Revestimento mucoso da CAVIDADE NASAL, inclusive das narinas (vestíbulo) e da MUCOSA OLFATÓRIA. Constituída por células ciliadas, CÉLULAS CALICIFORMES, células em escova, granulares pequenas, CÉLULAS-TRONCO e por glândulas que contêm células mucosas e serosas.
Acumulações focais de EDEMA líquido na MUCOSA NASAL acompanhadas de HIPERPLASIA do tecido conjuntivo submucoso. Os pólipos podem ser NEOPLASIAS, focos de INFLAMAÇÃO, lesões degenerativas ou malformações.
A divisão que separa as duas CAVIDADES NASAIS no plano medial. É formada pela CARTILAGEM DO SEPTO NASAL, de partes dos ossos do crânio (OSSO ETMOIDE e VÔMER) e partes membranosas.
Líquido obtido através de IRRIGAÇÃO TERAPÊUTICA ou lavagem da cavidade nasal e MUCOSA NASAL. O líquido resultante é utilizado em ensaios citológicos e imunológicos da mucosa nasal, como no TESTE DE PROVOCAÇÃO NASAL no diagnóstico de hipersensibilidade nasal.
Drogas projetadas para tratar a inflamação das vias nasais, que geralmente resultam de uma infecção (frequentemente o resfriado comum) ou de um processo alérgico (allergy related condition), p. ex., a febre do feno. A inflamação envolve o inchaço da mucosa que reveste as vias nasais resultando na produção excessiva de muco. A principal classe de descongestionantes nasais são os vasoconstritores.
Parte componente do trato respiratório superior. Contém o órgão do OLFATO. O termo inclui o nariz externo, a cavidade nasal, e os SEIOS PARANASAIS.
Cada um dos dois ossos retangulares e alongados que juntos formam a ponte do nariz.
Agentes farmacológicos liberados nas narinas sob a forma de névoa ou spray.
Tumores ou câncer do NARIZ.
Os transtornos do nariz, gerais ou inespecíficos.
Cartilagens hialinas no nariz. Há cinco principais cartilagens nasais, incluindo duas laterais, duas alares e uma septal.
Administração de medicamentos pela mucosa nasal.
Placas ósseas semelhantes à tábulas com margens curvadas na parede lateral da CAVIDADE NASAL. Os ossos turbinados nasais, também chamados de conchas nasais, aumentam a área da superfície da cavidade nasal, propiciando, assim, um mecanismo para aquecimento e umidificação rápida do ar à medida que ele passa pelo pulmão.
Inflamação da MUCOSA NASAL, a mucosa que recobre as CAVIDADES NASAIS.
Operações cirúrgicas no nariz e na cavidade nasal.
Irrigação do nariz com salina ou soluções de irrigação com propósitos de diagnóstico ou terapêuticos. É usado para remover agentes irritantes, alérgenos ou micro-organismos do nariz.
Técnica para medir a pressão e a taxa do fluxo de ar na cavidade nasal durante a respiração.
Inflamação da mucosa do nariz semelhante àquela encontrada na febre do feno exceto que os sintomas persistem ao longo do ano. As causas são normalmente alérgenos presentes no ar, particularmente poeiras, penas, fungos, pele animal, etc.
Operação cirúrgica plástica no nariz, reconstrutora, restauradora ou cosmética. (Dorland, 28a ed)
Inflamação da MUCOSA NASAL em um ou mais dos SEIOS PARANASAIS.
Extensões preenchidas de ar localizadas nos ossos ao redor da CAVIDADE NASAL. São extensões da cavidade nasal e recobertas pela MUCOSA NASAL ciliada. Cada seio é nominado a partir do osso cranial em que está localizado, como o SEIO ETMOIDAL, o SEIO FRONTAL, o SEIO MAXILAR e o SEIO ESFENOIDAL.
Anormalidades do nariz adquiridas após o nascimento devido a lesão ou doença.
Porção da mucosa nasal (com as terminações nervosas sensitivas do OLFATO), localizada na cúpula de cada CAVIDADE NASAL. O epitélio olfatório (castanho amarelado) é constituído por NEURÔNIOS RECEPTORES OLFATÓRIOS, células em escova (brush cells), CÉLULAS-TRONCO e glândulas olfatórias associadas.
Sangramento pelo nariz.
Tumores ou câncer dos SEIOS PARANASAIS.
Fisiologicamente representa a oposição do fluxo de ar causado pelas forças de fricção. Como uma parte do teste da função pulmonar, é a relação da pressão propulsora para a taxa de fluxo de ar.
Estado de se abrigar um organismo infeccioso sem manifestar sintomas de infecção. O organismo deve ser prontamente transmissível a um outro hospedeiro suscetível.
A respiração anormal através da boca, normalmente associada com transtornos obstrutivos das vias de passagem nasal.
As infecções por bactérias do gênero STAPHYLOCOCCUS.
Fármacos usados para tratar reações alérgicas. A maioria age impedindo a liberação de mediadores inflamatórios ou inibindo as ações dos mediadores liberados em suas células alvo.
Procedimentos em que se empregam ENDOSCÓPIOS para diagnóstico e tratamento de doenças. A endoscopia envolve a passagem de um instrumento óptico através de pequena incisão na pele, isto é, percutânea; ou através de orifícios naturais e ao longo de vias naturais do corpo, como o trato digestório; e/ou através de incisão na parede de órgão ou estrutura tubular, isto é, transluminal, para examinar ou realizar cirurgia em partes interiores do corpo.
Dispositivos que cobrem o nariz e a boca para manter as condições assépticas ou para a administração de anestésicos ou outros gases inaláveis. (Tradução livre do original: UMDNS, 1999)
Doença catarral do trato respiratório superior, que pode ser resultado de uma infecção viral ou mista. Geralmente envolve coriza, congestão nasal e espirros.
Mecanismo inespecífico de defesa do hospedeiro que remove MUCO e outros materiais dos PULMÕES por atividade ciliar e secretória das glândulas traqueobrônquicas submucosas. Pode ser medido in vivo como transferência de muco, frequência do batimento ciliar e depuração dos traçadores radioativos.
Simpatomimético de ação direta usado como vasoconstritor para aliviar a congestão nasal. (Tradução livre do original: Martindale, The Extra Pharmacopoeia, 30th ed, p1251)
Neoplasia extranodal que geralmente possui fenótipo de célula NK e associada com o VÍRUS EPSTEIN-BARR. Estes linfomas apresentam espectro morfológico amplo, necroses frequentes, invasão vascular, e com maior frequência na região média da face, mas também em outros locais extranodais.
Técnica de terapia respiratória, tanto em pacientes com respiração espontânea como em pacientes ventilados mecanicamente, em que é mantida a pressão nas vias respiratórias acima da pressão atmosférica durante o ciclo respiratório mediante pressurização do circuito ventilatório. (Tradução livre do original: On-Line Medical Dictionary [Internet]. Newcastle upon Tyne(UK): The University Dept. of Medical Oncology: The CancerWEB Project; c1997-2003 [cited 2003 Apr 17].
Bactérias potencialmente patogênicas encontradas em membranas nasais, pele, folículos pilosos e períneo de animais homeotermos. Podem causar diversos tipos de infecções e intoxicações.
Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.
Osso leve e esponjoso (pneumatizado) que fica entre a parte orbital do OSSO FRONTAL e a parte anterior do OSSO ESFENOIDE. O osso etmoide separa a ÓRBITA do SEIO ETMOIDAL. Consiste de uma placa horizontal, uma placa perpendicular e dois labirintos laterais.
Doenças que acometem ou envolvem os SEIOS PARANASAIS e que se manifestam geralmente na forma de inflamação, abscessos, cistos ou tumores.
Parte superior da faringe situada atrás do nariz e acima do PALATO MOLE. A nasofaringe é a extensão posterior das cavidades nasais e possui função respiratória.
Inflamação crônica em que a MUCOSA NASAL gradualmente se altera de uma mucosa funcional para um revestimento não funcional sem renovação mucociliar. É frequentemente acompanhada pela degradação das CONCHAS NASAIS, e do muco com cheiro fétido que forma uma crosta esverdeada (ozena).
Medida da quantidade de VAPOR DE ÁGUA no ar.
Substâncias endógenas produzidas pela atividade de células intactas de glândulas, tecidos ou órgãos.
Espaço com ar localizado no corpo da maxila próximo a cada bochecha. Cada um dos seios paranasais comunica-se com o meato médio da CAVIDADE NASAL no mesmo lado.
Substâncias do tipo antígeno que produzem HIPERSENSIBILIDADE IMEDIATA.
Volume total de gás inspirado ou expirado por unidade de tempo, geralmente medido em litros por minuto.
Infecção granulomatosa crônica, localizada nos tecidos mucocutâneos, especialmente NARIZ. É caracterizada por HIPERPLASIA e desenvolvimento de PÓLIPOS. Encontrada em humanos e outros animais e causada pelo organismo mesomycetozoea (RHINOSPORIDIUM SEEBERI).
Classe de fármacos não sedativos que se ligam aos receptores de histamina (AGONISMO INVERSO), mas não os ativa e, desta maneira, bloqueia as ações da histamina ou dos agonistas da histamina. Estes anti-histamínicos representam um grupo heterogêneo de compostos com diferentes estruturas químicas, efeitos colaterais, distribuição e metabolismo. Comparado aos anti-histamínicos anteriores (primeira geração), este tipo não sedativo apresenta grande especificidade ao receptor, baixa penetração na BARREIRA HEMATOENCEFÁLICA e menor possibilidade de causar sonolência ou dificuldade psicomotora.
Secreção viscosa das mucosas. Contém mucina, células sanguíneas brancas, água, sais inorgânicos e células esfoliadas.
Antibiótico usado topicamente obtido da Pseudomonas fluorescens. Apresenta excelente atividade contra estafilococos e estreptococos Gram-positivos. O antibiótico é utilizado principalmente no tratamento de distúrbios da pele primários e secundários, infecções nasais e em curativos de ferimentos.
Processos patológicos envolvendo a NASOFARINGE.
Coloides com uma fase de dispersão gasosa e outra fase de dispersão líquida (nevoeiro) ou sólida (fumaça). Usados em fumigação ou em terapia por inalação. Podem conter agentes propelentes.
O quinto e maior nervo craniano. O nervo trigêmeo é um nervo misto, composto de uma parte motora e sensitiva. A parte sensitiva, maior, forma os nervos oftálmico, mandibular e maxilar que transportam fibras aferentes sensitivas de estímulos internos e externos provenientes da pele, músculos e junturas da face e boca, e dentes. A maioria destas fibras se originam de células do GÂNGLIO TRIGÊMEO e projetam para o NÚCLEO ESPINAL DO TRIGÊMEO no tronco encefálico. A menor parte motora nasce do núcleo motor do trigêmeo no tronco encefálico e inerva os músculos da mastigação.
Doença genética, autossômica e recessiva das GLÂNDULAS EXÓCRINAS. Causadora por mutações no gene que codifica o REGULADOR DE CONDUTÂNCIA TRANSMEMBRANA EM FIBROSE CÍSTICA, expresso em vários órgãos, inclusive PULMÃO, PÂNCREAS, Sistema Biliar e GLÂNDULAS SUDORÍPARAS. A fibrose cística é caracterizada por disfunção secretória epitelial associada com obstrução ductal, resultando em OBSTRUÇÃO DAS VIAS RESPIRATÓRIAS, INFECÇÕES RESPIRATÓRIAS crônicas, Insuficiência Pancreática, má digestão, depleção de sal e EXAUSTÃO POR CALOR.
O primeiro nervo craniano. O nervo olfatório transporta a sensação olfatória. É formado pelos axônios dos NEURÔNIOS RECEPTORES OLFATÓRIOS que projetam do epitélio olfatório (no epitélio nasal) para o BULBO OLFATÓRIO.
Numerosas (6-12) pequenas cavidades de paredes finas ou células de ar no OSSO ETMOIDE localizadas entre os olhos. Estas células de ar formam o labirinto etmoidal.
Elemento fertilizador de plantas que contém os GAMETÓFITOS masculinos.
Drogas que agem localmente nas superfícies cutâneas ou mucosas para produzir inflamação. As que causam rubor devido à hiperemia são rubefacientes, as que produzem bolhas são vesicantes, e as que penetram nas glândulas sebáceas e causam abscessos são pustulantes. O gás lacrimogênio e o gás mostarda também são irritantes.
Cirurgia feita na orelha e suas partes, nariz e cavidade nasal ou garganta, incluindo cirurgia de adenoide, tonsilas, faringe e traqueia.
Administração de medicamentos pela via respiratória. Abrange insuflação no trato respiratório.
Ato de respirar com os PULMÕES, consistindo em INALAÇÃO ou captação do ar ambiente para os pulmões e na EXPIRAÇÃO ou expulsão do ar modificado, que contém mais DIÓXIDO DE CARBONO que o ar inalado. (Tradução livre do original: Blakiston's Gould Medical Dictionary, 4th ed.). Não está incluída a respiração tissular (= CONSUMO DE OXIGÊNIO) ou RESPIRAÇÃO CELULAR.
RESPIRAÇÃO para dentro.
Tampões ou cilindros feitos de algodão, esponja ou outro material absorvente. São usados em cirurgia para absorver líquidos, como sangue ou drenagem.
Transtorno caracterizado por apneias reincidentes durante o sono, apesar de esforços respiratórios persistentes. É devido à obstrução da rota aérea superior. As pausas respiratórias podem induzir HIPERCAPNIA ou HIPÓXIA. Podem ocorrer as arritmias e a elevação cardíaca da pressão arterial sistêmica e pulmonar. As frequentes estimulações parciais ocorrem ao longo do sono, resultando em relativa PRIVAÇÃO DO SONO e fadiga diurna. Entre as afecções associadas estão OBESIDADE, ACROMEGALIA, MIXEDEMA, micrognatia, DISTROFIA MIOTÔNICA, distrofia adenotonsilar e DOENÇAS NEUROMUSCULARES (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p395).
Reação asmática adversa (ex.: BRONCOCONSTRIÇÃO) a anti-inflamatórios não esteroides convencionais (NSAIDS), incluindo ao uso de aspirina.
Inalação de oxigênio objetivando o restabelecimento para a normalidade de qualquer alteração patofisiológica nas trocas gasosas do sistema cardiopulmonar, seja pelo uso de respirador, cateter nasal, tenda, câmara ou máscara. (Tradução livre do original: Dorland, 27a ed)
Representa de 15-20 por cento das imunoglobulinas séricas humanas. É um polímero formado por 4 cadeias em humanos ou dímeros nos demais mamíferos. A IMUNOGLOBULINA A SECRETORA (IgA) é a principal imunoglobulina presente nas secreções.
Amina derivada da descarboxilação enzimática de HISTIDINA. É um estimulante poderoso de secreção gástrica, constritor da musculatura lisa dos brônquios, vasodilatador e também neurotransmissor de ação central.
Fármacos que se ligam seletivamente aos receptores H1 da histamina, bloqueando assim a ação da histamina endógena, mas sem ativar os receptores H1. Estão incluídos aqui os anti-histamínicos clássicos que antagonizam ou impedem a ação da histamina principalmente na hipersensibilidade imediata. Eles agem nos brônquios, nos capilares, e sobre alguns outros músculos lisos, sendo usados para impedir ou aliviar o enjoo que ocorre durante a viagem (motion sickness), a rinite sazonal, a dermatite alérgica e ainda para induzir sonolência. Os efeitos do bloqueio dos receptores H1 do sistema nervoso central ainda não são bem compreendidos.
Cepa de Staphylococcus aureus que não é suscetível à ação de METICILINA. O mecanismo de resistência geralmente envolve a modificação de PROTEÍNAS LIGANTES DE PENICILINA normais ou a sua aquisição.
Uma das várias proteínas básicas liberadas a partir dos grânulos citoplasmáticos de EOSINÓFILOS. A proteína catiônica de eosinófilo é um peptídeo citotóxico de 21 kDa, com um pI de 10,9. Embora a proteína catiônica de eosinófilo seja considerada membro da superfamília de proteínas RNAse A, tem apenas uma atividade limitada de RNAse.
Antagonista potente de H1 da histamina, de segunda geração, que é eficaz no tratamento da rinite alérgica, urticária crônica e na asma induzida por pólen. Ao contrário de muitos anti-histamínicos tradicionais, não causa sonolência ou efeitos colaterais colinérgicos.
Cavidade oral ovalada (localizada no ápice do trato digestivo) composta de duas partes: o vestíbulo e a cavidade oral propriamente dita.
Grupo heterogêneo de tumores linfoides representando transformações malignas de linfócitos T.
Afecções causadas por movimento anormal nos CÍLIOS do corpo, geralmente causando SÍNDROME DE KARTAGENER, transtornos respiratórios crônicos, SINUSITE crônica e OTITE crônica. O ritmo anormal do movimento ciliar provavelmente é devido a defeitos em qualquer das mais de 200 proteínas ciliares, como a perda dos braços da enzima motora DINEÍNA.
Tubo fibromuscular em forma de funil, que leva os alimentos ao ESÔFAGO e o ar à LARINGE e aos PULMÕES. Situa-se posteriormente à CAVIDADE NASAL, à CAVIDADE ORAL e à LARINGE, estendendo-se da BASE DO CRÂNIO à borda inferior da CARTILAGEM CRICOIDE (anteriormente) e à borda inferior da vértebra C6 (posteriormente). É dividida em NASOFARINGE, OROFARINGE e HIPOFARINGE (laringofaringe).
Elementos de intervalos de tempo limitados, contribuindo para resultados ou situações particulares.
Mistura de gases presentes na atmosfera da terra, consistindo em oxigênio, nitrogênio, dióxido de carbono e pequenas quantidades de outros gases.
Exposição (involuntária, ocupacional, etc.) [das vias aéreas] a agentes químicos físicos ou biológicos potencialmente prejudiciais.
Invasão do SISTEMA RESPIRATÓRIO do hospedeiro por microrganismos, geralmente levando a processos patológicos ou doenças.
Antagonista seletivo dos receptores H1 de histamina, destituído de atividade depressora sobre o sistema nervoso central. A droga foi utilizada no tratamento da ALERGIA, mas descartada devido às causas da SÍNDROME DO QT LONGO.
Lavagem de uma cavidade ou superfície do corpo por meio do fluxo de água ou solução para terapia ou diagnóstico.
Introdução de um tubo em um órgão para restaurar ou manter a permeabilidade se obstruído. É diferenciada de CATETERIZAÇÃO onde a inserção de um cateter é usualmente feita pela introdução ou retirada de fluidos do corpo.
Preparações semissólidas usadas topicamente para obtenção de efeitos emolientes protetores ou como veículo para administração local de medicamentos. As bases das pomadas são várias misturas de gorduras, ceras, óleos animais e vegetais, e hidrocarbonetos sólidos e líquidos.
Leucócitos granulares com um núcleo que usualmente apresenta dois lobos conectados por um filamento delgado de cromatina. O citoplasma contém grânulos grosseiros e redondos que são uniformes quanto ao tamanho, e que se coram com eosina.
Transtorno autossômico recessivo caracterizado por uma tríade de DEXTROCARDIA, INFERTILIDADE e SINUSITE. A síndrome é causada por mutações nos genes da DINEÍNA que codifica proteínas móveis, componentes das caudas de espermatozoides, e de CÍLIOS dos tratos respiratórios e reprodutivos.
Abertura ou cavidade no SEPTO NASAL causada por TRAUMATISMO, lesões, uso de medicamentos (ou drogas) ou processos patológicos.
Esqueleto facial, constituído pelos ossos situados entre a base do crânio e a região mandibular. Alguns consideram que dos ossos faciais devem fazer parte os ossos hioide (OSSO HIOIDE), palatino (PALATO DURO) zigomático (ZIGOMA), a MANDÍBULA e a MAXILA. Embora excluindo o hioide, outros incluem os ossos nasais e lacrimais, a concha nasal inferior e o vômer. (Tradução livre de: Jablonski, Dictionary of Dentistry, 1992, p113).
Principal imunoglobulina encontrada em secreções exócrinas, como leite, mucinas respiratória e intestinal, saliva e lágrima. A molécula (cerca de 400 kD) é composta de duas unidades de IMUNOGLOBULINA A com quatro cadeias, um COMPONENTE SECRETÓRIO e uma cadeia J (CADEIAS J DE IMUNOGLOBULINA).
Terra ou outra matéria em partículas finas e secas.(Tradução livre do original:Random House Unabridged Dictionary, 2d ed)
Estudos planejados para a observação de eventos que ainda não ocorreram.
Doença granulomatosa causada por infecção por KLEBSIELLA RHINOSCLEROMATIS. Apesar de seu nome, esta doença não se limita ao nariz e à NASOFARINGE, mas pode afetar qualquer parte do TRATO RESPIRATÓRIO, algumas vezes com extensão ao lábio e à pele.
Representação tridimensional para mostrar estruturas anatômicas. Para ensinar, praticar e estudar pode-se usar modelos no lugar de animais ou organismos intactos.
Estrutura que forma o teto da boca. Consiste em palato duro anterior (PALATO DURO) e de palato mole posterior (PALATO MOLE).
Populações de processos móveis e delgados que são encontrados revestindo a superfície dos ciliados (CILIÓFOROS) ou a superfície livre das células e que constroem o EPITÉLIO ciliado. Cada cílio nasce de um grânulo básico na camada superficial do CITOPLASMA. O movimento dos cílios propele os ciliados através do líquido no qual vivem. O movimento dos cílios em um epitélio ciliado serve para propelir uma camada superficial de muco ou fluido.
Infecções por bactérias do gênero PASTEURELLA.
Produto duro do xilema secundário (composto por CELULOSE, hemicelulose e LIGNANAS) que está sob a casca das árvores e arbustos. É usado na construção, como fonte de CARVÃO VEGETAL e muitos outros produtos.
Estudos conduzidos com o fito de avaliar as consequências da gestão e dos procedimentos utilizados no combate à doença de forma a determinar a eficácia, efetividade, segurança, exequibilidade dessas intervenções.
Método de estudo sobre uma droga ou procedimento no qual ambos, grupos estudados e investigador, desconhecem quem está recebendo o fator em questão. (Tradução livre do original: Last, 2001)
Tomografia utilizando transmissão por raio x e um computador de algoritmo para reconstruir a imagem.
Imunoglobulina associada com MASTÓCITOS. A superexpressão tem sido associada com hipersensibilidade alérgica (HIPERSENSIBILIDADE IMEDIATA).
Gênero de PICORNAVIRIDAE que habitam principalmente o trato respiratório de hospedeiros mamíferos. Há mais de 100 sorotipos humanos associados com RESFRIADO COMUM.
Neuroblastoma olfatório maligno originando-se do epitélio olfatório da cavidade nasal superior e placa crivada. Ele é incomum (3 por cento dos tumores nasais) e está associado raramente com a produção excessiva de hormônios (SIADH, Síndrome de Cushing). Tem uma propensão alta de recorrências locais múltiplas e metástases ósseas.
Uma ou mais camadas de CÉLULAS EPITELIAIS, sustentadas pela lâmina basal, que recobrem as superfícies internas e externas do corpo.
Monitoramento simultâneo e contínuo de vários parâmetros durante o sono para estudar o sono normal e anormal. O estudo inclui o monitoramento de ondas cerebrais para avaliar os estágios do sono, e de outras variáveis fisiológicas como a respiração, movimentos oculares, e níveis de oxigênio do sangue, que apresentam padrão alterado nos distúrbios do sono.
Canal de cloro que regula a secreção em muitos tecidos exócrinos. Tem-se demonstrado que anormalidades no gene CFTR causam fibrose cística.
Tumor da mucosa da bexiga ou da cavidade nasal cujo epitélio em proliferação está invaginado sob a superfície e é mais suavemente arredondado que em outros papilomas. (Stedman, 25a ed)
Antagonistas dos receptores H1 de histamina de segunda geração utilizada no tratamento da rinite alérgica e urticária. Diferentemente dos anti-histamínicos mais clássicos (ANTAGONISTAS DOS RECEPTORES H1 DE HISTAMINA), é desprovida de efeitos depressores sobre o sistema nervoso central, como a sonolência.
Derrame de líquido cefalorraquidiano através do nariz. Etiologias comuns incluem trauma, neoplasias e cirurgias prévias, embora tal afecção possa ocorrer espontaneamente. (Tradução livre do original: Otolaryngol Head Neck Surg 1997 Apr;116(4):442-9)
Tubo cartilaginoso e membranoso que desce a partir da laringe e ramifica-se em brônquios direito e esquerdo.
Transtorno cromossômico associado com um cromossomo 21 adicional ou com trissomia parcial do cromossomo 21. As manifestações clínicas estão hipotonia, baixa estatura, braquicefalia, fissuras oblíquas na pálpebra, epicanto, manchas de Brushfield na íris, língua protrusa, orelhas pequenas, mãos pequenas e largas, clinodactilia do quinto dedo, ruga dos símios e DEFICIÊNCIA INTELECTUAL moderada a grave. Malformações gastrointestinais e cardíacas, aumento marcante na incidência de LEUCEMIA e o início precoce de DOENÇA DE ALZHEIMER também estão associados com este estado. Sinais clínicos incluem o desenvolvimento de EMARANHADOS NEUROFIBRILARES nos neurônios e a deposição de PROTEÍNA-BETA AMILOIDE, semelhante à DOENÇA DE ALZHEIMER. (Tradução livre do original: Menkes, Textbook of Child Neurology, 5th ed, p213)
Tumores ou câncer do SEIO MAXILAR. Representam a maioria das neoplasias paranasais.
Doenças que têm uma ou mais das seguintes características: são permanentes, deixam incapacidade residual, são causadas por alteração patológica não reversível, requerem treinamento especial do paciente para reabilitação, pode-se esperar requerer um longo período de supervisão, observação ou cuidado.
Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.
Vasoconstritor adrenérgico utilizado como descongestionante.
Membrana mucosa que reveste o TRATO RESPIRATÓRIO, incluindo a CAVIDADE NASAL, LARINGE, TRAQUEIA e a árvore brônquica (BRÔNQUIOS). A mucosa respiratória é constituída por vários tipos de células epiteliais (desde as colunares ciliadas às escamosas simples), CÉLULAS CALICIFORMES mucosas e glândulas contendo células mucosas e serosas.
O ato de dilatar.
Órgão acessório quimiorreceptor separado da MUCOSA OLFATÓRIA principal. Está situada na base do septo nasal, próximo ao VÔMER e dos OSSOS NASAIS. Transmite sinais químicos (como FEROMÔNIOS) ao SISTEMA NERVOSO CENTRAL, influenciando, assim, o comportamento reprodutivo e social. Em humanos, a maior parte de suas estruturas regride após o nascimento, com exceção do ducto vomeronasal.
Células que revestem as superfícies interna e externa do corpo, formando camadas celulares (EPITÉLIO) ou massas. As células epiteliais que revestem a PELE, a BOCA, o NARIZ e o CANAL ANAL derivam da ectoderme; as que revestem o APARELHO RESPIRATÓRIO e o APARELHO DIGESTIVO derivam da endoderme; outras (SISTEMA CARDIOVASCULAR e SISTEMA LINFÁTICO), da mesoderme. As células epiteliais podem ser classificadas principalmente pelo formato das células e pela função em escamosas, glandulares e de transição.
Fistulização cirúrgica do saco lacrimal para drenagem externa de um DUCTO NASOLACRIMAL obstruído.
Aldeído gasoso altamente reativo formado pela oxidação ou combustão incompleta de hidrocarbonetos. Em solução, apresenta um amplo espectro de utilidades: na fabricação de resinas e tecidos, como desinfetante e como fixador ou conservante laboratorial. A solução de formaldeído (formalina) é considerada perigosa e seu vapor, tóxico.
Mais antigo gênero reconhecido da família PASTEURELLACEAE. Compreende diversas espécies. Seus organismos ocorrem mais frequentemente como cocobacilos ou bastonetes, são Gram-negativos, sem motilidade e anaeróbios facultativos. Espécies deste gênero são encontradas tanto em animais quanto em humanos.
Medidas de classificação binária para avaliar resultados de exames. Sensibilidade ou taxa de recall é a proporção de verdadeiros positivos. Especificidade é a probabilidade do teste determinar corretamente a ausência de uma afecção. (Tradução livre do original: Last, Dictionary of Epidemiology, 2d ed)
Localização histoquímica de substâncias imunorreativas utilizando anticorpos marcados como reagentes.
Aplicação de preparações de droga às superfícies do corpo, especialmente na pele (ADMINISTRAÇÃO CUTÂNEA) ou nas mucosas. Este método de tratamento é usado para evitar efeitos colaterais sistêmicos quando doses altas são necessárias a uma área localizada ou como uma via alternativa de administração sistêmica, por exemplo, para evitar o processo hepático.
Proteínas encontradas nos grânulos de EOSINÓFILOS. São proteínas básicas que desempenham um papel na defesa do hospedeiro e nas ações pró-inflamatórias dos eosinófilos ativados.
Forma de transtorno brônquico com três componentes distintos: hiper-responsividade das vias aéreas (HIPERSENSIBILIDADE RESPIRATÓRIA), INFLAMAÇÃO das vias aéreas e intermitente OBSTRUÇÃO DAS VIAS RESPIRATÓRIAS. É caracterizado por contração espasmódica do músculo liso das vias aéreas, RUÍDOS RESPIRATÓRIOS, e dispneia (DISPNEIA PAROXÍSTICA).
Derivados do pregnano duplamente insaturados, com dois grupos hidroxila substituídos em qualquer lugar dos anéis ou cadeias laterais.
Forma não vascularizada de tecido conjuntivo composta de CONDRÓCITOS inseridos numa matriz de COLÁGENO tipo II e SULFATOS DE CONDROITINA. É dividida em três tipos: CARTILAGEM HIALINA, FIBROCARTILAGEM e CARTILAGEM ELÁSTICA.
Agentes que reduzem ou eliminam a INFLAMAÇÃO.
Ação física ou mecânica dos PULMÕES, DIAFRAGMA, COSTELAS e PAREDE TORÁCICA durante a respiração. Inclui fluxo de ar, volume pulmonar, controles neural e reflexo, mecanorreceptores, padrões respiratórios, etc.
O ramo da filosofia que trata da natureza da beleza. Inclui beleza, experiência estética, julgamento estético, aspectos estéticos da medicina, etc.
Não suscetibilidade de um micróbio à ação da METICILINA, um derivado semissintético da penicilina.
Fármacos que se ligam a receptores da histamina, bloqueando assim a ação da histamina ou de agonistas histamínicos, sem ativação dos referidos receptores. Os anti-histamínicos clássicos bloqueiam somente os receptores H1 da histamina.
Reatividade alterada a um antígeno, podendo resultar em reações patológicas consequentes à exposição subsequente àquele antígeno particular.
Gênero de micro-organismos (ordem Dermocystidium, classe MESOMYCETOZOEA) causadores de RINOSPORIDIOSE em MAMÍFEROS e AVES.
O ESQUELETO da CABEÇA; compreende também os OSSOS FACIAIS e os que recobrem o CÉREBRO.
Ato de expelir partículas de vírus do corpo. As rotas importantes incluem o trato respiratório, o trato genital e o trato intestinal. A eliminação de vírus é um meio importante de transmissão vertical (TRANSMISSÃO VERTICAL DE DOENÇA INFECCIOSA).
Variedade de furões (subfamília Mustelinae, família MUSTELIDAE) europeus, semidomesticados, muito usados na caça de ROEDORES e/ou COELHOS e como animal de laboratório.
Perda ou deficiência da habilidade de cheirar. Pode ser causada por DOENÇAS DO NERVO OLFATÓRIO, DOENÇAS DO SEIO PARANASAL, INFECÇÕES DO TRATO RESPIRATÓRIO, TRAUMA CRANIOCEREBRAL, CIGARRO e outras afecções.
Força por unidade de área exercida pelo ar sobre qualquer superfície em contato com ele. Principalmente usado para artigos que tratem da pressão do ar em ambientes fechados.
Afecção que é caracterizada por inflamação, ulceração e perfuração do nariz e PALATO com destruição progressiva das estruturas da linha média facial. Esta síndrome pode ser manifestada em várias doenças, incluindo o tipo nasal do LINFOMA EXTRANODAL DE CÉLULAS NK-T e a GRANULOMATOSE COM POLIANGIÍTE.
A maior passagem que leva ar aos pulmões originando-se na bifurcação terminal da TRAQUEIA. Incluem os dois maiores brônquios primários que se ramificam em brônquios secundários e terciários que, por sua vez, se estendem em BRONQUÍOLOS e ALVÉOLOS PULMONARES.
Principal classe de isotipos da imunoglobulina no soro normal humano. Há várias subclasses de isotipos de IgG, por exemplo, IgG1, IgG2A e IgG2B.