Quais doenças são descobertas no teste do pezinho?


Se um bebê com hipotireoide congenito, inicia o tratamento com 2 meses,pode dar resultado?


O que significa quando a anti-tiroglobulina está elevada?


  • Considerando que o nivel de TSH (2,89uUI/ml) esteja dentro do normal e o T4 livre tambem dentro do normal (1,20ng/dl). Sendo que anti-tiroglobulina (457,0 IU/ml) e o antiestreptolisina O (277 Iu/Ml). Esses dois últimos alterados. Alguém poderia me dá uma ajuda
  • A regulação da função tireoidiana começa no hipotálamo, com a secreção do hormônio liberador de tireotrofina (TRH), que por sua vez estimula a síntese e a liberação do hormônio estimulador da tireóide (TSH). A secreção de TSH é regulada não apenas pelo TRH, mas também pelos níveis de T4 e T3 livres circulantes. Inúmeras drogas, bem como alguns hormônios, podem interferir na função tireoidiana. Hipertireoidismo O hipertireoidismo é decorrente do excesso de hormônios tireoidianos circulantes. Laboratorialmente, caracteriza-se por TSH suprimido e T3 e/ou T4 elevados. Uma vez que os hormônios tireoidianos circulam no sangue ligados às proteínas, e que apenas a fração livre do hormônio é metabolicamente ativa, nos casos que cursam com a diminuição da TBG (thyroid binding globulin), podemos encontrar apenas as frações livres de T3 e T4 elevadas, enquanto os níveis séricos do T3 e T4 totais podem estar em níveis normais ou até baixos. A causa mais comum é a doença de Basedow Graves, ou bócio difuso tóxico (85% dos casos). É uma doença auto-imune causada por auto-anticorpos circulantes dirigidos contra receptores na superfície da célula tireoidiana: anticorpos estimuladores da tireóide (TSAB). Podem ocorrer anticorpos que não estimulam a função tireoidiana, mas tão-somente se ligam ao receptor de TSH. A diversidade de ação desses anticorpos gera variações na expressão clínica da doença, bem como uma variedade de denominações e testes para detectá-los. O denominado anticorpo anti-receptor de TSH (TRAB) identifica a presença de anticorpos que se ligam ao receptor de TSH, independentemente de sua ação ser estimulatória ou não. Outras etiologias do hipertireoidismo são bócio nodular tóxico, tumores secretores de HCG, tumores hipofisários, carcinomas tireoidianos, ingestão excessiva de iodo, hipertireoidismo factício por uso de T3 e/ou T4 e tireoidite. Os sintomas clínicos de tireotoxicose estão relacionados a efeitos catabólicos e hipermetabólicos causados pelo aumento da atividade em vários tecidos e maior sensibilidade às catecolaminas: perda de peso e de massa muscular, dispnéia, fadiga, nervosismo, irritabilidade, insônia, tremor, intolerância ao calor, sudorese excessiva, taquicardia, palpitações, pele quente e úmida. A maioria dos pacientes tem manifestações de oftalmopatia não-infiltrativa, com olhar brilhante e lid lag. A oftalmopatia infiltrativa manifesta-se com protrusão do globo ocular (exoftalmopatia). Pode ocorrer ainda edema pré-tibial. A tempestade tireoidiana é uma emergência caracterizada pela intensificação dos sinais e sintomas de tireotoxicose acrescida à febre. Em idosos, é freqüente a ocorrência de insuficiência cardíaca congestiva, e a febre pode não estar presente. A progressão para coma, choque e morte pode ocorrer em qualquer paciente com tireotoxicose não-controlada submetido a estresse ou infecção, como por exemplo pneumonia. Hipotireoidismo O hipotireoidismo surge quando os níveis de hormônios tireoidianos são insuficientes para preencher as necessidades metabólicas das células. Laboratorialmente, caracteriza-se pela elevação dos níveis séricos do TSH e pela diminuição dos níveis de T3 e T4. O hipotireoidismo pode ser congênito ou adquirido. O hipotireoidismo primário consiste na deficiência tireoidiana propriamente dita, e é responsável pela maioria dos casos de hipotireoidismo congênito, que ocorre em aproximadamente 1 por 4.000 nascimentos. O hipotireoidismo secundário é conseqüente à falência hipofisária na secreção de TSH e, geralmente, se deve a tumor hipofisário. Já o hipotireoidismo terciário resulta da falência hipotalâmica na secreção de TRH, geralmente causada por tumor, insuficiência vascular, infecção, processo infiltrativo ou trauma. O hipotireoidismo adquirido é a secreção inadequada dos hormônios tireoidianos devido a dano à glândula tireóide, como os causados por tireoidite crônica, cirurgia, tratamento com iodo radioativo para hipertireoidismo ou câncer, atrofia idiopática e câncer metastático. A tireoidite crônica, chamada tireoidite de Hashimoto, é a causa mais freqüente de hipotireoidismo primário adquirido. É uma doença auto-imune resultante da infiltração da glândula tireóide por linfócitos, células plasmáticas e tecido conjuntivo. Pode ser geneticamente determinada e leva à produção de linfócitos sensibilizados e anticorpos contra a glândula tIreoidiana, podendo, eventualmente, causar a destruição do tecido tireoidiano. Acima de 50 anos de idade, o número de novos casos diagnosticados tem aumentado exponencialmente. A manifestação clínica pode variar, e o paciente pode ser hipotireoidiano, eutireoidiano ou hipertireoidiano. Clinicamente, o hipotireoidismo congênito ou cretinismo está associado a pescoço curto e largo, língua aumentada e protrusa, pernas curtas, abdômen distendido, voz ou choro rouco, pele seca, letargia e retardo mental. Esses sintomas se manifestam caso o tratamento do recém-nato não seja iniciado precocemente. A deficiência adquirida dos hormônios tireoidianos torna mais lentos os processos metabólicos, acarretando fadiga, lentidão mental, alterações de personalidade, déficit de memória, intolerância ao frio, dispnéia de esforço, rouquidão, constipação e parestesias. O hipotireoidismo grave é denominado mixedema e carateriza-se pela infiltração da pele por mucopolissacarídeos, com a face edemaciada, especialmente em torno dos olhos. A língua apresenta-se aumentada, e o espessamento das cordas vocais leva à rouquidão. Ocorrem bradicardia e ganho de peso, a contratilidade miocárdica é reduzida, e a freqüência cardíaca torna-se mais lenta. A anemia pode estar presente e ser conseqüência de hipometabolismo, de redução das necessidades de oxigênio e de diminuição da eritropoietina. O coma mixedematoso é a apresentação mais severa do hipotireoidismo: coma, hipotermia, hipoglicemia, hipotensão, hiponatremia e falência respiratória com alta taxa de mortalidade. Tireoidites As tireoidites podem ser classificadas como aguda, subaguda, crônica e fibrótica (ou tireoidite de Riedel). As manifestações clínicas variam de acordo com o tipo de tireoidite. A tireoidite aguda é rara, e caracteriza-se por abscesso e supuração da glândula tireóide. O início é abrupto, com febre, calafrios e mal-estar. Geralmente, é provocada por uma infecção bacteriana, particularmente por estafilococos, estreptococos ou pneumococos, por disseminação de focos sépticos ou secundária a lesão do pescoço. A tireoidite subaguda, conhecida como tireoidite de Quervain, é possivelmente causada por um vírus, podendo ser acompanhada de infecção do trato respiratório superior, dor na região da tireóide e febre. A tireoidite crônica, também conhecida como linfocítica, ou doença de Hashimoto, é uma moléstia auto-imune com intenso infiltrado inflamatório crônico da glândula tireoidiana. A presença de auto-anticorpos acarreta eventualmente a destruição do tecido tireoidiano. As manifestações da tireoidite de Hashimoto são extremamente variáveis, podendo ser do tipo hipo, hiper- ou eutireoidismo. O sinal principal é a presença de um bócio indolor. Em estágios finais, quando a fibrose é importante, o paciente pode não ter bócio. A tireoidite de Riedel é de etiologia desconhecida e caracteriza-se por fibrose extensa. Neoplasias Tireoidianas Podem ocorrer isoladamente ou associadas a bócios nodulares benignos. Alguns adenomas são normofuncionantes, e outros são hiperfuncionantes. Os adenomas foliculares são tumores encapsulados, benignos, e os mais comumente encontrados. O carcinoma tireoidiano é mais freqüente em pacientes submetidos a irradiação do pescoço na infância. Os tumores malignos são classificados como papilífero, folicular, indiferenciado, medular e epidermóide. O carcinoma papilífero é o mais freqüente. O carcinoma medular é responsável por 5% dos cânceres e é derivado das células parafoliculares da tireóide. Pode ocorrer esporadicamente ou ter um padrão familiar, associado a outras neoplasias endócrinas. Hormônio Estimulante da Tireóide (TSH) É muito útil no diagnóstico do hipotireoidismo primário, sendo o primeiro a se alterar. Na fase inicial da doença, apenas o TSH se encontra elevado, enquanto os níveis séricos do T3 e T4 permanecem normais. Com a introdução de ensaios ultra-sensíveis, a dosagem de TSH tornou-se valiosa para a detecção do hipertireoidismo, substituindo em muitos casos a prova do TRH. Tiroxina (T4) Anticoncepcionais, gravidez e beta-bloqueadores elevam os níveis de T4, sem que isso necessariamente signifique doença tireoidiana. Outros fatores que podem interferir são uso de hormônios tireoidianos, alteração congênita dos níveis de TBG, uso de salicilatos, diazepam e corticóides, desnutrição, patologias hepá-ticas ou renais, outras drogas e a presença de anticorpos anti-T4. É útil no diagnóstico do hiper- e do hipotireoidismo. Nos casos de hipotireoidismo primário, é a segunda alteração laboratorial a surgir. Após a elevação do TSH, ocorre a diminuição do T4, podendo o T3 ainda permanecer em níveis normais. Apenas nos estados mais avançados da doença ocorrerá diminuição do T3. Tiroxina Livre (T4L) A fração livre reflete o efeito metabólico do hormônio, sendo indicada para avaliação do hiper- e do hipotireoidismo, minimizando a influência das proteínas séricas. Torna-se, assim, mais valiosa do que a dosagem do T4 total, especialmente em grávidas ou em mulheres em uso de anticoncepcionais. É apontado como interferente o uso de hormônio exógeno, de drogas antitireoidianas e de beta-bloqueadores. PM

O que quer dizer a proteína funilcetonurico?


Gostaria de saber o que e essa doenca pois a minha mulher esta com suspeita de pequena onfalocele o que?


  • eu quero saber se tem cura para essa doenca pois a minha mulher esta com suspeita se confirmada tem cura ou nao
  • onfalocele: consiste num defeito congênito em que as vísceras abdominais, recobertas apenas por fina membrana, expõem-se através de uma abertura na região umbilical e supra-umbilical. A onfalocele, é uma anomalia de fechamento do abdome do bebê. Assemelha-se a uma grande hérnia de umbigo que faz com que o conteúdo abdominal do feto – fígado e alças intestinais, por exemplo – fique fora da barriga, embora recoberto pela membrana que forma a parede abdominal

como chama-se o médico que trata de pessoas adultas com raquitismo?


  • Tenho baixa estatura e estou à procura de um profissional para tentar aumentar minha altura, porém não sei que nome se dá ao médico.
  • Com certeza Endocrinologista. Pois raquitismo é um dos sintomas de hipotiroidismo. E o seria hipotiroidismo? A tireóide é uma glândula, isto é, um órgão, que se localiza na região anterior do pescoço, logo abaixo do pomo-de-adão, aquela saliência que é bem visível em pessoas mais magras, principalmente nas do sexo masculino. Sua função é produzir, armazenar e liberar hormônios na corrente sanguinea. Esses hormônios mantêm o equilíbrio e o funcionamento harmonioso do organismo e são conhecidos como T3 (triiodotironina) e T4 (tiroxina). A tireóide produz hormônios que regulam várias funções de nosso organismo. Se ela funcionar em excesso, liberando hormônios mais do que nosso metabolismo necessita, ocorre o hipertireoidismo. Se, ao contrário, ela libera para o sangue uma quantidade insuficiente de hormônios, vai causar o hipotireoidismo. Problemas na tireóide podem aparecer em qualquer fase da vida. Alguns bebês nascem sem essa glândula. Em outros, ela funciona mal. Os dois casos chamados hipotireoidismo congênito. A falta de hormônio tireoidiano é muito grave no recém-nascido, pois o bom funcionamento da glândula é fundamental para todo o desenvolvimento da criança, inclusive o neurológico e o motor. Na criança, não se deve nunca esquecer de que o hipotireoidismo pode ser a causa de mau aproveitamento escolar, distração ou queda do rendimento de um aluno (cretinismo). Crianças com baixos níveis de hormônios no organismo têm o ritmo de crescimento prejudicado. Indivíduos de todas as faixas etárias, e de ambos os sexos, podem apresentar problemas tireoidianos, mas o hipotireoidismo é mais freqüente em mulheres e acima de 60 anos. Por isso, a suspeita é sempre maior nos idosos. A falta de produção de hormônios tireoidianos causa uma diminuição de energia em todo o organismo. Os sintomas mais freqüentes são a falta de disposição, cansaço constante, muito sono e frio. O coração bate mais devagar, o intestino fica preso. Ocorre também diminuição da memória, dores musculares e articulares, tristeza e até depressão. A pele fica seca, o cabelo seco e quebradiço, as unhas lascam facilmente; há uma tendência de ganho de peso, pois o organismo tende a reter líquido e os níveis de colesterol aumentam. No entanto, todos esses sintomas são muito inespecíficos, ou seja, várias outras doenças podem causá-los. Na verdade, como o hipotireoidismo se instala geralmente de forma lenta, é freqüente a pessoa não notar nenhuma mudança significativa no organismo. Para saber com certeza se você tem hipotireoidismo, seu médico vai pedir a dosagem do hormônio que estimula a tireóide, o TSH (produzido por outra glândula de nosso organismo, chamada hipófise), e talvez a do T4 (como dissemos, produzido pela tireóide) livre de proteínas. Esses exames são os melhores para diagnóstico de hipotireoidismo atualmente. No indivíduo que tem a doença o TSH aumenta e o T4 livre diminui. O tratamento do hipotireoidismo é feito com comprimidos, que nada mais são do que a versão sintética do hormônio que a glândula tireóide deixou de fabricar ou produz de forma insuficiente. A levotiroxina, que deve ser indicada pelo seu médico. Ao utilizá-la, você vai notar que de quatro a seis semanas há um incremento na sua qualidade de vida. Sua pele melhora, seu rosto e pernas desincham, você volta a caminhar ou correr sem sentir falta de ar, suas funções intestinal e sexual se normalizam, sua capacidade de atenção aumenta. Além disso, os resultados da avaliação dos seus níveis de colesterol e de vários outros exames estarão mais adequados

irregularidade cortical na falange do primeiro dedo pode gerar um auxilio doença?


  • era cobradora de onibus,tem 3 meses que estou desempregada após ficar pelo inss quando voltei fui dispensada.agora fiz alguns exames que constataram que estou com irregularidade cortical na falange do polegar da mão esquerda,pequeno fragmento ósseo adjacente a articulação interfalangeana distal do polegar.Ossículo ou acessório.gostaria de saber se posso dar entrada no auxílio doença pois contribui durante 6 anos e agora com esse problema não consigo movimentar a mão.
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possíveis doenças detectadas no teste do pezinho ampliado?