Stark ohne Gewalt Ser forte sem ser violento uma demanda - um estímulouma resposta Seminário internacional: "Educação e prevenção ao uso de drogas e à violência" Dia 29 Mesa redonda Mathias Kaps Violência  Agressões p. ex. pela morte do adversário recusa da disponibilidade à negociação deturpação do processo de negociação Seminário internacional: "Educação e prevenção ao uso de drogas e à violência" Dia 29 Mesa redonda Mathias Kaps Werbik define em 1982 …a ação será então denominada "violência" quando seu resultado ou seu efeito lesar direitos fundamentais da pessoa afetada… Seminário internacional: "Educação e prevenção ao uso de drogas e à violência" Dia 29 Mesa redonda Mathias Kaps Violência - por quê?  reconhecimento cultural da violência  violência enquanto comportamento legítimo aprendido  violência enquanto reação legítima Seminário internacional: "Educação e prevenção ao uso de drogas e à violência" Dia 29 Mesa redonda ...
Controlar financeiramente, expor vida íntima e forçar atos sexuais desagradáveis são casos previstos pela Lei Maria da Penha.. A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) é a principal legislação brasileira para a enfrentar a violência contra a mulher. A norma é reconhecida pela ONU como uma das três melhores legislações do mundo no enfrentamento à violência de gênero.. Além da Lei Maria da Penha, a Lei do Feminicídio, sancionada pela presidenta Dilma Rousseff em 2015, colocou a morte de mulheres no rol de crimes hediondos e diminuiu a tolerância nesses caso.. Mas o que poucos sabem é que a violência doméstica vai muito além da agressão física ou do estupro. A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas seguintes categorias: violência patrimonial, violência sexual, violência física, violência moral e violência psicológica.. Conheça algumas formas de agressões que são consideradas violência doméstica no Brasil:. 1: Humilhar, xingar e ...
Com o intuito de fornecer uma ferramenta que contribua para dar visibilidade às ações da Justiça em relação aos crimes contra as mulheres, a Campanha Compromisso e Atitude iniciou no segundo semestre de 2013 um levantamento sobre os julgamentos de casos de feminicídio, violência sexual e violência doméstica, a partir de notícias divulgadas pelos Tribunais de Justiça e imprensa.. Atualizada continuamente, é possível consultar informações sobre cada caso [clique no link do ano correspondente] e as sentenças proferidas:. Julgamentos de crimes de violência contra as mulheres - 2019. Julgamentos de crimes de violência contra as mulheres - 2018. Julgamentos de crimes de violência contra as mulheres - 2017. Julgamentos de crimes de violência contra as mulheres - 2016. Julgamentos de crimes de violência contra as mulheres - 2015. Julgamentos de crimes de violência contra as mulheres - 2014. Julgamentos de crimes de violência contra as mulheres - 2013. Veja também a seção Casos ...
Um em cada 5 dias de falta ao trabalho no mundo é causado pela violência sofrida pelas mulheres dentro de suas casas.. · A cada 5 anos, a mulher perde 1 ano de vida saudável se ela sofre violência doméstica.. · O estupro e a violência doméstica são causas importantes de incapacidade e morte de mulheres em idade produtiva.. · Na América Latina e Caribe, a violência doméstica atinge entre 25% a 50% das mulheres.. · Uma mulher que sofre violência doméstica geralmente ganha menos do que aquela que não vive em situação de violência.. · No Canadá, um estudo estimou que os custos da violência contra as mulheres superam 1 bilhão de dólares canadenses por ano em serviços, incluindo polícia, sistema de justiça criminal, aconselhamento e capacitação.. · Nos Estados Unidos, um levantamento estimou o custo com a violência contra as mulheres entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões ao ano.. · Segundo o Banco Mundial, nos países em desenvolvimento, estima-se que entre 5% a 16% ...
Estética (do grego Aesthesis: percepção, sensação, sensibilidade) da violência (do latim violentia: impetuosidade, veemência). Estética da violência designa, popularmente,[necessário esclarecer] a estética pós humana que tem um fim social, com a intenção de provocar, denunciar e promover incômodos e até mesmo rompimentos no senso comum. É comumente confundida com uma estética de caráter duvidoso, ligada à violência no sentido literal da palavra, mas na verdade a estética da violência trata de uma violência simbólica a partir de uma violência real que está no mundo, portanto, a estética da violência não tem necessariamente caráter apologético. Pode se chamar de "estética da violência" o processo segundo o qual a violência é inspirada, provocada, impulsionada (através de uma manifestação de algum tipo) e logo depois seguida de um sentimento estético. A partir da etimologia de estética, do grego aisthesis, que significa percepção, sensação, a ...
O Sindrome da Violência Familiar é também chamado de violência doméstica e por vezes violência de género ou violência contra a mulher. A agressão e violência são formas de comportamento primitivas existentes em quase todas as espécies de seres vivos e muitas são as teorias explicativas. Nos seres humanos e no âmbito dos agregados familiares, a violência doméstica tem sido tratada por mecanismos legais, de tal ordem que, por força de lobbis feministas e de partidos politicos, que vêm nisso vantagem politica, a violência doméstica é considerada um crime público capaz de conduzir à prisão. Assim, a derrotada no jogo da violência doméstica ("normalmente a mulher") é, na moldura penal, comparada a uma criança menor ou particularmente indefesa, em razão de idade, deficiência ou doença, que está ao cuidado, á guarda, sob a responsabilidade da direcção ou educação, ou a trabalhar ao serviço do agressor ("normalmente o homem"). Apesar da nossa ausência de formação ...
Nesta quarta-feira (27) em Rio das Flores, na quadra Hélio Simões, o Creas em parceria com o Cras-Taboas, com o Psf Taboas e outros setores, promoveu uma campanha sobre Violência contra a Mulher e Violência Sexual Infantojuvenil. Foram dis
Para ilustrar ainda o conceito de violência ecológica, lembrou da enxurrada de lama tóxica que atingiu o distrito de Mariana, em Minas Gerais, no início de novembro. "…estão procurando uma indenização monetária, mas (…) é uma violência que ninguém sabe como pensar, que não admite ser intelectualizada e que é mais um problema afetivo que comunicativo - para sair do moderno. E que a violência não é só entre homens, mas também com os animais e com a terra". Essa violência está incorporada nos trabalhos que consideramos normais, como o trabalho no matadouro, mas é permanentemente negada. O matadouro seria a separação da violência, a limitação da violência a espaços determinados, porque não se deseja vê-la. Os sujeitos humanos do romance de Maia não praticam a violência consciente ou inconscientemente, com intenções boas ou más, e as vacas é que agem do modo mais subjetivo possível, suicidando-se. Em suma, a violência serviria para pensar o limite entre a ...
Dor além do parto. Sofrer algum tipo de violência obstétrica é realidade para 1 em cada 4 mulheres no Brasil, segundo um estudo de 2010 realizado pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o Serviço Social do Comércio (SESC) intitulado "Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado". Segundo reportagem do Laboratório de Jornalismo Convergente da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), os principais casos de violência Obstétrica são: Violência por negligência - Negar atendimento ou impor dificuldades para que a gestante receba os serviços que são seus por direito. Essa violência ocasiona uma jornada de busca por atendimento durante o pré-natal e por leito na hora do parto. Ambas são bastante perigosas e desgastantes para a futura mãe. Também diz respeito a privação do direito da mulher em ter um acompanhante, o que é garantido por lei desde de 2005.. Violência Física - Práticas e intervenções desnecessárias e violentas, sem o ...
A violência contra a mulher é um fenômeno trágico que afeta a vida de incontáveis brasileiras todos dos dias. De acordo com o estudo "Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil", produzido por DataFolha, Instituto Avon e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, dois terços da população brasileira já testemunharam um ato de violência contra mulher. O mesmo estudo revela ainda outro número preocupante: todos os dias, 12 mil mulheres sofrem violência no Brasil. Frequentemente, essa violência tem repercussões fatais: o estudo Mapa da Violência 2015 - Homicídio de Mulheres no Brasil demonstrou que a taxa de homicídios de mulheres no país entre os anos de 2006 e 2013 aumentou em 12,5%, chegando a 4,8 vítimas de homicídio a cada 100 mil mulheres.. Taxas nacionais de violência contra as mulheres, como as mencionadas acima, revelam uma realidade alarmante. No entanto, esses dados ainda são insuficientes. Para combater a violência contra a mulher é preciso ...
Vários advogados do grupo Pró-vida condenaram vocalmente ações violentas contra prestadores de aborto como contrárias aos valores e objetivos finais da causa de direito a vida.[45][46] Após o ataque com bombas de 1998 à clínica em Birmingham, no Alabama, o grupo Feministas pela Vida ofereceu uma recompensa para a prisão e condenação dos responsáveis.[47]. Em 2001, Sacerdotes pela Vida, um grupo de católicos integrantes do pró-vida nos Estados Unidos, colocou à disposição uma recompensa de 50 000 dólares dos Estados Unidos para informações que levem à prisão dos fugitivos procurados em conexão com violências contra prestadores de aborto.[48]. A Liga da Vida Americana emitiu uma "Proclamação Pró-vida Contra Violência" em 2006.[49] Joseph Scheidler da Liga de Ação Pró-vida tem um capítulo em seu livro chamado "Violência: Por Que Isto Não Funciona."[50] Outros integrantes do grupo pró-vida a tomar partido contra a violência incluem Centro para Reforma Bio-ética e ...
Na manhã desta segunda-feira (27), gestantes de diferentes unidades de saúde, receberam orientações sobre violência obstétrica. O tema foi intermediado pelo enfermeiro, André Cruz, o qual repassou informações e esclareceu dúvidas das mães presentes no encontro. A ação aconteceu no auditório do Ambulatório Central de Saúde e contou com a presença de enfermeiros, médicos e agentes de saúde.. Com objetivo de levar maiores informações sobre temas relevantes às gravidas, a Prefeitura de Tocantinópolis, juntamente com a Secretaria Municipal de Saúde tem se dedicado a ofertar esse trabalho de orientações e atendimento humanizado às gestantes, conhecimentos estes que facultarão no auxílio e ao bom andamento durante o trabalho de parto.. No encontro, o enfermeiro destacou temas relacionados ao parto humanizado. Um dos pontos importantes foi sobre conhecer os principais tipos de violência obstétrica, com afinco de ter uma visão tranquila do assunto e, por conseguinte, ...
A Violência Contra a Mulher. Esse foi o tema exposto pela psicóloga Aline Lima, do Centro de Atenção Psicossocial (Caps), em entrevista à Mairi FM. A ação faz parte das comemorações ao Mês da Mulher.. "Abordamos o tema violência contra a mulher e suas consequências psíquicas e emocionais, visto que a Lei 11.340/ 2006, conhecida como Lei Maria da Penha em seu artigo 5º, define violência contra mulher qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico, e dano moral ou patrimonial", explicou a psicóloga.. A entrevista dada ao locutor Diego esclareceu ainda os tipos de violência que a mulher têm sido vítima, como violência física, psicológica, sexual, patrimonial e moral e orientou sobre o ciclo de violência e as dificuldades que a mulher possui para romper com a situação.. Além disso, Aline também levou exemplos para os ouvintes das consequências emocionais que a violência desencadeia e alertou para os ...
Você sabia que no dia 15 de junho é comemorado o Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa?. Nesta data, criada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), o objetivo é sensibilizar a sociedade sobre o combate à violência contra idosos e debater/compreender a violência como violação aos direitos humanos.. Pensando nisso, a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS) de Araçatuba, através do Creas (Centro de Referência Especializado de Assistência Social) lançou programação sobre o tema e a Coopbanc não ficou de fora. Recebemos uma mini palestra sobre "Combate à violência ao Idoso" e queremos deixar nossa contribuição para a conscientização e cuidado com este tipo de violência.. Fique atento aos vários tipos de violência: Física, Psicológica, Sexual, Abandono, Negligência e Abuso financeiro e econômico.. Só em 2017, o Creas atendeu 132 casos de violência contra idosos, em Araçatuba. E a maioria destas situações acontecem dentro ...
O que é a violência?É uma indústria fabricada pelos seres humanos que gera lucros e que proporciona felicidades!E o mais lamentável é que não há pessoas capazer de renunciarem e de repudiarem os "meios" que fazem com que o "espírito" da violência alimente-se e floresça.EX:Quantos tipos de violência existem no planeta terra?Com que idade o ser humano pratica à sua primeira violência?Por que não existem homens ou mulheres talentosas ou genios na prática da não-violência?Em que local habitados por seres humanos não há violências?Sem a violência o que faríamos?E etc.etc.etc.Qual é a maior das violências?A INDIFERENÇA!Quem não é praticante de tal ação[indiferença]?Ex:Basta olhar ao seu redor e enxergarás pessoas "sofrendo" de FOME,ou seja,existem atualmente UM BILHÂO de seres humanos[homens,mulheres,crianças e idosos]morrendo de fome,o que estás fazendo para que não haja pessoas sendo vítimas da sua INDIFERENÇA?Se alguém tiver coragem de renunciar sua vida ...
Érika Fernanda de Carvalho é assistente social da UFRJ e coordenadora do Centro de Referência de Mulheres da Maré Carminha Rosa (CRMM-CR), projeto da Universidade no bairro. As atividades visam ao enfrentamento da violência de gênero no local e fazem parte do Núcleo de Estudos em Políticas Públicas em Direitos Humanos, órgão do Centro de Filosofia e Ciências Humanas.. "Além de ser um projeto de extensão, o CRMM-CR faz parte de um conjunto de serviços especializados no atendimento às mulheres em situação de violência, cujas diretrizes são definidas pela Política Nacional de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres", diz a servidora, nesta entrevista concedida ao Portal UFRJ.. A violência de gênero afeta mais as mulheres negras que as brancas?. A violência de gênero contra as mulheres é um fenômeno que persiste no tempo e, ainda que se manifeste de formas diferentes, está presente em todas as sociedades, independentemente de seu estado de desenvolvimento ...
A maioria das pessoas que denunciaram alguma forma de violência contra as mulheres em 2014 foram as próprias vítimas (70,75%); 6,54%; vizinhos; 3,36%, mãe; e 2,72%, pelo/a irmã(o). Também em mais de 80% dos casos, a violência foi cometida por homens com quem as vítimas têm ou tiveram algum vínculo afetivo e 82,53% das relações em que se denunciou violência são heteroafetivas. Quanto ao tempo de relação da vítima com o/a agressor(a), as relações acima de 5 anos corresponderam a 56% dos registros. Também 80% das vítimas possuem filhos(as), 64,35% desses(as) filhos(as) presenciaram a violência; e 18,74% desses filhos também sofreram violência. ...
A violência na Escola. No âmbito do Projecto de Promoção e Educação para a Saúde o Agrupamento Vertical de Portel conjuntamente com o CAEMMO - Clube Alentejano de Estudos Marciais e Medicinas Orientais e a GNR- Equipa Escola Segura e a Intervenção Precoce, realizaram no passados dias 25, 26 e 27 de Maio um Projecto de Intervenção / Sensibilização sobre "A violência na Escola", tendo o mesmo como objectivo dinamizar e divulgar acções que visam a prevenção da violência na escola.. Teve como população alvo os alunos dos 5º e 6º Anos, onde através de actividades que ocorreram nas salas de aula (EVT/Área de Projecto) os alunos desenvolveram actividades de pesquisa, gráficas e formativas que lhes permitirão poder vir a ser "encarados como mediadores dos comportamentos dos seus pares, como um recurso fundamental " (Prazeres, 2002).. Foi a partir desta metodologia de formação de pares que foram escolhidos os grupos do 6º ano, pois no próximo ano lectivo serão eles que " ...
A violência nos esportes é um assunto bem diferente. Os jogadores muitas vezes se orgulham dos danos que conseguem causar. Por exemplo, em certo jogo de hóquei, em 1990, foram aplicadas 86 penalidades - um recorde. O jogo foi interrompido por três horas e meia devido a lesões corporais. Um jogador teve um osso facial fraturado, uma córnea arranhada e um corte. Por que tanta violência? Um jogador explicou: "Quando se ganha um jogo realmente emocionante, com muita luta, vai-se para casa sentindo-se um pouco mais achegado aos companheiros do time. Eu achava que as lutas tornavam o jogo realmente espiritual." Em tantos dos esportes atuais, parece que a violência se tornou não apenas um meio para atingir um objetivo, mas o próprio objetivo ...
A violência nos esportes é um assunto bem diferente. Os jogadores muitas vezes se orgulham dos danos que conseguem causar. Por exemplo, em certo jogo de hóquei, em 1990, foram aplicadas 86 penalidades - um recorde. O jogo foi interrompido por três horas e meia devido a lesões corporais. Um jogador teve um osso facial fraturado, uma córnea arranhada e um corte. Por que tanta violência? Um jogador explicou: "Quando se ganha um jogo realmente emocionante, com muita luta, vai-se para casa sentindo-se um pouco mais achegado aos companheiros do time. Eu achava que as lutas tornavam o jogo realmente espiritual." Em tantos dos esportes atuais, parece que a violência se tornou não apenas um meio para atingir um objetivo, mas o próprio objetivo ...
Um novo relatório da Agência dos Direitos Fundamentais da União Europeia (FRA) apresenta os resultados do maior inquérito alguma vez realizado a nível mundial sobre a violência contra as mulheres, revelando a amplitude dos abusos que as mulheres sofrem em casa, no trabalho, em público e na Internet. Para além de demonstrar a vasta prevalência da violência contra as mulheres adultas, o relatório revela igualmente em pormenor casos de mulheres que foram vítimas de violência física e sexual na infância. O inquérito mostra a necessidade de os responsáveis políticos reconhecerem a amplitude da violência contra as mulheres e garantirem que as medidas tomadas têm em conta as necessidades e os direitos de todas as vítimas de violência contra as mulheres, na prática e não apenas no papel. Consulte aqui o relatório de síntese da FRA sobre os resultados do inquérito. Os números revelados neste inquérito não podem nem devem ser ignorados. O inquérito da FRA mostra que a ...
A Comunicação Não-Violenta (CNV), criada pelo psicólogo americano Marshall Rosenberg, é uma ferramenta que nos convida para uma mudança de perspectiva, na maneira de nos relacionar com o outro e com nós mesmos. O primeiro módulo se propõe a apresentar e praticar os 4 passos da Comunicação Não-Violenta: observação do fato, sentimentos, necessidades e pedido. Esse conhecimento permite que a pessoa tenha consciência do que sente e precisa, e consiga perceber o outro com mais respeito e acolhimento, estando preparada para ter conversas difíceis, resolver conflitos, dar feedback e acatar a opinião do outro.
A violência domestica pode ser descrita de três formas Física, Psicológica e Verbal: Violência física é o uso da força com o objetivo de ferir, deixando ou não marcas evidentes. São comuns murros e tapas, agressões com diversos objetos e queimaduras por objetos ou líquidos quentes. Quando a vítima é criança, além da agressão ativa e física, também é considerado violência os fatos de omissão praticados pelos pais ou responsáveis. A violência psicológica ou agressão emocional, às vezes é tão ou mais prejudicial que a física, é caracterizada por rejeição, depreciação, discriminação, humilhação, desrespeito e punições exageradas. Trata-se de uma agressão que não deixa marcas corporais visíveis, mas emocionalmente causa cicatrizes indeléveis para toda a vida. A violência verbal normalmente se dá concomitante à violência psicológica. ...
Geralmente você lê sobre carros aqui, mas hoje vou emprestar minha coluna para a Juliana*. Ela é uma das mulheres vítimas de violência diariamente no Brasil. É uma das milhares de mulheres que ao buscar ajuda não encontram acolhida - se deparam com ainda mais violência. Entender a dimensão da violência contra a mulher é urgente e diz respeito a todos - homens e mulheres.. O texto a seguir aborda violência contra a mulher.. Durante 20 anos, eu fui vítima de violência física, psicológica e patrimonial cometida pelo homem com o qual me casei. Há quase quatro anos, meu filho mais velho tentou me matar.. Busquei muita ajuda psicológica para tentar me reerguer, e hoje tenho uma certeza. Quando um homem agride uma mulher, ele marca seus filhos. Ou eles vão se afastar do pai, ou vão começar a agir como ele.. E uma mulher que sofre violência física, emocional ou patrimonial nunca mais é a mesma. As sequelas são para ela, para os filhos e para a família toda.. Minha história ...
"O que eu quero em minha vida é compaixão, um fluxo entre mim mesmo e os outros com base numa entrega mútua, do fundo do coração". Comunicação não-violenta
O documento aponta que 43.465 mulheres foram assassinadas no Brasil nos últimos 10 anos. Considerando que muitas das características das situações violentas vividas pelas mulheres dependem da etapa de seu ciclo de vida, os dados foram desagregados segundo faixas etárias e/ou etapas dos atendimentos registrados no SINAN. Verificou-se que em todas as faixas etárias, o local de residência da mulher é o que decididamente prepondera nas situações de violência, especialmente até os 10 anos de idade e a partir dos 30 anos da mulher. 71,8% dos incidentes acontecem na própria residência da vítima, permite entender que é no âmbito doméstico onde se gera a maior parte das situações de violência vividas pelas mulheres. No sexo masculino, a residência, apesar de também ser elevado, representa 45% dos atendimentos por violência. Tipos de violência segundo relação do agressor e faixa etária: As violências físicas acontecem de forma preponderante no domicílio das vítimas. Pais, ...
Nós, jovens, queremos o fim da violência nas escolas." Com essa frase, a jovem Lays dos Santos abriu o seminário nacional Educação é Proteção contra Violência, no último 17 de junho, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.. Para uma plateia de mais de 300 educadores, gestores e autoridades públicas e representantes da sociedade civil, Lays apresentou os principais pontos do Manifesto Jovem #EndViolence nas Escolas, escrito por 100 meninas e meninos de diferentes países, pedindo o fim da violência dentro e no entorno das escolas. O manifesto faz parte da publicação "A educação que protege contra a violência", apresentada durante o evento pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).. "Estar na escola, aprendendo, é um fator crucial de proteção contra a violência. Crianças e adolescentes fora da escola ou com menos anos de estudo se tornam mais vulneráveis e vítimas da violência", destaca Florence Bauer, representante do UNICEF no Brasil. Um exemplo extremo ...
Outro fator que pode explicar a escolha dos tocantinenses é, de acordo com Comim, o descolamento entre violência real e percepção de violência. "Hoje, em estudos de segurança cidadã, você tem muito claro que a violência e a percepção de violência não são necessariamente proporcionais. Existe uma percepção de violência muito maior", afirma Comim. Ele ressalta que esta preocupação com a violência não pode ser vista como irreal. "As pessoas saem com medo na rua, então, como tal, ela é uma realidade. Existem outros fatores que motivam. Não são apenas os crimes como eles acontecem, mas como eles são noticiados, é a aversão ao risco que as pessoas têm. Mesmo que as coisas tenham uma probabilidade menor, as pessoas consideram que pode acontecer com elas", comenta ...
Um montante de 896 mil processos relativos a casos de violência doméstica contra a mulher tramita atualmente na Justiça brasileira. Os dados são do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e foram obtidos com exclusividade pela Agência Brasil. Eles confirmam a presença desse tipo de violência nos lares brasileiros e a dificuldade de a Justiça dar resposta a situações conflituosas, o que pode gerar consequências dramáticas. O alerta vem à tona neste dia 10 de outubro, Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher.. "Se essa violência não for noticiada, essa vítima pode morrer", diz a promotora Silvia Chakian, coordenadora do Grupo de Atuação Especial de Enfrentamento à Violência Doméstica do Ministério Público de São Paulo, que acrescenta que a apresentação de respostas rápidas por parte das instituições públicas é fundamental para que as mulheres continuem denunciando e consigam, assim, romper o ciclo de violência.. Para amenizar o volume de pendências, o CNJ ...
A violência, seja qual for a maneira como ela se manifesta, é sempre uma derrota.. Jean-Paul Sartre. A violência não é força, mas fraqueza, nem nunca poderá ser criadora de coisa alguma, apenas destruidora.. Benedetto Croce. A violência é uma questão de poder. As pessoas se tornam violentas quando se sentem impotentes.. Andrew Schneider. O ser humano é, por natureza, violento. Precisou defender seu território de grupos de predadores, de intempéries, de todo tipo de invasão e tentativa de destruição. E isto permaneceu na memória da espécie.. Quando deixou de ser nômade e se fixou num determinado lugar, o grupo já social começou a estabelecer regras onde a violência não deveria existir dentro do grupo, mas contra as ameaças que chegavam, de todas as formas e tipos.. Os confrontos se tornaram mais numerosos e uma determinada ordem começou a ser formada; dentro do grupo, havia aqueles que começaram a se especializar na defesa de sua sociedade. E isso levou a derrotas ...
Resumo: a evolução das sociedades humanas internaliza a violência, incorpora-a como um desportista incorpora a violência dos treinos. Naturaliza movimentos, individuais e colectivos, anteriormente impossíveis de realizar. A violência natural da vida é dominada pela violência social organizada. Das muitas formas de organizar a violência, a forma imperial será, eventualmente, a mais eficiente. Modernamente, a forma imperial (linguagem altamente conotativa e moralizante, processos de hierarquização funcionais, sistemas de sedução e de orientação da atenção conduzidos centralmente, tudo mutuamente articulado) é desenvolvida e actualizada pelo estado-nação, isto é, estado centrado na economia diferenciada. As pessoas passaram a ser constituídas, na sua versatilidade própria da espécie, pela formação organizada pelo estado-nação. As ciências sociais cumprem um papel nessa violência estrutural organizada, ao lado do estado-nação.. As lutas pela superioridade social, os ...
A Organização Mundial da Saúde, OMS, alertou que uma em cada 3 mulheres no mundo é vítima de violência física ou sexual cometida pelo seu parceiro, marido ou namorado.. O dado consta do estudo publicado na revista especializada The Lancet e que foi preparado em conjunto por especialistas da OMS, da Escola de Higiene e de Medicina Tropical de Londres e da Universidade George Washington, nos Estados Unidos.. O documento diz ainda que 7% das mulheres vão sofrer violência sexual em algum momento de suas vidas. Os esforços atuais para evitar a violência contra mulheres e meninas são inadequados.. Confira a reportagem de Edgard Júnior, da Rádio ONU em Nova York, para o Jornal da Globo News.. ...
O Núcleo de Estudos e Pesquisas de Saúde, Educação, Gênero e Direitos (NESEA) da UFSCar está realizando a pesquisa "Violência de gênero na universidade: saindo da invisibilidade". O objetivo do trabalho é mapear a violência de gênero no Campus São Carlos da UFSCar a partir das respostas de alunos e alunas dos cursos de graduação presenciais.. Para desenvolver o estudo, os pesquisadores já enviaram a esses estudantes, por e-mail (endereços cadastrados na Pró-Reitoria de Graduação), o link de acesso a um questionário online com perguntas relativas à temática. O tempo de resposta é de, aproximadamente, dez minutos, e a participação é voluntária e totalmente sigilosa. Os estudantes que não receberam o questionário por e-mail podem acessá-lo neste link (o token solicitado é o RA do aluno) ou no site da Secretaria Geral de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (SAADE), que é uma das parceiras do projeto de pesquisa.. De acordo com os pesquisadores, com base nos ...
A escola é o quarto lugar onde há mais atos violentos contra crianças e adolescentes, de acordo com dados do Mapa da Violência 2012. As agressões por parte de amigos ou conhecidos representam a maior parte dos casos. O coordenador do Sistema de Proteção Escolar da Secretaria de Educação do Estado de São Paulo, Felippe Angeli, explica o que tem sido feito para reverter esse quadro na rede estadual.. Saiba mais no Educação em números. ...
Gostaria apenas de tecer um comentário relativamente ao que disse "pedro" - de facto, existem homens que são vítimas de violência doméstica (física, psicológica ou verbal), mas os estudos demonstram que esses são uma minoria. A violência doméstica contra as mulheres tem uma dimensão muito mais preocupante, e assume a forma de uma ESCALADA que passa de formas mais subtis de violência para formas mais graves, podendo mesmo levar à morte. Esse tipo de explicações - "Ela provocou-me"; "Ela passa a vida a chatear-me", ou mesmo, "Ela não tinha o jantar pronto a horas..." - são usadas pelo agressor para justificar os seus próprios actos, que não passam de um jogo de PODER e de CONTROLO. Isso sim (e não qualquer ciclo de vitimização de que o agressor é alvo) constitui o núcleo da violência doméstica. É óbvio que, tal como disse um "anónimo", muitos destes agressores viveram em ambientes onde já se perpetravam actos de violência e de abuso, contra si ou contra familiares. ...
LIMA, sexta-feira, 22 de junho de 2007 (ZENIT.org).- A coordenação nacional da Campanha de Solidariedade «Compartir», da Igreja no Peru, acaba de publicar na internet os materiais elaborados para a temática que trata este ano: «Violência Familiar». O anexo, texto base, o material de rádio e televisão e um vídeo documentário sobre esta problemática e a proposta dos bispos do Peru, frente à violência que afeta milhares de famílias no país, podem ser baixados desde seu site: www.iglesiacatolica.org.pe/cep/compartir A intenção dos subsídios, que serão distribuídos a todo o país através dos coordenadores diocesanos, é o conhecimento sobre as causas e conseqüências da «violência familiar», assim como o trabalho em grupos, comunidades, colégios, instituições e outros, para dialogar sobre o tema de maneira aberta e clara, já que as múltiplas formas de mau trato nos lares não são denunciadas por considerar-se como «problemas familiares» ou ser assumidas como ...
A Rede de Atenção a Crianças, Adolescentes e Mulheres em Situação de Violência de Goiânia, em parceria com diversas instituições que atuam na atenção e na proteção de crianças, realizará nos dias 9 e 10 de novembro, no auditório do Tribunal do Júri da PUC Goiás, o seminário Primeira infância livre de violências. Os objetivos do seminário são: 1) alertar e sensibilizar pais, familiares, educadores, profissionais da saúde, da assistência social, da segurança pública, do judiciário e gestores públicos sobre o impacto das violências no desenvolvimento infantil e 2) construir subsídios para o fortalecimento e a ampliação das ações que integram as Políticas Públicas que visam proteger as crianças das violências intrafamiliares e/ou institucionais. "Subnutrição, ausência ou precariedade de saneamento básico e doenças infecciosas não são mais as principais causas de mortes de crianças em nosso país. Na atualidade, as violências são a maior ameaça à ...
O Paraná teve um triste destaque na última pesquisa sobre a violência contra a mulher, figurando na lista dos Estados brasileiros que mais vitimam suas mulheres. Ocupamos, também, a posição de mais violento entre os 3 estados do Sul do Brasil. Na primeira década dos anos 2000, houve a melhoria no atendimento às mulheres vítimas de violência, no entanto, os casos de vítimas têm aumentado. Alguns atribuem esse aumento aos canais de atendimento existentes, outros atestam que a violência aumentou. O fato é que, independente do motivo, a violência contra a mulher continua trazendo dados alarmantes, mesmo com a existência da Lei Maria da Penha. Um estudo recente, divulgado em 25/09/2013, concluiu que a Lei Maria da Penha, promulgada em 2006, não conseguiu reduzir a taxa de assassinatos de mulheres no Brasil. Os dados mostram que de 2001 a 2006, a taxa de mortalidade era de 5,28 por 100 mil mulheres. Depois da implantação da Lei, de 2007 a 2011, a taxa ficou em 5,22. Ainda segundo o ...
A Lei Maria da Penha completa 11 anos nesta segunda-feira (7). Embora tenha havido avanços na sua aplicação, os índices de violência contra mulher continuam alarmantes no Brasil. A cada ano, mais de um milhão de mulheres são vítimas de violência doméstica no país, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O Mapa da Violência 2016 mostra que o Brasil continua em quinto lugar, entre 83 países, no número de ocorrências de homicídios femininos.. A Lei Maria da Penha tipifica as situações de violência contra as mulheres. Além da violência física, outros quatro tipos podem ser enquadrados na legislação: sexual, psicológica, moral e patrimonial. Para saber mais, clique aqui.. De acordo com algumas decisões do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a aplicação da lei pode ser entre namorados, mãe e filha, padrasto e enteada, irmãos e casais homoafetivos femininos. As pessoas envolvidas não têm que morar sob o mesmo teto, mas a vítima precisa ser ...
Servidores municipais que atuam no atendimento da população e representantes de diversos outros órgãos que compõem a Rede de Atenção à Mulher em Situação de Violência participaram nesta segunda-feira (11/11) de uma capacitação. A palestra ocorreu no auditório do Colégio Estadual Nilo Cairo e foi ministrada pela tenente da Polícia Militar do Paraná, Luci Belão, que destacou a necessidade de fazer o enfrentamento da problemática a partir da articulação dos serviços existentes. O evento também marcou o lançamento dos 16 dias de ativismo pelo fim da violência contra a mulher, que acontecem de 20 de novembro a 10 de dezembro.. A tenente da PM, que é especialista em impactos da violência na saúde pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), palestrou sobre a Rede de Atenção à Mulher em Situação de Violência. "Esse assunto (da violência contra a mulher) não é só com a segurança. Envolve questões sociais, de saúde, educação, entre outros. A comunidade também pode ...
Mesmo o Brasil tendo em vigor há dez anos a Lei Maria da Penha, criada para coibir a violência contra as mulheres e uma das mais atuais do mundo, o problema ainda persiste e não se resolve por completo. A taxa de violência é altíssima. Uma em cada três mulheres, na cidade de São Paulo, sofre ou já sofreu violência física ou sexual pelo parceiro.. Para debater sobre essa temática, um dos maiores problemas sociais do Brasil que se manifesta de diversas formas, desde discriminação e assédio no ambiente de trabalho até estupros e outras formas de agressão física e psicológica, a quarta edição do USP Talks, ocorrida dia 27 de julho, na Livraria Cultura, em São Paulo, convidou a professora da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) Ana Flávia dOliveira e a promotora de Justiça do Ministério Público de São Paulo Silvia Chakian para falar sobre "Violência contra a mulher: Causas, consequências e responsabilidades".. Ana Flávia, pesquisadora sobre os temas de violência de ...
Módulo I , Maus tratos contra crianças e jovens. Módulo II , Violência sexual contra crianças e jovens. Módulo III , Bullying. Módulo IV , Violência no namoro. Módulo V , Fatores protetores. Módulo VI , O processo de apoio a crianças e jovens vítimas de violência. Módulo VII , A intervenção junto da família e da criança ou jovem vítima de violência. Módulo VIII , Proteção de crianças e jovens em perigo. Módulo IX , Apoio social e recursos comunitários para crianças e jovens. Módulo X , Prevenção da violência. ...
Dados do Ipea mostram que as mulheres sofrem mais violência em casa e preferem se separar com independência financeira. O mês de agosto é marcado pela criação da Lei Maria da Penha, promulgada em agosto de 2006. Em referência a essa data, foi criado a Campanha Agosto Lilás, que tem por objetivo potencializar a discussão sobre violência contra a mulher. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a cada ano, cerca de 1,3 milhão de mulheres ainda são agredidas no Brasil.. Divulgado nesta segunda-feira (19), um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), mostra que o índice de violência contra a mulher é duas vezes maior quando ela participa do mercado de trabalho - faz parte da população economicamente ativa (PEA) - em comparação a aquelas que não participam, ou seja, 52,2% contra 24,9%.. De acordo os pesquisadores, esse aumento do índice de violência na mulher empregada pode ocorrer pelo "afastamento da mulher em relação ao seu papel ...
Programação. 08h - Recepção. 08h30 - Mesa de abertura. 09h - As violências físicas intrafamiliares: apresentação das estatísticas nacionais e locais - Psicóloga Maria Aparecida Alves da Silva (Cida Alves), doutora pelo Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Educação/UFG; psicóloga da Divisão de Vigilâncias às Violências e Promoção da Saúde da Secretaria Municipal de Saúde/Goiânia; consultora colaboradora do Ministério da Saúde; integrante da Rede "Não Bata: Eduque"; administradora do blog "Educar Sem Violência".. 09h20 - Violência física e psicológica: entendendo suas repercussões - Dra. Célia Maria Stolze Silvany - coordenadora da Residência Médica e Internato em Pediatria das Obras Sociais de Irmã Dulce - Salvador/BA; médica do Ministério da Saúde; membro do Conselho Editorial da Revista da Sociedade Baiana de Pediatria; professora do Departamento de Pediatria da Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública e da Faculdade de Ciência e ...
Uma vez eu disse: - Em mulher não se bate nem com uma flor. E me responderam, isto é apenas uma forma de romantizar uma situação desfavorável para as mulheres.. É verdade, não devemos nos calar, mediante milhões de violências contra mulheres em todo o país. Mas as coisas estão mudando. A Lei Maria da Penha (Lei n. 11.340, de 2006), considerado um avanço muito grande no que diz respeito a violência contra a mulher, tornou crime a violência doméstica e familiar contra a mulher, tipificando as violências em física, psicológica, patrimonial e moral. A norma criou mecanismos de proteção e atendimento humanizado às mulheres, determinando a criação de juizados especiais de violência doméstica e familiar contra a mulher com competência cível e criminal.. Denúncia - Os crimes contra a mulher não precisam ser denunciados exclusivamente nas Delegacias de Defesa da Mulher, uma vez que todos os distritos policiais podem receber a queixa e transferir posteriormente o caso para uma ...
A Comissão de Direitos Humanos (CDH) analisa um projeto que cria a Política Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes (PL 2.892/2019). O autor da proposta, senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), lembrou que os números desse tipo de violência crescem no país a cada ano e que é necessária uma legislação mais dura sobre o assunto.. Ementa. Institui a Política Nacional de Enfrentamento à violência sexual contra Crianças e Adolescentes e altera a Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990, para determinar medidas de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes.. Explicação da Ementa. Dispõe sobre ações de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, com medidas nas áreas da educação, dos conselhos tutelares e da justiça criminal. Aumenta penas de reclusão previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente.. Agência Senado. ...
A violência doméstica de gênero é reconhecida nos serviços de Atenção Primária à Saúde (APS) e as mulheres se sentem acolhidas para falarem sobre o problema nessas instituições, porém, a APS aparentemente, se mostra desarticulada dos demais serviços da rede. Essa é a conclusão de artigo publicado na revista Arquivos Médicos dos Hospitais e da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.. O texto aponta que a violência contra as mulheres é resultante das desigualdades de gênero na sociedade. Nesse contexto, a Atenção Primária à Saúde (APS) é intensamente procurada pelas mulheres em situação de violência, mas nem sempre as respostas recebidas contribuem para tornar a Rota menos crítica no enfrentamento da violência.. Este estudo buscou identificar as Rotas Críticas das mulheres, a partir da APS. Trata-se de um estudo qualitativo, a partir da análise de 5 entrevistas com mulheres indicadas pela APS em situação de violência.. O artigo "A situação ...
Ricardo - Que se consideram donos da verdade. Claro que sim. Faz parte do meu projeto. A literatura atual no Brasil deixou de ter uma tensão. Vou dar um exemplo simples. No Brasil, até uns anos atrás o que mais imperava na literatura é a chamada violência urbana, sobretudo a violência das classes baixas invadindo o espaço das classes altas, que é uma violência residual. A verdadeira violência no Brasil é uma violência fechada em que a classe baixa mata a classe baixa. Eu sei que pode haver uma violência na Avenida Paulista e a polícia vai imediatamente parar, enquanto nas favelas a mortandade é causada tanto pela polícia quanto pelas pessoas que moram lá. No entanto, a literatura quis retratar essa violência residual. Quais as razões disso? É que essa violência é um grande medo da classe média, das classes altas que colocam câmera no prédio, e também é a única violência noticiada nos grandes jornais. Quem me disse isso foi um jornalista de um grande jornal. A ...
Ricardo - Que se consideram donos da verdade. Claro que sim. Faz parte do meu projeto. A literatura atual no Brasil deixou de ter uma tensão. Vou dar um exemplo simples. No Brasil, até uns anos atrás o que mais imperava na literatura é a chamada violência urbana, sobretudo a violência das classes baixas invadindo o espaço das classes altas, que é uma violência residual. A verdadeira violência no Brasil é uma violência fechada em que a classe baixa mata a classe baixa. Eu sei que pode haver uma violência na Avenida Paulista e a polícia vai imediatamente parar, enquanto nas favelas a mortandade é causada tanto pela polícia quanto pelas pessoas que moram lá. No entanto, a literatura quis retratar essa violência residual. Quais as razões disso? É que essa violência é um grande medo da classe média, das classes altas que colocam câmera no prédio, e também é a única violência noticiada nos grandes jornais. Quem me disse isso foi um jornalista de um grande jornal. A ...
Criada em maio de 2012, a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar tem como objetivo implementar e executar as políticas públicas, no âmbito do Poder Judiciário, relativas às mulheres em situação de violência doméstica e familiar.. No cumprimento do papel que lhe cabe como articuladora de políticas públicas, no âmbito do Tribunal de Justiça de Roraima, além de difusora da Lei Maria da Penha e dos instrumentos de proteção dos direitos humanos das mulheres, a Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar está empenhada em apoiar as mudanças capazes de promover o efetivo respeito às mulheres vítimas de violência e doméstica e familiar.. As estratégias aqui apresentadas constituem-se como instrumentos que reforçam o comprometimento do Tribunal de Justiça de Roraima em dar cumprimento aos dispositivos legais que protegem a mulher da violência doméstica e familiar.. Depois de muitos anos sem uma ...