meu marido fez exame de sangue e no fosfatase alcalina deu 45,00 ul o que quer dizer?


Sonha V,
O médico com certeza vai dar todas as explicações necessárias a ele, e então é só perguntar-lhe.
Um abraço  (+ info)

Fiz um exame de sangue e o ggt deu 132 o que será?


todos os outros deram normais o tgp,tgo,alt,ast,fosfatase,hepatite,bilirrubina e glicemia ate a ecografia abdominal deu normal tenho 29 anos não bebo
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POde ser gordura no figado ou alcool.  (+ info)

Qual o conceito, tratamento, causas e efeitos de psicose alcóolica?


Psicose Alcoólica


DR. ALESSANDRO LOIOLA
© Equipe Editorial Bibliomed


oIntrodução
oAvaliação da paciente
oExames complementares
oAbordagem Terapêutica
oConclusão
oReferências Bibliográficas



A Psicose Alcoólica (PA) é uma psicose secundária com predomínio de alucinações relacionadas ao consumo agudo de álcool ou abstinência. O álcool é uma neurotoxina que afeta o cérebro de modo complexo, resultando em morbidade e mortalidade significativas.


Introdução

Aproximadamente 10% de todos os alcoólatras experimentam episódios de Psicose Alcoólica (PA) em algum momento de suas vidas. Uma vez que o alcoolismo é 5 vezes mais comum entre os homens em relação às mulheres, a PA segue o mesmo padrão de freqüência.

A PA ocorre após um período prolongado de abuso etílico e resulta de alterações nas membranas neurais, na expressão genética e na deficiência de tiamina. Quanto mais cedo o paciente iniciar seu alcoolismo, maiores serão suas chances de apresentar crises de PA. Como regra geral, a PA é considerada um distúrbio mais freqüente em pessoas acima dos 35-40 anos de idade.

Estudos em animais sugerem que a fisiopatologia da PA pode estar relacionada à ação da dopamina no sistema límbico. O etilismo aumenta a atividade dopaminérgica, ao passo que a abstinência reduz a atividade dos neurônios dopaminérgicos e, conseqüentemente, a liberação de dopamina. Nos indivíduos dependentes de álcool, a abstinência também resulta em hipersensibilidade adrenérgica no sistema límbico e no tronco cerebral. A deficiência de tiamina também contribui para a intensidade dos sintomas, podendo se apresentar como um estado de delírio conhecido como Síndrome de Wernicke-Korsakoff.

O prognóstico da PA é relativamente bom: apenas 10-20% dos pacientes desenvolvem psicoses crônicas. A PA em si não possui morbi-letalidade específica, porém está intimamente relacionada a uma série de fatores de risco que indicam uma maior morbidade e mortalidade em pacientes com alcoolismo. Por exemplo: a ocorrência de PA pode indicar presença esquizofrenia não-diagnostica ou algum outro distúrbio psicótico; hepatopatias, tuberculose pulmonar, diabetes melito, hipertensão e doença cerebrovascular, entre outros.

Pacientes que desenvolvem PA secundária à intoxicação aguda possuem os maiores índices de mortalidade: um nível sérico de álcool acima de 0,30 pode resultar em morte.

Nos pacientes com PA secundária à abstinência, as primeiras manifestações são auditivas, ocorrendo 6-24h após a última dose. Os sintomas visuais e táteis são indicativos de estágios tardios da abstinência (evolução de 36-72h). Pacientes com PA que atingem o estágio de Delirium Tremens (DT) possuem um índice de mortalidade de 5-15%.


Avaliação da paciente

A PA pode ser confundida com vários outros distúrbios psiquiátricos e orgânicos. Porém, uma anamnese detalhada freqüentemente é capaz de selar o diagnóstico. Durante o exame clínico, é importante procurar colher dados sobre abuso de outras substâncias (p.ex.: cocaína, esteróides, anfetaminas, etc).
Alucinações (sensações falsas), delírios (idéias falsas) e paranóia são as manifestações mais comuns. Durante o exame físico, os sinais vitais do paciente devem ser minuciosamente avaliados. Muitos indivíduos podem apresentar sinais neurológicos de trauma craniano – quedas são comuns durante as crises.
O alcoolismo crônico também pode se manifestar na forma de neuropatias, amnésia e oftalmoplegia. Os principais diagnósticos diferenciais incluem consumo de maconha, cocaína ou estimulantes; esquizofrenia e Síndrome de Wernicke-Korsakoff.

Exames complementares

O objetivo da avaliação laboratorial é eliminar outras possíveis causas de psicose. Para tanto, devem ser solicitados: glicemia capilar, hemograma completo, ionograma, amilase, coagulograma, proteínas séricas, nível sérico de álcool, ácido úrico, uréia, fosfatase alcalina e bilirrubinas. A urinálise é útil para determinar a presença de infecções do trato urinário e determinar a função renal.

Se possível, o sangue e/ou a urina devem ser testados para a presença de drogas ilícitas, acetaminofeno, antidepressivos tricíclicos, aspirina e outras potenciais toxinas relacionadas à overdose acidental ou deliberada.

A tomografia computadorizada do crânio está indicada nos pacientes com suspeita de trauma, para eliminar a possibilidade de hematoma subdural.


Abordagem Terapêutica

Na maioria dos casos de PA, a simples interrupção da ingestão de álcool é suficiente para controlar os sintomas. O tratamento inicial consiste na estabilização dos sistemas respiratório, circulatório e neurológico. Um paciente intoxicado a ponto de psicose é considerado uma emergência médica, devido ao risco de convulsões e DT.

Pacientes alcoólatras crônicos pesados que interrompem o consumo de álcool quase sempre necessitam hospitalização por mais de 72h, devido ao risco de DT.

A farmacoterapia deve ser iniciada com uso judicioso de benzodiazepínicos por via oral (VO) ou intramuscular (IM). Lorazepam e Clordiazepóxido são os mais comumente empregados. Nos pacientes mais agitados, pode-se empregar Haloperidol (5-10 mg por VO ou IM) e/ou contenção no leito para própria segurança.

O tratamento também deve incluir tiamina na dose de 100 mg por via parenteral, seguida de doses suplementares de 100 mg três vezes ao dia, ácido fólico 1 mg/dia e suplementos polivitamínicos.

Os antipsicóticos (p.ex.: ácido valpróico, carbamazepina, etc) podem reduzir o limiar para convulsões e não devem ser utilizados para tratar os sintomas de abstinência, exceto quando absolutamente necessário.

Nos casos suspeitos de overdose de opiáceos, adminstrar Naloxona (0,4 a 2,0 mg por via EV, IM, SC ou endotraqueal).
A avaliação neurológica e psiquiátrica especializada é sempre útil.

Conclusão
A Psicose Alcoólica (PA) acomete 1 de cada 10 alcoólatras em algum momento de suas vidas. A maioria dos casos regride espontaneamente com a suspensão do consumo de álcool. No atendimento imediato, a PA freqüentemente é confundida com Esquizofrenia, e este é um diagnóstico diferencial importante. As principais complicações da PA incluem risco de suicídio, depressão e comprometimento psicossocial - 10-20% dos pacientes desenvolvem algum distúrbio mental permanente.

Referências Bibliográficas

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2.Kirpichenko AA. Some peculiarities of clinical signs and treatment of alcoholic psychosis in women. Zh Nevrol Psikhiatr Im S S Korsakova. 2006;106(3):58-9.
3.Nemtsov AV, Sudakov SA, Miasoedov SN. Regional indices of alcoholic poisonings and alcoholic psychoses. Sud Med Ekspert. 2003 Jul-Aug;46(4):37-41.
4.Razvodovskii IuE. Alcoholism and alcoholic psychosis in Belarus in 1970-1999. Zh Nevrol Psikhiatr Im S S Korsakova. 2002;102(10):58-63.
5.Singer MV. Effect of ethanol and alcoholic beverages on the gastrointestinal tract in humans. Rom J Gastroenterol. 2002 Sep;11(3):197-204.
6.Nemtsov AV, Nechaev AK. Seasonal incidence of alcoholic psychoses. Zh Nevrol Psikhiatr Im S S Korsakova. 1999;99(8):43-7.
7.Palmer AJ, Neeser K, Weiss C, Brandt A, Comte S, Fox M. The long-term cost-effectiveness of improving alcohol abstinence with adjuvant acamprosate. Alcohol Alcohol. 2000 Sep-Oct;35(5):478-92.
8.Krausz M, Mass R, Haasen C, Gross J. Psychopathology in patients with schizophrenia and substance abuse: a comparative clinical study. Psychopathology. 1996;29(2):95-103.
9.Ezrielev GZ. Acute psychiatric hospitalization due to alcoholism, 1978-1988. Harefuah. 1994 Jan 2;126(1):12-5, 55.
10.Moller A. Psychoses of physical origin--traditional interpretation and DSM III Nomenclature. Fortschr Neurol Psychiatr. 1986 Oct;54(10):318-20.

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Dr. Alessandro Loiola é médico, escritor, palestrante, autor de PARA ALÉM DA JUVENTUDE – GUIA PARA UMA MATURIDADE SAUDÁVEL (http://www.editoraleitura.com.br/detalhe7.asp?id=33). Atualmente reside e clinica em Belo Horizonte, Minas Gerais.  (+ info)

Que exames posso fazer para diagnósticar câncer ósseo?


Quem realmente poderia te responder sobre isso seria seu médico.
Mas um dos exames pode ser a Cintilografia óssea.

O médico pode sugerir uma análise de sangue para determinar o nível de uma enzima chamada fosfatase alcalina.

Raios-X podem mostrar a localização, tamanho e forma de um tumor ósseo. Se os raios-x sugerem que este tumor possa ser um câncer, o médico pode recomendar testes especiais de imagem, como um scan de ossos, um CT (ou CAT) scan, um MRI, ou um angiograma. No entanto, uma biópsia - remoção de uma amostra de tecido de um tumor ósseo - é necessária para determinar que tipo de câncer está presente.

O cirurgião pode realizar uma biópsia por agulha ou uma biópsia incisional. Durante uma biópsia por agulha, o cirurgião faz um pequeno buraco e remove uma amostra de tecido do tumor com um instrumento parecido com uma agulha. Em uma biópsia incisional, o cirurgião efetua um corte até o tumor e remove uma amostra do tecido. Biópsias são melhor efetuadas por oncologistas ortopédicos - médicos experientes em diagnosticar câncer nos ossos. Um patologista - um médico que identifica doenças pelo estudo de células sob um microscópio - examina o tecido para determinar se este é canceroso.  (+ info)

Quantos por cento de água tem o semem masculino?


O sêmen é composto aproximadamente por 10% de esperma e fluido testicular, 30% de secreções da próstata e 60% de secreções das vesículas seminais.
Secreções das vesículas seminais incluem frutose, enzima coagulante e prostaglandinas, dentre outras.
A frutose é o substrato energético para os sptz.
A enzima coagulante favorece que o sêmen se torne uma secreção agregada, o que ajuda sua propulsão pela vagina.
As prostaglandinas diminuem a viscosidade do muco cervical e estimulam a peristalse reversa do útero.

Secreções da próstata:incluem citrato, fibrinolisina, Cácio, Zinco, fosfatase ácida, dentre outros.
O citrato é fonte energética.
A fibrinolisina age como um anticoagulante do sêmen, o que ajuda na mobilidade do esperma. pH alcalino (neutralização do pH ácido do líquido tub. seminíferos)

Secreções das glândulas bulbouretrais secretam muco lubrificante que contém galactose, dentre outros e são emitidas antes da ejaculação. Tipicamente , 2-5 mL de sêmen são expelidos por ejaculação.
Cada mL de sêmen pode conter 50-130 milhões de sptz.  (+ info)

Bom dia fiz exames de sangue e constatei q o fosfatase alcalina deu como resutado 28.0 me ajude!?


E no resutado dos demais exames deu 66.2 de hdl isso sei q e bom estou com o coraçao protegido contra doenças cardio vasculales
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  (+ info)

fosfatase alcalina: afinal qual é o valor de referencia?


Fiz o exame citado e deu 211U/l
valor referencia que eu tenho no MEU EXAME: Mulheres...............: < 240 U/L
Pelo laboratorio que eu fiz estou dentro do valor de referencia. Contudo, no Google o valor de referencia mais apontado é 35 a 104 U/L.
Afinal qual valor de referencia é real?
O metodo utilizado foi: Cinético Colorimétrico, Automatizado

Grata. Valendo 10 pontos!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
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O que vale é o valor referencial do laboratório que vc fez o exame e não do Google pq isso é de acordo com o kit para realização do ensaio que o laboratório utilizou. Conforme o kit ( que existem várias marcas e tipos) o valor é diferente.  (+ info)

Preciso de ajuda sobre Hepatite, algum médico?


Algum medico poderia responder, fiz exame de TGO e TGP e deram alterados resultados são:
TGO 149 u/L TGP 455 u/L, já levei no meu médico ele pediu exames para identificar qual vírus pode ser da hepatie A, B ou C, e tbm de Fosfatase Alcalina, mas estes exames ficam prontos somente dia 14/01, será que isso não pode piorar até lá?
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Estou te enviando uma matéria a respeito do assunto.Espero que ajude na sua dúvida.Abraços.  (+ info)

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