... é um gênero de gammaproteobacteria, cocobacilar, pleomórfica, Gram-negativa. Seu principal representante é a Coxiella ...
Springer, New York, 2005, Volume 2: The Proteobacteria, Part B: The Gammaproteobacteria Legionellales. ...
The Gammaproteobacteria (em inglês). [S.l.]: Springer Science & Business Media. ISBN 9780387280226 «(PDF) Isolation of ...
1991 é uma família de Gammaproteobacteria que inclui maioritariamente bactérias que ocorrem no solo e nas águas naturais. ... Springer, New York, 2005, Volume 2: The Proteobacteria, Part B: The Gammaproteobacteria Sigla derivada da designação em inglês ...
Embora tenha sido sugerido anteriormente que a Gammaproteobacteria é parafilética com relação a Betaproteobacteria, dados ... Gammaproteobacteria As proteobactérias gama incluem vários grupos de bactérias importantes para a ciência e para a medicina, ...
Springer, New York, 2005, Volume 2: The Proteobacteria, Part B: The Gammaproteobacteria http://www.webmd.com/a-to-z-guides/ ...
Enquanto que os primeiros três grupos são hospedeiros de gammaproteobacteria quimioautotróficas endossimbiontes, e dependem de ... seu metabolismo como fonte nutritiva, os Osedax digerem ossos com o auxílio de gammaproteobacteria heterotróficas simbióticas. ...
... é uma bactéria Gram negativa da classe Gammaproteobacteria, família das Xanthomonadaceae, que vive e ...
... o gammaproteobacterium Moranella endobia (Candidatus Moranella endobia). Este arranjo em forma de "matryoshka", com uma ...
2 (The Proteobacteria), part B (The Gammaproteobacteria), Springer, New York, 2005, p. 850. ...
... (do grego gamma, terceira letra do alfabeto grego; + Proteus, deus do oceano capaz de mudar de forma; + ...
Gammaproteobacteria. Ordem: Thiotrichales. Família: Francisellaceae. Género: Francisella. Francisella é um gênero de bactérias ...
A confirmação tem como objetivo verificar se há o crescimento de colônias típicas de Salmonella ou não. Se houver o crescimento de colônias típicas de salmonella em meios sólidos é necessário realizar os testes bioquímicos e sorológicos. Se não houver o crescimento de colônias típicas as análises são encerradas na fase de isolamento em meios seletivo. Para a confirmação requer a purificação das colônias típicas em meios como o Ágar Nutriente, com o objetivo de obtenção de colônias puras de salmonella sem microbiota acompanhante. Geralmente para o teste bioqúimico utiliza-se o kit API 20E (sistema de identificação das Enterobacteriaceae e outros bacilos gram negativos não fastidiosos) e a confirmação sorológicas é realizada através da observação da aglutinação com a presença de antígenos poli "O" e poli "H" e se a Salmonella não estiver presente não há aglutinação.[6] Os testes bioquímicos têm incubação de 24 horas e a leitura é realizada ...
Haemophilus é um gênero de bactérias cocobacilares, pleomórficas, Gram-negativas, aeróbio ou anaeróbicos facultativos, imóveis, que pertencem à família Pasteurellaceae. O gênero inclui organismos que são flora normal de humanos e algumas espécies patogênicas significativas, tais como H. influenzae que causa septicemia e meningite bacteriana em crianças e o H. ducreyi que causa cancroide.[1] Podem possuir cápsula de polissacarídeos e possuem tamanho de cerca de 1um (micrometro).[2] ...
O V. cholerae tem baixa tolerância a ácidos, e cresce a um pH de 8.0 a 9.5 (o qual inibe muitas outras bactérias Gram-negativas).[2] É diferenciado de outros vibriões pelas suas características metabólicas, pela estrutura do antígeno O, e pela produção de uma potente endotoxina. As espécies patogênicas se limitam aos sorogrupos O1 e O139 (encontrado na Ásia) e à variante eltor (encontrada na América Latina). Esta última variante apresenta uma sobrevida maior na natureza, e por suas características de patogenia, é capaz de produzir com maior freqüencia infecções subclínicas --- características que dificultam seu controle epidemiológico. Outras cepas, designadas como não O1, não O139, se associam a quadros menos freqüentes, mais brandos e não epidêmicos de diarréia.[3] A principal característica do V. cholerae é sua capacidade de produzir uma potente enterotoxina, cujo exato mecanismo de ação é ainda desconhecido. Estudos indicaram que uma cepa defectiva na ...
O cancro mole (popularmente "cavalo" pt-br) é uma IST aguda, muito contagiosa, e é a causa mais comum de úlceras genitais em todo o mundo. Inicia-se como uma lesão eritemato-papular, que evolui para pústula, e finalmente ara úlcera com base necrótica, muitas vezes purulenta, e borda bem definida. Em geral ocorrem múltiplas lesões e adenopatia inguinal, habitualmente unilateral, ("ínguas na virilha"), a qual pode, também, ulcerar-se. ...
Gammaproteobacteria. Ordem: Enterobacteriales. Família: Enterobacteriaceae. Género: Escherichia. Espécie: E. coli. Nome ...
Os Vírus normalmente não são considerados organismos porque são incapazes de reprodução, crescimento ou metabolismo autônomos. Embora alguns organismos também sejam incapazes de sobrevivência independente e vivam como parasitas intracelulares obrigatórios, são capazes de metabolismo e procriação independentes. Embora os vírus possuam algumas enzimas e moléculas características dos organismos vivos, eles não possuem metabolismo próprio; eles não podem sintetizar e organizar os compostos orgânicos dos quais são formados. Naturalmente, isso exclui a reprodução autônoma: eles só podem ser replicados passivamente pelo maquinário da célula hospedeira. Nesse sentido, eles são semelhantes à matéria inanimada. Enquanto os vírus não sustentam um metabolismo independente, e portanto, geralmente não são classificados como organismos, eles têm seus próprios genes e evoluem por mecanismos semelhantes aos mecanismos evolutivos dos organismos. Assim, um argumento de que os ...
Gammaproteobacteria. Ordem: Enterobacteriales. Família: Enterobacteriaceae. Género: Citrobacter. Espécies C. amalonaticus. C. ...
Klebsiella é um gênero de bactérias bacilares, gram-negativas, não-móveis, capsuladas, medem de 0.5 a 5.0 µm e pertencem a família Enterobacteriaceae. Seu nome é uma homenagem ao microbiologista alemão Edwin Klebs (1834-1913). Estão amplamente distribuídas na natureza na água, no solo, em vegetais, carne, insetos e é flora normal no trato gastrointestinal de diversos animais, inclusive dos humanos.[1] Elas não têm requisitos específicos de crescimento: crescem bem em meio laboratorial padrão, mas crescem melhor entre 35 e 37 ° C e em pH 7,2. As espécies são anaeróbias facultativas, e a maioria das cepas pode sobreviver com citrato e glicose como suas únicas fontes de carbono e amônia como única fonte de nitrogênio.[2] ...
Gammaproteobacteria. Ordem:. Methylococcales. Bowman 2005. Família:. Methylococcaceae. Whittenbury & Krieg 1984. Gêneros. ver ...
Gammaproteobacteria Infraclasse ou Legiâo Neoptera Eutheria / Placentalia Parvclasse Exafroplacentalia Superordem Endopterygota ...
Escherichia coli (/eʃe'ɾikia 'kɔli/, mais conhecida pela abreviatura E. coli), é uma bactéria bacilar Gram-negativa que se encontra normalmente no trato gastrointestinal inferior dos organismos de sangue quente (endotérmicos). A maioria das estirpes de E. coli são inofensivas, mas alguns sorotipos podem causar graves intoxicações alimentares nos seres humanos, e são ocasionalmente responsáveis pela recolha de produtos alimentícios devido à sua contaminação.[1][2] As estirpes inofensivas constituem parte da microbiota intestinal humana normal, e podem ser benéficas para os seus hospedeiros ao produzirem vitamina K2,[3] e impedirem que ali se estabeleçam bactérias patogénicas.[4][5]. E. coli e as bactérias relacionadas constituem cerca de 0,1% da microbiota intestinal,[6] e a transmissão fecal-oral é a principal via utilizada pelas cepas patogénicas que causam doenças. As células desta bactéria podem sobreviver fora do corpo por um tempo bastante limitado, o que faz com ...