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Efeitos

Há várias pesquisas realizadas que concluem ser a maconha uma droga que provoca dependência, entretanto menos que o tabaco ou o álcool. Porem isso não significa que ela seja uma droga que não tenha sérias consequências para o indivíduo.

Em alguns círculos usa-se o termo “dependência psicológica”, mas a medicina, na classificação internacional das doenças (CID) não faz distinção entre dependência química ou psicológica, ou seja, a maconha é apontada como droga que pode levar a dependência e também sintomas psicológicos e psiquiátricos.

O uso da maconha é associado a variações hormonais (diminuição da testosterona em homens e, estrogênio e progesterona em mulheres); além disso pode causar dificuldades de memória, coordenação motora e raciocínio. Na saúde mental algumas vezes é citada como um gatilho para a esquizofrenia.

Alguns estudos associam o uso prolongado da maconha com o desenvolvimento de cânceres pois sua fumaça possui de 50% a 70% a mais de hidro carbonos cancerígenos que o tabaco (cigarro comum).

Os cânceres mais citados em estudos são os que afetam o respiratório e o sistema reprodutor.

Síndrome de Abstinência

  • Ansiedade; insônia; perda do apetite; tremor das mãos; sudorese; reflexos aumentados; bocejos; humor deprimido e palpitações.

O uso regular de maconha, por períodos muito longos de tempo, está associado com:

  • Ansiedade, paranóia, pânico, depressão;
  • Prejuízo da memória e da habilidade de resolver problemas;
  • Redução da testosterona (redução transitória da fertilidade masculina);
  • Pressão arterial alta;
  • Asma, bronquite;
  • Psicose entre as pessoas com histórico familiar de esquizofrenia;
  • Doença do coração e doenças crônicas obstrutivas das vias aéreas;
  • Cânceres;
  • Problemas de atenção e motivação (síndrome amotivacional);
  • Prejuízo na memória/concentração: compromete desempenho de tarefas complexas e rendimento intelectual.
  • Depressão aguda.

O THC

Um baseado tem cerca de 500 mg a 1g de peso (de erva).
Atualmente, a quantidade de THC contida na maconha é cerca de 4,5%. Assim um baseado teria aproximadamente 22,5 mg de THC.

Segundo a OMS, 2 a 3 mg de THC são suficientes para o indivíduo obter o efeito proporcionado pela droga (barato ou “HIGH”). Algumas variedades genéticas da planta possuem maiores teores de THC, sendo uma delas proveniente do México, a “sinsemilla” (sem sementes), a que contém mais THC (de 7,5 até 24%). O uso do haxixe, resina da planta, não é comum no Brasil, mas é bastante freqüente no Oriente, sendo fumado na forma de pedras (até 28% de THC).

Com o passar do tempo, foi feita uma seleção das espécies de plantas com maiores teores de THC:

1960 – nível médio de THC = 1,5%
1980 – nível médio de THC = 3,0 – 3,5%
1990 – nível médio de THC = 4,5%

Psicoatividade da Cannabis

Farmacologicamente, a atividade da maconha é desempenhada pelos canabinóides (classe de compostos que contém 21 átomos de carbono). O delta9-tetrahidrocanabinol é o elemento de maior psicoatividade. Outros canabinóides de menor importância também podem ser citados: o deta8-tetrahidrocanabinol, delta9-tetrahidrocanabivarin e o canabinol (CBN).

Hoje em dia ainda existe a maconha sintética, sendo que o dano causado por essa droga é muito acima da maconha normal.

Tratamento para dependência química

Espero ter ajudado.

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