Sensibilidade ou ligação a valores religiosos ou coisas do espírito em oposição a interesse material ou mundano (Tradução livre do original: Merriam-Webster's Collegiate Dictionary, 10th ed, and Oxford English Dictionary, 2nd ed).
Alcaloides de tetraidroisoquinolinol tanto nas formas dextro como levo, originalmente encontrados em plantas SALSOLA.
Simportadores de neurotransmissores dependentes de cloreto de sódio, localizados principalmente na MEMBRANA PLASMÁTICA dos neurônios serotonérgicos. Elas são mais diferentes que os RECEPTORES DE SEROTONINA que respondem aos sinais celulares para a SEROTONINA do ESPAÇO EXTRACELULAR recaptando-a com alta afinidade para as TERMINAÇÕES PRÉ-SINÁPTICAS. Regulam a amplitude e duração do sinal nas sinapses serotonérgicas e são os locais de ação dos INIBIDORES DE CAPTAÇÃO DE SEROTONINA.
Fenômeno através do qual compostos cujas moléculas têm o mesmo número e tipo de átomos e o mesmo arranjo atômico, mas diferem nas relações espaciais.
A inter-relação entre a medicina e a religião.
Qualquer doutrina que demanda interpretação, compromisso e fé, que permite uma prática com objetivos éticos, estéticos e emocionais. Uma religião se caracteriza por uma filosofia e um corpo de princípios morais que dela derivam e que devem ser seguidos pelos fiéis.
Análogos ou derivados do ácido mandélico (ácido alfa-hidroxibenzenoacético).
A inter-relação da psicologia com a religião.
Derivados tri-hidroxi dos ácidos eicosanoicos. Principalmente derivados do ácido araquidônico, entretanto também existem derivados do ácido eicosapentaenoico. Muitos deles são mediadores naturais da regulação imunológica.
Ocorrência natural ou experimentalmente induzida da substituição de um ou mais AMINOÁCIDOS em uma proteína por outro. Se um aminoácido funcionalmente equivalente é substituído, a proteína pode conservar sua atividade original. A substituição pode também diminuir, aumentar ou eliminar a função da proteína. A substituição experimentalmente induzida é frequentemente utilizada para estudar a atividade enzimática e propriedades dos sítios de ligação.
Receptor de proteína-tirosina quinase que está intimamente relacionado em estrutura ao RECEPTOR DE INSULINA. Embora normalmente citado como receptor de IGF-I, liga-se tanto a IGF-I como IGF-II com alta afinidade. É constituído de um tetrâmero de duas subunidades alfa e duas beta que são derivadas da clivagem de uma única proteína precursora. A subunidade beta contém um domínio intrínseco de tirosina quinase.
Constituição genética do indivíduo que abrange os ALELOS presentes em cada um dos LOCI GÊNICOS.
Grandes mamíferos marinhos (ordem CETACEA). No passado eram valorizados comercialmente por seu óleo, por sua carne (como alimento humano, na RAÇÃO ANIMAL e FERTILIZANTES) e pela barbatana. Hoje há uma moratória em quase toda a pesca comercial de baleias, pois todas as espécies figuram como ameaçadas ou em vias de extinção.
Ocorrência regular e simultânea de dois ou mais genótipos descontínuos em uma única população que está se multiplicando. O conceito inclui diferenças em genótipos variando em tamanho de um local contendo um único nucleotídeo (POLIMORFISMO DE UM ÚNICO NUCLEOTÍDEO) a uma grande sequência de nucleotídeos visível num nível cromossômico.
Mutação em que um codon é mudado para outro, que direciona a incorporação de um aminoácido diferente. Esta substituição pode resultar em produto inativo ou instável.
Linhagem celular contínua com alta inibição de contato estabelecida a partir de culturas de embriões de camundongo NIH Swiss. As células são úteis para estudos de transfecção e transformação de DNA.
Aminoácido essencial encontrado naturalmente na forma L (sua forma ativa). É encontrada em ovos, leite, gelatina e outras proteínas.
Receptores da superfície celular para fator de obesidade (LEPTINA), um hormônio secretado pelos ADIPÓCITOS BRANCOS. Na interação receptor-leptina, o sinal é mediado através da via JAK2/STAT3 para regular a ingestão de alimentos, equilíbrio energético e armazenamento de gordura.
Forma e arranjo tridimensional característicos de proteínas multiméricas (agregados com mais de uma cadeia polipeptídica).
Processo pelo qual substâncias endógenas ou exógenas ligam-se a proteínas, peptídeos, enzimas, precursores proteicos ou compostos relacionados. Medidas específicas de ligantes de proteínas são usadas frequentemente como ensaios em avaliações diagnósticas.
Formas variantes do mesmo gene, ocupando o mesmo locus em CROMOSSOMOS homólogos e governando as variantes na produção do mesmo produto gênico.
Componentes estruturais de proteínas comumente observados, formados por combinações simples de estruturas secundárias adjacentes. Uma estrutura comumente observada pode ser composta por uma SEQUÊNCIA CONSERVADA que pode ser representada por uma SEQUÊNCIA CONSENSO.
Descrições de sequências específicas de aminoácidos, carboidratos ou nucleotídeos que apareceram na literatura publicada e/ou são depositadas e mantidas por bancos de dados como o GENBANK, European Molecular Biology Laboratory (EMBL), National Biomedical Research Foundation (NBRF) ou outros repositórios de sequências.
Proteína conjugada que é o pigmento transportador de oxigênio do músculo. É formado de uma cadeia polipeptídica de globina e um grupo heme.
Ordem dos aminoácidos conforme ocorrem na cadeia polipeptídica. Isto é chamado de estrutura primária das proteínas. É de importância fundamental para determinar a CONFORMAÇÃO DA PROTEÍNA.
Transdutor de sinal e ativador da transcrição que medeia as respostas celulares aos membros da família da INTERLEUCINA-6. A STAT3 encontra-se ativada constitutivamente em vários TUMORES, sendo o principal agente que define o sentido espontâneo (downstream) na transdução do RECEPTOR GP130 DE CITOCINA.
Proteína relacionada ao receptor LDL que se combina com RECEPTORES FRIZZLED, formando os receptores ligantes de PROTEÍNA WNT. A proteína desempenha um papel importante na VIA DE SINALIZAÇÃO WNT durante o DESENVOLVIMENTO EMBRIONÁRIO e na regulação da proliferação de células vasculares.
Técnica de cromatografia líquida que se caracteriza por alta pressão de passagem, alta sensibilidade e alta velocidade.
Qualquer mudança detectável e hereditária que ocorre no material genético causando uma alteração no GENÓTIPO e transmitida às células filhas e às gerações sucessivas.
Enzimas envolvidas na reconstrução de moléculas de DNA de cadeia dupla, contínuas e sem erros de pareamento, que continham regiões danificadas.
Proporção de um alelo particular no total de ALELOS de um locus gênico em uma POPULAÇÃO em reprodução.
Aminoácido não essencial ocorrendo de forma natural como o L-isômero. É sintetizado a partir da GLICINA ou TREONINA. Está envolvida na biossíntese das PURINAS, PIRIMIDINAS e outros aminoácidos.
Introdução de um grupo fosfato em um composto [respeitadas as valências de seus átomos] através da formação de uma ligação éster entre o composto e um grupo fosfato.
Complexo nuclear de proteína e RNA que desempenha um papel no processamento do RNA. No nucleoplasma, a U1 RNPnp juntamente com outras ribonucleoproteínas nucleares pequenas (U2, U4-U6, e U5) reúnem-se em ESPLICEOSSOMOS que removem íntrons do pré RNAm através do splicing. A U1 RNAnp forma pares de bases com sequências altamente conservadas no sítio de splice 5'e reconhece tanto os sítios de splice 5'e 3, podendo desempenhar um papel fundamental no alinhamento dos dois sítios para a reação de splicing.
Camundongos que portam genes mutantes que são fenotipicamente expressos nos animais.
Nível de estrutura proteica em que estruturas das proteínas secundárias (alfa hélices, folhas beta, regiões de alça e motivos) se combinam dando origem a formas dobradas denominadas domínios. Pontes dissulfetos entre cisteínas em duas partes diferentes da cadeia polipeptídica juntamente com outras interações entre as cadeias desempenham um papel na formação e estabilização da estrutura terciária. As proteínas pequenas, geralmente são constituídas de um único domínio, porém as proteínas maiores podem conter vários domínios conectados por segmentos da cadeia polipeptídica que perdeu uma estrutura secundária regular.
Transferência intracelular de informação (ativação/inibição biológica) através de uma via de sinalização. Em cada sistema de transdução de sinal, um sinal de ativação/inibição proveniente de uma molécula biologicamente ativa (hormônio, neurotransmissor) é mediado, via acoplamento de um receptor/enzima, a um sistema de segundo mensageiro ou a um canal iônico. A transdução de sinais desempenha um papel importante na ativação de funções celulares, bem como de diferenciação e proliferação das mesmas. São exemplos de sistemas de transdução de sinal: o sistema do receptor pós-sináptico do canal de cálcio ÁCIDO GAMA-AMINOBUTÍRICO, a via de ativação da célula T mediada pelo receptor e a ativação de fosfolipases mediada por receptor. Estes sistemas acoplados à despolarização da membrana ou liberação de cálcio intracelular incluem a ativação mediada pelo receptor das funções citotóxicas dos granulócitos e a potencialização sináptica da ativação da proteína quinase. Algumas vias de transdução de sinal podem ser parte de um sistema de transdução muito maior, como por exemplo, a ativação da proteína quinase faz parte da via de sinalização da ativação plaquetária.
Complexo nuclear de RNA-proteína que desempenha um papel no processamento do RNA. No nucleoplasma, a U4-U6 snRNP juntamente com a U5 snRNP reúnem-se numa única partícula de 25S que se liga às U1 e U2 snRNPs e ao substrato para formar os SPLICEOSSOMOS maduros. Há também evidência da existência de U4 ou U6 snRNPs individuais, além da sua organização como uma U4-U6 snRNP.
Suscetibilidade latente a doenças de caráter genético, podendo ser ativada sob determinadas situações.
Partes de uma macromolécula que participam diretamente em sua combinação específica com outra molécula.
Grau de similaridade entre sequências de aminoácidos. Esta informação é útil para analisar a relação genética de proteínas e espécies.
Aspecto característico [(dependência)] da atividade enzimática em relação ao tipo de substrato com o qual a enzima (ou molécula catalítica) reage.
Adição química ou bioquímica de carboidratos ou grupos glicosídicos a outras substâncias químicas, especialmente peptídeos ou proteínas. [As enzimas] que catalisam esta reação bioquímica são as glicosil transferases.
Grupo de enzimas que catalisa a fosforilação de resíduos de serina ou treonina nas proteínas, com ATP ou outros nucleotídeos como doadores de fosfato.
MUTAGÊNESE geneticamente construída em um ponto específico na molécula de DNA que introduz uma substituição, inserção ou deleção de uma base.
Taxa dinâmica em sistemas químicos ou físicos.
Complexo nuclear de proteína e RNA que desempenha um papel no processamento de RNA. No nucleoplasma, a U5 RNPnp juntamente com a U4-U6 RNPnp reúnem-se numa única partícula 25S que se liga a U1 e U2 RNPnps e o substrato, formando os SPLICEOSSOMOS.
Modelos usados experimentalmente ou teoricamente para estudar a forma das moléculas, suas propriedades eletrônicas ou interações [com outras moléculas]; inclui moléculas análogas, gráficos gerados por computador e estruturas mecânicas.
Determinadas culturas de células que têm o potencial de se propagarem indefinidamente.
Proteínas preparadas através da tecnologia de DNA recombinante.
Sequência de PURINAS e PIRIMIDINAS em ácidos nucleicos e polinucleotídeos. É chamada também de sequência nucleotídica.
Exclusão final (ultimate) de sequências "nonsense" ou de sequências intervenientes (íntrons), antes que a transcrição final do RNA seja enviada para o citoplasma.
Esta partícula ribonucleoproteica, composta de U7 RNAp, proteína central Sm e proteínas específicas de U7 RNPnp, encontra-se envolvida no processamento do terminal 3'dos RNAs pré mensageiros de histona.
Proteínas complexas ligando RNA com ácidos ribonucleicos (RNA).
Ácido ribonucleico de fungos, que tem papéis regulatórios e catalíticos, tanto quanto envolvimento na síntese proteica.
Sequências de RNA que servem como modelo para a síntese proteica. RNAm bacterianos são geralmente transcritos primários pelo fato de não requererem processamento pós-transcricional. O RNAm eucariótico é sintetizado no núcleo e necessita ser transportado para o citoplasma para a tradução. A maior parte dos RNAm eucarióticos têm uma sequência de ácido poliadenílico na extremidade 3', denominada de cauda poli(A). Não se conhece com certeza a função dessa cauda, mas ela pode desempenhar um papel na exportação de RNAm maduro a partir do núcleo, tanto quanto em auxiliar na estabilização de algumas moléculas de RNAm retardando a sua degradação no citoplasma.
Sequências de nucleotídeos localizadas nas extremidades dos ÉXONS e identificadas em RNA pré-mensageiro pelos SPLICEOSSOMOS. São unidos durante a reação de PROCESSAMENTO DE RNA, formando as junções entre os éxons.