados para a observação de eventos que ainda não ocorreram.Fatores de Tempo: Elementos de intervalos de tempo limitados, contribuindo para resultados ou situações particulares.Recidiva: Retorno de um sinal, sintoma ou doença após uma remissão.Veia Subclávia: Continuação da veia axilar. Segue a artéria subclávia e se une à veia jugular interna para formar a veia braquiocefálica.Stents: Dispositivos que dão suporte a estruturas tubulares que estão sendo anastomosadas ou para cavidades do corpo durante enxerto de pele.Veias Jugulares: Veias do pescoço que drenam o cérebro, a face e o pescoço para as veias braquiocefálica ou subclávia.Trombose do Seio Lateral: Formação ou presença de um coágulo sanguíneo (TROMBO) nos SEIOS LATERAIS. Esta afecção frequentemente está associada com infecções auditivas (OTITE MÉDIA ou MASTOIDITE) sem tratamento antibiótico. Em países desenvolvidos, a trombose do seio lateral pode resultar de TRAUMA CRANIOCEREBRAL, NEOPLASIAS ENCEFÁLICAS, PROCEDIMENTOS NEUROCIRÚRGICOS, TROMBOFILIA e outras afecções. Entre as características clínicas estão CEFALEIA, VERTIGEM e aumento da pressão intracraniana.Tempo de Sangramento: Duração do fluxo sanguíneo após perfuração da pele. Este teste é utilizado como uma medida dos capilares e função plaquetária.Veias Mesentéricas: Veias que drenam sangue dos intestinos. A veia mesentérica inferior drena para a veia esplênica, enquanto que a veia mesentérica superior une-se à veia esplênica para formar a veia porta.Protrombina: Proteína plasmática que é o precursor inativo da trombina. É convertida a trombina pelo complexo ativador da protrombina, consistindo de fator Xa, fator V, fosfolipídeo e íons cálcio. A deficiência da protrombina leva à hipoprotrombinemia.Embolia e Trombose: Termo coletivo para afecções causadas pela formação de um coágulo de sangue (TROMBO) em um vaso sanguíneo, ou pelo bloqueio de um vaso sanguíneo (ÊMBOLO) com material indissolúvel no fluxo de sangue.Produtos de Degradação da Fibrina e do Fibrinogênio: Fragmentos proteicos solúveis formados pela ação proteolítica da plasmina sobre a fibrina ou o fibrinogênio. FDP e seus complexos prejudicam profundamente o processo hemostático e são uma causa importante de hemorragia na coagulação e fibrinólise intravasculares.Agregação Plaquetária: União das PLAQUETAS umas às outras. Esta agregação pode ser induzida por vários agentes (p.ex., TROMBINA, COLÁGENO) sendo parte do mecanismo que leva à formação de um TROMBO.Forame Oval Patente: Afecção em que o FORAME OVAL no SEPTO INTERATRIAL definha para fechar-se abruptamente após o nascimento. Isto resulta em comunicações anormais entre as duas câmaras superiores do coração. Um forame oval patente isolado sem outros defeitos estruturais cardíacos geralmente é de significância não hemodinâmica.Deficiência de Proteína S: Transtorno autossômico dominante demonstrando diminuição nos níveis de antígenos ou atividade de proteína S plasmática, associado com trombose venosa e embolia pulmonar. A PROTEÍNA S é uma proteína plasmática dependente de vitamina-K, que inibe a coagulação sanguínea por agir como cofator da ativação de PROTEÍNA C (também uma proteína dependente de vitamina K), e as manifestações clínicas de sua deficiência são virtualmente idênticas àquelas da deficiência de proteína C. O tratamento com heparina para os processos trombóticos agudos é normalmente seguido da administração de drogas cumarínicas de manutenção para a prevenção de tromboses recidivantes.Evolução Fatal: Morte resultante da presença de uma doença em um indivíduo, como mostrado por um único caso relatado ou um número limitado de pacientes. Deve ser diferenciado de MORTE, a interrupção fisiológica da vida e de MORTALIDADE, um conceito epidemiológico ou estatístico.Ultrassonografia Doppler Dupla: Ultrassonografia aplicando o efeito Doppler combinado com uma imagem de tempo real. A imagem de tempo real é criada pelo movimento rápido do feixe de ultrassom. A grande vantagem dessa técnica é a habilidade em estimar a velocidade do fluxo de mudança de frequência do Doppler.Plaquetas: Células em formato de discos e que não apresentam núcleo. São formadas no megacariócito e são encontradas no sangue de todos os mamíferos. Encontram-se envolvidas principalmente na coagulação sanguínea.Stents Farmacológicos: Stents são revestidos por materiais embebidos em produtos químicos que são liberados gradualmente ao redor do ambiente.Cateterismo Venoso Central: Colocação de um CATETER intravenoso na veia subclávia, jugular ou outra veia central.Tomografia Computadorizada Espiral: Tomografia computadorizada onde há exposição contínua de raios-X ao paciente, enquanto está sendo transportado através de feixes de radiação de forma espiral ou helicoidal. Isto fornece uma melhora no contraste tridimensional e na resolução espacial comparado à tomografia computadorizada convencional, onde os dados são obtidos e computados a partir de exposições sequenciais individuais.Anticorpos Antifosfolipídeos: Autoanticorpos dirigidos contra fosfolipídeos. Estes anticorpos são caracteristicamente encontrados em pacientes com LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO, SÍNDROME ANTIFOSFOLIPÍDICA, doenças autoimunes relacionadas, algumas doenças não autoimunes, e também em indivíduos saudáveis.Artéria Pulmonar: Vaso curto e calibroso que se origina do cone arterial do ventrículo direito e transporta sangue venoso para os pulmões.Deficiência de Proteína C: Uma ausência ou deficiência em PROTEÍNA C que conduz à regulação defeituosa da coagulação sanguínea. É associada a um aumento de risco de trombose prematura ou grave.Oclusão Vascular Mesentérica: A obstrução do fluxo da circulação mesentérica por aterosclerose, EMBOLIA ou TROMBOSE, ESTENOSE, TRAUMA e compressão ou pressão intrínseca de tumores adjacentes. Causas raras são drogas, parasitas intestinais e doenças imunoinflamatórias vasculares tais como PERIARTERITE NODOSA e TROMBOANGIITE OBLITERANTE.Enoxaparina: Fragmento de heparina de baixo peso molecular, que possui a estrutura 4-enopiranosuronato sódico no terminal não redutor da cadeia. É preparada através da despolimerização do éster benzílico da heparina da mucosa suína. Terapeuticamente, é utilizada como agente antitrombolítico.Aspirina: O analgésico protótipo utilizado no tratamento da dor, de intensidade leve à moderada. Possui propriedades anti-inflamatórias e antipiréticas, atuando como um inibidor da cicloxigenase, que leva a uma inibição da biossíntese das prostaglandinas. A aspirina também inibe a agregação plaquetária e é utilizada na prevenção da trombose arterial e venosa.Incidência: Número de casos novos de doenças ou agravos numa determinada população e período.Inibidor de Coagulação do Lúpus: Anticorpo antifosfolipídico encontrado em associação com o LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO, SÍNDROME ANTIFOSFOLIPÍDICA e em várias outras doenças, bem como, nos indivíduos saudáveis. In vitro, o anticorpo interfere na conversão de protrombina em trombina, prolongando o tempo de tromboplastina parcial. In vivo, ele exerce um efeito pró-coagulante resultando em trombose, principalmente nas veias e artérias maiores. Além disso, causa complicações obstétricas, inclusive a morte do feto e o aborto espontâneo, bem como, várias complicações hematológicas e neurológicas.Veia Axilar: O tronco venoso do membro superior; uma continuação das veias basilar e braquial que corre da borda inferior do músculo redondo maior para a borda externa da primeira costela, onde se torna a veia subclávia.Veias Renais: Vasos curtos e calibrosos que retornam sangue dos rins para a veia cava.Síndrome Pós-Trombótica: Afecção causada por um ou mais episódios de TROMBOSE DE VEIAS PROFUNDAS, estando comumente os coágulos de sangue alojados nas pernas. Os aspectos clínicos incluem o EDEMA, DOR, sensação de peso e CÃIBRA MUSCULAR nas pernas. Quando o agravamento do inchaço na perna leva a uma lesão cutânea, é chamado de ÚLCERA POR ESTASE venosa.Fibrinólise: Natural dissolução enzimática da FIBRINA.Medição de Risco: Métodos e técnicas aplicadas para identificar os fatores de risco e medir a vulnerabilidade aos perigos potenciais causados por desastres e substâncias químicas.Disfunção Ventricular Direita: Afecção em que o VENTRÍCULO DIREITO do coração foi prejudicado funcionalmente. Esta situação geralmente leva à INSUFICIÊNCIA CARDÍACA ou ao INFARTO DO MIOCÁRDIO, e outras complicações cardiovasculares. O diagnóstico é feito por medição da fração ejetada diminuída e um nível de motilidade reduzida da parede ventricular direita.Cavidades Cranianas: Grandes canais venosos revestidos por endotélio, situados entre as duas camadas da DURA-MATER, as camadas endóstea e meníngea. Não têm válvulas e são parte do sistema venoso da dura-máter. Entre os principais seios cranianos estão o grupo póstero-superior (como sagital superior, sagital inferior, plano, transverso e occipital) e um grupo ântero-inferior (como cavernoso, petroso e plexo basilar).Fibrina: Proteína derivada do FIBRINOGÊNIO na presença de TROMBINA, que forma parte do coágulo sanguíneo.Deficiência de Antitrombina III: Ausência ou redução no nível de Antitrombina III, levando a um aumento no risco de trombose.Cardiopatias: Afecções que envolvem o CORAÇÃO, inclusive anomalias estruturais e funcionais.Resistência à Proteína C Ativada: Transtorno hemostático caracterizado por uma fraca resposta anticoagulante à proteína C ativada (PCA). A forma ativada do Fator V (Fator Va) é mais lentamente degradada pela proteína C ativada. O mutação do fator V de Leiden (R506Q) é a causa mais comum da resistência à PCA.Síndrome Pós-Flebítica: Afecção caracterizada por um membro cronicamente inchado, frequentemente uma perna com dermatite com estase e ulcerações. Esta síndrome pode aparecer logo após a flebite ou anos mais tarde. A síndrome pós-flebítica é o resultado de valvas venosas danificadas ou incompetentes, nos membros. Varizes tortuosas e distendidas geralmente estão presentes. A dor na perna pode aparecer após longo período em pé.Síndrome de Budd-Chiari: Afecção em que a obstrução hepática do fluxo venoso é em qualquer lugar das VEIAS HEPÁTICAS pequenas à junção da VEIA CAVA INFERIOR e ÁTRIO DIREITO. Geralmente o bloqueio é extra-hepático e causado por coágulos de sangue (TROMBO) ou tecidos fibrosos. FIBROSE parenquimatosa é rara.Veias: Vasos que transportam sangue para fora do leito capilar.Ativação Plaquetária: Série de eventos progressivos sobrepostos, disparados por exposição das PLAQUETAS ao tecido subendotelial. Estes eventos incluem mudança de forma, adesividade, agregação e reações de liberação. Ao fim desse processo, estes eventos levam à formação de um tampão hemostático estável.Comunicação Interatrial: Anormalidades desenvolvidas em qualquer porção do SEPTO INTERATRIAL resultando em comunicações anormais entre as duas câmaras superiores do coração. A classificação dos defeitos do septo interatrial está baseada na localização da comunicação e tipos de fusão incompleta do septo interatrial com os COXINS ENDOCÁRDICOS no coração fetal. Entre os defeitos estão ostium primum, ostium secundum, seio venoso, e defeitos do seio coronário.Fibrinogênio: Glicoproteína plasmática coagulada pela trombina, composta por um dímero de três pares de cadeias polipeptídicas não idênticas (alfa, beta e gama) mantidas juntas por pontes dissulfeto. A coagulação do fibrinogênio é uma mudança de sol para gel envolvendo arranjos moleculares complexos; enquanto o fibrinogênio é lisado pela trombina para formar polipeptídeos A e B, a ação proteolítica de outras enzimas libera diferentes produtos de degradação do fibrinogênio.Meias de Compressão: Revestimentos firmes para o pé e perna usados para auxiliar a circulação nas pernas e impedir a formação de EDEMA e TROMBOSE DE VEIAS PROFUNDAS. As MEIAS DE COMPRESSÃO PNEUMÁTICAS servem para um propósito semelhante, principalmente em pacientes acamados e após procedimento cirúrgico.Tromboplastina: Constituinte composto de proteína e fosfolípide que é largamente distribuído em muitos tecidos. Serve como cofator com o fator VIIa para ativar o fator X na via extrínseca da coagulação sanguínea.Ativador de Plasminogênio Tecidual: Enzima proteolítica da família das serinoproteases encontrada em muitos tecidos e que converte o PLASMINOGÊNIO em FIBRINOLISINA. Tem atividade ligante à fibrina e é imunologicamente diferente do ATIVADOR DE PLASMINOGÊNIO TIPO UROQUINASE. A sequência primária, composta por 527 aminoácidos, é idêntica tanto nas proteases de ocorrência natural como nas sintéticas.Proteína C: Zimógeno dependente de vitamina K, presente no sangue, quando ativado pela trombina e trombomodulina apresenta propriedades anticoagulantes, inativando os fatores Va e VIIIa nos passos limitantes da velocidade de formação da trombina.Cateteres de Demora: Cateteres desenvolvidos para serem deixados dentro de um órgão ou orifício por um extenso período de tempo.Veia Esplênica: Veia formada pela união (no nível do hilo do baço) de várias veias pequenas provenientes do estômago, pâncreas, baço e mesentério.Infarto Cerebral: Formação de uma área de NECROSE no CÉREBRO causada por uma insuficiência de fluxo sanguíneo venoso ou arterial. Os infartos do cérebro geralmente são classificados por hemisfério (i. é, esquerdo vs direito), lobo (ex. infarto do lobo frontal), distribuição arterial (ex. INFARTO DA ARTÉRIA CEREBRAL ANTERIOR) e etiologia (ex. infarto embólico).Testes de Coagulação Sanguínea: Testes laboratoriais para avaliar o mecanismo de coagulação de um indivíduo.Pletismografia de Impedância: Registro de alterações na impedância elétrica entre eletrodos colocados em lados opostos de uma parte do corpo, como medida de alteração de volume no trajeto da corrente. (Stedman, 25a ed)Complicações Cardiovasculares na Gravidez: Coocorrência de gravidez e doença cardiovascular. A doença pode preceder ou seguir a FERTILIZAÇÃO e pode ou não, ter um efeito deletério na mulher grávida ou no FETO.Bandagens: Material utilizado para envolver ou atar qualquer parte do corpo.Antitrombinas: Família de fatores e drogas endógenas que inibem diretamente a ação da TROMBINA, geralmente por meio do bloqueio de sua atividade enzimática. São distintos de ANTICOAGULANTES, como a HEPARINA, que agem aumentando os efeitos inibitórios das antitrombinas.Complicações Intraoperatórias: Complicações que afetam pacientes durante a cirurgia. Podem estar ou não associadas à doença para a qual a cirurgia é realizada ou, dentro do mesmo procedimento cirúrgico.Arteriopatias Oclusivas: Processos patológicos que resultam de obstrução parcial ou completa das ARTÉRIAS. São caracterizados por grande redução ou ausência de fluxo sanguíneo através destes vasos. Também são conhecidos como insuficiência arterial.Estreptoquinase: Fibrinolisina estreptocócica. Enzima produzida pelos estreptococos hemolíticos. Hidrolisa ligações amídicas e serve como ativador do plasminogênio. É usada na terapia trombolítica e também em misturas com a estreptodornase (ESTREPTODORNASE E ESTREPTOQUINASE). EC 3.4.-.Tempo de Tromboplastina Parcial: Tempo necessário para o aparecimento de fitas de FIBRINA, após a mistura do PLASMA com substitutos de fosfolipídeos plaquetários (ex., cefalinas brutas, fosfatídeos de soja). É um teste da via intrínseca (fatores VIII, IX, XI e XII) e da via normal (fibrinogênio, protrombina, fatores V e X) de COAGULAÇÃO SANGUÍNEA. É usado como teste de triagem e para monitorar a terapia com HEPARINA.Ticlopidina: Inibidor eficiente de agregação plaquetária que é usado comumente na colocação de STENTS nas ARTÉRIAS CORONÁRIAS.Valor Preditivo dos Testes: O valor preditivo de um teste diagnóstico é a probabilidade de um resultado positivo (ou negativo) corresponder a um indivíduo doente (ou não doente). Depende da sensibilidade e especificidade do teste (adaptação e tradução livre do original: Last, 2001)Oclusão de Enxerto Vascular: Obstrução do fluxo em enxertos vasculares prostéticos ou biológicos.Dispositivos de Compressão Pneumática Intermitente: Instrumentos que geram forces intermitentes, uniformes ou graduadas para facilitar o esvaziamentos das VEIAS. Estes dispositivos são usados para diminuir o EDEMA dos membros e evitar o TROMBOEMBOLISMO venoso, como a tromboses das veias profundas nas pernas.Autopsia: Exame "postmortem" do corpo.Transtornos da Coagulação Sanguínea: Transtornos trombóticos e hemorrágicos que ocorrem como consequência de anormalidades da coagulação sanguinea, devido a uma variedade de fatores, como TRANSTORNOS DE PROTEÍNAS DE COAGULAÇÃO, TRANSTORNOS PLAQUETÁRIOS, TRANSTORNOS DAS PROTEÍNAS SANGUÍNEAS ou condições nutricionais.Cateterismo Periférico: Inserção de um cateter numa artéria periférica, veia ou vias aéreas, com fins diagnósticos ou terapêuticos.Coagulação Intravascular Disseminada: Distúrbio caracterizado pela entrada de substâncias pró-coagulantes na circulação geral, o que causa um processo trombótico sistêmico. A ativação dos mecanismos de coagulação pode se originar de qualquer um dos inúmeros distúrbios. A maioria dos pacientes manifesta lesões na pele, que em alguns casos levam à PÚRPURA FULMINANTE.Infarto: Formação do infarto, que é NECROSE no tecido, causado por ISQUEMIA local devido à obstrução da CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA, geralmente por TROMBOSE ou EMBOLIA.Acidente Vascular Cerebral: Grupo de afecções caracterizadas por perda súbita, não convulsiva, da função neurológica, devido a ISQUEMIA ENCEFÁLICA ou HEMORRAGIAS INTRACRANIANAS. O acidente cerebral vascular é classificado pelo tipo de NECROSE de tecido, como localização anatômica, vasculatura envolvida, etiologia, idade dos indivíduos afetados e natureza hemorrágica versus não hemorrágica (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, pp777-810).Derivação Arteriovenosa Cirúrgica: Derivação cirúrgica que permite a passagem direta de sangue de uma artéria a uma veia. (Dorland, 28a ed)Coeficiente Internacional Normatizado: Sistema estabelecido pela Organização Mundial de Saúde e pelo Comitê Internacional em Trombose e Hemostase, para monitorar e informar testes de coagulação sanguínea. Nesse sistema, os resultados são padronizados utilizando o Índice de Sensibilidade Internacional para a combinação usada no teste de reagentes/instrumentos particulares.Ecocardiografia: Registro ultrassônico do tamanho, movimentação e composição do coração e estruturas adjacentes. O acesso padrão é transtorácico.Angioplastia Coronária com Balão: Dilatação de uma artéria coronal obstruída (ou artérias) por meio de um cateter de balão para restaurar o suprimento sanguíneo miocárdico.Infarto do Miocárdio: NECROSE do MIOCÁRDIO causada por uma obstrução no fornecimento de sangue ao coração (CIRCULAÇÃO CORONÁRIA).Grau de Desobstrução Vascular: Grau em que os VASOS SANGUÍNEOS não estão bloqueados ou obstruídos.Angiografia por Ressonância Magnética: Método não invasivo de imagem e determinação da anatomia vascular interna sem injeção de um meio de contraste ou exposição à radiação. A técnica é utilizada especialmente em ANGIOGRAFIA CEREBRAL assim como em estudos de outras estruturas vasculares.Sirolimo: Composto macrolídeo obtido a partir do Streptomyces hygroscopicus que atua bloqueando seletivamente a ativação transcripcional das citocinas, consequentemente inibindo a produção de citocinas. É bioativo somente quando ligado à IMUNOFILINAS. Sirolimo é um potente imunossupressor e possui propriedades tanto antifúngicas como antineoplásicas.Trombocitopenia: Nível subnormal de PLAQUETAS.Ultrassonografia Doppler: Ultrassonografia que aplica o efeito Doppler, com reflexões do ultrassom desviadas pela frequência, produzidas por alvos móveis (geralmente hemácias) na corrente sanguínea ao longo do eixo do ultrassom, diretamente proporcionais à velocidade de movimento dos alvos, para determinar tanto a direção quanto a velocidade do fluxo sanguíneo. (Stedman, 25a ed)Desenho de Prótese: Planejamento e delineamento de próteses em geral ou de uma prótese específica.Cateterismo: Utilização ou inserção de um dispositivo tubular em um ducto, vaso sanguíneo, cavidade de um órgão ou cavidade corporal pela injeção ou retirada de fluidos para fins diagnósticos ou terapêuticos. Difere de ENTUBAÇÃO, em que um tubo é utilizado para restaurar ou manter a patência em obstruções.Reestenose Coronária: Estreitamento recorrente ou constrição da artéria coronária seguido de procedimentos cirúrgicos realizados para aliviar a obstrução anterior.Anticorpos Anticardiolipina: Anticorpos antifosfolipídeos encontrados em associação com o LUPUS ERITEMATOSO SISTÊMICO, SÍNDROME ANTIFOSFOLIPÍDICA e várias outras doenças, bem como, em indivíduos saudáveis. Os anticorpos são detectados por IMUNOENSAIO em fase sólida empregando o antígeno fosfolipídico purificado CARDIOLIPINA.Antifibrinolíticos: Substâncias que impedem a fibrinólise ou a lise de um coágulo sanguíneo ou trombo. Várias antiplasminas endógenas são conhecidas. Estes substâncias são usadas para controlar hemorragia maciça e também em outros distúrbios da coagulação.Modelos Animais de Doenças: Doenças animais ocorrendo de maneira natural ou são induzidas experimentalmente com processos patológicos suficientemente semelhantes àqueles de doenças humanas. São utilizados como modelos para o estudo de doenças humanas.Átrios do Coração: Câmaras do coração às quais o SANGUE circulante retorna.Constrição Patológica: Afecção em que uma estrutura anatômica é contraída além das dimensões normais.Remoção de Dispositivo: Remoção de um dispositivo terapêutico ou protético implantado.Aneurisma: Evaginação patológica ou dilatação saculiforme na parede de qualquer vaso sanguíneo (ARTÉRIAS OU VEIAS) ou no coração (ANEURISMA CARDÍACO). Indica uma área delgada e enfraquecida na parede, que pode se romper posteriormente. Os aneurismas são classificados pela localização, etiologia, ou outras características.Sensibilidade e Especificidade: Medidas de classificação binária para avaliar resultados de exames. Sensibilidade ou taxa de recall é a proporção de verdadeiros positivos. Especificidade é a probabilidade do teste determinar corretamente a ausência de uma afecção. (Tradução livre do original: Last, Dictionary of Epidemiology, 2d ed)Próteses Valvulares Cardíacas: Dispositivo que substitui a válvula cardíaca. Pode ser composto por material biológico (BIOPRÓTESE) e/ou material sintético.Trombocitemia Essencial: Síndrome clínica caracterizada por hemorragias espontâneas repetidas e um aumento notável no número de plaquetas circulantes.Procedimentos Cirúrgicos Vasculares: Procedimentos cirúrgicos para o tratamento de distúrbios vasculares.Angiografia Cerebral: Radiografia do sistema vascular do cérebro, após injeção de um meio de contraste.Agregado de Albumina Marcado com Tecnécio Tc 99m: Agente radionuclídeo de imageamento gama-emissor utilizado no diagnóstico de doenças em muitos tecidos, particularmente na circulação cerebral e cardiovascular.Fatores de Coagulação Sanguínea: Substâncias endógenas, usualmente proteínas, que estão envolvidas no processo de coagulação sanguínea.Xilema: Tecido vegetal que transporta água para cima (da raiz para o caule). As paredes celulares do xilema são originadas, em sua maioria, de LIGNINA. Os vasos são similares aos tubos perfurados do FLOEMA, mas perderam as células companheiras e não possuem os lados perfurados e nem poros.Acenocumarol: Cumarina usada como anticoagulante. Suas ações e usos são similares àqueles da WARFARINA.Imagem por Ressonância Magnética: Método não invasivo de demonstração da anatomia interna baseado no princípio de que os núcleos atômicos em um campo magnético forte absorvem pulsos de energia de radiofrequência e as emitem como ondas de rádio que podem ser reconstruídas nas imagens computadorizadas. O conceito inclui técnicas tomográficas do spin do próton.Transtornos Puerperais: Transtornos ou doenças associadas com o PUERPÉRIO, período de 6-8 semanas imediatamente após o PARTO em humanos.Ultrassonografia Doppler em Cores: Ultrassonografia por aplicação do efeito Doppler, com a sobreposição do fluxo de informação em cores, numa escala de cinza em uma imagem de tempo real. Este tipo de ultrassonografia é bem adequado para identificar a localização de fluxo de alta velocidade (como em uma estenose) ou mapear a extensão do fluxo em determinada região.Trombina: Enzima formada da PROTROMBINA que converte FIBRINOGÊNIO em FIBRINA.Hemoptise: Expectorar ou cuspir sangue originário de qualquer parte do TRATO RESPIRATÓRIO, geralmente oriundo de hemorragia no parênquima pulmonar (ALVÉOLOS PULMONARES) e nas ARTÉRIAS BRÔNQUICAS.Fenindiona: Indandiona que tem sido utilizada como anticoagulante. A fenindiona possui ações semelhantes à WARFARINA, mas agora é raramente empregada por causa da alta incidência de efeitos adversos graves. (Tradução livre do original: Martindale, The Extra Pharmacopoeia, 30th ed, p234).Fibrilação Atrial: Ritmo cardíaco anormal caracterizado por descargas de impulsos elétricos descoordenados e rápidos, nas câmaras superiores do coração (ÁTRIOS DO CORAÇÃO). Em tal caso, o sangue não pode ser eficazmente bombeado nas câmaras inferiores do coração (VENTRÍCULOS DO CORAÇÃO). É causado por geração de impulso anormal.Prótese Vascular: Dispositivo feito de material sintético ou biológico usado para reparo de vasos sanguíneos danificados ou defeituosos.Transtornos Cerebrovasculares: Espectro de afecções com comprometimento do fluxo sanguíneo no encéfalo. Podem envolver vasos (ARTÉRIAS ou VEIAS) no CÉREBRO, CEREBELO e TRONCO ENCEFÁLICO. Entre as principais categorias estão MALFORMAÇÕES ARTERIOVENOSAS INTRACRANIANAS, ISQUEMIA ENCEFÁLICA, HEMORRAGIA CEREBRAL e outras.Extremidade Inferior: Região do membro inferior nos animais que se estende da região glútea até o PÉ, incluindo as NÁDEGAS, o QUADRIL e a PERNA.Complicações Pós-Operatórias: Processos patológicos que afetam pacientes após um procedimento cirúrgico. Podem ou não estar relacionados à doença pela qual a cirurgia foi realizada, podendo ser ou não resultado direto da cirurgia.Vitamina K: Cofator lipídico necessário para a coagulação sanguínea normal. Várias formas de vitamina K foram identificadas: VITAMINA K 1 (fitomenadiona) derivada de plantas, VITAMINA K 2 (menaquinona) derivada de bactérias e as provitaminas naftoquinonas sintéticas, VITAMINA K 3 (menadiona). As provitaminas da vitamina K 3, após a alquilação in vivo, apresentam a atividade antifibrinolítica da vitamina K. Vegetais de folhas verdes, fígado, queijo, manteiga e gema de ovo são boas fontes de vitamina K.Antitrombina III: Glicoproteína alfa 2 plasmática responsável pela maior parte da atividade antitrombina no plasma normal e que também inibe várias outras enzimas. É membro da família das serpinas.Seio Sagital Superior: Canal venoso longo e grande revestido por endotélio na superfície externa superior do encéfalo. Recebe sangue de uma veia na cavidade nasal, corre para trás, e gradativamente aumenta o calibre conforme o sangue é drenado das veias do encéfalo e da DURA-MATER. Próximo à parte póstero-inferior do CRÂNIO, o seio sagital superior desvia para um lado (geralmente o direito) e continua como um dos SEIOS TRANSVERSOS.Complicações Hematológicas na Gravidez: Coocorrência de gravidez e uma doença sanguínea (DOENÇAS HEMATOLÓGICAS) que envolve as CÉLULAS SANGUÍNEAS ou os FATORES DE COAGULAÇÃO SANGUÍNEA. O transtorno hematológico pode ser anterior ou posterior à FERTILIZAÇÃO e pode ou não ter um efeito deletério na mulher grávida ou no FETO.Proteína S: Cofator dependente de vitamina K da PROTEÍNA C ativada. Juntamente com a proteína C, inibe a ação dos fatores VIIIa e Va. A DEFICIÊNCIA DE PROTEÍNA S pode levar à trombose venosa e arterial recorrente.Angiografia Coronária: Radiografia do sistema vascular do músculo cardíaco, após injeção de um meio de contraste.Ativador de Plasminogênio Tipo Uroquinase: Enzima proteolítica que converte o PLASMINOGÊNIO em FIBRINOLISINA, em que a clivagem preferencial é entre a ARGININA e a VALINA. Foi isolado originalmente de URINA humana, mas é encontrado na maioria dos tecidos da maior parte dos VERTEBRADOS.beta 2-Glicoproteína I: Proteína plasmática altamente glicosilada de 44 kDa que se liga aos fosfolipídeos, incluindo a CARDIOLIPINA, RECEPTOR DE APOLIPOPROTEÍNA E, fosfolipídeos de membrana e outras regiões contendo fosfolipídeos aniônicos. Desempenha um papel na coagulação e nos processos apoptóticos. Anteriormente conhecida como apolipoproteína H é um autoantígeno em pacientes com ANTICORPOS ANTIFOSFOLIPÍDEOS.Contagem de Plaquetas: Número de PLAQUETAS por unidade de volume em uma amostra de SANGUE venoso.Dalteparina: Fragmento de heparina de baixo peso molecular, preparado a partir da sua despolimerização por ácido nitroso da heparina da mucosa suína. Seu peso molecular médio é de 4000-6000 daltons. É utilizada terapeuticamente como agente antitrombolítico.Imagem de Perfusão: Criação e apresentação de imagens funcionais que mostram o alcance do fluxo sanguíneo pelo seguimento da distribuição de marcadores (rastreadores) injetados na corrente sanguínea.Ultrassonografia: Visualização de estruturas profundas do corpo por meio do registro dos reflexos ou ecos dos pulsos das ondas ultrassônicas direcionadas ao interior dos tecidos. A utilização de ultrassom para imagens ou fins diagnósticos usa frequências que variam de 1,6 a 10 mega-hertz.Tempo de Protrombina: Tempo de coagulação do PLASMA recalcificado na presença de excesso de TROMBOPLASTINA TECIDUAL. Os fatores medidos são FIBRINOGÊNIO, PROTROMBINA, FATOR V, FATOR VII e FATOR X. É utilizado para monitorar terapia anticoagulante com CUMARÍNICOS.Estudos de Casos e Controles: Estudos epidemiológicos observacionais nos quais grupos de indivíduos com determinada doença ou agravo (casos) são comparados com grupos de indivíduos sadios (controles) em relação ao histórico de exposição a um possível fator causal ou de risco. (Tradução livre do original: Last, 2001)Fator Xa: Forma ativada do fator X que participa tanto da via intrínseca quanto da via extrínseca da coagulação sanguinea. Catalisa a conversão de protrombina a trombina em conjunto com outros cofatores.Estudos de Coortes: Estudos em que os subconjuntos de uma certa população são identificados. Estes grupos podem ou não ser expostos a factores hipotéticos para influenciar a probabilidade da ocorrência de doença em particular ou outros desfechos. Coortes são populações definidas que, como um todo, são seguidos de uma tentativa de determinar as características que distinguem os subgrupos.Doenças da Aorta: Processos patológicos envolvendo qualquer parte da AORTA.Índice de Gravidade de Doença: Níveis dentro de um grupo de diagnósticos estabelecidos por vários critérios de medição aplicados à gravidade do transtorno de um paciente.Artéria Femoral: A principal artéria da coxa. Continuação da artéria ilíaca externa.Prognóstico: Predição do provável resultado de uma doença baseado nas condições do indivíduo e no curso normal da doença como observado em situações semelhantes.Anticoncepcionais Orais: Compostos, geralmente hormonais, tomados oralmente, a fim de bloquear a ovulação e prevenir a ocorrência de gravidez. Os hormônios são geralmente estrógeno ou progesterona, ou ambos.Adesividade Plaquetária: Processo por meio do qual as PLAQUETAS se aderem a alguma coisa que não sejam outras plaquetas, p.ex., COLÁGENO, MEMBRANA BASAL, MICROFIBRILAS, ou outras superfícies "estranhas".Cateterismo Cardíaco: Procedimento em que se colocam CATETERES CARDÍACOS para a realização de procedimentos terapêuticos ou diagnósticos.Cães: O cão doméstico (Canis familiaris) compreende por volta de 400 raças (família carnívora CANIDAE). Estão distribuídos por todo o mundo e vivem em associação com as pessoas (Tradução livre do original: Walker's Mammals of the World, 5th ed, p1065).Distribuição de Qui-Quadrado: Distribuição na qual a variável está distribuída como a soma dos quadrados de qualquer variável dada independente e aleatória, tendo cada qual uma distribuição normal com média zero e desvio um. O teste de Qui-quadrado é um teste estatístico baseado na comparação de uma estatística e uma distribuição de Qui-quadrado. Os testes mais antigos se usam para detectar se duas ou mais distribuições da população diferem entre si.Nadroparina: Fração de heparina com peso molecular médio de 4500 daltons. É isolada a partir da heparina da mucosa suína e é utilizada como agente antitrombótico. (Tradução livre do original: Merck Index, 11th ed)Ativadores de Plasminogênio: Grupo heterogêneo de enzimas proteolíticas que converte o PLASMINOGÊNIO em FIBRINOLISINA. Estão concentrados nos lisossomos da maioria das células e no endotélio vascular, particularmente nos vasos da microcirculação.Radiografia Intervencionista: Procedimentos diagnósticos e terapêuticos que são invasivos ou cirúrgicos, e requerem um radiologista especialmente treinado. Em geral, são mais invasivos do que uma imagem diagnóstica, mas menos invasivos do que a maioria das cirurgias. Geralmente envolvem cateterização, fluoroscopia ou tomografia computadorizada. Alguns exemplos incluem colangiografia percutânea trans-hepática, biópsia percutânea transtorácica, angioplastia de balão e embolização arterial.Caules de Planta: Partes de plantas que geralmente crescem verticalmente para cima, em direção à luz, e que dão suporte às folhas, às células germinativas e às estruturas reprodutivas.Ultrassonografia de Intervenção: Utilização da ultrassonografia para guiar procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos como BIÓPSIA POR PUNÇÃO, DRENAGEM, etc. Sua aplicação mais vasta é em ultrassom intravascular com imagem, mas é útil também em urologia e para detecção de afecções intra-abdominais.Síndrome de Behçet: Doença inflamatória crônica rara, de origem desconhecida, que envolve pequenos vasos sanguíneos. Caracterizada por ulceração mucocutânea (na boca e na região genital) e uveíte (com hipópio). A forma neuro-ocular pode causar cegueira e morte. Também podem ocorrer SINOVITE, TROMBOFLEBITE, ulcerações gastrointestinais, VASCULITE RETINIANA e ATROFIA ÓPTICA.Sistema de Registros: Sistemas e processos relativos ao estabelecimento, manutenção, administração e operação de registros e cadastros como por exemplo, registros de doenças.Infarto Pulmonar: NECROSE de tecido pulmonar causada por ausência de OXIGÊNIO ou de suprimento sanguíneo. A causa mais comum de infarto pulmonar é coágulo de sangue no pulmão.Migração de Corpo Estranho: Migração de um corpo estranho de sua localização original para alguma outra localização no corpo.Fator de von Willebrand: Proteína plasmática de alto peso molecular, produzida por células endoteliais e megacariócitos que é parte do complexo fator VIII/fator von Willebrand. O fator de von Willebrand possui receptores para colágeno, plaquetas, e atividade ristocetina, bem como determinantes antigênicos imunologicamente distintos. Funciona na adesão de plaquetas ao colágeno e formação do tampão hemostático. O tempo prolongado de sangramento nas DOENÇAS DE VON WILLEBRAND é devido à deficiência deste fator.Reoperação: Operação refeita para a mesma doença, no mesmo paciente, devido à evolução ou recidiva da doença, ou como acompanhamento de cirurgia anterior que não atingiu seu objetivo.Policitemia Vera: Transtorno mieloproliferativo de etiologia desconhecida, caracterizado por proliferação anormal de todos os elementos da medula óssea hematopoética e um aumento absoluto na massa das células vermelhas e volume sanguíneo total, associado frequentemente com esplenomegalia, leucocitose e trombocitemia. A hematopoese é também reativa em sítios extramedulares (fígado e baço). Com o tempo, ocorre mielofibrose.

*  dor, inchaço, vermelhidão nas pernas com trombose

... vermelhidão nas pernas com trombose. Assistente em linha para diagnóstico médico. Lista detalhada de doenças possíveis dados ... Trombose Coronária. 19. + +. 6. Úlcera da Perna. 18. + +. 7. Embolia e Trombose Intracraniana. 15. + +. ...
lookfordiagnosis.com/results.php?symptoms=dor, inchaço, vermelhidão nas pernas com trombose&lang=3&parent=/&mode=F

*  CID-10 Capítulo IX: Doenças do sistema circulatório - Wikipedia

Embolia e trombose da artéria ilíaca (I77.8) Embolia e trombose de outras artérias (I77.9) Embolia e trombose de artéria não ... Hemorragia intracraniana não-traumáticas não especificada (I63) Infarto cerebral (I63.0) Infarto cerebral devido a trombose de ... Embolia e trombose da veia cava (I82.3) Embolia e trombose da veia renal (I82.8) Embolia e trombose de outras veias ... Embolia e trombose arteriais (I77.0) Embolia e trombose da aorta abdominal (I77.1) Embolia e trombose de outras porções da ...
https://pt.wikipedia.org/wiki/CID-10_Capítulo_IX:_Doenças_do_sistema_circulatório

*  Hemorragia intracerebral - Wikipedia

Uma proporção muito pequena é devida a trombose do seio venoso cerebral. Fatores de risco para esta doença incluem: Hipertensão ... Outros sintomas incluem aqueles que indicam um aumento da pressão intracraniana causada por uma grande massa que pressiona o ... e embolia cerebral (30%). É duas ou mais vezes mais comum em pessoas negras do que em brancas. Naidich, Thomas P.; Castillo, ... Isso representa 20% de todos os casos de doença cerebrovascular nos Estados Unidos, por trás de trombose cerebral (40%) ...
https://pt.wikipedia.org/wiki/Hemorragia_intracerebral

*  Infecções Por Adenophorea - lookfordiagnosis.com

Embolia Intracraniana. * Embolia E Trombose Intracraniana. * Hemorragia Intracraniana Hipertensiva. * Hemorragias ...
https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=87

*  Doenças Dos Gânglios Da Base - lookfordiagnosis.com

Embolia Intracraniana. * Embolia E Trombose Intracraniana. * Hemorragia Intracraniana Hipertensiva. * Hemorragias ...
https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=382

*  MANCHAS ESCURAS NA GLANDE, ALGUM TIPO DE MANCHA MARROM AO RE - Página 5 - lookfordiagnosis.com

Embolia Intracraniana. * Embolia E Trombose Intracraniana. * Hemorragia Intracraniana Hipertensiva. * Hemorragias ...
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*  Afasia Acinética - lookfordiagnosis.com

Embolia Intracraniana. * Embolia E Trombose Intracraniana. * Hemorragia Intracraniana Hipertensiva. * Hemorragias ...
https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=127

*  Babesiose - lookfordiagnosis.com

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https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=360

*  Neoplasias Abdominais - lookfordiagnosis.com

Embolia Intracraniana. * Embolia E Trombose Intracraniana. * Hemorragia Intracraniana Hipertensiva. * Hemorragias ...
https://lookfordiagnosis.com/portugueseforum/viewforum.php?f=3

Angiografia pulmonar: Angiografia pulmonar (ou arteriografia pulmonar) é um procedimento medico cardiológico. Neste procedimento é utilizado raios-x sobre os vasos sanguíneos pulmonares para detectar malformações arteriovenosas.Trombo: Trombo é uma coagulação de sangue no interior do vaso sanguíneo. Ocorre pela agregação plaquetária, diferente do coágulo, que ocorre pela formação de polímeros de fibrinogênio (fibrina).EmboliaTrombose coronarianaAnticoagulante: Os anticoagulantes são os fármacos usados para prevenir a formação de trombos sanguíneos. O sangue fora das veias sofre um processo chamado de coagulação, no qual aglomera os elementos figurados (sólidos) para impedir o vazamento do mesmo.Embolia amnióticaFlebografiaVeia femoral: No corpo humano, a veia femoral é um vaso sanguíneo que acompanha a artéria femoral. Ela inicia no canal adutor (também conhecido como canal de Hunter) e é uma continuação da veia poplítea.Veia ilíaca externa: A veia femoral comum termina ao passar por trás do ligamento inguinal, quando passa a se chamar veia ilíaca externa. Esta se aprofunda na pelve durante o seu trajeto ascendente, recebendo como tributárias constantes as veias circunflexa ilíaca profunda e epigástrica inferior, que drenam a parede abdominal inferior e são importantes como vias de colateralização com o sistema da veia cava superior.Trombofilia: Trombofilia ou hipercoagulabilidade é a propensão de desenvolver trombose (coágulos sanguíneos) devido a uma anomalia no sistema de coagulação.Hipoxemia: Hipoxemia é a baixa (hipo) concentração de oxigênio no sangue arterial. É diferente de hipóxia, que é a baixa disponibilidade de oxigênio para determinado órgão, o que pode ocorrer mesmo na presença de quantidade normal no sangue arterial, como no infarto agudo do miocárdio ou no acidente vascular cerebral.Heparina de baixo peso molecular: Heparina de baixo peso molecular é uma classe de medicamentos usada como anticoagulante em doenças que apresentam trombose, assim como profilaxia em situações que levam a um alto risco de trombose.Veia toracoepigástrica: A veia toracoepigástrica é uma veia do tórax.VarfarinaHeparina: Heparina é um polissacarídeo polianiônico sulfatado pertencente à familía dos glicosaminoglicanos.É composta por unidades dissacarídeas repetidas compostas por ácido urônico e um açúcar aminado.Síndrome do anticorpo antifosfolipídeo: (ILDS D68.810)Flegmasia: Flegmasia é o termo habitualmente usado para descrever o importante edema e dor nos membros inferiores em casos de tromboses venosas profundas que atingem as veias ilíacas e mesmo a veia cava inferior.Antiagregante plaquetar: Os Antiplaquetares são os fármacos usados para evitar a activação e agregação das plaquetas e formação de trombos arteriais.Ecocardiografia: A ecocardiografia ou ecocardiograma com Doppler abrange os métodos de diagnóstico da estrutura e do funcionamento do coração baseados no uso de ultrassom, ou seja, as ondas acústicas com frequência de mais de 20 mil Hz (ciclos por segundo), geralmente em torno de 2 a 4 MegaHertz (MHz). Este exame é frequentemente empregado na avaliação dos pacientes com sopro cardíaco, sintomas de palpitação, síncope, falta de ar, dor torácica ou portadores de diversas doenças cardíacas como doenças do músculo cardíaco (infarto do miocárdio, miocardiopatias), insuficiência cardíaca, doenças das valvas, anomalias congênitas, entre outras.Suspensão multibraço: A suspensão multibraço ou multilink é um tipo de suspensão independente que caracteriza-se pela utilização de três ou mais "braços" que ligam o chassi do veículo ao seu eixo. Esta tecnologia geralmente é usada no eixo traseiro dos automóveis e assegura a posição correta da roda, independente da condição de rodagem.Dímero D: A determinação do dímero D no sangue auxilia no diagnóstico da trombose venosa profunda.Plaqueta sanguínea: Uma plaqueta sanguínea ou trombócito é um fragmento coroplasmático anucleado, presente no sangue que é formado na medula óssea. A sua principal função é a formação de coágulos, participando portanto do processo de coagulação sanguínea.Terapia intravenosaÁcido acetilsalicílicoIncidência: Usada em estatística e em epidemiologia, a Incidência pode referir-se a:TromboseFibrinolítico: Os fibrinolíticos ou trombolíticos são os fármacos usados para dissolver os trombos sanguineos.Fibrina: A Fibrina (ou fator Ia) é uma proteína fibrosa envolvida na coagulação de sangramentos. Ela sofre polimerização de modo a, em ação conjunta à das plaquetas, formar uma camada que detém hemorragias.Deficiência de antitrombina III: Deficiência de antitrombina III é uma rara doença genética que geralmente aparece quando o paciente sofre trombose venosa recorrentes e embolismo pulmonar. Isto foi descrito inicialmente por Egeberg, em 1965.Veia: No sistema circulatório, uma veia é um vaso sanguíneo que leva o sangue em direção ao coração. Os vasos que carregam sangue para fora do coração são conhecidos como artérias.Síndrome de Budd-ChiariVeia cubital mediana: Veia cubital mediana (ou veia basílica mediana), na anatomia humana, é uma veia superficial do membro superior. Ela conecta a veia basílica e a veia cefálica e freqüentemente é utilizada para punção venosa (retirar sangue).Comunicação interatrial: A comunicação interatrial é uma cardiopatia congênita caracterizada por uma abertura no septo interatrial, que permite a passagem do sangue do átrio esquerdo (alta pressão) para o átrio direito (baixa pressão).Fibrinogênio: O fibrinogênio é uma glicoproteína hexamérica codificada por três genes - FGA, FGB e FGG - localizados no braço longo do cromossomo 1 e que está envolvida nas etapas finais da coagulação como precursor de monômeros de fibrina necessários para a formação do plug plaquetário. Possui alta massa molecular e é solúvel no plasma sanguíneo, convertendo-se em fibrina pela ação da trombina, que é a enzima ativa.


Tive trombose e embolia pulmonar preciso e orientações?


  • Dia 28 de novembro fui internada em BH, com TVP e TEP, tive alta na sexta dia 04 de dezembro, porém ainda sinto muita dor na perna e qualquer coisa que faço sinto falta de ar. Gostaria de saber se é normal, e em quanto tempo esses sintomas desaparecerão. Por favor me respondam urgente pois se não for normal tenho que voltar pra BH pois moro no interior e aqui não tem nenhum recurso.
  • Primeiro, vc deve estar tomando um anticoagulante não? Tipo Marevan, ou Coumadin....e deve estar controlando a coagulação do sangue com um exame que se chama TAP, que deve estar com INR entre 2 e 3. Caso não esteja tomando, procure um médico urgentemente. Você pode tomar também um remédio para a perna do tipo Diosmin, ou Venalot, ou Daflon, etc. No inicio a dor vai persistir e você deve fazer um repouso intercalado com deambulação. A falta de ar é comum visto que você teve embolia pulmonar e depende do tamanho da área afetada. Importante: Controle a coagulação por 6 meses....

gostaria de saber o que é Endocardite, Trombose, Embolia e Isquemia.?


  • ...por que e como ocorre, se há uma população mais afetadas e qual a assistência de enfermagem para pacientes com essas patologias. Obrigada.
  • Endocardite é uma infecção que atinge parte da membrana que encobre as válvulas cardíacas. Pode atingir também várias partes do coração. Infecções de origem dentária estão entre as principais causas da endocardite infecciosa. Pré disponentes -As pessoas portadoras de lesões valvulares do coração, congênitas ou adquiridas, são as mais propensas a apresentarem a doença.A endocardite também ocorre em pessoas que não tenham lesões cardíacas.depois de procedimentos invasívos, em que há a invasão do organismo, como cirurgias, extrações dentárias, colocação de sondas, manipulação de abscessos (cuidado com espremer espinhas ou furúnculos!). Em alguns grupos, a metade dos Trombose é a formação ou desenvolvimento de um trombo. A trombose pode ocorrer em uma veia situada na superfície corporal, logo abaixo da pele. Nessa localização é chamada de tromboflebite superficial ou simplesmente tromboflebite ou flebite. Pré disponentes- fumo sedentarismo. obesidade Embolia pulmonar é a obstrução súbita de uma artéria pulmonar, geralmente devido a um coágulo sanguíneo que viajou de uma veia da perna até o pulmão. Um coágulo que se forma em uma parte do corpo e viaja pela corrente sangüínea até outra parte é chamado de êmbolo Pré disponentes sedentarismo, tabagismo, hipertensão arterial e hiperlipidemias; ou por causas não convencionais (permanentes): Isquemia arterial aguda é a interrupção súbita do fluxo de sangue na artéria, impedindo a nutrição dos tecidos. Esta interrupção pode ter sido causada: por coagulação do sangue dentro da artéria (trombose), por obstrução devido a um êmbolo proveniente da coagulação ou de um aneurisma anterior à isquemia (embolia), por lesão direta da artéria - lesão esta proveniente de projétil de arma de fogo, arma branca ou de acidentes com fratura de ossos. Pré disponentes: pressão alta colesterol diabetes fumo sedentarismo aalcólatras

Qual a diferença entre trombose e embolia?


Minha mae teve embolia pulmonar e o medico disse que ela sarou. Tem 89 anos e esta bem saudavel. Isto pode?


  • Ela teve arritmia cardíaca e então deu embolia. Mas conseguiu sair dessa. Faz exame de 5 em cinco dias e seu RNI é 2,3.
  • Algumas arritmias cardíacas induzem a formação de trombos no interior das câmaras cardíacas devido a uma disfunção nos movimentos de contração do coração. Os trombos formados nas câmaras direitas do coração (átrio e ventrículo) podem embolizar para o pulmão podendo provocar até a morte. Após o tratamento adequado com anticoagulantes, os trombos podem se "dissolver" nos vasos pulmonares devido ao sistema fibrinolítico existente nesse local, repetem-se os exames e os trombos "desapareceram", porém é indicado manter a medicação sob o risco de novos trombos se formarem, mas o paciente pode ser considerado curado. Abraço.

Depois de tratada a trombose, podemos fazer cirurgia bariátrica?


  • Gostaria muito de fazer a cirurgia, mas estou tratando de uma trombose, já fazem 15 dias. Ficarei tendo esse problema paa sempe ou depois de tratar levarei vida normal?
  • Sim , mas todos cuidados pré e pós-operatórios devem ser tomados ,pois o paciente obeso já tem um risco bem mais elevado de ter trombose. Por enquanto é muito recente para vc operar. Tem que esperar o fim do tratamento da trombose, o que implica usar anticoagulante durante um bom tempo. Outros fatores de risco para trombose, além da obesidade,devem ser investigados para que vc previna novos episídios no futuro

Quantos dias após uma viagem longa de avião podem aparecer os sintomas da trombose?


  • Fiz uma viagem de quase 10h de avião há 5 dias. Sou muito hipocondríaca e queria saber quando posso ficar tranquila com relação à trombose, porque todo dia fico com medo de aparecer alguma dor na minha perna. Hoje por exemplo estou com uma dorzinha bem fraca na panturrilha quando dobro a perna e já fiquei super preocupada. Já vi na internet falando que são 3 dias mas em outros sites vi até 8 semanas...
  • isso é um mito, se fosse assim, seria uma enfermaria o local que viajou. È obvio, que se movimentar, levantar é normal e nescessário. mas essa preocupação exacerbada é mito. boa sorte.

o que é ausencia de calcificação intracraniana patológica?


  • é que eu sinto umas pontadas na cabeça fiz exames,e deu isso ai,fiquei sabendo q o osso da cabeça é fraco e fino como uma casca de ovo,mas gostaria de saber mais sobre isso,se puderem me ajudar agradeço dede já.
  • Vc já fez esta pergunta. Ausencia de calcificação intracraniana patológica = ausência desta anormalidade. Os ossos do crânio são extermamente resistentes. Se fosse igual a um ovo o boxe seria um esporte bem perigoso, não acha?

Meu marido sente muitas dores na panturrilha será isso início de trombose?


  • Porém as dores persistem o que devo fazer? qual medicamento adequado para estas dores? será mesmo um principio de trombose?
  • pode ser dano osseo ou muscular tbm.O correto é ir no ortopedista.