Influenza Humana: Infecção viral aguda em humanos envolvendo o trato respiratório. Caracterizada por inflamação da MUCOSA NASAL, FARINGE, conjuntiva, cefaleia e mialgia grave, frequentemente generalizada.Vírus da Influenza A: Espécie típica do gênero INFLUENZAVIRUS A que causa influenza e outras doenças em humanos e animais. A variação antigênica ocorre frequentemente entre as linhagens permitindo a classificação em subtipos e variantes. A transmissão ocorre por aerossol (hospedeiros humanos e a maioria dos não aquáticos) ou pela água (patos). Aves infectadas liberam o vírus em sua saliva, secreções nasais e fezes.Vírus da Parainfluenza 2 Humana: Espécie de RUBULAVIRUS associada particularmente com laringotraqueíte aguda (CRUPE) em crianças de 6 meses a 3 anos de idade.Vírus da Influenza A Subtipo H1N1: Subtipo do VÍRUS DA INFLUENZA A que apresenta as proteínas de superfície hemaglutinina 1 e neuraminidase 1. O subtipo H1N1 foi responsável pela pandemia de gripe espanhola em 1918.Respirovirus: Gênero de vírus (família PARAMYXOVIRIDAE, subfamília PARAMYXOVIRINAE) em que todos os virions têm atividade de HEMAGLUTININA e de NEURAMINIDASE, e codificam uma proteína C não estrutural. O representante da espécie é o VÍRUS SENDAI.Vírus da Parainfluenza 1 Humana: Espécie de RESPIROVIRUS, também denominada vírus 2 da hemadsorção (HA2), causadora de laringotraqueíte em humanos (especialmente crianças).Vacinas contra Influenza: Vacinas usadas para evitar infecção por vírus da família ORTHOMYXOVIRIDAE. Abrange as vacinas com vírus morto e com vírus atenuado. A composição das vacinas é alterada a cada ano em resposta ao grupo antigênico e as alterações na prevalência das linhagens do vírus influenza. Frequentemente a vacina é bivalente ou trivalente contendo uma ou duas linhagens de INFLUENZAVIRUS A e uma linhagem INFLUENZAVIRUS B.Vírus da Influenza A Subtipo H3N2: Subtipo do VÍRUS DA INFLUENZA A que apresenta as proteínas de superfície hemaglutinina 3 e neuraminidase 2. O subtipo H3N2 foi responsável pela pandêmica gripe de Hong Kong (em 1968).Vírus da Influenza B: Espécie do gênero INFLUENZAVIRUS B causador da INFLUENZA HUMANA e outras doenças, principalmente em humanos. A variação antigênica é menor que nos vírus do tipo A (VÍRUS DA INFLUENZA A) e consequentemente não há base para a distinção em subtipos ou variantes. As epidemias são menos prováveis do que com o VÍRUS DA INFLUENZA A e nunca houve pandemias. Anteriormente encontrado apenas em humanos, o vírus da Influenza B foi isolado de focas, que pode constituir o reservatório animal ao qual os humanos estão expostos.Infecções por Paramyxoviridae: Infecções com vírus da família PARAMYXOVIRIDAE. Essa inclui INFECÇÕES POR MORBILLIVIRUS, INFECÇÕES POR RESPIROVIRUS, INFECÇÕES POR PNEUMOVIRUS, INFECÇÕES POR HENIPAVIRUS, INFECÇÕES POR AVULAVIRUS e INFECÇÕES POR RUBULAVIRUS.Influenza Aviária: Infecção de aves domésticas e selvagens e outras AVES com VÍRUS DA INFLUENZA A. As aves geralmente não adoecem, mas o vírus pode ser altamente patogênico e fatal em AVES DOMÉSTICAS.Vacinas contra Parainfluenza: Vacinas ou vacinas candidatas usadas para prevenir infecção com vírus da parainfluenza em seres humanos e animais.Virus da Influenza A Subtipo H5N1: Subtipo do VÍRUS DA INFLUENZA A que apresenta as proteínas de superfície hemaglutinina 5 e neuraminidase 1. O subtipo H5N1 refere-se frequentemente ao vírus da gripe aviária que é endêmico em aves selvagens e muito contagioso entre AVES DOMÉSTICAS e selvagens. Frequentemente não infecta humanos, porém alguns casos já foram descritos.Vírus da Parainfluenza 3 Bovina: Espécie de RESPIROVIRUS (subfamília PARAMYXOVIRINAE), observado mais frequentemente com MANNHEIMIA HAEMOLYTICA (em infecção secundária), resultando em PASTEURELOSE PNEUMÔNICA.Vírus da Parainfluenza 5: Espécie de RUBULAVIRUS originalmente isolados em cultura de células primárias de macacos. O hospedeiro natural é o CÃO, no qual causa a tosse do canil, mas também pode infectar humanos.Infecções por Rubulavirus: As infecções por vírus do gênero RUBULAVIRUS, família PARAMYXOVIRIDAE.Glicoproteínas de Hemaglutininação de Vírus da Influenza: Glicoproteínas de membrana dos vírus influenza que estão envolvidas na hemaglutinação, ligação de vírus e fusão de envelope. Catorze subtipos distintos de glicoproteínas HA e nove de glicoproteínas NA têm sido identificadas no VÍRUS DA INFLUENZA A. Não foram identificados subtipos para os vírus da Influenza B e C.Orthomyxoviridae: Família de vírus de RNA causadores de influenza e outras doenças. Há cinco gêneros reconhecidos: INFLUENZAVIRUS A, INFLUENZAVIRUS B, INFLUENZAVIRUS C, ISAVIRUS e THOGOTOVIRUS.Infecções por Respirovirus: Infecções por vírus (gênero RESPIROVIRUS, família PARAMYXOVIRIDAE). A infecção das células do hospedeiro ocorre por adsorção (via HEMAGLUTININAS) à superfície celular.Vírus da Parainfluenza 4 Humana: Espécie de RUBULAVIRUS, causadora de infecção endêmica no trato respiratório superior de crianças, gerando manifestação clínica moderada e frequentemente indetectada.Infecções por Orthomyxoviridae: Doenças virais causadas por ORTHOMYXOVIRIDAE.Proteína HN: Glicoproteína dos vírus Sendai, para-influenza, doença Newcastle e outros que participam na ligação do vírus aos receptores de superfície celular. As proteínas HN possuem tanto atividade hemaglutinina quanto neuromidase.Rubulavirus: Gênero da família PARAMYXOVIRIDAE (subfamília PARAMYXOVIRINAE) em que todas as espécies possuem atividade de hemaglutinina e neuraminidase, mas não têm proteína C. O VÍRUS DA CAXUMBA é a espécie típica.Replicação Viral: Processo de multiplicação viral intracelular que consiste em síntese de PROTEÍNAS, ÁCIDOS NUCLEICOS, e às vezes LIPÍDEOS, e sua reunião em uma nova partícula infecciosa.Paramyxoviridae: Família de vírus esféricos, da ordem MONONEGAVIRALES, um pouco maiores que os orthomyxovirus e que contêm RNA em fita simples. Suas subfamílias incluem PARAMYXOVIRINAE e PNEUMOVIRINAE.Viroses: Termo genérico para as doenças produzidas por vírus.Filariose: Infecções com nematoides da superfamília FILARIOIDEA. A presença de vermes vivos no corpo é principalmente assintomática, mas a morte dos vermes adultos causa a inflamação granulomatosa e fibrose permanente. Os organismos do gênero Elaeophora infectam alces silvícolas e carneiro doméstico causando necrose isquêmica do cérebro, cegueira e dermatose facial.Neuraminidase: Enzima que catalisa a hidrólise de ligações alfa-2,3, alfa-2,6 e alfa-2,8 (a uma velocidade decrescente, respectivamente) dos resíduos siálicos terminais de oligossacarídeos, glicoproteínas, glicolipídeos, ácido colomínico e substrato sintético. (Tradução livre do original: Enzyme Nomenclature, 1992)Vírus de RNA: Vírus cujo material genético é RNA.Testes de Inibição da Hemaglutinação: Testes sorológicos nos quais uma quantidade conhecida de antígeno é adicionada ao soro, antes da adição da suspensão de células vermelhas. A reação resultante é expressa como a menor quantidade de antígeno que causa inibição completa da hemaglutinação.Vírus Sinciciais Respiratórios: Grupo de vírus do gênero PNEUMOVIRUS que causa infecções respiratórias em vários mamíferos. Os humanos e o gado são os mais afetados, embora infecções em cabras e carneiros já tenham sido observadas.Anticorpos Antivirais: Imunoglobulinas produzidas em resposta a ANTÍGENOS VIRAIS.Proteínas Virais: Proteínas encontradas em quaisquer espécies de vírus.Infecções Respiratórias: Invasão do SISTEMA RESPIRATÓRIO do hospedeiro por microrganismos, geralmente levando a processos patológicos ou doenças.Hemaglutininas Virais: Subtipos específicos de hemaglutinina codificados por VÍRUS.Receptores Virais: Componentes moleculares específicos de células capazes de reconhecer e interagir com um vírus, os quais, após ligados à célula, são capazes de gerar sinais que iniciam uma cadeia de eventos desencadeando uma resposta biológica.Proteínas Virais de Fusão: Proteínas, geralmente glicoproteínas, encontradas em envelopes virais de uma variedade de vírus. Promovem a fusão da membrana celular e também podem atuar na captação de vírus pelas células.Vírus Vaccinia: Representante da espécie dos ORTHOPOXVIRUS relacionada com o VÍRUS DA VARÍOLA BOVINA, mas sua verdadeira origem é desconhecida. Tem sido usado como uma vacina viva contra VARÍOLA. É também usado como um vetor para inserir DNA estranho em animais. O vírus da varíola do coelho é uma subespécie do VÍRUS VACCINIA.Pandemias: Epidemia de doença infecciosa que se disseminou para vários países, com frequência mais de um continente e que afeta geralmente um grande número de pessoas.Vírus da Influenza A Subtipo H9N2: Subtipo do VÍRUS DA INFLUENZA A que apresenta as proteínas de superfície hemaglutinina 9 e neuraminidase 2. O subtipo H9N2 geralmente infecta AVES DOMÉSTICAS, porém foram relatadas algumas infecções em humanos.Vírus Sendai: Representante da espécie RESPIROVIRUS (subfamília PARAMYXOVIRINAE), sendo a versão murina do VÍRUS 1 DA PARAINFLUENZA HUMANA, distinto pela especificidade do hospedeiro.Eliminação de Partículas Virais: Ato de expelir partículas de vírus do corpo. As rotas importantes incluem o trato respiratório, o trato genital e o trato intestinal. A eliminação de vírus é um meio importante de transmissão vertical (TRANSMISSÃO VERTICAL DE DOENÇA INFECCIOSA).Antivirais: Agentes usados na profilaxia ou no tratamento das VIROSES. Entre seus modos de ação estão o impedimento da replicação viral por meio da inibição da polimerase de DNA viral; unindo-se a receptores específicos de superfície celular, inibindo a penetração viral ou provocando a perda do capsídeo; inibindo a síntese proteica viral o bloqueando as etapas finais da montagem viral.Paramyxovirinae: Subfamília de PARAMYXOVIRIDAE composta pelos gêneros: RUBULAVIRUS; RESPIROVIRUS; MORBILLIVIRUS; HENIPAVIRUS; e AVULAVIRUS.Antígenos Virais: Substâncias elaboradas pelos vírus que apresentam atividade antigênica.Vírus da Influenza A Subtipo H3N8: Subtipo do VÍRUS DA INFLUENZA A que apresenta as proteínas de superfície hemaglutinina 3 e neuraminidase 8. O subtipo H3N8 é frequentemente encontrado em cavalos.Vírus da Influenza A Subtipo H7N7: Subtipo do VÍRUS DA INFLUENZA A que apresenta as proteínas de superfície hemaglutinina 7 e neuraminidase 7. O subtipo H7N7 gerou uma epidemia (2003) que foi altamente patogênica em AVES DOMÉSTICAS. Algumas infecções em seres humanos foram relatadas.Surtos de Doenças: Aumento repentino na incidência de uma doença. O conceito inclui EPIDEMIA e PANDEMIA.RNA Viral: Ácido ribonucleico que constitui o material genético de vírus.Linhagem Celular: Determinadas culturas de células que têm o potencial de se propagarem indefinidamente.Estações do Ano: Estações do ano: Divisões do ano de acordo com algum fenômeno regularmente recorrente, geralmente astronômico ou climático. (Tradução livre do original: McGraw-Hill Dictionary of Scientific and Technical Terms, 6th ed) Variações sazonais: Diferenças sazonais na ocorrência de eventos vitais.Vírus da Caxumba: Espécie típica de RUBULAVIRUS que causa doença infecciosa aguda em humanos, afetando principalmente crianças. A transmissão ocorre por gotículas de infecção.Cercopithecus aethiops: Espécie de CERCOPITHECUS composta por três subespécies (C. tantalus, C. pygerythrus e C. sabeus) encontrada em florestas e savanas da África. O macaco-tota-verde (C. pygerythrus) é o hospedeiro natural do Vírus da Imunodeficiência em Símios e é usado em pesquisas sobre AIDS.Subtipo H7N9 do Vírus da Influenza A: Subtipo de VÍRUS DA INFLUENZA A com as proteínas de superfície hemaglutinina 7 e neuramenidase 9. Este vírus de origem aviária foi primeiramente identificado em humanos em 2013.Vírus da Influenza A Subtipo H2N2: Subtipo do VÍRUS DA INFLUENZA A que apresenta as proteínas de superfície hemaglutinina 2 e neuraminidase 2, e responsável pela pandemia de gripe asiática (em 1957).Vírus da Influenza A Subtipo H5N2: Subtipo do VÍRUS DA INFLUENZA A que apresenta as proteínas de superfície hemaglutinina 5 e neuraminidase 2. Descobriu-se que o subtipo H5N2 é altamente patogênico em galinhas.Células Vero: LINHAGEM CELULAR derivada do rim do macaco verde (vervet) Africano (CERCOPITHECUS AETHIOPS) utilizada principalmente em estudos de replicação viral e ensaios em placas (in vitro).Pneumonia Viral: Inflamação do parênquima pulmonar causada por uma infecção viral.Montagem de Vírus: Conjunto de PROTEÍNAS ESTRUTURAIS VIRAIS e ácidos nucleicos (DNA VIRAL ou RNA VIRAL) para formar uma PARTÍCULA VIRAL.Vacinas Atenuadas: Vacinas vivas preparadas a partir de micro-organismos submetidos à adaptação física (p. ex., através de radiações ou de condicionamento térmico), ou passagem seriada em animais hospedeiros em laboratório, ou ainda em culturas de tecidos/células infectados, para produzir linhagens de mutantes não virulentas, capazes de induzir imunidade protetora.Vacinação: Administração de vacinas para estimulação da resposta imune do hospedeiro. Isto inclui qualquer preparação que objetive a profilaxia imunológica ativa.Oseltamivir: Cicloexeno acetamido, estrutura homóloga do ÁCIDO SIÁLICO que inibe a NEURAMINIDASE.Ensaio de Placa Viral: Método para medida da infectividade viral e multiplicação em CÉLULAS CULTIVADAS. Áreas claramente lisadas ou placas desenvolvidas como partículas virais são liberadas das células infectadas durante a incubação. Com alguns VÍRUS, as células são mortas por efeito citopático; com outros, as células infectadas não são mortas, mas podem ser detectadas por sua habilidade de hemadsorção. Algumas vezes as placas de células contêm ANTÍGENOS VIRAIS que podem ser medidos por IMUNOFLUORESCÊNCIA.Dados de Sequência Molecular: Descrições de sequências específicas de aminoácidos, carboidratos ou nucleotídeos que apareceram na literatura publicada e/ou são depositadas e mantidas por bancos de dados como o GENBANK, European Molecular Biology Laboratory (EMBL), National Biomedical Research Foundation (NBRF) ou outros repositórios de sequências.Vírus do Sarampo: Espécie típica de MORBILLIVIRUS, causadora do sarampo, doença humana altamente contagiosa que afeta principalmente as crianças.Testes de Neutralização: Medida do título (diluição) de um ANTISSORO que bloqueia uma infecção por meio do teste de uma série de diluições de um determinado ponto final de interação vírus-antissoro, que geralmente é a diluição na qual culturas de tecidos inoculadas com as misturas soro-vírus demonstram algum sinal citopático (CPE) ou a diluição na qual 50 por cento dos animais em teste injetados com as combinações soro-vírus mostram infectividade (ID50) ou morte (LD50).Infecções por Vírus Respiratório Sincicial: Infecções por pneumovirus causadas por VÍRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO. Humanos e bovinos são os mais afetados, mas infecções em cabras e carneiros também têm sido relatadas.Genes Virais: Unidades hereditárias funcionais dos VÍRUS.Aves: Vertebrados de sangue quente que possuem PLUMAS e pertencem à classe das Aves.Vírus 40 dos Símios: Espécie de POLYOMAVIRUS, originalmente isolada no tecido renal do macaco Rhesus. Produz malignidade em cultura de células renais de humanos e de hamsters recém-nascidos.Sigmodontinae: Subfamília (da família Muridae) composta por 69 gêneros. Camundongos e ratos do Novo Mundo estão incluídos nesta subfamília.Vírus Sincicial Respiratório Humano: Espécie típica de PNEUMOVIRUS e causa importante de doença respiratória inferior em crianças. Frequentemente apresenta-se com bronquite e broncopneumonia e é ainda caracterizada por febre, tosse, dispneia, palidez e respiração dificultada, com chiado.Vírus Defeituosos: Vírus que não possuem um genoma completo, de forma que não podem se replicar completamente ou não conseguem formar uma capa proteica. Alguns são defeituosos que dependem do hospedeiro, ou seja, só podem se replicar em sistemas celulares que fornecem a função genética específica que os vírus não possuem. Outros, chamados VÍRUS SATÉLITES, são capazes de se replicar somente quando seu defeito genético é suprido por um vírus auxiliar.Vírus de Plantas: Vírus parasitas de plantas superiores a bactérias.Vírus Reordenados: Vírus que contêm dois ou mais pedaços de ácido nucleico (genoma segmentado) de diferentes origens parentais. Estes vírus são produzidos em células coinfectadas com diferentes linhagens de um determinado vírus.Vírus: Minusculos agentes infecciosos cujos genomas são compostos de DNA ou RNA, nunca ambos. São caracterizados pela ausência de metabolismo independente e pela incapacidade de se replicar fora de células hospedeiras vivas.Nasofaringe: Parte superior da faringe situada atrás do nariz e acima do PALATO MOLE. A nasofaringe é a extensão posterior das cavidades nasais e possui função respiratória.Vírus da Influenza A Subtipo H1N2: Subtipo de VÍRUS DA INFLUENZA A composto das proteínas de superfície hemaglutinina 1 e neuraminidase 2. É endêmico de populações humanas e suínas.Vírus de DNA: Vírus cujo ácido nucleico é o DNA.Zanamivir: Ácido guanido-neuramínico utilizado para inibir a NEURAMINIDASE.Filogenia: Relacionamentos entre grupos de organismos em função de sua composição genética.Nucleoproteínas: Proteínas conjugadas com ácidos nucleicos.Efeito Citopatogênico Viral: Alterações morfológicas visíveis, em células infectadas por vírus. Inclui a paralisação de RNA celular e síntese proteica, fusão celular, liberação de enzimas lisossômicas, alterações na permeabilidade da membrana celular, alterações difusas em estruturas intracelulares, presença de inclusão de corpos virais e aberrações cromossômicas. Exclui a transformação maligna, que é a TRANSFORMAÇÃO CELULAR, VIRAL. Os efeitos citopatogênicos virais dão um método valioso para identificação e classificação de vírus infectantes.Vírus Sindbis: Representante da espécie ALPHAVIRUS normalmente transmitido a aves, pelos mosquitos CULEX, no Egito, África do Sul, Índia, Malásia, Filipinas e Austrália. Pode estar associado com febre em humanos. Os sorotipos (que diferem menos que 17 por cento na sequência dos nucleotídeos) incluem os vírus Babanki, Kyzylagach e Ockelbo.Cães: O cão doméstico (Canis familiaris) compreende por volta de 400 raças (família carnívora CANIDAE). Estão distribuídos por todo o mundo e vivem em associação com as pessoas (Tradução livre do original: Walker's Mammals of the World, 5th ed, p1065).Hemadsorção: Fenômeno que se manifesta por agente ou substância que adere ou que está sendo adsorvido à superfície de uma hemácia, como a tuberculina (por exemplo) pode ser adsorvida aos glóbulos vermelhos em certas situações. (Stedman, 25a ed)PatosVírus da Raiva: Espécie típica de LYSSAVIRUS que causa raiva em humanos e outros animais. A transmissão ocorre principalmente por mordidas de animais, pela saliva. O vírus é neurotrópico, multiplicando-se em neurônios e miotubos de vertebrados.Vacinas de Produtos Inativados: Vacinas em que os componentes infecciosos dos ácidos nucleicos microbianos foram destruídos por tratamento químico ou físico (p. ex., formalina, beta-propiolactona, radiação gama) sem afetar a antigenicidade ou a imunogenicidade do envelope viral ou das proteínas da membrana externa bacteriana.Vírion: Sistema infectivo de um vírus, composto do genoma viral, proteínas nucleares e uma capa proteica, chamada capsídeo, que pode estar "nu" ou envolto por envelope lipoproteico, chamado peplos.Proteínas do Core Viral: Proteínas encontradas principalmente em vírus DNA e RNA icosaédricos. Elas consistem em proteínas diretamente associadas com os ácidos nucleicos dentro da NUCLEOCÁPSIDE.Sistema Respiratório: Órgãos e estruturas tubulares e cavernosas, por meio das quais a ventilação pulmonar e as trocas gasosas entre o ar externo e o sangue são realizadas.Sequência de Aminoácidos: Ordem dos aminoácidos conforme ocorrem na cadeia polipeptídica. Isto é chamado de estrutura primária das proteínas. É de importância fundamental para determinar a CONFORMAÇÃO DA PROTEÍNA.Vírus da Estomatite Vesicular Indiana: Representante da espécie VESICULOVIRUS, causador da doença com sintomas semelhantes aos da FEBRE AFTOSA em bovinos, cavalos e porcos. Pode ser transmitida a outras espécies, inclusive humanos, nos quais causa sintomas semelhantes aos da influenza.Reações Cruzadas: Reações sorológicas em que um antissoro [desenvolvido] contra um antígeno reage com um antígeno não idêntico mas estreitamente relacionado com ele.Metapneumovirus: Gênero de vírus (subfamília PNEUMOVIRINAE) com dois membros: o Vírus da Rinotraqueíte do Peru e o Metapneumovirus humano. Os virions não apresentam a HEMAGLUTININA e a NEURAMINIDASE.Amantadina: Antiviral utilizado no tratamento profilático e sintomático da influenza A. É também utilizado como antiparkinsoniano, para tratar reações extrapiramidais e neuralgia pós-herpética. O mecanismo de seus efeitos sobre os distúrbios de movimento não estão completamente compreendidos, mas provavelmente refletem em um aumento na síntese e na liberação de dopamina, com alguma inibição da recaptação da dopamina.Virologia: Estudo da estrutura, crescimento, função, genética e reprodução de vírus e VIROSES.PiranosCélulas Madin Darby de Rim Canino: Linhagem de células normais derivada do rim de um cachorro fêmea adulto.Fatores de Tempo: Elementos de intervalos de tempo limitados, contribuindo para resultados ou situações particulares.Vírus da Hepatite B: Representante do gênero ORTHOHEPADNAVIRUS, causador da hepatite B em humanos, sendo, aparentemente, causador também do CARCINOMA HEPATOCELULAR humano. A partícula de Dane é um virion de hepatite intacto, assim denominado por seu descobridor. Partículas tubulares e esféricas não infecciosas também são observadas no soro.Genes de Imunoglobulinas: Genes codificadores das subunidades diferentes das IMUNOGLOBULINAS, por exemplo, GENES DE CADEIA LEVE DE IMUNOGLUBULINAS e GENES DE CADEIA PESADA DE IMUNOGLOBULINAS. Os genes de cadeias leve e pesada de imunoglobulinas estão presentes como segmentos gênicos nas células germinativas. Os genes completos são formados quando os segmentos estão combinados e unidos (REARRANJO GÊNICO DO LINFÓCITO B) durante a maturação do LINFÓCITO B. Os segmentos gênicos germinativos humanos das cadeias leve e pesada são simbolizados por V (variável), J (juncional) e C (constante). Os genes germinativos da cadeia pesada apresentam um segmento D (diversidade) adicional.Aves Domésticas: Aves domesticadas criadas para alimentação. Caracteristicamente inclui GALINHAS, PERUS, PATOS, GANSOS e outros.Proteínas da Matriz Viral: Proteínas associadas com a superfície interna da camada bilipídica do envelope viral. Essas proteínas têm sido implicadas no controle da transcrição viral e podem servir possivelmente como uma "cola" que liga a nucleocapsídeo ao sítio apropriado da membrana durante a eclosão viral da célula hospedeira.Administração Intranasal: Administração de medicamentos pela mucosa nasal.Laringite: Inflamação da MUCOSA LARÍNGEA, incluindo as PREGAS VOCAIS. A laringite é caracterizada por irritação, edema, e redução da elasticidade da mucosa, o que leva a DISTÚRBIOS DA VOZ, tais como AFONIA e ROUQUIDÃO.Crupe: Inflamação envolvendo a GLOTE ou as PREGAS VOCAIS e a laringe subglótica. A crupe é caracterizada por tosse em latido ressonante, ROUQUIDÃO e um ESTRIDOR inspiratório persistente (um som respiratório agudo). Ocorre predominantemente em lactentes e crianças.Hemaglutinação por Vírus: Aglutinação de ERITRÓCITOS por um vírus.Regulação Viral da Expressão Gênica: Quaisquer dos processos pelos quais os fatores citoplasmáticos influenciam o controle diferencial da ação gênica nos vírus.Vacinas Sintéticas: Pequenos peptídeos sintéticos que mimetizam antígenos de superfície de patógenos e são imunogênicos, ou vacinas manufaturadas com o auxílio de tecnologias de DNA recombinante. As últimas também podem ser vírus inteiros cujos ácidos nucleicos foram modificados.Proteínas Estruturais Virais: Proteínas virais componentes das PARTÍCULAS VIRAIS montadas maduras. Podem incluir proteínas centrais do nucleocapsídeoo (proteínas gag), enzimas contidas dentro das partículas virais (proteínas pol) e componentes de membrana (proteínas env). Não estão incluídas as proteínas codificadas pelo GENOMA VIRAL produzidas nas células infectadas, mas que não estão empacotadas nas partículas virais maduras, isto é, as denominadas PROTEÍNAS VIRAIS NÃO ESTRUTURAIS.Fusão Celular: Fusão de células somáticas in vitro ou in vivo, que resulta em hibridização celular somática.DNA Viral: Ácido desoxirribonucléico que forma o material genético dos vírus.Ativação Viral: Mecanismo, pelo qual os vírus latentes, como os vírus tumorais transmitidos geneticamente (PROVÍRUS) ou PRÓFAGOS de bactérias lisogênicas, são induzidos a se replicar sendo liberados como vírus infecciosos. Pode ser realizado por vários estímulos endógenos e exógenos, incluindo os LIPOPOLISSACARÍDEOS de células B, hormônios glicocorticoides, pirimidinas halogenadas, RADIAÇÃO IONIZANTE, luz ultravioleta e vírus superinfectantes.Pulmão: Cada um dos órgãos pareados que ocupam a cavidade torácica que tem como função a oxigenação do sangue.Cricetinae: Subfamília (família MURIDAE) que compreende os hamsters. Quatro gêneros mais comuns são: Cricetus, CRICETULUS, MESOCRICETUS e PHODOPUS.Virulência: Grau de patogenicidade dentro de um grupo ou espécies de micro-organismos ou vírus, conforme indicado pela taxa de fatalidade dos casos e/ou pela capacidade do organismo invadir os tecidos do hospedeiro. A capacidade patogênica de um organismo é determinada por seus FATORES DE VIRULÊNCIA.Reação em Cadeia da Polimerase Via Transcriptase Reversa: Variação da técnica de PCR na qual o cDNA é construído do RNA através de uma transcrição reversa. O cDNA resultante é então amplificado utililizando protocolos padrões de PCR.Análise de Sequência de DNA: Processo de vários estágios que inclui clonagem, mapeamento físico, subclonagem, determinação da SEQUÊNCIA DE DNA e análise de informação.Células HeLa: A primeira LINHAGEM CELULAR humana maligna continuamente cultivada, derivada do carcinoma cervical de Henrietta Lacks. Estas células são utilizadas para a CULTURA DE VÍRUS e em ensaios de mapeamento de drogas antitumorais.TraqueíteEmbrião de Galinha: Entidade que se desenvolve de um ovo de galinha fertilizado (ZIGOTO). O processo de desenvolvimento começa cerca de 24 h antes de o ovo ser disposto no BLASTODISCO, uma mancha esbranquiçada, pequena na superfície da GEMA DO OVO. Após 21 dias de incubação, o embrião está completamente desenvolvido antes da eclosão.Vetores Genéticos: Moléculas de DNA capazes de replicação autônoma dentro de uma célula hospedeira, na qual outras sequências de DNA podem ser inseridas e amplificadas. Muitos são provenientes de PLASMÍDEOS, BACTERIÓFAGOS ou VÍRUS. São usados para transportar genes estranhos às células receptoras. Os vetores genéticos possuem um local de replicação funcional e contêm MARCADORES GENÉTICOS para facilitar seu reconhecimento seletivo.Influenzavirus C: Gênero da família ORTHOMYXOVIRIDAE que contém vírus semelhantes aos tipos A e B, embora sejam menos comuns, mais estáveis, mais homogêneos e sem a proteína neuraminidase. Não foram ainda associados a epidemias, mas podem causar influenza branda. A espécie típica é o vírus da influenza C.Movimento Fetal: Atividade física do FETO no ÚTERO. Os movimentos (grandes ou muito pequenos) do corpo fetal podem ser monitorados pela mãe, PALPAÇÃO ou ULTRASSONOGRAFIA.Vacinas contra Vírus Sincicial Respiratório: Vacinas ou vacinas candidatas usadas para prevenir infecção com VÍRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO.Latência Viral: Capacidade de vírus patogênicos para permanecerem dormentes dentro de uma célula (infecção oculta). Acredita-se que nos eucariotos a ativação subsequente e a replicação viral sejam causadas por estimulação extracelular de fatores de transcrição celular. A latência nos bacteriófagos é mantida pela expressão de repressores viralmente codificados.Vírus da Influenza A Subtipo H7N3: Subtipo de VÍRUS DA INFLUENZA A que possui as proteínas de superfície hemaglutinina 7 e neuraminidase 3. Foi primeiramente detectada em perus na Grã Bretanha em 1963 e houve vários surtos em fazendas de criação de aves domésticas desde aquela época. Foram reportados poucos casos de infecções em humanos.Haplorrinos: Subordem de PRIMATAS composta por oito famílias: CEBIDAE (alguns macacos do Novo Mundo), ATELIDAE (alguns macacos do Novo Mundo), CERCOPITHECIDAE (macacos do Velho Mundo), HYLOBATIDAE (gibões e siamangs), CALLITRICHINAE (saguis e tamaris) e HOMINIDAE (humanos e grandes símios).Reação em Cadeia da Polimerase: Método in vitro para produção de grandes quantidades de DNA específico ou fragmentos de RNA de comprimento definido de pequenas quantidades de oligonucleotídeos curtos de sequências flanqueantes (iniciadores ou "primers"). O passo essencial inclui desnaturação térmica de moléculas alvo da dupla fita, reassociação dos primers a suas sequências complementares e extensão do iniciador reassociado pela síntese enzimática com DNA polimerase. A reação é eficiente, específica e extremamente sensível. A utilização da reação inclui diagnóstico de doenças, detecção de patógenos difíceis de se isolar, análise de mutações, teste genético, sequenciamento de DNA e análise das relações evolutivas.Ligação Viral: Ligação de partículas virais a receptores na superfície celular do hospedeiro. No caso dos vírus com envelope, o ligante do virion é geralmente uma glicoproteína de superfície, assim como o receptor celular. Para os vírus sem envelope, o CAPSÍDEO viral serve como ligante.Células Cultivadas: Células propagadas in vitro em meio especial apropriado ao seu crescimento. Células cultivadas são utilizadas no estudo de processos de desenvolvimento, processos morfológicos, metabólicos, fisiológicos e genéticos, entre outros.Interações Hospedeiro-Patógeno: Interações entre um hospedeiro e um patógeno, geralmente resultando em doença.Interferência Viral: Fenômeno em que a infecção por um primeiro vírus resulta na resistência de células ou tecidos a infecção por um segundo vírus não aparentado [com o primeiro].Recombinação Genética: Produção de novos arranjos de DNA por vários mecanismos, como agrupamento e segregação, INTERCÂMBIO, CONVERSÃO GÊNICA, TRANSFORMAÇÃO GENÉTICA, CONJUGAÇÃO GENÉTICA, TRADUÇÃO GENÉTICA ou infecção de vírus mistos.Imunofluorescência: Teste para antígeno tecidual utilizando um método direto, por conjugação de anticorpo e pigmento fluorescente (TÉCNICA DIRETA DE FLUORESCÊNCIA PARA ANTICORPO) ou um método indireto, pela formação do complexo antígeno-anticorpo que é então ligado a uma fluoresceína conjugada a um anticorpo anti-imunoglobulina (TÉCNICA INDIRETA DE FLUORESCÊNCIA PARA ANTICORPO). O tecido é então examinado por microscopia de fluorescência.Mucosa Nasal: Revestimento mucoso da CAVIDADE NASAL, inclusive das narinas (vestíbulo) e da MUCOSA OLFATÓRIA. Constituída por células ciliadas, CÉLULAS CALICIFORMES, células em escova, granulares pequenas, CÉLULAS-TRONCO e por glândulas que contêm células mucosas e serosas.Inativação de Vírus: Inativação de virus por técnicas não relacionadas com a imunologia. Entre elas estão alterações extremas de pH, tratamento por CALOR, radiação ultravioleta, RADIAÇÃO IONIZANTE, DESSECAÇÃO, ANTISSÉPTICOS, DESINFETANTES, solventes orgânicos e DETERGENTES.Galinhas: Nome vulgar dado a espécie Gallus gallus "ave doméstica" (família Phasianidae, ordem GALIFORME). São descendentes das aves selvagens vermelha do SUDESTE DA ÁSIA.Anticorpos Neutralizantes: Anticorpos que reduzem ou abolem algumas atividades biológicas de um antígeno solúvel ou agente infeccioso (geralmente vírus).Especificidade da Espécie: Restrição de um comportamento característico, estrutura anatômica ou sistema físico, como resposta imunológica, resposta metabólica ou gene ou variante gênico dos membros de uma espécie. Refere-se às propriedades que diferenciam uma espécie de outra, mas também se usa para níveis filogenéticos superiores ou inferiores ao nível de espécie.Proteção Cruzada: Proteção conferida a um hospedeiro pela inoculação de uma linhagem ou um componente de um microrganismo, e que previne a infecção quando desafiado posteriormente com uma estirpe semelhante. Mais comumente, o microrganismo é um vírus.Vírus da Imunodeficiência Símia: Espécie do gênero LENTIVIRUS (subgênero VÍRUS DA IMUNODEFICIÊNCIA DE PRIMATAS) que induz a síndrome de imunodeficiência adquirida em macacos e Símios Antropoides (SAIDS). A organização genética do SIV é virtualmente idêntica ao HIV.Vírus Oncogênicos: Ausência total ou parcial do cristalino do campo visual por qualquer causa, exceto após extração de cataratas. A afacia é de origem principalmente congênita ou resulta da SUBLUXAÇÃO DO CRISTALINO.Corpos de Inclusão Viral: Área que mostra coloração alterada no núcleo ou citoplasma de uma célula infectada por vírus. Alguns corpos de inclusão representam "fábricas de vírus" onde o ácido nucleico ou proteína viral estão sendo sintetizadas; outros são meramente artefatos provenientes da fixação e coloração. Como exemplo, os corpos de Negri, são encontrados no citoplasma e processos de células nervosas de animais que morreram de hidrofobia.Epitopos: Locais em antígenos que interagem com anticorpos específicos.Capsídeo: Carapaça externa (proteica) de um vírus, que protege seu ácido nucleico.RNA Replicase: Enzima que catalisa a extensão dirigida por RNA molde, de um terminal 3' de uma fita de RNA, um nucleotídeo de cada vez, e pode iniciar uma cadeia de novo.Fusão de Membrana: Aderência e fusão das membranas celular, intracelular ou membranas artificiais umas as outras ou entre vírus, parasitas ou partículas intersticiais, através de uma variedade de processos químicos e físicos.Ensaio de Imunoadsorção Enzimática: Imunoensaio utilizando um anticorpo ligado a uma enzima marcada, tal como peroxidase de raiz-forte (ou rábano silvestre). Enquanto a enzima ou o anticorpo estiverem ligados a um substrato imunoadsorvente, ambos retêm sua atividade biológica; a mudança na atividade enzimática como resultado da reação enzima-anticorpo-antígeno é proporcional à concentração do antígeno e pode ser medida por espectrofotometria ou a olho nu. Muitas variações do método têm sido desenvolvidas.Técnicas de Cultura: Métodos de manutenção ou de crescimento de materiais biológicos em condições controladas de laboratório. Entre elas estão culturas de CÉLULAS, TECIDOS, órgãos ou embrião in vitro. Tanto os tecidos animais como os vegetais podem ser cultivados por vários métodos. As culturas podem ser provenientes de tecidos normais ou anormais e consistem de populações de um único tipo de célula ou de mistura de populações de tipos celulares diferentes.Vírus da Floresta de Semliki: Espécie de ALPHAVIRUS isolada na África central, ocidental e sul.Vírus do Mosaico: Vírus que produzem aparência manchada nas folhas de plantas.Ácidos Siálicos: Grupo de derivados N- e O-acil do ácido acetilneuramínico que ocorrem naturalmente. São distribuídos de forma constante em diversos tecidos.Doenças RespiratóriasBovinos: Animais bovinos domesticados (do gênero Bos) geralmente são mantidos em fazendas ou ranchos e utilizados para produção de carne, derivados do leite ou para trabalho pesado.Proteínas do Nucleocapsídeo: Proteínas virais encontradas tanto no NUCLEOCAPSÍDEO ou núcleo viral (PROTEÍNAS NUCLEARES VIRAIS).Anticorpos Monoclonais: Anticorpos produzidos porum único clone de células.Líquido da Lavagem Nasal: Líquido obtido através de IRRIGAÇÃO TERAPÊUTICA ou lavagem da cavidade nasal e MUCOSA NASAL. O líquido resultante é utilizado em ensaios citológicos e imunológicos da mucosa nasal, como no TESTE DE PROVOCAÇÃO NASAL no diagnóstico de hipersensibilidade nasal.Sensibilidade e Especificidade: Medidas de classificação binária para avaliar resultados de exames. Sensibilidade ou taxa de recall é a proporção de verdadeiros positivos. Especificidade é a probabilidade do teste determinar corretamente a ausência de uma afecção. (Tradução livre do original: Last, Dictionary of Epidemiology, 2d ed)Recém-Nascido: Criança durante o primeiro mês após o nascimento.Técnica Direta de Fluorescência para Anticorpo: Técnica de fluorescência para anticorpo que utiliza um conjugado fluorocromo para um anticorpo e é adicionado diretamente a um tecido ou suspensão celular para detecção de um antígeno específico.Vírus da Hepatite A: Espécie do gênero HEPATOVIRUS que apresenta um sorotipo e duas linhagens: o VIRUS DA HEPATITE A HUMANA e o vírus simiesco da hepatite A, causadores de hepatite em humanos (HEPATITE A) e primatas, respectivemente.Vírus da Influenza A Subtipo H7N1: Subtipo de VÍRUS DA INFLUENZA A que possui as proteínas de superfície hemaglutinina 7 e neuraminidase 1. Este subtipo demonstrou ter habilidade de mudar de uma forma pouco patogênica para uma forma altamente patogênica em aves. Em 1999 foi responsável por um surto em em perus, na Itália.Testes de Hemaglutinação: Testes sensíveis para medir certos antígenos, anticorpos ou vírus, usando suas habilidades de aglutinar certos eritrócitos.Vigilância de Evento Sentinela: Monitorização da proporção de ocorrência de condições específicas para avaliar a estabilidade ou alteração nos níveis de saúde de uma população. É também o estudo da proporção de doenças em um coorte específico, como uma área geográfica, um subgrupo populacional etc., para estimar uma tendência na população maior. (Tradução livre do original: Last, Dictionary of Epidemiology, 2d ed)Suínos: Qualquer animal da família Suidae, compreendendo mamíferos onívoros, robustos, de pernas curtas, pele espessa (geralmente coberta com cerdas grossas), focinho longo e móvel, e cauda pequena. Compreendem os gêneros Babyrousa, Phacochoerus (javalis africanos) e o Sus, que abrange o porco doméstico (ver SUS SCROFA)Rimantadina: Inibidor da síntese de RNA que é utilizado como agente antiviral no tratamento e na profilaxia da influenza.Vírus do Sarcoma Aviário: Grupo de ALFARETROVIRUS, causador de sarcoma e outros tumores em galinhas e outras aves comestíveis, e também em pombos, patos e RATOS.Ácido N-Acetilneuramínico: N-acil derivado do ácido neuramínico, e.g., ácido N-acetilneuramínico. Ácidos siálicos ocorrem em muitos polissacarídeos, glicoproteínas e glicolipídeos em animais e bactérias. (Dorland, 28a ed, p1586)Hemaglutininas: Agentes que causam aglutinação de células vermelhas. Estão incluídos neste grupo os anticorpos, antígenos de grupos sanguíneos, lectinas, fatores autoimunes, aglutininas bacterianas, virais, ou de sangue de parasitos.Substituição de Aminoácidos: Ocorrência natural ou experimentalmente induzida da substituição de um ou mais AMINOÁCIDOS em uma proteína por outro. Se um aminoácido funcionalmente equivalente é substituído, a proteína pode conservar sua atividade original. A substituição pode também diminuir, aumentar ou eliminar a função da proteína. A substituição experimentalmente induzida é frequentemente utilizada para estudar a atividade enzimática e propriedades dos sítios de ligação.Modelos Animais de Doenças: Doenças animais ocorrendo de maneira natural ou são induzidas experimentalmente com processos patológicos suficientemente semelhantes àqueles de doenças humanas. São utilizados como modelos para o estudo de doenças humanas.Primers do DNA: Sequências curtas (geralmente em torno de 10 pares de bases) de DNA que são complementares à sequência do RNA mensageiro e permite a transcriptase reversa, copiando as sequências adjacentes de RNAm. Os primers são utilizados largamente em técnicas de biologia molecular e genética.Vigilância da População: Exame minucioso de uma população (população em geral, estudo de população, objetivo da população, etc.) geralmente usando métodos notáveis por sua praticabilidade, uniformidade e frequentemente por sua rapidez e mais ainda por sua completa precisão.Doenças dos Suínos: Doenças dos suínos domésticos e do javali selvagem do gênero Sus.Vírus BK: Espécie de POLYOMAVIRUS que aparentemente infecta mais de 90 por cento das crianças, embora não seja claramente associada com nenhuma doença clínica da infância. O vírus permanece latente no corpo ao longo da vida, e pode ser reativado sob certas circunstâncias.Farmacorresistência Viral: Capacidade dos vírus para resistir ou tornar tolerante os agentes quimioterápicos ou agentes antivirais. Esta resistência é adquirida através de mutação gênica.Sequência de Bases: Sequência de PURINAS e PIRIMIDINAS em ácidos nucleicos e polinucleotídeos. É chamada também de sequência nucleotídica.Infecções Tumorais por Vírus: As infecções produzidas por vírus oncogênicos. As infecções causadas por vírus DNA são menos numerosas, mas são mais diversas que aquelas causadas pelos vírus oncogênicos RNA.Vírus JC: Espécie de POLYOMAVIRUS originalmente isolada do cérebro de paciente com leucoencefalopatia multifocal progressiva. As iniciais do paciente, J.C., nomearam este vírus. A infecção não é acompanhada por nenhuma doença aparente, mas doença desmielinizante séria pode aparecer posteriormente, provavelmente pela reativação de vírus latentes.Nucleocapsídeo: Complexo de proteína e ácido nucleico que forma parte ou a totalidade de um virion. Consiste de uma CÁPSIDE contendo ácido nucleico. Dependendo do vírus, o nucleocapsídeo pode corresponder ao núcleo "nu", ou ser cercado por envelope membranoso.Vírus não Classificados: Vírus cujas relações taxonômicas não foram estabelecidas.Doenças das Aves Domésticas: Doenças das aves criadas como fonte de carne ou ovos, para o consumo humano, sendo normalmente encontradas em chiqueiros, granjas, etc. O conceito difere de DOENÇAS DAS AVES que se refere a doenças de aves não domésticas e são normalmente encontradas em zoológicos, parques e florestas.Compostos BicíclicosProteínas de Resistência a Myxovirus: Proteinas ligantes de GTP semelhantes a DINAMINA induzidas por interferon localizadas no citoplasma, no complexo de poros nucleares e no núcleo. Desempenham papel na imunidade e na defesa antiviral.Transcrição Genética: Biossíntese de RNA realizada a partir de um molde de DNA. A biossíntese de DNA a partir de um molde de RNA é chamada de TRANSCRIÇÃO REVERSA.Influenzavirus A: Gênero de vírus (família ORTHOMYXOVIRIDAE) que causa a influenza e outras doenças em humanos e animais. Contém muitas linhagens, bem como, subtipos antigênicos de proteínas integrais de membrana (HEMAGLUTININAS) e NEURAMINIDASE. A especie típica é o VÍRUS DA INFLUENZA A.Vírus da Leucose Aviária: Espécie-tipo de ALPHARETROVIRUS, que produz leucose linfoide latente ou manifesta em aves.Carga Viral: Quantidade de vírus mensurável no sangue. Alterações na carga viral, medida no plasma, são utilizadas como MARCADORES SUBSTITUTOS na progressão de doenças.Vírus da Parainfluenza 3 Humana: Espécie de RESPIROVIRUS frequentemente isolado em crianças pequenas com faringite, bronquite e pneumonia.Vírus Sincicial Respiratório Bovino: Espécie de PNEUMOVIRUS que causa importante infecção respiratória no gado. Os sintomas incluem febre, conjuntivite e desconforto respiratório.Soros Imunes: Soro que contêm anticorpos. São obtidos de animais que foram previamente imunizados, seja por injeção de antígenos, seja por infecção com microrganismos contendo o antígeno.Genoma Viral: Complemento genético completo contido em uma molécula de DNA ou RNA de um vírus.Vírus Bluetongue: Espécie-tipo de ORBIVIRUS que causa uma séria doença em carneiros, especialmente cordeiros. Pode também afetar ruminantes selvagens e outros animais domésticos.Camundongos Endogâmicos BALB CResultado do Tratamento: Estudos conduzidos com o fito de avaliar as consequências da gestão e dos procedimentos utilizados no combate à doença de forma a determinar a eficácia, efetividade, segurança, exequibilidade dessas intervenções.Imunização: Estimulação deliberada da resposta imune do hospedeiro. A IMUNIZAÇÃO ATIVA envolve a administração de ANTÍGENOS ou ADJUVANTES IMUNOLÓGICOS. A IMUNIZAÇÃO PASSIVA envolve a administração de SOROS IMUNES ou LINFÓCITOS ou seus extratos (p.ex., fator de transferência, RNA imune), ou transplante de tecido produtor de célula imunocompetente (timo ou medula óssea).Hospitalização: Confinamento de um paciente em um hospital.Variação Genética: Diferenças genotípicas observadas entre indivíduos em uma população.