5 nomes de fármacos com ação no receptor adrenérgico?


E 5 fármacos antagonistas colinérgicos?
Ajuda ?? *_*
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5 farmacos com açãp no receptor adrenergico: noradrenalina, isoproterenol, tiramina, efedrina e adrenalina.

5 farmacos antagonistas colinergicos: Atropina – escopolamina ou hioscina – ipratrópio – propantelina - dicicloverina entre outros...  (+ info)

Olá,boa noite!Eu queria saber mais sobre extrassístoles,por favor me ajudem.?


Eu tenho 33 e estou impressionado com os meus batimentos cardíacos.Eu ja tive depressão psicossomática ( gástrica ),ha dez anos,me curei,não havia doença no estômago. Voltando as arritmias,fui ao cardiologista,este me solicitou um eletro e deu normal;um ecocardiograma também deu normal,um holter e deu 3 extrassístoles supraventriculares isoladas e suspeita de WPW em um dos canais.Então fui ao eletrofisiologista que sugeriu q eu fizesse um estudo eletrofisiológico,eu o fiz e o resultado foi:Induzido a taquicardia supraventricular não sustentada com maior precocidade VA a nível da região postero lateral esquerda.Mesmo com altas doses de isoproterenol a taquicardia não se sustentava e teve término espontâneo.Impressão:Taquicardia ortodrômica com condução retrógrada por via acessória,não passível de ablação por radiofrequência,sem evidencias de WPW,ou taquiarritmia induzida.
Por que ando tendo duas a três extrassístoles todas as noites,no mesmo horário?
será psicológico? sou mt ansioso.
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citando:
"As extra-sístoles nem sempre são indicadoras de doença do coração, porém, se forem percebidas, é conveniente que um cardiologista seja consultado. As extrassistoles costumam acontecer aleatoriamente em relação às sístoles normais. Se mantiverem uma regularidade, se acontecer uma extra-sístole após cada sístole normal chama-se isto de bigeminismo, se elas acontecerem sempre depois de duas sístoles normais, falamos em trigeminismo. Extra-sistoles podem acontecer esporadicamente, considera-se que até dez por minuto nem sempre seja uma manifestação de doença cardíaca."
http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?32


Bom, como já deve ter sido explicado a você, as extra sístoles são recorrentes em pessoas que não teem quaisquer problemas de coração. Você não tem bigenimismo nem trigeminismo, suas extra sístoles são isoladas do seu batimento cardíaco normal, logo não tem motivo para se preocupar.
Elas são resultado da sua ansiedade e preocupação, como você próprio reconheceu.
A ansiedade gera sintomas e os agrava, e se você passou por uma depressão psicossomática deve ter noção disso. Provavelmente você fica mais vulnerável às arritmias de noite porque você tem mais tempo para pensar nisso. A hora de ir dormir, por exemplo, é um horário propício para que isso aconteça.
Portanto tente não pensar tanto nisso. Se você reconhecer que as suas extra sístoles são de origem psicológica, e não orgânica, e não se preocupar tanto com isso, com certeza elas desapareceram.  (+ info)

carrinho de parada hospitalar como deve ser e como deve ficar?????????


O nome mais adequado é carrinho de emergência.

Profissionais de saúde devem estar preparados para atender, de forma sistematizada e padronizada, uma situação de emergência.
Para que isso ocorra, o treinamento da equipe é fundamental, e todo o material necessário para esse momento deve estar disponível de forma imediata.

Segue uma sugestão de carrinho de emergência em adultos

JUNTO AO CARRINHO:
Tábua de compressão torácica
Desfibrilador
Monitor

1ª GAVETA
Medicamentos mais utilizados em situações de emergências clínicas.

Para diluição:
- ABD Ampola com 5ml;
- ABD Ampola com 10ml;
- Cloreto de sódio – ampola de 10ml a 20%.

Aminofilina - Ampola de 10 ml com 240mg (24mg/ml).
Ação:
Dilatação dos brônquios e dos vasos pulmonares, através do relaxamento da musculatura lisa;
Dilatação das artérias coronárias e aumento do débito cardíaco e da diurese;
Estímulo do centro respiratório.
Diluir em SF 0,9% ou SG 5%.
Administração intravenosa lenta (10 a 20 min).
Não misturar ou infundir no mesmo acesso venoso:
Adrenalina, cálcio, dobutamina, dopamina, fenitoína, prometazina, meperidina, morfina, cefalosporinas em geral.

Atropina
Ampola de 1 ml com 0,5mg.
Ação:
Parassimpaticolítico: aumenta a freqüência cardíaca;
Broncodilatação;
Midríase;
Redução de salivação;
Antídoto na intoxicação por organofosforados.
Dose máxima em adultos: 2mg/dose.
Administração intravenosa: Pode ser feita sem diluir e em bólus rápido.
Administração endotraqueal: diluir para 3 a 5ml em soro fisiológico.

Bicarbonato de sódio
Ampola de 10ml a 8,4%.
Indicação:
Acidose metabólica;
Hipercalemia;
Hipermagnesemia;
Intoxicações por antidepressivos tricíclicos, cocaína ou bloqueadores dos canais de cálcio.
Na emergência:
Diluir a ampola a 1:1 com ABD e administrar a dose em, no mínimo, 2 minutos, direto na veia.
Fora das emergências:
Correr em 1-2 horas em bomba de infusão.
Lavar o acesso venoso com 3 a 5ml de SF imediatamente antes e imediatamente depois da administração em bólus.
Acesso venoso exclusivo.

Cloreto de potássio (KCl)‏
Ampola de 10 ml a 10%.
Indicação:
Reposição e prevenção de deficiência.
Deve ser diluído antes de administrar.

Diazepam
Ampola de 1 ml com 10 mg;
Ampola de 2 ml com 10 mg.
Ação:
Sedativo de ação longa (sem efeito analgésico);
Ansiolítico;
Anticonvulsivante;
Miorelaxante esquelético.
Bólus ou EV contínua;
Não administrar IM;
Não misturar com nenhuma droga na mesma seringa;
Na infusão contínua, trocar a solução de 4/4h;
Não infundir junto com adrenalina, bicarbonato, dexametasona, dobutamina, fentanil, furosemida, heparina, hidrocortisona, isoproterenol, lidocaína, meperidina, vitaminas.
EV: ter material de suporte ventilatório.

Dopamina / Revivan
Ampola de 10 ml com 50mg (5mg/ml).
Catecolamina endógena;
Ação:
Inotrópica;
Vasoconstritora sistêmica (pressora em doses altas);
Vasodilatadora renal (em doses baixas).
Geralmente usada diluindo-se uma ampola de 10ml com 5mg/ml em 240ml de SGI.
Paciente de 60 kg: infusão de 60 gotas/minuto = 180 ml/hora.
Pode ser misturada na mesma solução com dobutamina, adrenalina, noradrenalina, lidocaína, vecurônio ou atracurônio.
Não infundir junto com bicarbonato.

Epinefrina / Adrenalina
Ampola 1mg/1ml.
Ação:
Inotrópico (aumenta a contratilidade miocárdica);
Cronotrópico (aumenta a freqüência cardíaca);
Aumenta a resistência vascular periférica;
Aumenta a PA (melhorando a perfusão coronariana).
EV: 1 ampola por dose a cada 3 minutos.
Preferencialmente em veia central em acesso exclusivo;
Não associar com bicarbonato na mesma via.

Hidantal / Fenitoína sódica
Ampola de 5ml a 5% (50mg/ml).
Ação:
Anticonvulsivante;
Antiarrítmico.
Não infundir junto com glicose, amicacina, aminofilina, bicarbonato, dobutamina, cálcio, heparina, hidrocortisona, lidocaína, morfina.
Diluir em SF para 1 a 10mg/ml para evitar flebite;
Infundir em 20 a 30 minutos;
Após a infusão, lavar equipo e cateter com SF;
Usar em 1 hora após diluição.

Amiodarona / Ancoron
Ampola de 3 ml com 150mg (50mg/ml).
Ação:
Antiarrítmico.
EV: preferir fazer em bólus direto, lento (5 minutos), e evitar correr em equipo (devido a liberação de substância tóxica em contato com plásticos).
Não misturar ou infundir no mesmo acesso:
Aminofilina, Bicarbonato de sódio, cefazolina, cloreto de sódio e heparina.

Fentanil
Frasco de 10 ml com 0,0785 mg/ml.
Ação:
Analgésico opióide 100 vezes mais potente que a morfina.
EV: bólus lento (3 minutos). Injeção muito rápida pode provocar rigidez torácica e muscular, broncoconstrição ou laringoespasmo.
Não misturar na mesma seringa ou na mesma linha com fenobarbital ou pentobarbital.

Gardenal / Fenobarbital
Ampola de 1 ml com 200mg.
Indicação:
Profilaxia e tratamento das crises tônico-clônicas generalizadas, crises parciais simples.
EV: infusão lenta (1mg/kg/min);
Diluir em qualquer tipo de soro.
Verificar se a apresentação é para uso EV.

Furosemida / Lasix
Ampola de 2ml com 20mg (10mg/ml).
Diurético de alça.
Indicações:
ICC;
Hipertensão;
Hipervolemia;
Edema por insuficiência renal.
EV sem diluir ou diluída a 1mg/ml.
Não misturar com cálcio, cefalosporinas, dopamina, dobutamina, hidrocortisona, gentamicina, midazolan, morfina.

Prometazina / Fenergan
Ampola de 2 ml com 50mg.
Ação:
Anti-histamínico H1 com ação antialérgica, antivertiginoso, antiemético e sedativo hipnótico;
Uso EV: infundir sem diluir em 3 minutos sem deixar extravasar (necrose de subcutâneo). Injeção acidental em artéria causa lesão grave na extremidade.

Cedilanide / Lanatosídeo C
Ampola de 2ml (0,2 mg/ml).
Digitálico de ação curta;
Uso EV.

Sulfato de magnésio
Ampola de 10ml a 50%.
Anticonvulsivante;
Uso EV ou IM.

Hidrocortisona / Solu-cortef
Frasco-ampola com 500mg + diluente (2ml).
Ação:
Glicocorticóide. Usado na asma grave, reposição hormonal na insuficiência supra renal e doenças inflamatórias;
Uso EV;
Não esquecer de realizar desinfecção na tampa com fricções de álcool 70%.

Heparina / Liquemine
Frasco 5 ml;
Ampola de 0,25ml com 500UI.
Anticoagulante;
Uso subcutâneo: recomenda-se não aspirar e não massagear o local da aplicação para evitar trauma do tecido.

Midazolan / Dormonid
Ampola de 3 ml com 15mg.
Ampola de 1 ml com 5mg.
Agente indutor do sono, sedativo e anticonvulsivante;
Uso EV contínua (bomba de infusão) ou bólus lento em 2 a 3 min; pode ser IM quando o paciente estiver sem acesso venoso.

Haldol / Haloperidol
Ampola de 1ml com 5mg.
Antipsicótico, neuroléptico incisivo;
Uso IM ou EV lenta.

Adalat / Nifedipina
Cápsula sublingual 10mg
Anti-hipertensivo e antiarrítmico;
Uso sublingual: Deve-se furar a cápsula, colocar na boca e morder devagar para expelir o conteúdo, deixá-la debaixo da língua e depois engolir.

Isordil
Cápsula sublingual 10mg.
Vasodilatador coronariano;
Uso sublingual: não mastigar.

Gluconato de cálcio
Frasco-ampola com 10ml a 10% (100mg/ml).
Na parada cardiorespiratória tem importância secundária e deve ser usado só nos casos com hipocalcemia.
Uso EV por bólus: deve ser lenta no máximo de 0,5ml/min;
Não deve ser infundido ou diluído com bicarbonato, pois precipita. Lavar com soro fisiológico a via antes e depois de se infundir;
Se infiltrar provoca esclerose da veia e necrose tecidual.

Glicose hipertônica
Ampola de 20ml a 50%.
A glicose é importante na reanimação e nas emergências como choque, parada cardíaca, coma e insuficiência respiratória grave e durante convulsões;
É preferencial que seja realizada uma glicemia capilar antes de se administrar a glicose.
Uso EV por bólus: diluir a glicose em igual volume de ABD;
O uso de soluções acima de 25% em bólus ou de 12,5% em infusão contínua por tempo prolongado pode levar a esclerose e trombose de veias.

Cloridrato de lidocaína / Xylocaína
Anestésico local.
Antiarrítmico.

2ª GAVETA

Agulhas 25 x 7
Agulhas 40 x 12
Jelco nº 20
Jelco nº 18
Jelco nº 22
Cateteres Subclávia nº 16
Equipo Macrogotas
Equipo Microgotas
Sonda Uretral nº 8
Sonda Uretral nº 12
Sonda Uretral nº 16
Sonda Nasogástrica nº 12
Sonda Nasogástrica nº 16
Lâmina de Bisturi
Naylon 3,0 com agulha
Scalp nº 19
Scalp nº 21
Scalp nº 23
Seringa 1 ml
Seringa 3 ml
Seringa 5 ml
Seringa 10 ml
Seringa 20 ml
Three Way
Xilocaína Geléia

3ª GAVETA

Bicarbonato de Sódio 5%
Eletrodos
Luvas Cirúrgicas nº 7,5
Luvas Cirúrgicas nº 8,0
Soro Glicosado 5% 250ml
Soro Glicosado 5% 500ml
Soro Fisiológico 0,9% 250ml
Soro Fisiológico 0,9% 500ml
Tubo nº 7,0
Tubo nº 7,5
Tubo nº 8,0
Tubo nº 8,5
Tubo nº 9,0

4ª GAVETA

Ambu
Cânula de Guedel
Guia de tubo
Lâmina para Laringo (Nº 2, 3 e 4)‏
Laringoscópio
Látex
Máscara de Hudson
Óculos Protetor
Umidificador

Espero ter ajudado.  (+ info)

me ajudem!! medicina?


1.quais sao as sao as medicacoes que ficam no carrinho de emergencia
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JUNTO AO CARRINHO:
Tábua de compressão torácica
Desfibrilador
Monitor

1ª GAVETA
Medicamentos mais utilizados em situações de emergências clínicas.

Para diluição:
- ABD Ampola com 5ml;
- ABD Ampola com 10ml;
- Cloreto de sódio – ampola de 10ml a 20%.

Aminofilina - Ampola de 10 ml com 240mg (24mg/ml).
Ação:
Dilatação dos brônquios e dos vasos pulmonares, através do relaxamento da musculatura lisa;
Dilatação das artérias coronárias e aumento do débito cardíaco e da diurese;
Estímulo do centro respiratório.
Diluir em SF 0,9% ou SG 5%.
Administração intravenosa lenta (10 a 20 min).
Não misturar ou infundir no mesmo acesso venoso:
Adrenalina, cálcio, dobutamina, dopamina, fenitoína, prometazina, meperidina, morfina, cefalosporinas em geral.

Atropina
Ampola de 1 ml com 0,5mg.
Ação:
Parassimpaticolítico: aumenta a freqüência cardíaca;
Broncodilatação;
Midríase;
Redução de salivação;
Antídoto na intoxicação por organofosforados.
Dose máxima em adultos: 2mg/dose.
Administração intravenosa: Pode ser feita sem diluir e em bólus rápido.
Administração endotraqueal: diluir para 3 a 5ml em soro fisiológico.

Bicarbonato de sódio
Ampola de 10ml a 8,4%.
Indicação:
Acidose metabólica;
Hipercalemia;
Hipermagnesemia;
Intoxicações por antidepressivos tricíclicos, cocaína ou bloqueadores dos canais de cálcio.
Na emergência:
Diluir a ampola a 1:1 com ABD e administrar a dose em, no mínimo, 2 minutos, direto na veia.
Fora das emergências:
Correr em 1-2 horas em bomba de infusão.
Lavar o acesso venoso com 3 a 5ml de SF imediatamente antes e imediatamente depois da administração em bólus.
Acesso venoso exclusivo.

Cloreto de potássio (KCl)‏
Ampola de 10 ml a 10%.
Indicação:
Reposição e prevenção de deficiência.
Deve ser diluído antes de administrar.

Diazepam
Ampola de 1 ml com 10 mg;
Ampola de 2 ml com 10 mg.
Ação:
Sedativo de ação longa (sem efeito analgésico);
Ansiolítico;
Anticonvulsivante;
Miorelaxante esquelético.
Bólus ou EV contínua;
Não administrar IM;
Não misturar com nenhuma droga na mesma seringa;
Na infusão contínua, trocar a solução de 4/4h;
Não infundir junto com adrenalina, bicarbonato, dexametasona, dobutamina, fentanil, furosemida, heparina, hidrocortisona, isoproterenol, lidocaína, meperidina, vitaminas.
EV: ter material de suporte ventilatório.

Dopamina / Revivan
Ampola de 10 ml com 50mg (5mg/ml).
Catecolamina endógena;
Ação:
Inotrópica;
Vasoconstritora sistêmica (pressora em doses altas);
Vasodilatadora renal (em doses baixas).
Geralmente usada diluindo-se uma ampola de 10ml com 5mg/ml em 240ml de SGI.
Paciente de 60 kg: infusão de 60 gotas/minuto = 180 ml/hora.
Pode ser misturada na mesma solução com dobutamina, adrenalina, noradrenalina, lidocaína, vecurônio ou atracurônio.
Não infundir junto com bicarbonato.

Epinefrina / Adrenalina
Ampola 1mg/1ml.
Ação:
Inotrópico (aumenta a contratilidade miocárdica);
Cronotrópico (aumenta a freqüência cardíaca);
Aumenta a resistência vascular periférica;
Aumenta a PA (melhorando a perfusão coronariana).
EV: 1 ampola por dose a cada 3 minutos.
Preferencialmente em veia central em acesso exclusivo;
Não associar com bicarbonato na mesma via.

Hidantal / Fenitoína sódica
Ampola de 5ml a 5% (50mg/ml).
Ação:
Anticonvulsivante;
Antiarrítmico.
Não infundir junto com glicose, amicacina, aminofilina, bicarbonato, dobutamina, cálcio, heparina, hidrocortisona, lidocaína, morfina.
Diluir em SF para 1 a 10mg/ml para evitar flebite;
Infundir em 20 a 30 minutos;
Após a infusão, lavar equipo e cateter com SF;
Usar em 1 hora após diluição.

Amiodarona / Ancoron
Ampola de 3 ml com 150mg (50mg/ml).
Ação:
Antiarrítmico.
EV: preferir fazer em bólus direto, lento (5 minutos), e evitar correr em equipo (devido a liberação de substância tóxica em contato com plásticos).
Não misturar ou infundir no mesmo acesso:
Aminofilina, Bicarbonato de sódio, cefazolina, cloreto de sódio e heparina.

Fentanil
Frasco de 10 ml com 0,0785 mg/ml.
Ação:
Analgésico opióide 100 vezes mais potente que a morfina.
EV: bólus lento (3 minutos). Injeção muito rápida pode provocar rigidez torácica e muscular, broncoconstrição ou laringoespasmo.
Não misturar na mesma seringa ou na mesma linha com fenobarbital ou pentobarbital.

Gardenal / Fenobarbital
Ampola de 1 ml com 200mg.
Indicação:
Profilaxia e tratamento das crises tônico-clônicas generalizadas, crises parciais simples.
EV: infusão lenta (1mg/kg/min);
Diluir em qualquer tipo de soro.
Verificar se a apresentação é para uso EV.

Furosemida / Lasix
Ampola de 2ml com 20mg (10mg/ml).
Diurético de alça.
Indicações:
ICC;
Hipertensão;
Hipervolemia;
Edema por insuficiência renal.
EV sem diluir ou diluída a 1mg/ml.
Não misturar com cálcio, cefalosporinas, dopamina, dobutamina, hidrocortisona, gentamicina, midazolan, morfina.

Prometazina / Fenergan
Ampola de 2 ml com 50mg.
Ação:
Anti-histamínico H1 com ação antialérgica, antivertiginoso  (+ info)

euthyrox x synthoid?


eu tenho hipotireoidismo e tava tomando euthyrox 25mcg
agora to tomando synthoid 50mcg to tendo muito pesadelo
e to tendo muito apetite,com o euthyrox eu nao tava tendo fome...to um pouco preocupada
alguem ai pode me falar alguma coisa sobre o synthoid
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Pacientes e pais (ou responsáveis) de crianças submetidas a tratamento com levotiroxina (euthyrox) devem saber:
1. A terapia de reposição hormonal é essencial para a vida, exceto nos casos de hipotiroidismo transitório.
2. Surgindo sinais ou sintomas de superdosagem de levotiroxina, como p. ex.: dor no peito, pulso rápido e irregular, insônia, irritabilidade, tremor, cefaléia , rash cutâneo e vômito, o tratamento com SynthroidTM deve ser interrompido e o médico imediatamente informado. Outras manifestações, como febre , alteração menstrual, perda de peso, intolerância ao calor, sudorese excessiva, cãibras, diarréia e perda de apetite não exigem interrupção do tratamento, mas o médico deve ser informado.
3. Pacientes com diabetes mellitus : podem necessitar de reajustes nas doses de medicação antidiabética. O tratamento com levotiroxina geralmente aumenta as necessidades de hipoglicemiantes orais e de insulina .
4. Pacientes em uso de anticoagulantes orais: o tempo de protrombina deve ser avaliado com maior freqüência para se determinar a necessidade de reajustes posológicos.
5. Queda parcial de cabelos pode ser verificada em crianças nos primeiros meses da terapia com levotiroxina. Entretanto, este fenômeno é em geral transitório.

Gravidez e lactação: com base nos conhecimentos atuais, a terapia de reposição hormonal com levotiroxina não oferece riscos para o feto ou para a mãe durante a gravidez. A quantidade de levotiroxina excretada pelo leite humano é mínima e não está associada a nenhum efeito colateral ou potencial carcinógeno. Quantidades adequadas de levotiroxina são necessárias para manter a lactação normal. Portanto, a terapia com SynthroidTM não deve ser interrompida durante a gestação ou amamentação. Entretanto, informe ao médico se, durante o tratamento, houver suspeita de gravidez ou estiver amamentando. Nestes casos, é importante avaliar a necessidade de reajuste na posologia de SynthroidTM.

Contra-indicação: alergia a levotiroxina ou a qualquer componente do produto.

Precauções: informe sempre ao médico sobre possíveis doenças cardíacas, renais, hepáticas ou outras que esteja apresentando, para receber uma orientação adequada.
Informe ao médico sobre qualquer medicamento que esteja tomando, antes do início ou durante o tratamento com SynthroidTM.

Contra-indicações:

Insuficiência adrenocortical diagnosticada mas não corrigida e tireotoxicose não tratada.
Hipersensibilidade a levotiroxina ou a algum componente da fórmula.

- Precauções:

Gerais:

Antes de iniciar o tratamento com SynthroidTM é conveniente investigar a existência de cardiopatias, hipertensão arterial , diabetes , D. Addison, insuficiência adrenocortical ou ainda, se o paciente faz uso de efedrina, epinefrina ou isoproterenol para tratamento de asma .
A terapia com SynthroidTM deve ser iniciada com doses baixas, ex., 25 - 50 mcg de levotiroxina (T4), nas situações onde a integridade do sistema cardiovascular possa estar comprometida (angina pectoris, idosos, etc.).
Em tratamento prolongado (2 a 6 meses), se não houver resposta eficaz com doses ideais ou personalizadas, recomenda-se que o diagnóstico seja reavaliado.

- Observação:

A obesidade sem hipotireoidismo não constitui uma indicação para os hormônios tireoidianos usados isoladamente ou em associação. Em doses pequenas são desprovidas de ação e em doses elevadas, tornam-se perigosos, especialmente se associados a substâncias do tipo anfetamina (anorexígeno). A atividade e os eventuais sinais de intolerância só aparecem após um período de latência de 15 dias a 1 mês.

- Gravidez e lactação:

Os hormônios tireoidianos não atravessam a barreira placentária. A quantidade excretada pelo leite materno é mínima e não está associada a nenhum efeito colateral ou potencial carcinógeno. Quantidades adequadas de levotiroxina são necessárias para manter a lactação normal.
Os resultados de experiência clínica, não indicam qualquer efeito indesejável para o feto ou para a mãe, quando hormônios tireoidianos são administrados durante a gravidez ou lactação.
Com base nos conhecimentos atuais, a terapia de reposição hormonal com SynthroidTM não oferece riscos para o feto ou para a mãe durante a gestação e lactação.
O tratamento com SynthroidTM, não deve ser interrompido durante a gravidez ou lactação. Nestes casos é importante avaliar a necessidade de reajuste na posologia de SynthroidTM.

- Interações medicamentosas:

SynthroidTM em tratamento concomitante com:
1 - Anfetaminas, anticoagulantes orais, antidepressivos, digital, efedrina, epinefrina e metilfenidato: Potencializa os efeitos destas substâncias.
2 - Barbitúricos: Diminui os efeitos dos barbitúricos.
3 - Contraceptivos orais e colestiramina: reduz o efeito do SynthroidTM.
4 - Aspirina e fenitoina: aumentam o efeito do SynthroidTM.
5 - Antidiabéticos: podem necessitar reajuste posológico.

- Reações adversas:

Estão em geral ligadas à própria ação do hormônio tireoidiano, por superdosagem ou subdosagem terapêutica.
Superdosagem (sinais e sintomas de hipertireoidismo ): dor torácica, batimentos cardíacos irregulares, diminuição da respiração, vômito, diarréia , mãos trêmulas, câimbras nas pernas, sudorese, alterações no apetite, febre , cefaléia , alterações do período menstrual, irritabilidade, insônia e perda de peso.
Dose subterapêutica (hipotireoidismo ): inaptidão, apatia , cansaço, sonolência, alterações no período menstrual, desinteresse, cefaléia , constipação, fraqueza, ganho de peso, pele desidratada e sem elasticidade, mialgias contínuas.


Boa Sorte e fique com Deus...  (+ info)

explique detalhadamente o mecanismo de ação dos agonista alfa2 adrenégicos?


A maioria das drogas adrenérgicas são derivadas da beta-feniletilamina. Substituições no anel benzênico ou cadeias laterais de etilamina produzem uma grande variedade de componentes com várias funções, para diferenciar entre receptores A e B, e para penetrar no SNC.
Dois importantes aspectos estruturais destes drogas são o número e a localização das substituições de OH no anel benzênico e a natureza do substituto no nitrogênio-amina.

A - Catecolaminas:

Aminas simpatomiméticas que contém o grupo 3,4dihidroxibenzeno, como a Epinefrina, Norepinefrina, Isoproterenol e Dopamina.

Elas compartilham as seguintes propriedades:

1- alta potência: drogas que são derivadas de catecóis (com grupos OH nas posições 3 e 4 no anel benzênico) demonstram a potência mais alta em ativar receptores alfa e beta.

2- inativação rápida: não apenas as catecolaminas são metabolizadas pelo COMT pós-sináptico e pela MAO intraneuronal, mas eles são metabolizados em outros tecidos.
Por exemplo, o COMT está na parede intestinal e a MAO está na parede intestinal e no fígado. Deste modo, as catecolaminas têm um breve período de ação quando administradas por via parenteral, e são ineficientes quando administradas oralmente por causa da inativação.

3- Penetração pobre : as catecolaminas são polares e portanto não penetram prontamente no SNC. Entretanto, a maioria destes drogas têm alguns efeitos clinicos (ansiedade, tremor e cefaléia) que são atribuíveis a ação no SNC.

B- Não-Catecolaminas:

Compostos ausentes de grupos hidroxil-catecol, têm meia vida maior, desde que não sejam inativados pelo COMT.
Isto inclui a Fenilefrina, Efedrina e a Anfetamina.
A Fenilefrina tem um único OH na posição 3 do anel benzênico, enquanto na Efedrina falta hidroxilas no anel; mas tem uma substituição metil no carbono a.
Estes são substratos pobres para MAO e portanto, demonstram ação prolongada, já que a MAO é uma importante rota de desintoxicação.
A solubilidade lipídica aumentada de muitas não-catecolaminas permitem maior acesso ao SNC.
Estes compostos podem agir indiretamente causando a liberação das catecolaminas estocadas.

C- Substituiçao Do Nitrogênio-Amina:

A natureza e o tamanho do substituto do nitrogênio-amina é importante na determinação da seletividade beta do agonista adrenérgico.
Por exemplo, Epinefrina com -C H 3 substituto no nitrogênio-amina é mais potente nos receptores beta do que a Norepinefrina a qual tem uma amina não substituida.
Similarmente o Isoproterenol com um isopropil substituto -CH (CH3) 2 no nitrogênio-amina é um poderoso beta agonista com pequena atividade.

D- Mecanismo De Acão Dos Agonistas Adrenérgicos:

1- AGONISTAS DE AÇÃO DIRETA: estas drogas atuam diretamente nos receptores alfa ou beta, produzindo efeitos semelhantes àqueles que ocorrem após estimulação de nervos simpáticos ou redução do hormônio epinefrina da medula adrenal.
Exemplos: Epinefrina, Norepinefrina, Isoproterenol e Fenilefrina.

2- AGONISTAS DE AÇÃO INDIRETA: estes agentes que incluem anfetamina e tiramina agem no neurônio pré-sináptico e causam a liberação de norepinefrina dos reservatórios citoplasmáticos ou vesículas do neurônio adrenérgico. Com a estimulação neuronal, a norepinefrina promove a sinapse e se liga aos receptores alfa ou beta.

3- AGONISTAS DE AÇÃO MISTA: alguns agonistas como a Efedrina e o Metaramenol têm ambos a capacidade de estimular diretamente adrenoceptores e reduzir a Norepinefrina dos neurônios adrenérgicos.  (+ info)

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