os antidepsicoticos antipicos mexem com a seretonina ? quando nao correspodem as antidepressivos ?


vou começa toma risperidona x cloxazolam sou bipolar os estabilizadores nao fazem efeito e nem os antidepressivos entao vou reniciar meu tratamento hoje de noite enquanto a seretonina pode ajudar aliviar meus delirios e manias ???????????
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ANTIPSICÓTICOS ATÍPICOS

São conhecidos como antipsicóticos de segunda geração, pelo mecanismo de antagonismo de serotonina e dopamna. Pertencem a este grupo a Risperidona (Risperdal), Olanzapina (Zyprexa), Quetiapina (Seroquel), Ziprasidona (Geodon) e Clozapina (Leponex).

Eles têm uma boa potencia de bloqueio aos receptores 5HT2 (serotoninérgicos) em relação aos antipsicóticos típicos (bloqueadores de dopamina (D2)- haloperidol, clorpromazina.

A Risperidona é uma medicação aprovada para tratar "Mania Bipolar Aguda" e principalmente "Bipolaridade Mista". Portanto já se sabe que a medicação em questão é realmente útil para bipolares comprovadamente. E em segundo lugar é importante ressaltar que alguns bipolares que possam apresentar sintomas psicóticos (delírios, alucinações, paranoia ou até mesmo "pensamentos desorganizados"), a Risperidona pode ser extremamente útil.

Cloxazolam é um tranquilizante do grupo dos benzodiazepínicos. A principal finalidade dessa medicação é controlar a tensão nervosa e os sintomas dos transtornos de ansiedade.  (+ info)

Quais os prós e contras do uso de fluoxetina em homens?


quais os efeitos colaterais?
quais os efeitos benéficos?
alterações na pressao algo assim
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jacqueline encontrei varios artigos é grande vou colocar todos.
FLUOXETINA
(nome genérico) (substância ativa)

Apresentações Comerciais
Cápsula 20 mg (*)
Comprimido 20 mg
Gotas 20 mg/1 ml (1 gota = 1 mg)
Solução 25 mg/5 ml

(*) Tem Medicamento Genérico.
O QUE É
antidepressivo; [cloridrato de fluoxetina; inibidor seletivo da recaptação da serotonina; serotoninérgico; propilamina cíclica (derivado)].
PARA QUE SERVE
bulimia nervosa; depressão maior; desordem obsessivo-compulsiva.
COMO SE USA
Uso Oral
• tomar o produto com um pouco de água ou alguma alimentação.
• tomar a medicação pela manhã (em dose única) ou pela manhã e ao meio dia (se for em 2 tomadas).
• Adultos
Depressão; obsessão: 20 mg por dia, em dose única. Após diversas semanas, se nenhuma melhora clínica for observada, as doses podem ser aumentadas até 80 mg por dia. Doses acima de 20 mg por dia devem ser divididas em 2 tomadas. Não exceder a dose máxima diária de 80 mg.
Bulimia nervosa: 30 mg, 2 vezes ao dia.
Idosos: iniciar com 10 mg por dia, não ultrapassar 60 mg por dia.
Crianças: eficácia e segurança não estabelecidas.

CUIDADOS ESPECIAIS
Risco na Gravidez: C
Amamentação: excretado no leite materno.

Condições que exigem cautelosa avaliação profissional (Riscos x Benefícios)
diabéticos; doença de Parkinson; história de convulsão; idosos; insuficiência renal; problema no fígado; pacientes com perda de peso; pacientes com história de convulsões.
Reações que o produto pode provocar (comunique-as ao seu médico)
(em negrito as reações que incidem em pelo menos 5% dos pacientes)
alteração do apetite e peso; alterações no sangue; angioedema (*); ansiedade; ativação de mania; convulsão; diarréia; diminuição do sódio no sangue; dor articular; dor de cabeça; erupção na pele; estreitamento dos brônquios; fadiga; falta de apetite; falta de ar; febre; fezes soltas; gânglios; insônia; má digestão; náusea; nervosismo; problemas de vasos sangüíneos; problemas na urina; problemas respiratórios; reação grave nos pulmões, rins ou fígado; sonolência; tontura; tremor; urticária.
(*) angioedema: uma reação dos vasos envolvendo as camadas mais profundas da pele, dos tecidos imediatamente abaixo da pele (subcutâneo) ou dos tecidos abaixo das mucosas (submucoso), manifestando-se com inchaços localizados (tratamento: anti-histamínicos).
Atenção ao utilizar outros medicamentos. Este produto:
• por ser um potente inibidor do citocromo P 450 2 D6 (CYP2D6), pode exigir a diminuição de doses de produtos metabolizados por esse citocromo até 5 dias após a retirada da fluoxetina.
• pode diminuir a performance psicomotora com: alprazolam.
• pode aumentar o risco de arritmias cardíacas com: astemizol (não associar).
• pode aumentar os riscos de reações adversas com: clozapina; haloperidol; loxapina; molindona; fenotiazinas; pimozida; tioxantenos; anticoagulantes; digitálicos; lítio; fenitoína; serotoninérgicos ou medicamentos com ação serotoninérgica (risco de síndrome da serotonina, rara mas potencialmente fatal).
• pode dobrar as concentrações de: maprotilina; trazodona.
• pode aumentar os risco de toxicidade de: carbamazepina.
• pode ter os seus efeitos revertidos com: ciproeptadina.
• pode prolongar as convulsões em: pacientes submetidos a eletroconvulsoterapia.
• pode apresentar graves reações adversas (e até morte) com: antidepressivos tricíclicos (as concentrações dos antidepressivos tricíclicos aumentam muito, efeito que pode perdurar por 3 ou mais semanas da interrupção da fluoxetina); IMAO (inibidor da monoamina-oxidase, incluindo furazolidona, procarbazina e selegilina) (uso contra-indicado; aguardar pelo menos 14 dias de intervalo entre a interrupção do IMAO e início da fluoxetina; na situação inversa, quando do uso da fluoxetina, como ela permanece por bastante tempo no organismo, deve-se esperar pelo menos 5 semanas da sua interrupção para introdução de um IMAO).Outras considerações importantes
• não ingerir bebida alcoólica.
• não dirigir veículos, nem operar máquinas perigosas até ter certeza de que o produto não está afetando o estado de alerta ou a coordenação motora do paciente.
• não tomar nenhum outro medicamento sem autorização do médico.
• o produto pode causar perda de apetite e, consequentemente de peso.
• o tratamento requer o uso do produto por vários meses.
• pacientes com tendência ao suicídio devem ser mantidos sob supervisão médica inicial constante e receber doses menores do produto no início do tratamento.
• pacientes com diagnóstico atual (ou anterior) de alcoolismo, diabetes mellitus, ataque cardíaco, asma, problema circulatório, dificuldade para urinar, aumento de próstata, epilepsia; glaucoma; hipertensão; problema intestinal; doença mental; problema gástrico ou doença da tireóide, devem alertar o médico sobre os mesmos, antes de iniciar o tratamento com esse produto.
• o efeito do produto continua por um bom tempo após a interrupção do seu uso, o que obriga o paciente a continuar observando todas as precauções citadas, por várias semanas ainda.
• o tratamento a longo prazo, por mais de 6 semanas, não foi sistematicamente avaliado através de pesquisas.
• deve-se ter em mente que o produto pode apresentar reações em todo o organismo: no sistema nervoso, no sistema digestivo, na pele, nos pulmões, no coração e vasos sangüíneos, nos músculos e ossos, na área urológica e genital, nos órgãos dos sentidos, no sangue. Comunicar portanto ao seu médico qualquer coisa que aparecer ou acontecer com o paciente durante o tratamento.
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.Antidepressivos ISRS
Os antidepressivos chamados de Inibidores Específicos da Recaptação da Serotonina (ISRS) são aqueles que não interferem ou interferem pouco nos demais neurotransmissores além da serotonina .
O efeito antidepressivo dos ISRS parece ser conseqüência do bloqueio seletivo da recaptação da serotonina . A fluoxetina foi o primeiro representante dessa classe de antidepressivos e ela tem um metabólito ativo, a norfluoxetina. Esse metabólito é o ISRS que se elimina mais lentamente do organismo.
As doses dos ISRS, seja a fluvoxamina, sertralina, paroxetina, fluoxetina ou outros, devem ser individualizadas para cada paciente. A incidência de efeitos colaterais anticolinérgicos, antihistamínicos e alfa-bloqueantes, assim como o risco de soperdosagem é menor nos ISRS que nos chamados antidepressivos tricíclicos (ADT). Estes últimos, causam mais efeitos colaterais que os ISRS, mais intolerância digestiva (até 21 % dos pacientes podem experimentar náuseas, anorexia, boca seca), sudorese excessiva, temores, ansiedade, insomnio.
Por outro lado, a fluoxetina tem se associado a alguns casos de acatisia, especialmente quando a dose é muito alta, e a estimulação de SNC parece maior com a fluoxetina que com outros ISRS
FLUOXETINA

BIOZAC
CLORIXETIN
DAFORIM
DEPRAX
DEPRESS
EUFOR
FLUOXETIN
FLUOXIL
FLUOXON
FLUOZET
FLUXENE
FLUXTINA
NORTEC
PROZAC
PSIQUIAL
SOSTAC
VEROTINA

A Fluoxetina é um inibidor seletivo da captação da serotonina no nível do córtex cerebral, neurônios serotoninérgicos e das plaquetas. Não inibe a captação de outros neurotransmissores, não tendo afinidade pelos receptores adrenérgicos, muscarínicos, colinérgicos, H1-histamínicos, serotonínicos ou dopamínicos. Tanto a fluoxetina como seu metabólito principal, a norfloxetina, apresentam meia-vida plasmática longa, o que permite sua administração em dose única diária.

Indicações
Transtornos depressivos. Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Dose
As doses diárias variam de 20 a 40mg/dia. A dose de 20mg/dia administrada pela manhã é recomendada como dose inicial. O aumento da dose pode ser considerado após algumas semanas caso nenhuma melhora clínica seja observada.

Contra-indicações
Hipersensibilidade à droga, gravidez e lactação. Não administrar fluoxetina no mínimo por 5 semanas antes ou depois do uso de IMAO, devido ao risco de interação grave, com síndrome serotoninérgica.

Reações adversas
As reações mais comumentes observadas são ansiedade, nervosismo, insônia, sonolência, fadiga, astenia, tremor e problemas gastrintestinais, incluindo anorexia, náuseas e diarréia.

Precauções
A fluoxetina tem ação anorexígena com uma discreta redução ponderal durante seu uso. Nos pacientes sensíveis ocorrem rash, urticária incluindo febre, leucocitose, artralgias, edema e até linfadenopatias. Usar com cuidado em pacientes com história de convulsão.

Os suicidas potenciais de alto risco devem ser supervisionados cuidadosamente durante a terapia, evitando-se prescrever ou deixar grande quantidade de medicamento junto ao paciente. Uso cuidadoso em idosos (reduzir doses) e renais crônicos. Uso em pediatria ainda não está indicado. Gravidez. Lactação – concentra-se no leite materno: interromper.

Advertências
A fluoxetina não parece ter potencial de desenvolvimento de abuso, tolerância ou dependência física, entretanto deve-se evitar a prescrição do medicamento a pacientes com história de abuso de drogas.

Interações
Com triptofano e lítio podem ocorrer reações do tipo síndrome serotoninérgica. Com diazepam pode haver prolongamento da meia-vida dessa droga. Drogas que se ligam fortemente às proteínas plasmáticas (cumadina, digitoxina) podem concorrer com a fluoxetina nessa ligação, aumentando o risco de efeitos adversos de uma ou de outra droga. Evitar o uso concomitante de outras drogas que agem no SNC.

Superdose
A conduta inicial é de provocar emese e lavagem gástrica ou administrar carvão ativado com sorbitol. Instituir adequada ventilação e oxigenação. A função cardíaca e os sinais vitais devem ser monitorizados. Não há antídoto específico para a fluoxetina, que não é dialisável.

para não ficar muito grande veja mais no site!
http://bulario.bvs.br/index.php?action=search.2004030516505943940618000144&PHPSESSID=2d2f74ad8ba4f7705378f2a4d80c4b34&search=fluoxetina&from=11#inicio

abraços!!!  (+ info)

Depressão bipolar formas de tratamento e sucesso ?


Todas as informações possíveis por favor. grata.
Tbe importante, muito importante de qual relação tem a depressão bipolar com a andropausa ( menopausa masculina) - pls. pls.
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Tratamento da Depressão Bipolar

As pesquisas mostraram que as pessoas portadoras do transtorno bipolar estão em risco de passar à mania ou hipomania, ou de vir a apresentar ciclos rápidos, durante o tratamento com medicações antidepressivas. Em consequência disso, são geralmente necessárias medicações “estabilizadoras do humor,” isoladamente ou em combinação a antidepressivos, para proteger as pessoas com transtorno bipolar dessa passagem. Lítio e valproato são as drogas estabilizadoras do humor mais comumente usadas atualmente. Entretanto, estudos de pesquisa continuam a avaliar os efeitos estabilizadores do humor potenciais das novas medicações.

• As medicações antipsicóticas atípicas, incluindo clozapina, olanzapina, risperidona, quetiapina e ziprasidona, estão sendo estudadas como possíveis tratamentos para o transtorno bipolar. As evidências sugerem que clozapina pode ser útil como estabilizador do humor em pessoas que não respondem a lítio ou anticonvulsivantes. Outras pesquisas apoiaram a eficácia de olanzapina na mania aguda, uma indicação que recebeu recentemente a aprovação da FDA.
Olanzapina também pode ajudar a aliviar a depressão psicótica.
• Se a insônia for problema, uma medicação benzodiazepínica de alta potência como clonazepam ou lorazepam pode ser útil para promover um sono melhor. Como elas podem causar dependência, todavia, é melhor prescrever-se esssas medicações por um período curto. Outros tipos de medicações sedativas, como zolpidem, são por vezes usadas em lugar delas.
• Mudanças no plano de tratamento podem ser necessárias em diversos momentos durante a evolução do transtorno bipolar, para se controlar mais eficazmente a doença. Um psiquiatra deve orientar essas mudanças no tipo ou na dose de medicação.
• Certifique-se de informar o psiquiatra sobre todas as outras drogas de prescrição, medicações vendidas sem receita médica ou suplementos naturais que você possa estar tomando. Isso é importante, porque determinadas medicações e suplementos podem causar reações adversas quanto tomados juntos.
• Para se reduzir a chance de recaída ou de vir a apresentar um novo episódio, é importante aderir-se ao plano de tratamento. Fale com seu médico se você tiver alguma dúvida quanto às medicações.  (+ info)

Posso ingerir alcool junto com clozapina (leponex)?


Não faça isso...
O álcool potencializa o efeito dos medicamentos e vice-versa ou provoca efeito reverso. Pode provocar sedação profunda, coma ou agitação incontrável.
Mto cuidado, é praticamente uma caixinha de surpresas. E os efeitos, de difícil reversão, podendo necessitar de cuidados médicos.  (+ info)

vocês conhecem alguem que tomava o zyprexa e trocou para o abilify???


alguem aqui tomou ou conhece alguem que tomou zyprexa e trocou pelo abilify ???e foi observado melhora??? o abilify é tb para sintomas negativos?? e o que seria sintomas negativos?
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Não conheço o Abilify, mas conheço alguém, diagnosticado como portador de esquizofrenia, que trocou o Zyprexa pelo Leponex, com ótimos resultados.
Ambos, o Zyprexa (olanzapina) e o Leponex (clozapina), são antipsicóticos de segunda geração, utilizados no mundo inteiro, que atuam tanto nos sintomas positivos da doença (delírios, alucinações) como nos sintomas negativos (depressão, tristeza, isolamento, embotamento afetivo), sobre os quais vc perguntou.
O Zyprexa, um medicamento mais moderno, não costuma trazer efeitos colaterais relevantes (embora o ganho de peso possa efetivamente ocorrer), enquanto o Leponex pode ocasionar, em 1% de seus usuários, alguns colaterais sérios (como a leucopenia), de forma que torna-se necessária a realização regular (semanal nas 18 primeiras semanas de uso e mensal daí para frente) de exames de sangue (hemograma), para verificar o nível de hemácias, leucócitos e plaquetas.
O Leponex costuma ser ministrado nos casos de esquizofrenia refratária, quando os outros medicamentos não apresentaram resultados satisfatórios. Sua introdução deve ser feita de forma gradual, aumentando-se a dose gradativamente, justamente pelo risco da leucopenia ou outros colaterais e deve ser acompanhada de perto pelo psiquiatra responsável (isso, aliás, tem que ocorrer com qualquer medicamento, em todo tratamento psiquiátrico).
Finalmente: em pacientes psiquiátricos, toda substituição de um medicamento por outro significa uma mudança importante no tratamento e requer acompanhamento diário, atento e rigoroso por parte do psiquiatra responsável, da família e do próprio paciente.
Boa sorte.  (+ info)

Cloridrato de Bupropiona (BUP) causa dependência?


Dê uma lidinha:
O QUE É
Antidepressivo; [cloridrato de bupropiona].

INDICAÇÕES
Dependência à nicotina (tratamento adjunto); tabagismo (tratamento adjunto); depressão maior.

MECANISMO DE AÇÃO
Dependência à nicotina: mecanismo não está claro, mas a bupriona aumenta as concentrações de dopamina no cérebro (assim como também o faz a nicotina). O mecanismo antidepressivo parece ser exercido via efeitos da noradrenalina e da dopamina. Há pouca afinidade pelos mecanismos que envolvem a serotonina. Não inibe a MAO (monoamina-oxidase). Pode também produzir estimulação do sistema nervoso central (relacionada à dose). Absorção: gastrintestinal (80%) rápida. Biotransformação: no fígado, mas também pré-sistêmica; 3 metabólitos ativos. Ação - início (no tabagismo): cerca de 1 semana. Eliminação - urina 60%, como metabólitos em 24 horas (menos de 1% como bupropiona); fezes: menos de 10%, como metabólitos.

POSOLOGIA
USO ORAL
• tomar o medicamento com alimento, para evitar irritação gastrintestinal.

• se esquecer uma dose, esperar a dose seguinte. Não dobrar as doses.

• evitar dose perto do horário de dormir.



dependência a nicotina (tabagismo):
Adultos
iniciar com 150 mg, em dose única diária, durante três dias. A seguir 150 mg, duas vezes por dia, respeitando um intervalo de pelo menos 8 horas entre as duas doses.

limite de dose no tabagismo: 300 mg por dia (no máximo 150 mg por dose).

Duração do tratamento: 7 a 12 semanas



Obs.: a bupropiona pode também ser prescrita junto com sistema transdérmico de nicotina (o médico deve considerar as informações desses dois produtos antes do uso).



depressão maior:
Adultos
iniciar com 150 mg, em dose única diária, pela manhã, durante três dias. A seguir 150 mg, duas vezes por dia (checar tolerabilidade) , respeitando um intervalo de pelo menos 8 horas entre as duas doses.

limite de dose na depressão: 400 mg por dia (no máximo 200 mg por dose).



Duração do tratamento: 6 a 12 meses, ou ainda mais na depressão crônica. A ação antidepressiva pode demorar 4 ou mais semanas para se evidenciar.



Idosos
Podem eventualmente necessitar de redução das doses.

Pacientes com insuficiência renal ou hepática
Exigem doses menores.



Crianças e Adolescentes menores de 18 anos
Eficácia e segurança não estabelecidas.



CUIDADOS ESPECIAIS
(em negrito: os itens mais importantes ou as reações mais comuns)

Risco na gravidez:
Classe B

Amamentação:
Excretado no leite; não usar.

CONTRA-INDICAÇÕES:
Anorexia nervosa ou história de bulimia (maior risco da incidência de convulsões); distúrbios convulsivos (risco de convulsões); pacientes que estejam recebendo IMAO (inibidor da monoamina-oxidase) (aguardar pelo menos 14 dias entre a retirada do IMAO e o início da bupropiona).

AVALIAR RISCOS X BENEFÍCIOS:
Abuso de drogas (risco de dependência pelos efeitos estimulantes da bupropiona; também risco de convulsões); diminuição da função do fígado ou dos rins (pode alterar a metabolização ou excreção; exige redução de doses); doença cardíaca (pode ocorrer maior concentração do produto); aumento da pressão sangüínea (pode agravar); psicose (pode agravar); nos casos de tumor do sistema nervoso central, trauma craniano ou problemas neurológicos (maior risco de convulsões).

REAÇÕES ADVERSAS:
Agitação; boca seca; constipação; dor de cabeça; insônia; náusea; vômito; tremor.

INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:
• pode aumentar os riscos de convulsões com: álcool; ritonavir; antidepressivos tricíclicos; clozapina; fluoxetina; haloperidol; lítio; loxapina; maprotilina; molindona; fenotiazinas; tioxantenos; trazodona.

• pode aumentar os riscos de reações adversas com: levodopa.

• aumenta os riscos de toxicidade com: IMAO (inibidor da monoamina-oxidase), incluindo a furazolidona, procarbazina e selegilina. A associação bupropiona e IMAO está contra-indicada, devendo-se observar pelo menos 14 dias da retirada do IMAO e o início da bupropiona.

• pode ter o seu metabolismo alterado por: medicamentos inibidores ou indutores das enzimas hepáticas (ver apêndice).

OUTRAS CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES:
• não associar outras marcas de bupropiona (doses excessivas aumentam o risco de convulsões).

• não exceder 150 mg por tomada e nem 300 mg por dia.

• a retirada do cigarro deve ser tentada a partir da segunda semana de tratamento (para dar tempo do produto atingir concentrações adequadas no organismo).

• não ingerir bebida alcoólica.

• cuidado ao dirigir ou realizar tarefas que exijam atenção.

• pacientes com tendência suicida devem ter supervisão constante particularmente no início do tratamento; não devem ter acesso a grandes quantidades do produto.

• paciente deve participar de programa de suporte para cessação do tabagismo.

• checar periodicamente: pressão arterial (particularmente em hipertensos e em pacientes que também utilizam sistemas transdérmicos de nicotina).

O abuso desse medicamento pode caus  (+ info)

O que é discrasia sanguínea?


Quais sao os distúrbios neurológicos?
O que é ataxia? parestesia? polineurites sensitivo motoras?
Secnidal causa sangramento?
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Discrasia é uma alteração sanguínea, do tipo de leucopenia, agranulocitose ou anemia aplásica, que pode produzir-se pelo uso de determinados medicamentos psicoativos, tais como a carbamazepina, a clorpromazina e a clozapina.


@  (+ info)

sobre o uso de dipirona sódica?


Li em uma reportagem que o uso de dipirona sódica pode provocar uma doença chamada agranulocitose. Alguém sabe algo a respeito dessa doença?
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Agranulocitose, também chamada de Agranulocitopenia é um termo que designa uma certa alteração do sangue. Diz-se de uma condição aguda caracterizada pela falta ou acentuada redução de leucócitos granulócitos (neutrófilos, basófilos e eosinófilos), que são subtipos específicos de um tipo de célula sanguínea, os glóbulos brancos. A quantidade de granulócitos por volume de sangue abaixo da qual se considera como Agranulocitose é de 500 células por milímetro cúbico de sangue.

O diagnóstico é feito a partir de uma contagem sangüínea completa, um teste de rotina executado freqüentemente na clínica. A quantidade de neutrófilos estará abaixo de 500 células/mm³, podendo atingir nulidade. O mielograma mostra células mielóide normocelulares com promielócitos com maturação interrompida. Para diagnosticar corretamente a agranulocitose, outras patologias com sintomatologia semelhante devem ser excluídas, como anemia aplástica, hemoglobinúria paroxística noturna, síndrome mielodisplásica e leucemia. Para isso, é indispensável a análise da medula óssea vermelha.

As causas de Agranulocitose podem ser muito variadas e aí se incluem o uso de alguns medicamentos, exposição a radiação, imunodeficiência adquirida (AIDS), desnutrição e fatores genéticos, dentre outros. Exemplo de droga que pode causar agranulocitose : Clozapina (antipsicótico usado para tratamento da Esquizofrenia), Dipirona (Anti-inflmatório não esteróidal), Metamizol.

A dipirona sódica (Metamizol) foi confirmada tendo relações de aplasia medular em usos prolongados além de agranulocitose. Foi introduzida em 1921 e desde então vem sendo largamente utilizada em preparações de venda livre. De largo uso em pasíses como Brasil, Rússia, Israel, Espanha, México, Índia. Outros países restringiram as asssociações ao uso hospitalar ou apenas na forma injetável. Continuam disponíveis em muitos outros. Nos EUA foi retirado do mercado e proibido para exportação pelo FDA. Na Austrália, o Departamento de Saúde proibiu sua importação em 1965. Na Noruega foi retirado do mercado  (+ info)

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