O elefante-de-sumatra (Elephas maximus sumatranus) é uma das subespécies de elefante-asiático. É uma das menores subespécies e machos desenvolvem presas mais modestas enquanto que as das fêmeas chegam a ser escondidas pelo lábio superior. Medem entre 1,7 e 2,6 metros nos ombros. É nativo da Ilha de Sumatra. Constitui uma das maiores populações de elefantes fora da Índia, embora Sumatra tenha registrado um dos desmatamentos mais rápidos. Entre 1985 e 2007, ou uma geração, a população pode ter caído 50%; de até 4.800 em 1985 para entre 2.400 e 2.800 em 2007. Ainda que essa população seja uma das maiores, são grandemente ameaçados pelo desmatamento para agricultura e ocupação humana, levando à matança devido aos confrontos com humanos. Gopala, A., Hadian, O., Sunarto, ., Sitompul, A., Williams, A., Leimgruber, P., Chambliss, S.E. & Gunaryadi, D. (2011). Elephas maximus ssp. sumatranus (em Inglês). IUCN . Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN de Versão 3.1. ...
Download livre Análise filogenética em Macrocephala (Tardigrada, Archeotardigrada). Encontre opiniões e avaliações sobre este ebook
O café da manhã, o almoço e a janta são as 3 refeições mais importantes do nosso dia. Porém é comum encontrar quem não dê o devido valor à refeição noturna. Para manter as funções vitais, o … Ver Mais ...
Esta lista de espécies de elefantes inclui todas as espécies existentes conhecidas e extintas (†) da família Elephantidae. Subfamília Elephantinae Tribo Elephantini (Elefantes) Gênero †Primelephas Espécie †Primelephas gomphotheroides Espécie †Primelephas korotorensis Subtribo Loxodontina Gênero Loxodonta Espécie Loxodonta africana (Elefante-da-savana) Subespécie Loxodonta africana africana Subespécie †Loxodonta africana pharaonensis Espécie Loxodonta cyclotis (Elefante-da-floresta) Subtribo Elephantina ou supergênero Elephadon Gênero Elephas (elefantes da Eurásia) Espécie Elephas maximus (Elefante-asiático) Subespécie Elephas maximus indicus (Elefante-indiano) Subespécie Elephas maximus maximus (Elefante-do-ceilão) Subespécie Elephas maximus sumatranus (Elefante-de-sumatra) Subespécie Elephas maximus borneensis (Elefante-pigmeu-de-bornéu) Subespécie ? Elefante-vietnamita e o Elefante-laosiano Subespécie ? †Elephas maximus rubridens (Elefante-chinês) ...
Elephas maximus, o elefante Asiático, é um dos maiores animais terrestres. Este mamífero herbívoro pesa 3 a 5 toneladas e alimenta-se de 135 kg de folhagem diariamente. São animais gregários, que constituem famílias, as quais se juntam em grupos de 15 a 30 fêmeas e crias, formando manadas conduzidas por uma única fêmea, a matriarca. Os machos são mais solitários, seguindo o seu próprio caminho quando atingem a puberdade ...
Este fim de semana vai ser uma boa oportunidade para conseguir a casa própria na região de São Roque (SP). Mais de 20 imobiliárias vão participar do Feirão da Caixa.
Cientistas da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, sequenciaram o genoma dos tardígrados, animaizinhos capazes de sobreviver a condições extremas. E ficaram surpresos: 17,5% do DNA desses animais é exógeno, ou seja, estranho ao organismo, derivado de um organismo ou sintetizado artificialmente, na maioria das vezes introduzido artificialmente.. A pesquisa, publicada na revista Proceedings of the National Academy of Sciences enfatiza que a descoberta contraria os achados anteriores que considera a possibilidade de que a habilidade de sobrevivência dos tardígrados estivesse relacionada com o seu DNA. A descoberta intrigou os pesquisadores, pois não se sabia que um animal poderia ter tanto DNA exógeno. Era sabido que alguns animais poderiam ter parte do genoma exógeno, mas não em grande quantidade como no caso dos tardígrados.. No reino animal, o filo rotifera era conhecido por apresentar a maior quantidade de DNA exógeno. Entretanto, a maioria dos animais tem menos ...
Esses animais possuem uma anatomia complexa, são recobertos de quitina e não existe sistema circulatório e nem aparelho respiratório, as trocas gasosas são realizadas de forma aleatória em qualquer parte do corpo. A grande maioria se alimenta sugando o conteúdo celular de bactérias ou de algas. Possuem oito patas, cada pata possui de quatro a oito pequenas garras. Possuem também um estilete na cabeça usado para perfurar plantas e sugar a seiva e seu corpo varia de 0,05 a 1,25mm. Vivem entre os musgos e liquens, podendo ser fortemente pigmentados, indo do laranja avermelhado ao verde oliva. O nome "tardígrado" foi dado pelo naturalista italiano Lazzaro Spallanzani, responsável pela descrição de várias espécies e pela classificação de acordo com a locomoção desses animais, uma vez que "tardígrados" significa "de passos lentos" ...
Décadas de exploração espacial serviram para descobrir mais sobre as estrelas e imaginar o que haverá a milhões de anos de luz de nós.. Um pouco mais perto de nós temos a Lua, satélite da Terra que também já serviu para a ficção-científica imaginar todo o tipo de coisas, incluindo os seres que lá poderiam viver.. Até hoje, nunca surgiram provas de que a Lua fosse habitada. No entanto, é bem possível que já haja organismos vivos por lá. E a culpa é nossa (leia-se, da Humanidade).. Em abril passado, uma sonda israelita caiu ao tentar descer na lua. Falamos da Beresheet, um projeto de financiamento privado. A bordo daquela sonda estavam armazenados tardígrados.. Trata-se de um micro-organismo, com ar de larva e oito patas, nunca superior a um milímetro de comprimento, que tem fascinado os cientistas pela sua capacidade de resistência.. Estes pequenos organismos resistem a temperaturas extremas, de gelo ou calor, e têm uma resistência à radiação muito superior aos ...
Seria este ser vivo um alienígena? Não ainda, apesar de ele reunir características para a sobrevivência fora do nosso planeta. Esta estranha figura é na verdade um Tardigrada, também chamado de urso dágua ou tardígrados. Eles foram descritos pela primeira vez em 1773 e são tão comuns (ou até mais) na Terra do que os seres humanos. Eles são encontrados, geralmente, em ambientes úmidos, mas podem permanecer ativos onde quer que consigam reter alguma umidade. Com sua boca tubular, com dois estiletes, se alimentam de células de plantas, algas ou pequenos invertebrados ...
Uma vez tentei aprender um pouco de coreano. Uma língua curiosa em tudo, com um alfabeto inventado (o hangul) sob encomenda no século XV, e que usa caracteres chineses também (como o japonês). No hagul os caracteres são formados por uma aglutinação dos símbolos das vogais e consoantes o que faz um leigo pensar que se trata de um ideograma. Apesar de ter alguma proximidade sonora com o japonês, não tem nada a ver com ele e muito menos com o mandarim, que é uma língua tonal. Normalmente os linguistas o colocam com idioma isolado, ou quando muito junto com as línguas altaicas.. Sua sonoridade não é das mais difíceis, para mim me pareceu razoável aprender um pouco. Diria que um papagaio também não teria dificuldade, mas um elefante? Pode parecer impossível, mas incrivelmente foi encontrado no zoológico Samsung Everland na Coreia do Sul (ah… estes pobres animais de cativeiro) um elefante asiático (Elephas maximus) que "falaria" palavras em coreano. Koshik, o elefante, falaria ...