podem

  • As complicações intra-operatórias na cirurgia de revascularização miocárdica (CRM) quando reconhecidas previamente podem guiar os cuidados prestados na sala operatória, dando continuidade na Unidade de Terapia Intensiva e durante toda internação. (ufg.br)
  • As complicações no intra-operatório podem não ser passíveis de prevenção quando consideradas as características individuais de cada sujeito, entretanto, todos os esforços precisam ser direcionados para que o evento, quando ocorrer, seja bem atendido, evitando dessa forma, complicações adicionais maiores. (ufg.br)
  • Essas perdas podem levar a complicações pulmonares, sendo as mais temidas o desenvolvimento de infecções, maior tempo de uso do suporte ventilatório artificial e maior tempo de internação no pós-operatório. (unicamp.br)

pulmonares

  • Os tipos de complicações observadas nesse período foram: cardiovasculares, pulmonares, alteração nos vasos do enxerto e sangramento. (ufg.br)
  • Quando fisioterapeuta da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HC, Guedes via que os pacientes do seu estudo mostravam muitas complicações pulmonares e notou que um dos fatores decorria do enfraquecimento da musculatura respiratória, provavelmente já previamente comprometida. (unicamp.br)

estudo

  • Carvalho ARS, Matsuda LM, Carvalho MSS, Almeida R, Schneider D, Piccoli M. Estudo retrospectivo das complicações intra-operatórias na cirurgia de revascularização do miocárdio. (ufg.br)
  • O objetivo desse estudo foi investigar a freqüência e tipos de complicações observadas no intra-operatório da CRM. (ufg.br)

casos

  • As complicações intra-operatórias totalizaram 4% (5/120) dos casos. (scielo.br)