A Proteína 2 de Ligação ao Retinoblastoma (pRb ou RB2) é uma proteína supresora de tumor que desempenha um papel fundamental na regulação do ciclo celular e na progressão da divisão celular. Ela é frequentemente referida como a "chave maestra" do ciclo celular, pois sua ativação ou inativação pode determinar se uma célula irá prosseguir com a divisão ou entrar em um estado de pausa.

A pRb normalmente está presente em seu estado hipofosforilado e inativo no núcleo celular, onde ela se liga à proteínas transcripcionais E2F e impede a expressão dos genes necessários para a progressão da fase G1 para a fase S do ciclo celular. Quando o complexo pRb-E2F é desfazido por fosforilação da pRb, as proteínas E2F são liberadas e permitem que os genes relacionados à proliferação celular sejam transcritos, levando ao início da fase S do ciclo celular.

No entanto, em células tumorais, a pRb pode estar mutada ou sobreexpressa, o que leva à sua constante ativação ou inativação, resultando em uma desregulação do ciclo celular e promoção da proliferação celular descontrolada. A proteína 2 de Ligação ao Retinoblastoma é frequentemente alterada em vários tipos de câncer, incluindo o câncer de mama, pulmão, próstata e cervical. Portanto, a pRb é considerada um alvo importante para o desenvolvimento de terapias anticancerígenas.

A Proteína 4 de Ligação ao Retinoblastoma (pRb, do inglês Retinoblastoma protein-binding protein 4) é uma proteína que desempenha um papel importante na regulação do ciclo celular e da proliferação celular. Ela se liga e interage com a Proteína do Retinoblastoma (pRb), que é uma proteína supresora de tumor, modulando sua atividade. A pRb desempenha um papel crucial na regulação da progressão da fase G1 para a fase S do ciclo celular, impedindo a proliferação celular descontrolada e a formação de tumores.

A proteína 4 de Ligação ao Retinoblastoma foi identificada como um dos principais reguladores da atividade da pRb, sendo capaz de se ligar à região hipofosforilada da pRb e inibir sua atividade supresora de tumor. A expressão dessa proteína está frequentemente aumentada em vários tipos de câncer, incluindo o câncer de mama, próstata, pulmão e ovário, o que pode contribuir para a inativação da pRb e à progressão do câncer.

Em resumo, a Proteína 4 de Ligação ao Retinoblastoma é uma proteína que se liga e regula a atividade da Proteína do Retinoblastoma, desempenhando um papel importante na regulação do ciclo celular e na supressão de tumores. A sua expressão aumentada em certos tipos de câncer pode contribuir para a inativação da pRb e à progressão da doença.

A Proteína 7 de Ligação ao Retinoblastoma, frequentemente abreviada como pRb ou RB1, é uma proteína supresora de tumor que desempenha um papel fundamental na regulação do ciclo celular e na progressão da divisão celular. Ela é conhecida por sua interação com a proteína do retinoblastoma (pRb), que é uma importante proteína tumor supresora inativada em diversos tipos de câncer.

A pRb funciona como um tipo de "interruptor" no ciclo celular, impedindo a progressão da célula para a fase S (fase de síntese do DNA) até que certas condições sejam atendidas. Quando a pRb é fosforilada por cinases específicas, ela muda de forma e libera os fatores de transcrição que controlam a entrada na fase S do ciclo celular. A proteína 7 de Ligação ao Retinoblastoma se liga à pRb em seu estado desfosforilado, mantendo-a inativa e impedindo a progressão do ciclo celular.

Mutações no gene RB1, que codifica a proteína pRb, estão associadas ao retinoblastoma hereditário, um tipo raro de câncer ocular que afeta crianças, bem como a outros tipos de câncer, incluindo osteossarcoma e carcinomas de pulmão e mama. Essas mutações podem levar à inativação da pRb e, consequentemente, à perda do controle do ciclo celular, resultando no crescimento desregulado das células e no desenvolvimento de tumores.

A proteína do retinoblastoma (pRb) é uma proteína supressora de tumor que desempenha um papel fundamental na regulação do ciclo celular e na diferenciação celular. Foi originalmente identificada como um gene supresor de tumor em pacientes com retinoblastoma, um tipo raro de câncer ocular que geralmente afeta crianças.

A proteína pRb é codificada pelo gene RB1 e pertence à família das proteínas de bolsa de fosfato (Pocket Proteins). Ela funciona como um regulador negativo da progressão do ciclo celular, impedindo a transição da fase G1 para a fase S, quando as células começam a se dividir e se replicar.

A pRb normalmente está presente em sua forma hipofosforilada e inativa na fase G1 do ciclo celular. Neste estado, ela se liga às proteínas E2F, que são transcrição reguladora de genes envolvidos no controle da progressão do ciclo celular. Ao se ligar a essas proteínas, a pRb as inibe, impedindo a expressão dos genes necessários para a progressão da fase G1 para a fase S.

No entanto, quando as células recebem sinais de crescimento adequados, as quinasas dependentes de ciclina (CDKs) são ativadas e promovem a fosforilação da pRb. Isso resulta na dissociação da proteína pRb das proteínas E2F, permitindo que essas últimas sejam ativadas e promovam a expressão dos genes necessários para a progressão do ciclo celular.

Mutações no gene RB1 podem resultar em uma forma mutante da proteína pRb que não consegue ser inativada adequadamente, levando ao acúmulo de células com proteínas E2F ativas e à proliferação celular desregulada. Essa situação pode contribuir para o desenvolvimento de vários tipos de câncer, incluindo o retinoblastoma, o carcinoma de células escamosas da cabeça e pescoço, e o câncer de pulmão de células pequenas.

A Proteína 1 de Ligação ao Retinoblastoma (pRb), em termos médicos, é uma proteína supresora tumoral que desempenha um papel fundamental na regulação do ciclo celular e na progressão da divisão celular. Ela é frequentemente referida como a "guardiã dos genes", pois ajuda a controlar a proliferação celular inibindo a expressão de genes que promovem a entrada das células no ciclo de replicação.

A pRb normalmente se encontra inativa, ligada a proteínas chamadas cinases ciclina-dependentes (CDKs). Quando as CDKs são ativadas por sinais externos, elas fosforilam e inativam a pRb, o que permite a expressão dos genes promotores do ciclo celular e a progressão da divisão celular. No entanto, quando a pRb é desfosforilada por fósforosérinas cinases (PP1 e PP2A), ela volta a ser ativa e inibe a expressão desses genes, levando à arrestação do ciclo celular e à diferenciação celular.

Mutações no gene RB1, que codifica a proteína pRb, estão associadas ao retinoblastoma hereditário, um tipo raro de câncer ocular que afeta crianças. Essas mutações podem resultar em uma proteína pRb inativa ou ausente, levando à perda do controle do ciclo celular e ao desenvolvimento de tumores. Além disso, alterações na atividade da pRb também estão associadas a outros tipos de câncer, como o carcinoma de células escamosas do pulmão, o câncer de mama e o câncer de próstata.

"Dados de sequência molecular" referem-se a informações sobre a ordem ou seqüência dos constituintes moleculares em uma molécula biológica específica, particularmente ácidos nucléicos (como DNA ou RNA) e proteínas. Esses dados são obtidos através de técnicas experimentais, como sequenciamento de DNA ou proteínas, e fornecem informações fundamentais sobre a estrutura, função e evolução das moléculas biológicas. A análise desses dados pode revelar padrões e características importantes, tais como genes, sítios de ligação regulatórios, domínios proteicos e motivos estruturais, que podem ser usados para fins de pesquisa científica, diagnóstico clínico ou desenvolvimento de biotecnologia.