Família de plantas da ordem Pinales, classe Pinopsida, divisão Coniferophyta (coníferas). São principalmente árvores resinosas, aromáticas e perenes.
Gênero de plantas (família CUPRESSACEAE) árvores ou arbustos coníferos, perenes de crescimento lento.
Gênero de plantas da família CUPRESSACEAE.
Gênero de plantas (família TAXODIACEAE) cujos membros contêm taxodiona e taxodona, que são diterpenoides de metil quinona e inibidores de tumores.
Gênero de planta da família CUPRESSACEAE. O termo cipreste originalmente se refere ao gênero Cupressus, mas também compõe nomes de plantas de outros gêneros.
Divisão de plantas GIMNOSPERMAS constituída por árvores e arbustos que produzem pinhas.
Gênero de plantas (família CUPRESSACEAE) que não deve ser confundido com cedros ou ciprestes dos gêneros THUJA ou CUPRESSUS.
Gênero de plantas (família TAXODIACEAE) cujo PÓLEN é um dos maiores ALÉRGENOS.
Elemento fertilizador de plantas que contém os GAMETÓFITOS masculinos.
Gênero de plantas (família ASTERACEAE) cujo PÓLEN é um dos causadores da febre do feno.
Gênero de plantas (família BETULIACEAE) cujas árvores são lisas, resinosas, com casca multicolorida ou branca, marcada por poros horizontais (lenticelas), que frequentemente se descascam horizontalmente em lâminas finas.
Restos, impressões ou traços de animais ou plantas de eras geológicas passadas que se mantêm preservados na crosta terrestre.
Estudo da origem, estrutura, desenvolvimento, crescimento, função, genética e reprodução dos vegetais.
Trabalhos que contêm artigos de informação em assuntos em todo campo de conhecimento, normalmente organizado em ordem alfabética, ou um trabalho semelhante limitado a um campo especial ou assunto.
Ilha república no Mar Mediterrâneo oriental. Sua capital é Nicosia. Foi colonizada pelos fenícios e gregos antigos e sucessivamente governada pelos Impérios Assírio, Persa, Ptolemaico, Romano e Bizantino. Esteve sob domínio de vários países do século XII até o século XX, mas ficou independente em 1960. O nome vem do grego Kupros, provavelmente representando o sumério kabar ou gabar, cobre, por ter sido famosa em tempos históricos por suas minas de cobre. A árvore cipreste recebeu tal denominação devido à ilha.

A família Cupressaceae, da ordem Pinales, é composta por coníferas perenes e aromáticas, geralmente chamadas de ciprestes ou cupressáceas. Ela inclui cerca de 27-30 géneros e aproximadamente 130-140 espécies de árvores e arbustos distribuídos em regiões temperadas e subtropicais do mundo. A maioria dos membros desta família apresentam folhas escamosas, embora alguns tenham folhas aciculares (agulha-like). As Cupressaceae são conhecidas por sua madeira durável e resistentente à decomposição, o que as torna valiosas para a construção e a produção de móveis. Algumas espécies também têm importância ornamental e medicinal. Exemplos bem conhecidos de gêneros nesta família incluem *Cupressus* (ciprestes), *Juniperus* (giunços-púrpura ou sabina), *Thuja* (tuias) e *Chamaecyparis* (falsas tuias).

"Juniperus" é um género botânico que inclui várias espécies de arbustos e árvores perenes, conhecidas como zimbros. A resina e os frutos (galhos lenhosos) de algumas destas espécies são utilizados em medicina fitoterápica para tratar diversas condições de saúde.

Os óleos essenciais extraídos dos ramos e galhos do zimbro-comum (Juniperus communis) têm propriedades antissépticas, anti-inflamatórias e diuréticas. São utilizados no tratamento de infecções urinárias, reumatismo, artrite e outras inflamações.

Além disso, o zimbro-da-virgínia (Juniperus virginiana) é usado na medicina tradicional para tratar problemas respiratórios, doenças de pele e problemas digestivos. No entanto, é importante ressaltar que o uso excessivo ou inadequado dos óleos essenciais de zimbro pode ser tóxico e provocar danos renais e hepáticos.

Por isso, antes de utilizar qualquer remédio fitoterápico baseado em zimbro, é aconselhável consultar um profissional de saúde qualificado para obter orientação sobre a dose adequada e as possíveis interações com outros medicamentos.

Thuja é um gênero de coníferas da família Cupressaceae, nativas do leste da Ásia e da América do Norte. O termo "Thuja" às vezes também pode ser encontrado em literatura médica, referindo-se especificamente à Thuja occidentalis, que é comumente conhecida como cedro-vermelho ou thuja-ocidental.

Na medicina fitoterápica, a Thuja occidentalis é utilizada para fins medicinais, especialmente no tratamento de condições da pele, como verrugas e outras lesões cutâneas. No entanto, o uso de Thuja em medicina é considerado alternativo e sua eficácia e segurança ainda não foram plenamente estabelecidas por meio de estudos clínicos rigorosos. Além disso, o uso de Thuja pode estar associado a efeitos adversos graves, como danos hepáticos e reações alérgicas. Portanto, seu uso deve ser evitado ou feito com cautela, sob orientação médica profissional.

"Taxodium" é um género de coníferas da família das Cupressaceae, que inclui três espécies actualmente reconhecidas: o Cipreste Calvo (T. distichum), o Cipreste da Pantano (T. ascendens), e a Sabina da Brasil (T. mucronatum). Estas árvores são nativas do sul dos Estados Unidos e do México, e são conhecidas pela sua capacidade de crescer em ambientes aquáticos e pantanosos. O Cipreste Calvo é particularmente notável por suas raízes "pneumatóforas", que se elevam acima do solo para fornecer oxigênio adicional às raízes. As árvores do género Taxodium são frequentemente cultivadas como plantas ornamentais devido ao seu crescimento único e à beleza estética.

"Cupressus" é um género botânico que inclui várias espécies de árvores coníferas, comumente conhecidas como ciprestes. Estas árvores são nativas principalmente do hemisfério ocidental, com algumas espécies encontradas no Mediterrâneo e no leste da Ásia.

As árvores de Cupressus geralmente apresentam troncos eretos e cilíndricos, com copas densas e cônicas. As folhas são pequenas, escamosas e aromáticas, dispostas em espiral ao longo dos ramos. A casca é fibrosa e pode ser lisa ou escamosa, dependendo da espécie.

Os ciprestes são conhecidos por sua longevidade, com algumas árvores vivendo por milhares de anos. Além disso, muitas espécies de Cupressus têm importância econômica, sendo utilizadas como fontes de madeira, óleos essenciais e ornamentais em paisagismo.

Em termos médicos, o óleo essencial extraído de algumas espécies de Cupressus pode ter propriedades medicinais, incluindo atividade anti-inflamatória, antimicrobiana e expectorante. No entanto, é importante notar que o uso do óleo essencial deve ser feito com cautela, sob orientação médica e em doses apropriadas, pois pode causar reações adversas em alguns indivíduos.

Coniferophyta é um termo taxonômico que historicamente era usado para se referir a uma divisão ou phylum de plantas que inclui as coníferas modernas, como pinheiros, abetos e ciprestes. No entanto, este grupo tem sido reclassificado com base em estudos filogenéticos recentes e atualmente é considerado parte da classe Pinopsida, no clado das pinófitas (Pinophyta), dentro do reino Plantae.

As coníferas são gimnospérmicas, ou seja, plantas vasculares que possuem sementes nuas, sem envoltório protetor. Elas são predominantemente árvores perenes com folhas simples e alongadas, chamadas agulhas, embora algumas espécies tenham folhas achatadas e escamosas. As coníferas produzem cones como órgãos reprodutivos, nos quais se encontram as sementes.

Apesar de não ser mais um termo taxonômico amplamente utilizado, Coniferophyta ainda pode ser encontrado em algumas literaturas e fontes didáticas mais antigas como uma maneira simplificada de se referir às coníferas.

Chamaecyparis é um género de coníferas da família Cupressaceae, que inclui várias espécies de árvores perenifólias, geralmente chamadas de "cedros" ou "cypress". A palavra Chamaecyparis vem do grego e significa "cedro anão", referindo-se ao seu crescimento mais baixo em comparação com outras espécies de coníferas.

As árvores deste género são nativas da região temperada do leste asiático, incluindo o Japão, Coreia e China, bem como do sudeste dos Estados Unidos. Eles geralmente crescem em alturas de 15 a 40 metros, dependendo da espécie, e têm uma forma distinta de coníferas com ramos planos e escamas finas.

As folhas de Chamaecyparis são pequenas e escamiformes, geralmente dispostas em pares opostos em torno dos ramos. Eles têm uma textura suave e aromática, com cores variando do verde-azulado ao verde-dourado dependendo da espécie.

As árvores de Chamaecyparis produzem galhos longos e pendentes que se curvam para baixo em direção ao solo, criando uma forma distinta e atraente. Eles também produzem pequenos cones redondos ou ovoides que contêm sementes, geralmente maduros no outono.

Chamaecyparis é um género popular de plantas ornamentais devido à sua beleza e versatilidade. Eles são frequentemente usados em jardins e paisagismo como árvores isoladas, bordaduras ou telhados vivos. Algumas espécies também têm aplicação em madeira e perfumes devido ao seu aroma distinto.

De acordo com a maioria dos recursos médicos e científicos, "Cryptomeria" não é um termo médico amplamente utilizado ou reconhecido. É, na verdade, o nome científico de uma espécie de árvore conífera nativa do leste da Ásia, especialmente do Japão, conhecida em inglês como "Japanese Cedar" ou "Sugi".

No entanto, em alguns contextos muito específicos e raramente, o termo "cryptomeria" pode ser usado em patologia vegetal para se referir a um gênero de fungos patogénicos causadores de doenças em plantas. Neste caso, é importante consultar a literatura especializada ou fontes confiáveis em patologia vegetal para obter informações precisas e atualizadas sobre esse assunto.

Pólen é um grão fecundante produzido pelas plantas fitoplanctônicas e terrestres. É composto por proteínas, carboidratos complexos e lípidos, e contém o material genético masculino da planta. O pólen é transportado pelo vento, insetos ou outros animais para as partes femininas da mesma espécie de planta, onde ele pode germinar e fecundar o óvulo, levando ao desenvolvimento de sementes. Em alguns indivíduos, a exposição ao pólen pode causar reações alérgicas, como rinites alérgicos e asma.

'Ambrosia' é um termo geral que se refere a várias espécies de plantas com flores da família Ambrosiaceae. Existem cerca de 40 espécies diferentes de ambrosias, a maioria das quais é nativa do continente americano. Algumas pessoas podem estar familiarizadas com o gênero Ambrosia artemisiifolia, que é conhecido como "erva de arroz" ou "verba-do-diabo".

No entanto, em um contexto médico, 'ambrosia' geralmente se refere ao pólen da erva de arroz (Ambrosia artemisiifolia), que é altamente alergénico e pode causar sintomas graves de alergias nas pessoas sensíveis. O pólen da ambrosia é uma das principais causas de rinites alérgicas sazonais (febre do feno) no outono em muitas partes do mundo, especialmente na América do Norte.

A exposição ao pólen da ambrosia pode causar sintomas como congestão nasal, prurido nasal, olhos vermelhos e lágrimas, tosse e dificuldade para respirar. Em alguns casos, a alergia ao pólen da ambrosia também pode desencadear reações mais graves, como asma ou anafilaxia.

Para minimizar a exposição ao pólen da ambrosia, as pessoas alérgicas podem tomar medidas evitativas, como manter as janelas fechadas durante a estação de votação da planta, usar filtros de ar em casa e no carro, lavar os cabelos antes de dormir e evitar atividades ao ar livre durante o pico de polinização. Além disso, os medicamentos anti-histamínicos e corticosteroides podem ajudar a aliviar os sintomas da alergia ao pólen da ambrosia. Em casos graves, a imunoterapia específica para o alérgeno pode ser uma opção de tratamento.

Betula é o género botânico que inclui as árvores conhecidas como bétulas. A espécie mais comum é a Betula papyrifera, também chamada de bétula-do-papel ou bétula-branca-americana.

As bétulas são nativas do hemisfério norte e crescem em climas temperados e frios. Elas são conhecidas por suas cascas lisas e brancas, folhas simples e ovais, e flores em forma de cachos que produzem pólen e sementes pequenas.

Além disso, a casca de algumas espécies de bétulas é rica em compostos químicos, como o salicilato de metila, que tem propriedades anti-inflamatórias e analgésicas. Por isso, a casca da bétula tem sido tradicionalmente usada em medicina herbal para tratar dores e inflamações.

É importante ressaltar que o uso de qualquer parte das plantas da Betula como medicamento deve ser feito com cuidado e sob orientação médica, pois elas podem interagir com outros medicamentos e causar efeitos adversos.

Fósseis são restos ou impressões preservadas de organismos antigos que existiam há milhões de anos. Eles geralmente ocorrem em rochas sedimentares e podem fornecer informações valiosas sobre a evolução, ecologia e história da vida no planeta Terra. Fósseis podem variar em idade desde alguns milhares de anos até bilhões de anos. Geralmente, os fósseis consistem em partes duráveis do organismo, como ossos, conchas ou dentes, mas às vezes também podem incluir traços de atividade do organismo, como pegadas ou túneis. A ciência que estuda fósseis é chamada paleontologia.

Botânica é o ramo da biologia que estuda as plantas, incluindo sua classificação, estrutura, processos fisiológicos, ecologia, evolução e interações com outros organismos. A botânica abrange uma ampla gama de tópicos, desde a anatomia das células vegetais até a ecologia das florestas tropicais.

Alguns dos subcampos da botânica incluem:

* Anatomia vegetal: estuda a estrutura interna e externa das plantas, incluindo tecidos e órgãos vegetais.
* Fisiologia vegetal: investiga os processos fisiológicos que ocorrem nas plantas, como a fotossíntese, respiração, transpiração e nutrição mineral.
* Genética e biologia molecular das plantas: examina os genes e os mecanismos moleculares envolvidos no desenvolvimento e crescimento das plantas.
* Sistemática e evolução vegetal: classifica as plantas em grupos baseados em suas características morfológicas, anatômicas e genéticas, e investiga sua história evolutiva.
* Ecologia vegetal: estuda a distribuição e abundância das plantas no ambiente, bem como as interações entre as plantas e outros organismos.
* Fitoquímica: analisa os compostos químicos presentes nas plantas, incluindo alcalóides, taninos, óleos essenciais e flavonoides.
* Palinologia: estuda os grãos de pólen e suas aplicações em áreas como paleobotânica, arqueologia e criminologia.
* Etnobotânica: investiga as relações entre as plantas e os seres humanos, incluindo o uso de plantas como alimentos, medicamentos e fibras.

Em resumo, a botânica é uma ciência multidisciplinar que estuda todos os aspectos das plantas, desde sua classificação e evolução até suas interações com outros organismos e o ambiente.

'Enciclopedias as a Subject' não é uma definição médica em si, mas sim um tema ou assunto relacionado ao campo das enciclopédias e referências gerais. No entanto, em um sentido mais amplo, podemos dizer que esta área se concentra no estudo e catalogação de conhecimento geral contido em diferentes enciclopédias, cobrindo uma variedade de tópicos, incluindo ciências médicas e saúde.

Uma definição médica relevante para este assunto seria 'Medical Encyclopedias', que se referem a enciclopédias especializadas no campo da medicina e saúde. Essas obras de referência contêm artigos detalhados sobre diferentes aspectos da medicina, como doenças, procedimentos diagnósticos, tratamentos, termos médicos, anatomia humana, história da medicina, e biografias de profissionais médicos importantes. Algumas enciclopédias médicas são direcionadas a um público especializado, como médicos e estudantes de medicina, enquanto outras são destinadas ao grande público leigo interessado em conhecimentos sobre saúde e cuidados médicos.

Exemplos notáveis de enciclopédias médicas incluem a 'Encyclopedia of Medical Devices and Instrumentation', 'The Merck Manual of Diagnosis and Therapy', ' tabulae anatomicae' de Vesalius, e a 'Gray's Anatomy'. Essas obras desempenharam um papel importante no avanço do conhecimento médico, fornecendo uma base sólida para o estudo e prática da medicina.

Na medicina, "Chipre" geralmente se refere a um tipo específico de cerâmica usada em dispositivos médicos implantáveis, como stents coronarianos. A cerâmica de Chipre é conhecida por sua biocompatibilidade e resistência à corrosão, o que a torna adequada para uso em ambientes corporais.

A cerâmica de Chipre geralmente é feita de óxidos de metal, como o dióxido de zircônio, e é processada por meio de técnicas de fabricação avançadas para criar estruturas complexas e detalhadas. Essas propriedades físicas e químicas únicas tornam a cerâmica de Chipre uma escolha popular para dispositivos médicos implantáveis que precisam ser duráveis, resistente à corrosão e biocompatível.

No entanto, é importante notar que o termo "Chipre" não se refere a um material específico ou padronizado, mas sim a um tipo geral de cerâmica usada em dispositivos médicos. Portanto, as propriedades e qualidades da cerâmica de Chipre podem variar dependendo do fabricante e do processo de fabricação específico utilizado.

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... à família das Cupressaceae e é conhecida cientificamente como Juniperus communis. Ela é nativa das regiões temperadas do ... O zimbro é uma planta que pertence à família das Cupressaceae e é conhecida cientificamente como Juniperus communis. Ela é ...
Linda, a camélia da manhã. Puríssima. Eu entrava no horto quando era miúda e sim, lembro-me das camélias por serem das minhas flores preferidas, ainda não tinham nome de "Lavinia" ou "Margaret". Por isso é que hoje ao vê-las aqui, é como folhear um album de gente conhecida e amiga. Acho que, na verdade, as conheço bem. E por saber que não "cheiravam a nada", cheirava-as todas. Chamavam Japoneiras às árvores; eu também era bastante virada a Oriente pelo que nelas até o nome me atraía! Ali era, então, o horto, em frente ao Museu. A casa existe (é linda por dentro), ficou emparedada pelo "Cristal qualquer coisa". Ao fundo desse CC sentei-me algumas vezes, de coração partido, a olhar para os melros e as poucas árvores que aí restam. Os quintais vizinhos, também. Como fazem as lojas ou os cafés tão escuros quando há pátios e trepadeiras nos velhos jardins! Como se fecham, com tanto sol e ar e céu e mar! A pêra que ainda hoje é o logotipo do horto, estava na parede do ...
Pertence à Família das Cupressaceae, assim como os Cupressus, distinguindo-se fundamentalmente destes por terem uma folhagem ...
... árvores da família Cupressaceae, a qual inclui, por exemplo, o Zimbro (Juniperus Communis). Este "Cedro" tem uma química ...
Calocedrus use Cupressaceae Calomel use Mercurius Dulcis Calônios Calophyllum Calopsitas use Cacatuas ...
Calocedrus use Cupressaceae Calomel use Mercurius Dulcis Caloméria use Humea elegans Calomeria amaranthoides use Humea elegans ...
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Calocedrus use Cupressaceae Calomel use Mercurius Dulcis Calônios Calophyllum Calopsitas use Cacatuas ...
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Calocedrus use Cupressaceae Calomel use Mercurius Dulcis Calônios Calophyllum Calopsitas use Cacatuas ...
Calocedrus use Cupressaceae Calomel use Mercurius Dulcis Caloméria use Humea elegans Calomeria amaranthoides use Humea elegans ...
Cupressaceae) em função do padrão de miniestacas, substratos e regulador de crescimento , Ciência Florestal: v. 31 n. 3 (2021) ...
  • Cupressaceae (as cupressáceas) é uma família de plantas da ordem Pinales (coníferas) que inclui os ciprestes e árvores similares. (wikipedia.org)
  • A família Cupressaceae é um agrupamento taxonómico de coníferas amplamente distribuído, presente em todos os continentes excepto na Antártica, estendendo-se dos 71° N nas costas árcticas da Noruega (com Juniperus communis) aos 55° S no extremo sul do Chile (com Pilgerodendron uviferum), enquanto Juniperus indica atinge os 5200 m de altitude no Tibete, a maior altitude relatada para qualquer planta lenhosa. (wikipedia.org)
  • Quando falamos em cipreste , nós nos referimos a várias espécies de coníferas da família Cupressaceae , amplamente utilizadas como plantas ornamentais , principalmente porque não ficam desfolhadas durante o inverno. (cpt.com.br)
  • Os resultados de diversos estudos moleculares e morfológicos expandiram a circunscrição de Cupressaceae para incluir os géneros da antiga família Taxodiaceae, anteriormente tratados como um grupo distinto, mas que as aplicação das técnicas da filogenética permitiu demonstrar que diferia das Cupressaceae em quaisquer características consistentes. (wikipedia.org)