Tipo de cromogranina que foi inicialmente caracterizada em uma LINHAGEM CELULAR DE FEOCROMOCITOMA. É enontrada em várias espécies, incluindo a espécie humana, rato, camundongo, entre outras. É uma proteína ácida com 626 a 657 resíduos de aminoácidos. Em algumas espécies, inibe a secreção do HORMÔMIO PARATIREÓIDEO ou INSULINA e em outras exece efeitos bacteriolíticos.
Tipo de cromogranina que foi isolada pela primeira vez das CÉLULAS CROMAFINS da MEDULA SUPRARRENAL, mas também é encontrada em outros tecidos e em várias espécies, incluindo a espécie humana, bovina, rato, camundongo, entre outras. É uma proteína ácida com 431 a 445 resíduos de aminoácidos. Possui fragmentos que inibem a vasoconstrição ou a liberação de hormônios e de neurotransmissores, enquanto que outros fragmentos exercem ações antimicrobianas.
Grupo de proteínas ácidas que são os principais componentes das VESÍCULAS SECRETORAS nas células endócrinas e neuroendócrinas. Desempenham papéis importantes na agregação, empacotamento, classificação e processamento da proteína secretora antes da secreção. Devem ser clivadas para liberar os peptídeos biologicamente ativos. Há vários tipos de graninas, geralmente classificadas de acordo com sua origem.
Tipo de cromogranina que foi inicialmente caracterizada na ADENO-HIPÓFISE. É encontrada em várias espécies, incluindo a espécie humana, rato, camundongo, entre outras. A secretogranina II é uma proteína ácida com 559 a 586 resíduos de aminoácidos que pode estimular a liberação de DOPAMINA pelos neurônios e a de GONADOTROPINAS pela hipófise.
Parte mais interna da glândula suprarrenal. Derivada do ECTODERMA, a medula da adrenal é composta principalmente por CÉLULAS CROMAFINS, que produzem e armazenam vários NEUROTRANSMISSORES, principalmente adrenalina (EPINEFRINA) e NOREPINEFRINA. A atividade da medula adrenal é regulada pelo SISTEMA NERVOSO SIMPÁTICO.
Áreas condensadas de material celular, que podem estar ligadas por uma membrana.
LINHAGEM CELULAR derivada de um FEOCROMOCITOMA da MEDULA SUPRARRENAL de rato. As células PC12 cessam sua divisão e passam por diferenciação terminal quando tratadas com o fator de crescimento neuronal, tornando esta linhagem um modelo útil para o estudo da diferenciação de CÉLULAS NERVOSAS.
Receptores intracelulares que se ligam ao INOSITOL 1,4,5-TRISFOSFATO e desempenham um papel importante na sinalização intracelular. Os receptores de inositol 1,4,5-trisfosfato são canais de cálcio que liberam CÁLCIO em resposta a um aumento do níveis de inositol 1,4,5-trisfosfato no CITOPLASMA.
Hormônios peptídicos secretados no sangue pelas células das ILHOTAS DE LANGERHANS do pâncreas. As células alfa secretam glucagon, as células beta secretam insulina, as células delta secretam somatostatina, e as células PP secretam o polipeptídeo pancreático.
Pilha de vesículas achatadas que funcionam no processo pós-traducional e escolha de proteínas, recebendo-as do RETÍCULO ENDOPLÁSMICO rugoso e dirigindo-as para vesículas secretórias, LISOSSOMOS ou MEMBRANA CELULAR. O movimento das proteínas ocorre pela transferência de vesículas que brotam do retículo endoplasmático rugoso ou complexo de Golgi e se fundem com o Golgi, com os lisossomos ou com a membrana celular.
Reagente comumente utilizado em estudos bioquímicos como protetor, prevenindo a oxidação de grupos SH (tiol) e para reduzir bissulfetos à ditióis.
Trabalhos que contêm artigos de informação em assuntos em todo campo de conhecimento, normalmente organizado em ordem alfabética, ou um trabalho semelhante limitado a um campo especial ou assunto.
Insetos da família Formicidae, bastante comuns e amplamente distribuídos, provavelmente o grupo de maior êxito dentre os insetos. Todas as formigas são insetos sociais e a maioria das colônias possui três castas: rainhas, machos e operárias. Seus hábitos são frequentemente muito elaborados e diversos estudos têm sido realizados sobre o comportamento das formigas. Formigas produzem diversas secreções que funcionam no ataque, defesa e comunicação.
Serviços da NATIONAL LIBRARY OF MEDICINE para profissionais e usuários da área da saúde. Integra extensa informação do National Institutes of Health e de outras fontes de informações sobre determinadas doenças e anormalidades.
Moléculas de imunoglobulinas com uma dada sequência específica de aminoácidos a ponto de só ser possível sua interação com determinado antígeno (ver ANTÍGENOS), ou com molécula estruturalmente muito semelhante. A síntese de anticorpos ocorre nas PLASMÓCITOS da série linfoide como resposta à indução pelo antígeno.
Nucleotídeo de adenina contendo um grupo fosfato esterificado para ambas posições 3' e 5' da metade do açúcar. É um mensageiro secundário e um regulador intracelular chave que funciona como mediador da atividade de vários hormônios, incluindo epinefrina, glucagon e ACTH.
Qualquer dos muitos tipos de argila que contêm proporções variadas de Al2O3 e SiO2. São feitos sinteticamente através do aquecimento a 1000-2000 graus Celsius de fluoreto de alumínio, sílica e vapor d'água.
Informação planejada para usuários potenciais de serviços médicos e assistência à saúde. Há uma ênfase nas condutas preventivas e de autocuidado, como informações para usuário e disseminação ampla a comunidade.

A "cromogranina B" é uma proteína presente no corpo humano, especificamente em grânulos secretores de células neuroendócrinas e de células endócrinas. Ela pertence a uma classe de proteínas chamadas cromograninas, que estão envolvidas na regulação da liberação de neurotransmissores e hormônios.

A cromogranina B desempenha um papel importante na manutenção da integridade estrutural dos grânulos secretores e também pode estar envolvida no processo de exocitose, que é a liberação de substâncias químicas das células.

Em termos clínicos, a cromogranina B pode ser usada como um marcador tumoral para detectar e monitorar certos tipos de câncer, como o câncer de tireoide medular e outros tumores neuroendócrinos. Os níveis elevados de cromogranina B no sangue podem indicar a presença de um tumor neuroendócrino ou sua recidiva. No entanto, é importante notar que a interpretação dos níveis de cromogranina B deve ser feita com cuidado e em conjunto com outros exames diagnósticos, pois outras condições médicas podem também afetar seus níveis séricos.

De acordo com a terminologia controlada da medicina (Medical Subject Headings - MeSH) da Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, a cromogranina A é definida como:

"Um péptido que ocorre em vários grânulos secretórios. É um marcador específico para os grânulos de secreção eletrodensa e está associado às membranas dos grânulos."

A cromogranina A é uma proteína encontrada principalmente em grânulos secretórios de células neuroendócrinas e de células endócrinas. É frequentemente usada como um marcador bioquímico para esses tipos de células. Alterações na expressão da cromogranina A podem estar associadas a várias condições médicas, incluindo algumas neoplasias e doenças neurodegenerativas.

Na medicina, as cromograninas não têm um papel direto como tratamento ou diagnóstico de condições específicas. No entanto, elas são frequentemente mencionadas em relação a doenças envolvendo células neuroendócrinas e seus grânulos, uma vez que as cromograninas são proteínas abundantes nesses grânulos.

As cromograninas A, B e C (também conhecidas como secretograninas I, II e III, respectivamente) são proteínas de matriz granular encontradas em células neuroendócrinas e outros tipos de células que contêm grânulos secretores. Elas desempenham um papel importante na biologia das células neuroendócrinas, auxiliando no armazenamento, processamento e liberação de neurotransmissores e hormônios.

Em um contexto clínico, os níveis séricos de cromogranina A são frequentemente usados como marcadores bioquímicos para monitorar a progressão e avaliar o tratamento de doenças associadas às células neuroendócrinas, como feocromocitoma (tumor da glândula adrenal), carcinoides (tumores neuroendócrinos) e outros tumores neuroendócrinos malignos.

Em resumo, as cromograninas são proteínas importantes encontradas em células neuroendócrinas e seus grânulos. Eles desempenham um papel crucial na biologia dessas células e podem ser usados como marcadores bioquímicos para monitorar a progressão de doenças associadas às células neuroendócrinas.

A secretogranina II é uma proteína produzida e armazenada em granos secretores de células endócrinas e neuronais. Também é conhecida como chromogranin A-like immunoreactivity, granin A, or protein 5. É um membro da família de proteínas secretoras granina, que estão envolvidas na regulação do armazenamento e liberação de neurotransmissores e hormônios.

A secretogranina II é uma proteína de grande tamanho, com aproximadamente 48 kDa, e é codificada pelo gene SCG2. É sintetizada no retículo endoplasmático rugoso como um precursor maior, que é processado em vários peptídeos menores após sua translocação para os grânulos secretórios.

A secretogranina II desempenha um papel importante na formação e estabilidade dos grânulos secretórios, bem como no controle da liberação de seus conteúdos. Além disso, é utilizada como marcador imunocitológico para a identificação de células endócrinas e neuronais, e tem sido associada à patologia de várias doenças, incluindo o câncer de tireoide e neurodegenerativas.

Medula suprarrenal é o interior das glândulas suprarrenais, que são duas pequenas glândulas situadas acima dos rins. A medula suprarrenal é tecidualmente distinta da casca externa da glândula (cortical), e eles têm funções metabólicas diferentes.

A medula suprarrenal é essencialmente um tecido nervoso modificado que funciona como parte do sistema nervoso simpático, a resposta "luta ou fuga" do corpo. Ela produz as citocinas chamadas catecolaminas, especialmente epinefrina (adrenalina) e norepinefrina (noradrenalina). Estes hormônios auxiliam no controle da pressão arterial, frequência cardíaca, respiração e outras funções corporais durante situações de estresse.

Alterações na medula suprarrenal podem resultar em várias condições médicas, como feocromocitoma, uma neoplasia rara que pode causar pressão arterial alta e ritmo cardíaco acelerado.

Grânulos citoplasmáticos referem-se a pequenas estruturas membranosas ou não membranosas presentes no citoplasma de células que armazenam moléculas bioativas, como proteínas e metabólitos. Eles desempenham um papel importante em diversas funções celulares, incluindo a defesa imune, secreção de hormônios e neurotransmissores, e a digestão intracelular. Existem diferentes tipos de grânulos citoplasmáticos, tais como lisossomos, mitocondrias, ribossomos, peroxissomas, e grânulos secretórios, cada um com suas próprias funções distintas. A sua morfologia, tamanho e composição variam de acordo com o tipo específico de célula e a sua função biológica.

PC12 é uma linha de células derivada de um tumor neuroendócrino de rato. Elas foram originalmente isoladas a partir de um tumor de glândula adrenal de rato e são frequentemente utilizadas em pesquisas científicas como um modelo in vitro para estudar a neurobiologia e a neuroquímica.

As células PC12 exibem propriedades both neuronais and secretoras, o que as torna úteis para o estudo de sinais celulares e do sistema nervoso periférico. Eles podem ser diferenciados em neurónios com processos alongados usando fatores de crescimento nerveusos, como o fator de crescimento nervoso dessensibilizador a insulina (IGF-1) ou o fator de crescimento nervoso derivado do tecido (NGF).

Após a diferenciação, as células PC12 exibem atividade elétrica e neurotransmissor, tornando-as úteis para estudar a neurotransmissão e a sinapse. Além disso, as células PC12 também são suscetíveis à toxicidade induzida por agentes ambientais e farmacológicos, o que as torna um modelo popular para estudos de neurotoxicidade.

Os Receptores de Inositol 1,4,5-Trifosfato (IP3R) são canais iónicos dependentes de Ca2+ localizados no retículo sarcoplasmático e retículo endoplasmático das células excitatórias. Eles desempenham um papel crucial na regulação do Ca2+ intracelular, que por sua vez controla uma variedade de processos celulares, incluindo a transmissão sináptica, a secreção de hormônios e neurotransmissores, o crescimento e proliferação celular, e a apoptose.

Os IP3R são ativados por ligantes intracelulares, como o inositol 1,4,5-trifosfato (IP3) e o Ca2+. A ligação de IP3 ao domínio de ligação do IP3 no receptor induz uma mudança conformacional que facilita a abertura do canal iónico e permite a entrada de Ca2+ no citoplasma. O aumento dos níveis de Ca2+ intracelular, por sua vez, pode ativar outros IP3R, levando a uma resposta de feedforward que amplifica a sinalização do Ca2+.

Existem três subtipos principais de IP3R (IP3R1, IP3R2 e IP3R3) que diferem em sua distribuição tissular, propriedades funcionais e mecanismos regulatórios. Por exemplo, o IP3R1 é expresso predominantemente no cérebro e no sistema nervoso periférico, enquanto o IP3R2 é encontrado principalmente em células do músculo liso e do coração. O IP3R3, por outro lado, é expresso amplamente em uma variedade de tecidos e é considerado o subtipo mais ubíquo.

A disfunção dos receptores IP3 pode contribuir para várias condições patológicas, incluindo doenças neurodegenerativas, cardiovasculares e musculoesqueléticas. Além disso, os IP3R desempenham um papel importante na regulação da apoptose celular e podem ser alvo terapêutico para o tratamento de doenças associadas à morte celular excessiva ou insuficiente.

Os hormônios pancreáticos são substâncias químicas produzidas e secretadas pelos clusters de células endócrinas localizados nas ilhotas de Langerhans no pâncreas. Existem dois tipos principais de células endócrinas nessas ilhotas: as células beta, que produzem insulina, e as células alfa, que produzem glucagon.

A insulina é o hormônio mais conhecido produzido pelo pâncreas. A sua função principal é regular a glicemia no sangue, promovendo a absorção de glicose pelas células e o armazenamento de energia em forma de glicogênio no fígado e nos músculos. Além disso, a insulina também desempenha um papel importante na síntese de proteínas e gorduras.

O glucagon, por outro lado, é responsável por aumentar os níveis de glicose no sangue quando eles estiverem baixos. Ele faz isso estimulando a quebra do glicogênio armazenado no fígado em glicose, que é então liberada para o sangue.

Em resumo, os hormônios pancreáticos desempenham um papel fundamental na regulação da glicemia no sangue e no metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídios no corpo humano.

O complexo de Golgi, também conhecido como aparato de Golgi ou dictioglifo, é um organelo membranoso encontrado em células eucarióticas. Ele desempenha um papel crucial no processamento e transporte de proteínas e lípidos sintetizados no retículo endoplasmático rugoso (RER) para seus destinos finais dentro ou fora da célula.

O complexo de Golgi é composto por uma pilha achatada de sacos membranosos chamados cisternas, geralmente dispostos em forma de disco e rodeados por vesículas. As proteínas sintetizadas no RER são transportadas para o complexo de Golgi através de vesículas revestidas com coatomer (COPII). Dentro do complexo de Golgi, as proteínas passam por uma série de modificações postraducionais, incluindo a remoção e adição de grupos químicos, tais como carboidratos e fosfatos, bem como a clivagem de peptídeos. Essas modificações são essenciais para a correta dobramento da estrutura das proteínas e para sua localização final na célula.

Após o processamento, as proteínas são empacotadas em vesículas revestidas com coatomer (COPI) e transportadas para seus destinos finais. Algumas proteínas são enviadas de volta ao RER, enquanto outras são direcionadas a lisossomas, plasma membrana ou outros compartimentos celulares. O complexo de Golgi também desempenha um papel importante no transporte e processamento de lípidos, especialmente na formação de glicolipídios e esfingolípidos.

Em resumo, o complexo de Golgi é uma estrutura membranosa fundamental para o processamento e transporte de proteínas e lípidos sintetizados no RER, desempenhando um papel crucial na manutenção da homeostase celular.

Ditiotreitol (DTT) é um composto organosulfurado com a fórmula molecular (HSCH2)2. É frequentemente usado em bioquímica e biologia molecular como um agente redutor, capaz de reduzir as ligações dissulfure entre proteínas e outros grupos sulfídricos (-SH). Isso é útil para manter proteínas em sua conformação nativa ou desdobrada durante a purificação e análise. DTT também pode ser usado para prevenir a oxidação de aminoácidos sensíveis à oxidação, como a metionina.

Em solução aquosa, DTT se dissocia em dois ions tiol (HS-), que são os agentes redutores ativos. A redução de ligações dissulfure por DTT geralmente resulta na formação de duas ligações disulfure adicionais entre as moléculas de DTT, o que pode ser útil para medir a atividade redutora de uma proteína ou outro biomolécula.

Embora DTT seja frequentemente usado em experimentos bioquímicos e moleculares, é importante notar que ele também pode interferir com certas reações enzimáticas e processos celulares, portanto, sua adição deve ser considerada com cuidado. Além disso, DTT deve ser manuseado com cuidado, pois é classificado como um agente cancerígeno potencial e pode causar irritação à pele e olhos.

'Enciclopedias as a Subject' não é uma definição médica em si, mas sim um tema ou assunto relacionado ao campo das enciclopédias e referências gerais. No entanto, em um sentido mais amplo, podemos dizer que esta área se concentra no estudo e catalogação de conhecimento geral contido em diferentes enciclopédias, cobrindo uma variedade de tópicos, incluindo ciências médicas e saúde.

Uma definição médica relevante para este assunto seria 'Medical Encyclopedias', que se referem a enciclopédias especializadas no campo da medicina e saúde. Essas obras de referência contêm artigos detalhados sobre diferentes aspectos da medicina, como doenças, procedimentos diagnósticos, tratamentos, termos médicos, anatomia humana, história da medicina, e biografias de profissionais médicos importantes. Algumas enciclopédias médicas são direcionadas a um público especializado, como médicos e estudantes de medicina, enquanto outras são destinadas ao grande público leigo interessado em conhecimentos sobre saúde e cuidados médicos.

Exemplos notáveis de enciclopédias médicas incluem a 'Encyclopedia of Medical Devices and Instrumentation', 'The Merck Manual of Diagnosis and Therapy', ' tabulae anatomicae' de Vesalius, e a 'Gray's Anatomy'. Essas obras desempenharam um papel importante no avanço do conhecimento médico, fornecendo uma base sólida para o estudo e prática da medicina.

'Formigas' são insetos eusociais pertencentes à família Formicidae, dentro da ordem Hymenoptera. Elas são conhecidas por sua organização social complexa, com castas especializadas como rainhas, operárias e machos. As formigas geralmente medem de 1 a 50 milímetros de comprimento, dependendo da espécie. São reconhecidas por seus longos antenas e constrições no meio e no final do abdômen.

As formigas são encontradas em quase todos os ambientes terrestres, exceto em regiões polares e altitudes extremamente elevadas. Elas se alimentam de uma variedade de fontes de alimento, incluindo insetos, sementes, néctar e fungos. Algumas espécies são conhecidas por sua relação simbiótica com outros organismos, como aformiga-leão que cultiva fungos ou as formigas que cuidam de pulgões para obter seu líquido alimentar chamado de melada.

As formigas são conhecidas por sua habilidade em construir complexos sistemas de ninhos, alguns dos quais podem abranger grandes áreas de terra e incluir túneis subterrâneos, câmaras e galerias. Algumas espécies também constroem ninhos à base de materiais vegetais ou em troncos ocos.

Embora muitas pessoas vejam as formigas como pragas devido ao seu hábito de invadir e danificar alimentos, plantações e estruturas humanas, elas desempenham um papel importante na ecologia como predadores e decompositores. Algumas espécies também são usadas em pesquisas científicas devido à sua organização social complexa e comportamento altamente coordenado.

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Anticorpos são proteínas produzidas pelo sistema imune em resposta à presença de substâncias estrangeiras, chamadas antígenos. Esses antígenos podem ser vírus, bactérias, fungos, parasitas ou outras partículas estranhas, incluindo toxinas e substâncias nocivas. Os anticorpos se ligam especificamente a esses antígenos, neutralizando-os ou marcando-os para serem destruídos por outras células do sistema imune.

Existem diferentes tipos de anticorpos, cada um com uma função específica no organismo. Os principais tipos são:

1. IgG: São os anticorpos mais abundantes no sangue e fluido corporal. Eles desempenham um papel importante na proteção contra infecções bacterianas e virais, além de neutralizar toxinas e atuar no processo de fagocitose (ingestão e destruição de partículas estrangeiras por células imunes).
2. IgM: São os primeiros anticorpos a serem produzidos em resposta a uma infecção. Eles são grandes e hexaméricos, o que significa que se ligam a múltiplos antígenos ao mesmo tempo, promovendo a ativação do sistema imune e a destruição dos patógenos.
3. IgA: Esses anticorpos são encontrados principalmente nas membranas mucosas, como nos pulmões, intestinos e glândulas lacrimais. Eles desempenham um papel importante na proteção contra infecções respiratórias e gastrointestinais, além de neutralizar toxinas e outros antígenos que entram em contato com as mucosas.
4. IgE: São anticorpos associados às reações alérgicas e à defesa contra parasitas. Eles se ligam a mastócitos e basófilos, células do sistema imune que liberam histaminas e outros mediadores inflamatórios em resposta a estímulos antigênicos, causando sintomas alérgicos como prurido, lacrimejamento e congestão nasal.

Em resumo, os anticorpos são proteínas do sistema imune que desempenham um papel crucial na defesa contra infecções e outros agentes estranhos. Eles se ligam a antígenos específicos e promovem a ativação do sistema imune, a fagocitose e a destruição dos patógenos. Cada tipo de anticorpo tem suas próprias características e funções, mas todos eles trabalham em conjunto para manter a integridade do organismo e protegê-lo contra doenças.

Cyclic AMP (cAMP) é um importante mensageiro secundário no corpo humano. É uma molécula de nucleotídeo que se forma a partir do ATP (trifosfato de adenosina) e é usada para transmitir sinais em células. Quando ocorre algum estímulo, como a ligação de um hormônio a um receptor na membrana celular, uma enzima chamada adenilil ciclase é ativada e converte o ATP em cAMP.

A molécula de cAMP ativa várias proteínas efectoras, como as protein kinases, que desencadeiam uma cascata de reações que levam a uma resposta celular específica. Depois de realizar sua função, o cAMP é convertido de volta em AMP pela enzima fosfodiesterase, encerrando assim seu efeito como mensageiro secundário.

Em resumo, a definição médica de "Cyclic AMP" refere-se a um importante mensageiro intracelular que desempenha um papel fundamental na transdução de sinais em células vivas, especialmente no que diz respeito à regulação de processos fisiológicos como o metabolismo, a secreção hormonal e a excitabilidade celular.

Os silicatos de alumínio são um grande grupo de minerais formados por silicio (Si), oxigênio (O) e alumínio (Al). Eles são caracterizados pela substituição parcial do silício pelos íons de alumínio, o que resulta em uma estrutura cristalina com anéis, cadeias ou camadas de tetraedros SiO4 e AlO4. Existem vários tipos de silicatos de alumínio, incluindo feldspatos, micas, cloritos, caolinitos e zeólitas, cada um com propriedades distintas e usos industriais e comerciais amplos. A estrutura e a composição química dos silicatos de alumínio podem variar consideravelmente, o que leva à formação de uma grande variedade de minerais com diferentes propriedades físicas e químicas.

A Informação de Saúde ao Consumidor (Consumer Health Information, em inglês) refere-se a comunicações de saúde claras, confiáveis e baseadas em evidências, que estão disponíveis e acessíveis ao público em geral. Ela é projetada para ajudar as pessoas a tomar decisões informadas sobre sua saúde e cuidados de saúde, através do fornecimento de conteúdo educacional e informativo sobre uma variedade de tópicos relacionados à saúde.

A informação de saúde ao consumidor pode incluir dados sobre doenças e condições de saúde, estilos de vida saudáveis, opções de tratamento, cuidados preventivos, serviços de saúde e outras questões relacionadas à saúde. Ela pode ser fornecida em diferentes formatos e mídias, como folhetos, livretos, sites da web, aplicativos móveis, cartazes, programas de rádio e televisão, entre outros.

É importante que a informação de saúde ao consumidor seja credível, objetiva, clara e culturalmente adequada, para garantir que ela seja compreendida e utilizada adequadamente pelos indivíduos. Além disso, é recomendável que a informação se baseie em evidências científicas sólidas e seja revisada por especialistas em saúde antes de ser divulgada ao público.

Pan-B): para identificação de linfomas de células B; CD30 (Ki-1): marcador de linfoma de Hodgkin, linfoma de grandes células ... Cromogranina A: marcador de diferenciação neuroendócrina; Desmina: marcador de células musculares, estriadas ou lisas - tumores ... 2008, 6(1 Pt 2): 46-7 WERNER, B. et al. Uso prático da imuno-histoquímica em patologia cirúrgica - J Bras Patol Med Lab, v. 41 ...
cromogranina A (CgA) cromogranina B (CgB) secretogranina II (SgII) (ver também secretoneurina) secretogranina III (SgIII) ... As graninas (cromogranina e secretogranina) formam uma família de proteínas ubiquitárias reguladoras de secreção proteica, que ...
Pan-B): para identificação de linfomas de células B; CD30 (Ki-1): marcador de linfoma de Hodgkin, linfoma de grandes células ... Cromogranina A: marcador de diferenciação neuroendócrina; Desmina: marcador de células musculares, estriadas ou lisas - tumores ... 2008, 6(1 Pt 2): 46-7 WERNER, B. et al. Uso prático da imuno-histoquímica em patologia cirúrgica - J Bras Patol Med Lab, v. 41 ...
60 Cromogranina: As cromograninas (A, B, C) são proteínas solúveis monoméricas ácidas encontradas nos grânulos secretores ...
Coxsackievírus B (1-6), Anticorpos Igg. *Coxsackievírus B (1-6), Anticorpos Igm ... Cromogranina A. *Cryptococcus Neoformans - Pesquisa Direta. *Cultura + Antibiograma. *Cultura + Antibiograma Automatizada. * ...
Expressão de succinato de-hidrogenase A e B relacionada (SDHA e SDHB) estiveram presentes em ambos os tumores CONCLUSÕES: ... A caracterização imunoistoquímica revelou expressão de sinaptofisina e cromogranina nos ninhos de células tumorais e expressão ... A caracterização imunoistoquímica revelou expressão de sinaptofisina e cromogranina nos ninhos de células tumorais e expressão ... Expressão de succinato de-hidrogenase A e B relacionada (SDHA e SDHB) estiveram presentes em ambos os tumores CONCLUSÕES: ...
Pesquisa HLA-B22 (Alelos B*54, B*55 e B*56). Código: BM127. Tempo de Execução: 6. Método:PCR-SSP. ... Cromogranina A. Código: E119. Tempo de Execução: 10 Dias úteis. Método:R.I.A. ... Pesquisa HLA-B22 (Alelos B*54, B*55 e B*56)2266 ... Pesquisa HLA-B5 (Alelos B*51 e B*52). Código: BM074. Tempo de ... Vírus Sincicial Respiratório B (VSR-B) - Pesquisa de ARN. Código: BM098. Tempo de Execução: 6 Dias úteis. Método:PCR end point ...
Secretogranina I use Cromogranina B Secretogranina II Secretograninas use Cromograninas Secularismo Secura da Boca use ... SC-19220 use Ácido Dibenzo(b,f)(1,4)oxazepina-10(11H)-carboxílico, 8-cloro-, 2-acetilidrazida ...
Secretogranina I use Cromogranina B Secretogranina II Secretograninas use Cromograninas Secularismo Secura da Boca use ... SC-19220 use Ácido Dibenzo(b,f)(1,4)oxazepina-10(11H)-carboxílico, 8-cloro-, 2-acetilidrazida ...
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Secretogranina I use Cromogranina B Secretogranina II Secretograninas use Cromograninas Secularismo Secura da Boca use ...
Antidesoxiribonuclease B, neutralização quantitativa - pesquisa e/ou dosagem. 40307956. Antígenos metílicos solúveis do BCG (1 ... Cromogranina A, soro. 40317340. C-Telopeptídeo. 40321550. Serotonina (sangue). 40321746. Clorpromazina, dosagem. ...
Cromogranina A é utilizada como marcador para tumores carcinoides Visão geral de tumores carcinoides Os tumores carcinoides se ... áreas onde a infecção pelos vírus das hepatites B e C é prevalente. Em geral, os sinais e sintomas são inespecíficos... leia ...
HEPATITE B - Quantifica o por PCR. A presen a do DNA no v rus da Hepatite B, avaliada pela t cnica de PCR, o indicador mais ... CROMOGRANINA A. - Cromogranina A, tamb m chamada de secretogranina I se constitui num grupo de prote nas presentes em v rios ... HEPATITE B - Detec o por PCR. Interpreta o: O v rus da Hepatite B um dos principais agentes etiol gicos das hepatites agudas e ... HEPATITE B - Anti - HBc IgM. Uso: diagn stico de hepatite B. A presen a de anticorpos IgM indica um processo de infec o recente ...
HEPATITE B - Quantifica o por PCR. A presen a do DNA no v rus da Hepatite B, avaliada pela t cnica de PCR, o indicador mais ... CROMOGRANINA A. - Cromogranina A, tamb m chamada de secretogranina I se constitui num grupo de prote nas presentes em v rios ... HEPATITE B - Detec o por PCR. Interpreta o: O v rus da Hepatite B um dos principais agentes etiol gicos das hepatites agudas e ... HEPATITE B - Anti - HBc IgM. Uso: diagn stico de hepatite B. A presen a de anticorpos IgM indica um processo de infec o recente ...
Cromogranina B - Conceito preferido Identificador do conceito. M0136113. Nota de escopo. Tipo de cromogranina que foi ... Tipo de cromogranina que inicialmente se identificó en una LÍNEA CELULAR DEL FEOCROMOCITOMA de la rata. Se encuentra en muchas ... Tipo de cromogranina que foi inicialmente caracterizada em uma LINHAGEM CELULAR DE FEOCROMOCITOMA. É enontrada em várias ...
Secretogranina I use Cromogranina B Secretogranina II Secretograninas use Cromograninas Secularismo Secura da Boca use ... SC-19220 use Ácido Dibenzo(b,f)(1,4)oxazepina-10(11H)-carboxílico, 8-cloro-, 2-acetilidrazida ...
Coxsackievírus B (1-6), Anticorpos Igg. *Coxsackievírus B (1-6), Anticorpos Igm ... Cromogranina A. *Cryptococcus Neoformans - Pesquisa Direta. *Cultura + Antibiograma. *Cultura + Antibiograma Automatizada. * ...
As crianças da categoria "maior risco" da ATA, aquelas com neoplasia endócrina múltipla 2 do tipo B com mutação no códon M918T ... O câncer medular da tireoide se cora para calcitonina, cromogranina e antígeno carcinoembrionário, e não se cora para ... Além disso, cerca de 75% dos pacientes com neoplasia endócrina múltipla 2 do tipo B têm novas mutações germinativas RET. Pode ... Pacientes com neoplasia endócrina múltipla 2 do tipo B apresentam câncer medular da tireoide; feocromocitoma; e traços físicos ...
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Secretogranina I use Cromogranina B Secretogranina II Secretograninas use Cromograninas Sectral use Acebutolol ... SC-19220 use Ácido Dibenzo(b,f)(1,4)oxazepina-10(11H)-carboxílico, 8-cloro-, 2-acetilidrazida ...
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Hepatite B expressão gênica Cardápios Vitamin D receptor interleucina 1 beta IFNG Fuzzy XRCC1 eutrophic lake Ecologia ... Cromogranina A Pacientes educação alimentar e nutricional Condições pré-cancerosas Estudantes de Enfermagem Solo ... LUSITANO B. Tedesco, Antônio C de Souza, Aparecido R LINS, CARLOS EDUARDO C. ARIZA-MONTES, ANTONIO RAPOSO, ANTÓNIO HAN, HEESUP ... B. C. Daniel Agustinho Larissa Bittencourt Rafael Trindade Burtet Eveline Queiroz de Pinho Tavares Danielle de Jesus Prado ...
HEPATITE B - Quantifica o por PCR. A presen a do DNA no v rus da Hepatite B, avaliada pela t cnica de PCR, o indicador mais ... CROMOGRANINA A. - Cromogranina A, tamb m chamada de secretogranina I se constitui num grupo de prote nas presentes em v rios ... HEPATITE B - Detec o por PCR. Interpreta o: O v rus da Hepatite B um dos principais agentes etiol gicos das hepatites agudas e ... HEPATITE B - Anti - HBc IgM. Uso: diagn stico de hepatite B. A presen a de anticorpos IgM indica um processo de infec o recente ...
  • Tipo de cromogranina que inicialmente se identificó en una LÍNEA CELULAR DEL FEOCROMOCITOMA de la rata. (bvsalud.org)
  • Tipo de cromogranina que foi inicialmente caracterizada em uma LINHAGEM CELULAR DE FEOCROMOCITOMA . (bvsalud.org)
  • Esta última categoria é formada pela síndrome do câncer poliglandular, conhecida como neoplasia endócrina múltipla 2 dos tipos A e B. A neoplasia endócrina múltipla 2 do tipo A é caraterizada por câncer medular da tireoide, feocromocitoma em até 50% dos casos, hiperparatireoidismo primário em até 30% dos casos e, com menor frequência, líquen amiloide cutâneo e doença de Hirschsprung. (medscape.com)
  • A neoplasia endócrina múltipla 2 do tipo B representa o tipo mais agressivo de neoplasia endócrina múltipla 2. (medscape.com)
  • Além disso, cerca de 75% dos pacientes com neoplasia endócrina múltipla 2 do tipo B têm novas mutações germinativas RET . (medscape.com)