Classe de enzimas um tanto heterogêneas que catalisam a transferência de grupos alquil ou grupos relacionados (excluindo grupos metil). EC 2.5.
Proteínas citoplasmáticas que ligam certos hidrocarbonetos arílicos, translocam para o núcleo, e ativam a transcrição de segmentos particulares de DNA. Esses receptores são identificados pela sua ligação de alta afinidade a diversos químicos ambientais teratogênicos ou carcinogênicos incluindo hidrocarbonos aromáticos policíclicos encontrados na fumaça do cigarro e mistura de fumaça e neblina, aminas heterocíclicas encontradas em alimentos cozidos, e hidrocarbonos halogenados incluindo dioxinas e bifenis policlorinados. Ligantes endógenos não foram identificados, mas suspeita-se de um mensageiro natural desconhecido com função no desenvolvimento e diferenciação celular.
Transferases são enzimas que transferem um grupo, por exemplo, o grupo metil ou um grupo glicosil, de um composto (geralmente considerado como doador) para outro composto (geralmente considerado aceptor). A classificação está baseada no esquema "transferase de grupo doador:aceptor". EC 2.
Transferase que catalisa a adição de RADICAIS LIVRES (alifáticos, aromáticos ou heterocíclicos), bem como EPÓXIDOS e óxidos de areno (hidrocarboneto aromático), para a GLUTATIONA. A adição ocorre no átomo de ENXOFRE. Também catalisa a redução (pela glutationa) de nitrato de poliol (composto químico contendo vários grupos hidroxila) a poliol e nitrito. EC 2.5.1.18.
Classe de enzimas que transfere grupos fosfatos substituídos. EC 2.7.8.
Produto químico que resulta da queima ou incineração de compostos químicos clorados industriais e outros hidrocarbonetos. Este composto é considerado uma toxina ambiental e pode apresentar riscos à reprodução, bem como outros riscos para a saúde de animais e humanos.
Translocador nuclear receptor aril hidrocarboneto é uma proteína contendo SEQUÊNCIAS HÉLICE-ALÇA-HÉLICE alcalinas, que forma um complexo com RECEPTORES DE DIOXINAS. O complexo se liga aos elementos regulatórios xenobióticos e ativa a transcrição de diversos genes, incluindo a UDP glucuronosiltransferase. O translocador nuclear AhR também é uma subunidade do FATOR 1 INDUZÍVEL POR HIPÓXIA.
DNA polimerase não dirigida por molde, encontrada normalmente no timo e medula óssea de vertebrados. Catalisa a elongação das cadeias de oligo- ou polidesoxinucleotídeos e é amplamente usada como ferramenta no diagnóstico diferencial de leucemias agudas no homem. EC 2.7.7.31.
Enzimas que transferem resíduos de coenzima A de acil- ou acetil-CoA para vários aceptores carboxílicos formando tioésteres. Enzimas deste grupo são úteis no metabolismo de corpos cetônicos e na utilização de acetoacetato na mitocôndria. EC 2.8.3.
Elemento químico que possui peso atômico 106,4, número atômico 46 e símbolo atômico Pd. É um metal branco, maleável, semelhante à platina, inclusive em abundância e importância aplicativa. É utilizado odontologicamente na forma de ligas de ouro, prata ou cobre.
Grande grupo de mono-oxigenases do citocromo P-450 (heme-tiolato) que se une à NAD(P)H-FLAVINA OXIDORREDUTASE em diversas oxidações de função mista dos compostos aromáticos. Catalisam a hidroxilação de um amplo espectro de substratos e são importantes no metabolismo de esteroides, drogas e toxinas, como FENOBARBITAL, carcinógenos e inseticidas.
Localização dos átomos, grupos ou íons, em relação um ao outro, em uma molécula, bem como o número, tipo e localização das ligações covalentes.
Ligação covalente de um grupo alquila a um composto orgânico. Pode ocorrer por uma simples reação de adição ou por substituição de outro grupo funcional.
Mono-oxigenase dependente de citocromo P-450 microssomal hepática capaz de biotransformar xenobióticos, como os hidrocarbonetos policíclicos e hidrocarbonetos aromáticos halogenados em compostos carcinogênicos ou mutagênicos. São encontrados em mamíferos e peixes. Esta enzima, codificada pelo gene CYP1A1, pode ser medida utilizando-se a etoxiresorufina como um substrato para a atividade da etoxiresorufina O-desetilase.
Facilitação de uma reação química por um material (catalisador) que não é consumido na reação.
Descrições de sequências específicas de aminoácidos, carboidratos ou nucleotídeos que apareceram na literatura publicada e/ou são depositadas e mantidas por bancos de dados como o GENBANK, European Molecular Biology Laboratory (EMBL), National Biomedical Research Foundation (NBRF) ou outros repositórios de sequências.
Aciltransferase que utiliza o RNAt de aminoacil como aminoácido doador na formação de uma ligação peptídica. Existem as peptidil transferases ribossômicas e as não ribossômicas.
Enzimas que catalisam a transferência de N-acetilglucosamina de um nucleosídeo difosfato N-acetilglucosamina para uma molécula aceptora que é frequentemente um outro carboidrato. EC 2.4.1.-.
Aspecto característico [(dependência)] da atividade enzimática em relação ao tipo de substrato com o qual a enzima (ou molécula catalítica) reage.
Enzima que transfere o grupo ADP-RIBOSE de NAD ou NADP para proteínas ou outras pequenas moléculas. A transferência do ADP-ribose para a água (i. é, hidrólise) é catalisada pelas NADASES. As mono(ADP-ribose)transferases transferem um único ADP-ribose. As POLI(ADP-RIBOSE) POLIMERASES transferem várias unidades de ADP-ribose para as proteínas alvo, construindo POLI ADENOSINA DIFOSFATO RIBOSE em cadeias lineares ou ramificadas.
Relação entre a estrutura química de um composto e sua atividade biológica ou farmacológica. Os compostos são frequentemente classificados juntos por terem características estruturais em comum, incluindo forma, tamanho, arranjo estereoquímico e distribuição de grupos funcionais.
Taxa dinâmica em sistemas químicos ou físicos.
Fenômeno através do qual compostos cujas moléculas têm o mesmo número e tipo de átomos e o mesmo arranjo atômico, mas diferem nas relações espaciais.
Enzima que catalisa a síntese de geranilgeranil-difosfato da trans, trans-farnesil-difosfato e isopentenil difosfato.
Enzimas da classe das transferases que catalisam a transferência de grupos acil de doador para recebedor, formando ésteres ou amidas. EC 2.3.
Hidrocarbonetos clorados contendo heteroátomos e presentes como contaminantes de herbicidas. As dioxinas são carcinogênicas, teratogênicas e mutagênicas. Seu uso foi proibido pela FDA.
Ordem dos aminoácidos conforme ocorrem na cadeia polipeptídica. Isto é chamado de estrutura primária das proteínas. É de importância fundamental para determinar a CONFORMAÇÃO DA PROTEÍNA.
Hidrocarbonetos insaturados do tipo Cn-H2n, denominados pelo sufixo -eno.
Compostos orgânicos contendo carbono e hidrogênio na forma de uma estrutura insaturada, geralmente com anel hexagonal. Os compostos podem ser um único anel, duplos, triplos ou múltiplos anéis fundidos.
Família de peroxidases ubiquamente expressas que desempenham um papel na redução de um espectro amplo de PERÓXIDOS, como o PERÓXIDO DE HIDROGÊNIO, PERÓXIDOS LIPÍDICOS e peroxinitrito. São encontradas em uma ampla variedade de organismos, como BACTÉRIAS, PLANTAS e MAMÍFEROS. A enzima requer a presença de um intermediário contendo tiol, tal como a TIORREDOXINA, como um cofator redutor.
Criação de uma amina. Pode ser produzida pela adição de um grupo amina a um composto orgânico ou a redução de um grupo nitro.
Compostos alquilos que contêm o grupo hidróxido. Eles são classificados de acordo com o átomo de carbono: álcoois primários, R-CH2OH; álcoois secundários, R2-CHOH e álcoois terciários, R3-COH. (Tradução livre do original: Grant & Hackh's Chemical Dictionary, 5th Ed)
Irritante na pele que pode causar dermatites tanto do tipo primária como alérgica. Sensibilização por contato com o dinitroclorobenzeno (DNCB) tem sido utilizada como medidor da imunidade celular. DNBC é também utilizado como reagente para a detecção e determinação de compostos de piridinas.
Enzimas que catalisam a transferência de galactose de um nucleosídeo difosfato galactose a uma molécula aceptora que é frequentemente outro carboidrato. EC 2.4.1.-.
Sequência de PURINAS e PIRIMIDINAS em ácidos nucleicos e polinucleotídeos. É chamada também de sequência nucleotídica.
Enzimas que catalisam a transferência de N-acetilgalactosamina de um nucleosídeo difosfato N-acetilgalactosamina para uma molécula aceptora que é frequentemente um outro carboidrato. EC 2.4.1.-.
Grande órgão glandular lobulado no abdomen de vertebrados responsável pela desintoxicação, metabolismo, síntese e armazenamento de várias substâncias.
Compostos inorgânicos ou orgânicos derivados da fosfina (PH3) pela substituição dos átomos de hidrogênio.
O nome genérico para o grupo de hidrocarbonetos alifáticos Cn-H2n+2. São denominados pelo sufixo -ano.
Ésteres e sais inorgânicos ou orgânicos do ácido bórico.
Aumento na taxa de síntese de uma enzima, devido à presença de um indutor que age desreprimindo o gene responsável pela síntese [dessa] enzima.
Modificação pós-translacional de proteínas por ligação de um isoprenoide ao resíduo de cisteína C-terminal. Os isoprenoides usados, difosfato de farnesila ou difosfato de geranilgeranila, são derivados da mesma via bioquímica que produz o colesterol.
Espécie de bactérias Gram-negativas, facultativamente anaeróbicas, em forma de bastão (BACILOS GRAM-NEGATIVOS ANAERÓBIOS FACULTATIVOS) comumente encontrada na parte mais baixa do intestino de animais de sangue quente. Geralmente não é patogênica, embora algumas linhagens sejam conhecidas por produzir DIARREIA e infecções piogênicas. As linhagens patogênicas (virotipos) são classificadas pelos seus mecanismos patogênicos específicos como toxinas (ESCHERICHIA COLI ENTEROTOXIGÊNICA), etc.
Família de elementos não metálicos, geralmente eletronegativos, que formam o grupo 17 (anteriormente grupo VIIa) da tabela periódica.
Classe de enzimas que transfere resíduos nucleotidil. EC.2.7.7.
Enzima, às vezes, denominada GGT com papel chave na síntese e degradação da GLUTATIONA (GSH, tripeptídeo que protege as células de várias toxinas). Catalisa a transferência de parte da gama-glutamil para um aminoácido aceptor.
Grupo de compostos derivados da amônia pela substituição do hidrogênio por radicais orgânicos. (Tradução livre do original: Grant & Hackh's Chemical Dictionary, 5th ed)
Partes de uma macromolécula que participam diretamente em sua combinação específica com outra molécula.
Enzimas que catalisam a transferência de grupos glicosil para um aceptor. Frequentemente, a molécula de outro carboidrato age como aceptor, mas o fosfato inorgânico também pode exercer este papel, como no caso das FOSFORILASES. Algumas enzimas deste grupo também catalisam a hidrólise, o que pode ser considerado como transferência de um grupo glicosil de um doador para a água. Entre as subclasses estão HEXOSILTRANSFERASES, PENTOSILTRANSFERASES, SIALILTRANSFERASES e aquelas que transferem outros grupos glicosil. EC 2.4.
Carcinógeno que é frequentemente usado em estudos de câncer experimental.
Modelos usados experimentalmente ou teoricamente para estudar a forma das moléculas, suas propriedades eletrônicas ou interações [com outras moléculas]; inclui moléculas análogas, gráficos gerados por computador e estruturas mecânicas.
Enzimas que catalisam a incorporação de desoxirribonucleotídeos em uma cadeia de DNA. EC 2.7.7.
Inserção de moléculas de DNA recombinante de origem procariótica e/ou eucariótica em um veículo replicante, tal como um plasmídeo ou vírus vetores, e a introdução das moléculas híbridas resultantes em células receptoras, sem alterar a viabilidade dessas células.
Formas estruturalmente relacionadas de uma enzima. Cada isoenzima tem o mesmo mecanismo e classificação, mas difere nas características químicas, físicas ou imunológicas.
Potente mutagênico e carcinógeno. É de interesse para a saúde pública por causa dos seus possíveis efeitos em trabalhadores de indústrias, como poluente ambiental e como componente da fumaça do tabaco.
Enzimas que catalisam a transferência de grupos hexose. EC 2.4.1.
Método espectroscópico de medição do momento magnético de partículas elementares, como núcleos atômicos, prótons ou elétrons. É empregada em aplicações clínicas, como Tomografia por RMN (IMAGEM POR RESSONÂNCIA MAGNÉTICA).
Substâncias que modificam a tensão superficial da água. Costumam ser substâncias que apresentam um grupo lipofílico e outro hidrofílico na [mesma] molécula; incluem sabões, detergentes, emulsificantes, dispersantes e umectantes, e vários grupos de antissépticos.
Qualquer mudança detectável e hereditária que ocorre no material genético causando uma alteração no GENÓTIPO e transmitida às células filhas e às gerações sucessivas.
Sais do ácido bromídrico, HBr, estando o átomo de bromo com número de oxidação igual a -1.
Família de enzimas que aceitam uma ampla gama de substratos, incluindo fenóis, álcoois, aminas e ácidos graxos. Funcionam como enzimas metabolizadoras de drogas, que catalisam a conjugação de ácido UDP-glucurônico a uma variedade de compostos endógenos e exógenos. EC 2.4.1.17.
Enzima que catalisa a síntese de UDPgalactose a partir de UDP e galactose-1-fosfato. Está presente em níveis baixos no fígado fetal e infantil, mas aumenta com a idade, habilitando, dessa forma, as crianças galactosêmicas sobreviventes a desenvolver a capacidade de metabolizar a galactose. EC 2.7.7.10.
Técnica de cromatografia líquida que se caracteriza por alta pressão de passagem, alta sensibilidade e alta velocidade.
Substâncias ou energias, por exemplo, calor ou luz, que, ao serem introduzidas no ar, água ou solo, ameaçam a vida ou a saúde de indivíduos ou ECOSSISTEMAS.
Grau de similaridade entre sequências de aminoácidos. Esta informação é útil para analisar a relação genética de proteínas e espécies.
Compostos orgânicos contendo o grupo carboxi (-COOH). Este grupo de compostos inclui os aminoácidos e ácidos graxos. Os ácidos carboxílicos podem ser saturados, insaturados ou aromáticos.
Substâncias usadas para detecção, identificação, análise, etc. de processos ou condições químicas, biológicas ou patológicas. Indicadores são substâncias que mudam sua aparência física (p.ex., cor) no ponto final de uma titulação química (ou dele se aproximando), p.ex., na passagem entre a acidez e a alcalinidade. Reagentes são substâncias usadas para detecção ou determinação (especialmente análise) de outra substância por meios químicos ou microscópicos. Os tipos de reagentes são precipitantes, solventes, oxidantes, redutores, fluxos, e reagentes colorimétricos.
Hidrocarboneto aromático indutor dos citocromos P4501A1 e P4501A2.
Tripeptídeo com várias funções nas células. Conjuga-se com drogas para torná-las mais solúveis para a excreção. É um cofator para algumas enzimas e está envolvido no rearranjo da ligação dissulfeto nas proteínas e reduz os peróxidos.
Vesículas fechadas formadas por retículo endoplasmático fragmentado quando as células ou tecido do fígado são rompidos por homogeneização. Estas vesículas podem ser lisas ou rugosas.
Sequências de RNA que servem como modelo para a síntese proteica. RNAm bacterianos são geralmente transcritos primários pelo fato de não requererem processamento pós-transcricional. O RNAm eucariótico é sintetizado no núcleo e necessita ser transportado para o citoplasma para a tradução. A maior parte dos RNAm eucarióticos têm uma sequência de ácido poliadenílico na extremidade 3', denominada de cauda poli(A). Não se conhece com certeza a função dessa cauda, mas ela pode desempenhar um papel na exportação de RNAm maduro a partir do núcleo, tanto quanto em auxiliar na estabilização de algumas moléculas de RNAm retardando a sua degradação no citoplasma.
Determinadas culturas de células que têm o potencial de se propagarem indefinidamente.
Ésteres orgânicos ou sais derivados do ácido sulfônico contendo um radical hidrocarboneto alifático.
Cromatografia em camadas delgadas de adsorventes e não em colunas. O adsorvente pode ser alumina, sílica gel, silicatos, carvão vegetal ou celulose.
Enzimas da classe das transferases que catalisam a transferência de um grupo pentose de um composto para o outro.
Qualquer composto que contém uma molécula carboidrato (açúcar), no qual o grupo hidroxila ligado ao primeiro carbono é substituído por um grupo alcoólico, fenólico ou outro. Recebem seu nome especificamente em relação ao açúcar contido, como glucosídeo (glucose), pentosídeo (pentose), frutosídeo (frutose) etc. A hidrólise [de glicosídeos] forma um componente açúcar e um componente não açúcar (aglicona).
Modificação [estrutural] de um hidrocarboneto de cadeia aberta para [a forma de] anel fechado.
Derivado N-acetil da glucosamina.
Moléculas que se ligam a outras moléculas. O termo é usado especialmente para designar uma pequena molécula que se liga especificamente a uma molécula maior, e.g., um antígeno que se liga a um anticorpo, um hormônio ou neurotransmissor que se liga a um receptor, ou um substrato ou efetor alostérico que se liga a uma enzima. Ligantes são também moléculas que doam ou aceitam um par de elétrons, formando uma ligação covalente coordenada com o átomo metálico central de um complexo de coordenação. (Dorland, 28a ed)
Processo pelo qual substâncias endógenas ou exógenas ligam-se a proteínas, peptídeos, enzimas, precursores proteicos ou compostos relacionados. Medidas específicas de ligantes de proteínas são usadas frequentemente como ensaios em avaliações diagnósticas.
Proteínas encontradas em qualquer espécie de bactéria.
Sequência de carboidratos dentro de POLISSACARÍDEOS, GLICOPROTEÍNAS, e GLICOLIPÍDEOS.
Proteínas preparadas através da tecnologia de DNA recombinante.
Superfamília de centenas de HEMEPROTEÍNAS intimamente relacionadas encontradas por todo o espectro filogenético desde animais, plantas, fungos e bactérias. Incluem numerosas monooxigenases complexas (OXIGENASES DE FUNÇÃO MISTA). Em animais, estas enzimas P-450 atuam em duas importantes funções: (1) biossíntese de esteroides, ácidos graxos e ácidos e sais biliares; (2) metabolismo de subtratos endógenos e uma grande variedade de exógenos, como toxinas e drogas (BIOTRANSFORMAÇÃO). São classificados de acordo com a semelhança entre suas sequências mais do que suas funções dentro das famílias de gene CYP (mais de 40 por cento de homologia) e subfamílias (mais de 59 por cento de homologia). Por exemplo, enzimas das famílias de gene CYP1, CYP2 e CYP3 são responsáveis pela maioria do metabolismo da droga.
Representações teóricas que simulam o comportamento ou a atividade de processos ou fenômenos químicos; compreende o uso de equações matemáticas, computadores e outros equipamentos eletrônicos.
Compostos ou agentes que se combinam com uma enzima de tal maneira a evitar a combinação substrato-enzima normal e a reação catalítica.
Ligação covalente dos HALOGÊNIOS para outros compostos.
Forma característica tridimensional de uma molécula.
Qualquer membro da subsubclasse de enzimas da classe das transferases que catalisa a transferência de um grupo metil de um composto para outro. (Dorland, 28a ed). EC 2.1.1.
Enzima do citocromo P-448 (P-450), metabolizadora de droga, que catalisa a hidroxilação do benzopireno a 3-hidroxibenzopireno, na presença de flavoproteína reduzida e oxigênio molecular. Também age sobre certos derivados do antraceno. Um aspecto de EC 1.14.14.1.
Ésteres do ácido fosfórico ou pirofosfórico de poli-isoprenoides.
Compostos orgânicos que contêm um anel benzênico (ver BENZENO) ligado a um grupo flavona. Alguns destes são inibidores potentes da aril hidrocarbono hidroxilase. Também podem inibir a ligação de ÁCIDOS NUCLEICOS a BENZOPIRENOS e a compostos relacionados. A designação inclui todos os isômeros. O isômero-7,8 é o mais frequentemente encontrado.
Enzimas que catalisam a transferência de glucose de um nucleosídeo difosfato glucose a uma molécula aceptora que é frequentemente um outro carboidrato. EC 2.4.1.-.
Reação química em que um elétron é transferido de uma molécula para outra. A molécula doadora do elétron é o agente de redução ou redutor; a molécula aceitadora do elétron é o agente de oxidação ou oxidante. Os agentes redutores e oxidantes funcionam como pares conjugados de oxidação-redução ou pares redox (tradução livre do original: Lehninger, Principles of Biochemistry, 1982, p471).
Estudo da estrutura dos cristais utilizando técnicas de DIFRAÇÃO POR RAIOS X.
Quatro anéis de benzil unidos com três lineares e um angular, que podem ser vistos como fenantrenos-benzil. Comparado com os NAFTACENOS que são quatro anéis lineares.
Polímero desoxirribonucleotídeo que é material genético primário de todas as células. Organismos eucariotos e procariotos normalmente contém DNA num estado de dupla fita, ainda que diversos processos biológicos importantes envolvam transitoriamente regiões de fita simples. O DNA, cuja espinha dorsal é constituída de fosfatos poliaçucarados possuindo projeções de purinas (adenina ou guanina) e pirimidinas (timina e citosina), forma uma dupla hélice que é mantida por pontes de hidrogênio entre as purinas e as pirimidinas (adenina com timina e guanina com citosina).
Adição química ou bioquímica de carboidratos ou grupos glicosídicos a outras substâncias químicas, especialmente peptídeos ou proteínas. [As enzimas] que catalisam esta reação bioquímica são as glicosil transferases.
Ciência básica envolvida com a composição, estrutura e propriedades da matéria, bem como as reações que ocorrem entre substâncias e o intercâmbio de energia associado às reações.
Enzima que catalisa a transferência de UMP da UDPglucose a galactose 1-fosfato, formando UDPgalactose e glucose 1-fosfato. Deficiência nesta enzima é a causa principal da GALACTOSEMIA. EC 2.7.7.12.
Normalidade de uma solução com relação a íons de HIDROGÊNIO, H+. Está relacionada com medições de acidez na maioria dos casos por pH = log 1/2[1/(H+)], onde (H+) é a concentração do íon hidrogênio em equivalentes-grama por litro de solução. (Tradução livre do original: McGraw-Hill Dictionary of Scientific and Technical Terms, 6th ed)
Região de uma enzima que interage com seu substrato causando uma reação enzimática.
Antibiótico antitumoral produzido por Streptomyces sparsogenes. Inibe a síntese de proteínas nos sistemas ribossômicos 70S e 80S.
Compostos orgânicos contendo o grupo carbonil sob a forma -CHO.
Enzima que catalisa a conversão de 5-fosforribosil-1-pirofosfato e hipoxantina, guanina ou 6-mercaptopurina, aos 5'-mononucleotídeos correspondentes e pirofosfato. A enzima é importante na biossíntese de purina, bem como nas funções do sistema nervoso central. A falta completa de atividade enzimática está associada à SÍNDROME DE LESCH-NYHAN, enquanto que a deficiência parcial resulta na superprodução de ácido úrico. EC 2.4.2.8.
Redução da atividade farmacológica ou da toxicidade de uma droga (ou outra substância estranha) por um sistema vivo, geralmente por ação enzimática. Inclui as transformações metabólicas que tornam a substância mais solúvel, proporcionando uma excreção renal mais rápida.
Enzimas que catalisam a transferência de manose de um nucleosídeo disfosfato manose a uma molécula aceptora que é frequentemente um outro carboidrato. O grupo inclui EC 2.4.1.32, EC 2.4.1.48, EC 2.4.1.54 e EC 2.4.1.57.
Classe de compostos químicos que contêm um anel de antraceno com um anel de naftaleno ligado a ele.
Substâncias químicas estranhas ao sistema biológico. Compreendem compostos de ocorrência natural, drogas, agentes ambientais, carcinógenos, inseticidas, etc.
Enzima que catalisa reversivelmente a transferência de fosfoetanolamina da CDP-etanolamina para o diacilglicerol, para formar fosfatidiletanolamina (cefalina) e CMP. A enzima é encontrada no retículo endoplasmático. EC 2.7.8.1.
Eliminação de POLUENTES AMBIENTAIS, PRAGUICIDAS e outros resíduos usando organismos vivos, geralmente envolvendo intervenção de engenheiros ambiental ou saneamento.
Qualquer dos processos pelos quais fatores nucleares, citoplasmáticos ou intercelulares influem no controle diferencial da ação gênica na síntese enzimática.
Fosfolipídeos que possuem uma parte alcoólica com uma ligação éter com um álcool alifático saturado ou insaturado. São normalmente derivados dos fosfogliceróis ou fosfatidatos. Os outros dois grupos álcoois do esqueleto do glicerol estão normalmente em uma ligação éster. Esses compostos estão amplamente distribuídos em tecidos animais.
Derivados de benzeno que incluem um ou mais grupos hidroxila ligados à estrutura em anel.
Composição, conformação e propriedades de átomos e moléculas, e seus processos de reação e interação.
Eletroforese na qual um gel de poliacrilamida é utilizado como meio de difusão.
Sequências curtas (geralmente em torno de 10 pares de bases) de DNA que são complementares à sequência do RNA mensageiro e permite a transcriptase reversa, copiando as sequências adjacentes de RNAm. Os primers são utilizados largamente em técnicas de biologia molecular e genética.
Células propagadas in vitro em meio especial apropriado ao seu crescimento. Células cultivadas são utilizadas no estudo de processos de desenvolvimento, processos morfológicos, metabólicos, fisiológicos e genéticos, entre outros.
Enzimas que transferem átomos de enxofre para várias moléculas aceptoras. EC 2.8.1.
Compostos similares aos carboidratos em que um átomo tetravalente de silício substitui o átomo de carbono. São bastante reativos, inflamam-se no ar e formam derivados muito úteis.
Agentes purificadores ou limpadores, geralmente sais de bases ou ácidos alifáticos de cadeia longa. Exercem efeitos de limpeza (dissolvem óleo) e antimicrobianos de amplitude superficial, que dependem de propriedades hidrofílicas e hidrofóbicas.
Classe de todas as enzimas que catalisam reações de oxidorredução. O substrato que é oxidado é considerado doador de hidrogênio. O nome sistemático é baseado na oxidorredutase doador:receptor. O nome recomendado é desidrogenase, onde for possível. Como alternativa, redutase pode ser usado. O termo oxidase é usado apenas nos casos em que o O2 é o receptor.
Vesículas de artefato formadas a partir do retículo endoplasmático quando as células se rompem. São isolados por centrifugação diferencial e são compostos de três padrões estruturais: vesículas rugosas, vesículas lisas e ribossomos. Numerosas atividades enzimáticas estão associadas com a fração microssomal.
Soma do peso de todos os átomos em uma molécula.
Compostos orgânicos que contêm fósforo como parte integral da molécula. Incluído sob este descritor há uma vasta amplitude de compostos sintéticos que são utilizados como PESTICIDAS e FÁRMACOS.
Relação entre a quantidade (dose) de uma droga administrada e a resposta do organismo à droga.
A adição de um radical de ácido orgânico numa molécula.
MUTAGÊNESE geneticamente construída em um ponto específico na molécula de DNA que introduz uma substituição, inserção ou deleção de uma base.
Método analítico usado para determinar a identidade de um composto químico com base em sua massa, empregando analisadores/espectrômetros de massa.
Compostos orgânicos que contêm o radical -CO-NH2. As amidas são derivadas de ácidos pela substituição dos grupos -OH por grupos -NH2 ou então a partir da amônia, pela substituição do H por um grupo acila.
Líquido intracelular do citoplasma, depois da remoção de ORGANELAS e outros componentes citoplasmáticos insolúveis.
Ésteres orgânicos do ácido sulfúrico.
Serve como precursor biológico da quitina de insetos, do ácido murâmico de parede celular bacteriana e também do ácido siálico em glicoproteínas de mamíferos.
Nível de estrutura proteica em que estruturas das proteínas secundárias (alfa hélices, folhas beta, regiões de alça e motivos) se combinam dando origem a formas dobradas denominadas domínios. Pontes dissulfetos entre cisteínas em duas partes diferentes da cadeia polipeptídica juntamente com outras interações entre as cadeias desempenham um papel na formação e estabilização da estrutura terciária. As proteínas pequenas, geralmente são constituídas de um único domínio, porém as proteínas maiores podem conter vários domínios conectados por segmentos da cadeia polipeptídica que perdeu uma estrutura secundária regular.
Propriedade de objetos que determina a direção do fluxo de calor quando eles são posicionados em contato térmico direto. A temperatura é a energia dos movimentos microscópicos (translacionais e de vibração) das partículas dos átomos.
Ácido hidroxicinâmico e seus derivados. Atua como ativadores do sistema de oxidação do ácido indolacético, consequentemente produzindo uma diminuição nos níveis endógenos do ácido indolacético ligado em plantas.
Combinação de dois ou mais aminoácidos ou sequências de bases de um organismo ou organismos de tal forma a alinhar áreas das sequências de distribuição das propriedades comuns. O grau de correlação ou homologia entre as sequências é previsto computacionalmente ou estatisticamente, baseado nos pesos determinados dos elementos alinhados entre as sequências. Isto pode servir como um indicador potencial de correlação genética entre os organismos.
Tecnologia em que grupos de reações para soluções ou síntese em fase sólida são utilizados para criar bibliotecas moleculares para análise de compostos em larga escala.
Difosfato de açúcar nucleosídico que serve como fonte de N-acetilgalactosamina para glicoproteínas, sulfatídios e cerebrosídeos.