Vacinas bacterianas preparadas de bactérias autólogas não patogênicas de origem humana. Na Europa Oriental são usadas em humanos para tratar distúrbios crônicos inflamatórios resistentes aos tratamentos padrões. Mundialmente, as autovacinas têm aplicação veterinária em todos os tipos de doenças infecciosas.

A definição médica para "autovacinas" não é amplamente reconhecida ou utilizada, pois o termo geralmente se refere a um conceito experimental e não à prática clínica generalizada. No entanto, em um contexto mais geral, as autovacinas podem ser definidas como vacinas produzidas usando células ou tecidos do próprio indivíduo para estimular o sistema imunológico a combater uma doença específica.

Neste processo, as células ou tecidos são coletados, cultivados em laboratório e expostos a um agente infeccioso específico (como vírus ou bactérias) para criar uma resposta imune personalizada. O produto resultante é então reintroduzido no indivíduo para desencadear uma resposta imune adaptativa e fornecer proteção contra a doença alvo.

Embora o conceito de autovacinas seja intrigante, existem muitos desafios práticos e éticos associados à sua produção e uso. Além disso, os avanços na tecnologia de vacinas e no entendimento dos mecanismos imunológicos têm levado ao desenvolvimento de abordagens alternativas mais promissoras e amplamente aplicáveis para o desenho e produção de vacinas.

Em resumo, as autovacinas são um conceito experimental que envolve a criação de vacinas personalizadas usando células ou tecidos do próprio indivíduo. No entanto, devido aos desafios práticos e éticos associados, o seu uso não é amplamente adotado na prática clínica atual.

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