Hipófise: Glândula pequena, ímpar, situada na SELA TÚRCICA. Conecta-se ao HIPOTÁLAMO por um pedúnculo curto denominado HIPÓFISE.Adeno-Hipófise: Lobo glandular anterior da hipófise, também conhecido como ADENO-HIPÓFISE. Secreta os HORMÔNIOS ADENO-HIPOFISÁRIOS que regulam funções vitais como CRESCIMENTO, METABOLISMO e REPRODUÇÃO.Neoplasias Hipofisárias: Neoplasias que se originam da ou metastatizam para a HIPÓFISE. A maioria das neoplasias hipofisárias é constituída por adenomas, divididos em formas secretoras e não secretoras. As formas produtoras de hormônio são ainda classificadas pelo tipo de hormônio que elas secretam. Os adenomas hipofisários também podem ser caracterizados por suas propriedades de coloração (ver ADENOMA BASÓFILO, ADENOMA ACIDÓFILO e ADENOMA CROMÓFOBO). Os tumores hipofisários podem comprimir estruturas adjacentes, incluindo o HIPOTÁLAMO, vários NERVOS CRANIANOS e o QUIASMA ÓPTICO. A compressão do quiasma pode resultar em HEMIANOPSIA bitemporal.Doenças da Hipófise: Transtornos envolvendo tanto a ADENO-HIPÓFISE como a NEURO-HIPÓFISE. Estas doenças normalmente se manifestam como hipersecreção ou hipossecreção de HORMÔNIOS HIPOFISÁRIOS. Massas neoplásicas hipofisárias também podem causar compressão do QUIASMA ÓPTICO e de outras estruturas adjacentes.Hormônios Hipofisários: Hormônios secretados pela HIPÓFISE, entre eles, aqueles provenientes do lobo anterior (adeno-hipófise), lobo posterior (neuro-hipófise) e lobo intermediário mal definido. Estruturalmente são os pequenos peptídeos, proteínas e glicoproteínas. Estão sob a regulação dos sinais neurais (NEUROTRANSMISSORES) ou sinais neuroendócrinos (HORMÔNIOS HIPOTALÂMICOS) provenientes do hipotálamo, bem como, da retroalimentação a partir de seus alvos, como CORTICOSTEROIDES, ANDROGÊNIOS e ESTROGÊNIOS.Neuro-Hipófise: Tecido nervoso da hipófise, também conhecido como HIPÓFISE POSTERIOR. Consiste em AXÔNIOS distais de neurônios que produzem VASOPRESSINA e OCITOCINA no NÚCLEO SUPRAÓPTICO e no NÚCLEO PARAVENTRICULAR. Estes axônios descem através da EMINÊNCIA MEDIANA, o infundíbulo hipotalâmico do PEDÍCULO PITUITÁRIO, até o lobo posterior da hipófise.Prolactina: Hormônio lactogênico secretado pela ADENO-HIPÓFISE. É um polipeptídio com peso molecular de aproximadamente 23 kDa. Além de sua ação principal na lactação, em algumas espécies a prolactina exerce efeitos sobre a reprodução, comportamento materno, metabolismo lipídico, imunomodulação e osmorregulação. Os receptores de prolactina estão presentes nas glândulas mamárias, hipotálamo, fígado, ovário, testículo e próstata.Hormônios Adeno-Hipofisários: Hormônios secretados pela ADENO-HIPÓFISE. Estruturalmente, incluem polipeptídeos, proteínas e glicoproteínas.Adeno-Hipófise Parte Intermédia: Lobo intermediário da hipófise. Mostra considerável variação de tamanho entre as espécies sendo pequena em seres humanos e grande em anfíbios e vertebrados inferiores. Este lobo produz principalmente HORMÔNIOS ESTIMULADORES DE MELANÓCITOS e outros peptídeos do processamento pós-tradução de pró-opiomelanocortina (POMC).Glândulas Salivares: Glândulas que secretam SALIVA na boca. Há três pares de glândulas salivares (GLÂNDULA PARÓTIDA, GLÂNDULA SUBLINGUAL e a GLÂNDULA SUBMANDIBULAR).Apoplexia Hipofisária: Interrupção repentina do suprimento de sangue à HIPÓFISE, levando à NECROSE do tecido e perda da função (PAN-HIPOPITUITARISMO). A causa mais comum é hemorragia ou INFARTO de um adenoma hipofisário. Pode também resultar de uma hemorragia aguda na SELA TÚRCICA devido a um Traumatismo da cabeça, HIPERTENSÃO INTRACRANIANA ou outros efeitos agudos de hemorragia no sistema nervoso central. Os sinais clínicos incluem CEFALEIA intensa, HIPOTENSÃO, distúrbios bilaterais da visão, INCONSCIÊNCIA e COMA.Hipopituitarismo: Diminuição ou interrupção da secreção de um ou mais hormônios da adeno-hipófise (incluindo LH, HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE, SOMATOTROPINA e CORTICOTROPINA). Pode resultar da ablação cirúrgica ou de radiação, NEOPLASIAS HIPOFISÁRIAS não secretoras, tumores metastáticos, infartos, APOPLEXIA HIPOFISÁRIA, processos infiltrativos ou granulomatosos e outras afecções.Adenoma: Tumor epitelial benigno com organização glandular.Hormônio do Crescimento: Polipeptídeo secretado pela ADENO-HIPÓFISE. O hormônio do crescimento, também conhecido como somatotropina, estimula a mitose, diferenciação e o crescimento celular. Hormônios do crescimento espécie-específicos têm sido sintetizados.Hormônio Adrenocorticotrópico: Hormônio da adeno-hipófise que estimula o CÓRTEX SUPRARRENAL e sua produção de CORTICOSTEROIDES. O ACTH é um polipeptídeo de 39 aminoácidos, dos quais o segmento N-terminal, de 24 aminoácidos, é idêntico em todas as espécies e contém a atividade adrenocorticotrópica. No processamento posterior específico do tecido, o ACTH pode produzir o ALFA-MSH e o peptídeo do lobo intermediário semelhante à corticotropina (CLIP).Glândulas Mamárias Animais: Glândulas mamárias em MAMÍFEROS não humanos.Hormônio Luteinizante: Principal gonadotropina secretada pela ADENO-HIPÓFISE. O hormônio luteinizante regula a produção de esteroides pelas células intersticiais do TESTÍCULO e OVÁRIO. O HORMÔNIO LUTEINIZANTE pré-ovulatório aparece em fêmeas induzindo a OVULAÇÃO e subsequente LUTEINIZAÇÃO do folículo. O HORMÔNIO LUTEINIZANTE consiste em duas subunidades ligadas não covalentemente, uma alfa e outra beta. Dentro de uma espécie, a subunidade alfa é comum nos três hormônios glicoproteicos hipofisários (TSH, LH e FSH), porém a subunidade beta é única e confere sua especificidade biológica.Gonadotropinas Hipofisárias: Hormônios secretados pela ADENO-HIPÓFISE que estimulam as funções gonadais tanto em machos como em fêmeas. Entre eles estão os HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE que ativa a maturação da célula germinativa (OOGÊNESE, ESPERMATOGÊNESE) e o HORMÔNIO LUTEINIZANTE que estimula a produção de esteroides sexuais (ESTROGÊNIOS, PROGESTERONA, ANDROGÊNIOS).Glândulas Exócrinas: Glândulas de secreção externa que liberam suas secreções nas cavidades corpóreas, órgãos ou superfícies por meio de um duto.Glândula Submandibular: Uma de duas glândulas salivares no pescoço, localizada no espaço limitado pelos dois ventres do músculo digástrico e o ângulo da mandíbula. Libera seu conteúdo por meio do ducto submandibular. As unidades secretoras são predominantemente serosas, embora ocorram poucos alvéolos mucosos, alguns com semilúnios serosos. (Stedman, 25a ed)Hormônio Liberador de Gonadotropina: Decapeptídeo que estimula a síntese e secreção de ambas gonadotropinas hipofisárias, HORMÔNIO LUTEINIZANTE e HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE. O GnRH é produzido por neurônios no septo da ÁREA PRÉ-ÓPTICA do HIPOTÁLAMO e liberado no sangue portal hipofisário, levando a estimulação dos GONADOTROFOS na ADENO-HIPÓFISE.Prolactinoma: Adenoma hipofisário que secreta PROLACTINA, levando à HIPERPROLACTINEMIA. Entre as manifestações clínicas estão AMENORREIA, GALACTORREIA, IMPOTÊNCIA, CEFALEIA, distúrbios visuais e RINORREIA DE LÍQUIDO CEFALORRAQUIDIANO.Hipofisectomia: Remoção cirúrgica ou destruição da hipófise ou glândula pituitária. (Dorland, 28a ed)Testes de Função Hipofisária: Exames que avaliam as funções da hipófise.Pró-Opiomelanocortina: Proteína de 30 kDa sintetizada principalmente na ADENO-HIPÓFISE e no HIPOTÁLAMO. É também encontrada na pele e outros tecidos periféricos. Dependendo da espécie e dos tecidos, o POMC é clivado pelos PRÓ-HORMÔNIO CONVERTASES dando origem a vários peptídeos ativos, incluindo ACTH, BETA-LIPOTROPINA, ENDORFINAS, HORMÔNIOS ESTIMULADORES DE MELANÓCITOS, entre outros (GAMA-LPH, PEPTÍDEO DA PARTE INTERMÉDIA DA ADENO-HIPÓFISE SEMELHANTE À CORTICOTROPINA, peptídeo N-terminal do POMC ou NPP).Hormônio Foliculoestimulante: Principal gonadotropina secretada pela ADENO-HIPÓFISE. O hormônio folículo estimulante ativa a GAMETOGÊNESE e as células de sustentação, como as CÉLULAS GRANULOSAS ovarianas, as CÉLULAS DE SERTOLI testiculares e as CÉLULAS DE LEYDIG. O FSH consiste em duas subunidades (uma alfa e outra beta) ligadas não covalentemente. Dentro de uma espécie, a subunidade alfa é comum nos três hormônios glicoproteicos hipofisários (TSH, LH e FSH), porém a subunidade beta é única e confere sua especificidade biológica.Glândulas Suprarrenais: Par de glândulas localizadas no polo cranial de cada RIM. Cada glândula adrenal é composta por dois tecidos endócrinos distintos (de origem embrionária diferente); o CÓRTEX ADRENAL produz ESTEROIDES e a MEDULA ADRENAL produz NEUROTRANSMISSORES.Sela Túrcica: Proeminência óssea, situada na superfície superior do corpo do osso esfenoide, que abriga a GLÂNDULA HIPÓFISE.Somatotrofos: Células da hipófise anterior que produzem o HORMÔNIO DO CRESCIMENTO.Polipeptídeo Hipofisário Ativador de Adenilato Ciclase: Neuropeptídeo multifuncional que atua em todo o corpo elevando o nível de AMP cíclico intracelular através de interação com os receptores de PACAP. Embora isolado inicialmente de extratos hipotalâmicos e assim denominado por sua ação na hipófise, é amplamente distribuído nos sistemas nervosos central e periférico. O PACAP é importante no controle dos processos endócrino e homeostático, como secreção de hormônios hipofisários e intestinais e ingestão alimentar.Glândula Parótida: O maior dos três pares de GLÂNDULAS SALIVARES, que ficam do lado da FACE, imediatamente abaixo e em frente à ORELHA.Hipotálamo: Parte ventral do DIENCÉFALO que se estende da região do QUIASMA ÓPTICO à borda caudal dos CORPOS MAMILARES, formando as paredes lateral e inferior do TERCEIRO VENTRÍCULO.Hormônio Liberador de Tireotropina: Tripeptídeo que estimula a liberação de TIREOTROPINA e PROLACTINA. É sintetizado pelos neurônios no núcleo paraventricular do HIPOTÁLAMO. Após, sendo liberado na circulação portal hipofisária, o TRH (foi denominado TRF) estimula a liberação de TSH e PRL a partir da ADENO-HIPÓFISE.Lactotrofos: Células da adeno-hipófise que produzem PROLACTINA.Gonadotrofos: Células da adeno-hipófise que podem produzir tanto HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE como HORMÔNIO LUTEINIZANTE.Receptores LHRH: Receptores com uma proteína de 6 kDa nas superfícies das células que secretam HORMÔNIO LUTEINIZANTE ou HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE, geralmente presentes na adeno-hipófise. O HORMÔNIO LIBERADOR DE HORMÔNIO LUTEINIZANTE se liga a estes receptores, é endocitado com o receptor e, na célula, desencadeia a liberação do HORMÔNIO LUTEINIZANTE ou HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE. Estes receptores também são encontrados nas gônadas de ratos. As INIBINAS impedem a ligação do GnRH a seus receptores.Tireotropina: Hormônio glicoproteico secretado pela ADENO-HIPÓFISE. A tireotropina estimula a GLÂNDULA TIREOIDE ao aumentar o transporte de iodo, a síntese e liberação de hormônios tireóideos (TIREOXINA e TRI-IODOTIRONINA). A tireotropina consiste em duas subunidades, alfa e beta, ligadas não covalentemente. Dentro de uma espécie, a subunidade alfa é comum nos hormônios glicoproteicos hipofisários (TSH, HORMÔNIO LUTEINIZANTE e FSH), porém a subunidade beta é única e confere sua especificidade biológica.Adenoma Hipofisário Secretor de ACT: Adenoma hipofisário que secreta ADRENOCORTICOTROPINA levando à DOENÇA DE CUSHING.Adenoma Cromófobo: Tumor benigno da hipófise anterior no qual as células não são coloridas por corantes ácidos ou básicos.Subunidade beta do Hormônio Folículoestimulante: Subunidade beta do hormônio folículoestimulante. É um glicopolipeptídeo de 15 kDa. Para a completa atividade biológica do FSH é necessária a ligação não covalente nos heterodímeros de uma subunidade alfa e uma beta. A mutação do gene FSHB causa a puberdade tardia ou infertilidade.Glândulas Sudoríparas: Estruturas, inseridas na DERME, que produzem suor. Cada glândula é constituída por um tubo simples, um corpo espiralado e um ducto superficial.Nanismo Hipofisário: Forma de nanismo causada por deficiência (completa ou parcial) do HORMÔNIO DO CRESCIMENTO, devido a ausência do Fator Liberador do Hormônio de Crescimento (hipotalâmico) ou de mutações no gene (GH1) do hormônio do crescimento (hipofisário). Também conhecido como nanismo hipofisário Tipo I. O nanismo hipofisário humano é causado por deficiência na produção do HORMÔNIO DO CRESCIMENTO HUMANO durante o desenvolvimento.Hipersecreção Hipofisária de ACTH: Doença da HIPÓFISE caracterizada pelo aumento de secreção de Hormônio Adrenocorticotrópico. Isto leva à uma hipersecreção de cortisol (HIDROCORTISONA) pelas GLÂNDULAS SUPRARRENAIS resultando na SÍNDROME DE CUSHING.beta-Lipotropina: Peptídeo de 90 aminoácidos proveniente do processamento pós-traducional da pró-opiomelanocortina (POMC) na HIPÓFISE e no HIPOTÁLAMO. É o fragmento C-terminal da POMC com atividades mobilizadoras de lipídeo, como a LIPÓLISE e esteroidogênese. Dependendo da espécie e dos locais do tecido, a beta-LPH pode ser ainda processada e produzir peptídeos ativos, incluindo a GAMA-LIPOTROPINA, BETA-MSH e ENDORFINAS.Hormônio Liberador de Hormônio do Crescimento: Peptídeo de 44 aminoácidos na maioria das espécies. Estimula a liberação e síntese do HORMÔNIO DO CRESCIMENTO. O GHRF (ou GRF) é sintetizado por neurônios no NÚCLEO ARQUEADO do HIPOTÁLAMO. Após sua liberação na circulação portal hipofisária, o GHRF estimula a liberação de GH pelos SOMATOTROFOS na HIPÓFISE.Sistema Hipotálamo-Hipofisário: Grupo de NEURÔNIOS, trato de FIBRAS NERVOSAS, tecido endócrino e vasos sanguíneos no HIPOTÁLAMO e na HIPÓFISE. Esta circulação portal hipotalâmica- hipofisária fornece o mecanismo para a regulação neuroendócrina hipotalâmica (HORMÔNIOS HIPOTALÂMICOS) da função hipofisária e a liberação de vários HORMÔNIOS HIPOFISÁRIOS na circulação sistêmica para manutenção da HEMOSTASIA.Glândulas Sebáceas: Órgãos formados por pequenas bolsas, localizados na DERME. Cada glândula apresenta um único ducto que emerge de um grupo de alvéolos ovais. Cada alvéolo é constituído por uma membrana basal transparente, encerrando células epiteliais. Os ductos da maior parte das glândulas sebáceas se abrem nos folículos pilosos, porém alguns se abrem na superfície da PELE. Glândulas sebáceas secretam SEBO.Hormônios Liberadores de Hormônios Hipofisários: Peptídeos, naturais ou sintéticos, que estimulam a liberação de HORMÔNIOS HIPOFISÁRIOS. Foram isolados pela primeira vez de extratos do HIPOTÁLAMO, EMINÊNCIA MEDIANA, PEDÍCULO HIPOFISÁRIO e NEURO-HIPÓFISE. Além disso, alguns hormônios hipofisiotrópicos controlam a diferenciação e proliferação das células hipofisárias e a síntese dos hormônios. Alguns podem agir em mais de um hormônio hipofisário.Fator de Transcrição Pit-1: Fator do domínio POU que regula a expressão do HORMÔNIO DO CRESCIMENTO, PROLACTINA e tirotropina beta na ADENO-HIPÓFISE.Glândula Sublingual: Glândula salivar em cada lado da boca, sob a LÍNGUA.RNA Mensageiro: Sequências de RNA que servem como modelo para a síntese proteica. RNAm bacterianos são geralmente transcritos primários pelo fato de não requererem processamento pós-transcricional. O RNAm eucariótico é sintetizado no núcleo e necessita ser transportado para o citoplasma para a tradução. A maior parte dos RNAm eucarióticos têm uma sequência de ácido poliadenílico na extremidade 3', denominada de cauda poli(A). Não se conhece com certeza a função dessa cauda, mas ela pode desempenhar um papel na exportação de RNAm maduro a partir do núcleo, tanto quanto em auxiliar na estabilização de algumas moléculas de RNAm retardando a sua degradação no citoplasma.Endorfinas: Um dos três principais grupos de peptídeos opioides endógenos. São grandes peptídeos derivados do precursor PRÓ-OPIOMELANOCORTINA. Os membros conhecidos desse grupo são as endorfinas alfa, beta e gama. O termo endorfina também se usa, às vezes, para se referir a todos os peptídeos opioides, mas aqui se usa no sentido mais restrito; PEPTÍDEOS OPIOIDES é utilizado para um grupo mais amplo.Radioimunoensaio: Clássico ensaio quantitativo para detecção de reações antígeno-anticorpo utilizando uma substância radioativamente ligada (radioligante) diretamente ou indiretamente, pela medida de ligação da substância não ligada a um anticorpo específico ou outro sistema receptor. Substâncias não imunogênicas (por exemplo, haptenos) podem ser medidas se acopladas a grandes proteínas carreadoras (por exemplo, gama-globulina bovina ou soro de albumina humana) capazes de induzir a formação de anticorpos.Bromocriptina: Alcaloide ergotamina semissintético que é um agonista da dopamina D2. Suprime a secreção de prolactina.Hormônio Luteinizante Subunidade beta: Subunidade beta do hormônio luteinizante. É um glicopolipeptídeo de 15 kDa com estrutura semelhante à subunidade beta da gonadotrofina coriônica placentária (GONADOTROPINA CORIÔNICA HUMANA SUBUNIDADE BETA) exceto nos 31 aminoácidos adicionais no terminal C da CG-beta. A atividade biológica completa do LH necessita de uma ligação não covalente dos heterodímeros das subunidades alfa e beta . A mutação do gene LHB causa HIPOGONADISMO e infertilidade.Tireotropina Subunidade beta: Subunidade beta do hormônio estimulante tireoidiano, tireotropina. É um glicopolipeptídeo de 112 aminoácidos de aproximadamente 16kD. A atividade biológica completa do TSH requer heterodímeros formados por uma subunidade alfa e uma beta ligados não covalentemente.Glândula de Harder: Glândula sebácea que, em alguns animais, atua como um acessório para a glândula lacrimal. A glândula de Harder excreta um fluido que facilita os movimentos da terceira pálpebra.Adenoma Hipofisário Secretor de Hormônio do Crescimento: Tumor hipofisário que secreta HORMÔNIO DO CRESCIMENTO. O excesso do HORMÔNIO DO CRESCIMENTO em humanos leva à ACROMEGALIA.Seio Esfenoidal: Um dos espaços de ar pareados, localizado no corpo do OSSO ESFENOIDE atrás do OSSO ETMOIDE no meio do crânio. O seio esfenoide comunica-se com a parte póstero-superior da CAVIDADE NASAL do respectivo lado.Subunidade alfa de Hormônios Glicoproteicos: Cadeia alfa dos hormônios glicoproteicos hipofisários (TIREOTROPINA, HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE, HORMÔNIO LUTEINIZANTE) e a GONADOTROPINA CORIÔNICA placentária. Dentro de uma espécie, as subunidades alfa destes quatro hormônios são idênticas e as características funcionais distintas destes hormônios glicoproteicos são determinadas pelas subunidades beta exclusivas. Heterodímeros formados por ambas as subunidades ligadas não covalentemente são necessários para completa atividade biológica.Castração: Remoção cirúrgica ou destruição artificial das gônadas.Hormônio do Crescimento Humano: Hormônio polipeptídico de 191 aminoácidos secretado pela ADENO-HIPÓFISE, também conhecido como GH ou somatotropina. O hormônio do crescimento sintético, denominado somatotropina, tem substituído a forma natural na utilização terapêutica, como para o tratamento de nanismo em crianças com deficiência de hormônio do crescimento.Receptores de Hormônios Reguladores de Hormônio Hipofisário: Receptores de superfície celular que ligam hormônios hipotalâmicos reguladores da diferenciação das células pituitárias, proliferação, síntese e liberação hormonal, incluindo os hormônios liberadores e inibidores de liberação pituitários. Os hormônios reguladores do hormônio pituitário também são liberados por outras células além dos neurônios hipotalâmicos, e seus receptores também se encontram em células não pituitárias, especialmente neurônios cerebrais, onde seu papel não é bem conhecido. Os receptores para dopamina, por exemplo, que é um hormônio inibidor da liberação de prolactina bem como neurotransmissor, não estão incluídos.Ovinos: Qualquer mamífero ruminante com chifres curvados (gênero Ovis, família Bovodae) que possuem sulco lacrimal e glândulas interdigitais (ausentes nas CABRAS).Estradiol: Isômero 17-beta do estradiol, um esteroide C18 aromatizado com grupo hidroxila na posição 3-beta e 17-beta. O estradiol-17-beta é a forma mais potente de esteroide estrogênico de mamíferos.beta-Endorfina: Peptídeo de 31 aminoácidos que é um fragmento C-terminal da BETA- LIPOTROPINA. Atua nos RECEPTORES OPIOIDES e é um analgésico. Os quatro primeiros aminoácidos no N-terminal são idênticos à sequência tetrapeptídica da ENCEFALINA METIONINA e ENCEFALINA LEUCINA.Imuno-Histoquímica: Localização histoquímica de substâncias imunorreativas utilizando anticorpos marcados como reagentes.Hiperprolactinemia: Níveis elevados de PROLACTINA no SANGUE, que podem estar associados com AMENORREIA E GALACTORREIA. Entre as etiologias relativamente comuns estão PROLACTINOMA, efeito adverso de medicamentos, FALÊNCIA RENAL, doenças granulomatosas da HIPÓFISE e transtornos que interferem com a inibição hipotalâmica da liberação de prolactina. Pode ocorrer também a produção ectópica (não hipofisária) de prolactina. (Tradução livre do original: Joynt, Clinical Neurology, 1992, Ch36, pp77-8)Hormônios Estimuladores de Melanócitos: Peptídeos com a capacidade de estimular as células pigmentadas MELANÓCITOS em mamíferos e os MELANÓFOROS nos vertebrados inferiores. Ao estimular a síntese e distribuição da MELANINA nestas células pigmentadas, eles aumentam a coloração da pele e de outros tecidos. Os MSHs, provenientes da pró-opiomelanocortina (POMC), são produzidos pelos MELANOTROFOS na ADENO-HIPÓFISE PARTE INTERMÉDIA, CORTICOTROFOS na parte anterior da hipófise e nos neurônios hipotalâmicos no NÚCLEO ARQUEADO DO HIPOTÁLAMO.Cistos do Sistema Nervoso Central: Cistos adquiridos ou hereditários do cérebro, medula espinhal ou meninges que podem permanecer estáveis quanto ao tamanho ou passarem por aumento progressivo.Corticotrofos: Células da adeno-hipófise que produzem HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓPICO.Neoplasias das Glândulas Salivares: Tumores ou câncer das GLÂNDULAS SALIVARES.Ratos Endogâmicos: Indivíduos geneticamente idênticos desenvolvidos de cruzamentos entre animais da mesma ninhada que vêm ocorrendo por vinte ou mais gerações ou por cruzamento entre progenitores e ninhada, com algumas restrições. Também inclui animais com longa história de procriação em colônia fechada.Ovariectomia: Remoção cirúrgica de um ou ambos os ovários.Síndrome da Sela Vazia: Afecção em que a SELA TÚRCICA não está preenchida com o tecido hipofisário. A hipófise pode estar comprimida, atrofiada ou removida. Há dois tipos: (1) sela vazia primária, devida a um defeito no diafragma da célula, levando a uma herniação aracnoide no espaço selar; (2) sela vazia secundária, associada com a remoção ou tratamento de neoplasias hipofisárias.Diabetes Insípido: Doença caracterizada por micção frequente, excreção de grandes quantidades de URINA diluída e SEDE excessiva. A etiologia do diabetes insipidus compreende deficiência do hormônio antidiurético (também conhecido como HAD ou VASOPRESSINA) secretado pela NEURO-HIPÓFISE, resposta do RIM ao HAD e regulação hipotalâmica da sede prejudicadas.Eminência Mediana: Área elevada na região infundibular do HIPOTÁLAMO, localizada no soalho do CÉREBRO (ventralmente ao TERCEIRO VENTRÍCULO e adjacente ao NÚCLEO ARQUEADO DO HIPOTÁLAMO). É composta pela porção terminal dos neurônios hipotalâmicos e pela rede capilar do sistema portal-hipofisário e atua como conexão neuroendócrina entre o cérebro e a HIPÓFISE.Hormônio Liberador da Corticotropina: Peptídeo de aproximadamente 41 aminoácidos que estimula a liberação de HORMÔNIO ADRENOCORTICOTRÓPICO. O CRH é sintetizado por neurônios nos núcleos paraventriculares do HIPOTÁLAMO sendo após liberado na circulação portal hipofisária. O CRH estimula a liberação de ACTH da HIPÓFISE. O CRH também pode ser sintetizado em outros tecidos, como PLACENTA, MEDULA SUPRARRENAL e TESTÍCULO.Diencéfalo: Partes pareadas caudais do PROSENCÉFALO, das quais derivam o TÁLAMO, o HIPOTÁLAMO, o EPITÁLAMO e o SUBTÁLAMO.Gonadotropinas: Hormônios que estimulam as funções gonadais, como a GAMETOGÊNESE e a produção de hormônio sexual esteroidal no OVÁRIO e TESTÍCULO. As gonadotropinas mais importantes são as glicoproteínas produzidas principalmente pela adeno-hipófise (GONADOTROPINAS HIPOFISÁRIAS) e a placenta (GONADOTROPINA CORIÔNICA). Em algumas espécies a PROLACTINA hipofisária e o LACTOGÊNIO PLACENTÁRIO exercem algumas atividades luteotrópicas.Hidrocortisona: Principal glucocorticoide secretado pelo CÓRTEX SUPRARRENAL. Seu equivalente sintético é usado tanto como injeção ou topicamente no tratamento de inflamação, alergia, doenças do colágeno, asma, deficiência adrenocortical, choque e alguns estados neoplásicos.Receptores do Hormônio Hipofisário: Proteínas de superfície celular que ligam hormônios pituitários com alta afinidade e desencadeiam alterações que influenciam o comportamento celular. Visto que muitos hormônios também são liberados por neurônios como neurotransmissores, esses receptores também são encontrados no sistema nervoso.Adenoma Basófilo: No sistema de classificação usado anteriormente para adenomas hipofisários, um adenoma cujas células coram-se com corantes básicos; a maioria dos adenomas que secretavam quantidades excessivas de hormônio adrenocorticotrófico estavam neste grupo. (Dorland, 28a ed)Melanotrofos: Células neuroendócrinas da PARTE INTERMÉDIA DA ADENO-HIPÓFISE. Produzem HORMÔNIOS ESTIMULADORES DE MELANÓCITOS e outros peptídeos do processamento pós-tradução de pró-opiomelanocortina (POMC).Tamanho do Órgão: Medida de um órgão em volume, massa ou peso.Diabetes Insípido Neurogênico: Transtorno poliúrico genético ou adquirido causado por uma deficiência de VASOPRESSINAS secretadas pela NEURO-HIPÓFISE. Entre os sinais clínicos estão excreção de grandes volumes de URINA diluída, HIPERNATREMIA, SEDE e polidipsia. As etiologias incluem TRAUMA CRANIOCEREBRAL, cirurgias e doenças envolvendo o HIPOTÁLAMO e a HIPÓFISE. Este transtorno pode ser causado por mutações nos genes ARVP codificadores de vasopressina e sua correspondente neurofisina (NEUROFISINAS).Osso Esfenoide: Osso irregular ímpar situado na BASE DO CRÂNIO e encravado entre os ossos frontal, temporal e occipital (OSSO FRONTAL, OSSO TEMPORAL, OSSO OCCIPITAL). O osso esfenoide consiste de um corpo médio e três pares de processos que se assemelham a um morcego com asas abertas. O corpo é oco em sua parte inferior, formando duas grandes cavidades (SEIO ESFENOIDAL).Síndrome de Cushing: Afecção causada por exposição prolongada a níveis excessivos de cortisol (HIDROCORTISONA) ou outros GLUCOCORTICOIDES de fontes endógenas ou exógenas. Caracteriza-se por OBESIDADE na parte superior do corpo, OSTEOPOROSE, HIPERTENSÃO, DIABETES MELLITUS, HIRSUTISMO, AMENORREIA e excesso de líquido corporal. A síndrome de Cushing endógena ou hipercotisolismo espontâneo é dividido em dois grupos, aqueles causados por excesso de ADRENOCORTICOTROPINA e os que são independentes do ACTH.Receptores de Polipeptídeo Hipofisário Ativador de Adenilato Ciclase: Família de receptores acoplados a proteína-G que compartilham homologia significante com os RECEPTORES DE GLUCAGON. Ligam o POLIPEPTÍDEO HIPOFISÁRIO ATIVADOR DE ADENILATO CICLASE com alta afinidade e provocam alterações intracelulares que influenciam o comportamento das CÉLULAS.Glândulas Endócrinas: Glândulas sem ducto, que secretam HORMÔNIOS (os quais afetam o METABOLISMO e outras funções celulares) diretamente na CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA.Sistema Hipófise-Suprarrenal: Interações entre a adeno-hipófise e as glândulas suprarrenais. O hormônio adrenocorticotrófico (ACTH) estimula o córtex da suprarrenal, enquanto que os hormônios produzidos por esta suprimem a produção de ACTH pela adenoipófise.Imagem por Ressonância Magnética: Método não invasivo de demonstração da anatomia interna baseado no princípio de que os núcleos atômicos em um campo magnético forte absorvem pulsos de energia de radiofrequência e as emitem como ondas de rádio que podem ser reconstruídas nas imagens computadorizadas. O conceito inclui técnicas tomográficas do spin do próton.Lactação: Processo de secreção de leite pelas GLÂNDULAS MAMÁRIAS maternas após o PARTO. A proliferação do tecido glandular mamário, síntese, expulsão ou diminuição do leite é controlada pelas interações de vários hormônios, incluindo o ESTRADIOL, PROGESTERONA, PROLACTINA e OCITOCINA.Gravidez: Estado durante o qual os mamíferos fêmeas carregam seus filhotes em desenvolvimento (EMBRIÃO ou FETO) no útero (antes de nascer) começando da FERTILIZAÇÃO ao NASCIMENTO.Testosterona: Esteroide androgênico potente e produto principal secretado pelas CÉLULAS DE LEYDIG do TESTÍCULO. Sua produção é estimulada por HORMÔNIO LUTEINIZANTE da HIPÓFISE. Por sua vez, a testosterona exerce controle de retroalimentação na secreção do LH e FSH da hipófise. Dependendo dos tecidos, a testosterona pode ser convertida a DIIDROTESTOSTERONA ou ESTRADIOL.Glândulas Paratireoides: Dois pares de pequenas glândulas ovais, localizadas frontalmente à base do PESCOÇO e adjacentes aos dois lobos da GLÂNDULA TIREOIDE. Secretam o HORMÔNIO PARATIREÓIDEO, que regula o metabolismo dos íons CÁLCIO, FÓSFORO e MAGNÉSIO.Doenças das Glândulas SalivaresNeuropeptídeos: Peptídeos liberados por NEURÔNIOS como mensageiros intracelulares. Muitos neuropeptídeos também são hormônios liberados por células não neuronais.Irradiação Hipofisária: Radioterapia usada para tratar a HIPÓFISE.Dados de Sequência Molecular: Descrições de sequências específicas de aminoácidos, carboidratos ou nucleotídeos que apareceram na literatura publicada e/ou são depositadas e mantidas por bancos de dados como o GENBANK, European Molecular Biology Laboratory (EMBL), National Biomedical Research Foundation (NBRF) ou outros repositórios de sequências.Glândulas Tarsais: Glândulas sebáceas situadas na superfície interna das pálpebras entre as placas tarsais e a CONJUNTIVA.Aparelho Lacrimal: O sistema produtor e condutor das lágrimas. Inclui as glândulas lacrimais, margens das pálpebras, saco conjuntival e o sistema de drenagem das lágrimas.Extratos de Tecidos: Preparações feitas de tecidos ou órgãos de animais (ESTRUTURAS ANIMAIS). Geralmente contêm muitos componentes, qualquer um dos quais pode ser farmacológica ou fisiologicamente ativos. Os extratos de tecido podem conter proteínas ou fatores específicos, mas fatores [ainda] não caracterizados, com ações específicas.Hibridização In Situ: Técnica que localiza sequências específicas de ácidos nucleicos em cromossomos intactos, células eucarióticas ou células bacterianas através do uso de sondas específicas de ácidos nucleicos marcados.Sistemas Neurossecretores: Sistema de NEURÔNIOS especializados na produção e secreção de HORMÔNIOS, constituindo, em sua totalidade ou em parte, um SISTEMA ENDÓCRINO ou órgão endócrino respectivamente.Testículo: A gônada masculina contendo duas partes funcionais: os TÚBULOS SEMINÍFEROS, para a produção e transporte das células germinativas masculinas (ESPERMATOGÊNESE), e o compartimento intersticial contendo as CÉLULAS DE LEYDIG que produzem os ANDROGÊNIOS.Ovário: Órgão reprodutor (GÔNADAS) feminino. Nos vertebrados, o ovário contém duas partes funcionais: o FOLÍCULO OVARIANO, para a produção de células germinativas femininas (OOGÊNESE), e as células endócrinas (CÉLULAS GRANULOSAS, CÉLULAS TECAIS e CÉLULAS LÚTEAS) para produção de ESTROGÊNIOS e PROGESTERONA.Glândulas Duodenais: Glândulas mucosas da submucosa, abundantes no DUODENO, que secretam íons bicarbonato, GLICOPROTEÍNAS e pepsinogênio II.Receptors, Pituitary Adenylate Cyclase-Activating Polypeptide, Type IEstro: Período no CICLO ESTRAL associado com receptividade sexual máxima e fertilidade em fêmeas de mamíferos não primatas.Glândulas Salivares Menores: Glândulas salivares acessórias localizadas no lábio, bochecha, língua, assoalho da boca, palato e na região intramaxilar.Maturidade Sexual: Realização da capacidade sexual plena em animais e humanos.Inibinas: Glicoproteínas que inibem a secreção do HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE da hipófise. As inibinas são secretadas pelas células de Sertoli dos testículos, células granulosas dos folículos ovarianos, placenta e outros tecidos. As inibinas e ATIVINAS são moduladores das secreções do HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE e ambas pertencem à superfamília TGF-beta, como o FATOR TRANSFORMADOR DE CRESCIMENTO BETA. As inibinas consistem em um heterodímero ligado a um dissulfeto com uma única subunidade alfa ligada tanto a uma subunidade beta A ou uma beta B para formar a inibina A ou unibina B, respectivamente.Hiperplasia: Aumento na quantidade de células em um tecido ou órgão, sem formação tumoral. Difere de HIPERTROFIA, que é aumento no volume, porém sem aumento no número de células.Neurossecreção: Produção e liberação de substâncias, como NEUROTRANSMISSORES ou HORMÔNIOS das células nervosas.Receptores de Neuropeptídeos: Receptores de superfície celular que se ligam especificamente a neuropeptídeos específicos com alta afinidade e desencadeiam alterações intracelulares influenciando o comportamento celular. Muitos neuropeptídeos também são hormônios fora do sistema nervoso.Corticosterona: Esteroide adrenocortical que tem modesta, mas significante atividade como mineralocorticoide e glucocorticoide.Reação em Cadeia da Polimerase Via Transcriptase Reversa: Variação da técnica de PCR na qual o cDNA é construído do RNA através de uma transcrição reversa. O cDNA resultante é então amplificado utililizando protocolos padrões de PCR.Sequência de Bases: Sequência de PURINAS e PIRIMIDINAS em ácidos nucleicos e polinucleotídeos. É chamada também de sequência nucleotídica.Bovinos: Animais bovinos domesticados (do gênero Bos) geralmente são mantidos em fazendas ou ranchos e utilizados para produção de carne, derivados do leite ou para trabalho pesado.Estrogênios: Compostos que interagem com RECEPTORES ESTROGÊNICOS em tecidos alvos para provocar os efeitos semelhantes aos do ESTRADIOL. Os estrogênios estimulam os órgãos reprodutivos femininos, e o desenvolvimento das CARACTERÍSTICAS SEXUAIS femininas. Os compostos químicos estrogênicos incluem os naturais, sintéticos, esteroides, ou não esteroides.Ratos Wistar: Linhagem de ratos albinos desenvolvida no Instituto Wistar e que se espalhou amplamente para outras instituições. Este fato diluiu marcadamente a linhagem original.Sequência de Aminoácidos: Ordem dos aminoácidos conforme ocorrem na cadeia polipeptídica. Isto é chamado de estrutura primária das proteínas. É de importância fundamental para determinar a CONFORMAÇÃO DA PROTEÍNA.Glândulas Odoríferas: Glândulas exócrinas em animais, as quais secretam aromas que repelem ou atraem outros animais, como por exemplo, as glândulas perianais do gambá, as glândulas anais da doninha, as glândulas de almíscar das raposas, as glândulas ventrais dos ratos de madeira e as glândulas ventrais dos pecaris.Vasopressinas: Hormônios antidiuréticos liberados pela NEUROIPÓFISE de todos os vertebrados (a estrutura varia com a espécie) para regular o equilíbrio hídrico e a osmolaridade. Geralmente a vasopressina é um nonapeptídeo, consistindo em um anel de seis aminoácidos com uma ponte dissulfeto entre as cisteínas 1 e 6, ou um octapeptídeo contendo uma CISTINA. Todos mamíferos têm arginina-vasopressina, exceto o porco, que apresenta uma lisina na posição 8. A vasopressina é um vasoconstritor que atua nos ductos coletores renais, aumentando a reabsorção de água, o volume e a pressão sanguínea.Ratos Sprague-Dawley: Linhagem de ratos albinos amplamente utilizada para propósitos experimentais por sua tranquilidade e facilidade de manipulação. Foi desenvolvida pela Companhia de Animais Sprague-Dawley.Regulação da Expressão Gênica: Qualquer dos processos pelos quais os fatores nucleares, citoplasmáticos ou intercelulares influenciam o controle diferencial (indução ou repressão) da ação gênica ao nível da transcrição ou da tradução.Hormônios: Substâncias químicas que possuem um efeito regulador específico sobre a atividade de um determinado órgão ou órgãos. O termo foi aplicado originalmente às substâncias secretadas por várias GLÂNDULAS ENDÓCRINAS e transportadas através da circulação sanguínea para os órgãos alvos. Às vezes, se incluem aquelas substâncias que não são produzidas pelas glândulas endócrinas, mas apresentam efeitos semelhantes.Bioensaio: Método de medida dos efeitos de uma substância biologicamente ativa utilizando um modelo de tecido ou célula intermediários in vivo ou in vitro sob condições controladas. Inclui estudos de virulência em fetos animais no útero, bioensaios de convulsão por insulina em camundongo, sistemas de quantificação de iniciador de tumor em pele de camundongo, cálculo dos efeitos de potenciação de um fator hormonal em uma faixa isolada de músculo estomacal contrátil, etc.Doenças da Glândula SubmandibularProteínas S100: Família de proteínas de ligação de cálcio altamente ácida encontrada em alta concentração no encéfalo e acredita-se ser de origem glial. São também encontradas em outros órgãos do corpo. Compartilham os mesmos MOTIVOS DE EF HAND encontrados em várias proteínas ligantes de cálcio. O nome desta família deriva da propriedade de ser solúvel em uma solução de sulfato de amônia 100 por cento saturada.Taxa Secretória: Quantidade de substância secretada por células, ou por órgão ou organismo específicos, em um dado intervalo de tempo; geralmente se aplica às substâncias formadas por tecidos glandulares e que são por eles liberadas nos líquidos biológicos, p.ex., taxa de secreção de corticosteroides pelo córtex adrenal, taxa de secreção de ácido gástrico pela mucosa gástrica.Seio Cavernoso: Espaço venoso, de formato irregular, localizado na dura-máter em cada lado do osso esfenoide.Células Cultivadas: Células propagadas in vitro em meio especial apropriado ao seu crescimento. Células cultivadas são utilizadas no estudo de processos de desenvolvimento, processos morfológicos, metabólicos, fisiológicos e genéticos, entre outros.Especificidade de Órgãos: Característica restrita a um órgão em particular do corpo, como tipo de célula, resposta metabólica ou expressão de uma proteína ou antígeno em particular.Hormônios Hipotalâmicos: Hormônios peptídicos produzidos por NEURÔNIOS de várias regiões do HIPOTÁLAMO. São liberados para a circulação portal hipofisária para estimular ou inibir as funções da HIPÓFISE. Embora a VASOPRESSINA e a OCITOCINA sejam produzidas no hipotálamo, elas não estão aqui incluídas porque são transportadas pelos AXÔNIOS até o LOBO POSTERIOR DA HIPÓFISE antes de serem liberadas para a circulação portal.Expressão Gênica: Manifestação fenotípica de um gene (ou genes) pelos processos de TRANSCRIÇÃO GENÉTICA e TRADUÇÃO GENÉTICA.Tiroxina: Principal hormônio derivado da glândula tireoide. A tireoxina é sintetizada via iodação das tirosinas (MONOIODOTIROSINA) e união das iodotirosinas (DI-IODOTIROSINA) na TIREOGLOBULINA. A tiroxina é liberada da tireoglobulina por proteólise e secretada no sangue. A tireoxina é desiodada perifericamente para formar a TRIIODOTIRONINA que exerce um amplo espectro de efeitos estimulantes no metabolismo celular.alfa-Endorfina: Peptídeo opioide endógeno derivado da BETA-LIPOTROPINA do sistema pró-opiomelanocortina (POMC). É a sequência de 16 aminoácidos da extremidade N-terminal da BETA-ENDORFINA, diferindo da GAMA-ENDORFINA por um aminoácido (beta-endorfina 1-17).Histocitoquímica: Estudo da distribuição intracelular de substâncias químicas, sítios de reação, enzimas etc., por meio de reações coradas, captação de isótopo radioativo, distribuição seletiva de metais em microscopia eletrônica ou outros métodos.Somatostatina: Peptídeo com 14 aminoácidos denominado por sua capacidade para inibir a liberação de HORMÔNIO DO CRESCIMENTO hipofisário, também denominado fator inibidor da liberação de somatotropina. É expressa nos sistemas nervosos central e periférico, no intestino e em outros órgãos. O SRIF também pode inibir a liberação de hormônio estimulante da tireoide, PROLACTINA, INSULINA e GLUCAGON, além de atuar como neurotransmissor e neuromodulador. Em várias espécies, entre elas a humana, há uma forma adicional de somatostatina, SRIF-28, com uma extensão de 14 aminoácidos na extremidade N-terminal.Hipotireoidismo: Síndrome clínica resultante da secreção anormalmente baixa dos HORMÔNIOS TIREÓIDEOS da GLÂNDULA TIREOIDE. Leva a uma diminuição nos processos metabólicos e, em sua forma mais severa, ao acúmulo de mucopolissacarídeos na pele, causando um EDEMA conhecido como MIXEDEMA.Ratos Transgênicos: Ratos de laboratório produzidos por meio de manipulação genética de células germinativas ou de embriões de ratos. Contêm genes de outras espécies.Hipogonadismo: Afecção resultante de funções gonadais deficientes, como GAMETOGÊNESE e produção de HORMÔNIOS ESTEROIDES GONADAIS. É caracterizado por atraso no CRESCIMENTO, na maturação de células germinativas e no desenvolvimento de características sexuais secundárias. Pode ser devido à deficiência das GONADOTROPINAS (hipogonadismo hipogonadotrópico) ou a insuficiência gonadal primária (hipogonadismo hipergonadotrópico).Receptores da Prolactina: Proteínas lábeis dentro ou em células sensíveis à prolactina que se ligam à prolactina iniciando a resposta fisiológica de células ao hormônio. A síntese de caseína mamária é uma das respostas. Os receptores também são encontrados na placenta, fígado, testículos, rins, ovários e outros órgãos e ligam e respondem a certos hormônios e seus análogos e antagonistas. Esse receptor está relacionado ao receptor de hormônio do crescimento.Ocitocina: Hormônio nonapeptídeo liberado da NEURO-HIPÓFISE. Difere da VASOPRESSINA por dois aminoácidos nos resíduos 3 e 8. A ocitocina atua nas CÉLULAS DE MÚSCULO LISO, causando CONTRAÇÃO UTERINA e EJEÇÃO LÁCTEA.Subunidade beta da Proteína Ligante de Cálcio S100: Proteína ligante de cálcio que possui 92 aminoácidos de comprimento, contém domínios 2 EF-HAND e está concentrada principalmente em CÉLULAS GLIAIS. O aumento dos níveis de S100B nos tecidos cerebrais indica um possível papel em transtornos neurológicos.Proteínas com Homeodomínio LIM: Subclasse de proteínas de domínio LIM que inclui uma região a mais de homeodomínio localizada centralmente, a qual se liga a sítios ricos em AT (adenina-timina) no DNA. Muitas proteínas com homeodomínio LIM têm papel como reguladores da transcrição que acabam por conduzir o destino da célula.Distribuição Tecidual: Acúmulo de uma droga ou substância em vários órgãos (inclusive naqueles não relevantes para sua ação farmacológica ou terapêutica). Essa distribuição depende do fluxo sanguíneo ou da taxa de perfusão do órgão, da capacidade de a droga permear membranas de órgãos, da especificidade do tecido, da ligação a proteínas. A distribuição geralmente é expressa como razão tecido / plasma.Progesterona: Maior esteroide progestacional secretado principalmente pelo CORPO LÚTEO e PLACENTA. A progesterona atua no ÚTERO, GLÂNDULAS MAMÁRIAS e ENCÉFALO. É necessário para a IMPLANTAÇÃO DO EMBRIÃO, manutenção da GRAVIDEZ e no desenvolvimento do tecido mamário para a produção de LEITE. A progesterona, convertida a partir da PREGNENOLONA, também serve como um intermediário na biossíntese dos HORMÔNIOS ESTEROIDES GONADAIS e dos CORTICOSTEROIDES da suprarrenal.Fatores de Tempo: Elementos de intervalos de tempo limitados, contribuindo para resultados ou situações particulares.Regulação da Expressão Gênica no Desenvolvimento: Qualquer [um] dos processos pelo qual os fatores nucleares, citoplasmáticos ou intercelulares influem sobre o controle diferencial da ação gênica durante as fases de desenvolvimento de um organismo.Hormônios Neuro-Hipofisários: Hormônios liberados da NEUROIPÓFISE. São vários peptídeos formados nos NEURÔNIOS no HIPOTÁLAMO, ligados às NEUROFISINAS e armazenados nas terminações das células nervosas na neuroipófise. Com a estimulação, estes peptídeos são liberados para a circulação portal hipofisária.Glândulas Apócrinas: Glândulas sudoríparas especializadas, grandes e ramificadas, que esvaziam seu conteúdo na porção superior do FOLÍCULO PILOSO, ao invés de diretamente na PELE.Orquiectomia: Remoção cirúrgica de um ou ambos os testículos.Ergolinas: Série de alcaloides relacionados estruturalmente, contendo a estrutura básica da ergolina.Receptores do Hormônio Liberador da Tireotropina: Receptores de superfície celular que ligam o hormônio liberador de tirotropina (TRH) com alta afinidade e disparam alterações intracelulares influenciando o comportamento das células. Os receptores TRH ativados na hipófise anterior estimulam a liberação de tirotropina (hormônio estimulante da tireoide, TSH). Os receptores de TRH em neurônios mediam a neurotransmissão pelo TRH.Melatonina: Amina biogênica encontrada em animais e plantas. Em mamíferos, a melatonina é produzida pela GLÂNDULA PINEAL. Sua secreção aumenta no escuro e diminui durante a exposição luminosa. A melatonina está envolvida na regulação do SONO, humor e REPRODUÇÃO. A melatonina também é um antioxidante eficaz.Glândula Tireoide: Glândula endócrina altamente vascularizada, constituída por dois lobos (um em cada lado da TRAQUEIA) unidos por um feixe de tecido delgado. Secreta os HORMÔNIOS TIREOIDIANOS (produzidos pelas células foliculares) e CALCITONINA (produzida pelas células para-foliculares), que regulam o metabolismo e o nível de CÁLCIO no sangue, respectivamente.Ciclo Estral: Período de alterações fisiológicas e comportamentais cíclicas em fêmeas de mamíferos não primatas que apresentam ESTRO. O ciclo estral geralmente consiste em 4 ou 5 períodos distintos correspondentes ao estado endócrino (PROESTRO; ESTRO; METESTRO; DIESTRO e ANESTRO).Fatores de Transcrição: Substâncias endógenas, usualmente proteínas, que são efetivas na iniciação, estimulação ou terminação do processo de transcrição genética.Ratos Endogâmicos F344Proteínas de Homeodomínio: Proteínas encodificadas por genes "homeobox" (GENES, HOMEOBOX) que exibem similaridades estruturais a certas proteínas de ligação ao DNA de procariotos e eucariotos. Proteínas de homeodomínio estão envolvidas no controle da expressão gênica durante a morfogênese e desenvolvimento (REGULAÇÃO DA EXPRESSÃO GÊNICA NO DESENVOLVIMENTO).Dietilestilbestrol: Estrógeno sintético não esteroide utilizado no tratamento da menopausa e distúrbios pós-menopausais. Também foi outrora utilizado como promotor de crescimento em animais. De acordo com o Quarto Relatório Anual em Carcinógenos (NTP 85-002, 1985), o dietilestilbestrol foi listado como um conhecido carcinógeno.Coristoma: Massa de tecido histologicamente normal presente em uma localização anormal.Hormônios Tireóideos: Hormônios naturais secretados pela GLÂNDULA TIREOIDE, como TIROXINA, e seus análogos sintéticos.Antagonistas de Hormônios: Substâncias químicas que inibem a função das glândulas endócrinas, a biossíntese dos seus hormônios secretados, ou a ação dos hormônios nos seus sítios específicos.Dourada: Espécie de PERCIFORMES comumente usada em AQUICULTURA salina.Securina: A securina está envolvida no controle da transição metáfase-anáfase durante a MITOSE. Promove o começo da anáfase por meio o bloqueio da função SEPARASE e da prevenção da proteólise da coesina e separação das CROMÁTIDES irmãs. A superexpressão de securina está associada com a TRANSFORMAÇÃO CELULAR NEOPLÁSICA e com a formação de tumor.Neoplasias da Glândula SubmandibularAcromegalia: Afecção causada pela exposição prolongada a uma quantidade excessiva do HORMÔNIO DO CRESCIMENTO HUMANO em adultos. É caracterizada por alargamento ósseo na FACE, mandíbula inferior (PROGNATISMO), mãos, PÉS, CABEÇA, e TÓRAX. A etiologia mais comum é um ADENOMA HIPOFISÁRIO SECRETOR DE HORMÔNIO DO CRESCIMENTO. (Tradução livre do original: Joynt, Clinical Neurology, 1992, ch 36, pp 79-80)Glândula Metrial: Coleção de células epiteliais granulares localizadas no músculo uterino abaixo da placenta. Desenvolvem-se durante a gravidez em certas espécies de animais.Camundongos Transgênicos: Camundongos de laboratório que foram produzidos de um OVO ou EMBRIÃO DE MAMÍFEROS, manipulados geneticamente.Encéfalo: A parte do SISTEMA NERVOSO CENTRAL contida no CRÂNIO. O encéfalo embrionário surge do TUBO NEURAL, sendo composto de três partes principais, incluindo o PROSENCÉFALO (cérebro anterior), o MESENCÉFALO (cérebro médio) e o ROMBENCÉFALO (cérebro posterior). O encéfalo desenvolvido consiste em CÉREBRO, CEREBELO e outras estruturas do TRONCO ENCEFÁLICO (MeSH). Conjunto de órgãos do sistema nervoso central que compreende o cérebro, o cerebelo, a protuberância anular (ou ponte de Varólio) e a medula oblonga, estando todos contidos na caixa craniana e protegidos pela meninges e pelo líquido cefalorraquidiano. É a maior massa de tecido nervoso do organismo e contém bilhões de células nervosas. Seu peso médio, em um adulto, é da ordem de 1.360 g, nos homens e 1.250 g nas mulheres. Embriologicamente, corresponde ao conjunto de prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo. Seu crescimento é rápido entre o quinto ano de vida e os vinte anos. Na velhice diminui de peso. Inglês: encephalon, brain. (Rey, L. 1999. Dicionário de Termos Técnicos de Medicina e Saúde, 2a. ed. Editora Guanabara Koogan S.A. Rio de Janeiro)gama-Endorfina: Peptídeo opioide endógeno derivado da BETA-LIPOTROPINA do sistema pró-opiomelanocortina (POMC). É a sequência do aminoácido-17 do N-terminal da BETA-ENDORFINA e difere da ALFA-ENDORFINA por um aminoácido (beta-endorfina 1-16).Fotoperíodo: Tempo de exposição diária à luz natural ou artificial a que um organismo está sujeito. Acredita-se que as respostas fotoperiódicas podem afetar o controle do equilíbrio energético e da termorregulação.Peptídeo Intestinal Vasoativo: Neuropeptídeo de 28 aminoácidos altamente básico liberado da mucosa intestinal. Tem uma ampla faixa de ações biológicas que afetam os sistemas cardiovascular, gastrointestinal e respiratório, e é um neuroprotetor. Liga-se a receptores especiais (RECEPTORES DE PEPTÍDEO INTESTINAL VASOATIVO).Cavalos: Grandes mamíferos com cascos da família EQUIDAE. Cavalos são ativos dia e noite, com a maior parte do dia sendo gasta com a procura e consumo de alimento. Os picos de alimentação ocorrem no início da manhã e ao fim da tarde, e há diversos períodos diários de descanso.Tripanossomíase Bovina: A infecção no gado causada por várias espécies de tripanossomas.Cromograninas: Grupo de proteínas ácidas que são os principais componentes das VESÍCULAS SECRETORAS nas células endócrinas e neuroendócrinas. Desempenham papéis importantes na agregação, empacotamento, classificação e processamento da proteína secretora antes da secreção. Devem ser clivadas para liberar os peptídeos biologicamente ativos. Há vários tipos de graninas, geralmente classificadas de acordo com sua origem.Neoplasia Endócrina Múltipla Tipo 1: Tipo de neoplasia endócrina múltipla, caracterizado pela ocorrência combinada de tumores nas GLÂNDULAS PARATIREOIDES, HIPÓFISE e ILHOTAS PANCREÁTICAS. Entre os sinais clínicos resultantes estão HIPERPARATIREOIDISMO, HIPERCALCEMIA, HIPERPROLACTINEMIA, DOENÇA DE CUSHING, GASTRINOMA e SÍNDROME DE ZOLLINGER-ELLISON. Esta doença se deve a perda da função do gene MEN1, GENES SUPRESSORES DE TUMOR no CROMOSSOMO 11 (Locus: 11q13).Relação Dose-Resposta a Droga: Relação entre a quantidade (dose) de uma droga administrada e a resposta do organismo à droga.Tireotrofos: Células da hipófise anterior que produzem o HORMÔNIO ESTIMULANTE DA TIREOIDE.Tri-Iodotironina: Hormônio tireóideo T3 normalmente sintetizado e secretado pela glândula tireoide em quantidades menores que a tiroxina (T4). A maior parte do T3 é derivada da monodesiodação periférica do T4 na posição 5' do anel externo do núcleo iodotironina. O hormônio, principalmente o T3 é finalmente levado e utilizado pelos tecidos.Microscopia Eletrônica: Microscopia que utiliza um feixe de elétrons, em vez de luz, para visualizar a amostra, permitindo assim uma grande amplificação. As interações dos ELÉTRONS com as amostras são usadas para fornecer informação sobre a estrutura fina da amostra. Na MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE TRANSMISSÃO, as reações dos elétrons transmitidas através da amostra são transformadas em imagem. Na MICROSCOPIA ELETRÔNICA DE VARREDURA, um feixe de elétrons incide em um ângulo não normal sobre a amostra e a imagem é formada a partir de reações que ocorrem acima do plano da amostra.Receptores de Estradiol: proteínas citoplasmáticas que ligam estradiol, migram para o núcleo e regulam a transcrição de DNA.Acetiltransferases N-Terminal: Enzimas que catalisam a transferência de um grupo acetil, geralmente da ACETIL COENZIMA A, para a porção N-terminal de uma cadeia polipeptídica.Craniofaringioma: Neoplasia benigna na região hipofisária que se origina na bolsa de Rathke. Os dois principais subtipos clínicos e histológicos são o craniofaringioma adamantino (ou clássico) e o craniofaringioma papilar. A forma adamantina aparece em crianças e adolescentes como uma lesão cística expansiva na região hipofisária. A cavidade cística é preenchida com uma substância viscosa negra e histologicamente o tumor é composto por epitélio adamantinomatoso com áreas de calcificação e necrose. Os craniofaringiomas papilares ocorrem em adultos e histologicamente, apresentam um epitélio escamoso com papilas. (Tradução livre do original: Joynt, Clinical Neurology, 1998, Ch14, p50)Transdução de Sinal: Transferência intracelular de informação (ativação/inibição biológica) através de uma via de sinalização. Em cada sistema de transdução de sinal, um sinal de ativação/inibição proveniente de uma molécula biologicamente ativa (hormônio, neurotransmissor) é mediado, via acoplamento de um receptor/enzima, a um sistema de segundo mensageiro ou a um canal iônico. A transdução de sinais desempenha um papel importante na ativação de funções celulares, bem como de diferenciação e proliferação das mesmas. São exemplos de sistemas de transdução de sinal: o sistema do receptor pós-sináptico do canal de cálcio ÁCIDO GAMA-AMINOBUTÍRICO, a via de ativação da célula T mediada pelo receptor e a ativação de fosfolipases mediada por receptor. Estes sistemas acoplados à despolarização da membrana ou liberação de cálcio intracelular incluem a ativação mediada pelo receptor das funções citotóxicas dos granulócitos e a potencialização sináptica da ativação da proteína quinase. Algumas vias de transdução de sinal podem ser parte de um sistema de transdução muito maior, como por exemplo, a ativação da proteína quinase faz parte da via de sinalização da ativação plaquetária.Glândulas PerianaisGlândula Pineal: Órgão neuroendócrino sensível à luz, ligado ao teto do TERCEIRO VENTRÍCULO cerebral. A glândula pineal secreta MELATONINA, outras AMINAS BIOGÊNICAS e neuropeptídeos.DNA Complementar: DNA complementar de fita única sintetizado a partir de um molde de RNA pela ação da DNA polimerase dependente de RNA. O DNAc (DNA complementar, não DNA circular, não C-DNA) é utilizado numa variedade de experimentos de clonagem molecular assim como servem como uma sonda de hibridização específica.Núcleo Hipotalâmico Paraventricular: Núcleo localizado na parte anterior do HIPOTÁLAMO.Grânulos Citoplasmáticos: Áreas condensadas de material celular, que podem estar ligadas por uma membrana.Técnicas Imunoenzimáticas: Técnicas imunológicas baseadas no uso de: 1) conjugados enzima-anticorpo, 2) conjugados enzima-antígeno, 3) anticorpo antienzima seguido por suas enzimas homólogas ou 4) complexos enzima-antienzima. Essas técnicas são utilizadas histologicamente para visualizar ou marcar amostras de tecido.Fator de Crescimento Insulin-Like I: Peptídeo básico bem caracterizado supostamente secretado pelo fígado e circula no sangue. Tem atividades reguladora de crescimento (similar à insulina) e mitogênica. Este fator de crescimento possui uma principal (mas não absoluta) dependência do HORMÔNIO DE CRESCIMENTO. Acredita-se ser ativa principalmente em adultos, em contraste com o FATOR DE CRESCIMENTO INSULIN-LIKE II, que é o principal fator de crescimento fetal.Clonagem Molecular: Inserção de moléculas de DNA recombinante de origem procariótica e/ou eucariótica em um veículo replicante, tal como um plasmídeo ou vírus vetores, e a introdução das moléculas híbridas resultantes em células receptoras, sem alterar a viabilidade dessas células.Gônadas: Glândulas produtoras de gametas: OVÁRIO e TESTÍCULO.Arginina Vasopressina: Forma predominante do hormônio antidiurético em mamíferos. É um nonapeptídeo contendo ARGININA na posição 8 e duas cisteínas ligadas por ponte dissulfeto nas posições 1 e 6. A Arg-vasopressina é usada para tratar DIABETES INSÍPIDO ou corrigir o tônus vasomotor e a PRESSÃO ARTERIAL.Linhagem Celular: Determinadas culturas de células que têm o potencial de se propagarem indefinidamente.Glucocorticoides: Grupo de CORTICOSTEROIDES que afetam o metabolismo de carboidratos (GLUCONEOGÊNESE, depósito de glicogênio hepático, elevação da GLICEMIA), inibem a secreção de CORTICOTROPINA e possuem atividade anti-inflamatória pronunciada. Também desempenham um papel no metabolismo de gorduras e proteínas, manutenção da pressão arterial, alteração da resposta do tecido conjuntivo a lesão, redução no número de linfócitos circulantes e no funcionamento do sistema nervoso central.