Cisteína protease altamente expressa em OSTEOCLASTOS que desempenha um papel essencial na REABSORÇÃO ÓSSEA como uma potente enzima que degrada a MATRIZ EXTRACELULAR.
Grupo de proteinases ou endopeptidases lisossomais encontradas nos extratos aquosos de uma vários tecidos animais. O pH ótimo de funcionamento é na faixa ácida. As catepsinas ocorrem como subtipos variados de enzimas que incluem SERINA PROTEASES, ASPÁRTICO PROTEINASES e CISTEÍNA PROTEASES.
Cisteína proteinase lisossomal com especificidade semelhante à da PAPAÍNA. A enzima está presente em uma variedade de tecidos e é importante em muitos processos fisiológicos e patológicos. A catepsina B tem sido envolvida em processos patológicos na DESMIELINIZAÇÃO, ENFISEMA, ARTRITE REUMATOIDE e INVASIVIDADE NEOPLÁSICA.
Cisteína protease expressa de modo ubíquo que desempenha um papel enzimático no PROCESSAMENTO PÓS-TRADUCIONAL DE PROTEÍNAS dentro de GRÂNULOS SECRETORES.
Proteinase intracelular encontrada numa variedade de tecidos. Tem especificidade similar, porém mais estreita, que a da pepsina A. A enzima está envolvida no catabolismo da cartilagem e do tecido conjuntivo. EC 3.4.23.5. (Anteriormente EC 3.4.4.23).
Serina protease encontrada em grânulos azurofílicos dos NEUTRÓFILOS. Possui uma especificidade enzimática semelhante à da quimiotripsina C.
Cisteína protease expressa de modo ubíquo envolvida no processamento proteico. A enzima possui atividades de endopeptidase e de aminopeptidase.
Endopeptidase aspártica que é semelhante em estrutura à CATEPSINA D. É encontrada principalmente nas células do sistema imunitário, onde pode desempenhar um papel no processamento de ANTÍGENOS DE SUPERFÍCIE CELULAR.
Cisteína protease semelhante à papaína que possui especificidade para dipeptídeos amino terminais. A enzima desempenha papel na ativação de várias serinoproteases pró-inflamatórias pela remoção de seus dipeptídeos amino terminais inibitórios. Mutações genéticas que causam a perda da atividade da catepsina C em seres humanos estão associadas com a DOENÇA DE PAPILLON-LEFEVRE.
Cisteína proteinase relacionada com papaína, encontrada em lisossomos, que é expressa em uma ampla variedade de tipos celulares.
ENDOPEPTIDASES que têm uma cisteína envolvida no processo catalítico. Este grupo de enzimas é inativado por INIBIDORES DE CISTEÍNO PROTEINASE tais como as CISTATINAS e os REAGENTES DE SULFIDRILA.
Grande célula multinuclear associada com a REABSORÇÃO ÓSSEA. Um odontoclasto (também chamado cementoclasto) é citomorfologicamente o mesmo que um osteoclasto e está envolvido na reabsorção do CEMENTO dentário.
Cisteína peptidase expressa de modo ubíquo que apresenta atividade carboxipeptidase. É altamente expressa em uma variedade de tipos celulares do sistema imunitário e pode ter papel em processos inflamatórios e outras respostas do sistema imunitário.
A perda óssea devido à atividade osteoclástica.
Compostos exógenos e endógenos que inibem CISTEÍNA ENDOPEPTIDASES.
Cisteína endopeptidase encontrada em CÉLULAS ASSASSINAS NATURAIS e em LINFÓCITOS T CITOTÓXICOS. Pode ter uma função específica no mecanismo ou na regulação da atividade citolítica de células do sistema imunitário.
Classe de partículas citoplasmáticas morfologicamente heterogêneas encontradas em tecidos animais e vegetais, caracterizadas por seu conteúdo de enzimas hidrolíticas e pela latência relacionada à estrutura destas enzimas. As funções intracelulares dos lisossomos dependem de seu potencial lítico. A única unidade de membrana do lisossomo atua como uma barreira entre as enzimas encerradas no lisossomo e o substrato externo. A atividade das enzimas contidas no lisossomos é limitada ou nula, a não ser que a vesícula na qual estas enzimas encontram-se seja rompida. Supõem-se que tal ruptura esteja sob controle metabólico (hormonal).
Subclasse de PEPTÍDEO HIDROLASES que catalisam a clivagem interna de PEPTÍDEOS ou PROTEÍNAS.
Linhagem de células de ERITROLEUCEMIA derivadas de um paciente com LEUCEMIA MIELOIDE CRÔNICA em CRISE BLÁSTICA.
Formação defeituosa do osso envolvendo ossos individualmente ou em combinação.
Grupo homólogo de INIBIDORES DE CISTEÍNO PROTEINASE endógena. As cistatinas inibem a maioria das CISTEÍNA ENDOPEPTIDADES, tais como a PAPAÍNA, e outras peptidases que possuem um grupo sulfidrila no sítio ativo.
Carboxipeptidase que catalisa a liberação de um aminoácido C-terminal com uma ampla especificidade. Também desempenha um papel nos LISOSSOMOS protegendo da degradação a BETA-GALACTOSIDASE e a NEURAMINIDASE. Foi anteriormente classificada como EC 3.4.12.1 e EC 3.4.21.13.
Proteína transmembrana pertencente à superfamília do fator de necrose tumoral que se liga especificamente ao RECEPTOR ATIVADOR DE FATOR NUCLEAR KAPPA B e à OSTEOPROTEGERINA. Desempenha um importante papel na regulação da diferenciação e ativação dos OSTEOCLASTOS.
Variedade de sarcoma raro que possui um estroma reticulado fibroso que envolve grupos de células de sarcoma que se assemelham a células epiteliais e estão encerradas alvéolos circundados por tecido conjuntivo. É um tumor raro, que geralmente ocorre entre as idades de 15 e 35 anos. Aparece nos músculos das extremidades em adultos e, mais comumente, nas regiões da cabeça e pescoço em crianças. Apesar de ter crescimento vagaroso, é habitual metastatizar para os pulmões, cérebro, ossos e linfonodos. (Tradução livre do original: DeVita Jr et al., Cancer: Principles & Practice of Oncology, 3d ed, p1365)
Oligopeptídeos N-acilados isolados de filtrados da cultura de Actinomyces que atuam especificamente na inibição de proteases ácidas, tais como a pepsina e renina.
Enzima que catalisa a conversão de um monoéster ortofosfórico e água a um álcool e ortofosfato. EC 3.1.3.2.
Formação excessiva de osso trabecular denso levando a fraturas patológicas, OSTEÍTE, ESPLENOMEGALIA com infarto, ANEMIA e HEMATOPOIESE EXTRAMEDULAR.
Síndrome autossômica recessiva rara caracterizada por fechamento adiado das SUTURAS CRANIANAS, baixa estatura, ACRO-OSTEÓLISE das falanges distais, ANORMALIDADES MAXILOFACIAIS e dentárias, além de um aumento na densidade óssea que resulta em FRATURAS ÓSSEAS frequentes. Está associada a defeito na REABSORÇÃO ÓSSEA decorrente de mutações na cisteína protease lisossomal CATEPSINA K.
Compostos que inibem ou antagonizam a biossíntese ou ações de proteases (ENDOPEPTIDASES).
Peptídeo composto por duas unidades de aminoácidos.
A reabsorção de tecido dentário calcificado, envolvendo desmineralização devido à reversão da troca de cátions e reabsorção lacunar por osteoclastos. Há dois tipos: externo (como resultado de patologia dentária) e interno (iniciado aparentemente por uma hiperplasia inflamatória peculiar da polpa).
Enzima proteolítica obtida de Carica papaya. O nome também é usado para uma mistura de papaína purificada e QUIMOPAPAÍNA usada como agente enzimático tópico na desbridação. EC 3.4.22.2.
Transtornos neoplásicos distintos de histiócitos. Estão incluídas as neoplasias malignas de MACRÓFAGOS e CÉLULAS DENDRÍTICAS.
Substâncias fisiologicamente inativas que podem ser convertidas em enzimas ativas.
Diazomethane is an extremely hazardous and explosive organic compound, commonly used as a methylating agent in chemical synthesis, consisting of a diazo group (-N=N-) linked to a methanoyl group (>CH2), with the formula CH2N2.
Normalidade de uma solução com relação a íons de HIDROGÊNIO, H+. Está relacionada com medições de acidez na maioria dos casos por pH = log 1/2[1/(H+)], onde (H+) é a concentração do íon hidrogênio em equivalentes-grama por litro de solução. (Tradução livre do original: McGraw-Hill Dictionary of Scientific and Technical Terms, 6th ed)
Atividade de enzima hidrolítica usada como teste histoquímico para a presença de esterases no tecido. O substrato usado é o cloroacetato de 3-hidroxi-4'-nitro-2-naftanilida (naftol AS-D).

Catepsina K é uma enzima proteolítica, o que significa que ela pode descompor outras proteínas. Ela pertence à classe das enzimas conhecidas como catepsinas, que são proteases de cobre presentes em lisossomos e granulócitos.

A catepsina K é especificamente uma metaloprotease, o que significa que possui um átomo de metal (geralmente zinco) em seu sítio ativo, o qual catalisa a reação de quebra dos laços peptídicos das proteínas.

Esta enzima desempenha um papel importante na remodelação óssea e na homeostase mineral óssea, pois ela pode decompor colágeno tipo I, a proteína estrutural mais abundante no tecido ósseo. A catepsina K também é capaz de desgranular matriz extracelular, o que contribui para a resorção óssea durante processos fisiológicos normais, como o crescimento e manutenção do esqueleto, assim como em condições patológicas, como a osteoporose.

Além disso, a catepsina K também pode desempenhar um papel no processamento de proteínas não colágenas na matriz extracelular e pode estar envolvida em doenças associadas às vias inflamatórias e imunes.

Catepsinas são enzimas proteolíticas, o que significa que elas podem decompor outras proteínas em peptídeos e aminoácidos. Essas enzimas pertencem à classe das proteases e estão presentes em diversos organismos, incluindo humanos. Em nosso corpo, as catepsinas desempenham um papel importante no processo de digestão e também na regulação de vários processos fisiológicos, como a resposta imune e a remodelação tecidual.

Existem diversos tipos de catepsinas, sendo as principais: catepsina B, C, D, E, e K. Cada uma delas tem um papel específico no organismo e pode ser encontrada em diferentes locais, como nos lisossomas ou no espaço extracelular. Algumas dessas enzimas são ativadas apenas em condições especiais, como em ambientes de baixo pH ou em presença de certos íons metálicos.

As catepsinas têm sido alvo de estudos devido à sua possível relação com diversas doenças, incluindo câncer, doenças cardiovasculares e neurológicas. Em alguns casos, o aumento da atividade dessas enzimas pode contribuir para a progressão da doença, enquanto que em outros, a sua inibição pode ser benéfica. Por isso, o entendimento dos mecanismos de regulação das catepsinas e seu papel em diferentes contextos patológicos é uma área ativa de pesquisa na medicina moderna.

A Catepsina B é uma protease de cisteína, ou seja, uma enzima que cliva outras proteínas, localizada no lisossomo e presente em quase todos os tecidos dos mamíferos. Ela desempenha um papel importante na degradação de proteínas intracelulares e extracelulares, bem como no processamento e ativação de outras enzimas e hormônios.

A Catepsina B é produzida como uma proteína inativa, ou pró-enzima, chamada de zimogênio, que precisa ser ativada por outras proteases antes de poder exercer sua função. Ela possui um amplo espectro de substratos e pode desempenhar diferentes papéis dependendo do tecido em que está presente.

Em geral, a Catepsina B é associada à regulação de processos fisiológicos como o crescimento celular, a diferenciação e a apoptose (morte celular programada), mas também tem sido implicada em doenças como o câncer, a doença de Alzheimer e outras patologias relacionadas à inflamação e ao estresse oxidativo.

A Catepsina L é uma protease de cisteína, ou seja, uma enzima que cliva outras proteínas, pertencente à classe das enzimas hidrolases. Ela é produzida como um precursor inativo, a procathepsina L, que é ativada por outras proteases no interior dos lisossomos.

A Catepsina L desempenha um papel importante na degradação de proteínas e peptídeos em lisossomos e também pode ser secretada por células e atuar extracelularmente em processos como a remodelação tecidual, resposta imune e inflamação.

No entanto, um desregulamento na atividade da Catepsina L tem sido associado a diversas doenças, incluindo doenças neurodegenerativas, câncer e infecções. Portanto, o equilíbrio da sua atividade é crucial para manter a homeostase celular e tecidual.

Catepsina D é uma protease lisossomal, o que significa que é uma enzima que descompõe outras proteínas, localizada principalmente no interior dos lisossomas. É produzida como um pré-proproteína e precisa ser processada para se tornar ativa. A sua função principal é desempenhar um papel na digestão de proteínas e também pode estar envolvida em outros processos celulares, tais como a apoptose (morte celular programada) e a resposta imune.

No entanto, quando há um excesso ou desregulação da atividade da catepsina D, pode estar associado a várias doenças, incluindo algumas formas de câncer, doenças neurodegenerativas e doenças cardiovasculares. Em particular, é notável por ser uma enzima que se acredita estar envolvida na produção da proteína beta-amilóide, um dos principais componentes das placas amiloides encontradas no cérebro de pessoas com doença de Alzheimer.

Em resumo, a catepsina D é uma enzima importante para a digestão de proteínas e pode desempenhar um papel em vários processos celulares, mas o seu excesso ou desregulação pode estar associado a várias doenças.

A Catepsina G é uma enzima proteolítica, pertencente à classe das serinoproteases, que está presente em neutrófilos e monócitos. É uma importante protease de granulófilos e desempenha um papel crucial na resposta imune inata ao infecto e danos teciduais. A Catepsina G é capaz de degradar componentes da membrana celular, bem como proteínas extracelulares, o que pode contribuir para a destruição de microrganismos invasores e também para o dano tecidual em situações inflamatórias crônicas. No entanto, seu papel exato na fisiopatologia da doença ainda é objeto de investigação ativa.

A catepsina H é uma enzima proteolítica (que corta outras proteínas) pertencente à classe das peptidases. Ela é produzida como precursor inativo, a procathepsina H, que é convertida em sua forma ativa na endossoma e lisossoma, compartimentos celulares responsáveis pela degradação de proteínas e outras biomoléculas.

A catepsina H pertence à família das peptidases cisteína e tem atividade endopeptidase, o que significa que corta outras proteínas no meio delas, em vez de clivar apenas os extremos. Ela desempenha um papel importante na regulação do sistema imune, processamento de antígenos e também pode estar envolvida em processos de apoptose (morte celular programada).

Diversas mutações no gene da catepsina H têm sido associadas a algumas doenças humanas, como a doença de Pompe, uma doença genética rara que afeta o metabolismo de glicogênio e causa problemas principalmente nos músculos. No entanto, é importante ressaltar que a catepsina H não é a causa direta dessa doença, mas sim uma peça adicional no quadro clínico complexo associado à doença de Pompe.

A Catepsina E é uma enzima proteolítica, o que significa que ela pode decompor outras proteínas em peptídeos mais pequenos ou aminoácidos individuais. Ela pertence à classe de enzimas das catepsinas, que são proteases encontradas no corpo e estão ativas em condições de pH ligeiramente ácido, como ocorre no interior dos lisossomas.

A Catepsina E é particularmente interessante porque ela desempenha um papel importante na regulação do sistema imune. Ela está envolvida na processamento e apresentação de antígenos, que são moléculas estranhas capazes de desencadear uma resposta imune. A Catepsina E ajuda a clivar esses antígenos em peptídeos menores, que podem ser apresentados às células T do sistema imune por moléculas chamadas MHC de classe II.

Além disso, a Catepsina E também pode desempenhar um papel na patogênese de algumas doenças, como o câncer e as doenças inflamatórias intestinais. Por exemplo, estudos têm sugerido que níveis elevados de Catepsina E podem estar associados a um risco aumentado de desenvolver câncer colorretal ou de pior prognóstico em pacientes com câncer de mama. No entanto, é importante notar que essas associações ainda precisam ser melhor compreendidas e validadas por estudos adicionais.

A catepsina C é uma enzima proteolítica que pertence à classe das peptidases. Ela está presente em células animais e desempenha um papel importante na ativação de outras enzimas proteolíticas, como as proteases serinas. A catepsina C é codificada pelo gene CTSC no genoma humano.

A deficiência ou mutação do gene da catepsina C pode estar associada a várias condições médicas, incluindo:

1. Doença de Papillon-Lefèvre: uma doença genética rara que afeta a pele e os dentes, causada por mutações no gene CTSC.
2. Periodontite agressiva: uma forma grave de doença periodontal que pode ser exacerbada pela deficiência de catepsina C.
3. Infecções bacterianas: a catepsina C desempenha um papel importante na imunidade inata, e sua deficiência pode aumentar o risco de infecções bacterianas graves.
4. Neutropenia crônica congênita: uma doença genética rara que afeta a produção de glóbulos brancos, causada por mutações no gene CTSC em alguns casos.

Em resumo, a catepsina C é uma enzima proteolítica importante com várias funções biológicas, e sua deficiência ou mutação pode estar associada a várias condições médicas.

A catepsina F é uma protease de cobre, que pertence à família das peptidases. Ela é produzida como proproteínasa inativa e ativada por outras proteases. A catepsina F está envolvida no processamento e clivagem de várias proteínas, incluindo a colágenase e a elastase. Além disso, ela desempenha um papel importante na resposta imune, especialmente na apoptose (morte celular programada) e no processamento de antígenos. Diversos estudos sugerem que a catepsina F pode estar associada à patogênese de algumas doenças, como a emfermidade pulmonar obstrutiva crônica (EPOC), fibrose pulmonar idiopática e alguns tipos de câncer. No entanto, é necessário realizar mais pesquisas para confirmar essas associações e determinar os mecanismos exatos envolvidos.

Cisteína endopeptidases, também conhecidas como cisteína proteases ou tiol proteases, são um tipo específico de enzimas que catalisam a clivagem (quebra) de ligações peptídicas em proteínas. O termo "endopeptidase" refere-se ao fato desta enzima cortar a cadeia polipeptídica no meio, em oposição a exopeptidases, que removem resíduos individuais do início ou do final da cadeia.

A característica distintiva das cisteína endopeptidases é que elas usam um resíduo de cisteína no seu sítio ativo para realizar a reação catalítica. Este resíduo de cisteína contém um grupo tiol (-SH) que é nucleófilo e ataca a ligação peptídica, levando à sua quebra. O nome "cisteína endopeptidases" reflete essa característica única.

Existem muitos exemplos de cisteína endopeptidases em biologia, incluindo enzimas digestivas como a tripsina e a quimotripsina, que são serinas proteases e não cisteína proteases. No entanto, um exemplo bem conhecido de cisteína endopeptidase é a papaina, uma enzima extraída da planta Carica papaya. A papaina é amplamente utilizada em pesquisas biológicas como um reagente para clivar proteínas em estudos estruturais e funcionais.

Como outras proteases, as cisteína endopeptidases desempenham funções importantes em processos fisiológicos, como a digestão de proteínas alimentares, a apoptose (morte celular programada), a resposta imune e a regulação da atividade de outras proteínas. No entanto, elas também estão envolvidas em doenças, como o câncer e as infecções por vírus e parasitas, tornando-as alvos importantes para o desenvolvimento de novos fármacos terapêuticos.

Os osteoclastos são grandes células multinucleadas presentes na medula óssea e na superfície de trabalho dos óssos. Eles desempenham um papel fundamental no processo normal de remodelação óssea, bem como na resposta adaptativa a alterações mecânicas e hormonais.

A principal função fisiológica dos osteoclastos é a resorção óssea, ou seja, a dissolução e a remoção do tecido mineralizado do osso. Esse processo é essencial para manter a integridade estrutural e funcional do esqueleto, permitindo que o osso se adapte às demandas mecânicas e metabólicas do corpo.

Os osteoclastos são derivados de monócitos/macrófagos hematopoéticos e diferenciam-se em resposta a fatores de crescimento e sinais químicos, incluindo o fator estimulador de colônias de macrófagos (CSF-1) e o receptor activador do nuclear factor kappa-B ligando ao ligante (RANKL). A ativação desses caminhos leva à formação de células multinucleadas, que secretam enzimas proteolíticas e ácido clorídrico para dissolver a matriz óssea mineralizada.

A desregulação da função dos osteoclastos pode contribuir para diversas condições patológicas, como a osteoporose, a doença periodontal e os tumores ósseos malignos. O equilíbrio entre a formação e a atividade dos osteoclastos e dos osteoblastos (células responsáveis pela formação do tecido ósseo) é crucial para manter a saúde óssea e prevenir essas condições.

A catepsina Z é uma enzima proteolítica, o que significa que ela pode desdobrar outras proteínas em peptídeos e aminoácidos mais pequenos. Ela pertence à classe de enzimas conhecidas como catepsinas, as quais são proteases que funcionam no interior dos lisossomos, orgâneos celulares responsáveis por decompor e reciclar materiais celulares.

A catepsina Z é particularmente interessante porque ela desempenha um papel importante na regulação do crescimento e morte das células. Ela está envolvida no processo de autofagia, uma forma de "suicídio" celular em que a própria célula se destrói quando está danificada ou não é mais necessária. A catepsina Z ajuda a desdobrar as proteínas que estão envolvidas neste processo, permitindo que ele ocorra corretamente.

Além disso, a catepsina Z também pode estar relacionada à doença de Alzheimer e outras formas de demência. Estudos têm sugerido que ela pode desempenhar um papel na formação de placas amiloides, agregados anormais de proteínas que são um sinal característico da doença de Alzheimer. No entanto, ainda há muito a ser aprendido sobre como a catepsina Z funciona e qual é seu papel exato em diferentes processos celulares e doenças.

Reabsorção óssea é um processo fisiológico no qual as células especializadas chamadas osteoclastos quebram down e reabsorvem a matriz mineralizada do osso. Isso ocorre continuamente ao longo da vida de um indivíduo como parte do processo de remodelação óssea contínua, no qual as velhas estruturas ósseas são substituídas por novos tecidos ósseos. No entanto, em certas condições patológicas, como na osteoporose, a reabsorção óssea pode ocorrer a um ritmo mais rápido do que a formação de novo osso, levando a uma perda óssea generalizada e aumento do risco de fraturas.

Inibidores de Cisteína Proteinase (ICPs) são compostos químicos ou moléculas biológicas que se ligam especificamente e inibem enzimas proteolíticas que contêm cisteína em seu sítio ativo. Essas enzimas, conhecidas como proteases de cisteína, desempenham papéis importantes em diversos processos fisiológicos e patológicos, incluindo a regulação do metabolismo de proteínas, resposta imune, inflamação e apoptose (morte celular programada).

ICPs são capazes de inibir essas enzimas por meio da formação de ligações covalentes ou não-covalentes com a cisteína no sítio ativo das proteases, o que impede a catálise da reação proteolítica. Existem diferentes classes de ICPs, como é acontecido com as proteases de cisteína, e cada uma delas apresenta especificidade e mecanismos de inibição distintos.

Alguns exemplos de proteases de cisteína inibidas por ICPs incluem papaina, calpaínas, caspases, cathepsinas, e protease do vírus da imunodeficiência humana (HIV). A inibição dessas enzimas tem implicações terapêuticas em diversas condições patológicas, como infecções virais, câncer, inflamação crônica e doenças neurodegenerativas. Portanto, o desenvolvimento e a otimização de ICPs com alta potência e especificidade têm sido um foco de pesquisa contínuo em biologia e medicina.

A Catepsina W é uma enzima proteolítica, ou seja, ela tem a capacidade de decompor outras proteínas. Ela pertence à classe das catepsinas, que são proteases de cobre e zinco presentes em lisossomas e outros compartimentos intracelulares. A Catepsina W é especificamente produzida por células do sistema imune, como os neutrófilos, e desempenha um papel importante na resposta inflamatória e na defesa contra microrganismos invasores.

A função principal da Catepsina W é a degradar proteínas estranhas, como as presentes em bactérias ou vírus, para auxiliar no combate a infecções. Além disso, também pode desempenhar um papel na regulação do ciclo celular e na apoptose (morte celular programada).

No entanto, o desequilíbrio ou excesso de atividade da Catepsina W tem sido associado a diversas condições patológicas, como doenças autoimunes, câncer e neurodegeneração. Portanto, um melhor entendimento dos mecanismos regulatórios que controlam a atividade da Catepsina W pode fornecer informações importantes para o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas para essas doenças.

Os lisossomas são organelos membranosos encontrados em células eucarióticas que contêm enzimas hidrolíticas capazes de descompor diversas moléculas orgânicas. Eles desempenham um papel fundamental no processo de autofagia, na digestão e reciclagem de material celular desnecessário ou danificado, além de ajudar na defesa contra microrganismos invasores. Os lisossomas também estão envolvidos no processo de catabolismo de macromoléculas, como proteínas e carboidratos, que são trazidas para dentro deles por endocitose ou fagocitose. Ao combinar as enzimas hidrolíticas com o material a ser degradado, os lisossomas formam um compartimento chamado vesícula autofágica ou lisossoma secundário, onde a digestão ocorre. Após a digestão, as moléculas resultantes são libertadas para o citoplasma e podem ser reutilizadas na síntese de novas moléculas.

As endopeptidases são um tipo específico de enzimas digestivas conhecidas como proteases ou peptidases, que estão envolvidas no processo de quebra de proteínas em peptídeos e aminoácidos mais curtos. A diferença entre as endopeptidases e outros tipos de peptidases é o local exato onde elas clivam as cadeias de proteínas. Enquanto as exopeptidases clivam os extremos das cadeias polipeptídicas, as endopeptidases cortam internamente, dividindo as cadeias em segmentos menores.

Existem quatro classes principais de endopeptidases, baseadas no mecanismo catalítico e nos resíduos de aminoácidos que participam da catálise: serina endopeptidases, cisteína endopeptidases, aspartato endopeptidases e metaloendopeptidases. Cada classe tem diferentes propriedades e preferências substratas, o que permite que elas desempenhem funções específicas no processamento e digestão de proteínas.

As endopeptidases são essenciais para diversos processos fisiológicos, incluindo a digestão dos alimentos, a renovação e manutenção da matriz extracelular, a apoptose (morte celular programada) e a ativação ou inativação de proteínas envolvidas em sinalizações celulares. No entanto, um desequilíbrio ou disfunção nessas enzimas pode contribuir para o desenvolvimento de várias condições patológicas, como doenças neurodegenerativas, câncer e distúrbios gastrointestinais.

As células K562 são uma linhagem de células leucêmicas mieloides crônicas (CML) originárias de um paciente com leucemia mieloide aguda (LMA). Elas são frequentemente utilizadas em pesquisas laboratoriais como modelo de estudo para a leucemia e outros cânceres hematológicos. As células K562 possuem características imaturas de células stem de mielóides e expressam marcadores de diferenciação both de mielóides e eritroide. Além disso, elas são facilmente cultivadas em laboratório e podem ser manipuladas geneticamente, o que as torna úteis para uma variedade de estudos, incluindo a investigação de mecanismos de doença, testes de drogas e terapias experimentais.

Displasia é um termo geral que se refere a condições que afetam o crescimento e desenvolvimento normal dos tecidos e órgãos do corpo. Disostoses, por outro lado, são um tipo específico de displasia que afeta predominantemente o desenvolvimento e formação dos ossos e articulações.

Disostoses são transtornos genéticos que ocorrem devido a mutações em genes específicos responsáveis pela formação e desenvolvimento dos ossos e cartilagens. Essas condições geralmente se manifestam como anormalidades na estrutura e função dos ossos, incluindo deformidades, fraturas espontâneas, baixa densidade óssea e ritmo de crescimento anormal.

Existem muitos tipos diferentes de disostoses, cada uma com sinais e sintomas únicos. Algumas das disostoses mais conhecidas incluem a doença de Hirschsprung, a síndrome de Down, a displasia espondiloepifisária congênita e a síndrome de Cleidocranial dysplasia.

O tratamento para as disostoses geralmente depende do tipo específico da condição e dos sintomas associados. Em alguns casos, o tratamento pode incluir cirurgia ortopédica, fisioterapia, terapia occupacional e medicamentos para aliviar os sintomas e prevenir complicações adicionais. Em outros casos, o tratamento pode ser apenas de suporte e cuidados paliativos para melhorar a qualidade de vida do paciente.

Cistatina é uma proteína inhibidora de enzimas que desempenha um papel importante na regulação da atividade de enzimas proteolíticas, especialmente as quinases do tipo cisteína. Existem três tipos principais de cistatinas: Cistatina A, Cistatina B e Cistatina C (também conhecida como Kininogênio de baixo peso molecular).

A Cistatina C é produzida por todas as células nucleadas do corpo humano e pode ser encontrada em todos os fluidos corporais. É frequentemente usada como um marcador bioquímico da função renal, uma vez que sua concentração no sangue aumenta em pacientes com insuficiência renal.

As cistatinas desempenham um papel importante na proteção dos tecidos corporais contra a degradação excessiva e também estão envolvidas em processos inflamatórios, imunológicos e oncológicos.

A catepsina A é uma enzima proteolítica, o que significa que ela pode decompor outras proteínas em peptídeos e aminoácidos. Ela pertence à classe das proteases, sendo mais especificamente uma peptidase de serina.

A catepsina A está presente em vários tecidos do corpo humano, incluindo o fígado, os rins, os pulmões e o cérebro. Ela desempenha um papel importante no sistema imunológico, auxiliando na degradação de proteínas estranhas que entram no organismo, como parte do processo de apresentação de antígenos a células T.

Além disso, a catepsina A também está envolvida no processamento e ativação de várias outras enzimas e hormônios, incluindo a tripsina, o colagenase e a insulina. Diversos estudos têm demonstrado que a catepsina A pode estar associada à progressão de doenças como o câncer, a diabetes e as doenças cardiovasculares, embora seus mecanismos exatos ainda não sejam completamente compreendidos.

O termo "ligante RANK" (do inglés "RANK ligand") é usado em medicina e biologia molecular para se referir a uma proteína que se liga e ativa o receptor RANK, desempenhando um papel importante na regulação do sistema imune e no desenvolvimento ósseo. A proteína ligante RANK, também conhecida como TNFSF11 ou CD254, é produzida principalmente por células óseas e células do sistema imune, como os linfócitos T.

A ligação do ligante RANK ao receptor RANK estimula a formação e ativação dos osteoclastos, células responsáveis pela resorção óssea. Dessa forma, o complexo ligante RANK-RANK desempenha um papel crucial no equilíbrio entre a formação e resorção ósseas, sendo fundamental para a manutenção da integridade estrutural do esqueleto.

Alterações no sistema ligante RANK-RANK podem contribuir para o desenvolvimento de diversas condições ósseas, como a osteoporose e outras doenças que envolvem alterações na massa óssea ou na arquitetura do tecido ósseo. O controle da atividade do ligante RANK é, portanto, um alvo terapêutico importante no tratamento de tais condições.

Sarcoma alveolar de partes moles é um tipo raro e agressivo de sarcoma, um câncer que se desenvolve a partir dos tecidos conjuntivos do corpo, como músculos, tendões, nervos, articulações, vasos sanguíneos e outros tecidos de suporte. O termo "alveolar" refere-se à aparência das células cancerosas quando examinadas ao microscópio, que se organizam em pequenas cavidades ou "bolsas" semelhantes a alvéolos pulmonares.

O sarcoma alveolar de partes moles geralmente ocorre em adultos jovens e adolescentes, com uma média de idade de diagnóstico de cerca de 25 anos. Embora possa se desenvolver em qualquer parte do corpo, é mais comumente encontrado no tecido mole profundo da perna, coxa, braço ou tronco.

Este tipo de sarcoma é causado por uma translocação cromossômica específica, o que significa que partes dos cromossomos 15 e 21 trocam de lugar, resultando em um gene híbrido anormal que contribui para a formação do câncer. A translocação geralmente ocorre em células musculares lisas, levando ao desenvolvimento do sarcoma alveolar de partes moles.

Os sintomas do sarcoma alveolar de partes moles podem incluir um nódulo ou tumor palpável, dor, inchaço e restrição de movimento na área afetada. O diagnóstico geralmente é estabelecido por meio de biópsia e análise microscópica do tecido removido, além de exames de imagem para avaliar a extensão da doença.

O tratamento geralmente consiste em uma combinação de cirurgia para remover o tumor, radioterapia e quimioterapia para destruir células cancerosas restantes. A pesquisa continua a buscar novas opções de tratamento e terapias personalizadas para melhorar os resultados clínicos para pacientes com sarcoma alveolar de partes moles.

As pepstatinas são um tipo específico de inibidores de proteases, que são moléculas capazes de se ligar e bloquear a atividade de certas enzimas chamadas proteases. Essas proteases desempenham um papel crucial no organismo ao quebrar outras proteínas em pedaços menores, um processo essencial para a regulação de diversas funções celulares, como a digestão e a resposta imune.

As pepstatinas são particularmente úteis no campo da pesquisa científica, pois elas inibem especificamente as proteases que contêm um resíduo de aminoácido ácido chamado ácido aspártico em seu sítio ativo. Isso as torna muito úteis para estudar os processos biológicos em que essas proteases estão envolvidas, uma vez que a inibição dessas enzimas permite aos cientistas analisar as consequências da ausência de sua atividade.

Além disso, as pepstatinas também têm potencial como fármacos, especialmente no tratamento de doenças associadas a uma atividade excessiva ou desregulada das proteases ácido aspárticas. No entanto, seu uso clínico ainda é limitado devido às suas propriedades farmacológicas, como a baixa biodisponibilidade e a rápida excreção, o que dificulta a administração efetiva desses compostos no organismo.

A fosfatase ácida é um tipo de enzima que catalisa a remoção de grupos fosfato de moléculas, geralmente em condições de pH ligeiramente ácido. Essa enzima desempenha um papel importante na regulação de diversos processos celulares, como o metabolismo ósseo, a sinalização celular e a resposta imune. Existem vários tipos diferentes de fosfatases ácidas, cada uma com suas próprias funções específicas no organismo.

A atividade da fosfatase ácida pode ser medida em laboratório através de um teste chamado "teste de fosfatase ácida". Este teste é frequentemente usado na clínica médica para ajudar no diagnóstico e monitoramento de doenças ósseas, como osteoporose e câncer ósseo. Alterações no nível de atividade da fosfatase ácida podem indicar problemas no metabolismo ósseo ou outras condições médicas.

Osteopetrose, também conhecida como "doença dos ossos de mármore" ou "osteossclerose generalizada", é uma condição genética rara que afeta o crescimento e a densidade óssea. Nesta doença, os ossos tornam-se excessivamente densos e fragilizados devido ao crescimento anormalmente lento ou à falha no processo de reabsorção óssea. Isto pode levar a várias complicações, incluindo fraturas ósseas espontâneas, anemia, problemas de audição e visão, e, em casos graves, comprometimento do sistema nervoso central. O tratamento geralmente se concentra em gerenciar os sintomas e complicações associados à condição.

A picnodisostose é uma doença genética extremamente rara que afeta o crescimento e desenvolvimento dos ossos. A palavra "picnodisostose" vem do grego "pyknos", que significa denso, e "osteo", que se refere aos ossos. Essa condição é caracterizada por ossos anormalmente densos e frágeis, baixa estatura, rosto alongado e crânio grande.

As pessoas com picnodisostose podem apresentar dificuldades em engolir e falar, além de problemas respiratórios e auditivos. A doença geralmente é diagnosticada na infância ou adolescência e pode ser herdada como um traço autossômico recessivo, o que significa que os indivíduos afetados recebem uma cópia defeituosa do gene de cada pai.

Embora não exista cura para a picnodisostose, o tratamento pode incluir fisioterapia, terapia da fala e audiológica, além de cuidados odontológicos regulares devido à fragilidade dos dentes. Em alguns casos, a cirurgia pode ser necessária para corrigir problemas ósseos graves ou complicações respiratórias.

Inibidores de proteases são um tipo de medicamento utilizado no tratamento de diversas doenças, incluindo HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), HCV (Hepatite C Viral) e algumas condições associadas a enzimas overactivated. Eles funcionam através da inibição das proteases, enzimas que desempenham um papel crucial no processamento e maturação de proteínas virais e celulares.

No caso do HIV, os inibidores de proteases impedem a maturação dos vírus, o que leva à produção de partículas virais imaturas e não infecciosas. Já no tratamento da hepatite C, esses medicamentos interferem no processamento das proteínas do vírus, inibindo sua replicação e reduzindo a carga viral.

Existem diferentes classes de inibidores de proteases, cada uma delas projetada para inibir especificamente determinadas enzimas. Alguns exemplos incluem os inibidores da protease do HIV, como o saquinavir, ritonavir e atazanavir, e os inibidores da protease da HCV, como o telaprevir e boceprevir.

Embora esses medicamentos sejam eficazes no tratamento de várias doenças, eles também podem causar efeitos colaterais, como diarréia, náusea, erupções cutâneas e alterações nos níveis de gordura corporal. Portanto, é importante que os pacientes sejam acompanhados regularmente por um profissional de saúde durante o tratamento com inibidores de proteases.

Dipeptídeos são compostos orgânicos formados pela união de dois aminoácidos, por meio de ligações peptídicas. Eles resultam da remoção de uma molécula de água durante a condensação dos dois aminoácidos, com a formação de um grupo amida no carbono alpha do primeiro aminoácido e um grupo amino no carbono alpha do segundo aminoácido.

Dipeptídeos são encontrados naturalmente em alguns alimentos e também podem ser produzidos por enzimas digestivas no organismo, como a enzima dipeptidase, que quebra as ligações peptídicas entre aminoácidos durante a digestão. Além disso, eles desempenham um papel importante na regulação da pressão arterial e no metabolismo de certos neurotransmissores no cérebro.

A reabsorção dentária é um processo em que o tecido ósseo ressorbe ou se desintegra e, posteriormente, substitui o tecido mineralizado ao redor do dente. Em condições normais, a reabsorção ocorre durante o desenvolvimento dos dentes, quando as raízes estão sendo formadas. No entanto, em certas situações patológicas, a reabsorção pode ocorrer de forma anormal e excessiva, levando à perda de tecido ósseo ao redor do dente e possivelmente à mobilidade e queda do dente.

Existem dois tipos principais de reabsorção dentária: interna e externa. A reabsorção interna ocorre quando o processo ocorre no interior do dente, geralmente na câmara pulpar ou nos canais radiculares. Isso pode ser causado por infecções, traumas ou procedimentos dentários inadequados. A reabsorção externa, por outro lado, ocorre quando o processo acontece no exterior do dente, no tecido ósseo que circunda a raiz do dente. Isso pode ser causado por pressão excessiva sobre o dente, como resultado de um tumor ou cisto, ou por uma doença sistêmica que afeta o osso.

Em geral, a reabsorção dentária é uma condição que requer tratamento dental especializado, pois pode levar à perda dos dentes e à deterioração da estrutura óssea facial. O tratamento pode incluir medidas para controlar a causa subjacente da reabsorção, como o tratamento de infecções ou tumores, bem como procedimentos dentários para reparar os dentes afetados e prevenir a progressão da doença.

Papaína é uma enzima proteolítica extraída da papaya (Carica papaya). Ela pode ser encontrada no látex da planta e tem atividade proteolítica ampla, o que significa que ela pode quebrar diferentes tipos de ligações peptídicas em proteínas.

A papaína é frequentemente utilizada em aplicações biomédicas e industriais devido à sua capacidade de hidrolisar proteínas. No campo médico, ela tem sido usada em alguns digestivos e como um agente antitrombótico para dissolver coágulos sanguíneos. Além disso, a papaína é frequentemente utilizada em pesquisas científicas como uma ferramenta de digestão de proteínas.

Em termos de sua estrutura e função, a papaína pertence à classe das proteases cisteína, o que significa que possui um resíduo de cisteína no seu centro ativo que é essencial para sua atividade catalítica. Ela funciona através da quebra dos legames peptídicos por meio de uma reação de nucleofilia, na qual o grupo sulfidrilo (-SH) do resíduo de cisteína no centro ativo ataca o carbono do legame peptídico.

Em resumo, a papaína é uma enzima proteolítica extraída da papaya que tem uma ampla gama de aplicações industriais e biomédicas devido à sua capacidade de hidrolisar proteínas. Ela pertence à classe das proteases cisteína e funciona através de uma reação de nucleofilia no seu centro ativo.

Os Transtornos Histiocíticos Malignos (THM) são um grupo raro de doenças neoplásicas em que as células hematopoéticas ou teciduais formadoras de tecido conjuntivo se desenvolvem anormalmente em direção a histiócitos, um tipo de célula responsável pela resposta imune e manutenção da homeostase tecidual. Esses transtornos são caracterizados por proliferações clonais anormais de histiócitos ou células relacionadas, que podem afetar vários órgãos e sistemas corporais.

A Classificação Internacional de Doenças Hemáticas e do Sistema Linfóide (REAL)/Organização Mundial da Saúde (OMS) divide os THM em três categorias principais:

1. Histiocitose de Células de Langerhans (HXL): é o tipo mais comum de THM, caracterizado por proliferação anormal de células dendríticas derivadas de células de Langerhans. As lesões podem ser cutâneas ou sistêmicas e afetar órgãos como osso, pulmão, pele, glândula tireoide, sistema nervoso central e linfonodos.

2. Histiocitose Sinusal (HS): é uma doença rara que afeta principalmente o sistema reticuloendotelial, particularmente as células histiócitas nos seios paranasais. A HS pode ser classificada em duas formas: a forma agressiva e disseminada, conhecida como histiocitose de células asskanjósicas (HCA), e a forma indolente e localizada, chamada de histiocitose sinusal com sobrecarga de ferro (HSSF).

3. Transtornos Histiocíticos Malignos não-Langerhans: esses transtornos são caracterizados por proliferações clonais de células histiócitas que não derivam das células de Langerhans. Incluem doenças como a mielofibrose histiocítica, sarcoma de células indiferenciadas e outras neoplasias raras.

Os sinais e sintomas dos THM variam dependendo do tipo e extensão da doença. Alguns pacientes podem apresentar sintomas inespecíficos, como fadiga, febre, perda de peso e suores noturnos, enquanto outros podem ter sintomas relacionados a lesões específicas em órgãos afetados. O diagnóstico geralmente requer uma combinação de exames laboratoriais, imagens e biópsias para confirmar o tipo celular e a extensão da doença. O tratamento depende do tipo e gravidade da doença e pode incluir terapias como quimioterapia, radioterapia, imunoterapia ou transplante de células-tronco hematopoéticas.

Precursores enzimáticos, também conhecidos como zimógenos ou proenzimas, referem-se a formas inativas de enzimas que precisam de ativação antes de poder exercer sua função catalítica. Eles são sintetizados e secretados por células em suas formas inativas para garantir que as reações enzimáticas ocorram no momento e local apropriados, evitando assim danos às células devido a atividades enzimáticas desreguladas. A ativação dos precursores enzimáticos geralmente é desencadeada por eventos específicos, como alterações na estrutura proteica, exposição a condições ambientais adequadas ou ação de outras enzimas. Um exemplo bem conhecido de precursor enzimático é a tripsina, que é secretada em sua forma inativa, a tripsinogênio, e posteriormente ativada no trato gastrointestinal.

De acordo com a definição do National Center for Biotechnology Information (NCBI), o diazometano é um composto organico volátil e extremamente reativo, apresentando fórmula molecular CH2N2. É classificado como um agente alquilante e aziridinio, usado em síntese orgânica como reagente de transferência de metileno. O diazometano é também conhecido por ser um potencial precursor de nitrenos, que são intermediários reativos na química orgânica.

Devido à sua alta reactividade e natureza volátil, o manuseio do diazometano requer cuidados especiais, incluindo a geração e uso em soluções diluídas, arrefecimento e proteção contra luz para minimizar riscos associados à sua decomposição espontânea, que pode resultar em formação de nitrenos e outros intermediários reativos.

Em suma, o diazometano é um composto organico altamente reactivo, utilizado como agente alquilante e precursor de nitrenos em síntese orgânica, mas requer manipulação cuidadosa devido a seu potencial perigo.

A concentração de íons de hidrogênio, geralmente expressa como pH, refere-se à medida da atividade ou concentração de íons de hidrogênio (H+) em uma solução. O pH é definido como o logaritmo negativo da atividade de íons de hidrogênio:

pH = -log10[aH+]

A concentração de íons de hidrogênio é um fator importante na regulação do equilíbrio ácido-base no corpo humano. Em condições saudáveis, o pH sanguíneo normal varia entre 7,35 e 7,45, indicando uma leve tendência alcalina. Variações nesta faixa podem afetar a função de proteínas e outras moléculas importantes no corpo, levando a condições médicas graves se o equilíbrio não for restaurado.

Naftol AS-D esterase é uma enzima (um tipo de proteína que acelera reações químicas no corpo) que desempenha um papel na resposta imune do corpo. Ela ajuda a decompor certos compostos chamados ésteres, que são encontrados em alguns tipos de bactérias. A atividade da enzima Naftol AS-D esterase pode ser medida em laboratório como um indicador da presença e atividade de certos tipos de células imunes, como os neutrófilos. No entanto, é importante notar que a presença ou ausência de Naftol AS-D esterase não é definitiva para o diagnóstico de doenças específicas e deve ser interpretada em conjunto com outros exames e informações clínicas.

K, L, S, V e legumaína), mas a catepsina B é também uma carboxipeptidase e a catepsina H, uma aminopeptidase. A catepsina D é o ... Estas são ativas no meio ácido e rico em cisteína da organela, mas outras (catepsinas S, K e B) são ativas em pH neutro. A ... A síntese de catepsinas é realizada a partir de pre-pro-enzimas. O pre-peptídeo guia o precursor de catepsina dentro do lúmen ... Além disso, pro-catepsinas são co-traduzidas glicosiladas. O processo de direcionamento de pro-catepsinas para os endossomos/ ...
A granzima K também induz morte celular independente de caspase. Experimentos feitos com granzimas K recombinantes mostraram a ... com outras proteases de serina expressas por células da imunidade inata como a elastase de neutrófilos e a catepsina G. As ... Até os dias de hoje, cinco tipos diferentes de granzimas foram descritas em humanos: as granzimas A, B, H K e M. Em outras ... A granzima C/H e a granzima K são chamadas de granzimas órfãs, pois seus substratos não foram identificados. A morte celular ...
A fagocitose envolve partículas inteiras, que mais tarde são decompostas por enzimas, como as catepsinas, e absorvidas pelas ... ISBN 978-85-352-4578-3. Abbas, Abul K.; Lichtman, Andrew H. (2011). «INTRODUCTION TO THE IMMUNE SYSTEM». Elsevier: 1-22. ... Na fagocitose partículas inteiras são "engolidas", discriminadas por enzimas como as catepsinas, e então absorvidas pelas ...
BACE1, BACE2 Catepsina D Catepsina E Quimosina Napsina-A Pepsina Plasmepsina Presenilina Renina BACE1; BACE2; CTSD; CTSE; NAPSA ... Suguna K, Padlan EA, Smith CW, Carlson WD, Davies DR (1987). Brik A, Wong CH (2003). "HIV-1 protease: mechanism and drug ... Suguna K, Padlan EA, Smith CW, Carlson WD, Davies DR (1987). "Binding of a reduced peptide inhibitor to the aspartic proteinase ... Proteases aspárticas de origem eucariótica incluem pepsinas, catepsinas, e reninas. Estas têm uma estrutura com dois domínios, ...
Pesquisadores acreditam que a perda da função adequada do gene da catepsina C resulta em uma resposta imune alterada a infecção ... Ullbro C, Crossner CG, Nederfors T, Alfadley A, Thestrup-Pedersen K (2003). «Dermatalogical and oral findings in a cohort of 47 ... A Síndrome de Papillon-Lefevre é uma doença genética autossómica recessiva causada pela deficiência em catepsina C. Em 1924, ... mapearam o principal lócus do gene no cromossomo 11q14-q21 e revelaram mutação e perda da função do gene da catepsina C. Este ...
doi:10.1534/genetics.112.149013 Maday, S; Wallace, K. E.; Holzbaur, E. L. (2012). "Autophagosomes initiate distally and mature ... Não obstante, estas estruturas contêm marcadores endocíticos e mesmo pequenas proteínas lisossómicas como a catepsina D. O ...
... catepsina B), já era reconhecido como um agente bloqueador da atividade T-L do proteassoma 20S. Posteriormente, os inibidores ... K.; CREWS, C. The Ubiquitin-Proteasome Pathway and Proteasome Inhibitors. Med Res Rev, set. 2008. Tanaka, Keiji; Suzuki, ...
A granzima K também induz morte celular independente de caspase. Experimentos feitos com granzimas K recombinantes mostraram a ... com outras proteases de serina expressas por células da imunidade inata como a elastase de neutrófilos e a catepsina G. As ... Até os dias de hoje, cinco tipos diferentes de granzimas foram descritas em humanos: as granzimas A, B, H K e M. Em outras ... A granzima C/H e a granzima K são chamadas de granzimas órfãs, pois seus substratos não foram identificados. A morte celular ...
... observa-se queda do pH da cartilagem e ativação de catepsinas B, L e K dos condrócitos, que participam na destruição da ...
Esses agentes incluem bisfosfonatos, fármacos inibidores de osteoclastos e inibidores da catepsina K. Pacientes com câncer em ...
Se asocia a defectos de la RESORCIÓN ÓSEA debidos a mutaciones de la cisteína proteasa lisosómica CATEPSINA K.. ... Está associada a defeito na REABSORÇÃO ÓSSEA decorrente de mutações na cisteína protease lisossomal CATEPSINA K. ... Está associada a defeito na REABSORÇÃO ÓSSEA decorrente de mutações na cisteína protease lisossomal CATEPSINA K.. ...
... causada pela mutação no gene que codifica a enzima catepsina K(2). Pode ser associada à consanguinidade entre os pais em 30% ... causada pela mutação no gene que codifica a enzima catepsina K(2). Pode ser associada à consanguinidade entre os pais em 30% ... provocada pela ausência da catepsina K, dificulta as estratégias ortodônticas; a reabsorção e a neoformação óssea são eventos ... 1 Markatos K, Mavrogenis AF, Karamanou M, Androutsos G. Pycnodysostosis: the disease of Henri de Toulouse-Lautrec. Eur J Orthop ...
... como a catepsina K. Assim, a matriz mineral é destruída, liberando inúmeras citocinas e fatores de crescimento [19]. ... Sasaki T, Watanabe C, Shimizu T, Debari K, Segawa K. Possible role of cementoblasts in the resorbant organ of human deciduous ... 7. Fukushima H, Kajiya H, Takada K, Okamoto F, Okabe K. Expression and role of RANKL in periodontal ligament cells during ... Väänänen K. Mechanism of osteoclast mediated bone resorption: rationale for the design of new therapeutics. Adv Drug Deliv Rev ...
Koizumi K, Hojo S, Akashi T, Yasumoto K, Saiki I. Chemokine receptors in cancer metastasis and cancer cell-derived chemokines ... proteína de aumento da permeabilidade bacteriana e catepsina G. ... Shortman K, Liu YJ. Mouse and human dendritic cells subtypes. ... Fujiwara N, Kobayashi K. Macrophages in inflammation. Curr Drug Targets Inflamm Allergy 2005; 4:281-8. ...
Silva, J.A., M. Lopes, A. Fernandes, C. Martins(2005): Influ ncia da matura o e do pH final na actividade da catepsina D em ... Correia, S.;Silva, V.; Garc a-Di z, J.;Teixeira,P.; Pimenta, K.; Tejedor-Junco, M. T.;Oliveira,S., Igrejas, G.;Poeta, P.(2019 ... Correia, S.;Silva, V.; Garc a-Di z, J.;Teixeira,P.; Pimenta, K.; Tejedor-Junco, M. T.;Oliveira,S., Igrejas, G.;Poeta, P.(2019 ...
6) Woo, K., & Sibbald, R. (2008). Vacuum-assisted closure home care training: a process to link education to improved patient ... Greener et al (2005) verificaram que a acção das proteases está dependente do pH do meio, como a catepsina G, a plasmina ... WHITE, R. J., CUTTING, K. & KINGSLEY, A. (2006) Topical antimicrobials in the control of wound bioburden. Ostomy Wound Manage, ... 9) M Romanelli, K Vowden, D Weir. Exudate Management Made Easy. Wounds International 2010; 1(2). Acedido a 13/06/11. Disponível ...
Catepsina C. Dipeptidil-Peptidases. Dipeptidil-Peptidases e Tripeptidil-Peptidases. DNA Metiltransferase Sítio Específica ( ... Sangramento por Deficiência de Vitamina K. Doença de von Willebrand. Doenças de von Willebrand. ...
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Assim, as constantes de velocidade k das AgNPs-PLPp elevaram-se com o aumento de PLPp em suas sínteses, porém a k das AgNPs- ... 5.45 kcal.mol-1 para catepsina L (2XU3), -5.26 kcal.mol-1 para TMPRSS2 (2OQ5),-4.94 kcal.mol-1 para o domínio RBD (6LZG), e - ... PAPEL DA VIA NO/GMPc/KATP E EXPRESSÃO DA ÓXIDO NÍTRICO SINTASE ENDOTELIAL E INDUZIDA NA LESÃO GÁSTRICA INDUZIDA POR ALENDRONATO ... melhorar a atividade de Na + /K + -ATPase e diminuir as concentrações de MDA e. nitrato e nitrito e manter as concentrações de ...
Trypanosoma cruzi Chagas disease Doença de Chagas Triatoma infestans protease saliva Proteome Catepsina B Trypanosoma ... K. ATTA, ANA L. V. VIEIRA, FRANCISCO D. MA, D. PORTUGAL, BRINA ASSUMPÇÃO, TERESA C. F. SILVA, CAMILA LASSE SOUSA, MARCELO V. DE ... JERRILYN K. HOWELL GLÓRIA RESTREPO-CADAVID Steven S Norris Maria José Mendes-Giannini BASTOS, IZABELA M. DOURADO DE CARVALHO, ... Catepsina B T. Cruzi, Cathepsin B-Like, Protease T. Cruzi, Immunotoxin, Chagas Disease T. Cruzi, Proteinase, Chagas Disease ...
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  • Está associada a defeito na REABSORÇÃO ÓSSEA decorrente de mutações na cisteína protease lisossomal CATEPSINA K. (bvsalud.org)
  • O processo proteolítico de conversão de pro-catepsina à protease ativa ocorre nos endossomos maduros ou nos lisossomos. (wikipedia.org)