Saiba como é diagnosticado o transtorno distímico. G. J. Ballone explica as características da distimia. Ele detalhas os critérios para o parecer clínico. Os sintomas depressivos podem ser um aspecto associado em Transtornos Psicóticos crônicos, destaca. Consulte a lista de especialistas da área, em Imperatriz.
Saiba como é diagnosticado o transtorno distímico. G. J. Ballone explica as características da distimia. Ele detalhas os critérios para o parecer clínico. Os sintomas depressivos podem ser um aspecto associado em Transtornos Psicóticos crônicos, destaca. Consulte a lista de especialistas da área, em Mogi das Cruzes.
Sinônimos e nomes populares: Transtorno distímico, neurose depressiva, depressão neurótica, neurastenia, transtorno depressivo de personalidade. O que é? A distimia é uma doença do humor, como a depressão, porém ocorrendo de uma forma crônica, com a persistência de tristeza por longo tempo (pelo menos dois anos), durando a maior parte do dia, na maioria dos dias. O que se sente? Além do humor triste de forma prolongada, a pessoa pode sentir o apetite aumentado ou diminuído, insônia ou muita sonolência, sensação de baixa energia e cansaço, baixa auto-estima, com pensamentos de não ter valor ou ser incapaz, apresentando ainda dificuldade em concentrar-se ou em tomar decisões, além de ter sentimentos de falta de esperança. Não necessariamente todos esses sintomas deverão estar presentes, mas muitos são comuns. Diferentemente da depressão, a distimia pode deixar o indivíduo com a sensação de que este é o seu jeito normal de ser, com dizeres como "sempre fui desse jeito ...
Muitas pessoas com distimia respondem bem ao tratamento com medicamentos antidepressivos[1]. Para depressões brandas ou moderadas, a Associação de Psiquiatria Estadunidense, no ano 2000, em suas diretrizes para tratamento de pacientes com desordens depressivas severas, aconselha que a psicoterapia sozinha ou acompanhada de antidepressivos pode ser apropriada.[15] Durante a psicoterapia, uma possível terapia da abordagem Psicologia cognitiva envolveria mediar formas mais saudáveis de enfrentamento, mediar novas formas de mobilizar recursos (ambientais, sociais, informativos...), ensinar técnicas de relaxamento, levar o cliente a refletir sobre as vantagens de encarar seus problemas com pensamentos mais otimistas e promover maior qualidade de vida mediando comportamentos como se exercitar, manter uma rotina e fontes de alívio de estresse mais saudáveis. Já uma terapia da Psicologia comportamental poderia se focalizar mais numa re-educação de padrões de comportamento que desencadeiam ...
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