Rupicapra rupicapra - Camurça. Referências. *↑ E., Wilson, Don; M., Reeder, DeeAnn (2005). Mammal species of the world : a ... Gênero Rupicapra *Rupicapra pyrenaica - Camurça-dos-pirenéus. * ...
Este capríneo tem duas espécies : Rupicapra pyrenaica - que se encontra nos Pirenéus Rupicapra rupicapra - que se encontra nos ... Rupicapra rupicapra. IUCN 2007 IUCN Red List of Threatened Species. Acessado em 25 de janeiro de 2008. Lello Universal - ... Nota: Para outros significados, veja Camurça (desambiguação). A camurça (Rupicapra rupicapra) é um capríneo encontrado nos ...
Rupicapra Sub-família Cephalophinae Cephalophus , Philantomba , Sylvicapra + Sub-família Hippotraginae Addax + , Hippotragus , ...
O parque é conhecido pela população de Íbex (Capra ibex), e Camurças (Rupicapra rupicapra). Parque nacional O Commons possui ...
Rupicapra pyrenaica). Existem grande variedade de carnívoros como são o urso, lobo, raposa, marta, fuinha, gineta, gato-bravo, ...
Pseudois schaeferi Gênero Rupicapra Rupicapra pyrenaica - Camurça-dos-pirenéus Rupicapra rupicapra - Camurça Commons ...
Rupicapra rupicapra. (Linnaeus, 1758). A camurça (Rupicapra rupicapra) é um capríneo encontrado nos Alpes e nos Balcãs e também ... Rupicapra rupicapra - que se encontra nos Alpes.. Referências[editar , editar código-fonte]. *WILSON, D. E., REEDER, D. M. eds ... Rupicapra rupicapra. IUCN 2007 IUCN Red List of Threatened Species. Acessado em 25 de janeiro de 2008. ... Rupicapra pyrenaica - que se encontra nos Pirenéus. * ... Redirecionado de Rupicapra rupicapra). Ir para: navegação, ...
... ». Sistema Global de Informação sobre Biodiversidade (em inglês). Consultado em 20 de agosto de 2019 ... Polyrhachis rupicapra é uma espécie de formiga do gênero Polyrhachis, pertencente à subfamília Formicinae. « ...
WILSON, D. E., REEDER, D. M. eds. (2005). Mammal Species of the World: A Taxonomic and Geographic Reference. 3ª ed. Johns Hopkins University Press, Baltimore, Maryland, 2.142 pp. 2 vol ...
A temporada de reprodução da corça é no alto verão, quando os machos se tornam territoriais. O cio das fêmeas ocorre mais cedo do que os demais cervídeos graças a uma adaptação evolutiva. O embrião da corça passa por um processo chamado de implante atrasado, que permite o filhote nascer durante a primavera. A gestação é de em torno 300 dias, ao fim dos quais nascem um, ou raramente, dois filhotes. Os filhotes nascem com marcas brancas características sobre os flancos, que desaparecem passados cerca de dois meses. Após este período, o filhote é desmamado, permanecendo com a mãe até o nascimento da próxima ninhada. ...
O muntjac-de-crina, também chamado de muntjac-negro (Muntiacus crinifrons),[1] é um cervídeo encontrado no sudeste da China (Zhejiang, Anhui, Jiangxi e Fujian). Seu porte é similar ao do muntjac-comum. Armadilhas fotográficas revelaram a sua presença em áreas nas quais pressupunha-se sua total extinção, como na reserva florestal Nacional de Wuyanling. ...
Os animais do gênero Bos são mamíferos bovídeos, domesticados desde tempos pré-históricos. Este género inclui o gado bovino doméstico (Bos taurus), com duas principais subespécies, a saber o Bos taurus taurus, gado europeu, e o Bos taurus indicus, ou gado zebu, indiano. Como as raças de origem indiana mostraram maior resistência ao clima tropical, atualmente a maioria do gado bovino do Brasil é formado pelo zebu, em suas diversas raças, como Nelore, Gir, Guzerat e Indubrasil, ou por mestiços de gado europeu e zebu, tais como o Canchim. ...
Mazama bricenii é uma espécie de cervídeo sul-americano de pequeno porte do gênero Mazama.[2][3] É encontrado em florestas e nos páramos em altitudes entre 1000 e 3500 m, nos andes do norte da Colômbia e oeste da Venezuela.[2] Já foi tratado como subespécie de Mazama rufina, mas desde 1987 é considerada uma espécie separada,[1] apesar de que até 1999, alguns autores ainda consideravam como subespécie.[4]. ...
O cervo-de-topete ou eláfodo é uma pequena espécie de cervídeo caracterizado por um proeminente tufo de pelos pretos na testa e caninos proeminentes nos machos. É muito próximo evolutivamente de Muntiacus, vivendo mais ao norte, em uma ampla região do centro da China e nordeste de Myanmar. Embora sofrendo por conta da caça e perda do habitat, esse cervídeo não se encontra em risco de extinção. É o único membro do gênero Elaphodus. Está restrito às florestas montanhosas acima de 4500 m do nível do mar. ...
Hippocamelus é um gênero da família Cervidae. Compreende duas espécies que ocorrem nos Andes, e estão ameaçadas de extinção. Esses animais vivem em altitudes elevadas no verão, mas migram para altitudes mais baixas durante o inverno, em vales florestados. Áreas com água fresca são preferidas pelas espécies do gênero. São herbívoros se alimentando principalmente de plantas herbáceas. ...
Mazama chunyi é uma espécie de cervídeo sul-americano do gênero Mazama.[2] Ocorre nas terras altas dos Andes, no oeste da Bolívia e sudeste do Peru, em florestas e nos páramos. Sua pelagem é marrom-avermelhada com as partes anteriores e o pescoço de cor cinza escuro. As partes de baixo são marrom claro. Pesa cerca de 11 kg.[3] É uma espécie pouco estudada, mas a IUCN a considera como "espécie vulnerável".[1] Cerca de 40% do seu habitat está fragmentado ou degradado, e por isso a espécie é colocada nesta categoria.[4] ...
Na natureza, elas vivem em rebanhos de 500 cabras, os machos são solitários. Durante a época do acasalamento, os machos velhos afastam os machos mais novos dos rebanhos maternais. O período de gestação fica em torno de 170 dias. Elas dão geralmente luz a um cabrito. Os cabritos podem seguir a mãe quase imediatamente depois do nascimento, eles desmamam após 6 meses. As fêmeas alcançam a maturidade sexual de 1,5 a 2,5 anos, machos de 3,5 a 4 anos. A expectativa de vida de uma cabra pode ser de 12 a 22 anos. ...
A sitatunga (Tragelaphus spekei) é um bovino africano, herbívoro e de hábitos solitários. A sitatunga mede de 90 a 100 cm de altura e pesa cerca de 120 kg. Assim como todos os bovídeos, a sitatunga possui chifres que carrega por toda a vida. A sitatunga está adaptada à vida em regiões pantanosas, como o Delta do Okavango e os rios da República Democrática do Congo. São excelentes nadadoras e preferem as zonas com vegetação densa, especialmente papiros. Os principais predadores deste animal são os crocodilos. ...
Reduncinae é uma subfamília de mamíferos bovídeos que contém nove espécies de antílope, especialmente adaptadas à vida em regiões pantanosas e outras áreas onde a água é abundante. ...
Seu pelo é semelhante ao do camelo, porém mais áspero. Suas fibras são melhores do que as da lhama. O comprimento do seu pelo varia de 8 a 20 cm, mas o pelo fundamental tem 8 a 12 cm de comprimento, é fino, macio, com pouca ondulação e brilho sedoso. O crescimento da fibra anual varia de 9 a 12 cm.. Existem duas variedades diferentes de alpaca: a Huacaya e a Suri.. A alpaca Huacaya tem fibras densas e esponjosas que cobrem todo seu corpo deixando apenas a cara e as patas cobertas com pelo curto. Seu pelo cresce perpendicular ao corpo e tem um frizo definido em toda sua área. É a alpaca mais produzida no Peru, com aproximadamente 93% da criação.. A variedade Suri apresenta fibras lisas, sedosas e compridas. A fibras crescem paralelamente ao corpo do animal. Sua população no mundo é estimada em 150.000 e, por ser tão rara, sua fibra é altamente valorizada no mercado.. ...
Oryx ou Órix é um gênero de mamíferos bovídeos nativos da África e da Arábia, do mesmo grupo dos antílopes. Estes animais são muito fortes e pesados, com crina curta, chifres longos, redondos e retos. Pode ser encontrado criado em zoológicos mundo afora, como por exemplo, o de Belo Horizonte (Minas Gerais - Brasil) e o do Beto Carrero(Penha/SC - Brasil). ...
Atualmente a maior parte de rebanhos bovinos é situada em áreas dos trópicos, nessas condições climáticas, a reprodução destes animais pode vir a ser afetada pelas condições térmicas do meio. Ambientes que possuem altas temperaturas afetam os mecanismos de termorregulação corpórea impedindo estes de promover a perda de calor, causando assim um aumento da temperatura interna acima dos limites fisiológicos[15], além de resultar em um quadro de degeneração testicular, caracterizado por alterações nos tecidos do epitélio seminífero.[16]. A estrutura fisiológica e biológica destes animais são afetadas por fatores clímaticos que incluem temperatura, umidade, radiação solar e vento. Altas temperaturas aumentam ou diminuem as condições normais devido interrupção da homeostase durante a termorregulação, interferindo diretamente na troca de calor entre animal e ambiente, resultando em alterações degradantes na reprodução.[17]. ...
O veado-mão-curta (nome científico: Mazama nana), também conhecido por veado-anão, veado-poca, veado-cambuta, veado-bororó, veado-bororó-do-sul ou cambucica[3] é uma espécie de cervídeo sul-americano de pequeno porte, do gênero Mazama.[1] Já foi considerado subespécie de Mazama rufina, mas atualmente é uma espécie separada.[1] É o cervídeo brasileiro menos conhecido pela ciência, e o que se sabe sobre esta espécie muitas vezes se resume a dados de distribuição geográfica, taxonomia e genética.[4] Ocorre no sudeste do Brasil, nordeste da Argentina e leste do Paraguai, mas ainda há discussão quanto a isso. Esse cervídeo habita principalmente áreas com densa vegetação, e sua presença está fortemente associada à Mata de Araucárias, e formações adjacentes.[4]. Dificilmente ultrapassa 15 kg e os 45 cm de altura.[4] A coloração é muito semelhante a do veado-mateiro (Mazama americana), mas ela é mais homogênea, e quase não possui partes esbranquiçadas, sendo ...
O Carneiro das Neves (Ovis nivicola) é uma espécie de carneiro selvagem, do nordeste da Sibéria. Vive preferencialmente em montanhas, especialmente nas montanhas de Putoran. É muito similar ao Bighorn, e alguns zoólogos consideram o Carneiro das Neves uma subespécie desse outro. ...
Ambos os sexos têm longos chifres curvados. Possuem 2,5 m (de comprimento e 1,4 m de altura no ombro). Os adultos pesam pelo menos 200 quilogramas e podem exceder 400 quilogramas. A coloração de sua pelagem é uma mistura de preto, de cinzento, e de marrom, e possuem longos pelos protetores que alcançam quase o chão. Durante o verão, eles vivem em áreas molhadas, tais como os vales de rios, movendo-se para uns pontos mais elevadas no inverno para evitar a neve profunda. Alimentam-se de gramíneas, juncos e plantas da família Cyperaceae, e outras. Escavam através da neve no inverno para alcançar seu alimento. Bois-almiscarados são sociais e vivem em rebanhos, geralmente ao redor de 10 a 20 animais, mas às vezes podem ter 400. Os rebanhos no inverno consistem em adultos de ambos os sexos e também jovens. Durante a estação de acasalamento, que têm o clímax na metade de agosto, os machos competem pela dominância, e um touro dominante espanta os outros machos adultos para fora do ...
Bighorn são chamados assim pelos chifres carregados pelos machos, grandes e curvados (bighorn, do inglês "big horn"). As ovelhas, têm também chifres, mas são curtos com somente uma ligeira curvatura. Variam na coloração do marrom claro ao cinzento ou preto, marrom chocolate, com as costas e um forro brancos na parte traseira de todos os quatro pés . Fêmeas do Carneiro das Montanhas Rochosas pesam até 90 kg, e machos ocasionalmente excedem os 135 kg. Em contraste, as fêmeas do carneiro-da-sierra-nevada pesam cerca de de 63 kg com os machos pesando por volta de 90 kg. Os chifres dos machos podem pesar até 14 kg, mais que o resto dos ossos juntos do corpo do macho [7]. Os bighorn alimentam-se de gramíneas e plantas arbustivas, particularmente no outono e no inverno, e buscam em reservas naturais de sal. Eles são bem adaptados a escalar o terreno íngreme onde procuram proteção contra predadores tais como coiotes, águias e pumas. Vivem em rebanhos grandes, mas porque não têm a ...
O chital (nome científico: Axis axis),[2] é um cervídeo nativo das florestas da Índia, Sri Lanka, Nepal, Bangladesh, Butão, e em menor número, Paquistão. Foi introduzido em partes da Austrália e Estados Unidos. É conhecido por vários nomes na Índia, entre eles: chital horin em Bengali, thith muwa em Sinhalese, jinke em canaresa, pulli maan em Tâmil e malaiala, duppi em Telugo, phutuki horin em Assamese, haran/harin em marata, e hiran em hindi/Urdu (os dois últimos derivados de harini, cognato sânscrito para veado). É o cervídeo mais comum nas florestas indianas. O nome chital deriva do Bengali, chitral (চিত্রল)/chitra (চিত্রা), que significa manchado. É o único integrante do gênero Axis, mas o gênero já incluiu outras espécie, que atualmente estão incluídas no gênero Hyelaphus, de acoro com evidências genéticas.[3][4] ...
Gazela-Canina-das-Gramídeas (Eudorcas rufifrons) é uma gazela que ocorre em savanas e pastagens da região do Sahel, no norte da África. Tem um peso entre 25-30 kg e comprimento de 90-110 cm mais a cauda de 20 a 30 cm. Não são bem adaptadas a aridez, frequentando o sul do Saara apenas na época das chuvas e migrando para o sul na seca.[2] A população mundial é estimada em 25.000 animais, embora bastante fragmentada e ameaçada pela degradação do habitat, competição com gado e caça ilegal.[1] ...
Pudu é um gênero de cervídeos sul-americanos de pequeno porte, sendo os menores cervídeos existentes.[1] O nome é um empréstimo da língua Mapudungun, a língua do povo Mapuche,do sul do Chile. São conhecidas duas espécies:[2] ...