Fazer uma pergunta:


Qual a alteração que esses exames pode dar para quem toma o carbonato de litio?


U, C, Na, K, TSH, e Hemograma Completo?
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Minha querida,
Você já fez essa pergunta e foi para votação, mas vou lhe esclarecer, ok
Valores alterados – Aumento e redução

Os valores da uréia ( U ) estão aumentados em casos de insuficiência renal aguda ou crônica, choque, insuficiência cardíaca congestiva, desidratação acentuada, catabolismo protéico aumentado, perda muscular, alguns medicamentos também podem causar aumentos da uréia (tetraciclinas com uso de diuréticos, é um caso).
Já valores reduzidos da uréia são referidos em casos de gravidez (segundo trimestre), diminuição do consumo de proteínas, uso de reposição de fluidos intravenosa, insuficiência hepática severa, infância, desnutrição, certos medicamentos, entre eles, hormônios anabolizantes, estreptomicina, cloranfenicol.
No caso da creatinina ( C ) os valores aumentados indicam diminuição da função renal, e perceba que é necessária a perda da função renal em pelo menos 50% para que ocorra elevação dos níveis de creatinina, desidratação e choque, obstrução do trato urinário, intoxicação com metanol, doenças musculares (rabdomiólise, gigantismo, acromegalia, etc.).
Enquanto que valores diminuídos de creatinina são indicativos debilitação, gravidez, massa muscular reduzida.
Exercícios físicos fortes não freqüentes podem causar interferência, acusando resultados maiores que normalmente seriam da creatinina, ocorre o mesmo com algumas drogas como a cimetidina, quimioterápicos, cefalosporinas e ácido ascórbico e os aminoglicosídeos, hidantoína.
Análises laboratoriais. O lítio pode causar ligeiras alterações em certos testes, tais como o electrocardiograma (ECG) ou a contagem dos glóbulos brancos ( hemograma ). Estas alterações são efeitos colaterais que o doente nunca nota e habitualmente não têm importância médica.
Muitos indivíduos notam um aumento de volume da urina durante a terapêutica pelo lítio, mas que não é motivo de preocupações. Se a diurese se torna excessiva e interfere com as atividades quotidianas e/ou com o sono, o Médico deve ser contactado no sentido de serem tomadas medidas corretivas.
O lítio, principalmente quando tomado por longos períodos e em doses altas, pode causar em pequeno número de pessoas lesões permanentes do tecido renal. Se bem que bastante raro, este risco obriga a testes periódicos da função renal como parte necessária da terapêutica pelo lítio.
Num pequeno número de pessoas o lítio pode provocar aumento da glândula tiroideia e/ou provocar hipotiroidismo. Quando a glândula aumenta pode mostrar-se na parte anterior da frente do pescoço como tumefação ou bócio.
Abraços  (+ info)

Pomada vaginal poliginax e nitrato de fenticonazol é contra indicado com bebida alcoolica?


Estou usando esses cremes vaginal , gostaria de saber se é contra- indicado tomar bebida alcoolica socialmente?
obrigado!!
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CONTRA-INDICAÇÕES - POLIGINAX
Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Indivíduos sensíveis à neomicina podem
desenvolver reação cruzada quando expostos à outros aminoglicosídeos.
PRECAUÇÕES
Os componentes de POLIGINAX® não são habitualmente absorvidos pela mucosa vaginal
íntegra. Entretanto, recomenda- se cuidado na sua administração às pacientes com doença
hepática ou renal e com comprometimento auditivo.
O tratamento com POLIGINAX® deverá ser interrompido se for observada irritação ou
sensibilização.
A candidíase intratável pode ser sintoma de diabetes mellitus não identificada. Portanto,
deverão ser realizados exames de urina e glicose sangüínea nas pacientes que não
responderem ao tratamento.
Durante os três primeiros meses de gravidez, só deve ser usado quando o médico julgar o
tratamento essencial ao bem estar da paciente.
Até o momento, não há evidência que sugira que a resposta de pacientes idosas seja diferente
daquela apresentada por pacientes mais jovens.



Contra-indicações Hipersensibilidade aos componentes do produto. Gravidez e lactação: Embora a absorção vaginal de FENTIZOL® (nitrato de fenticonazol) seja muito baixa, o uso do produto durante a gravidez não é recomendado.  (+ info)

Para que serve o medicamento magnésio IM em recem-nascidos?


Feito no vasto lateral da coxa.
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Pode ser por vários motivos. Somente o medico que atendeu a criança pode lhe dizer com certeza qual foi o problema que desencadeou a necessidade de administração de magnésio no RN.

Algumas possibilidades podem ser : HIPOMAGNESEMIA - CAUSAS:

· RN filho de Diabética Insulino-Dependente

· Coexistência com a hipocalcemia resistente;

· Exsangüíneotransfusão;

· Hiperfosfatemia neonatal ;

· Uso de aminoglicosídeos.

· Hipoparatireoidismo neonatal;

· RN de baixo peso, especialmente se a mãe teve Pré-eclâmpsia.

· Síndrome de má-absorção.

Um ótimo domingo para você.  (+ info)

A pomada Nebacetin é antibiótica ou Anti Flamatória ?


Tenho rins poliscisticos e fiz uma tatoo e o tatuagem falou que tenho que passar nebacetin durante 1 semana, gostaria de saber se essa pomada é antiflamatoria ?
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Antibiotica

parte da bula esta aqui

Nebacetin reúne os antibióticos Bacitracina e Neomicina. A Bacitracina é um antibiótico polipeptídeo de ação bactericida, interferindo na síntese da parede celular, sendo ativa contra a maioria dos germes gram- positivos e alguns cocos gram-negativos. A Neomicina, um antibiótico aminoglicosídeo que interfere na síntese protéica do microorganismo, tem ação bactericida, sendo eficaz contra germes gram-positivos (estafilococos), e principalmente gram-negativos.Apesar de não ser absorvida através da pele intacta, a Neomicina aplicada topicamente é facilmente absorvida através de grandes regiões expostas, queimadas, ou com tecido6 de granulação. A Bacitracina, por sua vez, não apresenta absorção significativa após aplicação tópica sobre a pele intacta ou lesionada, ou sobre membranas mucosas. Não ocorrendo absorção, a ação do medicamento é limitada ao local de aplicação.
A associação destes dois antibióticos, em seu uso tópico2, além de apresentar um efeito sinérgico, evita o desenvolvimento de microorganismos resistentes à Neomicina.

Indicações - NEBACETIN Pomada

No tratamento de infecções bacterianas da pele e mucosas, causadas por microorganismos sensíveis: piodermites, impetigo7, eczemas infectados, furúnculos, antraz, éctima, abcessos, acne8 infectada, intertrigo9, úlceras10 cutâneas e queimaduras infectadas.
Na profilaxia de infecções cutaneomucosas decorrentes de cortes (inclusive de origem cirúrgica), abrasões, queimaduras pouco extensas, ferimentos, produzidos por microorganismos sensíveis.
Infecções nasais e do ouvido externo, causadas por microorganismos sensíveis.


Contra-Indicações - NEBACETIN Pomada

Hipersensibilidade aos componentes da associação.


Precauções - NEBACETIN Pomada

Pode ocorrer sensibilidade cruzada se o paciente utilizar outros produtos contendo antibióticos aminoglicosídeos. Quando o produto é aplicado em grandes áreas da pele, com lesão, pode ocorrer absorção sistêmica significativa, com risco de nefrotoxicidade ou ototoxicidade11, especialmente se a função renal12 estiver prejudicada, ou na administração concomitante de fármacos sistêmicos nefrotóxicos e ototóxicos. Não empregar para uso oftálmico.


Interações Medicamentosas - NEBACETIN Pomada

Não se recomenda o uso simultâneo desta associação com fármacos relacionados, por exemplo, outros aminoglicosídeos, por via sistêmica, já que reações de hipersensibilidade podem ocorrer com maior freqüência.


Reações Adversas - NEBACETIN Pomada

Podem ocorrer prurido5, "rash13" cutâneo, vermelhidão, inchaço ou outros sinais14 de irritação local.  (+ info)

Quais sao os antibióticos aminoglicosídeos?


Como saber se tem problema nos rins? Quais exames a fazer? quais exames de sangue?
Como controlar a concentração sanguinea de um antibiotico?
O que é gentamicina?

Esses remédios sao qual? cloranfenicol ?vancomicina
lincomicina?

Quais sao os antiinflamatórios não hormonais?

Quais os derivados de furosemida? o que é o ácido etacrínico?

Qual o componente do AAS? é a mesma coisa que acido acetil salicilico?

O que é pilocraina?

Quais sao as substancias quimicas existentes no mundo?

o que é estreptomicina?
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importante conhecer os diferentes tipos de drogas que podem provocar ototoxicidade, para sua prevenção. Nos primeiros tratamentos de Sífilis com mercúrio já se podia ser detectado lesões ototóxicas. Há descrições de casos com desenvolvimento de surdez, tremores e "loucura", sugerindo tanto oto como neurotoxidade. Entre elas está o grupo dos antibióticos aminoglicosídeos, como a estreptomicina, a diidroestreptomicina, a neomicina, a canamicina A e B, a paramomicina, a aminosidina, a gentamicina, a amicacina, a tobramicina, a netilmicina. Desse grupo, estreptomicina, tobramicina, gentamicina são mais vestibulotóxicos que cocleotóxicos; os outros são mais cocleotóxicos. Alguns antibióticos não aminoglicosídeos têm sido citados na literatura como ototóxicos. São eles: a eritromicina, com efeitos reversíveis; o cloranfenicol, principalmente por ação tópica; a ampicilina; a minocilina, derivado da tetraciclina com ação vestibulotóxica; a cefalosporina, com poucas referências; a viomicina; a capreomicina, com maior toxicidade vestibular; a polimixina B e E; a colistina. Existem alguns grupos de drogas ototóxicas que não são antibióticos; é o caso de desinfetantes, como clorexidlne, benzetônio, benzalcônio, iodo, iodine, iodoforo e álcoois, como etanol e propilenoglicol. Essas drogas são usadas as vezes como desinfetantes em cirurgias do ouvido médio para assepsia e podem provocar ototoxicidade por ação local. Existe o grupo dos b-bloqueadores, como practolol e propanolol, com referências de alterações cocleares com perda auditiva. Diuréticos, como o ácido etacrínico, a furosemida, a bumetanida, a piretamida e a indapamida, são cocleotóxicos mas as alterações auditivas são reversíveis. Essas drogas não são vestibulotóxicas; entretanto potenciar a ação dos aminoglicosídeos. Drogas antiinflamatórios, como salicilatos, aspirina, quinino, podem provocar alterações auditivas, a cocleotoxicidade dos salicilatos e da aspirina reversível. Antineoplásicos podem ser ototóxicos, como é o caso da cisplatina, da mostarda nitrogenada e da vincristina. Essa cocleotoxicidade pode ser reversível ou irreversível. Os contraceptivos orais podem provocar em alguns casos perdas auditivas uni ou bilaterais progressivas e irreversíveis (Oliveira,1989).  (+ info)

gostaria de saber a respeito da flora de cocos e bastonetes q levam a colpocervicite...?


Não vieram caracterizados os tipos de cocos e bastonetes contidos no esfregaço epitelial so exsudato leve e colpocervicite leve por cocos e bastonetes
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Uma vez confirmado o diagnóstico, e tendo sido observada a presença de cocos, procede-se a escolha correta do antibiótico sem a necessidade, inicialmente, de se proceder um cultivo bacteriológico, baseando-se no conhecimento prévio de que o Staphylococcus intermedius é o agente etiológico envovlvido em cerca de 99% dos casos de piodermite canina. Portanto, deve-se utilizar antibióticos b -lactamase-resistentes, isto é, que resistam à ação inativadora desta enzima produzida pela grande maioria das cepas de Staphylococcus sp. Dentre estes, incluem-se os seguintes grupos: quinolonas, cefalosporinas, aminoglicosídeos, penicilinas b -lactamase-resistentes, sulfas potencializadas, macrolídeos e lincosamídeos, lembrando que estes três últimos grupos são mais eficazes para o combate de piodermites primárias superficiais. As penicilinas não b -lactamase -resistentes são, portanto, completamente contra-indicadas. Quanto ao período de tratamento, para as piodermites ditas superficiais, reserva-se um intervalo de 10 a 15 dias, e para as profundas de 15 até 60 dias. Paralelamente ao uso de antibióticos sistêmicos, é de grande auxíllio a utilização de xampus anti-sépticos e anti-seborreicos, bem como de compressas com soluções anti-sépticas e cicatrizantes. mediante o exame citológico, previamnete realizado a partir do exsudato das lesões, observa-se um predomínio de bastonetes ( bacilos alongados, em forma de charuto ou bastão ) em detrimento de cocos ( bactérias arredondadas, dispostas isoladamente, em duplas, em cadeia ou em cacho de uva );
não se observa resposta eficaz da terapia corretamente adotada ( isto abrange a escolha adequada do antibiótico, da dose, do intervalo de administração e da duração da terapia);
há risco de vida ao paciente, quer seja diante de piodermites graves e profundas, ou de otites bacterianas, média ou interna, crônicas e recidivantes.  (+ info)

quais remédios o paciente com miastenia não pode tomar?


se o paciente tiver alguma gripe ou inflamação, o que ele pode tomar, sem correr risco de agravar o sintoma da doença?
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Remédios que devem ser evitados

Existem alguns medicamentos que devem ser evitados por pacientes com Miastenia Grave.

O ideal é ter essa relação sempre consigo. No caso de uma emergência, essa lista pode ser muito importante!

Relaxantes musculares maiores: pancurônio, succinilcolina, d-turbocurarina

Relaxantes musculares menores: benzodiazepínicos, baclofen, dantrolene, meprobamato

Antimicrobianos

com risco: aminoglicosídeos, tetracilina, lincomicina, clindamicina, polimixinas, bacitracina

duvidosos: ampicilina, eritromicina, sulfamidas

sem risco: penicilina, cloranfenicol, cancomicina, cefalosporinas

Antimaláricos: quinino, cloroquina

Cardiovasculares: quinidina, procainamida, lidocaína, guanetidina, trimetafan, betabloqueadores, sulfato de magnésio, reserpina, antagonistas do cálcio.

Anticonvulsivantes: hidantoínas, barbitúricos, benzodiazepínicos, etossuximida, trimetadiona.

Psicotrópicos: benziodiazepínicos, carbonato de lítio, antidepressivos tricíclicos, inibidores da MAO, neurolépticos (fenotiazinas e butirofenonas), anfetaminas.

Analgésicos: morfina, dipirona magnésica.

Anti-reumáticos: d-penicilamina, cloroquina, colchicina.

Hormônios: ACTH e corticosteróides (usar só com acompanhamento neurológico), hormônio tireóidiano, ocitocina, anticoncepcionais.

Anestésicos gerais: éter, clorofórmio, ketamina, metoxifluorano.

Anestésicos locais: lidocaína.

Anticolinérgicos: para não mascarar uma crise colinérgica nos que usam anticolinesterásicos.

Anti-histamínicos.

Diuréticos: para evitar depleção de potássio.

Laxantes e enemas: diminuem a absorção de anticolinesterásicos e peletam potássio. Alguns possuem magnésio em sua composição.

Imunizações: vacina e soro antitetânico.

Outros: amantadina, aprontina (trasylol), antiácidos contendo magnésio, inimidores de anticolinesterase (usar só com acompanhamento neurológico), contrastes iodados.  (+ info)

o colírio tobradex é indicado para quem tem glaucoma?


O uso prolongado pode causar glaucoma

bula
TOBRADEX - Composição
colírio: cada ml contém tobramicina 3 mg,dexametasona 1 mg em veículo constituído de cloreto de benzalcônio, edetato dissódico, cloreto de sódio, sulfato de sódio, tiloxapol, hidroxietilcelulose e água destilada. Pomada: cada g contém tobramicina 3 mg, dexametasona 1 mg em excipiente constituído de cloranfenicol, óleo mineral e vaselina sódica.

TOBRADEX - Posologia e Administração
colírio: 1 ou 2 gotas instiladas no saco conjuntival. Infecções graves: 1 ou 2 gotas a cada 2 horas até que a inflamação esteja controlada (normalmente em 24 a 48 horas). A frequência deve ser gradativamente diminuída com a melhoria dos sintomas. Deve- se ter o cuidado de não interromper o tratamento prematuramente. Casos moderados: as gotas devem ser instiladas 4 a 6 vezes por dia. Não mais que 20 ml devem ser prescritos inicialmente e a prescrição não deve ser repetida sem que o paciente seja examinado pelo médico. Pomada: aplicar aproximadamente 1,5 cm da pomada no saco conjuntival até 3 ou 4 vezes por dia. Não mais que 8 gramas devem ser prescritos inicialmente e a prescrição não deve ser repetida sem que o paciente seja examinado pelo médico. Para maior comodidade, a suspensão pode ser usada durante o dia e a pomada à noite, ao deitar-se.

TOBRADEX - Precauções
gerais: deve- se considerar a possibilidade de infecções micóticas da córnea após administração prolongada de esteróides. O uso prolongado de quaisquer antibióticos pode se associar ao desenvolvimento de microorganismos resistentes, inclusive fungos. No caso de superinfecção deve-se instituir a terapia adequada. A repetição da prescrição inicial por mais de 20 ml no caso do colírio e 8 g no caso da pomada deve ser feita pelo médico somente após examinar o paciente com a ajuda de magnificação, tal como a biomicroscopia por lâmpada de fenda e, se necessário, por coloração com fluoresceína. Uso na gravidez: não se sabe se Tobradex Suspensão e Pomada Oftálmica podem causar dano fetal quando administrados a mulheres grávidas ou afetar a capacidade de reprodução. Tobradex Suspensão e Pomada Oftálmica não devem se usados por mulheres grávidas, a menos que seu uso seja indispensável e os benefícios superem os riscos potenciais para o feto. Mães lactantes: não se sabe se a droga é excretada no leite humano. Como muitas drogas são excretadas no leite humano, recomenda-se suspender temporariamente a amamentação durante o uso de Tobradex. Uso pediátrico: não foram determinadas a segurança e a eficácia do uso em crianças. - Interações medicamentosas: não há interações conhecidas quando a tobramicina é aplicada topicamente no olho. Os corticóides podem potencializar a atividade dos barbituratos e antidepressivos tricíclicos e diminuir a atividade de anticolinesterásicos, salicilatos e anticoagulantes. A relevância específica destas observações em relação a administração oftálmica não foi estudada.

TOBRADEX - Reações adversas
as reações adversas mais freqüentes à tobramicina tópica ocular são: hipersensibilidade e toxicidade ocular localizada, inclusive prurido, edema palpebral e hiperemia conjuntival. Podem ocorrer reações semelhantes com o uso tópico de outros antibióticos aminoglicosídeos. Não se registraram outras reações adversas causadas pelo tratamento com tobramicina; não obstante, ao se administrar tobramicina tópica ocular simultaneamente a outros antibióticos aminoglicosídeos sistêmicos, se deva controlar as concentrações plasmáticas. As reações devidas ao componente esteróide são: elevação da pressão intra- ocular (PIO) com possível desenvolvimento de glaucoma e dano não frequente ao nervo óptico, formação de catarata subcapsular posterior e retardo na cicatrização. Infecção secundária tem ocorrido após o uso de associações contendo esteróides e antimicrobianos. Existe uma certa predisposição para o desenvolvimento de infecções micóticas da córnea concomitantemente ao tratamento prolongado com esteróide. A possibilidade de invasão micótica deve ser considerada em qualquer ulceração corneana persistente que tenha sido tratada com esteróide. Infecção bacteriana ocular secundária também ocorre após supressão da resposta do hospedeiro.

TOBRADEX - Contra-Indicações
ceratite epitelial por herpes simplex (ceratite dendrítica), vaccínia, varicela e outras doenças virais da córnea e conjuntiva, infecções oculares por micobactérias. Doenças micóticas oculares. Hipersensibilidade aos componentes da medicação. O uso dessa associação é sempre contra- indicado após remoção não complicada de corpo estranho na córnea. - Advertências: exclusivamente para uso tópico. Não deve ser injetado. Alguns pacientes podem apresentar sensibilidade aos aminoglicosídeos quando aplicados topicamente. Se ocorrer qualquer reação de sensibilidade, o uso do medicamento deve ser suspenso. O uso prolongado pode suprimir a resposta do hospedeiro e, portanto, aumentar o risco de infecções oculares secundárias. Nas doen  (+ info)