Colonialismo e lutas de libertação : 7 cadernos sobre a Guerra Colonial / ed. lit. António Melo... [et al.] ; ca. João B.. - Porto : Afrontamento, 1974 (Porto : Tipografia Nunes, 1974. - 300, [36] p. : il. ; 21x12 cm. - Arquivo. 1). - (...) Reedição de uma publicação clandestina policopiada. Compilação de textos significativos, procurando dar uma visão de conjunto sobre o colonialismo português e as guerras coloniais ...
Também na terça-feira, sem saber da demissão de Prashad e seus colegas do comitê editorial, o repórter Brandon Kendhammer, no jornal The Washington Post, apontou que o trabalho de Gilley desconsidera estudos cuidadosos sobre os investimentos de governos coloniais em serviços públicos e infraestrutura, como hospitais, estradas de ferro, estradas e escolas em suas colônias.. A reportagem do Washington Post A controversial article praises colonialism. But colonialisms real legacy was ugly destacou o livro The African Colonial State in Comparative Perspective, de 1994, do cientista político Crawford Young. A obra, segundo o repórter, mostra com abundância de dados conclusões como a de que em colônias africanas. os encargos fiscais para os pequenos agricultores, trabalhadores e outros assuntos coloniais ultrapassaram em muito os investimentos recíprocos em bens públicos, enquanto a maior parte do dinheiro foi alocada para a manutenção do governo colonial.. O site Retraction ...
Você possivelmente já ouviu na escola que a Europa enriqueceu porque colonizou o resto do mundo. Para além da simples razoabilidade (ou não) da narrativa, cabe a pergunta quando estamos tratando de ciência: qual teria sido o mecanismo de ação? Em economia não basta afirmar que A aconteceu e B também, para então dizer que A causou B; é necessário explicar o que aconteceu, como aconteceu, e testar a força da proposição empiricamente. Como até hoje não foi fornecida uma resposta convincente para essa pergunta, a crença de que o colonialismo tenha sido fundamental ao desenvolvimento europeu não é majoritariamente aceita na academia de economia. Por algum motivo curioso, o que acontece na academia de economia parece não chegar até a matéria de história nas escolas.. A hipótese mais vulgar para sustentar a tese do colonialismo como propulsor do desenvolvimento é a de que as metrópoles extraíram riquezas das colônias, e por isso enriqueceram. Mas até onde a gente sabe, ...
Artigo sobre o Colonialismo da Espanha, como este país conquistou diversos territórios na América, quais as estratégias utilizadas, principais nomes do colonialismo espanhol, etc.
Isto porque, nunca em tão pouco tempo, nem mesmo no período de guerra, se viu tanta fome, miséria, desemprego, prostituição infantil, delinquência, pessoas a catar sobejos de comida, para se alimentar, ante a indiferença do Executivo, pouco se marimbando nas provações das populações, entregues à sua sorte. Nem Salazar, na Portugalidade, nem Hitler, na imperialidade nazista, fariam melhor que João Lourenço e a sua corte, porque se descobre, que o ditador português e o alemão, ante o estado de miserabilidade por que passam os angolanos, eram, afinal fetos, no domínio da maldade governativa, porquanto, davam de comer às suas populações e aos colonizados, enquanto hoje, a política económica de João Lourenço, priva os cidadãos e obriga-os militarmente ...
O oceano contém a história de toda a humanidade. No mar estão as vozes da Terra e de todo o espaço. A água, fronteira mais longa do Chile, também esconde o segredo de dois misteriosos botões encontrados no fundo do mar. Com mais de 4 mil km de costa e o maior arquipélago do mundo, o Chile apresenta uma paisagem sobrenatural, com vulcões, montanhas e glaciares. Nessa paisagem estão as vozes da população indígena da Patagônia, dos primeiros navegadores ingleses que chegaram ao país, e também a voz dos presos políticos chilenos. Alguns dizem que a água tem memória. Este filme mostra que ela também tem voz.. ...
O antigo presidente da República, Joaquim Chissano, considera que a Renamo deve encontrar o mais rápido possível a solução para as divergências que se registam no seio desta formação política. Segundo Chissano, há necessidade de a perdiz acelerar, para que possa garantir uma participar efectiva no processo eleitoral.. Entende que, tratando-se de desertores da Renamo, há possibilidade de estar fora do controlo da Renamo, contudo, descarta o risco de comprometer o diálogo em curso entre o Governo e a Renamo, nem a existência de armas nas mãos de desertores pode ameaçar o curso normal das eleições gerais de Outubro próximo, pois, mesmo com a conclusão do DDR, haja certeza de que não armas em mãos alheias.. Chissano lembra que mesmo no tempo da luta de libertação contra o colonialismo houve desertores moçambicanos que se juntaram ao regime colonial, mas não impediu a concretização dos objectivos da luta.. Não posso dizer se uns estão certos ou errados, porque é preciso ...
Neocolonialismo, Colonialismo, Política, História, Definição, Países, Motivo, Imperialismo, Economia, Característica, O que é, Neocolonialismo
Inédito no país, o clássico Max Havelaar, de Multatuli, começa a chegar às livrarias pela editora Âyiné. É a obra-prima do autor considerado pela Sociedade Holandesa de Literatura como o mais importante escritor holandês de todos os tempos. Lançado em 1860, o livro caiu como uma bomba na sociedade da época: além da força literária, era uma denúncia avassaladora das atrocidades do colonialismo, e teve grande impacto na vida pública do país. Traduzido para dezenas de línguas, o livro chega ao Brasil em sua primeira tradução direta para o português, de Daniel Dago. ...
Na próxima quinta-feira, 25 de Outubro, será lançado o livro colectivo Os outros da colonização: ensaios sobre o colonialismo tardio em Moçambique, organizado por Cláudia Castelo, Omar Ribeiro Thomaz, Teresa Cruz e Silva e Sebastião Nascimento (Lisboa, Imprensa de Ciências Sociais ...
Enquanto aprofunda o caráter liberal e colonial de seu modelo de economia, o mundo enfrenta as contradições conflitantes inerentes a esse processo. A atual crise migratória é um dos casos mais veementes. Nações submetidas ao colonialismo são condenadas à ruína econômica e à violência política e social. Por consequência, os povos submetidos à exclusão e à violência são impingidos a se aventurar em travessias arriscadas em nome de uma possibilidade digna de sobrevivência, que não raras vezes mostra-se ilusória, no final das contas.. A tragédia das migrações expõe o mundo civilizado ocidental às suas mais duras verdades: os valores humanitários de suas constituições são letra morta. Mais que isso: essa realidade por tempos dissimulada vem se mostrando cada vez mais explícita.. Donald Trump é o exemplo mais acabado desse cinismo explícito em que as vítimas são transformadas em criminosos na cara-dura. Trump representa um espectro político que tem por hábito ...
Aspectos das inter-relações entre colonialismo, violência e interesses econômicos, representadas em O esplendor de Portugal, de António Lobo Antunes
É uma enorme alegria estar aqui com vocês nesta oportunidade. Muito prazer de estar integrando essa mesa, numa situação que nós sabemos que não é muito comum. Eu não sei quantas vezes uma pessoa indígena esteve, de fato, admitida numa condição de avaliar uma tese ou uma dissertação nas nossas universidades. Não é muito comum sujeitos que habitam aquele outro lado da linha abissal (Santos; Meneses, 2009SANTOS, B. S.; MENESES, M. P. (Org.). Epistemologias do sul. Coimbra: Almedina, 2009.) serem chamados para opinar deste lado - talvez isto reflita o tal do colonialismo interno (Casanova, 2006CASANOVA, P. G. Colonialismo interno (uma redefinición). In: BORON, A. A.; AMADEO, J.; GONZÁLEZ, S. (Org.). La teoria marxista hoy: problemas y perspectivas. Buenos Aires: Consejo Latinoamericano de Ciencias Sociales, 2006. p. 409-434. ). É um exemplo real de colonialismo interno que nos impregna.. Procurei fazer as leituras possíveis dessa tese (Vieira, 2019VIEIRA, N. B. S. Tem que ser do ...
Esta oficina propõe dar a conhecer aos jovens portugueses experiências de vida silenciadas, provenientes de espaços colonizados anteriormente por Portugal (Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Timor-Leste). Estas histórias são reveladoras da violência exercida pelo sistema colonial Português e dos seus impactos de longa-duração e que estão ausentes em grande parte da narrativa sobre o colonialismo em Portugal. Serão apresentadas histórias na 1ª pessoa a partir de reportagens, obras de expressão artística (literatura, filmes, música) de uma geração mais velha que viveu o colonialismo, mas também das gerações jovens destes países e das suas vivências nos países independentes, que de alguma forma refletem os impactos do colonialismo mas que revelam novas dinâmicas locais e perspetivas sobre o futuro. Nas oficinas será dada oportunidade aos estudantes para conhecerem estas histórias e, em conjunto, refletirem a partir destes outros olhares sobre esta parte da história de ...
Neste livro o autor discute os impactos do racismo e do colonialismo na psique (de colonizadores e colonizados) e mostra o quanto as alienações coloniais são incorporadas pelos colonizados, mesmo no contexto de elaboração do protesto negro.. O ano seguinte é marcado por um casamento e a sua mudança para a Argélia a fim de estudar mais profundamente os problemas enfrentados pelos imigrantes africanos na França. Segundo Oto (2003) estes momento foi fundamental para Fanon compreender os impactos do colonialismo na estrutura psíquica humana:. Ao tentar ampliar suas percepções sobre o problema dos pacientes em territórios coloniais, vinculando as enfermidade ao colonialismo, Fanon aceita neste mesmo ano o contrato com o Hospital Blida-Joinville na Argélia. Durante sua residência neste local os resultados de suas investigações o convenceram das dimensões assumiam o regime colonial e como este regime desarticula a estrutura psíquica das pessoas.( Oto 2003:219). O ano seguinte foi ...
Viver com o sangue que fica: The Blood That Remains, pesquisa sobre uma coleção colonial. Por Ricardo Roque (ICS-ULisboa). As palavras introdutórias que se seguem foram escritas para o/a leitor/a do artigo The Blood That Remains BJHS Themes (2019), de que se dá também notícia neste post.. Existem momentos em que confortará pensar que o colonialismo e o racismo científico apenas pertencem, bem contidos e arrumados, a uma época antiga que acabou. Mas não é assim. É sabido que por mais que o passado passe (ou por mais que queiramos que ele não regresse) há sempre coisas que ficam, bocados que se arrastam. Vivos, ou apáticos; inteiros, ou em destroços; pacificados, ou incómodos, dolorosos e corrosivos como ferrugem. Na memória. Nas palavras ditas. Nos gestos feitos. Na matéria de objetos, lugares, ou instituições. Assim é, por exemplo, com o colonialismo português. Em Portugal, o óbito tardio do longo, complexo e cruel império colonial português foi declarado em 1974-75 ...
Na América Latina, o fim do colonialismo não significou o fim da colonialidade. O caráter colonial das instituições que sobreviveram após a independência, ilumina a declaração de Evo Morales Ayma quando de sua posse na Presidência da República da Bolívia, em 2006, quando afirmara que é preciso descolonizar o estado. Para que não se pense que se trata de uma afirmação abstrata, registre-se que os concursos para servidores públicos naquele país eram feitos exclusivamente em língua espanhola, quando aproximadamente 62% da população pensam em quechua, aymara e guarani línguas que falam predominantemente no seu cotidiano. Em países como a Guatemala, Bolívia, Peru, México, Equador e Paraguai, assim como em certas regiões do Chile (no sul, onde vivem aproximadamente um milhão de Araucanos/Mapuches), da Argentina (Chaco norteño) e da Amazônia (brasileira, colombiana e venezuelana) o caráter colonial do Estado se faz presente com todo seu peso. O colonialismo interno, se ...
Para Marielle Franco, in memoriam. O termo alemão Zeitgeist é hoje usado em diferentes línguas para designar o clima cultural, intelectual e moral de uma dada época, literalmente, o espírito do tempo, o conjunto de crenças e de ideias que compõem a especificidade de um período histórico. Na Idade Moderna, dada a persistência da ideia do progresso, uma das maiores dificuldades em captar o espírito de uma dada época reside em identificar as continuidades com épocas anteriores, quase sempre disfarçadas de descontinuidades, inovações, rupturas. E para complicar ainda mais a análise, o que permanece de períodos anteriores é sempre metamorfoseado em algo que simultaneamente o denuncia e dissimula e, por isso, permanece sempre como algo diferente do que foi sem deixar de ser o mesmo. As categorias que usamos para caracterizar uma dada época são demasiado toscas para captar esta complexidade, porque elas próprias são parte do mesmo espírito do tempo que supostamente devem ...
o apartheid entre brancos e negros, mas só oficialmente. A vergonha inaudita que era aquela separação que estabelecia haver duplas casas de banho, restaurantes, cabeleireiros, autocarros, etc., etc., um/uma para cada raça era do mais humilhante, degradante e infra-humano que podia existir. Não sei, ou melhor, até sei muito bem, o porquê de um governo que levou décadas a instigar os poderes sul-africanos (e aqui até com razão, mas...) a abolir o apartheid, quando ele próprio o praticava do mesmo modo ou pior ainda na sua prória terra. Claro, veja-se depois da democracia instaurada no país, o que aconteceu àqueles povos. Ali temos o filme completo e a cores do que significa efectivamente a hipocrisia e o cinismo elevados à máxima potência de que os governantes e políticos norte-americanos têm sido férteis desde a sua fundação até aos dias de hoje. Constate-se a desgraça de regime que lá foi imposto e nos crimes subsequentes ocorridos e a ocorrer entre brancos e negros, ...
o apartheid entre brancos e negros, mas só oficialmente. A vergonha inaudita que era aquela separação que estabelecia haver duplas casas de banho, restaurantes, cabeleireiros, autocarros, etc., etc., um/uma para cada raça era do mais humilhante, degradante e infra-humano que podia existir. Não sei, ou melhor, até sei muito bem, o porquê de um governo que levou décadas a instigar os poderes sul-africanos (e aqui até com razão, mas...) a abolir o apartheid, quando ele próprio o praticava do mesmo modo ou pior ainda na sua prória terra. Claro, veja-se depois da democracia instaurada no país, o que aconteceu àqueles povos. Ali temos o filme completo e a cores do que significa efectivamente a hipocrisia e o cinismo elevados à máxima potência de que os governantes e políticos norte-americanos têm sido férteis desde a sua fundação até aos dias de hoje. Constate-se a desgraça de regime que lá foi imposto e nos crimes subsequentes ocorridos e a ocorrer entre brancos e negros, ...
Logo os europeus perceberam que estavam na vanguarda de muitos conhecimentos em relação a outros povos do planeta. Com esses conhecimentos e sua habilidade guerreira, experiência adquirida em séculos de Cruzadas com os povos mulçumanos, o europeu passa a diversificar a prática mercantilista estimulando o Colonialismo e é essa pratica econômica que nos leva a escravidão. O que era o Colonialismo ? Simples. Baseava-se na prática de se obter matérias primas a troco de nada, transforma-las em manufaturas ou seja, mercadorias e vende-las bem caro na Europa, foi assim que a mazela de diversos povos começaram, pois, não foi só o Negro que foi escravizado, mais o silvícola americano, os asiáticos e diversos outros povos passaram (e ainda passam, por incrivel que pareça !) por essa horrivel experiência… As colônias perteciam aos Reis e suas terras não eram distribuídas e sim arrendadas o que diminuia muito a possibilidade de qualquer plebeu ser dono de terras nos novos mundos. E ...
Logo os europeus perceberam que estavam na vanguarda de muitos conhecimentos em relação a outros povos do planeta. Com esses conhecimentos e sua habilidade guerreira, experiência adquirida em séculos de Cruzadas com os povos mulçumanos, o europeu passa a diversificar a prática mercantilista estimulando o Colonialismo e é essa pratica econômica que nos leva a escravidão.. O que era o Colonialismo ? Simples. Baseava-se na prática de se obter matérias primas a troco de nada, transforma-las em manufaturas ou seja, mercadorias e vende-las bem caro na Europa, foi assim que a mazela de diversos povos começaram, pois, não foi só o Negro que foi escravizado, mais o silvícola americano, os asiáticos e diversos outros povos passaram (e ainda passam, por incrivel que pareça !) por essa horrivel experiência… As colônias perteciam aos Reis e suas terras não eram distribuídas e sim arrendadas o que diminuia muito a possibilidade de qualquer plebeu ser dono de terras nos novos mundos. E ...
O líder da Renamo Afonso Dhlakama considerou que a miséria, resultante de políticas inadequadas do Governo, continua a perseguir a independência de Moçambique, e defende que a democracia no país seja assumida como arma de libertação e desenvolvimento.. Segundo ele, o mérito histórico dos 40 anos da independência é reduzido pela pobreza, fome, desigualdade social e perseguição violenta do Governo aos partidos da oposição, mantendo-se um convívio aparente entre a população.. Tudo aquilo que o colonialismo fazia, antes da independência, a Frelimo decorou. Se o colonialismo através da Pide matava pessoas, religiosos, proibia as pessoas de tudo, portanto limitava as liberdades, depois da independência a coisa piorou, mas com novas tácticas, declarou Dhlakama, adiantando que a traição da independência resultou na guerra civil de 16 anos conduzido pelo movimento.. O presidente da Renamo disse esperar ainda por um Moçambique com boa governação, que possa ser feita pelo ...
Com o título em epígrafe, o La Croix francês tem hoje um texto que achei por bem traduzir para vós, a saber: Mais de três semanas após as eleições no Zimbabwe, os resultados ainda não tinham sido publicados ontem. Pouco inclinados a defender a oposição e respeitando a figura de Robert Mugabe, os dirigentes da África Austral mostram-se reservados. Na África Austral, dedica-se muita importância às noções de soberania e de independência, em razão do passado colonial e do apartheid. Também se tem um grande sentido de hierarquia social e aqueles que lutaram contra o colonialismo formam uma espécie de aristocracia na qual Robert Mugabe é o mais velho. A este respeito, ele beneficia sempre de uma popularidade significativa nos países da região. A recordação do colonialismo sempre está presente e mesmo se as pessoas estão conscientes de que a Grã-Bretanha não é a única responsável pela crise actual do Zimbabwe, eles têm o desejo de recordar aos Britânicos a sua ...
Com o título em epígrafe, o La Croix francês tem hoje um texto que achei por bem traduzir para vós, a saber: Mais de três semanas após as eleições no Zimbabwe, os resultados ainda não tinham sido publicados ontem. Pouco inclinados a defender a oposição e respeitando a figura de Robert Mugabe, os dirigentes da África Austral mostram-se reservados. Na África Austral, dedica-se muita importância às noções de soberania e de independência, em razão do passado colonial e do apartheid. Também se tem um grande sentido de hierarquia social e aqueles que lutaram contra o colonialismo formam uma espécie de aristocracia na qual Robert Mugabe é o mais velho. A este respeito, ele beneficia sempre de uma popularidade significativa nos países da região. A recordação do colonialismo sempre está presente e mesmo se as pessoas estão conscientes de que a Grã-Bretanha não é a única responsável pela crise actual do Zimbabwe, eles têm o desejo de recordar aos Britânicos a sua ...
Com o título em epígrafe, o La Croix francês tem hoje um texto que achei por bem traduzir para vós, a saber: Mais de três semanas após as eleições no Zimbabwe, os resultados ainda não tinham sido publicados ontem. Pouco inclinados a defender a oposição e respeitando a figura de Robert Mugabe, os dirigentes da África Austral mostram-se reservados. Na África Austral, dedica-se muita importância às noções de soberania e de independência, em razão do passado colonial e do apartheid. Também se tem um grande sentido de hierarquia social e aqueles que lutaram contra o colonialismo formam uma espécie de aristocracia na qual Robert Mugabe é o mais velho. A este respeito, ele beneficia sempre de uma popularidade significativa nos países da região. A recordação do colonialismo sempre está presente e mesmo se as pessoas estão conscientes de que a Grã-Bretanha não é a única responsável pela crise actual do Zimbabwe, eles têm o desejo de recordar aos Britânicos a sua ...
Colonialismo e feudalismo : a questão dos prazos da Coroa em Moçambique no fim do século XIX / Giuseppe Papagno ; trad. Maria Regina Louro, Miguel Serras Pereira ; ca. Teresa Ferrand. - Lisboa : A Regra do Jogo, 1980 (Porto : Gráfica Firmeza, 1980. - 278, [2] p. ; 21 cm. - Biblioteca de história. 8). - Título original: Colonialismo e feudalesimo : la questione dei prazos da Coroa nel Mozambico alla fine del secolo XIX ...
As últimas semanas da política brasileira nos colocaram novamente a constatação de uma miséria da política - ou política da miséria - absoluta. A única saída da esquerda para a ascensão de um fascismo à brasileira é a volta dos que não foram, ou seja, novas alianças com a direita tradicional, que podemos apelidar de alto clero - que agora soam ainda menos dignas depois do golpe de 2016. Ninguém mais finge acreditar que existam limites para essas alianças - ou para o leilão dos próprios princípios.. Nesse sinistro teatro de zumbis, temos que engolir o povo nas ruas no Chile, Venezuela, Colômbia, Peru, México, Estados Unidos, Mianmar, e sabe-se lá mais onde, mas nós sempre somos reduzidos à nossa impotência.. O Brasil é o diferentão do continente.. Nem vou me ater às questões históricas e sociais que levam à isso, já que são muitas e tão complexas, que uma coleção de livros não daria conta. Mas parece impossível não reconhecer que existe um esforço cada ...
Direitos iguais para africanos na Alemanha e nas colónias - foi a exigência feita há 100 anos por um grupo de 18 africanos. A petição de Dibobe é celebrada em Berlim.
Um modo de vermos a colonialidade ressurgir é precisamente na missão que o museu se atribui. África ​​é um objeto de estudo, enquanto a ideia de representatividade e o desejo de ser uma janela num continente são os princípios epistemológicos básicos da lógica imperialista. A cenografia dá continuidade à coisificação e à
Entretanto, o Prosavana é o mais conhecido dos programas a ser realizado no Corredor de Nacala, onde o ponto final é o porto, e onde uma ferrovia atravessa o norte do país. O discurso é o mesmo: ajudar a agricultura dos 4,5 milhões de pequenos produtores, melhorar a eficiência, combater a fome, mas depois de tudo isso, organizá-los em cooperativas para que se enquadrem no agronegócio e mergulhem no mercado de commodities mundial. Trabalhar para regulamentar a terra e nos projetos de reassentamentos. A Vale que explora carvão em Moatize tem uma área de 23 mil hectares e reassentou mais de mil famílias. A União Nacional dos Camponeses de Moçambique tem denunciado o Prosavana justamente por não contemplar as comunidades locais, de usurparem das suas terras e de implantar um programa sem consulta pública. Sem contar que a Fundação Getúlio Vargas estava fazendo a estruturação do Fundo Nacala, com sede em Luxemburgo e que pretendia captar dois bilhões de dólares de investidores e ...
A meu ver, a principal contribuição da antropologia para o discurso da construção da nação foi a de compatibilizar unidade e diversidade, o que estava - ao menos no que diz respeito à diversidade - em congruência com a divisão de trabalho estabelecida no momento da constituição das ciências sociais na segunda metade do século XIX, quando coube à antropologia e aos estudos clássicos a investigação dos outros, como parte de um dispositivo de poder na organização colonial-imperial do mundo. Entre nós, cumpriu-se essa missão do estudo do outro magnificamente, mas, agora, sob a égide da construção da nação, tanto do lado da produção antropológica, como da sua recepção. Embora, ao contrário do que costumam fazer os seus teóricos - e também um sensível historiador da antropologia como George Stocking Jr. (1982) -, talvez não se deva considerar a construção da nação em oposição absoluta ao colonialismo. Dever-se-ia reconhecer não só o efeito do colonialismo e ...
Quem assistiu a Hotel Ruanda e/ou Abril Sangrento sabe que esse conflito originou-se do colonialismo belga, que invadiu Ruanda e escolheu a etnia tutsi, de pele mais clara, como quase-elite, em detrimento dos hutus, mais escuros. Quando o colonialismo acabou, os queridos europeus foram embora, deixaram as etnias lá em ebulição - aliás, eles nunca entenderam direito o que são etnias, visto que a maioria dos conflitos africanos perenes são por causa de misturas indevidas de culturas que o velho-mundistas achavam a mesma coisa - até que, em 1994, houve um atentado ao governo hutu, que reagiu massacrando mais de 800.000 tutsis - creio que os únicos sobreviventes foram os que se esconderam no hotel retratado no supracitado filme. E hoje temos esse revanchismo tutsi. E a culpa e, claro, do homem branco. Como disse Michael Moore em Stupid White Men, se eu vejo um branco se aproximando de mim, mudo de calçada na hora. Eles são um perigo ...
Embora seja absolutamente justificado refutar as ilusórias e mesmo perigosas acusações de que os judeus estimularam o discurso anti-negro e/ou o comércio atlântico de escravo, tornou-se de todo muito fácil para os acadêmicos judeus tornarem-se presa de uma auto-congratulatória ilusão de ordem oposta. As incoerências das visões anti-judaicas de demagogos nacionalistas extremistas negros não apaga a necessidade de criticar preconceitos problemáticos em casa. Neste artigo, eu irei analisar alguns dos principais trabalhos da historiografia judaica americana no período inicial do colonialismo europeu, traçando o relacionamento entre a atuação judaica como objeto histórico e a atuação negra como objeto histórico como também as relações raciais e o colonialismo europeu. Esta análise nasceu do interesse em entender como a auto-compreensão acadêmica judia tem tanto moldado os intermitentes mas persistentes debates acerca dos negros e dos judeus como também tem sido moldada ...
Na zona controlada pelos ugandeses - assinalou a jornalista Marina Rini depois de visitar o noroeste da R. D. do Congo - não existe monopólio. Assegura que em Butembo operam seis grandes compradores estrangeiros, oficialmente em competição entre si. Os empregados estrangeiros, com exceção de um ugandês, são todos soviéticos: russos ou cazaques. Sem revelar sua identidade confessaram a Marina Rini: Vivíamos há muitos anos na África do Sul e agora viemos comercializar o coltan. Deles, compra o Cazaquistão. Informações reservadas da ONU revelam que o tráfico é organizado pela filha do presidente cazaque, Nursultan Nazarbaev, através de sociedades mistas belgas. A filha de Nazarbaev está casada com Vassili Mette, diretor geral da Ulba, empresa cazaque que extrae e refina urânio, coltan e outros minerais estratégicos. Ao que parece, Salim Saleh, irmão do presidente ugandês, Yoweri Museveni, não está fora deste florescente negócio.. Companhias ocidentais na exploração do ...
Desde 2002, países da África, das Caraíbas e do Pacífico (ACP) têm negociado um acordo recíproco de livre comércio, chamado de Acordo de Parceria Económica (APE), com a União Europeia (UE). Embora tenha sido descrito como uma varinha de condão para industrializar e desenvolver os países da ACP, trata-se, na realidade, de um acordo injusto que se insere num marco colonial. Apesar de pouco divulgado, o APE tem enfrentado uma oposição contínua em muitos países da ACP, sobretudo por causa dos seus efeitos devastadores sobre pequenos agricultores. Os casos de alguns países africanos que apresentaremos a seguir ilustram a forma como pequenas comunidades estão a lutar para retomar o controlo sobre os seus recursos e proteger os seus mercados contra a enxurrada de alimentos processados baratos da UE, junto com pesticidas e organismos geneticamente modificados.
A alta prioridade que está sendo dada pela União Europeia à questão de sua segurança interna mostra que o vínculo com o complexo militar é cada vez maior, como indicam os crescentes gastos de seus países membros com tecnologia e pessoal no setor. Embora este projeto seja apresentado como um modelo de pesquisa integrada entre sistemas de vigilância por terra, ar, mar e espaço cibernético, segundo o relatório do Statewatch assinado por Ben Hayes, seu objetivo vislumbra o mundo dividido em zonas vermelhas e zonas verdes; fronteiras externas controladas por uma força militar e internamente por uma extensa rede de postos de segurança físicos e virtuais; espaços públicos, microestados e megaeventos policiados por sistemas de vigilância de alta tecnologia e forças de reação rápidas; missões de manutenção de paz e de administração de crises que não estabelecem nenhuma distinção operacional entre um subúrbio de Basra, no Iraque, e uma Banlieue, na periferia de Paris; assim ...
Arménio Carlos considera inaceitáveis quaisquer sanções europeias a Portugal e critica a decisão, independentemente do desfecho que o processo venha a ter. UGT tem a mesma opinião
España: Astudillo, Palencia, Barcelona, Valladolid, Frómista, Carrión, Guardo, Velilla del Río Carrión, Valcobero, Saldaña, Burgos, Amayuelas de Abajo, San Cebrián de Campos, Boadilla del Camino, Tardajos, Olmillos de Sasamón, Sasamón, Villasandino, Villasilos, Castrojeriz, Hinestrosa, Castrillo de Cabezón, Arenillas de Riopisuerga, Melgar de Fernamental, Melgar de Yuso, Pedrosa del Príncipe, Villalaco, Santander, La Concha De Villaescusa, Madrid, Alcobendas, Bilbo/Bilbao, Osorno, Cervera de Pisuerga, Santa María de Redondo, Iruña/Pamplona, Donostia/San Sebastián, Aguilar de Campoo, Fuentes de Valdepero, La Pernía, Camasobres, Piedrasluengas, Valdeprado, Pesaguero, Cabriezo, Frama, Ojedo, Potes, Luriezo, Cahecho, Cambarco, Aliezo, Tama, Fuente De, Treviño, Santo Toribio, Gordaliza del Pino, Castrovega de Valmadrigal, Matallana de Valmadrigal, Matadeón de Los Oteros, Torquemada, Baltanás, Cevico Navero, Tórtoles de Esgueva, Olmedillo de Roa, Roa de Duero, Peñafiel, Pesquera de ...
De Manuel Navarrete] Está predominando entre nosotros una concepción cortoplacista de la política, que nos lleva a encerrarnos en mitad del incendio. Pero por poco rentable que parezca en este «Sísifo» electoral que nos avasalla, es sencillamente imperativo trabajar en el largo plazo para extender entre nuestro pueblo la conciencia de que en el seno de la UE y el euro, cualquier «gobierno del cambio» -por buenas que sean sus intenciones y por rompedores que sean sus «gestos»- está condenado a repetir la «tragedia griega». (redroja.net ...
Secando o rio Jordão. Os assentamentos judaicos ilegais consomem grandes quantidades dos já esgotados recursos hídricos palestinos. De fato, o controle da água foi uma das primeiras políticas adotadas por Israel após o estabelecimento de sua ocupação militar em 1967. As políticas discriminatórias de Israel em relação a seus usos e abusos de água são conhecidas como apartheid da água. O consumo irresponsável de água por parte de Israel e o uso errático de barragens têm um impacto ambiental vasto e possivelmente irreversível, alterando fundamentalmente o ecossistema hídrico.. Conforme o relatou o jornal Israeli Ynet News, no norte, devido à construção de novas barragens para dar aos fazendeiros (isto é, aos colonos judeus ilegais) o acesso à água, as taxas de fluxo no Rio Jordão diminuíram significativamente.. Esses relatos da mídia sobre o impacto destrutivo de Israel no Jordão têm sido um tópico fundamental há anos. Nivelando a paisagem. A construção ...
O presidente da Fifa, Gianni Infantino, rejeitou os comentários de que a federação internacional de futebol adotou uma atitude
Jornalista profissional fui durante muito tempo editor de Internacional do então Diário da Tarde, de Belo Horizonte, onde iniciei como redator e colunista sindical, passando depois para a Editoria de Cidades. Antes, trabalhei como repórter e colunista do jornal Novos Rumos, sucursal de Minas Gerais, até que o golpe militar que instaurou a ditadura, em 31 de março de 1964, fechou o jornal. Nos anos 70 fundei e fui diretor geral do Jornal União Sindical, que era distribuído aos trabalhadores do Estado, através de sindicatos e federações de trabalhadores do campo e da cidade. Também trabalhei como assessor de imprensa em várias entidades sindicais do Estado, além de ter ajudado a fundar sindicatos de trabalhadores rurais e, em Belo Horizonte, Uniões de Defesas Coletivas. Sou responsável por este blog há mais de sete anos ...
O Instituto Humanitas Unisinos - IHU - um órgão transdisciplinar da Unisinos, que visa apontar novas questões e buscar respostas para os desafios de nossa época. Parte da visão do humanismo social cristão, debatendo a sociedade do futuro.
O Indagação é um site com questões de vestibular e questões de concurso. Além de uma série de atividades de todas as disciplinas e atividades para educação infantil. Questões Indagação: todas as disciplinas. Tudo Grátis. www.indagacao.com ou www.indagacao.com.br
O Instituto Humanitas Unisinos - IHU - um órgão transdisciplinar da Unisinos, que visa apontar novas questões e buscar respostas para os desafios de nossa época. Parte da visão do humanismo social cristão, debatendo a sociedade do futuro.
O governador José Serra, possível candidato à presidência da República pela aliança demo-tucana, é contra o pluralismo linguístico e prefere privilegiar, na rede estadual de ensino, apenas a língua inglesa. O decreto nº 54.758/09, publicado no Diário Oficial do Estado de 11 de setembro de 2009, afirma que que as línguas estrangeiras podem ser cursadas nos Centros de Estudos de Línguas, que também funcionam nas escolas públicas do Estado, porém não há acesso à comunidade, além de possuir apenas 77 escolas que disponibilizam o serviço para São Paulo ...
1. Negros - Cultura - Brasil. 2. Brasil - Civilização - Influências africanas 3. Negros - Identidade racial. I. Souza, Ana Lúcia Silva. II. Universidade Federal da Bahia. Centro de Estudos Afro-O... by dejaird_1
Um objetivo e corajoso documento, versando 9 pontos básicos sobre questões da música e da cultura brasileira, resultou de quatro painéis realizados durante os dias 8 a 10 de novembro, na cidade de Carazinho (60 mil habitantes, 284 km de Porto Alegre), reunindo nomes representativos da música brasileira. Um dos cinco festivais nativistas de maior importância entre os quase 50 promovidos, anualmente, no Rio Grande do Sul, a Seara incluiu, este ano, um Chamamento Cultural, com a finalidade de debater a problemática relacionada com a Valorização dos regionalismos e independência da cultura musical brasileira, que, acima de fronteiras estaduais ou regionais, levantou problemas da maior importância, justificando que o documento ali elaborado, intitulado Alerta do Chamamento, venha a ser entregue, nos próximos dias, ao ministro Aloísio Pimenta, da Cultura, em Brasília, e que, no próximo ano, no Rio Grande do Sul, aconteça um seminário para o aprofundamento dos debates de questões ...
Agência AFP. CANCUN - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, acusou nesta segunda-feira a Grã-Bretanha de fazer uma das mais grosseiras demonstrações de colonialismo nas ilhas Malvinas. E pediu aos participantes da reunião da América Latina e do Caribe que exijam que a plataforma de petróleo na área próxima à ilha seja desmontada.. É uma das mais grosseiras demonstrações do velho colonialismo unido com o novo, o neocolonialismo, disse Chávez na conferência que reúne 32 países do continente, sem os Estados Unidos e Canadá, e que ocorre até terça-feira na zona turística de Cancún, no México.. Nos solidarizamos fortemente com a Argentina, com seu povo e seu governo nesse pedido. E exigimos não apenas que retirem essa plataforma e que o governo inglês cumpra as resoluções das Nações Unidas, mas também que devolva esse território legítimo ao seu dono: o povo argentino, acrescentou.. Chávez assegurou que são atitudes como a da Grã-Bretanha que tornam ...
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São Paulo - Dedicando a palestra ao deputado federal eleito Marcelo Freixo (Psol-RJ), que teve um plano de atentado contra sua vida descoberto recentemente, o sociólogo português Boaventura de Sousa Santos fez uma análise pouco convencional sobre os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos e o futuro da luta por direitos no mundo. Uma luta que, segundo ele, deve ser fundamentada nos ideais anticapitalista, anticolonialista e antipatriarcal. Para o diretor do Centro de Estudos Sociais (CES) da Universidade de Coimbra, estes três elementos se articulam desde o século 16 contra os direitos do homem. O drama da nossa sociedade é que o capitalismo, o colonialismo e o patriarcado atuam juntos, enquanto nossas lutas estão fragmentadas e desarticuladas, afirmou Boaventura de Sousa Santos, durante palestra na noite de terça-feira (18), no Sesc Bom Retiro, na região central de São Paulo. O sociólogo acredita que o colonialismo praticado durante séculos pelos países europeus ...
Mais a norte, o primeiro-ministro da Irlanda do Norte (que faz parte do Reino Unido) também questionará os eleitores acerca da inclusão na República da Irlanda. Martin McGuinness disse que o resultado do referendo significa que o governo britânico perdeu o mandato para representar os interesses económicos ou políticos do povo da Irlanda do Norte. Temos uma situação em que o Norte vai ser arrastado para fora [da União Europeia] devido a uma votação em Inglaterra (...). O Sinn Féin vai fortalecer o seu pedido, sua exigência de longa data, para uma votação sobre a fronteira, adicionou Declan Kearney, presidente do Sinn Féin ...
Sean Penn foi recebido esta segunda-feira pela presidente da Argentina, Cristina Kirchner, em Buenos Aires. O ator norte-americano criticou o
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Lego Harry Potter Years 1-4 é um jogo da franquia de videogames LEGO, desenvolvido pela Travellers Tales e publicado pela Warner Bros, para as plataformas Wii, Nintendo DS, Playstation 3, Xbox 360, PSP, Windows, Mac OS X, iOS e Android. O jogo é baseado na linha de brinquedos LEGO e a série de filmes e livros Harry Potter. Seu enredo irá cobrir os primeiros quatro livros da série: Harry Potter e a Pedra Filosofal, Harry Potter e a Câmara Secreta, Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban e Harry Potter e o Cálice de Fogo, sendo cada um contando um ano na vida de Harry Potter, o protagonista, dai o nome do jogo Years 1-4 que significa em tradução literal Anos 1-4. Diferente de seu sucessor, nem todos os Consoles ou portáteis tem a opção de linguagem em Português. Foi anunciado que já está em produção Lego Harry Potter Years 5-7, que foi anunciado 3 meses após o lançamento LEGO Harry Potter Years 1-4. A data de lançamento já fora anunciada e é em novembro de 2011. Meses ...
Logo no começo, Harry e seu primo Dudley são atacados por dois dementors em Privet Drive. Harry consegue produzir um Patronus e salva os dois, mas acaba descobrindo que existem pessoas na vizinhança que são mágicos plantados por Dumbledore para protegê-lo. Por usar mágica fora da escola, Harry recebe imediatamente um comunicado do Ministry of Magic expulsando-o de Hogwarts - seguido por outros vários comunicados, que acabam por marcar uma audiência onde Harry será julgado. Fudge está em campanha contra Harry e Dumbledore, ele continua se recusando a acreditar que Voldermort está de volta, e tenta desacreditá-los a todo custo. Estudantes podem usar mágica para defesa em situações de risco, mas Fudge e outros membros do Ministry dizem que Harry inventou o ataque dos dementors. Dumbledore acaba trazendo testemunhas e Harry é declarado inocente. Harry passa o resto das suas férias com Ron, Hermione e os Weasleys na sede da Ordem da Fênix, a sociedade de mágicos que luta contra ...
Segundo o então presidente do partido, o MPLA é Angola e Angola é o MPLA. Quando o MPLA for apenas um dos partidos do país e Angola for um verdadeiro Estado de Direito, então haverá outros protagonistas. Mesmo assim talvez sejam todos do… MPLA.. Até lá, os angolanos continuarão sujeitos à lavagem do cérebro de modo a que julguem que António Agostinho Neto foi o único a dar um contributo na luta armada contra o colonialismo português e para a conquista da independência nacional que, ao fim de 44 anos, mais não tem sido do que a mera substituição dos colonialistas. Deixaram de ser os portugueses e passaram a ser os angolanos do MPLA.. Cabe agora ao MPLA actualizar a cartilha e falar ao mundo do papel de João Lourenço na luta pela libertação de Angola, em particular, e do continente africano em geral. Com alguma habilidade ainda vamos ver referências ao seu contributo para a libertação da Europa.. Haverá já quem esteja a recolher elementos para escrever que, fruto da ...
A determinação e o sacrifício consentido pelos heróis do 4 de Fevereiro na luta contra o colonialismo português foi apontada como veículo da conquista da soberania da nação, por representar o impulso do espírito libertador do povo angolano.. A consideração foi manifestada pelo ministro dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Cândido Pereira Van-Dúmen, quando falava à Angop por ocasião da efeméride que se comemora no próximo dia 4 de Fevereiro.. O governante realçou que o espírito patriótico dos valorosos combatentes naquela altura possibilitou que Angola saísse do jugo colonial e alcançasse a sua independência, afirmando-se perante a África e ao mundo como um país livre.. Foi uma luta difícil para que os angolanos passassem a ser donos de si próprios e começassem a reconstruir a sua terra, erguendo infra-estruturas sociais para seu benefício.. Hoje, eu vejo Angola livre e independente graças a coragem dos nossos combatentes e heróis que conseguiram ...
Apresentação dos filmes O regresso de Amílcar Cabral e Speel Reel seguido de uma conversa com Sana na NHada e Filipa César.. LUTA CA CABA INDA é uma expressão crioula que se traduz por A LUTA AINDA NÃO ACABOU. É também o título de um filme inacabado da coleção do Instituto Nacional do Cinema e Audiovisual (Instituto Nacional do Cinema e Audiovisual, INCA), em Bissau, - título esse que assombra - o acabamento do filme, da luta e possivelmente deste projeto. A luta foi pela Independência da Guiné-Bissau do colonialismo português. O projeto se baseia em pesquisas colaborativas em torno dos conteúdos do arquivo de filme do INCA, imagens e sons produzidos para o movimento de libertação. Nos apropriamos do título e do seu feitiço para uma série de apresentações públicas e eventos discursivos utilizados ​​para canalizar os conteúdos desse corpus fragmentado e escolhemos acolher suas contradições. Nesse contexto, nós sempre significamos os cineastas guineenses e o ...
tk - IMPERIALISMO RESUMO E QUESTÕES DE VESTIBULARES 1. Imperialismo (1870-1914), uma definição: É o movimento do grande capital financeiro europeu em busca de novos mercados tanto na Ásia, África e na América Latina. Os Estados europeus eram o grande instrumento desse movimento, em que em alguns casos, houve ocupação militar e em outros, apenas entrada de capitais. O Imperialismo teve a sua arrancada com a crise e superprodução de 1873, que leva o grande capital europeu a buscar novos mercados, matérias-primas e escoadouros para o excesso de capital na Europa. Não é à toa que a presença das empresas é maior que a dos governos nas colônias imperialistas. 2. O Imperialismo na África: . Quadro geral da África antes do Imperialismo: O continente é diverso antes das incursões européias. Na região mediterrânea, existia o grande e decadente Império turco-otomano. Outras regiões litorâneas da África foram colonizadas desde os tempos do velho colonialismo, como Angola e ...
O islamismo verdadeiro e fundamental, aquele praticado por Maomé e seus companheiros (os salafis) está de volta, depois de um curto período de tempo (colonialismo europeu e império soviético) durante o qual as sociedades predominantemente muçulmanas foram afetadas pelos ideais de igualdade dos Direitos Humanos ou do Socialismo. Este recrudescimento tem sido capitaneado pela Irmandade Muçulmana, pelo Wahabismo saudita e pelo komeinismo iraniano xiíta.. Com o retorno ao verdadeiro islamismo, as sociedades muçulmanas voltaram a ser refratárias a qualquer idéia de igualdade entre as pessoas, e as minorias, mesmo aquelas nativas, têm sido perseguidas de modos dos mais diversos, sejam ateus, agnósticos, bahai, cristãos, budistas, hindus, etc. Mulheres voltam a assumir o seu estatus secundário na sociedade, homosexuais são presos ou mortos e o trabalho semi-escravo não é punido quando aplicado aos não muçulmanos. A Sharia, a lei islâmica, retomou o seu papel de regulamento superior ...
comunismo (62) Africa (26) África (19) Ambiente (62) America Latina (10) América Latina (60) Angola (36) anticapitalismo (103) armas nucleares (11) Asia (1) Ásia (28) Bilderberg (41) Bioterrorismo (13) Brasil (40) capitalismo (401) Capitalismo. socialismo (51) China (49) CIA (43) colonialismo (70) comunismo (52) Condição Feminina (39) Consumo (42) corrupção (399) criminosos de guerra (207) Cuba (44) Cultura (342) Desemprego (2) Ecologia Social (221) Economia (304) Educação (53) Eleições (111) Espanha (54) EUA (409) Europa (565) Europa. EUA (18) fait-divers (10) fascismo (114) Filosofia (48) globalização (170) Grã Bretanha (2) História Clássica (124) humor (91) ICAR (129) imperialismo (499) Informação Livre (54) insurreição (145) Irão (19) Iraque (8) Israel (5) IVReich (6) judeus (178) Juizes (37) keynesianismo militar (20) Ladrões (126) Lisboa (38) Manipulação dos Media (231) Medio Oriente (69) Médio Oriente (76) Movimento Operário (101) MRPP (9) Multiculturalismo (64) ...
Moçambique está entre os países com maior quantidade de minas terrestres no mundo, em decorrência da guerra civil, que durou 16 anos (1976-1992). Antes da guerra civil, Moçambique viveu um período de conflitos armados para conquistar a autonomia e acabar com o colonialismo português, em 1974.. Até dezembro, devemos ter uma visão mais elucidativa sobre a desminagem do território nacional, no período entre janeiro e fevereiro de 2014 queremos começar a produzir os relatórios [exigidos pela ONU sobre o tema], disse Martins.. As minas terrestres são colocadas ou plantadas, como dizem os especialistas, em áreas de campo aberto, em geral. Elas são dispostas de forma quase invisível, pondo em risco principalmente as crianças e os adolescentes, que não percebem a localização das minas quando correm ou brincam em campo aberto.. ...
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O conceito sistemas de escrita da África se refere aos sistemas de escrita atuais e históricos usados no continente africanos, tanto os dali nativos e também os ali introduzidos por colonizadores e pelos muçulmanos. O alfabeto latino é a escrita mais usada no continente, em especial na chamada África negra, a subsaariana. A escrita Árabe domina no norte do continente e a Geez, Etíope no Chifre da África. Há ainda escritas regionais com alguma significância. A importância da tradição e cultura orais da África e suas relações com as línguas europeias através do colonialismo levaram a uma visão equivocada e preconceituosa do ocidente em relação às escritas nativas. Isso se refere tanto às línguas que nunca tiveram escrita, como às que tiveram novas escritas criadas só muito recentemente . Lembremos que muito antes da presença do alfabeto árabe, introduzido na África desde o século VII e do alfabeto latino, ali introduzido por missionários e colonizadores desde o ...
Renomados autores de países falantes da Língua Portuguesa já passaram pelo projeto do Quintal, que promove encontros virtuais com autores, estudiosos e leitores para discutir obras de ficção e as interfaces culturais e artísticas nos países que falam o idioma. Depois de Angola, Brasil, Moçambique e Portugal, agora é Guiné-Bissau, com a participação do reconhecido escritor Abdulai Sila. O bate-papo virtual ocorre no dia 11 de setembro, a partir das 14h (Brasília) / 17h (Bissau) / 18h (Lisboa e Luanda) e 19h (Maputo).. Além de escritor, Abdulai também é engenheiro, economista e investigador social formado pela Universidade de Dresden, na Alemanha. Suas obras exploram e analisam a importância da escrita para uma geração que sonhou pelo fim do colonialismo no país africano. Entre as principais influências estão obras do escritor luso-angolano Luandino Vieira e do brasileiro Jorge Amado. Ele é responsável pela iniciação de uma corrente que une ficção e realidade na ...
Johanesburgo, 18 abr (EFE) - O presidente do Zimbábue, Robert Mugabe, acusou hoje o Reino Unido de estar por trás do grupo de opositores que quer tirá-lo do poder e afirmou que não permitirá que seu país seja de novo uma colônia. Estamos sendo comprados como cordeiros, pois estamos sofrendo, afirmou o presidente do Zimbábue em um ato que liderou em um estádio do bairro de Highfield, aos arredores de Harare, para lembrar o 28º aniversário da independência do país. Segundo a agência ZimOnline e outros veículos de comunicação sul-africanos, em seu discurso Mugabe disse que o Reino Unido está tentando instalar no Zimbábue um Governo tirano que responda aos interesses do colonialismo. O Zimbábue nunca voltará a ser uma colônia, insistiu o chefe de Estado, que está no poder desde a independência do país, em 1980. O ato, presenciado por cerca de 20 mil pessoas, foi o principal de uma série de comemorações que ocorreram hoje em todo o país, segundo os cálculos da ZimOnline. Mas o
aborto (1) Abya Yala (3) Ademir (1) África (1) agrotóxicos (1) Água (1) Alegria (1) alimentação (1) Amarildo (4) América Central (2) América Latina (12) Amigas (1) amigos (2) amizade (2) amor (10) Amsterdam (2) Anarquismo (1) andes (1) animais (1) aniversário (1) Ano novo (2) araucarias (1) Ariano (1) Armandinho (1) Arquivo X (1) Artigas (3) ascarel (2) assassinato (1) Banda Oriental (1) Beijin (1) Belchior (1) beleza (3) Belo Monte (1) bicicleta (1) Bolívar (2) Bolívia (5) Bolsa Permanência (1) Bradley (1) Brasil (5) Cachorros (2) Campeche (36) Capitalismo (4) Capoeira (3) Caravana (1) Caribe (1) Carnaval (1) Carne (1) Centro (2) cerveja (1) CESB (1) charrua (1) Chávez (3) Che (4) Chile (1) China (9) Cidade (34) Cidade Proibida (1) Ciência (1) Cinema (7) Colômbia (4) Colonialismo (1) Comcap (1) comida (1) Comissão da Verdade (1) Compaixão (1) Compasso Aberto (1) Comuna (2) comunicação (9) Comunicação Comunitária (7) Comunicação Popular (10) Comunidade (3) Comunismo (3) ...
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A descolonização maciça europeia do pós-II guerra mundial fez crescer a condenação ao colonialismo e a resistência à dominação portuguesa. Após a proclamação da Independência da Índia face aos britânicos em 1947, Portugal recusou o pedido da Índia para rescindir da posse do Estado Português da Índia. Esta atitude foi condenada pelo Tribunal Internacional e pela Assembleia das Nações Unidas. Para deter as pressões políticas internacionais, na esperança de preservar um Portugal intercontinental, o Estado Novo formulou uma nova política Ultramarina em 1951: revogou o Acto Colonial de 1930 e criou a chamada solução Portuguesa, que passou a designar as colónias por províncias ultramarinas, considerando que estas eram parte integrante e inseparável de Portugal, como Nação Multirracial e Pluricontinental. Em 1954, após protestos pacíficos e a recusa do governo português em negociar, a União Indiana anexou Dadrá e Nagar Haveli. No início da década de 1960, nas ...
2016 (1) África (5) Água (1) Ajuda internacional (2) América do Sul (22) América Latina (10) árabe (1) Argentina (3) Ásia (1) Atlântico Sul (1) Autonomia (4) Azoury (1) Banco do Sul (1) Bernard Lewis (1) Bolívia (2) Brasil (6) Brexit (4) BRICS (4) Carta Maior (1) Celso Furtado (1) Centro-Periferia (4) Cerveja (1) Charlie Hebdo (2) China (5) Ciências Sociais (1) Civilização Ocidental (1) colonialidade do poder (3) Colonialismo (2) Colonização (1) Congo (1) Conservadorismo (1) cônsul honorário (1) Contribuições (1) Copa do Mundo (3) cotas de gênero (1) crescimento econômico (2) Crise Econômica (4) Cuba (4) decolonial (2) Defesa (4) demanda efetiva (1) Democracia (4) Democracy (1) desastre ambiental (1) Desenvolvimento (13) desequilíbrio (1) diplomacia (2) Diplomacia Midiática (1) Direito Comunitário (2) Direito Internacional (3) E-book (1) Ebola (1) Ecologia (1) Economia Política Internacional (13) Economia-Mundo Capitalista (1) Educação (1) Edward Hallet Carr (1) Edward ...
Vítima da PIDE ou das lutas intestinas do PAIGC ? -O mistério ainda perdura sobre o desaparecimento de Amílcar Cabral, uma das grandes personalidades africanas do seu tempo. Cabral era uma pessoa clarividente, que se bateu -sem ódio pelos Portugueses- pela independência política do seu país e pela emancipação dos povos da Guiné-Bissau e de Cabo Verde. Muitas vezes afirmou que o seu adversário não eram os portugueses, mas, isso sim, o colonialismo salazarista; e bastas vezes disse que o melhor que legámos às gentes daquele recanto de África foi a nossa língua. Amílcar Cabral (que era natural de Bafatá, onde nasceu em 12 de Setembro de 1924) foi assassinado em Conacri no dia 20 de Janeiro de 1973. Era engenheiro formado em Lisboa, no Instituto Superior de Agronomia. A sua morte foi uma perda imensa para o seu país (que adquiriu a independência em 1974, pouco tempo depois do MFA e do povo terem instaurado a democracia em Portugal), para a África e para a Humanidade. Por isso ...
2016 (1) África (5) Água (1) Ajuda internacional (2) América do Sul (22) América Latina (10) árabe (1) Argentina (3) Ásia (1) Atlântico Sul (1) Autonomia (4) Azoury (1) Banco do Sul (1) Bernard Lewis (1) Bolívia (2) Brasil (6) Brexit (4) BRICS (4) Carta Maior (1) Celso Furtado (1) Centro-Periferia (4) Cerveja (1) Charlie Hebdo (2) China (5) Ciências Sociais (1) Civilização Ocidental (1) colonialidade do poder (3) Colonialismo (2) Colonização (1) Congo (1) Conservadorismo (1) cônsul honorário (1) Contribuições (1) Copa do Mundo (3) cotas de gênero (1) crescimento econômico (2) Crise Econômica (4) Cuba (4) decolonial (2) Defesa (4) demanda efetiva (1) Democracia (4) Democracy (1) desastre ambiental (1) Desenvolvimento (13) desequilíbrio (1) diplomacia (2) Diplomacia Midiática (1) Direito Comunitário (2) Direito Internacional (3) E-book (1) Ebola (1) Ecologia (1) Economia Política Internacional (13) Economia-Mundo Capitalista (1) Educação (1) Edward Hallet Carr (1) Edward ...
Por que e para que estudar a África?, pergunta autora na Introdução desta obra, que elucida aspectos fundamentais da história da língua inglesa no continente africano - uma história do passado que se reafirma no presente, quando a língua inglesa, antes atrelada ao imperialismo britânico e trabalhada como ferramenta do colonialismo, é fortalecida no pós-independência das colônias e dos protetorados, ao ganhar o status de língua oficial. Partindo da desconstrução de um conceito estereotipado de África, a autora explica que as reflexões apresentadas neste livro são norteadas por uma ética ligada à subversão de discursos que inventaram uma África débil e servil, mais especificamente de um discurso que infere a inevitável superioridade da língua inglesa em relação às línguas africanas autóctones. Em contrapartida ao discurso que promove o inglês como língua global e globalizante, A língua inglesa na África ressalta a importância social e política das línguas ...
Por que e para que estudar a África?, pergunta autora na Introdução desta obra, que elucida aspectos fundamentais da história da língua inglesa no continente africano - uma história do passado que se reafirma no presente, quando a língua inglesa, antes atrelada ao imperialismo britânico e trabalhada como ferramenta do colonialismo, é fortalecida no pós-independência das colônias e dos protetorados, ao ganhar o status de língua oficial. Partindo da desconstrução de um conceito estereotipado de África, a autora explica que as reflexões apresentadas neste livro são norteadas por uma ética ligada à subversão de discursos que inventaram uma África débil e servil, mais especificamente de um discurso que infere a inevitável superioridade da língua inglesa em relação às línguas africanas autóctones. Em contrapartida ao discurso que promove o inglês como língua global e globalizante, A língua inglesa na África ressalta a importância social e política das línguas ...
Foi depois da Primeira Grande Guerra que o movimento socialista internacional repudiou o colonialismo europeu e transformou o imperialismo no inimigo número um da esquerda mundial. Assim mesmo, quando os socialistas chegaram pela primeira vez ao poder, na Europa, e foram obrigados a governar economias capitalistas, não conseguiram extrair consequências da sua própria teoria do imperialismo para o plano concreto das políticas públicas. E quando foram chamados a comandar diretamente a política econômica, como no caso de Rudolf Hilferding, entre outros, seguiram o receituário vitoriano clássico, do sound money and free markets - até muito depois da Segunda Guerra, quando aderiram, já nos anos 60 e 70, às ideias, propostas e políticas keynesianas. Mas na década de 80, estes mesmos partidos se converteram ao programa ortodoxo da austeridade fiscal e das reformas liberais que levaram à desmontagem parcial do Estado de Bem-estar Social.. Esse mesmo problema reapareceu de forma mais ...
Como muitas contrapartes em toda a África, a Libéria requer um investimento significativo para atingir seu potencial e alcançar suas ambições. A Suécia tem sido excepcionalmente pró-ativa no uso de IED para ajudar a Libéria a atingir seus objetivos e baseou seu engajamento com IED em duas prioridades principais: engajamento de longo prazo e desenvolvimento de setores críticos.. O IDE deve ter como objetivo promover vínculos de longo prazo entre os países doadores e os anfitriões, ao mesmo tempo evitando a criação de uma relação de extração ou exploração reminiscente do colonialismo. Em dezembro de 2020, o Gabinete Sueco também comprometeu cerca de US $ 213 milhões para uma Cooperação Sueca para o Desenvolvimento de cinco anos com a Libéria. O plano, que vai de 2021 a 2025, abrange várias áreas de desenvolvimento, incluindo o apoio ao desenvolvimento econômico inclusivo. O objetivo é integrar a economia nas cadeias produtivas globais, criando empregos decentes e que ...
Vários outros autores têm considerado Os Lusíadas como uma peça de propaganda e uma ilustração do desenvolvimento do colonialismo português, mostrando como os encontros interculturais eram resolvidos excessivas vezes de forma agressiva e predatória, e produzindo um discurso que glorificava os portugueses como divinamente escolhidos e fomentava a violência do imperialismo religioso da Contra-Reforma de que eles eram instrumento ativo, como fica patente na reiterada condenação dos mouros pela voz de Camões. Dizem esses autores que a mitologia de supremacia consagrada por Camões, ao ser usada pelo Estado português, teve consequências funestas para todas as colónias lusas, não somente naquela época, mas de longo prazo, que são visíveis ainda em tempos recentes, em particular na opressiva política oficial para as colónias africanas que vigorou durante a ditadura de Salazar no século XX. Sintetizando essas visões, Anthony Soares disse que em Os Lusíadas a violência do ...
Porém, a partir do domínio filipino Portugal veio a herdar todos os inimigos da coroa espanhola, pelo simples facto de Filipe I como Rei de Espanha não poder estar em guerra com vários países e como Rei de Portugal, poder gozar a paz. E foi assim que passámos a ser atacados por povos do centro e norte da Europa. Os judeus, que tinham sido bem tratados em Portugal até D. Manuel I, passaram a guardar inimizade a Portugal após a sua expulsão, em 1496, e posterior perseguição pela Inquisição. No século XX, a URSS tornou-se nossa inimiga política, por razões ideológicas e nunca perdoou ao estado português o facto de ter ajudado a derrotar as forças republicanas durante a guerra civil espanhola. Isto explica o empenho que colocou no apoio à auto determinação dos povos e o anti colonialismo (leia-se dos povos que estavam debaixo do domínio político das nações da Europa Ocidental e apenas dessas) - e entre estas estavam englobados os territórios portugueses. Conceito este que ...
Comemora-se no dia de 19 de janeiro a memória de alguns mártires do Japão que foram congregados marianos, entre eles o beato João Batista de Machado e o Beato João Batista Zola. A expressão mártires do Japão se refere a vários grupos de mártires que morreram no Japão em defesa da fé católica, entre os anos de 1597 e 1639.. As origens do martírio remontam-nos a alguns anos antes, por volta dos anos entre 1549 e 1552, quando São Francisco Xavier iniciou a evangelização nas terras japonesas, sob o patrocínio da coroa portuguesa.. Inicialmente, o imperador japonês tolerou o estabelecimento de missionários católicos naquelas terras, acreditando que a evangelização cristã diminuiria a influência dos monges budistas e além disso impulsionaria as relações comerciais com Espanha e Portugal. Todavia, após poucos anos, o governo japonês começou a temer o colonialismo, sobretudo após perceber a tomada das Filipinas pelos espanhóis após a evangelização da população ...