Boa tarde , eu quero fazer um arco que me sirva para caça , nao tenho experiencia com arcos mas ja arrumei um cara que sabe trabalhar madeira,e tambem recenteme
Séré Y., Grisollet F. (collab.) Lanthracnose des cucurbitacées : 2. Lhétérocaryose chez le Colletotrichum lagenarium (Pass.) Ell. et Hals.. Cahiers ORSTOM.Série Biologie : Phytopathologie et Zoologie Appliquée, 1981, p. 55-61 ...
Dietilaminoetil celulose (DEAE-C) é uma resina positivamente carregada usada na cromatografia de troca iônica, um tipo de cromatografia de coluna utilizada na purificação/separação de proteínas e ácidos nucleicos. Grânulos de matriz de gel são derivados do dietilaminoetanol (DEAE) e bloqueiam proteínas carregadas negativamente ou ácidos nucleicos para a matriz, até serem libertados por aumento da concentração de sal do solvente. Solange Maria Bonaldo , Sérgio Florentino Pascholati. «Efeito de frações parcialmente purificadas de Saccharomyces cerevisiae na germinação de conídios e formação de apressórios por Colletotrichum sublineolum e Colletotrichum lagenarium» (PDF). Summa Phytopathol., Botucatu, v. 33, n. 3, p. 233-238, 2007 line feed character character in ,autor= at position 22 (ajuda) Portal da saúde Portal da ...
Indicada para cortar grama em residências, sítios, entre outros. Possui 6 posições de ajuste de corte (25 mm - 35 mm - 45 mm - 55 mm - 65 mm e 75 mm), proporcionando grande faixa de trabalho. Conta com empunhadura de comando com revestimento e alavanca
Esporos de M. grisea foram preparados como arma biológica anti-planta de modo independente pelos Estados Unidos e União Soviética durante a Segunda Guerra Mundial. Sabe-se que os Estados Unidos efectuaram pesquisas sobre este agente para uso contra a cultura de arroz do Japão durante a Segunda Guerra Mundial.[2] O Serviço de Guerra Química dos Estados Unidos trabalhou com cientistas canadianos e britânicos para converter a brusone do arroz numa arma biológica mas no fim da Segunda Guerra Mundial na Europa não se encontrava pronta para uso no campo de batalha.[3] Como os esporos não suportavam bem o tempo quente, pensava-se que este agente não tinha grande potencial como arma biológica.[2] A investigação de armas biológicas dos Estados Unidos voltaria a focar a sua atenção sobre M. grisea como arma durante a década de 1960.[4] Entre 1962-1969, esporos de M. grisea foram produzidos pela Charles Pfizer and Company e enviados para Fort Detrick. As existências de M. grisea foram ...