Avulavirus infections refer to a group of diseases caused by viruses from the Avulavirus genus, which belongs to the family Paramyxoviridae. There are currently 21 recognized species within this genus, with several of them known to cause illness in birds and mammals, including humans.

The most well-known Avulavirus is the Newcastle disease virus (Avian paramyxovirus 1), which primarily affects birds but can occasionally infect humans, causing conjunctivitis or mild respiratory symptoms. Another important species is the Sendai virus (Avian paramyxovirus 1), which mainly affects pigs and causes a severe respiratory disease in young animals.

In general, Avulavirus infections are associated with respiratory, gastrointestinal, or neurological symptoms, depending on the specific species involved and the host's immune response. The transmission of these viruses typically occurs through direct contact with infected animals or their secretions, contaminated fomites, or aerosols.

Human infections with Avulaviruses are relatively rare and usually result from close contact with infected birds or their excretions. Preventive measures include proper biosecurity practices, such as wearing personal protective equipment (PPE), washing hands regularly, and avoiding contact with potentially infected animals. No specific antiviral treatments are available for Avulavirus infections, and management typically focuses on supportive care to alleviate symptoms.

Avulavirus é um gênero de vírus da família Paramyxoviridae, que inclui várias espécies capazes de infectar aves e mamíferos. O gênero Avulavirus contém 12 espécies diferentes, incluindo o vírus da peste aviária (APVII), o vírus da parotidite dos porcos (SDSV) e o vírus da doença de Newcastle (NDV). Esses vírus geralmente causam sintomas respiratórios, gastrointestinais ou neurológicos em seus hospedeiros. O NDV, por exemplo, pode causar uma doença altamente contagiosa e fatal em aves domésticas e selvagens, enquanto o SDSV é a causa da parotidite viral em suínos. É importante notar que alguns desses vírus também podem infectar humanos, embora isso seja raro e geralmente cause apenas sintomas leves.

Paramyxovirinae é uma subfamília de vírus pertencentes à família Paramyxoviridae, que inclui vários vírus importantes para a saúde humana e animal. A subfamília Paramyxovirinae consiste em cinco gêneros:

1. Henipavirus: Inclui os vírus Hendra e Nipah, que podem causar doenças graves em humanos e animais, como encéfalitis e pneumonia.
2. Morbillivirus: Inclui o vírus da catapora (doença dos cães), vírus do sarampo, vírus da peste bovina e vírus da doença das baleias. Esses vírus podem causar doenças graves em humanos e animais.
3. Respirovirus: Inclui o vírus parainfluenza humano (HPIV1), vírus sincicial respiratório (HRSV) e vírus da pneumonia bovina. Esses vírus podem causar infecções do trato respiratório em humanos e animais.
4. Rubulavirus: Inclui o vírus da parotidite (paperas), vírus da catarampe dos porcos e vários outros vírus que podem causar infecções do trato respiratório, gastrointestinal ou neurológicas em humanos e animais.
5. Avulavirus: Inclui vários vírus que infectam aves e podem causar doenças como a doença de Newcastle e a pneumonia aviária.

Os vírus da subfamília Paramyxovirinae são envoltos em lipídios, têm genomas de RNA simples de sentido negativo e geralmente infectam células epiteliais do trato respiratório ou outros tecidos. Eles se replicam no citoplasma da célula hospedeira e são transmitidos por contato direto, gotículas ou aerossóis.

Parotidite, comumente conhecida como "papada de mordomo," é uma inflamação da glândula parótida, que é uma das principais glândulas salivares localizadas na região facial perto da orelha. A infecção bacteriana ou viral geralmente causa essa condição, sendo a mais comum a causada pelo vírus da parotidite epidêmica (vírus Coxsackie).

Os sintomas podem incluir:

1. Inchaço e dor na região da orelha ou face, geralmente em um lado da cabeça;
2. Secamento excessivo da boca;
3. Dificuldade para abrir a boca completamente (trismo);
4. Febre alta;
5. Fadiga e dores musculares;
6. Náuseas ou vômitos.

O tratamento geralmente envolve medidas de suporte, como hidratação adequada, controle da dor e diminuição da inflamação. Em casos graves, antibióticos podem ser necessários se houver suspeita de infecção bacteriana secundária. A vacina contra o vírus da parotidite epidêmica está disponível e é recomendada para prevenir a doença.

Henipavirus é um gênero de vírus da família Paramyxoviridae, que inclui os patógenos emergentes Hendra e Nipah vírus. Esses vírus têm um genoma de RNA monocatenário negativo e podem causar doenças graves em humanos e animais. O Hendra vírus é encontrado principalmente em cavalos e morcegos frugívoros, enquanto o Nipah vírus é encontrado em porcos e morcegos frugívoros. A transmissão de humanos geralmente ocorre através do contato direto com animais infectados ou material contaminado. Os sintomas da infecção humana podem variar de febre, mal-estar e dor de cabeça a encefalite severa e insuficiência respiratória, que podem ser fatais. Até o momento, não há vacinas ou tratamentos específicos disponíveis para essas infecções, e a prevenção depende do controle da exposição aos vírus.

Rubulavirus é um género de vírus da família Paramyxoviridae, ordem Mononegavirales. Estes vírus têm um genoma de ARN de sentido negativo e são envelopados. A designação "rubulavirus" deriva do latim "ruber", que significa vermelho, referindo-se ao aspecto granular vermelho das inclusões citoplasmáticas observadas em células infectadas em cultura.

Os rubulavírus incluem o vírus da parotidite (vírus da paperas), o vírus da pneumonia sincicial bovina e outros vírus que podem causar doenças em humanos e animais. Estes vírus geralmente provocam infecções do trato respiratório superior, mas também podem causar sintomas sistémicos mais graves em indivíduos imunocomprometidos ou em fetos em desenvolvimento quando as mães estão infectadas durante a gravidez.

A transmissão dos rubulavírus geralmente ocorre por via respiratória, através do contato próximo com secreções nasais ou salivares de pessoas infectadas. A prevenção inclui medidas de higiene, como lavar as mãos regularmente e evitar o contacto próximo com pessoas doentes, bem como a vacinação contra o vírus da parotidite (paperas).

Morbillivirus é um gênero de vírus da família Paramyxoviridae que inclui vários patógenos importantes para os seres humanos e animais. O vírus mais conhecido neste gênero é o vírus da catapora ou sarampo (MeV), que causa a doença conhecida como sarampo em humanos. Outros morbillivírus importantes incluem o vírus da pneumonia canina (CPV) e o vírus da doença de Carré (CDV), que causam doenças graves em cães; o vírus da doença de Aujeszky (PDV), que afeta suínos; e o vírus da doença dos golfinhos-comum (DMV), que é responsável por mortes em massa de golfinhos-comuns no leste do Pacífico Norte.

Os morbillivírus têm um genoma de RNA de sentido único e são revestidos por uma membrana lipídica derivada da célula hospedeira. Eles infectam as células do sistema imunológico, como os linfócitos T e B, e podem causar sintomas graves, como febre alta, erupções cutâneas e complicações respiratórias e neurológicas. A infecção por morbillivírus geralmente é transmitida pelo contato direto com secreções respiratórias infectadas ou por gotículas suspensas no ar.

A vacinação é uma estratégia importante para prevenir a infecção por morbillivírus em humanos e animais. A vacina contra o sarampo, por exemplo, é altamente eficaz em prevenir a doença e está inclusa no calendário de vacinação rotineiro em muitos países.

Paramyxoviridae é uma família de vírus com envelope que inclui diversos patógenos humanos e animais importantes. Esses vírus têm genomas de RNA de sentido negativo, não segmentado e monocatenário, com aproximadamente 15 a 19 kilobases de comprimento. A estrutura do genoma é linear e tem um extremidade 3' não poliadenilada e uma extremidade 5' metilada.

Os membros da família Paramyxoviridae são classificados em dois subfamílias: Pneumovirinae e Paramyxovirinae. A subfamília Pneumovirinae inclui os gêneros Metapneumovirus e Pneumovirus, que contém espécies como o vírus sincicial respiratório humano (HRSV) e o metapneumovírus humano (HMPV). A subfamília Paramyxovirinae inclui os gêneros Henipavirus, Morbillivirus, Respirovirus, Rubulavirus e Aquaparamyxovirus.

Os vírus da família Paramyxoviridae causam uma variedade de doenças em humanos e animais, incluindo a parainfluenza, sarampo, catarro nasal bovino, pneumonia equina, meningite, encefalite e outras infecções respiratórias e sistêmicas graves. Alguns membros da família Paramyxoviridae também têm potencial para serem usados como agentes de bioterrorismo.

A replicação dos vírus da família Paramyxoviridae ocorre no citoplasma das células hospedeiras e envolve a transcrição do genoma em moléculas de RNA mensageiro (mRNAs) que são traduzidas em proteínas estruturais e não estruturais. A entrada dos vírus na célula hospedeira é mediada pela interação entre as glicoproteínas de envelope do vírus e os receptores da superfície celular, seguida pela fusão do envelope viral com a membrana celular e liberação do genoma viral no citoplasma.

Pneumovirus é um gênero de vírus da família Paramyxoviridae que inclui dois principais patógenos humanos: o vírus respiratório sincicial (VRS) e o metapneumovírus humano (hMPV). Esses vírus são a causa frequente de infecções respiratórias agudas, especialmente em crianças pequenas, idosos e indivíduos imunocomprometidos.

O VRS é o agente etiológico mais comum de bronquiolite e pneumonia em lactentes e crianças pequenas em todo o mundo. Os sintomas clínicos variam desde resfriados comuns até infecções graves do trato respiratório inferior, como bronquiolite e pneumonia.

O hMPV é responsável por aproximadamente 5 a 10% das infecções respiratórias agudas em crianças e pode causar sintomas leves a graves, incluindo tosse, congestão nasal, febre e dificuldade para respirar.

Ambos os vírus se transmitem principalmente por gotículas de secreções respiratórias infectadas, através do contato direto com superfícies contaminadas ou por fômites. A prevenção inclui medidas básicas de higiene, como o lavado regular das mãos e a limpeza adequada de superfícies contaminadas. Atualmente, não há vacinas ou tratamentos específicos disponíveis para infecções por pneumovírus, mas os cuidados de suporte e os medicamentos sintomáticos podem ajudar a aliviar os sintomas e prevenir complicações.