Tomografia por Emissão de Pósitrons: Técnica de imagem que utiliza compostos marcados com radionuclídeos emissores de pósitrons de vida curta (como carbono-11, nitrogênio-13, oxigênio-15 e flúor-18) para medir o metabolismo celular. Tem sido útil em estudos de tecidos moles, como CÂNCER, SISTEMA CARDIOVASCULAR e encéfalo. A TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DE EMISSÃO DE FÓTON ÚNICO é intimamente relacionada com a tomografia por emissão de pósitrons, mas utiliza isótopos de meias-vidas maiores e a resolução é mais baixa.Tomografia Computadorizada de Emissão: Tomografia usando emissões radioativas de RADIONUCLÍDEOS e computador de ALGORITMOS para reconstruir uma imagem.Fluordesoxiglucose F18: Composto administrado por injeção intravenosa para realizar a TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS, para o estudo do metabolismo da glucose no miocárdio e cérebro, em vários estados fisiológicos ou patológicos, incluindo o acidente vascular cerebral e a isquemia do miocárdio. Também é empregada para a detecção de tumores malignos, incluindo os do cérebro, fígado e glândula tireoide. (Tradução livre do original: Martindale, The Extra Pharmacopoeia, 30th ed, p1162)Compostos Radiofarmacêuticos: Compostos usados na medicina como fontes de radiação para radioterapia e para fins diagnósticos. Apresentam vários usos na pesquisa e na indústria.Tomografia Computadorizada por Raios X: Tomografia utilizando transmissão por raio x e um computador de algoritmo para reconstruir a imagem.Radioisótopos de Carbono: Isótopos de carbono instáveis que se decompõem ou desintegram emitindo radiação. Átomos de carbono com pesos atômicos 10, 11 e 14-16 são radioisótopos de carbono.Radioisótopos de Flúor: Isótopos de flúor instáveis que se decompõem ou desintegram emitindo radiação. Átomos de flúor com pesos atômicos de 17, 18 e 20-22 são radioisótopos de flúor.Encéfalo: A parte do SISTEMA NERVOSO CENTRAL contida no CRÂNIO. O encéfalo embrionário surge do TUBO NEURAL, sendo composto de três partes principais, incluindo o PROSENCÉFALO (cérebro anterior), o MESENCÉFALO (cérebro médio) e o ROMBENCÉFALO (cérebro posterior). O encéfalo desenvolvido consiste em CÉREBRO, CEREBELO e outras estruturas do TRONCO ENCEFÁLICO (MeSH). Conjunto de órgãos do sistema nervoso central que compreende o cérebro, o cerebelo, a protuberância anular (ou ponte de Varólio) e a medula oblonga, estando todos contidos na caixa craniana e protegidos pela meninges e pelo líquido cefalorraquidiano. É a maior massa de tecido nervoso do organismo e contém bilhões de células nervosas. Seu peso médio, em um adulto, é da ordem de 1.360 g, nos homens e 1.250 g nas mulheres. Embriologicamente, corresponde ao conjunto de prosencéfalo, mesencéfalo e rombencéfalo. Seu crescimento é rápido entre o quinto ano de vida e os vinte anos. Na velhice diminui de peso. Inglês: encephalon, brain. (Rey, L. 1999. Dicionário de Termos Técnicos de Medicina e Saúde, 2a. ed. Editora Guanabara Koogan S.A. Rio de Janeiro)Imagem por Ressonância Magnética: Método não invasivo de demonstração da anatomia interna baseado no princípio de que os núcleos atômicos em um campo magnético forte absorvem pulsos de energia de radiofrequência e as emitem como ondas de rádio que podem ser reconstruídas nas imagens computadorizadas. O conceito inclui técnicas tomográficas do spin do próton.Circulação Cerebrovascular: Circulação do sangue através dos VASOS SANGUÍNEOS do ENCÉFALO.Granuloma de Corpo Estranho: Resposta inflamatória, histiocítica a um corpo estranho. Consiste de macrófagos modificados com células gigantes multinucleadas, neste caso CÉLULAS GIGANTES DE CORPO ESTRANHO, normalmente rodeadas por linfócitos.Sensibilidade e Especificidade: Medidas de classificação binária para avaliar resultados de exames. Sensibilidade ou taxa de recall é a proporção de verdadeiros positivos. Especificidade é a probabilidade do teste determinar corretamente a ausência de uma afecção. (Tradução livre do original: Last, Dictionary of Epidemiology, 2d ed)Imagem Multimodal: Uso da combinação de técnicas de imagens ou plataformas (por exemplo, IMAGEM POR RESSONÂNCIA MAGNÉTICA e TOMOGRAFIA POR EMISSÃO DE PÓSITRONS) que abrange aspectos metodológicos anatômicos, funcionais ou moleculares de imagens.Tomografia: Método de avaliação por imagem que resulta em imagens nítidas de objetos localizados num plano escolhido e imagens desfocadas localizadas acima ou abaixo do plano.Tomografia de Coerência Óptica: Método de diagnóstico por imagem que utiliza LASERS empregado para mapear estruturas subsuperficiais. Quando um sítio refletor da amostra está na mesma longitude de trajetoria óptica (coerência) como espelho de referência, o detector observa o perímetro de interferência.Tomografia Computadorizada Espiral: Tomografia computadorizada onde há exposição contínua de raios-X ao paciente, enquanto está sendo transportado através de feixes de radiação de forma espiral ou helicoidal. Isto fornece uma melhora no contraste tridimensional e na resolução espacial comparado à tomografia computadorizada convencional, onde os dados são obtidos e computados a partir de exposições sequenciais individuais.Tomografia Óptica: Projeção de luz próximo ao infravermelho (RAIOS INFRAVERMELHOS), na região entre 700-1000 nm, através de um objeto em feixes paralelos a um arranjo de fotodetectores sensíveis. Este processo é repetido em vários ângulos e uma reconstrução matemática fornece técnicas de imagem tridimensional dos tecidos. Baseada na transparência relativa dos tecidos a este espectro, tem sido utilizada para monitorizar a oxigenação local, encefálica e articulações.Tomografia Computadorizada Multidetectores: Tipo de tecnologia de tomografia computadorizada em espiral em que várias fatias de dados são adquiridas simultaneamente melhorando a resolução sobre a tecnologia de aquisição de imagem única.Tomografia Computadorizada de Emissão de Fóton Único: Método de tomografia computadorizada que utiliza radionuclídeos que emitem um fóton único de uma dada energia. A câmera faz uma rotação de 180 ou 360 graus em volta do paciente para captar imagens de múltiplas posições ao longo do arco. O computador é então utilizado para reconstruir as imagens transaxiais, sagitais e coronais de uma distribuição tridimensional de radionuclídeos no órgão. As vantagens do SPECT são que ele pode ser usado para observar processos bioquímicos e fisiológicos assim como o tamanho e volume do órgão. A desvantagem é que, diferente da tomografia por emissão de pósitrons onde a destruição do elétron positivo resulta na emissão de 2 fótons a 180 graus um do outro, o SPECT requer colimação física para alinhar os fótons, que resulta na perda de muitos fótons disponíveis e consequentemente, degrada a imagem.Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico: Modalidades de tomografia computadorizada que usam um cone ou um feixe (formato de pirâmide) de radiação.Tomografia com Microscopia Eletrônica: Técnica tomográfica para a obtenção de imagens tridimensionais com microscopia eletrônica de transmissão.