Cateterismo Cardíaco: Procedimento em que se colocam CATETERES CARDÍACOS para a realização de procedimentos terapêuticos ou diagnósticos.Cateterismo Urinário: Passagem de um CATETER na BEXIGA URINÁRIA ou rim.Cateterismo: Utilização ou inserção de um dispositivo tubular em um ducto, vaso sanguíneo, cavidade de um órgão ou cavidade corporal pela injeção ou retirada de fluidos para fins diagnósticos ou terapêuticos. Difere de ENTUBAÇÃO, em que um tubo é utilizado para restaurar ou manter a patência em obstruções.Cateterismo Periférico: Inserção de um cateter numa artéria periférica, veia ou vias aéreas, com fins diagnósticos ou terapêuticos.Cateterismo Venoso Central: Colocação de um CATETER intravenoso na veia subclávia, jugular ou outra veia central.Cateterismo Uretral Intermitente: Inserção de um cateter na uretra para drenar a urina da bexiga a intervalos necessários.Nervos Periféricos: Nervos localizados fora do cérebro e medula espinhal, incluindo os nervos autônomos, cranianos e espinhais. Os nervos periféricos contêm células não neuronais, tecido conjuntivo e axônios. As camadas de tecido conjuntivo incluem, da periferia para o interior, epineuro, perineuro e endoneuro.Cateterismo de Swan-Ganz: Colocação de um cateter com balão na artéria pulmonar através das veias antecubital, subclávia e, algumas vezes, a femoral. É utilizado para medir a pressão da artéria pulmonar e a pressão propulsora da artéria pulmonar que reflete a pressão atrial esquerda e a pressão diastólica final do ventrículo esquerdo. O cateter é introduzido no átrio direito, o balão é inflado e o cateter segue o fluxo sanguíneo através da válvula tricúspide no ventrículo direito saindo para a artéria pulmonar.Retenção Urinária: Incapacidade para esvaziar a BEXIGA URINÁRIA com esvaziamento (MICÇÃO).Veia Subclávia: Continuação da veia axilar. Segue a artéria subclávia e se une à veia jugular interna para formar a veia braquiocefálica.Sistema Nervoso Periférico: Sistema nervoso localizado fora do cérebro e medula espinhal. O sistema nervoso periférico compreende as divisões somática e autônoma. O sistema nervoso autônomo inclui as subdivisões entérica, parassimpática e simpática. O sistema nervoso somático inclui os nervos cranianos e espinhais e seus gânglios e receptores sensitivos periféricos.Doenças do Sistema Nervoso Periférico: Doenças dos nervos periféricos externos ao cérebro e medula espinhal, incluindo doenças das raizes dos nervos, gânglios, plexos, nervos autônomos, nervos sensoriais e nervos motores.Hipertensão Pulmonar: Aumento da RESISTÊNCIA VASCULAR na CIRCULAÇÃO PULMONAR, geralmente secundária a CARDIOPATIAS ou PNEUMOPATIAS.Doenças Vasculares Periféricas: Processos patológicos envolvendo qualquer um dos VASOS SANGUÍNEOS na vasculatura externa do CORAÇÃO.Fatores de Tempo: Elementos de intervalos de tempo limitados, contribuindo para resultados ou situações particulares.Cateteres de Demora: Cateteres desenvolvidos para serem deixados dentro de um órgão ou orifício por um extenso período de tempo.Veias Jugulares: Veias do pescoço que drenam o cérebro, a face e o pescoço para as veias braquiocefálica ou subclávia.Pressão Propulsora Pulmonar: Pressão arterial registrada após a introdução de um CATETER em uma pequena ARTÉRIA PULMONAR. Acredita-se que [este registro] reflita a PRESSÃO [existente] nos CAPILARES pulmonares.Bexiga Urinaria Neurogênica: Disfunção da BEXIGA URINÁRIA devido a doenças das vias do sistema nervoso central ou periférico envolvidas no controle da MICÇÃO. Geralmente está associada com DOENÇAS DA MEDULA ESPINHAL mas também pode ser causada por DOENÇAS ENCEFÁLICAS ou DOENÇAS DOS NERVOS PERIFÉRICOS.Artéria Femoral: A principal artéria da coxa. Continuação da artéria ilíaca externa.Artéria Pulmonar: Vaso curto e calibroso que se origina do cone arterial do ventrículo direito e transporta sangue venoso para os pulmões.Cardiopatias Congênitas: Anormalidades do desenvolvimento relacionadas a estruturas do coração. Estes defeitos estão presentes ao nascimento, mas podem ser descobertos mais tarde na vida.Técnicas Hemostáticas: Técnicas para controle de sangramento.Angiografia Coronária: Radiografia do sistema vascular do músculo cardíaco, após injeção de um meio de contraste.Punções: Incisão de tecidos para injeção de medicamentos ou para outros procedimentos diagnósticos ou terapêuticos. Punções da pele, por exemplo, podem ser utilizadas para drenagem diagnóstica; de vasos sanguíneos, para procedimentos diagnósticos por imagem.Resultado do Tratamento: Estudos conduzidos com o fito de avaliar as consequências da gestão e dos procedimentos utilizados no combate à doença de forma a determinar a eficácia, efetividade, segurança, exequibilidade dessas intervenções.Artéria Radial: Continuação direta da artéria braquial, que se origina na bifurcação da artéria braquial em posição oposta ao colo do rádio. Suas ramificações podem ser divididas em três grupos correspondentes às regiões nas quais os vasos estão localizados: antebraço, punho e mão.Estudos Prospectivos: Estudos planejados para a observação de eventos que ainda não ocorreram.Hemodinâmica: Movimento e forças envolvidos no movimento do sangue através do SISTEMA CARDIOVASCULAR.Ecocardiografia: Registro ultrassônico do tamanho, movimentação e composição do coração e estruturas adjacentes. O acesso padrão é transtorácico.Leucócitos Mononucleares: LINFÓCITOS e MONÓCITOS maduros que são transportados pelo sangue até o espaço extravascular do corpo. São morfologicamente distinguíveis dos leucócitos granulocíticos maduros por meio de seus núcleos, grandes e não lobulares, e ausência de grânulos citoplasmáticos grosseiros e densamente corados.Estudos Retrospectivos: Estudos nos quais os dados coletados se referem a eventos do passado.Ecocardiografia Doppler: Medida do fluxo sanguíneo intracardíaco por utilização de um ecocardiograma de sistema M e/ou um bidimensional (2-D) enquanto se registra simultaneamente o espectro do sinal Doppler audível (por exemplo, velocidade, direção, amplitude, intensidade, tempo), refletido do movimento das células sanguíneas vermelhas.Traumatismos dos Nervos Periféricos: Lesões nos NERVOS PERIFÉRICOS.Doença Arterial Periférica: Ausência de perfusão nas EXTREMIDADES resultante de uma aterosclerose. É caracterizada por CLAUDICAÇÃO INTERMITENTE e ÍNDICE TORNOZELO-BRAÇO de 0,9 ou menos.Angioplastia Coronária com Balão: Dilatação de uma artéria coronal obstruída (ou artérias) por meio de um cateter de balão para restaurar o suprimento sanguíneo miocárdico.Infarto do Miocárdio: NECROSE do MIOCÁRDIO causada por uma obstrução no fornecimento de sangue ao coração (CIRCULAÇÃO CORONÁRIA).Veia Femoral: Veia que acompanha a artéria femoral dividindo a mesma bainha. É continuação da veia poplítea e continua-se como veia ilíaca externa.Seguimentos: Estudos nos quais indivíduos ou populações são seguidos para avaliar o resultado de exposições, procedimentos ou efeitos de uma característica, por exemplo, ocorrência de doença.Fluoroscopia: Produção de uma imagem quando os raios X encontram uma tela fluorescente.Angiocardiografia: Radiografia do coração e dos grandes vasos após injeção de um meio de contraste.Infecções Urinárias: Respostas inflamatórias do epitélio do SISTEMA URINÁRIO a invasões microbianas. Frequentemente são infecções bacterianas associadas com BACTERIÚRIA e PIÚRIA.Angiografia: Radiografia dos vasos sanguíneos após injeção de um meio de contraste.Serviço Hospitalar de Cardiologia: Departamento hospitalar responsável pela administração e provisão de serviços diagnósticos e terapêuticos para o doente cardíaco.Cineangiografia: Imagem do movimento de passagem do meio de contraste pelos vasos sanguíneos.Débito Cardíaco: Volume de SANGUE que atravessa o CORAÇÃO por unidade de tempo. Geralmente é expresso em litros (volume) por minuto. Não deve ser confundido com VOLUME SISTÓLICO (volume por batimento).Eletrocardiografia: Registro do momento-a-momento das forças eletromotrizes do CORAÇÃO enquanto projetadas a vários locais da superfície corporal delineadas como uma função escalar do tempo. O registro é monitorado por um traçado sobre papel carta em movimento lento ou por observação em um cardioscópio que é um MONITOR DE TUBO DE RAIOS CATÓDICOS.Pressão Sanguínea: PRESSÃO do SANGUE nas ARTÉRIAS e de outros VASOS SANGUÍNEOS.Comunicação Interventricular: Anomalias no desenvolvimento em qualquer porção do SEPTO INTERVENTRICULAR resultando em comunicações anormais entre as duas câmaras inferiores do coração. A classificação dos defeitos do septo interventricular está baseada no local da comunicação, como defeitos perimembranoso, de entrada, de saída (infundibular), e muscular central, marginal, ou apical.Cistostomia: Orifício criado cirurgicamente (estoma) na BEXIGA URINÁRIA para sua drenagem.Linfoma de Células T Periférico: Grupo de linfomas malignos que se achavam ser derivados de linfócitos T periféricos em gânglios linfáticos e outros locais não linfoides. Inclui um amplo espectro de morfologia de linfócitos, mas em todas as circunstâncias expressam marcadores para célula T no meio de histiócitos epitelioides, células plasmáticas e eosinófilos. Embora marcadamente semelhante ao linfoma imunoblástico de grandes células (LINFOMA IMUNOBLÁSTICO DE GRANDES CÉLULAS), as características exclusivas deste grupo justificam um tratamento diferenciado.Resistência Vascular: Força que se opõe ao fluxo de SANGUE no leito vascular. É igual à diferença na PRESSÃO ARTERIAL através do leito vascular dividido pelo DÉBITO CARDÍACO.Estenose da Valva Pulmonar: Estreitamento patológico do orifício da VALVA PULMONAR. Esta lesão restringe o fluxo de sangue do VENTRÍCULO DIREITO à ARTÉRIA PULMONAR. O bloqueio é completo quando a valva trifoliada é fundida em uma membrana imperfurada.Cateteres: Dispositivo flexível e tubular usado para transportar líquidos para dentro ou para fora de um vaso sanguíneo, órgão oco ou cavidade corpórea.Radiografia Intervencionista: Procedimentos diagnósticos e terapêuticos que são invasivos ou cirúrgicos, e requerem um radiologista especialmente treinado. Em geral, são mais invasivos do que uma imagem diagnóstica, mas menos invasivos do que a maioria das cirurgias. Geralmente envolvem cateterização, fluoroscopia ou tomografia computadorizada. Alguns exemplos incluem colangiografia percutânea trans-hepática, biópsia percutânea transtorácica, angioplastia de balão e embolização arterial.Septos Cardíacos: Esta estrutura inclui o septo interatrial muscular delgado entre os dois ÁTRIOS DO CORAÇÃO, e o septo interventricular muscular espesso, entre os dois VENTRÍCULOS DO CORAÇÃO.Doença da Artéria Coronariana: Os processos patológicos das ARTÉRIAS CORONÁRIAS que podem derivar de uma anomalia congênita, de causa aterosclerótica, ou não aterosclerótica.Fatores de Risco: Aspecto do comportamento individual ou do estilo de vida, exposição ambiental ou características hereditárias ou congênitas que, segundo evidência epidemiológica, está sabidamente associado a uma condição relacionada com a saúde considerada importante de ser prevenida.Comunicação Interatrial: Anormalidades desenvolvidas em qualquer porção do SEPTO INTERATRIAL resultando em comunicações anormais entre as duas câmaras superiores do coração. A classificação dos defeitos do septo interatrial está baseada na localização da comunicação e tipos de fusão incompleta do septo interatrial com os COXINS ENDOCÁRDICOS no coração fetal. Entre os defeitos estão ostium primum, ostium secundum, seio venoso, e defeitos do seio coronário.Linfócitos: Células brancas do sangue, formadas no tecido linfoide do corpo. Seu núcleo é redondo ou ovoide com cromatina grosseira e irregularmente organizada, enquanto que o citoplasma é tipicamente azul pálido com grânulos azurófilos, se existirem. A maioria dos linfócitos pode ser classificada como T ou B (com subpopulações em cada uma dessas categorias) ou CÉLULAS MATADORAS NATURAIS.Recém-Nascido: Criança durante o primeiro mês após o nascimento.Doença das Coronárias: Desequilíbrio entre as necessidades funcionais miocárdicas e a capacidade dos VASOS CORONÁRIOS para fornecer suficiente fluxo sanguíneo. É uma forma de ISQUEMIA MIOCÁRDICA (fornecimento insuficiente de sangue ao músculo cardíaco), causada por uma diminuição da capacidade dos vasos coronarianos.Circulação Pulmonar: Circulação do SANGUE através do PULMÃO.Pericardite Constritiva: Inflamação do PERICÁRDIO caracterizada pela cicatrização fibrosa e adesão de ambas as camadas serosas, o PERICÁRDIO VISCERAL e PERICÁRDIO PARIETAL levando à perda de cavidade pericárdica. O pericárdio espessado restringe severamente o enchimento cardíaco. Entre os sinais clínicos estão FADIGA, desgaste muscular e PERDA DE PESO.Ventrículos do Coração: Câmeras inferiores direita e esquerda do coração. O ventrículo direito bombeia SANGUE venoso para os PULMÕES e o esquerdo bombeia sangue oxigenado para a circulação arterial sistêmica.Estenose da Valva Aórtica: Constrição patológica que pode acontecer acima (estenose supravalvar), abaixo (estenose subvalvar), ou na VALVA AÓRTICA. Caracteriza-se por fluxo restrito do VENTRÍCULO ESQUERDO para a AORTA.Doença Iatrogênica: Qualquer situação adversa que ocorra com um paciente como resultado de tratamento por um médico, cirurgião, ou outro profissional da área de saúde, especialmente infecções adquiridas pelo paciente no curso do tratamento.Função Ventricular Esquerda: Ação hemodinâmica e eletrofisiológica do ventrículo cardíaco esquerdo. Sua medida é um aspecto importante na avaliação clínica dos pacientes com doença cardíaca para determinar os efeitos da doença sobre o desempenho cardíaco.Teste de Esforço: Atividade física controlada que é realizada para permitir a avaliação das funções fisiológicas, especialmente as cardiovasculares e pulmonares, mas também a capacidade aeróbica. O exercício máximo (mais intenso) é geralmente exigido, mas o submáximo também é utilizado.Doenças Uretrais: Processos patológicos envolvendo a URETRA.Linfócitos T: Linfócitos responsáveis pela imunidade mediada por células. Foram identificados dois tipos: LINFÓCITOS T CITOTÓXICOS e linfócitos T auxiliadores (LINFÓCITOS T AUXILIARES-INDUTORES). São formados quando os linfócitos circulam pelo TIMO e se diferenciam em timócitos. Quando expostos a um antígeno, dividem-se rapidamente, produzindo um grande número de novas células T sensibilizadas a este antígeno.Volume Sistólico: Quantidade de SANGUE bombeada para fora do CORAÇÃO por batimento. Não deve ser confundido com débito cardíaco (volume/tempo). É calculado como a diferença entre o volume diastólico final e o volume sistólico final.Pressão Ventricular: Pressão dentro de um VENTRÍCULO CARDÍACO. A forma de onda da pressão ventricular pode ser medida no coração pulsante por cateterismo, ou estimada usando-se técnicas de processamento de imagens (p.ex., ECOCARDIOGRAFIA DOPPLER). A informação é útil para se avaliar a função do MIOCÁRDIO, das VÁLVULAS CARDÍACAS e DO PERICÁRDIO, particularmente com a medida simultânea de outras (p.ex., aórtica ou atrial) pressões.Valor Preditivo dos Testes: O valor preditivo de um teste diagnóstico é a probabilidade de um resultado positivo (ou negativo) corresponder a um indivíduo doente (ou não doente). Depende da sensibilidade e especificidade do teste (adaptação e tradução livre do original: Last, 2001)Cardiopatias: Afecções que envolvem o CORAÇÃO, inclusive anomalias estruturais e funcionais.Nervo Isquiático: Nervo que se origina nas regiões lombar e sacral da medula espinhal (entre L4 e S3) e fornece inervação motora e sensitiva para a extremidade inferior. O nervo ciático, que é a principal continuação do plexo sacral, é o maior nervo do corpo. Apresenta dois ramos principais, o NERVO TIBIAL e o NERVO PERONEAL.Estudos de Viabilidade: Estudos para determinar as vantagens ou desvantagens, praticabilidade ou capacidade de executar um plano projetado, um estudo ou um projeto.Cateteres Urinários: Cateteres inseridos na BEXIGA URINÁRIA ou no rim com propósitos terapêuticos ou de diagnóstico.Velocidade do Fluxo Sanguíneo: Valor igual ao volume total do fluxo dividido pela área de secção do leito vascular.Procedimentos Cirúrgicos Cardíacos: Cirurgias feitas no coração.Células Cultivadas: Células propagadas in vitro em meio especial apropriado ao seu crescimento. Células cultivadas são utilizadas no estudo de processos de desenvolvimento, processos morfológicos, metabólicos, fisiológicos e genéticos, entre outros.Cardiologia: Estudo do coração, sua fisiologia e suas funções.Ponte de Artéria Coronária: Tratamento cirúrgico da doença isquêmica da artéria coronária pelo enxerto de uma secção da veia safena, uma artéria torácica interna, ou outro substituto entre a aorta e a artéria coronária obstruída distante da lesão obstrutiva.Institutos de Cardiologia: Instituições especializadas no cuidado de pacientes com desordens cardíacas.Meios de Contraste: Substâncias usadas para permitir a visualização aumentada de tecidos.Ativação Linfocitária: Alteração morfológica, em cultura, de pequenos LINFÓCITOS B ou de LINFÓCITOS T, que passam a ser células grandes semelhantes a blastos, capazes de sintetizar DNA e RNA e de se dividir por mitose. É induzida por INTERLEUCINAS, MITÓGENOS, como FITOHEMAGLUTININAS e por ANTÍGENOS específicos. Pode também ocorrer in vivo, como na REJEIÇÃO DE ENXERTO.Falso Aneurisma: Não se refere a um aneurisma, mas a um acúmulo bem definido de sangue e TECIDO CONJUNTIVO fora da parede de um vaso sanguíneo ou do coração. É a contenção de um vaso sanguíneo ou do coração rompidos, como que selando uma ruptura do ventrículo esquerdo. O falso aneurisma é formado por TROMBO organizado e HEMATOMA no tecido circundante.Revascularização Miocárdica: A restauração do suprimento sanguíneo para o miocárdio. (Dorland, 28a ed)Uretra: Tubo que transporta a URINA da BEXIGA URINÁRIA para fora do corpo em ambos os sexos. Também tem uma função reprodutora no macho promovendo a passagem do ESPERMATOZOIDE.Angioplastia com Balão: Uso de um cateter de balão para dilatação de uma artéria ocluída. É utilizado no tratamento de doenças arteriais oclusivas, incluindo estenose da artéria renal e oclusões arteriais na perna. Para a técnica específica de DILATAÇÃO COM BALÃO em artérias coronárias está disponível ANGIOPLASTIA CORONÁRIA COM BALÃO.Histerossalpingografia: Radiografia do útero e das trompas uterinas após a injeção de um meio de contraste.Citometria de Fluxo: Técnica que utiliza um sistema instrumental para fabricação, processamento e exibição de uma ou mais medidas em células individuais obtidas de uma suspensão de células. As células são geralmente coradas com um ou mais corantes específicos aos componentes de interesse da célula, por exemplo, DNA, e a fluorescência de cada célula é medida rapidamente pelo feixe de excitação transversa (laser ou lâmpada de arco de mercúrio). A fluorescência provê uma medida quantitativa de várias propriedades bioquímicas e biofísicas das células, bem como uma base para separação das células. Outros parâmetros ópticos incluem absorção e difusão da luz, a última sendo aplicável a medidas de tamanho, forma, densidade, granularidade e coloração da célula.Medição de Risco: Métodos e técnicas aplicadas para identificar os fatores de risco e medir a vulnerabilidade aos perigos potenciais causados por desastres e substâncias químicas.Veias: Vasos que transportam sangue para fora do leito capilar.Sensibilidade e Especificidade: Medidas de classificação binária para avaliar resultados de exames. Sensibilidade ou taxa de recall é a proporção de verdadeiros positivos. Especificidade é a probabilidade do teste determinar corretamente a ausência de uma afecção. (Tradução livre do original: Last, Dictionary of Epidemiology, 2d ed)Desenho de Equipamento: Métodos de criação de máquinas e dispositivos.Estenose da Valva Mitral: Estreitamento da passagem da VALVA MITRAL devido à FIBROSE e CALCINOSE nos folhetos e áreas cordais. Isto eleva a pressão atrial esquerda que, por sua vez, aumenta a pressão venosa pulmonar e capilar, levando a ataques de DISPNEIA e TAQUICARDIA durante esforço físico. A FEBRE REUMÁTICA é sua causa primária.Complicações Pós-Operatórias: Processos patológicos que afetam pacientes após um procedimento cirúrgico. Podem ou não estar relacionados à doença pela qual a cirurgia foi realizada, podendo ser ou não resultado direto da cirurgia.Hemorragia: Sangramento ou escape de sangue [a partir] de um vaso.Radiologia Intervencionista: Subespecialidade da radiologia que combina radiografia de sistemas de órgãos, técnicas de cateterização e imagens transversais.Vasos Coronários: Veias e artérias do CORAÇÃO.Septo Interatrial: Estrutura muscular delgada (semelhante a uma membrana) que separa as câmaras superiores direita e esquerda do coração (ÁTRIOS DO CORAÇÃO).Veia Cava Superior: Tronco venoso que retorna sangue da cabeça, pescoço, extremidades superiores e peito.Embolia de Colesterol: Bloqueio de um vaso sanguíneo por depósitos ateromatosos ricos em COLESTEROL, que geralmente ocorre em um fluxo de uma artéria grande para ramificações arteriais pequenas. Também é chamada de embolização arterial-arterial ou ateroembolia que pode ser espontânea ou iatrogênica. Com frequência, pacientes com ateroembolia espontânea na fase aguda possuem dor e dedos cianóticos.Hemotórax: Hemorragia dentro da cavidade pleural.Derivação Cardíaca Direita: Desvio do fluxo de sangue da entrada do átrio direito diretamente para as artérias pulmonares, evitando o átrio direito e ventrículo direito. (Dorland, 28a ed)Circulação Coronária: Circulação de sangue através dos VASOS CORONÁRIOS do CORAÇÃO.Veias Pulmonares: Veias que retornam sangue oxigenado dos pulmões para o átrio esquerdo do coração.Certificado de Necessidades: Certificado emitido por uma organização governamental para uma organização ou indivíduo que se propõe a construir ou modificar uma instituição de saúde, ou a oferecer um serviço novo ou diferente. O processo de emissão do certificado também está incluído.Coração: Órgão muscular, oco, que mantém a circulação sanguínea.Prognóstico: Predição do provável resultado de uma doença baseado nas condições do indivíduo e no curso normal da doença como observado em situações semelhantes.Índice de Gravidade de Doença: Níveis dentro de um grupo de diagnósticos estabelecidos por vários critérios de medição aplicados à gravidade do transtorno de um paciente.Doenças da Bexiga Urinária: Processos patológicos da BEXIGA URINÁRIA.Ultrassonografia de Intervenção: Utilização da ultrassonografia para guiar procedimentos cirúrgicos minimamente invasivos como BIÓPSIA POR PUNÇÃO, DRENAGEM, etc. Sua aplicação mais vasta é em ultrassom intravascular com imagem, mas é útil também em urologia e para detecção de afecções intra-abdominais.Insuficiência Cardíaca: Afecção heterogênea em que o coração é incapaz de bombear sangue suficiente para satisfazer as necessidades metabólicas do corpo. A insuficiência cardíaca pode ser causada por defeitos estruturais, anomalias funcionais (DISFUNÇÃO VENTRICULAR), ou uma sobrecarga súbita além de sua capacidade. A insuficiência cardíaca crônica é mais comum que a insuficiência cardíaca aguda que resulta de injúria repentina à função cardíaca, como INFARTO DO MIOCÁRDIO.Fístula Arteriovenosa: Comunicação direta anormal entre artéria e veia sem passar pelos CAPILARES. Uma fístula arteriovenosa geralmente leva à formação de uma conexão semelhante a um saco dilatado (aneurisma arteriovenoso). As localizações e os tamanhos dos desvios determinam o grau dos efeitos nas funções cardiovasculares, como PRESSÃO ARTERIAL e FREQUÊNCIA CARDÍACA.Traumatismos da Medula Espinal: Lesões penetrantes e não penetrantes da medula espinal resultantes de forças externas traumáticas (ex., FERIMENTOS POR ARMAS DE FOGO, TRAUMATISMOS EM CHICOTADAS, etc.).Monócitos: Leucócitos mononucleares, grandes e fagocíticos, produzidos na MEDULA ÓSSEA de vertebrados e liberados no SANGUE; contêm um núcleo grande, oval ou levemente denteado envolvido por numerosas organelas e citoplasma volumoso.Valva Mitral: Válvula localizada entre o átrio esquerdo e o ventrículo esquerdo do coração.Síndrome Coronariana Aguda: Episódio de ISQUEMIA MIOCÁRDICA que geralmente dura mais que um episódio de angina transitório que, em última instância, pode resultar em INFARTO DO MIOCÁRDIO.Stents: Dispositivos que dão suporte a estruturas tubulares que estão sendo anastomosadas ou para cavidades do corpo durante enxerto de pele.Técnica de Fontan: Procedimento no qual o fluxo sanguíneo total do átrio direito ou da veia cava é canalizado diretamente dentro da artéria pulmonar ou no pequeno ventrículo direito que serve somente como um conduto. As principais malformações congênitas para as quais esta operação é utilizada são ATRESIA TRICÚSPIDE e ventrículo com estenose pulmonar.Neoplasias do Sistema Nervoso Periférico: Neoplasias que se originam do tecido nervoso periférico. Isso inclui os neurofibromas, Schwannomas, tumores de células granulares, e NEOPLASIAS DA BAINHA NEURAL. (Tradução livre do original: DeVita Jr et al., Cancer: Principles and Practice of Oncology, 5th ed, pp1750-1)Embolização Terapêutica: Método de hemóstase usando vários agentes [Gelfoam, Silastic, metal, vidro ou pellets plásticos, coágulo autólogo, gordura e músculo] como êmbolo. Tem sido usada nos tratamentos da medula espinal, MALFORMAÇÕES ARTERIOVENOSAS INTRACRANIANAS, fístulas arteriovenosas renais, sangramento gastrointestinal, epistaxe, hiperesplenismo, certos tumores altamente vascularizados, rupturas traumáticas de vasos sanguíneos e controle de hemorragia cirúrgica.Tomografia Computadorizada por Raios X: Tomografia utilizando transmissão por raio x e um computador de algoritmo para reconstruir a imagem.Átrios do Coração: Câmaras do coração às quais o SANGUE circulante retorna.Trombose: Formação e desenvolvimento de um trombo ou coágulo no vaso sanguíneo.Veias Hepáticas: Veias que drenam o fígado.Hematoma: Acúmulo de sangue fora dos VASOS SANGUÍNEOS. O hematoma pode estar localizado em um órgão, espaço ou tecido.Infecções Relacionadas a Cateter: Infecções resultantes do uso de cateteres. Técnicas de assepsia apropriadas, localização do cateter, composição do material e virulência do organismo são todos fatores que podem influenciar a possível infecção.Atresia Pulmonar: Defeito cardíaco congênito caracterizado pelo estreitamento ou ausência completa da abertura entre a ARTÉRIA PULMONAR e o VENTRÍCULO DIREITO. O sangue desoxigenado no ventrículo direito, não pode ser eficazmente bombeado no pulmão para oxigenação, pela ausência da VALVA PULMONAR normal. Entre as características clínicas estão respiração rápida, CIANOSE, atrofia do ventrículo direito, e sons cardíacos anormais (SOPROS CARDÍACOS).Vasodilatadores: Fármacos usados para causar a dilatação dos vasos sanguíneos.Marcadores Biológicos: Parâmetros biológicos mensuráveis e quantificáveis (p. ex., concentração específica de enzima, concentração específica de hormônio, distribuição fenotípica de um gene específico em uma população, presença de substâncias biológicas) que servem como índices para avaliações relacionadas com a saúde e com a fisiologia, como risco para desenvolver uma doença, distúrbios psiquiátricos, exposição ambiental e seus efeitos, diagnóstico de doenças, processos metabólicos, abuso na utilização de substâncias, gravidez, desenvolvimento de linhagem celular, estudos epidemiológicos, etc.Coartação Aórtica: Defeito de nascimento caracterizado por estreitamento da AORTA que pode ser de grau variado, e que em qualquer ponto do arco transverso em direção à bifurcação ilíaca. A coartação aórtica causa HIPERTENSÃO arterial antes do ponto de estreitamento e HIPOTENSÃO arterial após a porção estreitada.Anomalias dos Vasos Coronários: Malformações de VASOS CORONÁRIOS, sejam artérias ou veias. Entre as origens anômalas das artérias coronárias estão FÍSTULA ARTERIOVENOSA, ANEURISMA CORONÁRIO, PONTE MIOCÁRDICA e outros.Fluxo Sanguíneo Regional: Fluxo de SANGUE através ou ao redor do órgão ou região do corpo.Reprodutibilidade dos Testes: Propriedade de se obter resultados idênticos ou muito semelhantes a cada vez que for realizado um teste ou medida. (Tradução livre do original: Last, 2001)Permeabilidade do Canal Arterial: Defeito cardíaco congênito caracterizado por abertura persistente do CANAL ARTERIAL fetal que conecta a ARTÉRIA PULMONAR à AORTA DESCENDENTE, permitindo que o sangue desoxigenado desvie do pulmão e flua para a PLACENTA. Normalmente o canal se fecha logo após o nascimento.Transplante de Células-Tronco de Sangue Periférico: Transplante de células-tronco retiradas do sangue periférico. É uma alternativa menos invasiva para direcionar a produção de células-tronco hematopoéticas da medula. O enriquecimento de células-tronco no sangue periférico pode ser obtido induzindo a mobilização de células-tronco da MEDULA ÓSSEA.Células Sanguíneas: Células encontradas no líquido corpóreo circulando por toda parte do SISTEMA CARDIOVASCULAR.Frequência Cardíaca: Número de vezes que os VENTRÍCULOS CARDÍACOS se contraem por unidade de tempo, geralmente por minuto.Constrição Patológica: Afecção em que uma estrutura anatômica é contraída além das dimensões normais.Proteção Radiológica: Refere-se à proteção dos indivíduos, de sua progênie e de todo o gênero humano, permitindo ao mesmo tempo exercer atividades necessárias que podem ocasionar exposição às radiações ionizantes Repidisca/CEPIS). Medidas adotadas para evitar ou reduzir os efeitos de uma dose de radiação projetada na população (Material IV - Glosario de Protección Civil, OPAS, 1992)Estudos de Casos e Controles: Estudos epidemiológicos observacionais nos quais grupos de indivíduos com determinada doença ou agravo (casos) são comparados com grupos de indivíduos sadios (controles) em relação ao histórico de exposição a um possível fator causal ou de risco. (Tradução livre do original: Last, 2001)Veia Cava Inferior: Tronco venoso que recebe sangue das extremidades inferiores dos órgãos abdominais e pélvicos.Disfunção Ventricular Esquerda: Afecção em que o VENTRÍCULO ESQUERDO do coração encontra-se funcionalmente prejudicado. Esta situação geralmente leva a INSUFICIÊNCIA CARDÍACA, INFARTO DO MIOCÁRDIO e outras complicações cardiovasculares. O diagnóstico é feito por medição da fração ejetada diminuída e um nível de motilidade reduzida da parede ventricular esquerda.Cardiomiopatia Restritiva: Forma de doença do Músculo Cardíaco na qual as paredes ventriculares são excessivamente rígidas, impedindo o enchimento ventricular. Caracteriza-se por volume diastólico reduzido em um ou ambos ventrículos, porém com a função sistólica normal ou quase normal. Pode ser idiopática ou associada com outras doenças (FIBROSE ENDOMIOCÁRDICA ou AMILOIDOSE) causando fibrose intersticial.Oclusão da Artéria Retiniana: ISQUEMIA súbita na RETINA devido a bloqueio do fluxo sanguíneo através da ARTÉRIA RETINIANA CENTRAL ou suas ramificações, levando à perda súbita da visão completa ou parcial, respectivamente.Modelos Animais de Doenças: Doenças animais ocorrendo de maneira natural ou são induzidas experimentalmente com processos patológicos suficientemente semelhantes àqueles de doenças humanas. São utilizados como modelos para o estudo de doenças humanas.Diástole: Relaxamento pós-sistólico do CORAÇÃO, especialmente dos VENTRÍCULOS CARDÍACOS.Bexiga Urinária: Saco musculomembranoso ao longo do TRATO URINÁRIO. A URINA flui dos rins para dentro da bexiga via ureteres (URETER) e permanece lá até a MICÇÃO.Fatores Etários: Idade como um elemento ou influência que contribui à produção de um resultado. Pode ser aplicável à causa ou efeito de uma circunstância. É usado com os conceitos humano e animal, mas devem ser diferenciados de ENVELHECIMENTO, um processo fisiológico, e FATORES DE TEMPO que se refere somente ao transcurso do tempo.Doença Aguda: Doença relativamente grave de curta duração.Transtornos Urinários: Anormalidades no processo de liberação de URINA, incluindo o controle da bexiga, frequência de MICÇÃO, bem como o volume e a composição da URINA.Intervenção Coronária Percutânea: Família de técnicas percutâneas usadas para manusear a OCLUSÃO CORONARIANA, incluindo a angioplastia padronizada com balão (ANGIOPLASTIA DA CORONÁRIA TRANSLUMINAL PERCUTÂNEA), colocação de STENTS, e tecnologias ateroablativas (exemplo: ATEROTOMIA, ENDARTERECTOMIA, TROMBECTOMIA, ANGIOPLASTIA TRANSLUMINAL PERCUTÂNEA A LASER). A PTCA foi a forma mais utilizada de intervenção coronáriapercutânea, antes da difusão do uso de stents.Artéria Braquial: Continuação da artéria axilar. Ramifica-se em artérias radial e ulnar.Tetralogia de Fallot: Combinação de cardiopatias congênitas que consistem em quatro características chaves, dentre as quais os DEFEITOS DO SEPTO INTERVENTRICULAR, ESTENOSE PULMONAR, HIPERTROFIA VENTRICULAR DIREITA e uma AORTA posicionada à direita. Nesta situação, o sangue de ambos os ventrículos (rico e pobre em oxigênio) é bombeado no corpo, frequentemente causando CIANOSE.Circulação Sanguínea: O movimento do SANGUE enquanto é bombeado através do SISTEMA CARDIOVASCULAR.Alberta: Província do Canadá ocidental, situando-se entre as províncias de Columbia Britânica e Saskatchewan. Sua capital é Edmonton. Foi assim denominada em homenagem à Princesa Louise Caroline Alberta, a quarta filha da Rainha Victoria. (Tradução livre do original: Webster's New Geographical Dictionary, 1988, p26 & Room, Brewer's Dictionary of Names, 1992, p12)Síndrome do Artelho Azul: Afecção caracterizada por ateroembolia recorrente nas extremidades inferiores. Caracteriza-se por descoloração cianótica dos dedos do pé, geralmente o primeiro, quarto e quinto dedos. A descoloração pode se estender pelas laterais do pé. Apesar de a aparência ser semelhante a da gangrena, os dedos azulados podem responder à terapia conservativa sem amputação.Células de Schwann: Células da neuroglia do sistema nervoso periférico as quais formam as bainhas isolantes de mielina dos axônios periféricos.Urodinâmica: Leis mecânicas da dinâmica dos fluidos aplicadas ao transporte de urina.Nitrofurazona: Anti-infeccioso tópico eficiente contra bactérias Gram-negativas e Gram-positivas. É utilizado em FERIMENTOS E LESÕES superficiais e infecções de pele. A nitrofurazona também foi administrada oralmente no tratamento da TRIPANOSSOMOSE.Doenças das Valvas Cardíacas: Afecções que envolvem quaisquer das várias VALVAS CARDÍACAS e as estruturas associadas (MÚSCULOS PAPILARES e CORDAS TENDINOSAS).Falha de Equipamento: Falha do equipamento em desempenhar o padronizado. A falha pode ser devida a defeitos ou uso indevido.Função Ventricular Direita: Ação hemodinâmica e eletrofisiológica do ventrículo cardíaco direito (VENTRÍCULOS CARDÍACOS).Camundongos Endogâmicos C57BLEcocardiografia Transesofagiana: Registro ultrassônico do tamanho, movimentação e composição do coração e tecidos adjacentes utilizando um transdutor localizado no esôfago.Micção: Descarga da URINA do corpo, um resíduo líquido processado pel RIM.Estudos de Coortes: Estudos em que os subconjuntos de uma certa população são identificados. Estes grupos podem ou não ser expostos a factores hipotéticos para influenciar a probabilidade da ocorrência de doença em particular ou outros desfechos. Coortes são populações definidas que, como um todo, são seguidos de uma tentativa de determinar as características que distinguem os subgrupos.Cardiomiopatia Hipertrófica: Tipo de doença do músculo cardíaco caracterizada por HIPERTROFIA VENTRICULAR ESQUERDA ou HIPERTROFIA VENTRICULAR DIREITA, envolvimento assimétrico frequente do SEPTO CARDÍACO e volume ventricular esquerdo normal ou reduzido. Entre os fatores de risco estão HIPERTENSÃO, ESTENOSE AÓRTICA e MUTAÇÃO gênica, (CARDIOMIOPATIA HIPERTRÓFICA FAMILIAR).Deambulação Precoce: Procedimento realizado com o objetivo de acelerar a capacidade de um paciente para caminhar ou se mover, diminuindo o tempo de DEAMBULAÇÃO. Caracterizado por um tempo de hospitalização (ou de permanência no leito) menor que o praticado normalmente.Injeções Intra-Arteriais: Liberação de drogas em uma artéria.Cianose: Descoloração azulada ou púrpura da pele e mucosas devido a um aumento na quantidade de hemoglobina desoxigenada no sangue ou um defeito estrutural na molécula de hemoglobina.Embolia: Bloqueio de um vaso sanguíneo por um êmbolo que pode ser um coágulo de sangue ou outro material indissolúvel na corrente sanguínea.Linfócitos T CD4-Positivos: Subpopulação crítica de linfócitos T, envolvida na indução da maioria das funções imunológicas. O vírus HIV apresenta tropismo seletivo pelas células T4, que expressam o marcador fenotípico CD4 (um receptor para o HIV). Na verdade, na profunda imunossupressão observada (na infecção pelo HIV) o elemento chave consiste na depleção (desaparecimento) deste subgrupo de linfócitos T.Heparina: Mucopolissacarídeo altamente ácido formado por partes iguais de D-glucosamina sulfatada e ácido D-glucurônico com pontes sulfamínicas. O peso molecular varia entre 6 a 20 mil. A heparina é encontrada e obtida do fígado, pulmões, mastócitos, etc., de vertebrados. Sua função é desconhecida, mas é utilizada para impedir a coagulação do sangue in vivo e in vitro sob a forma de muitos sais diferentes.Sistema de Registros: Sistemas e processos relativos ao estabelecimento, manutenção, administração e operação de registros e cadastros como por exemplo, registros de doenças.Modelos Logísticos: Modelos estatísticos de risco de um indivíduo (probabilidade de contrair uma doença) em função de um dado de fator de risco. O modelo logístico é um modelo linear para a logística (logaritmo natural dos fatores de risco) da doença como função de um fator quantitativo e é matematicamente equivalente ao modelo logístico.RNA Mensageiro: Sequências de RNA que servem como modelo para a síntese proteica. RNAm bacterianos são geralmente transcritos primários pelo fato de não requererem processamento pós-transcricional. O RNAm eucariótico é sintetizado no núcleo e necessita ser transportado para o citoplasma para a tradução. A maior parte dos RNAm eucarióticos têm uma sequência de ácido poliadenílico na extremidade 3', denominada de cauda poli(A). Não se conhece com certeza a função dessa cauda, mas ela pode desempenhar um papel na exportação de RNAm maduro a partir do núcleo, tanto quanto em auxiliar na estabilização de algumas moléculas de RNAm retardando a sua degradação no citoplasma.Tempo de Coagulação do Sangue Total: Tempo necessário para o sangue total produzir um coágulo visível.Linfócitos B: Células linfoides relacionadas à imunidade humoral. Estas células apresentam vida curta, e no que se refere à produção de imunoglobulinas após estimulação apropriada se assemelham aos linfócitos derivados da bursa de Fabricius em pássaros.Aortografia: Visualização radiográfica da aorta e suas ramificações pela injeção de um meio de contraste, utilizando punção percutânea ou procedimentos de cateterização.Artéria Subclávia: Artéria que do lado direito se origina do tronco braquiocefálico, e do lado esquerdo se origina do arco da aorta. Dirige-se para o pescoço, parede torácica, medula espinhal, cérebro, meninges e membros superiores.Hirudinas: Polipeptídeos de cadeia simples com aproximadamente 65 aminoácidos (7 kDa) de SANGUESSUGAS e que possuem uma extremidade aminoterminal hidrofóbica neutra, uma extremidade carboxiterminal hidrofílica ácida e uma região central compacta hidrofóbica neutra. As hirudinas recombinantes não são sulfatadas na tirosina-63, e então, são denominadas 'hirudinas-dessulfatadas'. Formam um complexo estável não covalente com a ALFA-TROMBINA, abolindo, assim, sua capacidade de clivar FIBRINOGÊNIO.Contagem de Leucócitos: Contagem do número de CÉLULAS BRANCAS DO SANGUE, por unidade de volume, no SANGUE venoso. Uma contagem diferencial de leucócitos mede os números relativos de diferentes tipos de células brancas.Angiografia por Ressonância Magnética: Método não invasivo de imagem e determinação da anatomia vascular interna sem injeção de um meio de contraste ou exposição à radiação. A técnica é utilizada especialmente em ANGIOGRAFIA CEREBRAL assim como em estudos de outras estruturas vasculares.Valva Aórtica: Válvula localizada entre o ventrículo esquerdo e a aorta ascendente que previne o refluxo de sangue para dentro do ventrículo esquerdo.Pernas: Parte mais baixa, na extremidade inferior, entre o JOELHO e o TORNOZELO.Projetos Piloto: Pequenas escalas-testes de métodos e procedimentos a serem utilizados em uma escala aumentada se o estudo piloto demonstrar que esses métodos e procedimentos podem ser trabalhados.Pressão Venosa Central: Pressão arterial nas grandes VEIAS centrais do corpo. Diferencia-se da pressão venosa periférica que ocorre em uma extremidade.Lesões do Sistema Vascular: Danos aos vasos sanguíneos casusados por laceração, contusão, perfuração ou esmagamento e outros tipos de lesões. Os sintomas variam de acordo com o local e modo das lesões e podem incluir sangramento, escurecimento, inchaço, dor e dormência. Não inclui lesões secundárias a funções patológicas ou doenças como ATEROSCLEROSE.Leucócitos: Células sanguíneas brancas. Compreendem tanto os leucócitos granulócitos (BASÓFILOS, EOSINÓFILOS e NEUTRÓFILOS) como os não granulócitos (LINFÓCITOS e MONÓCITOS).Fístula Vaginal: Passagem anatomicamente anormal que conecta a VAGINA a outros órgãos, como BEXIGA (FÍSTULA VESICOVAGINAL) ou reto (FÍSTULA RETOVAGINAL).Relação Dose-Resposta a Droga: Relação entre a quantidade (dose) de uma droga administrada e a resposta do organismo à droga.Incontinência Urinária: Perda involuntária da URINA, como um vazamento de urina. É um sintoma de vários processos patológicos básicos. Os maiores tipos de incontinência incluem INCONTINÊNCIA URINÁRIA DE URGÊNCIA e INCONTINÊNCIA URINÁRIA POR ESTRESSE.Valva Pulmonar: Válvula localizada na entrada do tronco pulmonar no ventrículo direito.Pressão: Tipo de estresse exercido uniformemente em todas as direções. Sua medida é a força exercida por unidade de área. (Tradução livre do original: McGraw-Hill Dictionary of Scientific and Technical Terms, 6th ed)Veias Braquiocefálicas: Veias calibrosas localizadas em cada lado da base do pescoço. São formadas pela junção das veias jugular interna e subclávia. Drenam sangue proveniente da cabeça e extremidades superiores. Unem-se para formar a veia cava superior.Embolia Intracraniana: Bloqueio de um vaso sanguíneo no CRÂNIO por um ÊMBOLO que pode ser um coágulo sanguíneo (TROMBO) ou outro material indissolúvel na corrente sanguínea. A maioria dos êmbolos é de origem cardíaca e está associada com CARDIOPATIAS. Geralmente outras fontes de êmbolos não cardíacos estão associadas com DOENÇAS VASCULARES.Equimose: Extravasamento de sangue na pele, resultando em uma mancha não elevada, redonda ou irregular, azul ou púrpura, maior que uma petéquia.

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Rotina para cateter venoso central de inserção periférica-picc MANUAL -CATETER VENOSO CENTRAL DE INSERÇÃO PERIFÉRICA (PICC), ...
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24 Cateterismo de vasos umbilicaisAutor(es): Paulo R. Cateterismo de vasos umbilicaisAutor(es): Paulo R. Margotto, Jefferson ... Pressão arterial normal, boa perfusão periférica, pulsos periféricos fracos, sem abafamento de bulhas ... 22 Consultem: Anátomo Clínica: Tamponamento cardíaco com o uso do catéter central de inserção periférica Autor(es): Francisco ... Cateter central de inserção periférica para nutrição parenteral total: taxas de complicações relacionadas com a inserção ...
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*  Serviços Hospital Beneficente Portuguesa D. Luiz I

Arteriografia periférica de membros inferiores e superiores. *aorta abdominal e ramos (supra-aórticos) ... Cateterismo Cardíaco. *Angioplastia (Implantação de Stent). *Estudo Eletrofisiológico. *Angiografia. *Angioplastia Renal e ...
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*  Carol Aquino

Déficits de visão periféricos,br /,• Visão dupla,br /,• Dificuldades de fala,br /,• Modificações súbitas de comportamento,br ... é uma alternativa ao método tradicional e pode ser feito sem a necessidade de cateterismo arterial. Este exame combina um exame ...
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*  NUTRIÇÃO ENTERAL E PARENTERAL Professora e Enfermeira: Carla Gomes - ppt video online carregar

Nutrição Parental Periférica: administrada por meio de uma veia menor, geralmente na mão ou no antebraço. ... de todos os nutrientes necessários para cobrir a demanda metabólica de determinado paciente por via central ou periférica, e em ...
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*  Campanha - Siga seu coração

... através do cateterismo. Em casos graves, pode ser necessária a intervenção cirúrgica, para descomprimir o cérebro inchado, ou a ... Doença Arterial Periférica *O que é. *Sintomas. *Fatores de Risco. *Prevenção ...
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*  Anatomia do sistema nervoso - Monografias - Deiafabri

... sistema nervoso periférico (SNP), aquele que é encontrado fora desteestojo ósseo, que se relaciona com o esqueleto apendicular ...
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*  ABC DA RADIOLOGIA (Portal Radiologia): 296) INTRODUÇÃO À ANGIOGRAFIA POR SUBTRAÇÃO DIGITAL

O cateterismo seletivo ou superseletivo facilitou enormemente a avaliação e interpretação das angiografias, permitindo-nos ... 391) INFORMÁTICA - PERIFÉRICOS * 392) INFORMÁTICA - SISTEMAS OPERACIONAIS * 393) INFORMÁTICA - HARDWARE E SOFTWARE ... Com a evolução das técnicas angiográficas, as características das salas de cateterismo também evoluíram e alguns elementos, ...
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*  doença de Parkinson: Incontinência urinária e enurese na doença de Parkinson

Cateterismo permanente: feito nos casos de incontinência urinária grave, o cateterismo a longo prazo é uma maneira melhor de ... neuropatia periférica (1) neuroproteção (1) neurotrófico (1) New York (1) Nia (1) niacina (1) niar (1) Nicolélis (4) nicotina ( ... Cateterismo Suprapúbico: Fornece uma forma alternativa ao cateterismo permanente a longo prazo e é feito por um pequeno ... tecido periférico (1) técnicas de imagem (2) telemedicina (11) Telmo Reis (1) temperatura cerebral (1) tempo (1) temporal (1) ...
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*  Resoluções Conselho Federal de Enfermagem

Inserção de cateter periférico central, pelos enfermeiros 12/07/2001. Ler na Íntegra ... Normatiza a execução, pelo enfermeiro, do acesso venoso, via cateterismo umbilical 20/10/2011. Ler na Íntegra ...
novo.portalcofen.gov.br/categoria/legislacao/resolucoes

CateterTerapia intravenosaCateter de Swan-Ganz: O cateter de Swan-Ganz é um cateter flexível e fabricado em poliuretano que, introduzido através de uma veia central de adequado calibre, chega as estruturas cardíacas e pulmonares.Retenção urinária: Retenção urinária, ou iscúria, é a incapacidade de urinar, ou ainda, o acúmulo de urina na bexiga resultante da incapacidade real de eliminá-la.Evanisa Maria Arone; Evanisa Maria Arone Maria Lucia dos Santos Philippi.VincristinaCardiopatia congênitaEcografia intravascular: Ecografia intravascular é o processo de utilização de técnicas de ecografia para a análise dos vasos sangüíneos, através de um cateter que é colocado no interior do vaso.Neurotmese: Neurotmese é um trauma físico envolvendo o sistema nervoso periférico, com ruptura parcial ou completa do axónio e das fibras nervosas e nervos vinculadas.Veia femoral: No corpo humano, a veia femoral é um vaso sanguíneo que acompanha a artéria femoral. Ela inicia no canal adutor (também conhecido como canal de Hunter) e é uma continuação da veia poplítea.Hemodinâmica: Hemodinâmica é o capítulo da Fisiologia que estuda a circulação do sangue. Para termos uma ideia, é o equivalente da hidrodinâmica se o líquido fosse água e não sangue.Comunicação interventricularVaso sanguíneo: Os vasos sanguíneos são órgãos em forma de tubos que se ramificam por todo o organismo da maior parte dos seres-vivos, como o ser humano, por onde circula o sangue: artérias, arteríolas, vênulas, veias e capilares.Valvopatia: Valvopatias ou valvulopatias é a designação de um conjunto de doenças que se relacionam com as válvas cardíacas.Comunicação interatrial: A comunicação interatrial é uma cardiopatia congênita caracterizada por uma abertura no septo interatrial, que permite a passagem do sangue do átrio esquerdo (alta pressão) para o átrio direito (baixa pressão).Linfócito: miniatura|direita|200px|Uma imagem de um linfócito feita a partir de um [[microscópio eletrônico.]]Pós-carga: Na fisiologia cardíaca, o termo pós-carga deve ser entendido como sendo a dificuldade enfrentada pelo ventrículo, durante o processo de ejeção. O fator que mais interfere na pós-carga é a resistência vascular periférica, porém, como esta não pode ser medida, utiliza-se a pressão arterial como parâmetro para avaliar a pós-carga.Esteira ergométrica: 150px|thumb|right|Imagem de uma passadeira mecânica.Nervo ciático: O nervo ciático ou nervo isquiático é o principal nervo dos membros inferiores. Ele controla as articulações do quadril, joelho e tornozelo, e também os músculos posteriores da coxa e os músculos da perna e do pé.Schering: A Schering AG foi uma empresa farmacêutica da Alemanha, criada em 1851 por Ernst Christian Friedrich Schering que deu início a esse feito com a produção de remédios e químicos para perfumes, tecidos e couro. Ao ser criada, era conhecida como Farmácia Verde.Angioplastia: 230px|right|thumbHisterosalpingografia: thumbCitometria de fluxoVeia cubital mediana: Veia cubital mediana (ou veia basílica mediana), na anatomia humana, é uma veia superficial do membro superior. Ela conecta a veia basílica e a veia cefálica e freqüentemente é utilizada para punção venosa (retirar sangue).Exame complementar de diagnóstico: Nas ciências da saúde, são denominados exames complementar de diagnóstico aqueles exames (laboratoriais, de imagem, etc.) que complementam aos dados da anamnese e do exame físico para a confirmação das hipóteses diagnósticas e tratamento.Radiologia


o que é cateterismo venoso periférico?


  • acesso venoso periférico
  • Cateteriso ou Punção venosa periférica (superficial): É usada para a infusão de líquidos ou medicações por períodos curtos ou prolongados e quando líquido administrado não é irritante para a veia. São usadas as veias superficiais, especialmente as dos membros superiores, para evitar a trombose venosa e a embolia pulmonar. A punção é feita com a agulha acoplada a uma seringa. Nos membros, usa-se um garrote ou torniquete proximalmente, com leve pressão, para deixar as veias cheias e bem visíveis. A agulha é introduzida a 45° e é abaixada logo em seguida, para que a veia não seja trespassada. Quando o cateter fica por fora da agulha, apenas a ponta do conjunto é introduzida inicialmente. Logo a seguir, a agulha é fixada com os dedos, e apenas o cateter é deslizado para a frente, ajustando-se à veia. A agulha tipo "butterfly" possui duas asas para fixação, e está acoplada a uma tubo de polivinil, dispensando a seringa. Deve-se sempre verificar se a veia foi realmente puncionada, aspirando-se o sangue ou observanso-se seu fluxo pelo sistema. Em um tipo diferente de punção, o cateter pode ser guiado por um fio de aço longo previamente inserido na veia. Quando se deseja introduzir um tubo longo no interior de uma veia, usa-se um sistema chamado "intracath", que possui um estojo especial de plástico que envolve a agulha, impedindo que o cateter dobre-se sobre sua ponta, sendo perfurado. O cateterismo é sempre feito com anestesia local quando as agulhas são grossas e os tubos mais compridos e espessos.

Qualquer cateterismo desobstrui placas de gordura das coronárias?


  • Queria saber: o cateterismo pode ser só para avaliar a obstrução ou qualquer cateterismo funciona para desobstruir a placas de gordura do coração? Obrigada.
  • cateterismo é par avaliar se tem obstrução e qual sua gravidade, dependendo da gravidade é feito a angioplastia, que pode ser junto com o cateterismo . normalmente obstruções acima de 70% sõ mais graves. mas o proceimento é muito tranquilo e o rico é minimo, tanto cateterismo quanto a angioplastia. fique com DEUS.

O que cateterismo para desobstruir a arteria renal?


  • Gostaria muio de saber como é feito cateterismo para desobstruir ateria renal e controlar a pressão arterial.Me ajudem Por quanto tempo dura todo esse processo de colocação do stent? E por onde é feito? Fica alguma cicatriz? Qual o tempo de recuperação?
  • olá luciana, meu pai trabalha com isto, que se chama hemodinâmica, então vou tentar te dar uma ajuda com o que eu sei de tanto conversar com ele sobre isto. primeiramente, o CATETERISMO CARDÍACO é um exame de diagnóstico, portanto não desobstrui artéria nenhuma e sim identifica possíveis obstruções nas mesmas, que será desobstruida pela ANGIOPLASTIA através da colocação de um stent ( stent = uma mola bem pequena que é colocada dentro da artéria para impedir que haja uma nova obstrução naquele local). Sobre o cateterismo, para diagnosticar uma obstrução, o médico injeta um contraste, e através de um monitor ligado a todo um sofisticado equipamento de raio-x, acompanha o trajeto que o contraste faz percorrendo todas as artérias e veias, até o médico com toda sua experiência, detectar alguma obstrução. Detectada alguma obstrução, ai sim ele com a ajuda de um catéter ( catéter = mau comparando, é uma guia com uma garrinha na ponta para segurar o stent e soltar quando chegar ao ponto onde há a obstrução) posiciona o stent no local adequado. abraço André

O exame denominado cateterismo, pode desobstruir no ato do exame a carótida, que esta com 80% de obstrução?


  • O exame denominado cateterismo, pode desobstruir no ato do exame a carótida, que esta 80% de obstrução, e qual a diferença entre cateterismo e anjioplatia.
  • Pode sim...Cateterismo é inserido um guia numa artéria, normalmente a femural, que conduz um balão que ao chegar no local obstruído é acionado fazendo com que a circulação seja normalizada , enquanto que a angioplastia é uma cirurgia, aerta que corrige um vaso obstruído ou danificado. O cateterismo, por ser menos invasivo é muito mais seguro e o cliente tem alta hospitalar até mesmo no mesmo dia, enquanto que na angioplastia o processo de recuperação é muito mais lento e o risco muito maior.

Tais cirurgias como angioplastia e cateterismo cardíaco utilizam transfusão de sangue?


Quando é necessário uma pessoa se submeter a um cateterismo? É um procedimento arriscado?


Quem faz cateterismo pode se masturbar ou ter relações sexuais normalmente ?


  • Tem algum possivel risco em continuar a se masturbar ou fazer sexo ????
  • Cuidado! vai devagar. Vc quer morrer se masturbando?

Alguém pode me informar qual o preço de um exame de cateterismo cardíaco ?


  • Meu pai precisa fazer este exame para saber se há artérias coronárias obstruídas, mas queria evitar o SUS pela demora, alguém sabe do valor desse exame feito nas clínicas particulares ??
  • A coronariografia é o exame mais definitivo para o diagnóstico das doenças desses vasos. O seu preço é elevado, e por isso é pouco usada como método de diagnóstico de coronariopatias. Então a melhor forma de saber é ligado para cada hospital presente em sua lista de hospitais do plano de saúde