Catepsina E: Endopeptidase aspártica que é semelhante em estrutura à CATEPSINA D. É encontrada principalmente nas células do sistema imunitário, onde pode desempenhar um papel no processamento de ANTÍGENOS DE SUPERFÍCIE CELULAR.Catepsinas: Grupo de proteinases ou endopeptidases lisossomais encontradas nos extratos aquosos de uma vários tecidos animais. O pH ótimo de funcionamento é na faixa ácida. As catepsinas ocorrem como subtipos variados de enzimas que incluem SERINA PROTEASES, ASPÁRTICO PROTEINASES e CISTEÍNA PROTEASES.Catepsina B: Cisteína proteinase lisossomal com especificidade semelhante à da PAPAÍNA. A enzima está presente em uma variedade de tecidos e é importante em muitos processos fisiológicos e patológicos. A catepsina B tem sido envolvida em processos patológicos na DESMIELINIZAÇÃO, ENFISEMA, ARTRITE REUMATOIDE e INVASIVIDADE NEOPLÁSICA.Catepsina D: Proteinase intracelular encontrada numa variedade de tecidos. Tem especificidade similar, porém mais estreita, que a da pepsina A. A enzima está envolvida no catabolismo da cartilagem e do tecido conjuntivo. EC 3.4.23.5. (Anteriormente EC 3.4.4.23).Catepsina L: Cisteína protease expressa de modo ubíquo que desempenha um papel enzimático no PROCESSAMENTO PÓS-TRADUCIONAL DE PROTEÍNAS dentro de GRÂNULOS SECRETORES.Catepsina K: Cisteína protease altamente expressa em OSTEOCLASTOS que desempenha um papel essencial na REABSORÇÃO ÓSSEA como uma potente enzima que degrada a MATRIZ EXTRACELULAR.Pepstatinas: Oligopeptídeos N-acilados isolados de filtrados da cultura de Actinomyces que atuam especificamente na inibição de proteases ácidas, tais como a pepsina e renina.Catepsina G: Serina protease encontrada em grânulos azurofílicos dos NEUTRÓFILOS. Possui uma especificidade enzimática semelhante à da quimiotripsina C.Catepsina H: Cisteína protease expressa de modo ubíquo envolvida no processamento proteico. A enzima possui atividades de endopeptidase e de aminopeptidase.Catepsina F: Cisteína proteinase relacionada com papaína, encontrada em lisossomos, que é expressa em uma ampla variedade de tipos celulares.Proteína 2 de Membrana Associada ao Lisossomo: Abundante proteína de membrana associada ao lisossomo encontrada para locomover-se entre LISOSSOMOS, ENDOSSOMOS e MEMBRANA PLASMÁTICA. A perda de expressão da proteína 2 de membrana associada ao lisossomo está relacionada com a DOENÇA DE DEPÓSITO DE GLICOGÊNIO TIPO IIB.Catepsina C: Cisteína protease semelhante à papaína que possui especificidade para dipeptídeos amino terminais. A enzima desempenha papel na ativação de várias serinoproteases pró-inflamatórias pela remoção de seus dipeptídeos amino terminais inibitórios. Mutações genéticas que causam a perda da atividade da catepsina C em seres humanos estão associadas com a DOENÇA DE PAPILLON-LEFEVRE.Proteína 1 de Membrana Associada ao Lisossomo: Abundante proteína de membrana associada a lisossomo; descobriu-se que ela é uma conexão entre LISOSSOMOS, ENDOSSOMOS e MEMBRANA PLASMÁTICA. Em PLAQUETAS e LINFÓCITOS T pode desempenhar um papel no processo de desgranulação celular.Catepsina Z: Cisteína peptidase expressa de modo ubíquo que apresenta atividade carboxipeptidase. É altamente expressa em uma variedade de tipos celulares do sistema imunitário e pode ter papel em processos inflamatórios e outras respostas do sistema imunitário.Lisossomos: Classe de partículas citoplasmáticas morfologicamente heterogêneas encontradas em tecidos animais e vegetais, caracterizadas por seu conteúdo de enzimas hidrolíticas e pela latência relacionada à estrutura destas enzimas. As funções intracelulares dos lisossomos dependem de seu potencial lítico. A única unidade de membrana do lisossomo atua como uma barreira entre as enzimas encerradas no lisossomo e o substrato externo. A atividade das enzimas contidas no lisossomos é limitada ou nula, a não ser que a vesícula na qual estas enzimas encontram-se seja rompida. Supõem-se que tal ruptura esteja sob controle metabólico (hormonal).