É possível o surgimento inicial de Alzheimer em uma pessoa com menos de 30 anos?


Estou preocupada, e vou procurar um médico.
É possível que uma pessoa que ainda não tenha 30 anos, desenvolva um estágio inicial de Alzheimer. Esta pessoa tem ascendentes que tiveram mal de Alzheimer.
Estou preocupada pois mesmo com pouca idade, anda esquecendo fatos, datas, coisas corriqueiras do dia-a-dia.
Pesquisei no Google, e diz que começa à aparecer após os 40 anos. Mas será possível??
Preciso obrigar esta pessoa à ir urgente ao médico, ou isto é normal?
Algo pode ser feito para não ser manifestado, como por exemplo exercícios de memória?

Muito obrigada pelas respostas.
Não sou eu, mas obrigada.
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procure sim, problemas de cognição nesta idade é de se preocupar.
intoxicação por metais pesados ?
distúrbios de sono ?
traumatismo craniano ?
problemas de parto ?
vasculites ?
muitos são os motivos para desencadear um problema assim numa pessoa muito jovem.  (+ info)

Artéria central da retina pulsante em pessoa jovem, o que pode significar? Pode ser sinal de alguma patologia?


As principais causas da obstrução da artéria central da retina são doenças dos vasos sangüíneos, como a arterite temporal, doença cardíaca embólica e inflamação vascular. São alterações que podem "carregar coágulos" para dentro da artéria que irriga a retina.

A perda visual na OACR aguda é súbita. Dois terços dos pacientes que apresentam o problema têm hipertensão arterial, enquanto doenças das válvulas cardíacas e diabetes melito estão presentes em um quarto das pessoas afetadas.

Outras doenças e fatores predisponentes ao surgimento da OACR são o mixoma atrial (câncer cardíaco primário que se origina mais comumente no átrio esquerdo); endocardite bacteriana (infecção no coração); infarto do miocárdio; uso de drogas endovenosas; exames invasivos, como cateterismo; fatores que alteram a coagulação do sangue; algumas doenças do colágeno (auto-imunes, como lúpus); traumatismos pós-acidentes; e vasculites (inflamação dos vasos), entre outras.

No caso das alterações oculares, os principais problemas que podem originar a OACR são aumento da pressão intraocular (glaucoma), lesões do nervo óptico e toxoplasmose (infecção transmitida pelo Toxoplasma gondii e encontrada, principalmente, em felinos e aves).  (+ info)

fiz uma endoscopia e o resultado foi gastrite nodosa alguem sabe o q signfica?


É estranho o diagnóstico passado pelo seu médico, pq não existem resultados nas buscas pra isso. Não seria poliarterite nodosa ?

A poliarterite nodosa (ou Periarterite nodosa) é uma vasculite de artérias de tamanho médio que se tornam inchadas e estragadas devido à um ataque de células auto-imunes velhas. A Poliarterite nodosa também é chamada de Doença de Kussmaul ou Doença de Kussmaul-Meier.

Nesta doença, os sintomas são o resultado de danos em órgãos afetados, freqüentemente a pele, coração, rins e sistema nervoso.

Sintomas generalizados incluem febre, fadiga, fraqueza, perda de apetite e perda de peso. Dores musculares e juntais são comuns. A pele pode mostrar erupções cutâneas, inchaço, úlceras, e caroços. O tratamento envolve medicamentos para suprimir o sistema imune, inclusive prednisona e ciclofosfamida.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Poliarterite_nodosa  (+ info)

Gostaria de saber tudo que se refere a doença de Bechet.?


Sei que é uma doença rara,no sangue,genética e auto-imune.
Quero saber a partir de que idade começa sua evolução,seus sintomas,se é da família do Lúpus,os próprios médicos não conseguem esclarecer minhas dúvidas.
Por favor me ajudem.
Por Favor,Gostaria de respostas claras e si mples afinal sou leiga no assunto.
Obrigada.
Por Favor,Gostaria de respostas claras e simples afinal sou leiga no assunto.
Obrigada.
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Falso aneurisma
femoral superficial na
Doença de Behçet
C A D E R N O D E P O R T U G A L
Introdução
Autores: Celso Carrilho, Amílcar Mesquita
Unidade de Angiologia e Cirurgia Vascular
Hospital da Sra da Oliveira, Guimarães
Reproduzido da Revista Portuguesa de Cirurgia Cardio-Torácica e Vascular
Órgão oficial da Sociedade Portuguesa de Cirurgia Cardio-Torácica e Vascular
Volume 8 - Nº 20 - Julho/Setembro 2001 - Pág. 39 a 43.
A
Resumo
Um dos aspectos mais importantes da
doença de Behçet com atingimento
vascular é a arteriopatia aneurismática e
um dos principais problemas é a tendência
para o desenvolvimento de falsos
aneurismas anastomóticos ou póstraumáticos
(punções arteriais).
Os autores apresentam um caso
clínico de um falso aneurisma da artéria
femoral superficial, uma forma rara de
lesão vascular provocada pela doença de
Behçet. Neste artigo também são abordadas
as dificuldades diagnósticas
quando a manifestação inicial desta é do
foro vascular, bem como as complicações
relacionadas com o seu tratamento.
doença de Behçet foi caracterizada
pela primeira vez em
1937 pelo dermatologista turco,
Hulusi Behcet, que a descreveu como
uma tríade composta por uveíte, úlceras
aftosas orais e genitais recorrentes.1
Vários anos após a sua descrição inicial
verificou-se tratar de uma vasculite
sistêmica tipificada pelo espessamento
da íntima, fragmentação da membrana
elástica interna com espessamento da
média e um infiltrado adventicial perivascular
de plasmócitos e neutrófilos.2
O atingimento das artérias de médio
e grande calibre por um processo
inflamatório, que poderá manifestar-se
como oclusão ou dilatação da artéria,
é de cerca de 8% nesta enfermidade. Já
a trombose venosa é mais freqüente,
ocorrendo em cerca de 30% dos
doentes.3
Em 1961, Mishima e col. relataram
um aneurisma da aorta abdominal em
um doente com doença de Behçet.4
Em 1979, Kingston e col. descreveram
um aneurisma femoral no local
da punção, em um doente com doença
de Behçet.5
Em 1988, Barlett e col. publicaram
um caso clínico de um paciente com
doença de Behçet e múltiplos aneurismas,
alguns dos quais anastomóticos.
6 Esta doença é mais comum nos
países mediterrâneos e orientais,
fazendo parte das chamadas doenças
da rota da seda; tendo maior incidência
no sexo masculino, especialmente entre
os 20 e 40 anos.
Não há nenhum teste laboratorial
patognomónico, mas existem critérios
clínicos que estabelecem o diagnóstico.
Os critérios de diagnóstico mais
utilizados são as ulcerações orais
recorrentes e o envolvimento de outros
dois sistemas (pele, olhos ou órgãos
genitais). Ocasionalmente os envolvimentos
dos sistemas vascular, intestinal
ou nervoso dominam o quadro clínico
tornando o diagnóstico difícil.7
JAAP, sexo masculino, 40 anos, raça
caucasiana, casado, natural e residente
em Guimarães. Recorreu ao Serviço de
Urgência em Fevereiro de 1999
apresentando dor e tumefacção pulsátil e
expansiva no terço médio da face interna
da coxa direita, compatível com um
aneurisma da artéria femoral superficial.
O paciente era fumante (mas não possuía
outros factores de risco para a
aterosclerose) e ex-emigrante na Austrália
(1989-1997) onde teve um processo
inflamatório ocular recorrente, tratado
com corticóides sistêmicos. JAAP não
tinha antecedentes traumáticos ou
Introdução
CIENTÍFICO
C A D E R N O D E P O R T U G A L
cirúrgicos, não emitia sinais de febre e
nem sinais clínicos de endocardite. Na
face interna da coxa direita apresentava
uma tumefacção pulsátil e expansiva com
sinais inflamatórios associados e um sopro
localizado à referida tumefacção. Os
pulsos periféricos eram palpáveis e simétricos
e o índice tornozelo/braço era igual
a 1,0. O restante exame objetivo era
normal.
Nos exames complementares de
diagnóstico, o hemograma não apresentava
anemia ou leucocitose, tinha uma
velocidade de sedimentação eritrocitária
de 25 mm na 1ª hora, e a bioquímica do
sangue era normal. Os marcadores víricos
mostraram anti-HBs + e anti-HBs +, HIV
1 e 2 negativos. O estudo imunológico e
as hemoculturas realizadas foram
negativas, o ecocardiograma transtorácico
e transesofágico foram normais,
entretanto a Tomografia Axial Computadorizada
(TAC) da coxa direita evidenciou
um falso aneurisma da artéria
femoral superficial direita, sendo realizada
uma TAC abdominal para despiste de
aneurismas intra-abdominais, a qual foi
normal. A arteriografia fêmuro-distal
confirmou a presença de um falso aneurisma
da artéria femural superior e a restante
árvore arterial não apresentava
alterações.
A intervenção cirúrgica consistiu na
ressecção do falso aneurisma da artéria
femoral superficial e no enxerto de
safena interna homolateral invertida.
Per-operatoriamente não havia apa-
FALSO ANEURISMA FEMORAL SUPERFICIAL NA DOENÇA DE BEHÇET
Fig. 2. Arteriografia femoral direita mostrando o falso
aneurisma Fig. 5. Exame histológico
Figs. 3 e 4. Imagens peroperatórias
rentes sinais de infecção. Foi colhido
material para exame microbiológico e
anatomopatológico, o primeiro foi
negativo e o segundo mostrou um
"espessamento da íntima, fragmentação
da lâmina elástica interna associada a
degenerescência da média com rotura
e dissociação da estrutura da parede,
onde se identifica a formação de um
falso aneurisma saculiforme. A pesquisa
de microorganismos por estudos histoquímicos
foi negativa".
No 3º dia pós-operatório o doente
apresentou úlceras aftosas de cavidade
oral e do escroto, muito dolorosas, tendo
alta somente no 7º dia pós-operatório,
com um índice tornozelo/braço (T/B)
igual a 1,0.
Fig 1. Tac da coxa direita mostrando o falso aneurisma
da artéria femoral superficial
extraanatómico, que foi confirmada pela
arteriografia.
Foi re-operado em maio de 1999,
realizando-se a recessão do segmento
estenosado e enxerto com veia safena. O
segmento ressecado foi enviado para
exame anatomopatológico que mostrou
"veia com espessamento da parede, em
particular da íntima por fibrose e ocupação
do lume, em alguns segmentos,
nomeadamente nos de menor calibre, por
tecido conjuntivo com pequenos vasos
(aspectos morfológicos compatíveis com
recanalização de trombo); Identifica-se
ainda infiltrado inflamatório focal e
discreto e presença na adventícia de um
dos fragmentos, de foco inflamatório com
células gigantes multinucleadas de corpo
estranho".
Ao 14º dia pós-operatório, o paciente
recorreu novamente ao Serviço de
Urgência com falso aneurisma anastomótico
do enxerto arterial. Foi reoperado,
realizando-se um "bypass" extraanatômico
da artéria femoral superficial
direita à artéria poplítea supra-articular.
Com a colheita e preparação da veia
foram excluídos segmentos da mesma por
se encontrarem fibrosados. Dez dias após
esta segunda intervenção foi-lhe diagnosticada
uma trombose venosa dos
plexos gemelares esquerdos, que foi
tratada com antiinflamatórios não
esteróides e heparina de baixo peso
molecular, conseguindo alta com índice
T/B igual a 0,9.
Em Abril de 1999, em consulta de
"follow up", apresenta sinais clínicos de
falência de "bypass" (claudicação intermitente
gemelar direita e diminuição do
índice T/B). O "Duplex scan" mostrou
uma estenose hemodinâmicamente
significativa no terço distal do bypass
Em julho de 1999, JAAP aparece na
consulta com um quadro clínico
compatível com uma trombose venosa
profunda fêmoro-distal. Iniciou-se a
hipocoagulação oral. Pensando tratar-se
de um processo vasculítico, foi pedido um
relatório médico dos problemas ocorridos
durante sua estada na Austrália, que
mostrou antecedentes de úlceras orais
recorrentes, episódios recorrentes de
epidídimo-orquite, rash cutâneo recorrente
(tipo pseudofoliculite) e uveíte recorrente,
utilizando-se em seu tratamento corticóides
sistêmicos.
Constatou-se que o doente apresentava
critérios de diagnóstico da
doença de Behçet, que neste caso
foram as úlceras orais recorrentes mais
de três vezes por ano, as úlceras da
genitália externa que se manifestaram
durante um dos internamentos, as
lesões cutâneas tipo foliculite (fig. 9),
a uveíte recorrente tratada na Austrália
e as complicações vasculares (aneurisma
da artéria femoral superficial e
trombose venosa profunda e superficial).
Na última consulta de "follow up" o
doente refere claudicação intermitente
gemelar direita para distâncias de cerca
de 500 m e apresenta um índice T/B
igual a 0,8 e uma estenose de 50% na
anastomose distal da veia, demonstrada
por ecodoppler.
Fig.7 . Estenose no terço distal do bypass
Fig. 9. Lesões cutâneas tipo foliculite
Fig. 8. Arteriografia mostrando estenose no terço distal
do bypass extra-anatómico
Endereço para correspondência
Revista Portuguesa de Cirurgia Cardio-Torácica e Vascular
Rua Raquel Roque Gameiro, 16D - r/c esq. - 1.500
Lisboa - Portugal
Fig 6. Falso aneurisma anastomótico
Bibliografia
Discussão
A doença de Behçet é uma vasculite
sistêmica que envolve vasos de qualquer
diâmetro e causa uma grande variedade
de manifestações clínicas recorrentes, tais
como ulcerações orais ou genitais, uveíte
e lesões cutâneas típicas.8
A causa da doença permanece
desconhecida, embora se pense na
etiologia auto-imune e genética. Os
antígenos de histocompatibilidade HLAB51
e HLA-DRw52 têm uma associação
com esta doença no Japão. A disfunção
das células endoteliais podem contribuir
para as complicações vasculares do foro
trombótico.
O diagnóstico da doença de Behçet é
baseado em critérios clínicos estabelecidos
pelo Grupo de Estudo  (+ info)

gostaria de saber se fluoxetina acelera o coraçao se ela faz efeitos em pessoas que tomou diazepam por mas de?


ADVERTÊNCIAS

ERUPÇÕES DE PELE - ERUPÇÃO DE PELE, REAÇÕES ANAFILACTÓIDES E REAÇÕES SISTÊMICAS PROGRESSIVAS, ALGUMAS VEZES GRAVES E ENVOLVENDO PELE, FÍGADO, RINS OU PULMÕES FORAM RELATADAS POR PACIENTES TRATADOS COM FLUOXETINA. APÓS O APARECIMENTO DE ERUPÇÃO CUTÂNEA OU DE OUTRA REAÇÃO ALÉRGICA PARA A QUAL UMA ALTERNATIVA ETIOLÓGICA NÃO PODE SER IDENTIFICADA, A FLUOXETINA DEVE SER SUSPENSA.

PRECAUÇÕES

CONVULSÕES - ASSIM COMO COM OUTROS ANTIDEPRESSIVOS A FLUOXETINA DEVE SER ADMINISTRADA COM CUIDADO A PACIENTES COM HISTÓRIA DE CONVULSÕES.

HIPONATREMIA - FORAM RELATADOS CASOS DE HIPONATREMIA (ALGUNS COM SÓDIO SÉRICO ABAIXO DE 110mmol/l). A MAIORIA DESSES CASOS OCORREU EM PACIENTES IDOSOS E EM PACIENTES QUE ESTAVAM TOMANDO DIURÉTICOS OU COM DEPLEÇÃO DE LÍQUIDOS.

CONTROLE GLICÊMICO - EM PACIENTES COM DIABETES, OCORREU HIPOGLICEMIA DURANTE A TERAPIA COM FLUOXETINA E HIPERGLICEMIA APÓS A SUSPENSÃO DA DROGA. A DOSE DE INSULINA E/OU HIPOGLICEMIANTE ORAL DEVE SER AJUSTADA, QUANDO FOR INSTITUÍDO O TRATAMENTO COM A FLUOXETINA E APÓS SUA SUSPENSÃO.

REAÇÕES ADVERSAS

COMO REPORTADO COM OUTROS ANTIDEPRESSIVOS INIBIDORES SELETIVOS DA RECAPTAÇÃO DA SEROTONINA FORAM REPORTADOS:
- OS SEGUINTES EFEITOS ADVERSOS COM A FLUOXETINA :

ORGANISMO COMO UM TODO - SINTOMAS AUTONÔMICOS (INCLUINDO SECURA DA BOCA, SUDORESE, VASODILATAÇÃO, CALAFRIOS); HIPERSENSIBILIDADE (INCLUINDO PRURIDO, ERUPÇÕES DA PELE, URTICÁRIA, REAÇÃO ANAFILACTÓIDE, VASCULITE, REAÇÃO SEMELHANTE À DOENÇA DO SORO) - Ver Contra-indicações e Precauções - SÍNDROME DA SEROTONINA, CARACTERIZADA PELO CONJUNTO DE CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS DE ALTERAÇÕES NO ESTADO MENTAL E NA ATIVIDADE NEUROMUSCULAR, EM COMBINAÇÃO COM DISFUNÇÃO DO SISTEMA NERVOSO AUTÔNOMO (Ver Contra-indicações - Inibidores da MAO), FOTOSENSIBILIDADE.

E isto não é nem a metade, veja tudo aqui:
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070308164457AAAjDM3

Problemas de Depressão, Ansiedade, qualquer transtorno ou trauma mental, além de questões comportamentais NÃO se resolve com remédios, mas com Terapia competente.  (+ info)

Estou tomando sinvastatina e desejo saber se tem reações adversas ao aparelho digestivo e se tiver quais seria


Tomando sinvastatina par baixar o colesterol será que causa reaçoes adversas ao aparelho digestivo. Especificamente dor intestinal, inchazo. gases e balonamentos; Desejo sugestões de experiências similares. Obrigado
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Os estudos clínicos demonstraram que a sinvastatina é geralmente bem tolerada, sendo que a maioria dos efeitos colaterais são leves e transitórios.

Os efeitos clínicos adversos mais freqüentes foram: dor abdominal, diarréia, constipação, flatulência, cefaléia, náuseas, dispepsia e fadiga. Ocasionalmente, observou-se aumento da creatina fosfoquinase sérica (CPK) derivada do músculo esquelético. Raramente tem-se notificado aumento marcado das transaminases séricas. Foram raros os relatos de miopatia, rabdomiólise e hepatite/icterícia.

Outras reações adversas também foram relatadas como erupção cutânea, prurido, tontura, cãibra muscular, mialgia, neuropatia periférica, parestesia, pancreatite e anemia. Também foram raros os casos de: angioedema, dispnéia, síndrome do tipo lupus, urticária, vermelhidão, febre, fotossensibilidade, polimialgia reumática, artrite, artralgia, vasculite, trombocitopenia, eosinofilia, aumento de VHS e mal-estar.  (+ info)

algguem já fez a dieta da usp?


queria saber o que e vasculite mita , qual o tratamnto e se tem cura
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ja fiz e emagreci 8kg em 2 semanas, mas faca somente por 2 semanas ok! eu comia no cafe da manha um pacotinho de bolacha integral tipo club social
um grande abraco Dani

Cardápio da Dieta da USP
Primeiro Dia
Manhã : Café c/ bolacha
Almoço: 2 ovos cozidos e ervas a desejar .
Jantar : salada de alface com pepino e salsão à vontade
.
Segundo Dia
Manhã : Café com bolacha
Almoço: 1 bife grande com salada de frutas à gosto .
Jantar : Presunto à vontade .

Terceiro Dia
Manhã : Café com bolacha
Almoço: 2 ovos cozidos , salada de vagem e 2 torradas .
Jantar : presunto e salada
.
Quarto Dia
Manhã : Café com biscoito .
Almoço: 1 ovo cozido , 1 cenoura e queijo minas à vontade .
Jantar : Salada de frutas e iogurte natural .

Quinto Dia
Manhã : Café com bolacha
Almoço: Frango grelhado à vontade .
Jantar : 2 ovos cozidos com cenoura .

Sexto Dia
Manhã : Café com biscoito .
Almoço: Filé de peixe com tomate à vontade .
Jantar : 2 ovos cozidos com cenoura .

Sétimo Dia
Manhã : Café com bolacha
Almoço: Bife grelhado e frutas à vontade .
Jantar : Comer o que quiser , menos doce e bebidas alcoólicas  (+ info)

Alguem que entende do assunto ajuda por favor!? Minha mãe está sentindo formigamento nos braços e pernas e..?


Então, minha mãe está sentindo formigamento nos braços e pernas e está saindo umas manchinhas nos braços e uma na orelha, acho q se chamam petequias. Ela teve trombose a 2 meses atras.
Alguem sabe oque pode ser? Por favor, ajudem!!!!
OBS PARA O COLEGA ABAIXO: ela está no médico neste exato momento. Porém, como o pronto socorro eh bom, eles até agora n conseguiram descobrir oq ela tem, e ja se passaram umas 8 horas.
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olha se ela já teve trombose poderá ser esse o motivo do formigamento + a outros fatores q causam formigamento eu e meu esposo temos formigamento em pernas e braços por fatores diferentes, ele tem varizes e esta com má circulação, eu tenho neuropatia periférica syndrome do túnel do carpo q deu no resultado de uma eletro-neuromiografia e tbm problemas na coluna causa formigamento e dores em pernas e braços procure saber onde tem um bom médico espero q sua mãe melhore sei qnto é dificil depender do SUS.
leia o q eu pesquisei na web

Uma petéquia é um pequeno ponto vermelho no corpo (na pele ou mucosas), causado por uma pequena hemorragia de vasos sanguíneos.[1].
A causa mais comum de petéquias é o trauma físico, por exemplo, acessos de tosse severos, vômito e choro, que pode resultar em petéquias faciais, especialmente ao redor dos olhos. Nesses casos, as petéquias são completamente inofensivas e geralmente desaparecem dentro de alguns dias. A petéquia pode ser um sinal de trombocitopenia (baixa contagem de plaquetas). Também pode ocorrer quando a função das plaquetas estiver inibida (como um efeito colateral de medicações ou em certas infecções)[1].
A petéquia em adultos deve ser sempre rapidamente investigada. Ela pode ser interpretada como uma vasculite, uma inflamação de vasos sanguíneos, que requer tratamento imediato para prevenir danos permanentes. Algumas condições malignas também podem desencadear o aparecimento de petéquias. As petéquias devem ser investigadas por um profissional de saúde competente para que se possa excluir causas graves. Os dermatologistas podem ser os especialistas mais adequados nestas condições, porque eles podem identificar com mais facilidade se a condição é uma petéquia ou outras alterações semelhantes.  (+ info)

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