A REMUT é formada por mulheres voluntárias, desde 06 de maio de 2000, em virtude da necessidade de manter um grupo dedicado para orientar, ajudar e sendo parceiras e companheiras, levando um abraço e estendendo a mão a quem realmente precisa. E porque o nome "Remut"? Rede de Mulheres de Tarauacá a cor de sua bandeira foi escolhido em função da feminilidade, da flor, do perfume e da imagem da mulher.A iniciativa deste movimento de mulheres se deu pela primeira Dama Francisca Cabral da Silva(Quinha) e Rosa Maria da Silva Lima e Arivanete de Jesus Araújo que lideram um expressivo número de voluntárias que trabalharam em prol das questões sociais do município.Tendo como objetivos, principal incentivar as mulheres a conhecer melhor os seus direitos e deveres numa perspectiva de união em busca de melhorias e em defesa das mulheres. Neste contexto, o movimento foi liderado por Rosa Maria da Silva Lima e Arivanete de Jesus Araújo e Profª. Francisca Aragão Leite que começaram a convidar ...
Ao estudarmos os indígenas do Brasil, comos os Carajá, temos a ideia das mulheres que juntas cuidam da mesma maloca comunitária e das crianças todas ao mesmo tempo, onde a palavra menino e filho é uma e a mesma palavra, temos do outro lado o homem caçador e guerreiro defensor da aldeia, numa sociedade primitiva, mas que tinha nessa divisão não a opressão nem a inferioridade de género, mas da simples distribuição de tarefas dentro da comunidade. Nas comunidades indígenas o homem não se sentia dono da sua mulher, o adultério não era considerado um crime, a mulher tinha liberdade sobre o seu corpo, não há nos índios o sentimento de posse, as crianças eram filhos de todos e até a habitação era partilhada, bem como a alimentação vinda da caça. Posso aferir aqui que a sociedade indígena tinha uma visão sã da identidade de género, que foi adulterada na sociedade ocidental onde a mulher foi colocada num lugar secundário, tornada propriedade do seu marido. (Manuel L. Filho ...
A pessoa transgênera vive como pode no gênero que lhe foi atribuído ao nascer: - cria metas, desenvolve gostos e idiossincrasias, cultiva crenças, valores, hábitos, passatempos, etc. Muitos são tão bem sucedidos nesse processo de auto-disfarce que, além de enganarem todo mundo, conseguem enganar até a si mesmos. Na medida em que os expedientes de disfarce são bem-sucedidos, vai ficando cada vez mais difícil para o transgênero livrar-se deles. Mas embora a máscara de conveniência social possa tornar-se indistinguível do eu real para todos os efeitos, no seu íntimo, todo transgênero sabe que se trata tão somente de uma fachada socialmente aceitável, criada e mantida com o propósito único de sua "sobrevivência" física, moral e psicológica dentro da comunidade em que vive. No fundo de cada um, o verdadeiro self, reprimido e recalcado, além de não se deixar iludir pelo artifício de uma personalidade de fachada, com o tempo começa a cobrar alguma forma de expressão no mundo ...
Incitada pelo filme "Kinsey: Vamos Falar de Sexo", pelas discussões com amigos e pelos "Centros de Testagem e Aconselhamento" - CTAs - decidi criar este blog! O tema mais discutido entre amigos, o tema que envolve os jovens, adultos e idosos, sexo!. ...
Fonte: http://www2.ufscar.br/noticia?codigo=9341. No dia 29 de janeiro, é celebrado no Brasil o Dia da Visibilidade Trans, criado em 2004 justamente para promover essa visibilidade e lembrar a luta de pessoas transgêneras (travestis e transexuais) pelo respeito à identidade de gênero e aos direitos fundamentais que são cotidianamente negados a essa população. Inspirada pela data, a Secretaria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (Saade) da UFSCar promoveu debate na Rádio UFSCar que contou com a participação de Gustavo Nazareth, homem trans que é estudante no curso de Ciências Sociais da Universidade; Ângela Lopes, transativista, integrante do Fórum Paulista de Travestis e Transexuais e Diretora de Políticas para a Diversidade Sexual da Prefeitura Municipal de São Carlos de 2013 a 2015; e Natália Cristina, estudante de Enfermagem na UFSCar e Presidente da Liga de Diversidade e suas Implicações na Saúde do curso. A entrevista foi realizada em uma parceria com a ...
A identidade de gênero é construída na puberdade e adolescência. Há um número de crianças e adolescentes que manifestam desejo de ser do sexo oposto, uma parte mantém como decisão para a sua vida e outra não sem que saiba ainda o que determina a desistência. "ze" substitui "he" ou "she". Pais e médicos desejam ajudar. Todavia, há pouca evidência científica para apoiar condutas terapêuticas. http://www.thenewatlantis.com/publications/growing-pains.. ...
Fonte: http://www.blogdareitoria.ufscar.br/?p=4162. Na última semana, a Secretaria de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade (Saade) da UFSCar realizou nos campi São Carlos e Sorocaba três edições do seminário temático de Diversidade e Gênero, que integraram o processo de construção participativa e dialógica da Política de Ações Afirmativas, Diversidade e Equidade da Universidade.. No Campus São Carlos, o evento foi realizado no dia 14, no formato de uma roda de conversa sobre "Prevenção e enfrentamento à violência aos gêneros e às sexualidades" conduzida por Erika Santos, integrante da comissão aberta de construção da Política. Santos iniciou as falas com um depoimento no qual destacou o alto número de assassinatos de pessoas transexuais, citando estatísticas que apontam o Brasil como país com o maior número de assassinatos de pessoas trans. Os dados apontam também que 90% das mulheres trans se prostituem como única alternativa de sobrevivência, em meio a ...
Vivemos numa época em que todo tipo de mudança é celebrada. Você facilmente se torna popular nas redes ao criticar tudo o que é hábito, tradição ou rotina. "Não importa se é útil, se é construtivo, ou se é saudável. Moderno é ser diferente. Se não mudar algo, então é chato e antiquado". Porém, a palavra rotina vem da expressão ROTA, que significa caminho, rumo, destino. Uma sociedade ou uma vida sem rotina não tem um destino certo, e é por isso que existem tradições que devem sim ser preservadas e enaltecidas em nossa sociedade. Mudar só por mudar é um estilo de vida insensato e negligente, e por isso devemos celebrar e ensinar as boas tradições que levaram nossa sociedade ao estágio em que vivemos hoje.. O sexo é uma questão biológica, XX ou XY, e sempre será. A sociedade nasceu da construção entre o relacionamento de homens com mulheres, pais e mães, e essa origem também nunca mudará. A reprodução é um dos fundamentos da existência humana, e sempre ...
Sejam Bem Vindos! O que queremos ainda Não Sabemos.O Brasil é um país onde o povo é passivo. O crime compensa. A corrupção é a mãe de todos os crimes e a impunidade embala. A bandidagem seria bem menor sem os bandidos de toga e sua máfia no STF. Aqui você tem uma ideia... lê.Tem outra ideia... relê...E muda de ideia. Assim é a mágica cura do amor e da ciência. Aqui relembramos os fatos que não podem ser esquecidos e frisamos que os que mais podem e sabem são os que nada fazem. ...
O curso Educação, Direitos Humanos, Gênero, Sexualidade e Raça debateu, no dia 28/11 o tema "Diversidade sexual e identidade de Gênero na Educação". As unidades começam sempre com uma dinâmica de grupo, coordenada por Maria Falcão, da Ação Educativa, para depois receber convidados de viersas áreas para falar sobre o tema. Confira abaixo os resumos das apresentações:. A primeira apresentação foi de Lula Ramires, que é filósofo, pesquisador e doutorando em Educação USP. Ele falou sobre identidade de gênero, sexualidade e como se constroem os estereótipos, o estigma e o preconceito. Para saber mais, clique aqui.. A segunda fala foi de Juny Kraiczyk, mestre em bioética pela UNB, pesquisadora MURIEL USP, coordenadora do programa Transcidadania e coordenadora ECOS. Juny estuda bioética e prevenção de Aids para travestis e falou sobre como esses corpos são lidos ela sociedade e quais as principais dificuldades para essa população vulnerável. Sua apresentação pode ser ...
Wisconsin (Press Release) -- Health officials are calling for renewed efforts to combat the HIV epidemic on this 22nd anniversary of World AIDS Day. Since 1983, more than 11,000 people in Wisconsin have been reported to be infected with HIV and more than 3,800 have died. Currently, more than 9,000 people are estimated to be living with HIV/AIDS in Wisconsin.. Worldwide, more than 33 million people are living with HIV and more than 7,300 individuals are infected daily. An estimated 1.1 million Americans are living with HIV and one out of five people with HIV do not yet know they are infected.. "World AIDS Day is an opportunity for each of us to renew our personal commitment to curtail the growth of the HIV epidemic," said Department of Health Services Secretary Karen Timberlake. "Anyone can become infected with HIV, regardless of age, gender, race, ethnicity, sexual orientation, gender identity, or socioeconomic circumstance. Some of our communities are especially hard hit by HIV, making it ...
Outro exemplo importante na política internacional é a posição clara do governo norte-americano. Barack Obama e Hillary Clinton defendem em todos os fóruns internacionais os direitos para as pessoas LGBTs. "Sexual Orientation" e "Gender Identity", ou seja, "Orientação Sexual e Identidade de Gênero" e não "opção" como temos escutado aqui no Brasil. Opção é escolher num cardápio entre feijoada ou macarrão fetuccini. Obama e Hilary são exemplos a serem seguidos, pois estão conclamando todos os países a cessarem a perseguição contra homossexuais e pessoas trans, apesar de enfrentarem diariamente uma política fundamentalista expressa pelo Tea Party (os republicanos). ...
Angela was born with male reproductive organs, but has never considered herself a man. She changed sex at age 22; she is dating Lucia, who born a female, identifies herself as a woman, and is sexually attracted to other women. João is a sensitive guy who wears tight jeans, colorful shirts, puts gel in his hair and gets his nails done. He is married to Ana Maria, who prefers to talk about gender fluidity rather than be defined as woman or man. Alice has always dated both men and women; for two years she has been dating Aman, who does drag performances every night in a cabaret in Hells Kitchen. Drumroll please…. an attempt to assign labels is an exercise in insanity. If yesterday biological sex, gender identity and expression were limited to clear definitions - man or woman, male or female, heterosexual or homosexual - today we are making room to navigate between poles that once were opposed and discuss what is beyond us. In-between is actually somewhere.. Our identity is an effect of our ...
O projeto Escola sem Homofobia foi desenvolvido pela Pathfinder do Brasil, em parceria com a ABGLT, ECOS e Reprolatina - Sol. In. em Saúde Sexual e reprodutiva. A proposta de projeto foi apresentada em resposta à Emenda Parlamentar nº 50340005, que tem como finalidade "Contribuir para a implementação do Programa Gênero e Diversidade Sexual nas Escolas, do Ministério da Educação, através de ações que promovam ambientes políticos e sociais favoráveis à garantia dos direitos humanos e da respeitabilidade das orientações sexuais e identidade de gênero no âmbito escolar brasileiro". A proposta, discutida previamente pelos parceiros, obteve aprovação e apoio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD) do Ministério de Educação e Cultura (MEC).O projeto visa à realização de dois produtos específicos: ...
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Esta é uma dúvida de milhares de casais que me assistem pela TV ou me acompanham através do site. Ainda mais quando quase todos os celulare ...
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Eu lavo lá embaixo pouco antes se quero que ela vá lá." Quando o assunto é "começar os trabalhos", você não precisa de nenhum manual para saber como se mexer e fazer o básico do sexo, o vai e vem, porém, .... Leia Mais » ...
DEL CIAS DO SEXO BI II Aqui retorno para continuar relatando o Del cias do Sexo Bi . Depois do ocorrido no primeiro relato tenho de admitir que meu relacionamento com o M rio ficou mais gostoso. Ele, que j era carinhoso, passou a me tratar com
DEL CIAS DO SEXO BI II Aqui retorno para continuar relatando o Del cias do Sexo Bi . Depois do ocorrido no primeiro relato tenho de admitir que meu relacionamento com o M rio ficou mais gostoso. Ele, que j era carinhoso, passou a me tratar com
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População Inactiva - População que, independentemente da sua idade, no período de referência não podia ser considerada economicamente ativa, isto é...
Talvez por isso é que as feministas tenham um ódio tão grande pela mulher que mantém o seu respeito e não "extravagaza" em promiscuidade sexual. Essas mulheres - aquelas suficientemente confiantes para saber que não precisam de sexo para se sentiram "poderosas" - estão literalmente a condenar as feministas a uma velhice infeliz e solitária.. Quarenta anos de indoutrinação feminista não conseguiram transformar a preferência masculina em casar com mulheres sexualmente conservadoras, por isso as feministas voltaram-se (com algum sucesso) para outra estratégia: transformar as mulheres em objectos sexuais.. Nem é preciso dizer isto, mas a estratégia feminista de tornar "promiscuizar" as mulheres está condenada ao fracasso. Isto pode ser visto de forma simples: a esmagadora maioria das feministas são mulheres caucasianas (brancas). A esmagadora maioria das mulheres do mundo não são caucasianas. Se os homens ocidentais não conseguirem encontrar mulheres sexualmente castas para casar ...
Filmologia feminista ou teoria de cinema feminista é a teoria crítica de cinema derivada das políticas e teoria feminista. As feministas têm muitas abordagens para análise do cinema, sobre os elementos dos filmes estudados e seus fundamentos teóricos. O desenvolvimento da filmologia feminista foi influenciada pela segunda onda do feminismo e o desenvolvimento de estudos sobre as mulheres nos anos 1960 e 70. Estudiosas feministas começaram a tomar sugestões de novas teorias decorrentes destes movimentos para a análise do cinema. Tentativas iniciais nos Estados Unidos no início da década de 1970 foram, em geral, baseada na teoria sociológica e incidiu sobre a função das personagens femininas , em particular, narrativas e gêneros dos filmes, e estereótipos como um reflexo da visão da sociedade sobre as mulheres. Obras como a de Marjorie Rosen, Popcorn Venus: Women, Movies, and the American Dream (1973) e From Reverence to Rape: The Treatment of Women in Movies de Molly Haskell ...
A problematização de dar voz as mulheres com deficiência dentro dessa luta. Os estudos sobre perspectiva feminista e de gênero tem avançado enquanto fala de questões tais como: raça/etnia, orientação sexual, classe social, religião, entre outros. No entanto, as mulheres com deficiência ainda ficam á margem de discussões do movimento feminista. É notória a falta de diálogo entre o movimento feminista e o movimento das pessoas com deficiência. Não importa o nome, pauta ou o que for abordado, nenhum movimento costuma inserir pessoas com deficiência em suas falas, como se a realidade dessa população fosse um caso a parte, fora de contexto.. Os movimentos feminista se tornaram um ato importante da redemocratização. A partir de meados dos anos 1970, os direitos das mulheres passaram a integrar a agenda da oposição ao regime autoritário. O feminismo é um conjunto de movimentos políticos, sociais, ideológicos e filosofias que tem como objetivo comum direitos iguais e uma ...
BANDEIRA, Lourdes. A contribuição da crítica feminista à ciência.Traduzido porNina Adel, Regina Camargo. Estud. fem. [online]. 2008, vol.4Selected edition, pp. 0-0. ISSN 0104-026X.. O texto discute a contribuição trazida pela crítica feminista ao conhecimento científico " a ciência ", uma vez que se evidencia uma ampliação das formas de pensar. O pensamento parte da formulação de uma crítica em relação a alguns pressupostos, os quais nortearam a produção do conhecimento científico, tais como a condição de neutralidade, universalismo e objetividade da ciência, além de seu caráter masculinista. A crítica feminista evidenciou alguns limites impostos ao maior acesso das mulheres no campo científico. Enfatiza como a noção de gênero se torna significativa na medida em que introduz outros componentes na prática científica.. Palavras-chave : crítica feminista; conhecimento científico; ciência; gênero; desigualdade. ...
2017, Middle Tennessee State University, 1301 East Main Street, Murfreesboro, TN 37132-0001 USA +1-615-898-2300. Middle Tennessee State University, in its educational programs and activities involving students and employees, does not discriminate on the basis of race, color, religion, creed, ethnic or national origin, sex, sexual orientation, gender identity/expression, disability, age (as applicable), status as a covered veteran or genetic information. For more information see Middle Tennessee State University. , Nondiscrimination Policy. ...
Uma das ideólogas LGBT, uma das históricas e das melhores, Eve Sedgwick*, detestava um artigo de Friedman sobre o Core Gender Identity ( CGI). Basicamente, Friedman entendia que um rapazito efeminado desenvolvia a sua identidade gay se outros homens não o vissem como suficientemente masculino. Eve Sedgwick abominava esta interpretação, porque, se Friedman tivesse razão, uma proto gay childhood ( termo dela) estaria sempre dependente da forma como os pais ( ou os caretakers) percebessem o CGI . Resta que Friedman não foi expulso de lado nenhum, é um académico respeitado e editor-chefe ou co-editor de várias revistas de psiquiatria e psicanálise ...
Por isso para mim, ser feminista ou não ser feminista não é a questão…O cerne da questão é outro e no meu entender, é o da essência propriamente dita do feminino e não o que parece feminino de acordo com as épocas, lutas, ideias, conceitos ou modas. Aqui há e sempre houve muita confusão. Há as mulheres que se dizem "não feministas" por medo de que as julguem menos "femininas" de acordo com os padrões masculinos e que são mais ou menos as fêmeas que gostam de representar os padrões sugeridos culturalmente pelo Homem- que faz delas marionetas e joguetes, no cinema, na moda, em casa ou na sociedade… o que obviamente não é o meu caso. E há as feministas marxistas, a grande maioria que luta pelos direitos e igualdades das mulheres, as ecologistas que defendem a Natureza, por suposto, mas sem a consciência da dimensão do sagrado da Terra nem nelas próprias, as lésbicas ou artistas e intelectuais independentes e todas que defendem racionalmente a liberdade económica e ...
Muito legal esse post, pelo jeito muita gente se empoderou com esse site. Eu cheguei aqui pelo Femen também (curioso...). Já conhecia o feminismo, já tinha lido muita bibliografia. Meu feminismo era acadêmico e o empoderamento ainda não tinha transformado minha vida. Foi graças a esse site e o das Blogueiras Negras que o feminismo transformou-se em cotidiano, em realidade, em reconhecimento de outras experiências e outras vivências do feminismo. Continua sendo principalmente uma feminista acadêmica (acredito nesse ativismo, na possibilidade de recontar a história onde tantas mulheres lutaram e foram esquecidas pela historiografia patriarcal). Mas meu cotidiano é outro, minha relação comigo mesma é outra. Hoje tenho uma filha e revolução já começou ...
Resultado do esforço da SOF que, em sua atuação, tem buscado construir um feminismo que apresente uma visão integral sobre a opressão das mulheres, a publicação "Prostituição: uma abordagem feminista" pretende trazer elementos que contribuam para a compreensão da prostituição em seu papel estruturante no patriarcado. Recuperando o debate feminista sobre a sexualidade, a publicação aborda a maneira como a prostituição se consolidou em nossa sociedade, o que ela representa e a quem serve, interligando o tema da prostituição com o debate sobre raça e classe. ...
O Ponto de Cultura Mulheres Jovens Construindo Cultura e Autonomia do Centro Feminista 8 de março através da parceria com Governo Federal e Fundação José Augusto realizará nesta sexta, 26 de julho, a partir das 17h, uma intervenção artística feminista no beco dos artistas (ao lado do Teatro Lauro Monte Filho). A intervenção terá uma…
1 - As feministas burgueses procuram a proteção das mulheres através dos aparelhos coercivos do estado. As feministas libertárias defendem-se pela autodefesa das mulheres em comunidades, ou coletivos. 2 - O feminismo burguês deseja que todas mulheres compitam em igualdade de oportunidades e seja retribuída segundo seus métodos individuais. Ao contrário, as feministas libertárias lutam…
Mascu, além de Valerie Solanas nunca ter sido representativa no feminismo, um dos motivos pelos quais ninguém além dos anti-feministas falarem dela hoje é que ela já morreu faz muitas décadas. Sabe, hoje não se fala muito de uma feminista super importante e ainda viva, a Gloria Steinem. Quantas pessoas hoje já ouviram falar de Susan Brownmiller? Mesmo de Germaine Greer, que talvez a Caitlin Moran consiga trazer à tona, porque é a pessoa mais citada e admirada de todo o Como Ser Mulher? Todas elas foram -- SÃO -- um milhão de vezes mais importantes pro feminismo que a Solanas. O motivo pelo qual pouco se fala delas hoje é que elas pertencem à segunda onda do feminismo. Escreveram suas obras mais importantes nos anos 60 e 70. E hoje já estamos na terceira onda. Solanas não é nem nunca foi importante. Eu sou feminista desde que me conheço por gente, e cresci ouvindo falar (mesmo que não lendo diretamente) Steinem, Friedan, Beauvoir, Greer e várias outras. Sabe quando ouvi falar ...
A semelhança entre escrita acadêmica e cultura das zines é a sua desconsideração das massas. Por outro lado, na internet, números e alcance falam mais alto - especialmente num panorama no qual, cada vez mais, reembolso acontece na forma de "exposição". E é difícil, mesmo na auto-publicação, não considerar quais filmes e tópicos vão atrair mais visualizações. Perguntas que não deveriam ter nenhum peso em publicações anti-instituição - Isso vai alienar os meus leitores? Muito difícil? Muito obscuro? - estão pra jogo novamente. Torna-se uma discussão do ovo e da galinha, o que veio primeiro: a quantidade de cliques numa matéria feminista sobre Star Wars ou a perspectiva feminista sobre Star Wars?. Não falo isso para dizer o que deve ou não ser escrito quando falamos de cultura cinematográfica. (Podem soltar suas visões sobre Star Wars!) Mas meu medo é que numa corrida por cliques, a crítica cinematográfica feminista perca sua posição marginal. Ela vai ser, pela ...
A Câmara de Vereadores de Porto Alegre concederá, no dia 26 de março próximo, o título honorífico de Cidadã de Porto Alegre à jornalista, cientista política e Secretária Executiva da Rede Feminista de Saúde, Telia Negrão. A cerimônia ocorrerá às 19 horas no dia em que Capital gaúcha completa 238 anos de história. O título foi proposto pelo vereador Adeli Sell, presidente do PT municipal. Na justificativa, o Verador destaca que "com suas formulações teóricas e sua prática cotidiana, Telia tem contribuido para que o movimento de mulheres elabore e implemente políticas públicas que contemplam abordagens de gênero, o respeito aos direitos humanos individuais e coletivos, à diversidade e a diferença e para o fim de todas as formas de discriminações e violências sobre mulheres e meninas". Além disso, prossegue, sua atuação busca o empoderamento das mulheres, incentivando-as e capacitando-as para o exercício da cidadania nos espaços de poder e decisão". Telia nasceu ...
Para parar a besta que é o feminismo, surge, então, a "revolução" NÃO-feminista. Para o americano Fidelbogen, a "revolução" não-feminista não é um "movimento", mas, em grande parte, a ressurgência demográfica inconsciente da resistência ao feminismo e a suas conseqüências. É um processo objetivamente histórico, de caráter espontâneo, orgânico e amoral, em que não foi instigada por nós. Simplesmente nós a reconhecemos e demos a ela um nome. Ela funciona como uma nuvem de forças que se manifestam através de ações humanas que podem por vezes ser politicamente ligadas umas as outras, mas outras vezes, não. E desde o reconhecimento da realidade objetiva da revolução não-feminista, a nossa preocupação tem sido a de aproveitar a energia da mesma, de modo a torná-la politicamente eficiente. ...
Para parar a besta que é o feminismo, surge, então, a "revolução" NÃO-feminista. Para o americano Fidelbogen, a "revolução" não-feminista não é um "movimento", mas, em grande parte, a ressurgência demográfica inconsciente da resistência ao feminismo e a suas conseqüências. É um processo objetivamente histórico, de caráter espontâneo, orgânico e amoral, em que não foi instigada por nós. Simplesmente nós a reconhecemos e demos a ela um nome. Ela funciona como uma nuvem de forças que se manifestam através de ações humanas que podem por vezes ser politicamente ligadas umas as outras, mas outras vezes, não. E desde o reconhecimento da realidade objetiva da revolução não-feminista, a nossa preocupação tem sido a de aproveitar a energia da mesma, de modo a torná-la politicamente eficiente. ...
Foto: Agência Brasil. No dia 18 de Fevereiro, sábado, das 14h às 18h, acontece o curso "O que é o feminismo?". Organizado pelo Coletivo Dijejê, a atividade ocorre na Avenida Rio Branco, 211, sala 114, e tem o objetivo de apresentar os princípios do feminismo.. A ideia é sensibilizar as pessoas acerca das questões de gênero ao relatar as origens do movimento e as contribuições sociais do feminismo. A proposta é que as vivências sejam multiplicadas em escolas, sindicatos e organizações comunitárias, para que cada vez mais o público tenha conhecimento dos fundamentos básicos do movimento.. Jaqueline Conceição, organizadora do curso e fundadora do Coletivo Dijejê, almeja apresentar as posições comuns do feminismo, apesar de reconhecer as singulidades da atuação anti-machista de cada país. "O feminismo é uma pratica politica, que se pauta pela luta no campo dos direitos humanos, ou seja, visa garantir os direitos sociais políticos, culturais, estéticos, éticos, sexuais ...
Artigo de opinião escrito originalmente para o Expresso). Isabel Moreira Não sejas demasiado feminista. Limita-te a afirmar que és a favor da igualdade. Não desenvolvas. Não concretizes. Não percas tempo a agonizar o status quo com temas específicos. Não fales muito tempo sobre cada aspeto do patriarcado. Não te demores. Não canses. Não te revoltes perante episódios específicos de sexismo ou de misoginia, a menos que alguém tenha morrido. Por menos do que isso, é histeria.. Queres ser popular?. Cala-te.. Não tentes ter poder. Há sempre quem pense que o teu lugar é em casa. Isto é antidemocrático? Paciência, já sabes que ser mulher, estar no poder e ser popular é sinónimo de mau trabalho. Não consegues. Não conseguimos.. Não sejas demasiado feminista. Se o preconceito generalizado leva a que de olhos fechados toda a gente associe imediatamente os cargos mais importantes da governação (ou mesmo a chefia de uma bancada parlamentar) a um homem, quem és tu para opinares? ...
Eos dias 3 e 4 de setembro, o Centro Cultural da Juventude, será tomado pelo poder das mulheres! Com enfoque em três eixos de resistência das mulheres - corpo, a cidade e a luta -, a 2ª edição da Virada Feminista contará com muita música, teatro, filmes, rodas de conversas e oficinas que exploram as relações com o corpo e a segurança da mulher.. O evento começa às 18h do sábado, ao som do rap da Semente da Crioula. Durante a noite, destacam-se as presenças musicais de MC Sofia, Ilú Obá de Min, Rap Plus Size, Liga do Funk, entre outros. Durante as 24 horas de evento, haverá as apresentações das peças de teatro e de alguns filmes produzidos por mulheres. As temáticas das oficinas propõem de bordados, pinturas em tela e práticas de escrita, ao grafite e a produção audiovisual.. Além disso, o pessoal da Pólen Livros vai estar por lá, vendendo o Livro "Você já é feminista!" com desconto.. A realização do evento é uma iniciativa da SOF (Sempreviva Organização ...
Oitenta anos após a realização do 2º Congresso Feminista e da Educação em Portugal, a União de Mulheres Alternativa e Resposta (UMAR), em colaboração com uma vasta Comissão Promotora, está a organizar o Congresso Feminista 2008. O evento realiza-se nos dias 26 e 27 de Junho na Fundação Calouste Gulbenkian e no dia 28 na…
Issuu is a digital publishing platform that makes it simple to publish magazines, catalogs, newspapers, books, and more online. Easily share your publications and get them in front of Issuus millions of monthly readers. Title: Tchau, Querida. O enquadramento como catalisador do contra-ataque ao movimento feminista, Author: Lila Rafaela, Name: Tchau, Querida. O enquadramento como catalisador do contra-ataque ao movimento feminista, Length: 69 pages, Page: 1, Published: 2017-02-16
Palestra voltada para a apresentação da tese que nasceu da percepção de ainda haver certo tipo de receio no campo intelectual, artístico e político para sustentar pública e abertamente a associação às causas feministas. Quais as linhas discursivas e forças sociais estão agenciadas para manter o termo feminista apartado dos centros de produção de conhecimento, incipiente nas produções bibliográficas e esvaziado nos debates públicos? A palestra pretende abrir espaço a uma perspectiva que possibilite pensar uma
Susan Moller Okin foi uma pensadora feminista que abordou criticamente o liberalismo político, e cuja teoria destaca-se como uma das contribuições feminista
Oi! Eu sou a Polly. Mineira, Mãe Solteira de 6 ;) & Feminista Islâmica. Decidi falar sobre o Alcorão sozinho, feminismo islâmico e sobre a minha luta há alguns anos. Mas, após ser expulsa de vários grupos e páginas, e de ser massacrada com xingamentos, agressões & ameaças em tantos outros grupos do facebook, em 06/06/2014 resolvi criar minha própria página, chamada "Feminismo Islâmico". Em janeiro de 2015 criei o blogue, pois aqui tenho mais espaço para compartilhar minhas traduções, textos que acho importante, e o que acho certo/penso/sinto. Neste mesmo ano, tive a honra de contar com a Ana Lúcia como coadministradora da página do face. (e no final de 2016 me ajudando com o blogue também). Em 2017 entrou a Fátima :D Iniciei o diálogo sobre o feminismo islâmico no Brasil (o movimento moderno tem mais de cem anos) e espero que isso cresça e atinja novas vozes... Também estou dedicada a lutar pelos direitos humanos e por uma interpretação mais justa, igualitária e humana ...
O Brasil e o mundo vêm discutindo as questões feministas. Por que você - homem ou mulher - ainda não deu uma chance ao feminismo? Texto de Bia Franco, do Posso Ajudar?.