É possível o surgimento inicial de Alzheimer em uma pessoa com menos de 30 anos?


  • Estou preocupada, e vou procurar um médico. É possível que uma pessoa que ainda não tenha 30 anos, desenvolva um estágio inicial de Alzheimer. Esta pessoa tem ascendentes que tiveram mal de Alzheimer. Estou preocupada pois mesmo com pouca idade, anda esquecendo fatos, datas, coisas corriqueiras do dia-a-dia. Pesquisei no Google, e diz que começa à aparecer após os 40 anos. Mas será possível?? Preciso obrigar esta pessoa à ir urgente ao médico, ou isto é normal? Algo pode ser feito para não ser manifestado, como por exemplo exercícios de memória? Muito obrigada pelas respostas. Não sou eu, mas obrigada.
  • procure sim, problemas de cognição nesta idade é de se preocupar. intoxicação por metais pesados ? distúrbios de sono ? traumatismo craniano ? problemas de parto ? vasculites ? muitos são os motivos para desencadear um problema assim numa pessoa muito jovem.


Artéria central da retina pulsante em pessoa jovem, o que pode significar? Pode ser sinal de alguma patologia?



fiz uma endoscopia e o resultado foi gastrite nodosa alguem sabe o q signfica?



Gostaria de saber tudo que se refere a doença de Bechet.?


  • Sei que é uma doença rara,no sangue,genética e auto-imune. Quero saber a partir de que idade começa sua evolução,seus sintomas,se é da família do Lúpus,os próprios médicos não conseguem esclarecer minhas dúvidas. Por favor me ajudem. Por Favor,Gostaria de respostas claras e si mples afinal sou leiga no assunto. Obrigada. Por Favor,Gostaria de respostas claras e simples afinal sou leiga no assunto. Obrigada.
  • Falso aneurisma femoral superficial na Doença de Behçet C A D E R N O D E P O R T U G A L Introdução Autores: Celso Carrilho, Amílcar Mesquita Unidade de Angiologia e Cirurgia Vascular Hospital da Sra da Oliveira, Guimarães Reproduzido da Revista Portuguesa de Cirurgia Cardio-Torácica e Vascular Órgão oficial da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardio-Torácica e Vascular Volume 8 - Nº 20 - Julho/Setembro 2001 - Pág. 39 a 43. A Resumo Um dos aspectos mais importantes da doença de Behçet com atingimento vascular é a arteriopatia aneurismática e um dos principais problemas é a tendência para o desenvolvimento de falsos aneurismas anastomóticos ou póstraumáticos (punções arteriais). Os autores apresentam um caso clínico de um falso aneurisma da artéria femoral superficial, uma forma rara de lesão vascular provocada pela doença de Behçet. Neste artigo também são abordadas as dificuldades diagnósticas quando a manifestação inicial desta é do foro vascular, bem como as complicações relacionadas com o seu tratamento. doença de Behçet foi caracterizada pela primeira vez em 1937 pelo dermatologista turco, Hulusi Behcet, que a descreveu como uma tríade composta por uveíte, úlceras aftosas orais e genitais recorrentes.1 Vários anos após a sua descrição inicial verificou-se tratar de uma vasculite sistêmica tipificada pelo espessamento da íntima, fragmentação da membrana elástica interna com espessamento da média e um infiltrado adventicial perivascular de plasmócitos e neutrófilos.2 O atingimento das artérias de médio e grande calibre por um processo inflamatório, que poderá manifestar-se como oclusão ou dilatação da artéria, é de cerca de 8% nesta enfermidade. Já a trombose venosa é mais freqüente, ocorrendo em cerca de 30% dos doentes.3 Em 1961, Mishima e col. relataram um aneurisma da aorta abdominal em um doente com doença de Behçet.4 Em 1979, Kingston e col. descreveram um aneurisma femoral no local da punção, em um doente com doença de Behçet.5 Em 1988, Barlett e col. publicaram um caso clínico de um paciente com doença de Behçet e múltiplos aneurismas, alguns dos quais anastomóticos. 6 Esta doença é mais comum nos países mediterrâneos e orientais, fazendo parte das chamadas doenças da rota da seda; tendo maior incidência no sexo masculino, especialmente entre os 20 e 40 anos. Não há nenhum teste laboratorial patognomónico, mas existem critérios clínicos que estabelecem o diagnóstico. Os critérios de diagnóstico mais utilizados são as ulcerações orais recorrentes e o envolvimento de outros dois sistemas (pele, olhos ou órgãos genitais). Ocasionalmente os envolvimentos dos sistemas vascular, intestinal ou nervoso dominam o quadro clínico tornando o diagnóstico difícil.7 JAAP, sexo masculino, 40 anos, raça caucasiana, casado, natural e residente em Guimarães. Recorreu ao Serviço de Urgência em Fevereiro de 1999 apresentando dor e tumefacção pulsátil e expansiva no terço médio da face interna da coxa direita, compatível com um aneurisma da artéria femoral superficial. O paciente era fumante (mas não possuía outros factores de risco para a aterosclerose) e ex-emigrante na Austrália (1989-1997) onde teve um processo inflamatório ocular recorrente, tratado com corticóides sistêmicos. JAAP não tinha antecedentes traumáticos ou Introdução CIENTÍFICO C A D E R N O D E P O R T U G A L cirúrgicos, não emitia sinais de febre e nem sinais clínicos de endocardite. Na face interna da coxa direita apresentava uma tumefacção pulsátil e expansiva com sinais inflamatórios associados e um sopro localizado à referida tumefacção. Os pulsos periféricos eram palpáveis e simétricos e o índice tornozelo/braço era igual a 1,0. O restante exame objetivo era normal. Nos exames complementares de diagnóstico, o hemograma não apresentava anemia ou leucocitose, tinha uma velocidade de sedimentação eritrocitária de 25 mm na 1ª hora, e a bioquímica do sangue era normal. Os marcadores víricos mostraram anti-HBs + e anti-HBs +, HIV 1 e 2 negativos. O estudo imunológico e as hemoculturas realizadas foram negativas, o ecocardiograma transtorácico e transesofágico foram normais, entretanto a Tomografia Axial Computadorizada (TAC) da coxa direita evidenciou um falso aneurisma da artéria femoral superficial direita, sendo realizada uma TAC abdominal para despiste de aneurismas intra-abdominais, a qual foi normal. A arteriografia fêmuro-distal confirmou a presença de um falso aneurisma da artéria femural superior e a restante árvore arterial não apresentava alterações. A intervenção cirúrgica consistiu na ressecção do falso aneurisma da artéria femoral superficial e no enxerto de safena interna homolateral invertida. Per-operatoriamente não havia apa- FALSO ANEURISMA FEMORAL SUPERFICIAL NA DOENÇA DE BEHÇET Fig. 2. Arteriografia femoral direita mostrando o falso aneurisma Fig. 5. Exame histológico Figs. 3 e 4. Imagens peroperatórias rentes sinais de infecção. Foi colhido material para exame microbiológico e anatomopatológico, o primeiro foi negativo e o segundo mostrou um "espessamento da íntima, fragmentação da lâmina elástica interna associada a degenerescência da média com rotura e dissociação da estrutura da parede, onde se identifica a formação de um falso aneurisma saculiforme. A pesquisa de microorganismos por estudos histoquímicos foi negativa". No 3º dia pós-operatório o doente apresentou úlceras aftosas de cavidade oral e do escroto, muito dolorosas, tendo alta somente no 7º dia pós-operatório, com um índice tornozelo/braço (T/B) igual a 1,0. Fig 1. Tac da coxa direita mostrando o falso aneurisma da artéria femoral superficial extraanatómico, que foi confirmada pela arteriografia. Foi re-operado em maio de 1999, realizando-se a recessão do segmento estenosado e enxerto com veia safena. O segmento ressecado foi enviado para exame anatomopatológico que mostrou "veia com espessamento da parede, em particular da íntima por fibrose e ocupação do lume, em alguns segmentos, nomeadamente nos de menor calibre, por tecido conjuntivo com pequenos vasos (aspectos morfológicos compatíveis com recanalização de trombo); Identifica-se ainda infiltrado inflamatório focal e discreto e presença na adventícia de um dos fragmentos, de foco inflamatório com células gigantes multinucleadas de corpo estranho". Ao 14º dia pós-operatório, o paciente recorreu novamente ao Serviço de Urgência com falso aneurisma anastomótico do enxerto arterial. Foi reoperado, realizando-se um "bypass" extraanatômico da artéria femoral superficial direita à artéria poplítea supra-articular. Com a colheita e preparação da veia foram excluídos segmentos da mesma por se encontrarem fibrosados. Dez dias após esta segunda intervenção foi-lhe diagnosticada uma trombose venosa dos plexos gemelares esquerdos, que foi tratada com antiinflamatórios não esteróides e heparina de baixo peso molecular, conseguindo alta com índice T/B igual a 0,9. Em Abril de 1999, em consulta de "follow up", apresenta sinais clínicos de falência de "bypass" (claudicação intermitente gemelar direita e diminuição do índice T/B). O "Duplex scan" mostrou uma estenose hemodinâmicamente significativa no terço distal do bypass Em julho de 1999, JAAP aparece na consulta com um quadro clínico compatível com uma trombose venosa profunda fêmoro-distal. Iniciou-se a hipocoagulação oral. Pensando tratar-se de um processo vasculítico, foi pedido um relatório médico dos problemas ocorridos durante sua estada na Austrália, que mostrou antecedentes de úlceras orais recorrentes, episódios recorrentes de epidídimo-orquite, rash cutâneo recorrente (tipo pseudofoliculite) e uveíte recorrente, utilizando-se em seu tratamento corticóides sistêmicos. Constatou-se que o doente apresentava critérios de diagnóstico da doença de Behçet, que neste caso foram as úlceras orais recorrentes mais de três vezes por ano, as úlceras da genitália externa que se manifestaram durante um dos internamentos, as lesões cutâneas tipo foliculite (fig. 9), a uveíte recorrente tratada na Austrália e as complicações vasculares (aneurisma da artéria femoral superficial e trombose venosa profunda e superficial). Na última consulta de "follow up" o doente refere claudicação intermitente gemelar direita para distâncias de cerca de 500 m e apresenta um índice T/B igual a 0,8 e uma estenose de 50% na anastomose distal da veia, demonstrada por ecodoppler. Fig.7 . Estenose no terço distal do bypass Fig. 9. Lesões cutâneas tipo foliculite Fig. 8. Arteriografia mostrando estenose no terço distal do bypass extra-anatómico Endereço para correspondência Revista Portuguesa de Cirurgia Cardio-Torácica e Vascular Rua Raquel Roque Gameiro, 16D - r/c esq. - 1.500 Lisboa - Portugal Fig 6. Falso aneurisma anastomótico Bibliografia Discussão A doença de Behçet é uma vasculite sistêmica que envolve vasos de qualquer diâmetro e causa uma grande variedade de manifestações clínicas recorrentes, tais como ulcerações orais ou genitais, uveíte e lesões cutâneas típicas.8 A causa da doença permanece desconhecida, embora se pense na etiologia auto-imune e genética. Os antígenos de histocompatibilidade HLAB51 e HLA-DRw52 têm uma associação com esta doença no Japão. A disfunção das células endoteliais podem contribuir para as complicações vasculares do foro trombótico. O diagnóstico da doença de Behçet é baseado em critérios clínicos estabelecidos pelo Grupo de Estudo


gostaria de saber se fluoxetina acelera o coraçao se ela faz efeitos em pessoas que tomou diazepam por mas de?



Estou tomando sinvastatina e desejo saber se tem reações adversas ao aparelho digestivo e se tiver quais seria


  • Tomando sinvastatina par baixar o colesterol será que causa reaçoes adversas ao aparelho digestivo. Especificamente dor intestinal, inchazo. gases e balonamentos; Desejo sugestões de experiências similares. Obrigado
  • Os estudos clínicos demonstraram que a sinvastatina é geralmente bem tolerada, sendo que a maioria dos efeitos colaterais são leves e transitórios. Os efeitos clínicos adversos mais freqüentes foram: dor abdominal, diarréia, constipação, flatulência, cefaléia, náuseas, dispepsia e fadiga. Ocasionalmente, observou-se aumento da creatina fosfoquinase sérica (CPK) derivada do músculo esquelético. Raramente tem-se notificado aumento marcado das transaminases séricas. Foram raros os relatos de miopatia, rabdomiólise e hepatite/icterícia. Outras reações adversas também foram relatadas como erupção cutânea, prurido, tontura, cãibra muscular, mialgia, neuropatia periférica, parestesia, pancreatite e anemia. Também foram raros os casos de: angioedema, dispnéia, síndrome do tipo lupus, urticária, vermelhidão, febre, fotossensibilidade, polimialgia reumática, artrite, artralgia, vasculite, trombocitopenia, eosinofilia, aumento de VHS e mal-estar.


algguem já fez a dieta da usp?


  • queria saber o que e vasculite mita , qual o tratamnto e se tem cura
  • ja fiz e emagreci 8kg em 2 semanas, mas faca somente por 2 semanas ok! eu comia no cafe da manha um pacotinho de bolacha integral tipo club social um grande abraco Dani Cardápio da Dieta da USP Primeiro Dia Manhã : Café c/ bolacha Almoço: 2 ovos cozidos e ervas a desejar . Jantar : salada de alface com pepino e salsão à vontade . Segundo Dia Manhã : Café com bolacha Almoço: 1 bife grande com salada de frutas à gosto . Jantar : Presunto à vontade . Terceiro Dia Manhã : Café com bolacha Almoço: 2 ovos cozidos , salada de vagem e 2 torradas . Jantar : presunto e salada . Quarto Dia Manhã : Café com biscoito . Almoço: 1 ovo cozido , 1 cenoura e queijo minas à vontade . Jantar : Salada de frutas e iogurte natural . Quinto Dia Manhã : Café com bolacha Almoço: Frango grelhado à vontade . Jantar : 2 ovos cozidos com cenoura . Sexto Dia Manhã : Café com biscoito . Almoço: Filé de peixe com tomate à vontade . Jantar : 2 ovos cozidos com cenoura . Sétimo Dia Manhã : Café com bolacha Almoço: Bife grelhado e frutas à vontade . Jantar : Comer o que quiser , menos doce e bebidas alcoólicas


Alguem que entende do assunto ajuda por favor!? Minha mãe está sentindo formigamento nos braços e pernas e..?


  • Então, minha mãe está sentindo formigamento nos braços e pernas e está saindo umas manchinhas nos braços e uma na orelha, acho q se chamam petequias. Ela teve trombose a 2 meses atras. Alguem sabe oque pode ser? Por favor, ajudem!!!! OBS PARA O COLEGA ABAIXO: ela está no médico neste exato momento. Porém, como o pronto socorro eh bom, eles até agora n conseguiram descobrir oq ela tem, e ja se passaram umas 8 horas.
  • olha se ela já teve trombose poderá ser esse o motivo do formigamento + a outros fatores q causam formigamento eu e meu esposo temos formigamento em pernas e braços por fatores diferentes, ele tem varizes e esta com má circulação, eu tenho neuropatia periférica syndrome do túnel do carpo q deu no resultado de uma eletro-neuromiografia e tbm problemas na coluna causa formigamento e dores em pernas e braços procure saber onde tem um bom médico espero q sua mãe melhore sei qnto é dificil depender do SUS. leia o q eu pesquisei na web Uma petéquia é um pequeno ponto vermelho no corpo (na pele ou mucosas), causado por uma pequena hemorragia de vasos sanguíneos.[1]. A causa mais comum de petéquias é o trauma físico, por exemplo, acessos de tosse severos, vômito e choro, que pode resultar em petéquias faciais, especialmente ao redor dos olhos. Nesses casos, as petéquias são completamente inofensivas e geralmente desaparecem dentro de alguns dias. A petéquia pode ser um sinal de trombocitopenia (baixa contagem de plaquetas). Também pode ocorrer quando a função das plaquetas estiver inibida (como um efeito colateral de medicações ou em certas infecções)[1]. A petéquia em adultos deve ser sempre rapidamente investigada. Ela pode ser interpretada como uma vasculite, uma inflamação de vasos sanguíneos, que requer tratamento imediato para prevenir danos permanentes. Algumas condições malignas também podem desencadear o aparecimento de petéquias. As petéquias devem ser investigadas por um profissional de saúde competente para que se possa excluir causas graves. Os dermatologistas podem ser os especialistas mais adequados nestas condições, porque eles podem identificar com mais facilidade se a condição é uma petéquia ou outras alterações semelhantes.