Atrofia: Diminuição no tamanho de uma célula, tecido, órgão ou múltiplos órgãos associada com uma variedade de afecções, como alterações celulares anormais, isquemia, desnutrição ou alterações hormonais.Atrofia Muscular: Distúrbio do tamanho e número de fibras musculares, que ocorre como passar dos anos e com a redução do suprimento sanguíneo, ou seguido à imobilização, magreza prolongada, desnutrição e particularmente na desnervação.Atrofia Óptica: Atrofia do disco óptico (congênita ou adquirida) que indica uma deficiência no número de fibras nervosas, que se iniciam na RETINA e convergem para formar o DISCO ÓPTICO, NERVO ÓPTICO, QUIASMA ÓPTICO e tratos ópticos. São causas comuns desta afecção GLAUCOMA, ISQUEMIA, inflamação, elevação crônica da pressão intracraniana, toxinas, compressão do nervo óptico e hereditariedade. (ver ATROFIAS ÓPTICAS HEREDITÁRIAS).Atrofia Muscular Espinal: Grupo de transtornos caracterizados por degeneração progressiva dos neurônios motores da medula espinhal resultando em fraqueza e atrofia muscular, normalmente sem evidência de lesão aos tratos corticospinais. Entre as doenças desta categoria estão a doença de Werdnig-Hoffman e ATROFIAS MUSCULARES ESPINAIS DA INFÂNCIA de início tardio, sendo a maioria destas, hereditárias. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p1089)Atrofia de Múltiplos Sistemas: Síndrome complexa composta de três estados que representam variantes clínicas do mesmo processo de doença: DEGENERAÇÃO ESTRIATONIGRAL, SÍNDROME DE SHY-DRAGER e a forma esporádica de ATROFIAS OLIVOPONTOCEREBELARES. Entre os sinais clínicos estão disfunção dos gânglios da base, cerebelares e autônomos. Os exames revelam atrofia dos gânglios da base, cerebelo, pontes e medula, com perda proeminente de neurônios autônomos no tronco encefálico e medula espinal. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p1076; Baillieres Clin Neurol 1997 Apr;6(1):187-204; Med Clin North Am 1999 Mar;83(2):381-92)Atrofias Musculares Espinais da Infância: Grupo de doenças recessivamente hereditárias, caracterizadas por atrofia muscular progressiva e hipotonia. São classificadas como tipo I (doença de Werdnig-Hoffman), tipo II (forma intermediária) e tipo III (doença de Kugelberg-Welander). O tipo I é fatal na infância; o tipo II apresenta início infantil tardio e está associado com sobrevivência até a segunda ou terceira década de vida. O tipo III se inicia na infância e é lentamente progressivo.Atrofias Olivopontocerebelares: Grupo de transtornos hereditários e esporádicos, que apresentam ataxia progressiva em combinação com atrofia do CEREBELO, PONTE e núcleos olivares inferiores. Outras características clínicas são RIGIDEZ MUSCULAR, NISTAGMO, DEGENERAÇÃO RETINIANA, ESPASTICIDADE MUSCULAR, DEMÊNCIA, INCONTINÊNCIA URINÁRIA e OFTALMOPLEGIA. A forma familiar apresenta um início mais cedo (segunda década de vida) e pode caracterizar-se por atrofia da medula espinal. A forma esporádica tende a se apresentar na quinta ou sexta década de vida e é considerada um subtipo clínico da ATROFIA DE MÚLTIPLOS SISTEMAS. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p1085)Atrofia Girata: Atrofia difusa, autossômica recessiva, progressiva da coroide, epitélio pigmentar e retina sensorial, que se inicia na infância.Atrofia Geográfica: Forma de degeneração macular também conhecida por degeneração macular não exsudativa, marcada pela ocorrência de uma lesão progressiva bem definida ou atrofia na parte central da RETINA, chamada MACULA LUTEA. É distinguível da DEGENERAÇÃO MACULAR EXSUDATIVA em que a última envolve exsudatos neovasculares.Proteína 1 de Sobrevivência do Neurônio Motor: Proteína do complexo SMN essencial para a funcionalidade do complexo de proteínas SMN. Em humanos, a proteína é codificada por um único gene localizado próximo ao telômero da inversão de uma ampla região invertida no CROMOSSOMO 5. Mutações no gene que codifica a proteína 1 de sobrevivência do neurônio motor podem levar a ATROFIAS MUSCULARES ESPINAIS DA INFÂNCIA.Transtornos Musculares Atróficos: Os transtornos caracterizados por uma redução anormal do volume do músculo devido a uma diminuição no número e tamanho das fibras musculares. A atrofia pode resultar de doenças intrínsecas ao tecido muscular (p.ex., DISTROFIA MUSCULAR) or secundárias a DOENÇAS DO SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO que prejudicam a inervação para o tecido muscular (p.ex., ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL).Imagem por Ressonância Magnética: Método não invasivo de demonstração da anatomia interna baseado no princípio de que os núcleos atômicos em um campo magnético forte absorvem pulsos de energia de radiofrequência e as emitem como ondas de rádio que podem ser reconstruídas nas imagens computadorizadas. O conceito inclui técnicas tomográficas do spin do próton.Atrofia Óptica Autossômica Dominante: Atrofia óptica dominante é uma neuropatia óptica hereditária que causa diminuição da acuidade visual, deficiência na visão colorida, escotoma centrocecal e palidez do nervo óptico. (Tradução livre do original: Hum. Genet. 1998; 102: 79-86). As mutações que levam à estas afecções foram mapeadas no gene OPA1 no cromossomo 3q28-q29. O OPA1 codifica a GTPase relacionada à dinamina localizada na mitocôndria.Proteínas do Complexo SMN: Complexo de proteínas que compõem as PROTEÍNAS CENTRAIS DE SNRNP em uma estrutura central que circunda a sequência altamente conservada de RNA encontrada no RNA NUCLEAR PEQUENO. São encontrados localizados nos CORPOS ENOVELADOS GÊMEOS e no CITOPLASMA. O complexo SMN é assim chamado devido à proteína 1 de sobrevivência do neurônio motor, que é um componente crítico do complexo.Proteína 2 de Sobrevivência do Neurônio Motor: Proteína do complexo SMN intimamente relacionada com a PROTEÍNA 1 DE SOBREVIVÊNCIA DO NEURÔNIO MOTOR. Em humanos, a proteína é codificada por um gene frequentemente duplicado localizado próximo ao centrômero da inversão de uma ampla região invertida do CROMOSSOMO 5.Elevação dos Membros Posteriores: Técnica para limitar o uso, atividade ou o movimento, por imobilizar ou restringir o animal por elevá-lo pelos membros posteriores ou pela cauda. Esta imobilização é utilizada para simular alguns efeitos de gravidade reduzida e estudar a fisiologia da gravidade zero.Músculo Esquelético: Subtipo de músculo estriado fixado por TENDÕES ao ESQUELETO. Os músculos esqueléticos são inervados e seus movimentos podem ser conscientemente controlados. Também são chamados de músculos voluntários.Atrofia Bulboespinal Ligada ao X: Forma de atrofia muscular espinhal recessiva ligada ao X. É devida à mutação do gene que codifica o receptor de androgênio.Encéfalo: A parte do SISTEMA NERVOSO CENTRAL contida no CRÂNIO. O encéfalo embrionário surge do TUBO NEURAL, sendo composto de três partes principais, incluindo o PROSENCÉFALO (cérebro anterior), o MESENCÉFALO (cérebro médio) e o ROMBENCÉFALO (cérebro posterior). O encéfalo desenvolvido consiste em CÉREBRO, CEREBELO e outras estruturas do TRONCO ENCEFÁLICO (MeSH). Conjunto de órgãos do sistema nervoso central que compreende o cérebro, o cerebelo, a protuberância anular (ou ponte de Varólio) e a medula oblonga, estando todos contidos na caixa craniana e protegidos pela meninges e pelo líquido cefalorraquidiano. É a maior massa de tecido nervoso do organismo e contém bilhões de células nervosas. Seu peso médio, em um adulto, é da ordem de 1.360 g, nos homens e 1.250 g nas mulheres. Embriologicamente, corresponde ao conjunto de prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo. Seu crescimento é rápido entre o quinto ano de vida e os vinte anos. Na velhice diminui de peso. Inglês: encephalon, brain. (Rey, L. 1999. Dicionário de Termos Técnicos de Medicina e Saúde, 2a. ed. Editora Guanabara Koogan S.A. Rio de Janeiro)Gastrite Atrófica: GASTRITE com atrofia da MUCOSA GÁSTRICA, CÉLULAS PARIETAIS GÁSTRICAS e glândulas mucosas levando a ACLORIDRIA. A gastrite atrófica geralmente se desenvolve da gastrite crônica.Proteínas Ligases SKP Culina F-Box: Subgrupo de ubiquitina proteína ligase formadas pela associação de uma proteína com domínio SKP, uma proteína com domínio CULINA e uma proteína com domínio F-BOX.Atrofias Ópticas Hereditárias: Doenças hereditárias caracterizadas por perda visual progressiva em associação com atrofia óptica. As formas relativamente comuns incluem ATROFIA ÓPTICA AUTOSSÔMICA DOMINANTE e ATROFIA ÓPTICA HEREDITÁRIA DE LEBER.Ataxia Cerebelar: Incoordenação de movimentos voluntários que ocorrem como uma manifestação de DOENÇAS CEREBELARES. Entre os sinais característicos estão: tendência dos movimentos dos membros em ultrapassar ou não alcançar um objetivo (dismetria); tremor que ocorre durante a tentativa de realizar movimentos (TREMOR intencional); força e ritmo da adiadococinesia (alternância rápida dos movimentos); e MARCHA ATÁXICA. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p90)Doença de Alzheimer: Doença degenerativa do CÉREBRO caracterizada pelo início traiçoeiro de DEMÊNCIA. Falhas da MEMÓRIA, no julgamento, no momento da atenção e na habilidade em resolver problemas são seguidas de APRAXIAS severas e perda global das habilidades cognitivas. A afecção ocorre principalmente após os 60 anos de idade e é marcada por atrofia cortical severa e tríade de PLACA AMILOIDE, EMARANHADOS NEUROFIBRILARES e FILAMENTOS DO NEURÓPILO. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, pp1049-57)Doenças da Úvea: Doenças da úvea.Tamanho do Órgão: Medida de um órgão em volume, massa ou peso.Paralisia Supranuclear Progressiva: Doença degenerativa do sistema nervoso central, caracterizada por dificuldades de equilíbrio; TRANSTORNOS DA MOTILIDADE OCULAR (oftalmoplegia supranuclear); DISARTRIA; dificuldades de deglutição e DISTONIA axial. O início ocorre normalmente na quinta década de vida e a progressão da doença ocorre ao longo de vários anos. Achados patológicos incluem degeneração neurofibrilar e perda neuronal no MESENCÉFALO dorsal; NÚCLEO SUBTALÂMICO; NÚCLEO RUBRO; pálido; núcleo dentado e núcleos vestibulares.Proteínas Musculares: Proteínas que compõem o músculo, sendo as principais as ACTINAS e MIOSINAS. Existem mais de uma dúzia de proteínas acessórias, incluindo a TROPONINA, TROPOMIOSINA e DISTROFINA.Hemiatrofia Facial: Síndrome caracterizada por atrofia unilateral lentamente progressiva da gordura subcutânea facial, tecido muscular, pele, cartilagem e osso. O estado progride tipicamente por um período de 2 a 10 anos e tende a se estabilizar.Ornitina-Oxo-Ácido Transaminase: Enzima que requer fosfato de piridoxal que catalisa a formação de glutamato gama-semi-aldeído e um L-aminoácido a partir de L-ornitina e um 2-cetoácido. EC 2.6.1.13.Síndrome de Shy-Drager: Afecção neurodegenerativa progressiva dos sistemas nervosos central e autônomo, caracterizada por atrofia dos neurônios da coluna lateral pré-ganglionar da medula espinal torácica. Esta doença geralmente é considerada uma variante clínica da ATROFIA DE MÚLTIPLOS SISTEMAS. Os indivíduos afetados apresentam, entre a quinta ou sexta década de vida, TONTURA e disfunção da bexiga, posteriormente desenvolvem INCONTINÊNCIA FECAL, anidrose, ATAXIA, IMPOTÊNCIA e alterações do tono sugestivo de disfunção dos gânglios da base. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p536)Denervação Muscular: Resecção ou remoção da inervação de um músculo ou tecido muscular.Fibras Musculares Esqueléticas: Células grandes, multinucleadas, individualizadas, de forma cilíndrica ou prismática, que formam a unidade básica do MÚSCULO ESQUELÉTICO. Consistem de MIOFIBRILAS confinadas e aderidas ao SARCOLEMA. São derivadas da fusão de MIOBLASTOS ESQUELÉTICOS em um sincício, seguido por diferenciação.Transtornos Cognitivos: Distúrbios do processo mental relacionados com o aprendizado, pensamento, o raciocínio e o julgamento.Modelos Animais de Doenças: Doenças animais ocorrendo de maneira natural ou são induzidas experimentalmente com processos patológicos suficientemente semelhantes àqueles de doenças humanas. São utilizados como modelos para o estudo de doenças humanas.Degenerações Espinocerebelares: Grupo heterogêneo de síndromes degenerativas caracterizadas por disfunção cerebelar progressiva, tanto isolada como combinada com outras manifestações neurológicas. Ocorrem subtipos hereditários e esporádicos. Os padrões de herança incluem: dominante autossômico, recessivo autossômico e ligado ao X.Progressão da Doença: Piora de uma doença ao longo do tempo. Este conceito é usado com mais frequência para doenças crônica e incuráveis, em que o estágio da doença é um determinante importante de terapia e prognóstico.Lobo Temporal: Parte lateral inferior do hemisfério cerebral responsável pelo processamento auditório, olfatório e semântico. Está localizado em posição inferior à fissura lateral e anterior ao LOBO OCCIPITAL.Proteína Inibidora de Apoptose Neuronal: Proteína inibidora de apoptose que foi inicialmente identificada durante a análise de deleções cromossômicas associadas com a ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL. A Pian (naip) contém um domínio de oligomerização de ligação com um nucleotídeo e um carboxi-terminal rico em LEUCINA repetitiva.Pepsinogênio A: Este é um dos 2 sistemas pepsinogênicos relacionados em humanos, também conhecido como pepsinogênio. (O outro é o PEPSINOGÊNIO C). Inclui os isozimogênios Pg1-Pg5 (pepsinogênios 1-5, grupo I ou produtos dos genes PGA1-PGA5). Este é o principal pepsinogênio encontrado na urina.Epilepsias Mioclônicas Progressivas: Grupo heterogêneo de transtornos principalmente familiares, caracterizados por ataques mioclônicos, ataques tônico-clônicos, ataxia, deterioração intelectual progressiva e degeneração neuronal. Estão incluídos: DOENÇA DE LAFORA; SÍNDROME DE MERRF; LIPOFUSCINOSE CEROIDE NEURONAL; sialidose (ver MUCOLIPIDOSES) e SÍNDROME DE UNVERRICHT-LUNDBORG.Demência: Transtorno mental orgânico adquirido, com perda das habilidades intelectuais de severidade suficiente para interferir com o funcionamento social ou ocupacional. A disfunção é multifacetada e envolve a memória, comportamento, personalidade, julgamento, atenção, relações espaciais, linguagem, pensamento abstrato e outras funções executivas. O declínio intelectual, normalmente é progressivo e inicialmente poupa o nível de consciência.Imobilização: Restrição do MOVIMENTO do corpo ou partes do corpo por meios físicos (RESTRIÇÃO FÍSICA), ou quimicamente por ANALGESIA ou uso de TRANQUILIZANTES ou AGENTES NÃO DESPOLARIZANTES NEUROMUSCULARES. Inclui protocolos experimentais usados para avaliar os efeitos fisiológicos de imobilidade.Envelhecimento: Mudanças graduais irreversíveis na estrutura e funcionamento de um organismo que ocorrem como resultado da passagem do tempo.Encefalopatias: Afecções que acometem o CÉREBRO, composto de componentes intracranianos do SISTEMA NERVOSO CENTRAL. Este inclui (mas não se limita a estes) CÓRTEX CEREBRAL, substância branca intracraniana, GÂNGLIOS DA BASE, TÁLAMO, HIPOTÁLAMO, TRONCO ENCEFÁLICO e CEREBELO.Degeneração Macular: Alterações degenerativas na RETINA, geralmente em adultos idosos, que resultam em perda da visão no centro do campo visual (MACULA LUTEA) devido à lesão na retina. Ocorre sob as formas seca e exsudativa (úmida).Neurônios Motores: Neurônios que ativam CÉLULAS MUSCULARES.Fundo de Olho: Região côncava interior do olho, consistindo da retina, da coroide, da esclera, do disco óptico e dos vasos sanguíneos, observada através do oftalmoscópio.Miostatina: Fator de diferenciação de crescimento que é um inibidor potente do crescimento de MÚSCULO ESQUELÉTICO. Pode ter papel na regulação da MIOGÊNESE e na manutenção do músculo durante a vida adulta.Processamento de Imagem Assistida por Computador: Técnica de entrada de imagens bidimensionais em um computador e então realçar ou analisar a imagem em uma forma que é mais útil ao observador humano.Doenças Cerebelares: Doenças que afetam a estrutura ou função cerebelar. As manifestações cardinais de disfunção cerebelar incluem dismetria, MARCHA ATÁXICA e HIPOTONIA MUSCULAR.Hipocampo: Elevação curva da SUBSTÂNCIA CINZENTA, que se estende ao longo de todo o assoalho no LOBO TEMPORAL do VENTRÍCULOS LATERAIS (ver também LOBO TEMPORAL). O hipocampo, subículo e GIRO DENTEADO constituem a formação hipocampal. Algumas vezes, os autores incluem o CÓRTEX ENTORRINAL na formação hipocampal.Proteínas do Tecido NervosoLinhagem: Registro da descendência ou ancestralidade, particularmente de uma característica ou traço especial que identifica cada membro da família, suas relações e seu estado em relação a este traço ou característica.Proteína de Ligação ao Elemento de Resposta ao AMP Cíclico: Proteína que tem demonstrado atuar como um fator de transcrição regulado pelo cálcio, assim como um substrato para as PROTEÍNAS QUINASES DEPENDENTES DE CÁLCIO-CALMODULINA ativadas pela despolarização. Esta proteína integra os sinais do cálcio e do AMP cíclico.Células do Corno Anterior: NEURÔNIOS MOTORES no corno anterior (ventral) da MEDULA ESPINAL que se projetam para os MÚSCULOS ESQUELÉTICOS.Angiofluoresceinografia: Visualização do sistema vascular após injeção intravenosa de uma solução de fluoresceína. As imagens podem ser fotografas ou televisionadas em uma tela. É utilizada especialmente para estudar a vascularização retinal e uveal.Doença Celíaca: Síndrome de malabsorção precipitada pela ingestão de alimentos que contêm GLÚTEN, como trigo, centeio e cevada. Caracteriza-se por INFLAMAÇÃO do INTESTINO DELGADO, perda da estrutura de MICROVILOSIDADES, falha na ABSORÇÃO INTESTINAL e DESNUTRIÇÃO.Pepsinogênio C: Este é um dos 2 sistemas pepsinogênicos relacionados em humanos. É encontrado na próstata e líquido seminal, ao passo que o PEPSINOGÊNIO A, não.Degeneração Neural: Perda da atividade funcional e degeneração trófica de axônios nervosos e suas ramificações terminais, seguida à destruição de suas células de origem ou interrupção de sua continuidade com estas células. A patologia é característica de doenças neurodegenerativas. Geralmente, o processo de degeneração nervosa é estudado em pesquisas de localização neuroanatômica e correlação da neurofisiologia das vias neurais.Doenças Neurodegenerativas: Afecções hereditárias e esporádicas caracterizadas por disfunção progressiva do sistema nervoso. Estes transtornos geralmente estão associados com atrofia das estruturas afetadas do sistema nervoso central ou periférico.Demência Frontotemporal: Forma clínica mais comum de DEGENERAÇÃO LOBAR FRONTOTEMPORAL, esta demência apresenta-se com alterações de personalidade e de comportamento frequentemente associadas com desinibição, apatia e falta de discernimento.Córtex Cerebral: Camada delgada de SUBSTÂNCIA CINZENTA localizada na superfície dos hemisférios cerebrais (ver CÉREBRO) que se desenvolve a partir do TELENCÉFALO e se molda em giros e sulcos. Alcança seu maior desenvolvimento no ser humano, sendo responsável pelas faculdades intelectuais e funções mentais superiores.Corioide: Membrana delgada e altamente vascularizada que reveste a maior parte da região posterior do olho localizada entre a RETINA e a ESCLERA.Biópsia: Remoção e avaliação patológica de amostras, na forma de pequenos fragmentos de tecido do corpo vivo.Debilidade Muscular: Queixa vaga de debilidade, fadiga e exaustão que é atribuída à fraqueza de vários músculos. A fraqueza pode ser caracterizada como subaguda ou crônica, frequentemente progressiva, e é a manifestação de muitas doenças musculares e neuromusculares.Cerebelo: Parte do encéfalo que fica atrás do TRONCO ENCEFÁLICO, na base posterior do crânio (FOSSA CRANIANA POSTERIOR). Também conhecido como "encéfalo pequeno", com convoluções semelhantes àquelas do CÓRTEX CEREBRAL, substância branca interna e núcleos cerebelares profundos. Sua função é coordenar movimentos voluntários, manter o equilíbrio e aprender habilidades motoras.Comprometimento Cognitivo Leve: Fase prodrômica de declínio cognitivo que pode preceder a emergência da DOENÇA DE ALZHEIMER e outras demências. Pode incluir o comprometimento da cognição, como compromentimento da linguagem, a conscientização espacial pela visão, ATENÇÃO e MEMÓRIA.Doença dos Neurônios Motores: Doenças caracterizadas por uma degeneração seletiva dos neurônios motores da medula espinhal, tronco cerebral ou córtex motor. Os subtipos clínicos são diferenciados pelo maior local de degeneração. Na ESCLEROSE AMIOTRÓFICA LATERAL há envolvimento dos neurônios motores do tronco cerebral, inferiores e superiores. Na atrofia muscular progressiva e síndromes relacionadas (v. ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL) os neurônios motores da medula espinhal são principalmente afetados. Com paralisia bulbar progressiva (PARALISIA BULBAR PROGRESSIVA), a degeneração inicial ocorre no tronco cerebral. Na esclerose lateral primária os neurônios corticais são isoladamente afetados. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p1089)Camundongos Transgênicos: Camundongos de laboratório que foram produzidos de um OVO ou EMBRIÃO DE MAMÍFEROS, manipulados geneticamente.Ventrículos Cerebrais: Quatro cavidades preenchidas com LÍQUIDO CEFALORRAQUIDIANO dentro dos hemisférios cerebrais (VENTRÍCULOS LATERAIS) na linha mediana (TERCEIRO VENTRÍCULO) e dentro da PONTE e o BULBO (QUARTO VENTRÍCULO).Proteínas de Ligação a RNA: Proteínas que se ligam a moléculas de RNA. Aqui estão incluídas as RIBONUCLEOPROTEÍNAS e outras proteínas, cuja função é ligar-se especificamente ao RNA.Helicobacter pylori: Bactéria espiral ativa como um patógeno gástrico humano. É curva ou ligeiramente espiralada, Gram-negativa, positiva para a presença de urease, inicialmente isolada (1982) de pacientes com lesões de gastrite ou úlceras pépticas na Austrália ocidental. Helicobacter pylori foi originalmente classificada no gênero CAMPYLOBACTER, mas a sequência de RNA, o perfil de ácidos graxos celulares, os padrões de crescimento e outras características taxonômicas indicam que o micro-organismo deveria ser incluído no gênero HELICOBACTER. Foi oficialmente transferido para o gênero Helicobacter gen. nov. (v. Int J Syst Bacteriol 1989 Oct; 39(4): 297-405).Gastrite: Inflamação da MUCOSA GÁSTRICA, uma lesão observada em vários transtornos não relacionados.Mucosa Gástrica: Revestimento do ESTÔMAGO formado por um EPITÉLIO interno, uma LÂMINA PRÓPRIA média e a MUSCULARIS MUCOSAE externa. As células superficiais produzem o MUCO que protege o estômago do ataque de ácidos e enzimas digestivos. Quando o epitélio se invagina para a LÂMINA PRÓPRIA em várias regiões do estômago (CÁRDIA, FUNDO GÁSTRICO e PILORO), há formação de diferentes glândulas tubulares gástricas. Estas glândulas são constituídas por células que secretam muco, enzimas, ÁCIDO CLORÍDRICO, ou hormônios.

*  PEDRADABABY II: Atrofia muscular espinhal TIPO I - Síndrome de Werdnig-Hoffmann

Atrofia muscular espinhal TIPO I - Síndrome de Werdnig-Hoffmann A atrofia muscular espinhal (AME) é uma doença das células do ... Tipo I ou atrofia muscular espinhal progressiva (doença de Werdnig-Hoffmann). A doença manifesta-se intra-útero ou durante os ... Oi meu nome é Roberta tenho uma linda filha chamada Gabrielle, ela é portadora de atrofia espinhal tipo II e realmente é muito ... olá sou ivonete tenho 3 filhos,sendo q o mais novo de 7 anos tem atrofia muscular espinhal tipo 2 no inicio os medicos deram 2 ...
pedradababy.blogspot.com/2008/10/atrofia-muscular-espinhal-tipo-i.html

*  M sculo doen as que diminui o da massa muscular - 6593

Atrofia. Diversas doen as causam uma diminui o da massa muscular, conhecida como atrofia muscular. Alguns exemplos incluem o c ...
jornallivre.com.br/6593/musculo-doencas-que-diminuicao-da-massa-muscular.html

*  Matéria Médica de Boericke carla

Atrofia dos testículos em meninos. Hidrocele. · Órgãos Femininos - Muita sensibilidade na vagina. Útero aumentado e descaído. ... Atoxyl - Arseniato de Sódio 3x, moléstia do sono; inicio de atrofia óptica. Levico Water (contendo Ars., ferro e cobre do Sul ... Cepa; Lamium]. Paralisia nos membros inferiores com atrofia. · Pele - Coçando, a arder, inchada, edema, erupção com pontos ...
https://pt.scribd.com/doc/24456593/Materia-Medica-de-Boericke-carla

*  Mental retardation: dangerousness and penal responsibility

... especialmente atrofia ou lesão da substância branca. ...
scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0047-20852011000200011&lng=en&nrm=iso&tlng=pt

*  Show da Fé - Maio 2017 | PDF Flipbook

Nos últimos tempos, as dores aumentaram e passei a sofrer também de uma atrofia muscular. Necessitava da cadeira de rodas para ...
youblisher.com/p/1827517-Show-da-Fe-Maio-2017/

*  Síndrome de Isaacs - tratamento e remissão. | Bengala Legal

Variações do trofismo muscular podem ser observadas, como hipertrofia ou atrofia de panturrilhas e atrofia da musculatura ... Os pacientes com atrofia muscular tendem apresentar alterações mais importantes da força muscular. Os reflexos profundos, ... A biópsia de músculo pode apresentar atrofia de pequenos grupos, fibras anguladas atróficas, variação do número de fibras, ...
bengalalegal.com/isaacs

*  84-Sinais Desnutricao Final - SinaisDesnutricaoFinal

Fissura na língua Niacina Atrofia das papilas Riboflavina, niacina, ferro. Redução da sensibilidade ao sabor Zinco Hemorragia ...
ebah.com.br/content/ABAAABnrAAC/84-sinais-desnutricao-final

*  N dulo de tiroide

... ou met stase linfonodal de c ncer e faz o diagn stico diferencial entre Graves com agenesia lobar e adenoma t xico com atrofia ...
angelfire.com/ri/josivan/nodulo.html

*  Mononeuropatia - Doenças neurológicas - InfoEscola

Existe a possibilidade de cirurgia em casos de dor muito intensa, fraqueza ou atrofia muscular. Este procedimento resume-se à ...
infoescola.com/doencas/mononeuropatia/

*  Crianças doam cabelo para doentes de câncer; saiba como ajudar - 21/11/2014 - UOL Estilo de vida

Após alguns meses, veio o diagnóstico de atrofia muscular espinhal (AME), a mesma doença de Joaquim que mobilizou vários ...
https://estilo.uol.com.br/gravidez-e-filhos/noticias/redacao/2014/11/21/criancas-doam-cabelo-para-doentes-de-cancer-saiba-como-ajudar.htm

*  Atrofia testicular

... a atrofia testicular é um caso médico no qual o órgão reprodutivo masculino os testículo s que nos humanos estão localizados no escroto diminui de tamanho e pode ser acompanhado pela perda de funcionamento este termo não é usado para se referir a mudanças temporárias como as que acontecem causadas pelo frio algumas medicações como os esteróides anabolizantes podem causar a atrofia testicular que irá sofrer uma reversão quando o ciclo do tratamento terminar desde que não dure muito tempo outras causas para a atrofia testicular incluem a aterosclerose criptorquidia inibe a espermatogênese e produção insuficiente de hormônio luteinizante mais freqüentemente observado em casos de hipopituitarismo atrofia categoria sistema reprodutor masculino
https://pt.wikipedia.org/wiki/Atrofia_testicular

*  Atrofia renal - gato

Atrofia acentuada do rim direito (seta) em gata com 15 anos. O rim esquerdo, por sua vez, apresentava graves lesões de necrose medular e focos de inflamação cortical, o que justifica insuficiência renal grave ...
atlas.fmv.utl.pt/urinario/paginas_pt/urin_020.htm

*  Jornal Contexto - O Jornal de Anápolis

Os homens, em geral, começam a experimentar transformações no corpo entre 30 e 45 anos de idade. Todos os estudos científicos produzidos nos melhores centros de pesquisa do mundo apontam o desequilíbrio hormonal como a base fundamental da menopausa masculina (andropausa). O grande problema é que os sintomas vão se instalando durante anos a fio, de forma lenta e gradual, confundindo-se, na maior parte das vezes, com os chamados "processos naturais" do envelhecimento. Ocorre, então, um gradual declínio do apetite sexual e do bem estar. Vai se tornando cada vez mais difícil "manter a forma" e os níveis de energia passam a declinar. A composição corporal se altera de forma dramática, ocorrendo um crescente acúmulo de gordura, seguido imediatamente por atrofia progressiva da massa muscular. Se negligenciado, provoca, a médio e a longo prazos, consequências e danos muito mais severos para os homens do que a própria menopausa para as mulheres ...
jornalcontexto.net/menopausa-e-andropausa

*  Atrofia multisistemica

... redirect atrofia multi sistemica
https://it.wikipedia.org/wiki/Atrofia_multisistemica

Atrofia testicular: A atrofia testicular é um caso médico no qual o órgão reprodutivo masculino (os testículos, que nos humanos estão localizados no escroto) diminui de tamanho e pode ser acompanhado pela perda de funcionamento. Este termo não é usado para se referir a mudanças temporárias como as que acontecem causadas pelo frio.Live at Hammersmith '82!: Live at Hammersmith '82! é um álbum ao vivo da banda Duran Duran.Parkinson-plus: Parkinson-plus é um conjunto de afecções de caráter neurodegenerativo que têm, como um dos seus sintomas, um quadro de parkinsonismo. São várias as afecções neste grupo: paralisia supranuclear progressiva, atrofia de múltiplos sistemas, degeneração ganglionar córtico-basal, e outras afecções mais ou menos raras.Sistema muscular: 200px|thumb|Sistema Muscular do corpo humanoDismetria: Dismetria é o erro ao apontar (ausência de noção temporal e espacial). Comum em diversas doenças neurológicas com dano ao Sistema Nervoso.Alois AlzheimerDudley MooreEpilepsiaDemênciaCélula de Renshaw: As células de Renshaw são interneurônios do corno anterior da medula espinal. Eles são pequenos  neurônios inibitórios, multipolares e de associação homolateral .Miostatina: A miostatina (formalmente conhecida como factor 8 de crescimento e diferenciação) é um fator de crescimento que limita o crescimento do tecido muscular, por exemplo concentrações elevadas de miostatina em um indivíduo provocam uma diminuição no desenvolvimento normal dos músculos.Garikipati DK, Gahr SA, Roalson EH, Rodgers BD.Imagem real: Imagem real é a que pode ser projetada sobre telas. Formada por raios emergentes do sistema óptico, ela é obtida no cruzamento de raios refletidos (reflatados) efetivos.Glutamato descarboxilaseProbando: Probando é um termo usado em genética médica e noutros campos da medicina para designar um indivíduo particular (pessoa ou animal) que estiver sendo estudado ou reportado na literatura científica. Quando uma doença genética é diagnosticada pela primeira vez numa determinada família, o indivíduo diagnosticado é o probando (caso índice).EspasticidadeGastrite: -K29.7


muscular espinhal


  • A atrofia muscular espinhal (AME) é uma doença das células do corno anterior da medula que leva a fraqueza e atrofia muscular com prejuízo de movimentos voluntários como segurar a cabeça, sentar e andar. (blogspot.com)
  • Informações sobre Atrofia Muscular Espinhal em Cáceres. (saudenacerta.com)
  • Encontre aqui médicos especialistas, dicas de prevenção, onde fazer diagnóstico e tratamento da Atrofia Muscular Espinhal e endereços e telefones de hospitais e clínicas em Cáceres. (saudenacerta.com)

fraqueza


  • Existe a possibilidade de cirurgia em casos de dor muito intensa, fraqueza ou atrofia muscular. (infoescola.com)