pacientes com

  • Entretanto, algumas considerações devem ser feitas quando se trata de pacientes com deficiência de antitrombina ou de proteína C. Deficiência de Antitrombina Pacientes com deficiência de antitrombina podem apresentar resistência à heparina, necessitando de doses elevadas para obtenção do efeito anticoagulante adequado. (medicinanet.com.br)
  • Pesquisadores canadenses publicaram os resultados de um estudo de dupla ocultação randomizado projetado para avaliar os efeitos do óleo de krill (NKO) sobre os níveis de proteína C-reativa (PCR) em pacientes com inflamação crônica. (noticiasnaturais.com)

Antitrombina III

  • Os síndromas hereditários, inicialmente identificados, incluem: Deficiência de proteína C, deficiência de proteína S e deficiência de antitrombina III (AT III). (alert-online.com)
  • Em regra, isso faz-se com um conjunto de testes que medem a concentração das proteínas em causa (doseamento plasmático da proteína C, proteína S, antitrombina III, homocisteína), e a presença de mutações no factor V Leiden, o que requer um teste genético. (alert-online.com)

anticorpos

  • ídeo Cíclico Citrulinado Anticorpos que reconhecem as subunidades da proteína filagrina epidérmica têm como epítopos resíduos do aminoácido arginina convertidos em citrulina. (medicinanet.com.br)

gene

  • Desde 1993, outros síndromes emergiram como causas mais frequentes de trombofilia: Resistência à proteína C activada (APC-R), associada com uma mutação genética no gene responsável pela produção do factor V da cascata de coagulação (factor V Leiden mutation), hiperhomocisteinemia hereditária e, em 1996, um síndroma causado por uma variação genética do gene da protrombina, associado com elevados níveis plasmáticos de protrombina (G20210A prothrombin mutation). (alert-online.com)

exemplo

  • Por exemplo, a deficiência de AT III confere um risco maior de trombose do que deficiências da proteína C ou proteína S. A deficiência de AT III manifesta-se em idades mais jovens, tem um risco maior de recorrência de tromboses e confere um maior risco de trombose durante a gravidez e um maior risco de perdas fetais. (alert-online.com)

Exame

  • Você já fez um exame de proteína C-reativa? (noticiasnaturais.com)
  • Ele é chamado de ensaio Proteína C reativa de alta sensibilidade (PCR-as) e é um melhor exame para determinar o risco de doença cardíaca do que o ensaio de PCR não-sensível antigo. (noticiasnaturais.com)

alta

  • Serve para avaliar a capacidade do paciente diabético de responder apenas à dieta ou ao uso dos hipoglicemiantes orais e no diagnóstico diferencial do insulinoma e da hipoglicemia iatrogênica (insulina alta com peptídeo C baixo). (endoclinicasp.com.br)