Composto obtido da casca do salgueiro branco e de folhas perenes. Possui ações bacteriostáticas, fungicidas e ceratolíticas.
Ácidos graxos poli-insaturados ciclopentil de dezoito carbonos derivados de ÁCIDO ALFA-LINOLÊNICO por uma via oxidativa análoga à dos EICOSANOIDES em animais. A biossíntese é inibida por SALICILATOS. Um membro chave, ácido jasmônico de PLANTAS, desempenha um papel semelhante ao do ÁCIDO ARAQUIDÔNICO em animais.
Grupo de hidrocarbonetos alicíclicos com a fórmula geral R-C5H9.
Os sais ou ésteres dos ácidos salicílicos ou os ésteres salicilatos de um ácido orgânico. Alguns apresentam atividade analgésica, antipirética e anti-inflamatória por inibir a síntese de prostaglandinas.
Pequena massa de fibras musculares cardíacas modificadas, localizada na junção da VEIA CAVA SUPERIOR com o átrio direito. Os impulsos da contração provavelmente começam neste nó, propagam-se pelo átrio (ÁTRIO CARDÍACO) sendo então transmitidos pelo feixe de His (FEIXE ATRIOVENTRICULAR) para o ventrículo (VENTRÍCULO CARDÍACO).
Doenças de plantas.
Gênero de REOVIRIDAE causadores de gastroenterite aguda em AVES e MAMÍFEROS, inclusive em humanos. A transmissão é horizontal e por contaminação ambiental. São reconhecidas sete espécies (Rotavirus A até G).
Inidor da glutamato descarboxilase. Diminui a concentração de ÁCIDO GAMA-AMINOBUTÍRICO no encéfalo, por isso causando convulsões.
Gênero de plantas (família BRASSICACEAE) contendo PROTEÍNAS DE ARABIDOPSIS e PROTEÍNAS DE DOMÍNIO MADS. A espécie 'A. thaliana' é utilizada em experimentos em genética vegetal clássica, bem como em estudos de genética molecular em fisiologia, bioquímica e desenvolvimento de plantas.
Qualquer dos processos pelos quais os fatores nucleares, citoplasmáticos ou intercelulares influem no controle diferencial da ação gênica nas plantas.
Espécie de bactérias Gram-negativas, fluorescentes, fitopatogênicas do gênero PSEUDOMONAS. Distinguem-se entre aproximadamente 50 patovares com diferentes patogenicidades para plantas e especificidades de hóspede.
Proteínas que se originam de espécies de plantas do gênero ARABIDOPSIS. A espécie de Arabidopsis mais intensamente estudada é a Arabidopsis thaliana, comumente utilizada como modelo experimental.
Espécie do gênero MASTADENOVIRUS associada a infecções respiratórias e entéricas em hospedeiros primatas.
Qualquer um dos hormônios produzidos naturalmente em plantas e que atuam no controle de crescimento e outras funções. Existem três classes primárias: auxinas, citocininas e giberelinas.
PLANTAS (ou seus descendentes) cujo GENOMA foi alterado por ENGENHARIA GENÉTICA.
Capacidade inerente ou induzida das plantas de resistir ou repelir ataques biológicos por patógenos.
Descrições de sequências específicas de aminoácidos, carboidratos ou nucleotídeos que apareceram na literatura publicada e/ou são depositadas e mantidas por bancos de dados como o GENBANK, European Molecular Biology Laboratory (EMBL), National Biomedical Research Foundation (NBRF) ou outros repositórios de sequências.
Proteína extracelular de 60 kDa de Streptomyces avidinii com quatro sítios de ligação de alta afinidade para a biotina. Diferentemente da AVIDINA, a estreptavidina tem um ponto isoelétrico aproximadamente neutro e é livre de cadeias laterais de carboidratos.
N-acil derivado do ácido neuramínico, e.g., ácido N-acetilneuramínico. Ácidos siálicos ocorrem em muitos polissacarídeos, glicoproteínas e glicolipídeos em animais e bactérias. (Dorland, 28a ed, p1586)
Estruturas expandidas, geralmente verdes, de plantas vasculares, consistindo caracteristicamente de uma expansão em lâmina ligada a um caule, funcionando como o principal órgão de fotossíntese e transpiração.
Eucariotos no grupo dos ESTRAMENÓPILAS, anteriormente consideradas FUNGOS, cujo nível taxonômico preciso não foi definido. Muitos consideram os Oomycetes (Oomycota) um filo do reino Stramenopila ou, alternativamente, como Pseudofungi no filo Heterokonta do reino Chromista. São morfologicamente similares aos fungos, mas não possuem relação filogenética próxima com eles. Os oomicetos são encontrados tanto em água doce, salgada e em ambientes terrestres. (Tradução livre do original: Alexopoulos et al., Introductory Mycology, 4th ed, pp683-4). Produzem esporos flagelados e móveis (zooesporos) que são patogênicos a várias plantas cultivadas e PEIXES.
Proteínas encontradas em plantas (flores, ervas, arbustos, árvores, etc.). O conceito não inclui proteínas encontradas em vegetais para os quais PROTEÍNAS DE VERDURAS estão disponíveis.
Gênero de plantas (família SOLANACEAE) cujos membros contêm NICOTINA (e outros produtos químicos biologicamente ativos) e cujas folhas secas são usadas para TABAGISMO.
Composto que inibe o simporte de sódio, potássio e cloro, principalmente na alça ascendente de Henle, mas também nos túbulos proximal e distal. Essa ação farmacológica resulta na excreção desses íons, aumentando a saída urinária e reduzindo o líquido extracelular. Esse composto foi classificado como um diurético de alça ou de alto teto.
Capacidade de um organismo de se defender de processos mórbidos ou dos agentes destes processos. Na maioria das vezes, envolve a imunidade inata por meio da qual o organismo responde a patógenos de uma forma genérica. O termo resistência a doenças é usado mais frequentemente para os vegetais.
Enzimas da classe das isomerases que catalisam a transferência de acil-, fosfo-, amino- ou outros grupos de uma posição para outra dentro de uma molécula. EC 5.4.
Gênero fúngico de Leotiales mitospóricos que são patógenos de plantas. Possui teleomorfos no gênero Botryotina.
Células especializadas na transdução dos estímulos mecânicos e funcionam como um relé destas informações centralmente direcionadas no sistema nervoso. Os mecanorreceptores incluem as células ciliares da ORELHA INTERNA, que medeiam a audição e equilíbrio, e os vários receptores somatossensoriais, que frequentemente apresentam estruturas acessórias não neurais.
Sais e ésteres do ácido heptanoico, ácido monocarboxílico saturado de sete carbonos.
Gênero de plantas da família CYPERACEAE.
Qualquer mudança detectável e hereditária que ocorre no material genético causando uma alteração no GENÓTIPO e transmitida às células filhas e às gerações sucessivas.
Assimetrias na topografia e no índice de refração da superfície da córnea que afetam a acuidade visual.
Bactérias potencialmente patogênicas encontradas em membranas nasais, pele, folículos pilosos e períneo de animais homeotermos. Podem causar diversos tipos de infecções e intoxicações.
Ordem dos aminoácidos conforme ocorrem na cadeia polipeptídica. Isto é chamado de estrutura primária das proteínas. É de importância fundamental para determinar a CONFORMAÇÃO DA PROTEÍNA.
Ácidos heterocíclicos que são derivados do ácido 4-piridinocarboxílico (ácido isonicotínico).
Espécie de FLAVIVIRUS que é do grupo de VÍRUS DA ENCEFALITE JAPONESA, agente etiológico da encefalite japonesa encontrada na Ásia, sudeste asiático e subcontinente indiano.
Unidades hereditárias funcionais de PLANTAS.
Sequência de PURINAS e PIRIMIDINAS em ácidos nucleicos e polinucleotídeos. É chamada também de sequência nucleotídica.
Espécie típica de TOBAMOVIRUS que causa a doença do mosaico do tabaco. A transmissão ocorre por inoculação mecânica.
Transferência intracelular de informação (ativação/inibição biológica) através de uma via de sinalização. Em cada sistema de transdução de sinal, um sinal de ativação/inibição proveniente de uma molécula biologicamente ativa (hormônio, neurotransmissor) é mediado, via acoplamento de um receptor/enzima, a um sistema de segundo mensageiro ou a um canal iônico. A transdução de sinais desempenha um papel importante na ativação de funções celulares, bem como de diferenciação e proliferação das mesmas. São exemplos de sistemas de transdução de sinal: o sistema do receptor pós-sináptico do canal de cálcio ÁCIDO GAMA-AMINOBUTÍRICO, a via de ativação da célula T mediada pelo receptor e a ativação de fosfolipases mediada por receptor. Estes sistemas acoplados à despolarização da membrana ou liberação de cálcio intracelular incluem a ativação mediada pelo receptor das funções citotóxicas dos granulócitos e a potencialização sináptica da ativação da proteína quinase. Algumas vias de transdução de sinal podem ser parte de um sistema de transdução muito maior, como por exemplo, a ativação da proteína quinase faz parte da via de sinalização da ativação plaquetária.
Capacidade de um organismo normal permanecer não infectado por microrganismos e suas toxinas. Resulta da presença de ANTI-INFECCIOSOS que ocorrem naturalmente, fatores constitucionais, como TEMPERATURA CORPORAL, e células do sistema imunitário que agem prontamente, tais como as CÉLULAS MATADORAS NATURAIS.
Classe de receptores de superfície celular reconhecidos por seu perfil farmacológico. Os receptores sigma foram originalmente considerados receptores opioides devido a sua ligação com certos opioides sintéticos. No entanto, também interagem com uma variedade de drogas psicoativas e seu ligante endógeno não é conhecido (embora eles possam reagir com certos esteroides endógenos). Os receptores sigma são encontrados nos sistemas imunológico, endócrino, nervoso e em alguns tecidos periféricos.
Actinomiceto a partir do qual é obtido o antibiótico CLORTETRACICLINA.
Plantas ou partes de plantas que são prejudiciais ao homem e outros animais.
Família de pequenos vírus de DNA não encapsulados, que infectam principalmente MAMÍFEROS e contém gênero único: POLYOMAVIRUS.
Inibidor de fungos e leveduras. Utilizado como fungistático em alimentos, especialmente queijos.
Gênero fúngico de Loculoascomicetos mitospóricos, incluindo diversos patógenos de plantas e ao menos uma espécie que produz antibiótico altamente fitotóxico. Seu teleomorfo é Lewia.
Ácido octadecanoico; um dos mais abundantes ácidos graxos encontrados em lipídeos animais; usado em preparações farmacêuticas, pomadas, sabões e supositórios. (Stedman, 25a ed)
Enzima que catalisa a desaminação de FENILALANINA para formar trans-cinamato e amônia.
Elementos de intervalos de tempo limitados, contribuindo para resultados ou situações particulares.
Subordem de PRIMATAS composta por oito famílias: CEBIDAE (alguns macacos do Novo Mundo), ATELIDAE (alguns macacos do Novo Mundo), CERCOPITHECIDAE (macacos do Velho Mundo), HYLOBATIDAE (gibões e siamangs), CALLITRICHINAE (saguis e tamaris) e HOMINIDAE (humanos e grandes símios).
Administração de um medicamento ou substância química pelo indivíduo sob a supervisão de um médico. Abrange a administração clínica e experimental, a seres humanos ou animais.
Vacinas ou vacinas candidatas usadas para prevenir infecção com vírus da encefalite japonesa B (VÍRUS DA ENCEFALITE JAPONESA (ESPÉCIE))
Grupo de cistatinas estreitamente relacionadas encontradas na SALIVA.
Ato de desencadear uma resposta de uma pessoa ou organismo através de contato físico.
Encefalite transmitida por mosquitos e causada pelo VÍRUS DA ENCEFALITE JAPONESA tipo B, que ocorre ao longo da Ásia Oriental e Austrália. A maioria das infecções ocorre em crianças e são subclínicas ou têm características limitadas à febre transitória e sintomas gastrointestinais. Inflamação no cérebro, medula espinhal e meninges pode ocorrer e levar a déficit neurológico transitório ou permanente (incluindo apresentação semelhante à da POLIOMIELITE), CONVULSÕES, COMA e morte. (Tradução livre do original: Adams et al., Principles of Neurology, 6th ed, p 751; Lancet 1998 Apr 11; 351(9109): 1094-7)
Gênero de OOMICETOS da família Peronosporaceae. A maioria das espécies é parasita obrigatório e muitos são patógenos de plantas.
Vacinas ou vacinas candidatas usadas para prevenir PSEUDORRAIVA (doença de Aujeszky), um herpesvirus de suínos e outros animais.
Sais e ésteres do ácido gentísico.
Seguro que cobre total ou parcialmente os custos da assistência psiquiátrica.
Sensação de fazer contato físico com objetos, animados ou inanimados. Estímulos táteis são detectados por MECANORRECEPTORES na pele e nas mucosas.
Espécie Oryctolagus cuniculus (família Leporidae, ordem LAGOMORPHA) nascem nas tocas, sem pelos e com os olhos e orelhas fechados. Em contraste com as LEBRES, os coelhos têm 22 pares de cromossomos.
Gênero de plantas da família ANACARDIACEAE fonte de anacarcina forte. O extrato leitoso da noz é citotóxico.
Grupo de DITERPENOS ciclizados em 2 anéis com uma cadeia lateral.
Agravamento repentino, intenso e contínuo do estado de asma, marcado por dispneia ao ponto de exaustão e colapso e que não responde às medidas terapêuticas usuais.
Espécie de plantas (família SOLANACEAE) nativas da América do Sul, amplamente cultivadas por seu fruto, geralmente vermelho, carnudo e comestível. Também são usadas como medicamento homeopático.
As infecções por qualquer um dos rotavirus. As infecções específicas incluem a diarreia infantil humana, a diarreia neonatal de bezerros e a diarreia epidêmica de camundongos lactentes.
Fungistático que é amplamente utilizado na preservação de alimentos. É conjugado em GLICINA no fígado e é excretado como ácido hipúrico.
Desconforto persistente e reprodutível no peito geralmente precipitado por uma atividade física que se dissipa mediante interrupção de tal atividade. Os sintomas são as manifestações da ISQUEMIA MIOCÁRDICA.
Grupo de compostos que são derivados do metoxibenzeno e que contém a fórmula geral R-C7H7O.
Grupo de proteínas associadas com telômero que interagem com a PROTEÍNA TRF1. Contêm REPETIÇÃO DE ANQUIRINA e possuem atividade poly (ADP-ribose) polimerásica.
Gênero de plantas da família ASTERACEAE. Os glicosídeos de latona sesquiterpenos (SESQUITERPENOS) são encontrados nesta família.
Interações entre um hospedeiro e um patógeno, geralmente resultando em doença.
Espécie de mandril (família CERCOPITHECIDAE) encontrada na África meridional. São de cor escura e têm uma estrutura social variada.
Ácido carboxílico cicloexadieno derivado do ÁCIDO CHIQUÍMICO e precursor para biossíntese da UBIQUINONA e dos AMINOÁCIDOS AROMÁTICOS.
Determinadas culturas de células que têm o potencial de se propagarem indefinidamente.
As infecções por bactérias do gênero STAPHYLOCOCCUS.
Restrição de um comportamento característico, estrutura anatômica ou sistema físico, como resposta imunológica, resposta metabólica ou gene ou variante gênico dos membros de uma espécie. Refere-se às propriedades que diferenciam uma espécie de outra, mas também se usa para níveis filogenéticos superiores ou inferiores ao nível de espécie.
Proteínas encontradas em qualquer espécie de bactéria.
Linhagem celular derivadas de CÉLULAS SF21 que constituem uma linhagem celular isolada de explantes primários de tecido de pupa de SPODOPTERA FRUGIPERDA.
Subtipo de cistatina encontrada em altos níveis na PELE e nas CÉLULAS SANGUÍNEAS. A cistatina A se incorpora no estrato córneo de células epiteliais escamosas estratificadas e pode desempenhar algum papel nas propriedades bacteriostáticas da pele.
Filo de fungos que possuem paredes cruzadas ou septos no micélio. O estado perfeito é caracterizado pela formação de célula em forma de saco (asco) contendo ascósporos. A maioria dos fungos patogênicos com estados perfeitos conhecidos pertencem a este filo.
Mudanças abruptas no potencial de membrana, que percorrem a MEMBRANA CELULAR de células excitáveis em resposta a estímulos excitatórios.
Aparência externa do indivíduo. É o produto das interações entre genes e entre o GENÓTIPO e o meio ambiente.
Um complexo de diversos antibióticos glicosídicos intimamente relacionados derivado do Streptomyces griseus. Seu principal componente, a CROMOMICINA A3, é utilizada como um corante fluorescente de DNA, onde ele liga-se inibindo a síntese de RNA. É também utilizado como um agente antineoplásico, especialmente em tumores sólidos.
Cada um dos dois filamentos longitudinalmente adjacentes formados quando um cromossomo eucariótico se replica anteriormente à mitose. As cromátides permanecem unidas no centrômero. Cromátides irmãs são derivadas do mesmo cromossomo. (Tradução livre do original: Singleton & Sainsbury, Dictionary of Microbiology and Molecular Biology, 2d ed)
Transtornos caracterizados por paradas múltiplas da respiração durante o sono que levam a despertares parciais e interferem na manutenção do sono. As síndromes da apneia do sono são divididas nos tipos: central (v. APNEIA DO SONO TIPO CENTRAL), obstrutiva (v. APNEIA DO SONO TIPO OBSTRUTIVA) e mista central-obstrutiva.
Fator de crescimento vegetal derivado da raiz de "Scopolia carniolica" ou "Scopolia japonica".
Ácido carboxílico tri-hidroxi cicloexeno, importante na biossíntese de tantos compostos que a via chiquimato recebeu este nome.
Vacinas vivas preparadas a partir de micro-organismos submetidos à adaptação física (p. ex., através de radiações ou de condicionamento térmico), ou passagem seriada em animais hospedeiros em laboratório, ou ainda em culturas de tecidos/células infectados, para produzir linhagens de mutantes não virulentas, capazes de induzir imunidade protetora.
Família de vírus RNA, não envelopados com simetria cúbica. Entre os doze gêneros estão: ORTHOREOVIRUS, ORBIVIRUS, COLTIVIRUS, ROTAVIRUS, Aquareovirus, Cypovirus, Phytoreovirus, Fijivirus, Seadornavirus, Idnoreovirus, Mycoreovirus e Oryzavirus.
Número de vezes que os VENTRÍCULOS CARDÍACOS se contraem por unidade de tempo, geralmente por minuto.
Grau de patogenicidade dentro de um grupo ou espécies de micro-organismos ou vírus, conforme indicado pela taxa de fatalidade dos casos e/ou pela capacidade do organismo invadir os tecidos do hospedeiro. A capacidade patogênica de um organismo é determinada por seus FATORES DE VIRULÊNCIA.
Gênero de bactérias em forma de bastonete, Gram-negativas e aeróbias, que são amplamente distribuídas na natureza. Algumas espécies são patogênicas a humanos, animais e plantas.
Agente oxidante forte usado em soluções aquosas como um agente maturativo, alvejante e anti-infeccioso tópico. É relativamente instável e suas soluções se deterioram ao longo do tempo caso não sejam estabilizadas com a adição de acetanilida ou materiais orgânicos similares.
Formas reduzidas (protonadas) de TIAZÓIS. Podem ser oxidadas à TIAZOLIDINEDIONAS.
Representações teóricas que simulam o comportamento ou a actividade de processos biológicos ou doenças. Para modelos de doença em animais vivos, MODELOS ANIMAIS DE DOENÇAS está disponível. Modelos biológicos incluem o uso de equações matemáticas, computadores e outros equipamentos eletrônicos.
Proteínas que formam o CAPSÍDEO de VÍRUS.
Componentes moleculares específicos de células capazes de reconhecer e interagir com um vírus, os quais, após ligados à célula, são capazes de gerar sinais que iniciam uma cadeia de eventos desencadeando uma resposta biológica.
Pequena massa nodular formada por fibras musculares especializadas que estão localizadas no septo interatrial próximo ao óstio do seio coronário. Dá origem ao feixe atriventricular do sistema de condução do coração.
Hábito alimentar dos animais que consiste em comer plantas.
Processo pelo qual substâncias endógenas ou exógenas ligam-se a proteínas, peptídeos, enzimas, precursores proteicos ou compostos relacionados. Medidas específicas de ligantes de proteínas são usadas frequentemente como ensaios em avaliações diagnósticas.
Procedimento em que um anestésico é injetado diretamente na medula espinal.
Ácido ribonucleico das bactérias, que tem papéis regulatórios e catalíticos, tanto quanto envolvimento na síntese proteica.
Taxa dinâmica em sistemas químicos ou físicos.
Combinação de dois ou mais aminoácidos ou sequências de bases de um organismo ou organismos de tal forma a alinhar áreas das sequências de distribuição das propriedades comuns. O grau de correlação ou homologia entre as sequências é previsto computacionalmente ou estatisticamente, baseado nos pesos determinados dos elementos alinhados entre as sequências. Isto pode servir como um indicador potencial de correlação genética entre os organismos.
Inserção de moléculas de DNA recombinante de origem procariótica e/ou eucariótica em um veículo replicante, tal como um plasmídeo ou vírus vetores, e a introdução das moléculas híbridas resultantes em células receptoras, sem alterar a viabilidade dessas células.
Relacionamentos entre grupos de organismos em função de sua composição genética.
Itérbio. Um elemento da família de terras raras (lantanídeos). Possui símbolo atômico Yb, número atômico 70 e peso atômico 173. Itérbio tem sido usado em lasers e como fonte portátil de raios-x.
Ácido ribonucleico de plantas, que tem papéis regulatórios e catalíticos, bem como envolvimento na síntese proteica.
O cão doméstico (Canis familiaris) compreende por volta de 400 raças (família carnívora CANIDAE). Estão distribuídos por todo o mundo e vivem em associação com as pessoas (Tradução livre do original: Walker's Mammals of the World, 5th ed, p1065).
Elemento com símbolo atômico O, número atômico 8 e peso atômico [15.99903; 15.99977]. É o elemento mais abundante da Terra e essencial à respiração.
Mecanorreceptores de adaptação rápida localizados no tecido subcutâneo abaixo tanto da pele com ou sem pelos. Os corpúsculos de Pacini contêm uma fibra nervosa aferente envolvida por uma cápsula com camadas concêntricas múltiplas. Apresentam campos receptores grandes e são mais sensíveis aos estímulos de alta frequência, como a vibração.
Enzimas que catalisam a hidrólise de ligações éster dentro do RNA. EC 3.1.-.
Substâncias elaboradas pelos vírus que apresentam atividade antigênica.
Substância do crescimento vegetal aceleradora da abscisão isolada a partir do fruto jovem do algodão, folhas de plátano, bétula e outras plantas, além da batata, do limão, do abacate e outras frutas.
Artrite causada por BACTÉRIA, RICKETTSIA, MYCOPLASMA, VÍRUS, FUNGOS ou PARASITAS.
Linhagem de ratos albinos amplamente utilizada para propósitos experimentais por sua tranquilidade e facilidade de manipulação. Foi desenvolvida pela Companhia de Animais Sprague-Dawley.
Técnica estatística que isola e avalia a contribuição dos fatores incondicionais para a variação na média de uma variável dependente contínua.
Carapaça externa (proteica) de um vírus, que protege seu ácido nucleico.
Grupo de MICOTOXINAS encontradas em MILHO contaminado com fungos FUSARIUM. São cadeias de aproximadamente 20 carbonos com éster acídico, acetilamina e, algumas vezes, outros substitutos. Inibem a conversão da ceramida sintetase dos ESFINGOLIPÍDEOS a CERAMIDAS.
Espécie do gênero MACACA que habita a Índia, China e outras partes da Ásia. A espécie é utilizada extensamente em pesquisa biomédica e se adapta bem a viver com humanos.
Família de peptídeos antimicrobianos que tem sido identificada em humanos, animais e plantas. Acredita-se que desempenham um papel nas defesas do hospedeiro contra infecções, inflamação, reparação de ferimentos e imunidade adquirida.
Nucleoproteínas que em contraste com as HISTONAS, são insolúveis em ácidos. Estão envolvidas em funções cromossomais; por exemplo, elas ligam-se seletivamente ao DNA, estimulam a transcrição resultando na síntese de RNA específico do tecido e sofre alterações específicas em resposta a vários hormônios ou fitomitógenos.
Proteínas encontradas em quaisquer espécies de vírus.
Fibras nervosas que emitem projeções dos gânglios parassimpáticos para os órgãos alvo. Fibras parassimpáticas pós-ganglionares utilizam a acetilcolina como transmissor. Podem também liberar cotransmissores peptídicos.
Compostos inorgânicos que contêm magnésio como parte integral da molécula.
Sequências de RNA que servem como modelo para a síntese proteica. RNAm bacterianos são geralmente transcritos primários pelo fato de não requererem processamento pós-transcricional. O RNAm eucariótico é sintetizado no núcleo e necessita ser transportado para o citoplasma para a tradução. A maior parte dos RNAm eucarióticos têm uma sequência de ácido poliadenílico na extremidade 3', denominada de cauda poli(A). Não se conhece com certeza a função dessa cauda, mas ela pode desempenhar um papel na exportação de RNAm maduro a partir do núcleo, tanto quanto em auxiliar na estabilização de algumas moléculas de RNAm retardando a sua degradação no citoplasma.
Compostos inorgânicos que contêm sódio como parte integral da molécula.
Unidades hereditárias funcionais dos VÍRUS.
Técnica de cromatografia líquida que se caracteriza por alta pressão de passagem, alta sensibilidade e alta velocidade.
Família de hidrocarbonetos de anéis fundidos, isolados do alcatrão da hulha, que agem como intermediários em várias reações químicas e são usados na produção de resinas de cumarona-indeno.
Peroxidases que usam ÁCIDO ASCÓRBICO como doador de elétron para reduzir o PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO em ÁGUA. Esta reação resulta na produção de ácido monodesidroascórbico e ÁCIDO DESIDROASCÓRBICO.
Proteína pegajosa rica em serina, secretada pela MARIPOSA. De modo geral, o termo se aplica à proteína secretada na região medial das células da glândula da seda do Bombyx mori (bicho-da-seda). A sericina atua como cimento e revestimento dos dois filamentos de fibroina em uma fita de seda e prontamente solúvel em uma solução ligeiramente alcalina.
Anticorpos produzidos porum único clone de células.
Arritmias cardíacas caracterizadas por FREQUÊNCIA CARDÍACA excessivamente baixa, normalmente abaixo de 50 batimentos por minuto em humanos adultos. Podem ser amplamente classificadas na disfunção do NÓ SINOATRIAL e no BLOQUEIO ATRIOVENTRICULAR.
Camada externa do corpo, que o protege do meio ambiente. Composta por DERME e EPIDERME.
Ácido benzoico substituído por um ou mais grupos hidroxi em qualquer posição do anel benzênico.
Medida do título (diluição) de um ANTISSORO que bloqueia uma infecção por meio do teste de uma série de diluições de um determinado ponto final de interação vírus-antissoro, que geralmente é a diluição na qual culturas de tecidos inoculadas com as misturas soro-vírus demonstram algum sinal citopático (CPE) ou a diluição na qual 50 por cento dos animais em teste injetados com as combinações soro-vírus mostram infectividade (ID50) ou morte (LD50).
Cofator enzimático, solúvel em água, presente em quantidades diminutas em toda célula viva. Ocorre principalmente ligada a proteínas ou polipeptídeos, e é abundante no fígado, pâncreas, levedura e leite.
República ao sul da África, a parte mais austral da África. Possui três capitais: Pretoria (administrativa), Cidade do Cabo (legislativa) e Bloemfontein (jurídica). É oficialmente a República da África do Sul desde 1960, e foi chamada de União da África do Sul entre 1910 e 1960.
Relação entre a quantidade (dose) de uma droga administrada e a resposta do organismo à droga.
Transportador de aminoácido neutro dependente de sódio, responsável pela maior parte da captação de aminoácido neutro dependente de sódio nas células de mamíferos. Os substratos preferidos para este sistema de transporte incluem ALANINA, SERINA e GLUTAMINA.
Neurônios que transportam IMPULSOS NERVOSOS ao SISTEMA NERVOSO CENTRAL.
Ácido ribonucleico que constitui o material genético de vírus.
Lentes artificiais implantadas.
Espécie de STREPTOCOCCUS produtora de polissacarídeos que é isolada da placa dentária humana.
Células propagadas in vitro em meio especial apropriado ao seu crescimento. Células cultivadas são utilizadas no estudo de processos de desenvolvimento, processos morfológicos, metabólicos, fisiológicos e genéticos, entre outros.
Enzima amplamente distribuída e que atua em reações de oxirredução nas quais um átomo da molécula de oxigênio é incorporado no substrato orgânico. O outro átomo de oxigênio é reduzido e combinado com íons hidrogênio para formar água. Também são conhecidas como monooxigenases ou hidroxilases. Para estas reações são necessários dois substratos como redutores para cada um dos dois átomos de oxigênio. Há diferentes classes de monooxigenases dependendo do tipo de co-substrato fornecedor de hidrogênio (COENZIMAS) necessários para a oxidação de função mista.
Subfamília de canais de potássio 'shaker', que participam das correntes transientes de potássio para fora, ativando subliminarmente POTENCIAIS DA MEMBRANA, inativando rapidamente e recuperando rapidamente da inativação.
Animais produzidos por SELEÇÃO ARTIFICIAL para eliminar diferenças de fundo genético, exceto por um único ou poucos loci específicos. São usados para estudar a contribuição das diferenças genéticas ao FENÓTIPO.
Proteínas codificadas por um GENOMA VIRAL, produzidas nos organismos que infectam, mas não são empacotadas nas partículas virais. Algumas dessas proteínas podem desempenhar funções na célula infectada durante a REPLICAÇÃO VIRAL ou atuar na regulação da replicação do vírus ou do BROTAMENTO VIRAL.
Gênero fúngico mitospórico comumente isolado do solo. Algumas espécies são a causa de doenças de enfraquecimento em diversas plantas.
Processo de vários estágios que inclui clonagem, mapeamento físico, subclonagem, determinação da SEQUÊNCIA DE DNA e análise de informação.
Funções da pele no corpo humano e no do animal. Inclui a pigmentação da pele.
Espécie de bactérias Gram-negativas, facultativamente anaeróbicas, em forma de bastão (BACILOS GRAM-NEGATIVOS ANAERÓBIOS FACULTATIVOS) comumente encontrada na parte mais baixa do intestino de animais de sangue quente. Geralmente não é patogênica, embora algumas linhagens sejam conhecidas por produzir DIARREIA e infecções piogênicas. As linhagens patogênicas (virotipos) são classificadas pelos seus mecanismos patogênicos específicos como toxinas (ESCHERICHIA COLI ENTEROTOXIGÊNICA), etc.
Partes de uma macromolécula que participam diretamente em sua combinação específica com outra molécula.
Família (Aphididae) de pequenos insetos, da subordem Sternorrhyncha, que sugam a seiva de plantas. Gêneros importantes incluem Schizaphis e Myzus. Este último é conhecido por transportar mais de 100 doenças virais entre plantas.
Enzima que catalisa a hidrólise de ligações alfa-2,3, alfa-2,6 e alfa-2,8 (a uma velocidade decrescente, respectivamente) dos resíduos siálicos terminais de oligossacarídeos, glicoproteínas, glicolipídeos, ácido colomínico e substrato sintético. (Tradução livre do original: Enzyme Nomenclature, 1992)
Gênero de plantas (família OROBANCHACEAE) sem clorofila, parasitas, não fotossintéticas. O nome vulgar é semelhante à Giesta ou Codesso (CYTISUS) ou Brusca (RUSCUS) ou Carqueja (BACCHARIS) ou Giesta-dos-Jardins (SPARTIUM) ou Cevadilha (BROMUS).
Grau de similaridade entre sequências de aminoácidos. Esta informação é útil para analisar a relação genética de proteínas e espécies.
Grupo de derivados N- e O-acil do ácido acetilneuramínico que ocorrem naturalmente. São distribuídos de forma constante em diversos tecidos.
Proteínas virais componentes das PARTÍCULAS VIRAIS montadas maduras. Podem incluir proteínas centrais do nucleocapsídeoo (proteínas gag), enzimas contidas dentro das partículas virais (proteínas pol) e componentes de membrana (proteínas env). Não estão incluídas as proteínas codificadas pelo GENOMA VIRAL produzidas nas células infectadas, mas que não estão empacotadas nas partículas virais maduras, isto é, as denominadas PROTEÍNAS VIRAIS NÃO ESTRUTURAIS.
Variação da técnica de PCR na qual o cDNA é construído do RNA através de uma transcrição reversa. O cDNA resultante é então amplificado utililizando protocolos padrões de PCR.
Normalidade de uma solução com relação a íons de HIDROGÊNIO, H+. Está relacionada com medições de acidez na maioria dos casos por pH = log 1/2[1/(H+)], onde (H+) é a concentração do íon hidrogênio em equivalentes-grama por litro de solução. (Tradução livre do original: McGraw-Hill Dictionary of Scientific and Technical Terms, 6th ed)
Processo de maturação dos ESPERMATOZOIDES depois que deixam os TÚBULOS SEMINÍFEROS dos testículos. A maturação em MOTILIDADE ESPERMÁTICA e FERTILIDADE ocorrem no EPIDÍDIMO, quando os espermatozoides migram da cabeça para a cauda do epidídimo.
Gênero de planta da família SOLANACEAE. As pimentas picantes possuem CAPSAICINA, que ativa receptores vaniloides (ver CANAIS DE CÁTION TRPV). Diversas variedades possuem frutos comestíveis doces ou picantes que são consumidos como alimentos quando frescos, e como tempero quando as vagens estão secas.
Tentativa fracassada de matar a si mesmo.
Sintoma de dor paroxística consequente à ISQUEMIA MIOCÁRDICA, normalmente de caráter, localização e radiação característicos. Acredita-se que seja provocada por uma situação estressante transitória, durante a qual as necessidades de oxigênio do MIOCÁRDIO excedem a capacidade da CIRCULAÇÃO CORONÁRIA em nutrí-lo.
Glicoproteínas de membrana dos vírus influenza que estão envolvidas na hemaglutinação, ligação de vírus e fusão de envelope. Catorze subtipos distintos de glicoproteínas HA e nove de glicoproteínas NA têm sido identificadas no VÍRUS DA INFLUENZA A. Não foram identificados subtipos para os vírus da Influenza B e C.
Fármacos usados para facilitar especificamente o aprendizado ou a memória, particularmente para impedir os déficits cognitivos associados às demências. Estes fármacos agem através de vários mecanismos. Como ainda nenhum fármaco nootrópico potente foi aceito para uso geral, vários estão sendo ativamente investigados.
Propriedade de objetos que determina a direção do fluxo de calor quando eles são posicionados em contato térmico direto. A temperatura é a energia dos movimentos microscópicos (translacionais e de vibração) das partículas dos átomos.
Gênero de FUNGOS da família Magnaporthaceae de posição incerta (incertae sedis). É melhor conhecido pela espécie M. grisea, um dos organismos experimentais mais populares de todos os patógenos fúngicos de plantas. Seu anamorfo é PYRICULARIA GRISEA.
Constituição genética do indivíduo que abrange os ALELOS presentes em cada um dos LOCI GÊNICOS.
Proteínas encontradas no núcleo de uma célula. Não se deve confundir com NUCLEOPROTEÍNAS, que são proteínas conjugadas com ácidos nucleicos, que não estão necessariamente no núcleo.
Mudanças biológicas não genéticas de um organismo em resposta a exigências do MEIO AMBIENTE.
Proteínas preparadas através da tecnologia de DNA recombinante.
Nonapeptídeo sintético (Pir-Trp-Pro-Arg-Pro-Gln-Ile-Pro-Pro) idêntico ao do peptídeo do veneno de cobra Bothops jararaca. Atua como inibidor de cininase II e ANGIOTENSINA I e tem sido sugerida como um agente anti-hipertensivo.
Éster de alcaloide extraído de folhas de plantas incluindo a coca. É um anestésico local e vasoconstritor, clinicamente usado para esse propósito, particularmente no olho, orelha, nariz e garganta. Também tem efeitos potentes no sistema nervoso central similares aos das anfetaminas, e é uma droga que vicia. A cocaína, como as anfetaminas, age por mecanismos múltiplos nos neurônios catecolaminérgicos do cérebro. Considera-se que o mecanismo dos seus efeitos de reforço envolvam a inibição da captação da dopamina.
Quatro ou cinco dígitos delgados articulados em humanos e primatas unidos a cada uma das MÃOS.
Nome popular utilizado para o gênero Cavia. A espécie mais comum é a Cavia porcellus, que é o porquinho-da-índia, ou cobaia, domesticado e usado como bicho de estimação e para pesquisa biomédica.
Suspensões de vírus atenuados ou mortos administradas para prevenção ou tratamento de doença viral infecciosa.
DNA complementar de fita única sintetizado a partir de um molde de RNA pela ação da DNA polimerase dependente de RNA. O DNAc (DNA complementar, não DNA circular, não C-DNA) é utilizado numa variedade de experimentos de clonagem molecular assim como servem como uma sonda de hibridização específica.
Enzimas que catalisam a hidrólise de ésteres de ácidos carboxílicos com a formação de um álcool e um ânion de ácido carboxílico.
Substâncias químicas específicas, caracterizáveis e venenosas (frequentemente PROTEÍNAS) com propriedades biológicas específicas (inclusive imunogenicidade), produzidas por micróbios, plantas superiores (PLANTAS TÓXICAS) ou ANIMAIS.
Modelos usados experimentalmente ou teoricamente para estudar a forma das moléculas, suas propriedades eletrônicas ou interações [com outras moléculas]; inclui moléculas análogas, gráficos gerados por computador e estruturas mecânicas.
Sistema que conduz impulso composto por músculo cardíaco modificado apresentando poder de ritmicidade espontânea e uma condução mais altamente desenvolvida que o resto do coração.
Parte do embrião numa semente vegetal. O número de cotilédones é uma característica importante na classificação das plantas. Em sementes sem endosperma, os cotilédones estocam alimento que é usado na germinação. Em algumas plantas, eles emergem acima da superfície do solo e se tornam as primeiras folhas fotossintetizantes.
Compostos que contêm o radical -SH.
Relação entre a estrutura química de um composto e sua atividade biológica ou farmacológica. Os compostos são frequentemente classificados juntos por terem características estruturais em comum, incluindo forma, tamanho, arranjo estereoquímico e distribuição de grupos funcionais.
Estado no sul da Austrália central. Sua capital é Adelaide. Foi visitado primeiro provavelmente por F. Thyssen em 1627. Descobrimentos posteriores em 1802 e 1830 revelaram a parte sul. Tornou-se uma província britânica em 1836 com este nome autodescritivo e se tornou um estado em 1901.
Imunoglobulinas produzidas em resposta a ANTÍGENOS VIRAIS.
Estruturas nervosas através das quais os impulsos são conduzidos da parte periférica em direção ao centro do sistema nervoso.
Associação natural entre organismos que é prejudicial para pelo menos um deles. Frequentemente se refere à produção de compostos químicos por um micro-organismo que são nocivos a outro.
Gramínea de cereal anual (família POACEAE) cujo grão amiláceo comestível (arroz) é o alimento básico para cerca de metade da população mundial.
Manifestação fenotípica de um gene (ou genes) pelos processos de TRANSCRIÇÃO GENÉTICA e TRADUÇÃO GENÉTICA.
Reino de organismos eucarióticos e heterotróficos que vivem parasitariamente como sáprobios, incluindo COGUMELOS, LEVEDURAS, fuligens, bolores ou mofos, etc. Reproduzem-se sexuada ou assexuadamente e possuem ciclos de vida que variam de simples a complexo. Os fungos filamentosos, geralmente conhecidos como 'mofo', referem-se àqueles que crescem como colônias multicelulares.
Teste utilizado para determinar se ocorrerá ou não complementação (compensação na forma de dominância) em uma célula com um dado fenótipo mutante e quando outro genoma mutante, que codifica o mesmo fenótipo mutante, é introduzido naquela célula.