Testes para medir experimentalmente a produção de tumor/câncer e o poder de produção celular de um agente pela administração do agente (por exemplo, benzantracenos) e observação da quantidade de tumores ou a transformação celular desenvolvida em um determinado período de tempo. O valor de carcinogenicidade é usualmente medido como miligramas do agente administrado por tumor desenvolvido. Ainda que este teste difira da substituição de DNA e TESTES DE MUTAGENICIDADE de microssomas bacterianos, pesquisadores tentam com frequência, correlacionar os achados de valores de carcinogenicidade e valores de mutagenicidade.
Substâncias que aumentam (em seres humanos e animais) o risco para [apresentar] NEOPLASIAS. Entre elas estão tanto as substâncias químicas genotóxicas (que afetam diretamente o DNA) como as substâncias químicas não genotóxicas (que induzem as neoplasias por outro mecanismo).
Crescimento anormal de TECIDOS em animais, induzidos experimentalmente para estabelecer um modelo de estudo das neoplasias humanas.
Substâncias carcinogênicas encontradas no meio ambiente.
Testes de substâncias químicas e agentes físicos para potencial mutagênico. Abrangem testes para micróbios, insetos, células de mamíferos e animais totais.
F344, ou Ratos Endogâmicos de Inbred Strain F344, refere-se a uma linhagem genética homozigótica de rato albinos desenvolvida pela Universidade de Frieburg, amplamente utilizada em pesquisas biomédicas devido à sua consanguinidade e estabilidade genética.
Agentes químicos que aumentam a velocidade de mutação genética interferindo na função dos ácidos nucleicos. Um clastógeno é um mutágeno específico que causa quebras nos cromossomos.
Experimentos planejados para determinar o potencial de efeitos tóxicos de uma exposição prolongada a um ou mais compostos químicos.
Ciência relacionada com a detecção, composição química e ação biológica de substâncias tóxicas ou venenos, tratamento e prevenção das manifestações tóxicas.

Los tests de carcinogenicidad son estudios experimentales a largo plazo que se utilizan para determinar si una sustancia, agente o producto es cancerígeno para los seres humanos. Estos ensayos generalmente se llevan a cabo en animales de laboratorio, como ratones o ratas, y exponen al animal al agente de prueba durante la mayor parte de su vida útil. La dosis de administración y la ruta de exposición (por ejemplo, inhalación, ingestión o aplicación tópica) se seleccionan para imitar las vías previstas de exposición humana lo más closely possible.

Durante el estudio, los animales se observan cuidadosamente para detectar signos de tumores o crecimientos anormales en varios órganos y tejidos. Al final del estudio, los animales son sacrificados y sus tejidos se examinan en busca de signos de cáncer. La incidencia y el tipo de tumores observados en el grupo de animales expuestos se comparan con los del grupo de control (animales no expuestos) para determinar si existe una asociación entre la exposición al agente y el desarrollo de cáncer.

Es importante tener en cuenta que, aunque estos estudios proporcionan información valiosa sobre el potencial carcinogénico de un agente, los resultados no pueden ser directamente extrapolados a los seres humanos. Diferencias en la genética, la fisiología y los patrones de comportamiento entre especies pueden influir en la susceptibilidad al cáncer y en la forma en que se desarrollan y progresan los tumores. Por lo tanto, los resultados de los estudios en animales deben interpretarse con cautela y en el contexto de otras pruebas y evidencias disponibles.

Carcinogens são agentes que podem causar câncer. Eles podem ser substâncias químicas, radiações ou mesmo determinados vírus e bactérias. A exposição a carcinogens em longo prazo pode levar ao desenvolvimento de células cancerosas no corpo humano. É importante ressaltar que a dose, a duração e o momento da exposição a esses agentes podem influenciar no risco de desenvolver câncer. Algumas fontes comuns de carcinogens incluem tabagismo, radiações ionizantes, solventes orgânicos, alguns compostos metálicos e certos tipos de radicação solar.

Na medicina e pesquisa oncológica, "neoplasias experimentais" referem-se a modelos de crescimento celular anormal ou tumores criados em laboratório, geralmente em animais de experimentação ou em culturas de células em placa. Esses modelos são usados para estudar os processos biológicos e moleculares subjacentes ao desenvolvimento, progressão e disseminação de doenças cancerígenas, assim como para testar novas estratégias terapêuticas e identificar fatores de risco.

Existem diferentes tipos de neoplasias experimentais, dependendo do tipo de tecido ou célula utilizada no modelo:

1. Carcinogênese induzida em animais: Consiste em administrar agentes químicos carcinogênicos a animais (como ratos ou camundongos) para induzir o crescimento de tumores em diferentes órgãos. Essa abordagem permite estudar os efeitos dos carcinógenos no desenvolvimento do câncer e testar possíveis intervenções terapêuticas.
2. Transplante de células tumorais: Neste método, células cancerosas são transplantadas em animais imunodeficientes (como ratos nu ou SCID) para observar o crescimento e a disseminação dos tumores. Isso é útil para estudar a biologia do câncer e testar novas terapias anticancerígenas em condições controladas.
3. Linhagens celulares cancerosas: As células cancerosas são isoladas de tumores humanos ou animais e cultivadas em placa para formar linhagens celulares. Essas células podem ser manipuladas geneticamente e utilizadas em estudos in vitro para investigar os mecanismos moleculares do câncer e testar drogas anticancerígenas.
4. Xenoinjetação: Neste método, células cancerosas ou tecidos tumorais são injetados em animais imunodeficientes (geralmente ratos) para formarem tumores híbridos humanos-animais. Isso permite estudar a interação entre as células tumorais e o microambiente tumoral, bem como testar novas terapias anticancerígenas em condições mais próximas do câncer humano.
5. Modelos de gêneses: Através da manipulação genética em animais (geralmente ratos), é possível criar modelos de câncer que imitam as alterações genéticas observadas no câncer humano. Esses modelos permitem estudar a progressão do câncer e testar terapias anticancerígenas em condições mais próximas do câncer humano.

Os diferentes modelos de câncer têm vantagens e desvantagens e são selecionados com base no objetivo da pesquisa. A combinação de diferentes modelos pode fornecer informações complementares sobre a biologia do câncer e o desenvolvimento de novas terapias anticancerígenas.

Carcinógenos ambientais são agentes presentes no ambiente que podem causar câncer ou aumentar o risco de desenvolvimento de câncer em seres humanos. Eles incluem uma variedade de substâncias, radiações e fatores ambientais que podem estar presentes no ar, na água, no solo ou em alimentos contaminados.

Exemplos comuns de carcinógenos ambientais incluem:

1. Tabaco: o tabaco é um dos maiores causadores de câncer e é responsável por cerca de 90% de todos os casos de câncer de pulmão. O fumo do cigarro contém mais de 7.000 produtos químicos, incluindo pelo menos 70 que causam câncer.
2. Radiação: a exposição excessiva à radiação ionizante, como a encontrada em raios-X e radioterapia, pode aumentar o risco de desenvolver vários tipos de câncer. A poluição do ar por partículas finas também pode conter materiais radioativos que podem contribuir para o risco de câncer.
3. Substâncias químicas: muitas substâncias químicas encontradas no ambiente, como benzeno, cloreto de vinila e formaldeído, são conhecidas por causar câncer em humanos. Essas substâncias podem ser encontradas em produtos industriais, combustíveis fósseis, tabaco e alimentos contaminados.
4. Agentes infecciosos: alguns vírus, bactérias e parasitas são capazes de causar câncer em humanos. Por exemplo, o vírus do papiloma humano (VPH) é a causa mais comum de câncer de colo do útero, enquanto a hepatite B e C podem aumentar o risco de câncer de fígado.
5. Poluentes ambientais: a exposição a poluentes ambientais, como pesticidas, metais pesados e radiação solar ultravioleta, pode aumentar o risco de desenvolver vários tipos de câncer.

É importante ressaltar que a maioria dos casos de câncer não é causada por exposição a um único fator de risco, mas sim por uma combinação de fatores genéticos e ambientais. Além disso, muitas pessoas expostas a esses fatores nunca desenvolverão câncer. No entanto, reduzir a exposição a esses fatores pode ajudar a reduzir o risco de desenvolver câncer ao longo da vida.

Los tests de mutagenicidad son una serie de pruebas de laboratorio realizadas para evaluar la capacidad de una sustancia química, mezcla o radiación para causar mutaciones genéticas. Estas pruebas se utilizan comúnmente en el campo de la seguridad y salud ocupacional, la investigación toxicológica y la evaluación de la seguridad de los medicamentos y productos químicos antes de su introducción en el mercado.

Existen diferentes tipos de pruebas de mutagenicidad, cada una con su propio método y objetivo específicos. Algunas de las pruebas más comunes incluyen:

1. Prueba de Ames: Esta es una prueba de bacterias que mide la capacidad de una sustancia química para inducir mutaciones reversibles en el genotipo de la bacteria. La prueba utiliza cepas especiales de bacterias con deficiencias genéticas específicas que pueden ser restauradas por mutaciones inducidas.
2. Pruebas de mamíferos in vivo: Estas pruebas implican la exposición de animales, como ratones o ratas, a una sustancia química y el análisis de los efectos sobre su material genético. Las pruebas pueden incluir análisis de esperma, óvulos, células embrionarias y tejidos específicos.
3. Pruebas de células cultivadas: Estas pruebas implican la exposición de células cultivadas a una sustancia química y el análisis de los efectos sobre su material genético. Las pruebas pueden incluir análisis de la frecuencia de mutaciones, la citotoxicidad y la capacidad de reparación del ADN.

Los resultados de estas pruebas se utilizan para evaluar el riesgo potencial de una sustancia química o radiación para causar daño genético y posibles efectos adversos en la salud humana.

A expressão "Ratos Endogâmicos F344" refere-se a uma linhagem específica de ratos usados frequentemente em pesquisas biomédicas. A letra "F" no nome indica que esta é uma linhagem feminina, enquanto o número "344" identifica a origem da cepa, que foi desenvolvida no National Institutes of Health (NIH) dos Estados Unidos.

Ratos endogâmicos são animais geneticamente uniformes, pois resultam de um processo de reprodução controlada entre parentes próximos ao longo de várias gerações. Isso leva a uma redução da diversidade genética e aumenta a probabilidade de que os indivíduos desta linhagem compartilhem os mesmos alelos (variantes genéticas) em seus cromossomos.

Os Ratos Endogâmicos F344 são conhecidos por sua longa expectativa de vida, baixa incidência de tumores espontâneos e estabilidade genética, o que os torna uma escolha popular para estudos biomédicos. Além disso, a uniformidade genética desta linhagem facilita a interpretação dos resultados experimentais, reduzindo a variabilidade entre indivíduos e permitindo assim um melhor entendimento dos efeitos de fatores ambientais ou tratamentos em estudo.

No entanto, é importante ressaltar que o uso excessivo de linhagens endogâmicas pode limitar a generalização dos resultados para populações mais diversificadas geneticamente. Portanto, é recomendável que os estudos também considerem outras linhagens ou espécies animais para validar e expandir os achados obtidos com Ratos Endogâmicos F344.

Mutagénicos são agentes físicos ou químicos que podem causar mutações, isto é, alterações hereditárias no material genético (DNA) das células. Essas mudanças podem afetar o número ou a estrutura dos genes, levando potencialmente ao desenvolvimento de defeitos congênitos, câncer ou outras doenças hereditárias em indivíduos expostos. Exemplos de mutagénicos incluem certos produtos químicos industriais e ambientais, raios X e outras formas de radiação ionizante. É importante ressaltar que a exposição a esses agentes deve ser controlada e minimizada para proteger a saúde pública.

Testes de toxicidade crônica são um tipo de ensaios pré-clínicos de toxicologia que visam avaliar os efeitos adversos de exposição prolongada a uma substância, geralmente entre 90 a 365 dias ou mais. Esses testes são conduzidos em animais de laboratório para determinar o potencial tóxico de um composto químico, medicamento ou dispositivo médico antes do seu uso em humanos. Os dados coletados durante esses testes ajudam a estabelecer os níveis seguros de exposição à substância e fornecem informações sobre os possíveis riscos para a saúde humana associados ao uso desse produto. A toxicidade crônica pode manifestar-se em vários órgãos e sistemas, como o sistema nervoso central, pulmões, fígado, rins e sistema reprodutivo. Os testes de toxicidade crônica geralmente envolvem a administração repetida da substância ao longo de um período prolongado e incluem a avaliação de parâmetros clínicos, anatomopatológicos, bioquímicos e hematológicos.

Toxicologia é o ramo da medicina e ciência que estuda a natureza, origem, detecção, propriedades químicas e fisico-químicas, ações farmacológicas e toxicológicas, mecanismos de toxicidade, interações tóxico-biológicas, métodos de diagnóstico, tratamento e prevenção das intoxicações produzidas por agentes químicos, biológicos ou físicos, denominados geralmente de tóxicos. Esses tóxicos podem estar presentes em fontes ambientais, ocupacionais, alimentares, farmacêuticas e domésticas. A toxicologia também abrange o estudo dos efeitos adversos de fármacos e outras substâncias utilizadas em terapêutica, bem como a avaliação do risco à saúde associado à exposição a tais agentes.

Em março de 2002, as autoridades holandesas solicitaram à Monsanto que realizasse testes de penetração cutânea a um produto à ... Além disso, a AESA salientou que outros parâmetros devem ser esclarecidos, como a toxicidade e a carcinogenicidade a longo ... Sugerem também incluir os anfíbios em baterias de testes padronizados. As formulações de glifosato contendo surfactantes são ... reavaliou as conclusões da IARC e publicou um outro relatório acerca da carcinogenicidade potencial do glifosato ou de ...
Sais como o permanganato de potássio possuem atividade carcinogênica confirmada em testes com ratos, embora testes mais ... a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos e classificou o elemento no grupo D de carcinogenicidade. A administração ... Mesmos nos testes no qual apresentou respostas positivas, os resultados foram inferiores a outros metais. Todavia o elemento ... Testes de laboratório indicam que compostos com manganês possuem potencial mutagênico, tendo sido observadas danos a ...
... há evidências suficientes em animais experimentais para a carcinogenicidade do naftaleno. A carcinogenicidade foi testada em ... porém os testes foram considerados ineficientes para fundamentar um diagnóstico que resultou na classificação do naftaleno como ... como há evidências inadequadas em humanos para a carcinogenicidade do naftaleno, no entanto, ...
Os testes de laboratório continuam para transformar essas moléculas em possíveis tratamentos. O GFAM também foi o primeiro ... Não foram observados efeitos colaterais negativos, como toxicidade, carcinogenicidade ou mutagenicidade, tornando este ... Desses 10, 4 mostraram "resultados positivos" em testes in vitro, com um mostrando "um resultado excepcionalmente promissor". ... Em agosto de 2017, testes in vivo dos 4 compostos em hamsters mostraram resultados favoráveis, com um composto induzindo "uma ...
Os testes mostraram que o confinamento das micro-ondas em fornos disponíveis comercialmente é tão quase universal que torna ... de longo prazo em roedores para avaliar o risco de câncer até agora não conseguiram identificar qualquer carcinogenicidade da ... desnecessários os testes de rotina. De acordo com o Centro de Dispositivos e Saúde Radiológica da Administração de Alimentos e ...
O relatório baseou-se em testes feitos em animais e concluiu haver provas de que a substância provoca câncer nos ratos de ... neurotoxicidade e carcinogenicidade. Absorção O ácido perfluorooctanóico é absorvido após exposição oral, inalatória e cutânea ...
Todos os análogos de insulina devem ser testados para carcinogenicidade, como a insulina dedica a falar com os caminhos da IGF ... Numerosos estudos concluiu que qualquer aumento nos testes de níveis de glicose no sangue é susceptível de produzir melhoras no ... como testes de glicemia com mais freqüência, por exemplo), o que leva a um viés nos resultados do estudo, tornando os ...
... já existem diversos testes padronizados, como testes de enzima-Imunoensaio (ELISA), cromatografia em camada delgada (TLC), ... Produzidas pelo Fusarium moniliforme e outras espécies menos comuns, estão ligadas à carcinogenicidade, sendo comprovadamente ... Estes testes são utilizados para se estabelecer a aceitabilidade de limites de aceitação dos produtos para importação/ ... É possível a detecção de fungos e aflatoxinas em sementes, monitoradas através de amostragem e realização de testes bioquímicos ...
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Testes de Carcinogenicidade 80 * Substâncias Perigosas 70 * Obras de Referência 65 * Praguicidas 64 ...
Nos testes com animais, os salicilatos em altas doses provocaram lesão renal, sem nenhuma outra lesão orgânica. ... O mesmo se aplica aos estudos de carcinogenicidade.. Os salicilatos apresentaram efeitos teratogênicos em estudos com animais ...
CARCINÓGENOS E TESTES DE CARCINOGENICIDADE. TRANSFORMAÇÃO CELULAR NEOPLÁSICA. QUIMIOTERAPIA ADJUVANTE. QUIMIOTERAPIA DO CÂNCER ...
Testes de Carcinogenicidade, Nanoestruturas, Neurotoxinas, Toxicidade, Saúde Ambiental, Toxicologic Pathology = Patologia ...
Mutagenicidade e Carcinogenicidade. A Roacutan não demonstrou ser mutagênica ou carcinogênica em ensaios in vitro ou em testes ... Testes negativos de gravidez devem ser obtidos antes, durante e cinco semanas após o término do tratamento. Os resultados ... Os metabólitos da isotretinoína mostraram atividade biológica em vários testes in vitro. Portanto, o perfil clínico observado ... e os mesmos testes confiáveis de gravidez devem ser realizados; ... desses testes devem ser documentados;. *Deve ser confiável na ...
Carcinogenicidade, mutagenicidade, infertilidade. Não foram realizados estudos de carcinogenicidade com Clonazepam (substância ... Pol, Uvr.) e testes de reversão (Ames) ambos in vitro ou em ratos (in vitro / in vivo). Em estudo de fertilidade de duas ... Interações com testes laboratoriais não foram estabelecidas.. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo ... Adicionalmente, não há evidência de potencial mutagênico, conforme confirmado pelos três testes de reparo (rec. ...
Os testes de sensibilidade in vitro ainda não foram padronizados, e os resultados podem variar de acordo com fatores ... Os resultados dos estudos de carcinogenicidade de Lamivudina (substância ativa) oral a longo prazo em ratos e camundongos não ... Como a atividade mutagênica in vitro da Lamivudina (substância ativa) não pôde ser confirmada em testes in vivo, conclui-se que ... As análises de subgrupos de testes para heterogeneidade da administração uma vez ao dia versus duas vezes ao dia não ...
Testes de carcinogenicidade, mutagenicidade não foram realizados em animais ou humanos, mas testes in vitro de mutagenicidade ... Testes que determinem a idade óssea devem ser feitos anualmente, especialmente durante a puberdade, caso ocorra o uso ... Por este motivo, recomenda-se que os pacientes realizem testes periódicos da função da tireóide e, quando indicado, devem fazer ...
... através de testes de toxicidade. Não há exigência alguma de que esses testes sejam feitos em animais. ... Carcinogenicidade. Carcinógenos são substâncias que causam ou aumentam o risco de surgimento de células cancerígenas. Nesses ... e muitas vezes os resultados desses testes não são úteis. Esses testes também podem ser inúteis devido às grandes diferenças ... A realização de testes em animais para a produção de cosméticos é uma das áreas em que animais são usados. Isso envolve mortes ...
Carcinogenicidade. Não foram realizados estudos de longo-prazo de carcinogenicidade com a oxicodona/naloxona em combinação.. A ... Os resultados de testes de clastogenicidade in vitro foram ambíguos, porém nem oxicodona nem naloxona foram mutagênicas no ... Para a naloxona, foi realizado um estudo de carcinogenicidade por 24 meses em camundongos com doses orais de até 100 mg/kg/dia ... É recomendável a realização de testes diagnósticos na suspeita de insuficiência adrenal (suprarrenal). Caso seja confirmado o ...
Testes laboratoriais resposta terapêutica ao PRECOSE deve ser monitorizada por testes periódicos de glicose no sangue. A ... Oito estudos de carcinogenicidade foram realizados com acarbose. Seis estudos foram realizados em ratos (duas linhagens, ... Testes clínicos Experiência Clínica de Estudos de Determinação de Dose em Pacientes com Diabetes Mellitus Tipo 2 em Tratamento ... É importante que os pacientes continuem a seguir as instruções dietéticas, um programa regular de exercícios e testes regulares ...
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Testes de intolerância alimentar baseado em IgG (1) Time-Restricted Eating (1) Tiram (1) Titulo de Nutrologo (1) To na nutro e ... carcinogenicidade, efeitos na reprodução, irritação e corrosão dérmica - ocular, DL50 e toxicidade inalatória.. A pergunta que ... E por que o Brasil não usam então esses testes para esses tipos de avaliação? Essa resposta já é um pouco complicada. A ciência ... solicitar um posicionamento da ANVISA frente ao grande e desnecessário uso de animais em testes.. (ANVISA, 2014): A falta de ...
Recomenda-se a realização de testes de função hepática antes do início do tratamento e, posteriormente, quando clinicamente ... Um segundo estudo de carcinogenicidade em ratos de dois anos com doses de 50 e 100 mg/kg/dia produziu adenomas e carcinomas ... Testes laboratoriais Aumentos marcados e persistentes das transaminases hepáticas foram observados [ver AVISOS E PRECAUÇÕES ]. ... Em um estudo separado de carcinogenicidade de 92 semanas em camundongos com doses de até 25 mg/kg/dia, não foi observada ...
Interações medicamento/Testes laboratoriais. Desconhecidas.. Interação Alimentícia. A administração de besilato de anlodipino ... não demonstraram nenhuma evidência de carcinogenicidade. ...
Os testes químicos podem indicar uma potencial falha no processo de. esterilização, por meio da mudança na sua coloração. A ... limitado pelos vapores irritantes, carcinogenicidade em potencial, odor característico. desagradável, mesmo em baixa ... Testes sorológicos periódicos devem ser realizados tão mais freqüente. quanto maior for a possibilidade de se adquirir o vírus. ... testes biológicos por não lidar com as múltiplas variáveis da morte microbiana, ...
... o que foi confirmado pelos resultados dos testes. O uso de duas injeções consecutivas com diferentes mecanismos de liberação do ... baseadas em novas plataformas ainda precisam provar sua segurança e atualmente não têm dados sobre carcinogenicidade ou efeitos ...
  • Nos testes de toxicidade aguda, os animais são forçados a aguentar a exposição repetida a produtos químicos por até três meses. (animal-ethics.org)
  • Na avaliação de segurança de um único agrotóxico usa-se em torno de 10 mil animais ao fim de obter informação como: mutagenicidade, carcinogenicidade, efeitos na reprodução, irritação e corrosão dérmica - ocular, DL50 e toxicidade inalatória. (ecologiamedica.net)
  • Esses testes causam um grande sofrimento aos animais forçados a aguentá-los, devido ao manuseio, confinamento, ingestão forçada e aos horríveis efeitos de algumas substâncias químicas. (animal-ethics.org)
  • Vacinas de outros fabricantes baseadas em novas plataformas ainda precisam provar sua segurança e atualmente não têm dados sobre carcinogenicidade ou efeitos na fertilidade. (sputnikvaccine.com)
  • De acordo com a equipe de pesquisa, liderada por Luoping Zhang, toxicologista da Universidade da Califórnia em Berkeley e membro do painel consultivo científico da Agência de Proteção Ambiental (EPA) sobre carcinogenicidade do glifosato, há de fato um 'vínculo convincente' entre a exposição ao glifosato e o NHL. (mercola.com)
  • Alguns animais, como os coelhos (que são frequentemente usados em testes de Draize), produzem menos lágrimas que humanos, e, portanto, passam por dor extrema nesses experimentos 2 . (animal-ethics.org)
  • E por que o Brasil não usam então esses testes para esses tipos de avaliação? (ecologiamedica.net)
  • Testes de Draize podem causar ulcerações, hemorragia, visão turva e cegueira. (animal-ethics.org)
  • A realização de testes em animais para a produção de cosméticos é uma das áreas em que animais são usados. (animal-ethics.org)
  • Coelhos, porquinhos-da-índia, camundongos e ratos geralmente são usados em testes em animais. (animal-ethics.org)
  • Os testes em animais para produção de cosméticos ocorrem principalmente porque, a cada ano, milhares de novos cosméticos e produtos de uso doméstico chegam ao mercado. (animal-ethics.org)
  • Na União Europeia, na Índia e em alguns outros lugares, tanto os testes em animais para cosméticos quanto a venda de produtos que foram testados em outro lugar estão atualmente banidos. (animal-ethics.org)
  • As pessoas que não querem apoiar testes em animais podem, portanto, comprar cosméticos nesses lugares sem ter de escolher determinada marca. (animal-ethics.org)
  • A realização de testes em animais para cosméticos é um campo no qual estamos vendo progresso sendo feito no sentido de acabar com o uso de animais, o que é importante mesmo que o número de animais mortos para esse propósito seja menor em comparação ao número de animais mortos por outras razões. (animal-ethics.org)
  • Durante esses testes, os animais podem ser forçados a ingerir a substância que está sendo testada, esta pode ser injetada diretamente neles, ou o animal pode ser colocado em um tubo (como no caso de camundongos, por exemplo) e forçado a inalar a substância. (animal-ethics.org)
  • Atualmente, alguns modelos de métodos alternativos ao uso de animais são validados e aprovados por diretrizes como OECD (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) e centros internacionais que coordenam e avaliam métodos com intuito de substituir testes em animais, ECVAM (Centro Europeu de Validação de Métodos Alternativos). (ecologiamedica.net)
  • Recomenda-se realizar exames de sangue periódicos e testes da função hepática durante a terapia a longo prazo com clonazepam. (buscafeita.com)
  • Nenhum estudo de carcinogenicidade de longo prazo foi realizado. (guiadebulas.com)