Mau conduto profissional, em termos médicos, refere-se a um padrão de comportamento inaceitável ou inapropriado por parte de um profissional médico ou de saúde. Isto pode incluir coisas como:

1. Negligência: O profissional não presta a atenção ou os cuidados adequados aos seus pacientes, o que resulta em danos ou prejudicamento.

2. Conduta desonesta: Isso pode incluir coisas como fraude de seguros, cobrar por serviços não prestados, ou submeter reivindicações falsas para fins de pagamentos ou remuneração.

3. Violação da privacidade: O profissional divulga informações confidenciais do paciente sem o consentimento do paciente.

4. Abuso de poder: Isso pode incluir relações sexuais inapropriadas com um paciente, ou usar a posição para obter vantagens pessoais.

5. Incompetência: O profissional não possui as habilidades ou conhecimentos necessários para realizar os procedimentos ou fornecer os cuidados adequadamente.

6. Maus tratos: Isso pode incluir qualquer forma de assédio, discriminação ou violência contra um paciente.

Esses comportamentos são considerados graves e podem resultar em sanções disciplinares, incluindo a perda da licença para praticar medicina.

A má conduta científica é um termo geral que se refere a vários tipos de comportamento inapropriados ou não éticos em atividades relacionadas à pesquisa científica. Embora as definições precisas e os exemplos possam variar, algumas das formas comuns de má conduta científica incluem:

1. Fabricação: Inventar ou falsificar dados, resultados ou procedimentos de pesquisa.
2. Falsificação: Alterar ou manipular dados, resultados ou procedimentos de pesquisa de maneira enganosa para obter resultados ou conclusões diferentes.
3. Plágio: Apresentar o trabalho, ideias, teorias ou expressões de outra pessoa como se fossem próprias, sem dar crédito adequado à fonte original.
4. Falha em divulgar conflitos de interesse: Não revelar relacionamentos financeiros ou pessoais que possam influenciar a pesquisa ou os resultados.
5. Falha em obter consentimento informado adequado: Não obter o consentimento livre e esclarecido dos participantes de pesquisas, especialmente em estudos clínicos ou envolvendo seres humanos ou animais.
6. Falha em manter a integridade dos dados: Perder, destruir ou negligenciar os dados brutos ou registros de pesquisa, tornando-os inacessíveis ou inutilizáveis para revisão ou verificação por outras pessoas.
7. Falha em seguir as diretrizes éticas e regulatórias: Não seguir as normas éticas estabelecidas, políticas institucionais ou regulamentos governamentais relacionados à pesquisa científica.

A má conduta científica é considerada uma séria violação da integridade acadêmica e científica e pode resultar em sanções, como a perda de financiamento, suspensão ou expulsão das instituições acadêmicas ou profissionais. Além disso, pode prejudicar a reputação dos indivíduos e instituições envolvidas e minar a confiança do público na ciência e na pesquisa.

A retratação de publicação, também conhecida como retracção de artigo, é um aviso formal emitido por editores de periódicos científicos sobre um artigo previamente publicado que contenha erros graves, descobertas de fraude ou plágio, ou outras razões que possam comprometer a integridade científica e a confiança do leitor na publicação. A retratação de publicação como assunto geralmente é acompanhada por uma nota explicativa que detalha as razões para a retratação e pode incluir a opinião da equipe editorial e dos autores sobre o assunto. O objetivo da retratação de publicação é corrigir o registro científico, prevenir a disseminação de informações imprecisas ou fraudulentas e alertar os leitores sobre as limitações do artigo em questão. Em casos extremos de falta de ética ou fraude comprovada, a retratação pode ser acompanhada por uma proibição de publicação futura para os autores envolvidos.

A Definição Médica:

O United States Office of Research Integrity (ORI) é um órgão do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos que supervisiona e promove a integridade da pesquisa patrocinada pelo governo federal. A ORI trabalha para garantir que os dados e resultados da pesquisa sejam confiáveis, precisos e honestamente relatados por meio de várias atividades, incluindo:

1. Fornecendo orientação e educação sobre ética e integridade na pesquisa;
2. Monitorando e investigando alegações de má conduta em pesquisas, como falsificação, fabricação ou plágio de dados ou resultados;
3. Impondo sanções a pesquisadores que tenham sido considerados culpados de má conduta em pesquisas;
4. Promovendo culturas de integridade na pesquisa em instituições acadêmicas e de pesquisa por meio de orientação, treinamento e avaliação.

A ORI trabalha em estreita colaboração com outras agências governamentais, instituições de pesquisa e indivíduos para promover a integridade da pesquisa e garantir que os dados e resultados sejam confiáveis e reprodutíveis.

A publicação duplicada, no contexto da integridade acadêmica e da pesquisa científica, refere-se à prática de submeter o mesmo trabalho ou resultados de pesquisa para publicação em mais de uma revista ou plataforma acadêmica, sem revelar adequadamente a natureza duplicada do trabalho às respectivas editoras e revisores.

Quando se trata de 'Publicação Duplicada como Assunto', isso se refere a um artigo ou trabalho que aborda explicitamente o tema da publicação duplicada, seus impactos negativos no avanço do conhecimento e na credibilidade da pesquisa, bem como propostas de soluções para prevenir e combater essa prática. Esses artigos podem discutir as consequências éticas, jurídicas e profissionais da publicação duplicada; fornecer diretrizes para os autores sobre boas práticas na divulgação de suas pesquisas; e apresentar estratégias para detectar e gerenciar casos suspeitos ou comprovados de publicação duplicada. Além disso, esses artigos podem abordar a importância da colaboração entre editores, revisores e instituições acadêmicas para promover a integridade e a transparência no processo de publicação científica.

As políticas editoriais referem-se a um conjunto de diretrizes estabelecidas por periódicos, revistas ou outras publicações científicas e acadêmicas que orientam o processo editorial e as decisões relacionadas à publicação de artigos ou trabalhos. Essas políticas abrangem aspectos como a integridade acadêmica, ética na pesquisa, conflitos de interesse, revisão por pares, direitos autorais e outros assuntos relevantes para as práticas editoriais. O objetivo das políticas editoriais é garantir a qualidade, transparência e fiabilidade dos conteúdos publicados, alinhados com os padrões e boas práticas do meio científico e acadêmico.