Ingestão espasmódica de ar.
Sensação de desconforto, mal estar ou agonia na região abdominal.
Movimentação do ar relativa à superfície da terra.
Doença infecciosa altamente contagiosa devida ao vírus varicela-zoster (HERPESVIRUS 3 HUMANO). Normalmente afeta crianças, dissemina-se por contato direto ou por via respiratória através de núcleos em gotículas e é caracterizada pelo aparecimento na pele e nas mucosas de surtos sucessivos de lesões vesiculares pruríticas típicas que são facilmente rompidas e formam crostas. Varicela é relativamente benigna em crianças, porém pode complicar-se devido a pneumonia e encefalite. (Dorland 28a ed adaptada)
Doença infecciosa altamente contagiosa, causada por MORBILLIVIRUS, comum entre crianças, mas também observada nos não imunes em qualquer idade, em que o vírus entra no trato respiratório através de núcleos em gotículas, multiplica-se nas células epiteliais disseminando-se por todo o SISTEMA FAGOCITÁRIO MONONUCLEAR.
Infecção respiratória causada pela BORDETELLA PERTUSSIS e caracterizada por tosse paroxística que termina numa inspiração prolongada e estridente (tosse comprida).
Criança durante o primeiro mês após o nascimento.

Aerofagia é um termo médico que se refere à ingestão excessiva de ar durante a alimentação ou por outros meios, o que pode resultar em distensão abdominal e flatulência. Em alguns casos, as pessoas podem ser inconscientes desse hábito e, portanto, não sabem que estão engolindo ar em excesso.

Aerofagia pode ser causada por vários fatores, incluindo:

* Comer ou beber muito rápido
* Fumar
* Usar próteses dentárias mal ajustadas
* Mastigação de chicletes ou outros itens não alimentares
* Ansiedade ou estresse emocional
* Algumas condições médicas, como dispepsia funcional ou doença inflamatória intestinal

Em geral, a aerofagia é inofensiva e pode ser tratada com simples mudanças no estilo de vida. No entanto, em casos graves, ela pode causar desconforto significativo e interferir na qualidade de vida da pessoa. Nesses casos, é importante procurar orientação médica para identificar e tratar a causa subjacente do problema.

Dor abdominal é definida como qualquer tipo de desconforto ou dor sentido no abdômen. Pode variar em intensidade desde uma leve dor ou sensação desagradável até dores fortes e gritantes. A dor abdominal também pode ser classificada de acordo com sua duração, sendo aguda se durar menos de alguns dias e crônica se durar por três meses ou mais. Essa dor pode ser causada por uma variedade de condições, que vão desde distúrbios benignos, como indigestão, até condições graves, como apendicite ou doenças inflamatórias intestinais. Algumas outras causas comuns incluem infecções, obstruções intestinais, problemas ginecológicos e doenças vasculares. É importante procurar atendimento médico se a dor abdominal for persistente, severa ou acompanhada de outros sintomas preocupantes, como vômitos persistentes, febre alta, sangramento ou falta de ar.

Em termos médicos, "vento" é um termo utilizado para se referir a flatulência, o qual descreve a liberação de gases intestinais através do ânus. Esses gases podem acumular-se no trato gastrointestinal como resultado da decomposição bacteriana dos alimentos, ingestão de ar durante a alimentação ou por outras condições médicas. A liberação desses gases pode ser associada a desconforto, ruídos e, em alguns casos, cheiros desagradáveis.

A varicela é uma doença infecciosa causada pelo vírus varicela-zoster, que pertence à família Herpesviridae. É altamente contagiosa e geralmente se espraia através do contato pessoal com as lesões da pele de uma pessoa infectada ou com gotículas de fluidos respiratórios expelecidas durante a tosse ou espirro.

A varicela é caracterizada por uma erupção cutânea pruriginosa que evolui para vesículas e, em seguida, crostas secas. A erupção geralmente começa na face, tórax ou parte superior da espinha dorsal e se espalha pelo corpo em grupos concêntricos. Outros sintomas podem incluir febre leve a moderada, mal-estar, dores de cabeça e falta de apetite.

A varicela é mais comum em crianças pequenas, sendo rara em adultos que tiveram contato prévio com o vírus (geralmente por terem passado pela infecção na infância). Embora a maioria das pessoas se recupere completamente da varicela em duas a três semanas, a doença pode causar complicações graves e até mesmo fatais, especialmente em adultos, gestantes e pessoas com sistemas imunológicos debilitados.

A profilaxia e o tratamento da varicela geralmente envolvem antivirais específicos, como o aciclovir, que podem ajudar a reduzir a gravidade e a duração dos sintomas se administrados nas primeiras 24 horas após o início da erupção cutânea. A vacina contra a varicela é recomendada para crianças em idade pré-escolar e adolescentes que não tiveram contato prévio com o vírus, assim como para adultos em determinadas situações de risco.

O sarampo é uma doença infecciosa aguda e altamente contagiosa causada pelo vírus da rubéola. É geralmente caracterizado por um início insidioso com sintomas sistêmicos, como febre alta, coriza (congestão nasal), tosse e conjuntivite (inflamação dos olhos). Após alguns dias, aparecem manchas avermelhadas na pele (exantema) que se iniciam na face e espalham-se para o tronco e membros. O exantema geralmente dura de 3 a 5 dias. Outros sinais e sintomas podem incluir:

* Dores musculares e articulares
* Mal-estar geral (prostração)
* Inchaço dos gânglios linfáticos, especialmente na região da face e pescoço
* Perda de apetite
* Sensibilidade à luz (fotofobia)

O sarampo é altamente contagioso e se espalha facilmente através do contato próximo com secreções respiratórias infectadas, como espirros ou tosse. A infecção geralmente ocorre em pessoas que não estão imunizadas, geralmente crianças que ainda não receberam a vacina contra o sarampo ou aquelas que não tiveram a doença anteriormente.

A complicação mais grave do sarampo é a encefalite, uma inflamação do cérebro que pode causar danos cerebrais graves e, em alguns casos, ser fatal. Outras complicações podem incluir infecções bacterianas secundárias, como pneumonia e otite média, especialmente em indivíduos com sistemas imunológicos debilitados.

A prevenção do sarampo geralmente é feita através da vacinação. A vacina contra o sarampo é frequentemente administrada em combinação com outras vacinas, como a vacina contra rubéola e varicela (vacina MMRV). A vacinação é recomendada para crianças em idade escolar e adultos que não tenham sido imunizados ou não tiveram o sarampo anteriormente.

A coqueluche, também conhecida como tosse convulsa, é uma infecção bacteriana altamente contagiosa que afeta principalmente as vias respiratórias superiores. A doença é causada pela *Bordetella pertussis* ou, em alguns casos, pela *Bordetella parapertussis*. Os sintomas geralmente começam com um resfriado leve e, gradualmente, evoluem para uma tosse persistente e paroxística (tosse que ocorre em rajadas), que pode ser seguida por vômitos ou falta de ar. Em bebês e crianças pequenas, os episódios de tosses podem ser tão graves que causam dificuldade para respirar, cyanose (pele azulada devido à falta de oxigênio), desmaios ou fraturas nas costelas.

A coqueluche geralmente começa com sintomas semelhantes aos de um resfriado leve, como corrimento nasal e uma tosse suave, que duram aproximadamente duas semanas. Após este período inicial, a tosse piora e os episódios tornam-se cada vez mais frequentes e graves, especialmente à noite. A tosse pode ser provocada por estímulos simples, como se alimentar ou beber, e os vômitos após a tosse são comuns. Em alguns casos, a tosse é tão forte que o paciente tem dificuldade para respirar e pode ficar azulado (cianose), especialmente em bebês e crianças pequenas. Além disso, os intervalos entre os episódios de tosses podem ser longos, às vezes por minutos ou até horas, o que leva ao nome popular da doença: "tosse convulsa".

A coqueluche é geralmente uma doença infantil, com a maioria dos casos ocorrendo em crianças menores de cinco anos. No entanto, os casos em adolescentes e adultos estão aumentando, especialmente entre aqueles que não foram vacinados ou tiveram contato próximo com alguém infectado. A doença é altamente contagiosa e se espalha através de gotículas de saliva expelidas durante a tosse ou espirros. O período de incubação da coqueluche dura, em média, de sete a dez dias após o contato com uma pessoa infectada.

O diagnóstico da coqueluche geralmente é clínico, baseado nos sintomas característicos e no histórico de exposição à doença. No entanto, em alguns casos, podem ser necessários exames adicionais, como culturas ou testes de detecção de antígenos na garganta ou no nariz. O tratamento da coqueluche geralmente consiste em antibióticos, especialmente se a doença for diagnosticada nas primeiras duas semanas após o início dos sintomas. Os antibióticos podem ajudar a reduzir a duração e a gravidade dos sintomas e prevenir a disseminação da doença para outras pessoas.

A vacinação é a melhor maneira de prevenir a coqueluche. A vacina contra a coqueluche geralmente é administrada como parte de um programa de vacinação combinado que inclui proteção contra difteria e tétano (DTPa). A vacina é recomendada para crianças em idade pré-escolar e adolescentes, bem como para adultos que não foram vacinados ou cuja imunidade pode ter diminuído ao longo do tempo. Além disso, as mulheres grávidas devem ser vacinadas durante a gravidez para proteger seus bebês recém-nascidos contra a doença.

Em resumo, a coqueluche é uma infecção respiratória aguda causada pela bactéria Bordetella pertussis. Os sintomas da doença geralmente começam com um resfriado leve e tosse que piora gradualmente ao longo de duas a três semanas. A vacinação é a melhor maneira de prevenir a coqueluche, e a vacina contra a doença geralmente é administrada como parte de um programa de vacinação combinado que inclui proteção contra difteria e tétano.

De acordo com a definição da Organização Mundial de Saúde (OMS), um recém-nascido é um bebê que tem 0 a 27 completos após o nascimento. Essa definição se baseia no fato de que os primeiros 28 dias de vida são uma período crucial de transição e adaptação para a sobrevivência fora do útero, durante o qual o bebê é particularmente vulnerável a diversas complicações e doenças. Portanto, essa definição é amplamente utilizada em contextos clínicos e de saúde pública para fins de monitoramento, pesquisa e intervenção em saúde neonatal.

É um regulador da aerofagia e do meteorismo. É um gastrocinético, tal como a cisaprida e a mosaprida, cuja ação é regular a ...
Bulimia ou anorexia com vômito provocado para perder peso; Aerofagia (engolir ar), associada a retraso intelectual, comer ...
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... aerofagia, flatulência, doença do refluxo gastroesofágico e estomatite aftosa. NCGS pode causar uma ampla gama de sintomas ...
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Ajuda também a combater a aerofagia, as digestões difíceis e a acidez, estimulando também o apetite. ...
  • Além da flatulência excessiva, as pessoas que sofrem de aerofagia também apresentam outros sintomas, incluindo inchaço, dor abdominal e distensão. (meionorte.com)
  • A aerofagia é uma condição caracterizada pela deglutição involuntária e excessiva de ar que se acumula no estômago, dando origem a sintomas gastrointestinais desconfortáveis. (atlasdasaude.pt)
  • Aero® - LA está indicado no alívio dos sintomas resultantes da aerofagia (presença de gás no estômago) e o meteorismo (acumulação de gás no intestino). (medon.pt)
  • Aqueles que correm mais risco de aerofagia incluem fumantes, aqueles que respiram pela boca, indivíduos com dentaduras frouxas ou aqueles com apneia obstrutiva do sono que usam uma máquina de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP). (meionorte.com)
  • Portanto, ajuda a limitar o risco de aerofagia e problemas digestivos em cães de raça gigante. (mascotaplanet.com)
  • A aerofagia é a ingestão de ar durante a refeição que provoca arrotos, gases e dor abdominal. (guiainfantil.com)
  • O ar deglutido (aerofagia) e a difusão do sangue para a luz intestinal também contribuem para os gases intestinais. (ecologiamedica.net)
  • Para controlar o desconforto causado pelo excesso de gases é preciso que o paciente evite a aerofagia, adote uma alimentação saudável e utilize certos tipos de medicamentos. (viagastro.net.br)
  • O ar deglutido (aerofagia) é uma causa comum de gás no estômago. (esadi.com.br)
  • A flatulência excessiva pode ser causada também pela aerofagia (ingestão de ar em quantidade anormal). (viagastro.net.br)
  • Entretanto, algumas pessoas engolem quantidades maiores de ar inconscientemente (aerofagia) repetidamente ao comerem ou fumarem e, às vezes, quando se sentem ansiosas ou nervosas. (msdmanuals.com)
  • Contudo, várias pessoas acusam aerofagia quando consumem com muita frequência. (wikidot.com)
  • A aerofagia pode ser crónica ou aguda e pode estar relacionada a fatores físicos e psicológicos. (atlasdasaude.pt)
  • Salivações excessivas aumentam a aerofagia e podem estar associadas a vários distúrbios gastrointestinais (como DRGE), dentaduras mal ajustadas, determinados fármacos, chicletes, ou náuseas de qualquer causa. (ecologiamedica.net)
  • Ainda não se sabe ao certo a origem desse ar que se acumula, embora a aerofagia seja a causa mais provável da dilatação aguda do estômago. (bvsalud.org)
  • Ajuda também a combater a aerofagia, as digestões difíceis e a acidez, estimulando também o apetite. (belezaesaude.com)
  • Uma causa comum de flatulência é a aerofagia, que pode ocorrer quando as pessoas falam, comem ou bebem com pressa, mascam chicletes, fumam ou ingerem bebidas gasosas. (medscape.com)
  • As tigelas devem sempre ficar a altura do peito de seu animal para maior conforto então, à medida que ele cresce, ela deve ser suspensa do chão, evitando que seu bichinho engula ar enquanto come (aerofagia). (organizesuavida.com.br)
  • No caso da hidratação, ao ingerir água durante a corrida, ingerimos também ar, essa aerofagia pela hiperventilação ou transmissão por pressão positiva de garrafas de hidratação contribuem com uma distensão mecânica do estômago, o que resultado em desconforto e sintomas. (runnersbrasil.com)
  • Ajuda também a combater a aerofagia, as digestões difíceis e a acidez, estimulando também o apetite. (minascomvoce.com.br)