O que significa gastrite antral cronica superficial leve em atividade inespecifica?


  • microscopia: cortes de fragmentos de mucosa antral exibindo preservação da estrutura mucosa associado com a presença de corion de discreto e difuso infiltrado inflamatorio linfocitario com frequentes eosinofilos alem de ectasia e congestão vascular. helicobacter pylori negativos
  • Gastrite é uma afecção muito comum, com larga e uniforme distribuição mundial. O termo gastrite foi usado pela primeira vez, por Sthal, em 1728. Todos os trabalhos realizados sobre o assunto, considerados do ponto de vista histórico, deram motivos a controvérsias. As descrições iniciais foram baseadas em material de necrópsia. A restrição a esses trabalhos é que os fenômenos de autólise dificultariam a descrição correta do processo inflamatório. Em uma segunda fase, os estudos foram realizados em material obtido no ato cirúrgico. O valor destas observações foi também depois contestado, porque, além das alterações induzidas pela instrumentação cirúrgica, o material sempre provinha de pacientes com afecções gástricas de várias etiologias. A introdução da biópsia per oral, no final da década de 40, tornou possível o estudo da mucosa gástrica em pessoas normais e em pacientes com diversas afecções. As críticas a estes estudos são relacionadas ao processo de colheita. Sendo as biópsias colhidas às cegas, seriam inadequadas e não permitiriam o diagnóstico correto de lesões localizadas. O desenvolvimento da endoscopia, com a possibilidade da colheita das biópsias sob visão direta, trouxe condições mais adequadas para o estudo das gastrites. Foram fundamentais as observações pioneiras de Schindler que procurou estabelecer correlações entre os achados endoscópicos e histopatológicos. Só após estes trabalhos, a gastrite passou a ser considerada como uma entidade nosológica(1). Mesmo assim, os trabalhos realizados com endoscopia e biópsia dirigida sofreram algumas restrições, porque as biópsias são de pequeno tamanho e de pouca profundidade, não incluindo, na maioria das vezes, a muscularis mucosae, elemento fundamental para um exame adequado das amostras. Além de tudo, o principal motivo de controvérsia é a falta de correlação entre as manifestações clínicas e as alterações endoscópicas e histopatológicas(2). Uma grande variedade de agentes ambientais, químicos e infecciosos pode lesar a mucosa gástrica, provocando uma série de afecções, agudas e crônicas, específicas e inespecíficas, englobadas sob o título de gastrite, de uma forma quase abusiva, tanto pelos médicos como pelos pacientes. Muitos médicos consideravam essas alterações compatíveis com a normalidade, porque estudos populacionais e em grupos assintomáticos mostravam um aumento de incidência com a idade. Outros atribuíam, sempre, todas as queixas dos pacientes a um tipo de gastrite. Isto levou a um esvaziamento progressivo do termo e a descaracterização da gastrite como entidade nosológica. Só após os trabalhos de Warren e Marshall(3), em 1984, com a descoberta do Helicobacter pylori, hoje conhecido como o agente etiológico das gastrites, as investigações sobre esta doença voltaram a ocupar espaço entre as preocupações dos gastroenterologistas. Conceito Segundo Carpenter e Talley(4), a designação de gastrite deve ficar restrita aos casos em que, além da lesão celular e processo regenerativo, observa-se infiltração inflamatória da mucosa, acrescida da presença de folículos linfóides(5). Estes quadros estão relacionados especialmente à infecção pelo Helicobacter pylori. Por outro lado, quadros produzidos por hipovolemia, estresse, isquemia, álcool, drogas antiinflamatórias, refluxo biliar e congestão crônica, que produzem intenso dano celular, sem um componente inflamatório, seriam designados como gastropatias. O endoscopista, na maioria dos casos, pode fazer distinção entre gastrite e gastropatia baseado apenas na visão macroscópica. Entretanto, o exame histopatológico é considerado essencial ao diagnóstico e deve ser rotina na prática atual. Para o patologista, é fácil distinguir se a mucosa é normal ou está alterada. Quando apresenta alterações, o patologista pode evidenciar a existência de processo inflamatório e diagnosticar "gastrite". Nos casos em que se observam alterações da mucosa, porém sem um componente inflamatório, o diagnóstico deverá ser "gastropatia" Gastrite aguda A etiologia infecciosa da gastrite aguda foi confirmada após os experimentos de auto-inoculação a que se submeteram alguns pesquisadores, como Marshall(6), na Austrália, e Morris(7), na Nova Zelândia. As gastrites agudas associadas ao H. pylori são de difícil detecção ao exame endoscópico, uma vez que o diagnóstico clínico é infrequente e a correlação sintomatológica pobre. Os principais achados endoscópicos dessas gastrites agudas incluem erosões, úlceras única ou múltiplas e friabilidade da mucosa ou hemorragia focal. Gastrite crônica A literatura comprovando a correlação entre o H. pylori e a gastrite crônica é muito vasta e uniforme(8,9,10). Grande parte dos indivíduos infectados pela bactéria permanecem assintomáticos(10). Contudo, podem apresentar uma lesão evolutiva, denominada gastrite antral difusa ou mesmo uma gastrite atrófica multifocal(11). Além desse tipo de "portador assintomático" do H. pylori,


Fiz um exame ginecologico e o resultado foi o descrito abaixo: O que isso significa?


  • Microscopia: 1)Displasia epitelial leve vaginal (vin1) exibindo disturbio de polaridade com coilocitose comprometendo 1/3 profundo do epitelio escamoso Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau associada a infecção por Papilomavirus 2) Displasia epitelial leve exibindo hiperplasia da camada basal, disturbio de maturação, paraceratose e coilocitose sugestivo de alterações por HPV em mucosa cervical com edema e infiltrado leucolinfoplasmocitario. Lesão intraepitelial escamosa de baixo grau associada a infecção por Papilomavirus.
  • Adriana seu caso é hpv, o mais importante é vc fazer o tratamento direitinho pois tem tratamento, vc terá que ir ao médico várias vezes e só pare o tratamento quando o ginecologista falar que vc não tem mais nada, se vc tem parceiro fixo é bom fazer o tratamento junto, não preçisa se desesperar se cuida. Boa sorte


Exame do colo uterino, conclusão do exame o que pode ser?


  • Vou Transcrever abaixo: Microscopia: Cortes histológicos revelam epetélio malpghiano com acantose e papilimatose discretas. Há metaplasia escamosa, sem atipias, na junção escamo-colunar. O córion mostra discreto infiltrado linfocitário. Há glândulas endocervicais forradas por epitélio colunar simples, por vezes com alterações reacionais.
  • Está apenas descrevendo detalhadamente os organismos encontrados no material coletado. Não sei te dizer se tem algo errado, mas leve o resultado ao médico, pois ele saberá corretamente o que lhe dizer!!


Alguém pode me ajudar com o resultado desse espermograma?


  • A dúvida é quanto á qualidade dos espermatozóides, namotilidade e morfologia, o que esse resultado quer dizer? RESULTADO VALORES DE REFERÊNCIA ASPECTO : habitual habitual pH : 7,9 7,0 a 8,3 VISCOSIDADE : normal normal LIQUEFAÇÃO : < 30 minutos menor que 30 VOLUME EJACULADO : 3,0 mL 2,0 a 5,0 mL CONC. ESPERMATOZOIDES : 21,2 milhões/mL maior que 20 milhões/mL ESPERMATOZOIDES VOL TOTAL: 63,6 milhões CELULAS GERMINATIVAS : < 1,0 milhão/mL menor que 1 milhão/mL LEUCÓCITOS : < 1,0 milhão/mL menor que 1 milhão/mL MOTILIDADE 1 hora após a coleta MOTILIDADE TOTAL : 43 % maior que 50 % MOTILIDADE POR mL : 9,1 milhões A-RAPIDA PROGRESSIVA : 24 % maior que 25 % B-PROGRESSIVA LENTA : 15 % C-NÃO PROGRESSIVA : 4 % D-IMÓVEL : 57 % MORFOLOGIA OMS FORMAS OVAIS : 12 % maior que 30% (O.M.S.) MACROCEFALICOS : 0 % MICROCEFALICOS : 0 % FUSIFORMES : 0 % PIRIFORMES : 0 % DUPLOS : 0 % AMORFOS : 40 % PECA INTERMEDIARIA : 20 % CAUDA : 28 % MORFOLOGIA ESTRITA : 2 % maior que 14% (Kruger) Nota: Os dados da Cinemática (VTM,VL,VCL,ADL,LIN) estão disponíveis Metodologia: CASA (computer aided semen analysis) - realizado no analisador Hamilton - Thorne - IVOS Morfologia O.M.S./ estrita: microscopia óptica Microscopia óptica Contagem de Leucócitos: peroxidase
  • Amiga, realmente não é um resultado "maravilhoso", mas também não é dos piores. Peça ao seu parceiro para levar o resultado ao médico. Boa sorte.


Doença de chagas pode durar a vida toda ou permanecer assintomaticos em nos?


Fiz uma biópcia do colo do útero com suspeita de HPV? Queria saber se deu pois não entendi o resultado.?


  • Na parte: MICROSCOPIA Cortes histológicos de mucosa endocervical crônica e inespecificamente inflamada e recoberta, em trechos, por epitélio estratificado escamoso metaplástico imaturo com acantose, exocitose inflamatória, eventual disceratose e vacuolização citoplasmática perinuclear às vezes associada a núcleo com discretas irregularidades de forma e volume, irregularidades, porém, não suficientes para designação de coilocitose. CONCLUSÃO: Endocervicite crônica inespecífica. OBS: Vide microscopia. O padrão é sugestivo de ectopia polipóide. Correlacionar
  • querida,tem que marcar logo uma consulta para sua gineco ,te passar o tratamento especifico, o que pude ver pelo pouco q entendo,eh q vc tem uma inflamação crônica e aguda, se não tratada ,pode vir a causar câncer no útero... obs: o tratamento,dependendo do tamanho da inflamação,e da profundidade,pode ser cauterização,ou seja queimagem,pra cicatrizar rapidamente,ou então pomada vaginal...vá logo a sua medica!boa sorte!


Sua Pergunta Por gentileza pois preciso saber se o resultado do meu exame esta normal.?


  • Sua Pergunta Por gentileza pois preciso saber se o resultado do meu exame esta normal.? Citometria Fluxo/Microscopia Leucócitos: < 20 /μl valor de ref.: <20 /μl Hemácias: 27 /μl valor de ref.: <20 /μl Bacteriúria discreta Por favor quem puder me responder agradeço -lhes
  • Vc está ou teve uma discreta infecção


Alguém saberia me dizer quanto custa para fazer cirurgia de implante capilar?